Em The Relic: First Guardian, o reino de Arsiltus foi devastado após a destruição da grande Relíquia, transformando uma terra antes próspera em uma paisagem apocalíptica. Inspirado pela mitologia e pelo folclore coreano, o jogo coloca você na pele de um Guardião que precisa atravessar esse mundo em ruínas e honrar as memórias daqueles que vieram antes.
O combate aposta na liberdade dos ataques e na precisão da defesa. Ataques não consomem recursos, permitindo sequências contínuas, enquanto o vigor é reservado para ações defensivas de alto risco, como esquivas e bloqueios. Magias poderosas utilizam recargas e um medidor próprio, criando diferentes formas de lidar com cada confronto.
O reino semiaberto reúne ruínas, masmorras e caminhos alternativos que escondem artefatos, encontros secretos e fragmentos de histórias. Ao longo da jornada, será possível enfrentar até 80 chefes inspirados em contos folclóricos sombrios, cada um com padrões e estratégias próprias.
Cinco categorias de armas — espada e escudo, bastão de combate, adagas, armas de duas mãos e espada longa — possuem histórias próprias e árvores de habilidades especializadas. Em vez de níveis tradicionais, a evolução depende dos equipamentos e das Relíquias encontradas, com mais de 70 efeitos passivos que permitem modificar habilidades, atributos e o ritmo dos combates.
