Battlefield V – Análise – Battlefield 5, o melhor da franquia?

Battlefield V – Análise – Battlefield 5
 

Battlefield V foi um lançamento de peso desse fim de ano, gerando grande entusiasmo da parte dos fãs, jogo desenvolvido pela DICE e distribuído pela Electronic Arts mas será que o game suprimiu as expectativas? Bom já vou deixar claro que eu sou fã dos games da DICE e joguei todos os Battlefields e Battlefronts e eu acho que cada game tem sua peculiaridade, sendo eles atemporais pois cada um tem algo de especial que agrada os jogadores. E deste Battlefield é o fator trabalho em equipe.

Caso você tente jogar sozinho sua esquipe vai ter um desempenho bem fraco. Tudo foi pensado em um ajudar o outro deixando todas as classes muitos úteis, por exemplo: Todos do esquadrão conseguem se reviver, mas apenas o médico tem habilidade para revive os demais membros da equipe e das classes mais rápido; Todos os soldados possui uma Bolsa de Vida que pode ser usada apenas uma vez, ou reabastecem em uma base/bandeira ou o médico joga para os soldados (já que ele tem infinitas, podendo assim se curar o tempo todo); o Assalto é indispensável na hora de invadir uma bandeira onde a equipe adversária está agrupada em uma casa, assim derrubando a casa com explosivos e tornando mais fácil a entrada; claro não podemos esquecer do mais importante do assalto: destruir veículos de combate; o suporte é importantíssimo já que a munição nesse game está escassa e ele é ótimo para suprimir os parceiros, já que sua arma tem bastante disparos e tem pouco recuo; para finalizar o Batedor sendo importantíssimo, já que eles removeram a marcação como era antes e agora um dos “perks” do Batedor é marcar o inimigo que é atingido pelo disparo, isso é muito útil. Esse Battlefield tem as classes bem balanceadas, não há uma classe que possui as melhores armas e sim boas armas em todas as classes, e vai de cada jogador se adequar com a sua classe de preferência.

 

 

Histórias de Guerra

O modo campanha desse Battlefield segue o modelo do Battlefield 1 de 2016, com o modo Histórias de Guerra, sendo histórias de diferentes personagens, e contadas com um ótimo tom épico e “com mensagem”. Mas, assim como o primeiro, peca no quesito duração, sendo bem rápidas de serem finalizadas (provavelmente em apenas 6 horas ou um pouco mais você consegue passar todas elas fazendo os desafios, na dificuldade normal), porém elas estão inovadoras, sendo diferentes dos demais BFs, já que elas lembram bem o Sniper Ghost Warrior no quesito de não haver um modo linear de se terminar a missão, já que as missões são como pequenos mundos abertos onde você pode seguir o caminho e ordem que quiser para concluir as missões, e da forma que quiser, já que em algumas podem ser feitas furtivamente (mesmo que em um breve momento). A história contada é fantástica, personagens muito bem trabalhados, com Cutscenes fantásticas dignas de produções de hollywoodianas.

Multiplayer: No modo multiplayer não há nada de muito diferente dos outros Battlefields, trazendo apenas algumas novidades como jogar mais em esquadrão, os pontos de esquadrão podendo chamar espécies de Score Streaks, sendo eles veículos para seu esquadrão, suprimentos ou então um míssil – JB2 ou V1 – que abrange uma área grande e o impacto da explosão joga os players para trás (inclusive os da mesma equipe, mas não causa dano aos jogadores do seu próprio time). Esse jogo está extremamente detalhado inclusive no multyplayer, com coisas como por exemplo um rádio nas costas do líder do esquadrão, já que ele dá ordens aos demais, a suavização detalhada possibilita uma melhor imersão de realidade na animação dos personagens, seja para subir em algum obstáculo ou até mesmo ao tentar pular em locais, todo o movimento é bem sincronizado, e cabe lembrar que os personagens podem ser customizado, embora ainda não tenha muitas opções (afinal o gama acabou de lançar) já está bem interessante.

Algumas coisas farão falta para alguns fãs da série, como o quão melhores eram os veículos, ou os colossais do BF1, ou até jogar com 5 jogadores no esquadrão. Mas o game em si está frenético como nunca e mantém a beleza que sempre foi destaque para o BF, principalmente com o sistema de destruição, que até nos veículos ela está quase impecável.

Grand Operations

 

Um modo relativamente novo são as Grand Operations (ou Operações Grandiosas) sendo esse o modo com foco total no objetivo e muito maior do que o seu antecessor do BF1, durando longas partidas. Eles entregaram algo espetacular talvez o modo mais divertido de se jogar, já que são 3 etapas e cada uma é um objetivo, tais como clássico conquista, plantar as bombas nos objetivos ou um modo que me chamou mais a atenção que se baseia em uma bandeira no centro, quem dominar tem um determinado tempo (definido pela quantidade de vidas) para plantar bombas em 3 objetivos, caso não consigam o objetivo volta a ser tomar a bandeira no centro do mapa, e isso se repete até o tempo acabar ou então alguma equipe destruir os 3 objetivos (claro esses modos são separados pelos dias, e cada dia/etapa um modo diferente). E detalhe, caso haja empate haverá o último esforço onde se baseia em um TDM sem Respawn, com apenas um pente/carregador da arma e há um círculo fechando (dando um pequeno gostinho de Battle Royale).

 

Considero o game um FPS para jogadores que adoram objetivo e não apenas matar, chega a ser belo ver a gameplay dele, trazendo os 64 jogadores para um cenário de guerra com tantos detalhes e um nível de destruição absurdo (esse é o ponto forte da Frostbite, engine usada no título atual). Recomendo o game para aqueles que querem se aventurar em um multiplayer focado no trabalho em equipe e para quem gosta de jogo frenético.

Ray Tracing será o futuro?

Com a oportunidade de jogar o Battlefield V, no Brasil Game Show rodando na RTX 2080Ti, e realmente o game fica muito mais lindo, com o inédito Ray Tracing, uma tecnologia que deixa os reflexos muito mais lindos, e extremamente detalhados, deixando o game muito mais realista e imersivo. Assim o BFV é um ponta pé inicial e um marco para outros grandes games usarem da mesma tecnologia. Infelizmente ela não é acessível para todos, já que o preço das novas placas é meio salgado e para suportar o uso de Ray Tracing é necessário um Hardware poderoso.


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Battlefield V: O jogo Battlefield V nos faz lembrar de filmes com direção do grande Steven Spielberg, com toda maestria para os amantes de um cenário que mudou o mundo e suas futuras gerações.JonasTheGoDBarreiro
9
out of 10.
2018-11-22T16:59:27-0200

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