Riders Republic é uma relação de amor e ódio para aqueles que não possui uma memória muscular apurada. A Ubisoft lançou no fim do mês de outubro o que prometeram ser uma revolução nos esportes radicais.

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Trazendo inspirações em diversos jogos do gênero como Downhill Domination, Descenders, Lonely Mountains: Downhill e até o mundo aberto de Steep. Já que Riders está mais para um sucessor espiritual de Steep da própria Ubisoft.

Não é um jogo de bike, apesar deu ter citado três títulos com foco em descida rápida. O jogo traz seis modalidades Bike Freestyle, Bike Racing, Ski Freestyle, Ski Racing, Wingsuit Rocket, Wingsuit. Algumas vamos desbloqueamos com nosso progresso. Vale lembrar que, o ciclismo é mountain bike e não BMX.

Sabe como é, um jogo tão radical também devemos ser descolados e deixar a vida nos levar.

Inicialmente, começamos com o tutorial básico para os NPCs dizer que o jogador é o homem das galáxias. Aquele “blá bla blá” para quem está acostumado com jogos de esportes em velocidade. Antes de mais anda, adianto que não sou dos melhores em precisão de frenagem. Porém, minha nota segue baseado nas mecânicas da jogabilidade e desafios.

O jogo jamais vai querer que você se sinta sozinho, nos espaços percorridos, sempre nos deparamos com outros competidores. Diga-se de passagem os mapas são recheados de competições para fazer nosso melhor tempo. Por falar em tempo, por vezes, a aceleração da bike era tão veloz. Que ficava confuso ao imaginar bicicletas com a mesma velocidade de motocicletas!

Os locais para nos aventurar tem traçados interessantes, como as que buscaram representações reais e icônicas incluem: Mammoth Mountain, Yosemite, Grand Teton, Sequoia Park, Bryce Canyon e Zion Canyonland.

Entrando no clima

Vamos lá Riders, pois, o parque radical nos aguardam! Sobre jogos de esportes sou suspeito para falar. Particularmente, é uma diversão para tirar nosso estresse quando estamos saturados de jogos tradicionais. Logo, no início mencionei ser uma jornada de “amor e ódio”.

Descer de altitudes em grande velocidade ou planar adentrando por argolas, é adrenalina e desafio para outros. A imersão em poder alternar entre primeira e terceira pessoa são benéfica para sair do marasmo.

Esteja pronto para cair e rebobinar por muitas e muitas vezes. Por mais, que apenas competimos com fantasmas eles são capazes de nos derrubar. Tomadas de tempo é detalhe e se não tiver o timing diga adeus a sua melhor volta! Afinal, a aceleração frenética com outras modalidades acontecendo ao nosso redor soa incrível.

Demorei um pouco para pegar as mecânicas da jogabilidade, apesar de simples a precisão nas curvas e freios no início é esquisito. Percebi problemas em baixa velocidade, a impressão é que quando fazemos a curva lentamente, a sensibilidade aumenta. Meu deus, fiquei parecendo um novato apreendendo técnicas de inclinação corporal. Minha queixa aplica-se somente nas categorias de Bike Freestyle e Racing.

O Wingsuit passa a sensação de liberdade planando e sobrevoando próximo às encostas e árvores que podem arrancar nossas cabeças. Em primeira pessoa temos a visão imersiva, mas menos realista, pode acreditar. Ao contrário de Wingsuit Rocket, em terceira pessoa sentimos aquela jogabilidade mais presa. O que difere se acelerarmos quase que continuamente!

No geral, Ski Freestyle sua atração será voltada quase toda para manobras espetaculares, as combinações são simples. Nem sempre executada como queremos. Não vemos problemas, caindo que se aprende na outra descida radical.

O mais esquisito são os pensamentos de dizer; Riders Republic irrita devido aos problemas de física, um pequeno arbusto conseguem arremessar longe. Contudo, toda via… você deseja retomar a corrida para provar ser um bom vencedor. Chegando a um grande paradoxo para quem joga! Sinceramente, a Ubisoft deverá explicar que tipo de ritualidade eles fizeram (risos).

Trilha sonora ambientada

Agora, a trilha sonora jamais deve deixar de ser mencionada. A extravagância de um jogo fora da caixa começa por sua musicalidade. Há muito, jogos vinham trazendo discos arranhados e com sintetizadores, neste título variam. Desde música eletrônica, rap, rock, vão curtir o resultado. Tenho que reconhecer o trabalho Justin Boreta, Edward Ma e Josh Mayer na trilha original, e outros compositores.

Trajes animalescos!

A moda foi comprada de vez, na república dos calouros. Os trajes são bizarros de engraçados, desde ursos pandas, girafas e se estiver no nirvana vai imagina ainda mais. Conforme melhoramos nosso desempenho, mais trajes são desbloqueados. Assim como, novos modelos de equipamentos para as modalidades. Faça uma customização perfeita e tire onda entre os jogadores. A liberdade que recebemos no jogo, faz esquecer dos NPCs que nos dão dicas para curtir os locais.

Cansado de uma modalidade migre imediatamente para outra e procure eventos pelo gigantesco mapa. Coloque seu nome entre os maiores “loucos” desafiam o perigo para voar cada vez mais rápido, baixando seu tempo nas tomadas tempo.

E, por fim, graficamente não vejo nada comprometedor, encontramos, sim, alguns bugs, mas não vão atrapalhar sua imersão. Ou até glitches que me tenha feito querer desistir. O contraste das cores com a ambientação e a fotografia, vislumbram com sua dinâmica acelerada.

Gamerdito (Veredito)

A Ubisoft Annecy conseguiu passar uma nova confiança em seu desenvolvimento além dos trabalhos em Splinter Cell e The Division. Colocando jogadores com dezenas de outros desconhecidos em uma reunião ativa e aprofundando. Com o pouco dos fãs que acreditavam em reviravoltas dos esportes. Explorando o lado abandona dos jogos radicais de um nicho podendo ter novamente sua expansão.

Embora, que sentimos falta de outros estilos além do Esqui, Ciclismo, Voo de planador e Snowboard. Mas o resultado das vendas sendo positiva, DLCs futuras podem adicionar mais elementos.

O parque temático de esportes radicais chegou em 29 de outubro para PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Xbox One e PC, (via Epic Games Store e Ubisoft Store).

Uma cópia do jogo foi cedida pela Ubisoft Brasil para desenvolver nossa análise (Review), não influenciando a nota final do game.

Nota do jogo: 7.5/10

Riders Republic: O título nos coloca em um patamar onde podem ter revivido coisas já adormecidas nos jogadores. Mostrando que um bom trabalho consegue bons frutos!Jefão Calheiro
7.5
out of 10.
2021-11-08T19:35:48-0300

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