Zootopia 2, um dos sucessos da animação em 2025, finalmente estreia no Disney Plus. A animação entrou no catálogo do streaming nesta semana e passa a fazer parte da programação regular da plataforma.
O lançamento no serviço acontece alguns meses após a exibição nas telonas, modelo que a Disney tem adotado com suas produções recentes. Primeiro o filme passa pelo circuito tradicional de cinemas e, em seguida, chega ao streaming.
Com isso, quem não conseguiu ver a continuação nos cinemas ou preferiu esperar a estreia digital agora encontra o longa disponível dentro da assinatura do Disney+.
A volta de Judy Hopps e Nick Wilde
A história retoma o universo apresentado no primeiro Zootopia. Na sequência, a policial Judy Hopps e o parceiro Nick Wilde voltam a trabalhar juntos em um novo caso dentro da cidade de Zootopia.
(Reprodução)
Assim como no filme original, a trama mistura investigação, humor e referências ao cotidiano de uma grande metrópole habitada por animais.
Disney+ mantém promoção de assinatura
A chegada da animação ao catálogo ocorre enquanto o Disney+ mantém uma promoção temporária no Brasil. Novos assinantes e usuários que retornarem ao serviço podem contratar planos com desconto durante dois meses.
Os valores promocionais são:
Plano com anúncios: R$ 9,90 por mês
Plano padrão: R$ 17,90 por mês
Plano premium: R$ 19,90 por mês
A campanha fica disponível até 30 de março. Após esse período inicial, a assinatura volta automaticamente ao valor regular do plano escolhido.
Com a estreia no streaming, Zootopia 2 passa a integrar a lista de filmes recentes disponíveis no catálogo do Disney+, ampliando as opções de animação para os assinantes da plataforma.
O novo trailer de The Boys: Trigger Warning chamou a atenção dos fãs da franquia. O jogo está sendo desenvolvido pelo estúdio brasileiro ARVORE, vencedor do Primetime Emmy Awards em 2020 pelo projeto The Line (A Linha). Agora, o estúdio aposta em uma experiência de realidade virtual ambientada no universo brutal e satírico de The Boys.
Segundo a empresa, o desenvolvimento contou com colaboração direta de roteiristas ligados à franquia, o que permitiu criar uma história inédita integrada à cronologia oficial da série.
(Reprodução)
Na trama, os jogadores assumem o papel de Lucas, um funcionário da Vought International cuja vida desmorona após descobrir segredos perturbadores envolvendo uma família de super-heróis em decadência. Em busca de respostas e vingança, ele acaba se unindo ao grupo The Boys, enfrentando infiltrações perigosas, poderes instáveis e situações cada vez mais caóticas, tudo vivido em primeira pessoa na realidade virtual.
O jogo também trará personagens conhecidos da série, com atores reprisando seus papéis. Entre eles estão Laz Alonso, novamente como Mother’s Milk, Colby Minifie como Ashley Barrett, e P. J. Byrne interpretando Adam Bourke. O título ainda contará com participações especiais, incluindo uma versão distorcida de Soldier Boy, interpretado por Jensen Ackles, criada exclusivamente para o game.
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O trailer mostra locais conhecidos pelos fãs e sequências de ação intensas, mantendo o tom irreverente e provocador que marcou a franquia. A proposta é colocar o jogador no centro desse mundo, onde sobreviver já é um desafio. O vídeo está disponível logo no início desta publicação e também pode ser visto no YouTube.
Se a ARVORE conseguir aplicar bem sua experiência com realidade virtual, o título tem potencial para agradar tanto fãs da série quanto jogadores que buscam uma experiência realmente imersiva. No fim das contas, tudo vai depender de um roteiro instigante e de uma execução capaz de capturar o espírito ácido que fez The Boys se destacar ao questionar a forma tradicional como os super-heróis são retratados.
The Boys: Trigger Warning chega em 26 de março de 2026 para Meta Quest 3 e PlayStation VR2.
Depois de uma longa passagem pelos cinemas, Zootopia 2 finalmente chega ao catálogo do Disney+ nesta terça-feira, 11 de março. Para quem não conseguiu assistir nas telonas, o lançamento no streaming abre a primeira chance de ver a sequência em casa — ou rever o filme que se tornou um dos maiores sucessos recentes da animação.
O lançamento também coincide com uma campanha promocional da plataforma no Brasil. Novos assinantes e usuários que voltarem ao serviço podem contratar planos com desconto por dois meses, com preços a partir de R$ 9,90 mensais. A oferta é válida até 30 de março.
Promoção do Disney+: quanto custa cada plano
Durante o período promocional, os valores mensais ficam assim:
Plano Padrão com anúncios: R$ 9,90 por mês
Plano Padrão: R$ 17,90 por mês
Plano Premium: R$ 19,90 por mês
Os preços valem apenas nos dois primeiros meses de assinatura. Depois desse período, a cobrança volta automaticamente para o valor normal do plano escolhido, caso o usuário não cancele.
Para quem perdeu no cinema
Lançado no final de 2025, Zootopia 2 manteve o universo da metrópole animal criado no primeiro filme e trouxe novamente a dupla de policiais Judy Hopps e Nick Wilde em um novo caso. O filme teve uma passagem forte pelos cinemas, com bilheteria global na casa de US$ 1,8 bilhão, o que o colocou entre os maiores sucessos da animação recente.
(Reprodução)
A chegada ao streaming segue o padrão recente da Disney, grandes lançamentos passam primeiro pelas salas de cinema e só depois entram no catálogo digital alguns meses mais tarde. Assim, quem preferiu esperar — ou simplesmente não conseguiu ver nas telonas — agora encontra o título incluído na assinatura do serviço.
O que mais chega ao catálogo
No restante da programação de março, o Disney Plus também recebe algumas estreias de peso no catálogo. A oitava e última temporada de Outlander chega com episódios semanais, enquanto O11ZE: Nova Geração marca o retorno do universo da série esportiva com todos os episódios liberados de uma vez. Entre os lançamentos mais aguardados do mês também está o retorno da temporada 2 de Demolidor: Renascido, que coloca Matt Murdock novamente em confronto com Wilson Fisk em Nova York.
(Divulgação/Marvel Studios)
No cinema, um dos destaques é Família de Aluguel, estrelado por Brendan Fraser. A lista de novidades ainda inclui episódios e novas temporadas de produções como Paradise, que continua a expandir a programação do streaming ao longo do mês.
(Reprodução)
A entrada de Zootopia 2 no Disney+ acontece enquanto a plataforma mantém uma oferta temporária de assinatura. Para quem esperou o filme chegar ao streaming, este é o momento em que a animação finalmente fica disponível no catálogo.
A nova fase da franquia Baki chegou à Netflix com Baki-Dou: O Samurai Invencível, adaptação do arco do mangá criado por Keisuke Itagaki. A história apresenta uma situação curiosa: depois de alcançar seu objetivo de enfrentar o pai, Baki Hanma se vê diante de um adversário inesperado, o tédio.
Após anos dedicados a se tornar mais forte e superar Yujiro Hanma, o “ser mais forte da Terra”, Baki finalmente chega ao topo. No entanto, ao alcançar esse objetivo, surge um vazio: as lutas deixam de ter o mesmo significado, e até mesmo os maiores lutadores do mundo passam a sentir que algo está faltando.
Esse ponto de partida serve como base para uma nova fase da história, que busca renovar o universo da série com um desafio diferente de tudo que já apareceu.
A ideia absurda que muda tudo: ressuscitar Musashi Miyamoto
Para quebrar esse marasmo no mundo das artes marciais, surge uma proposta ousada liderada por Mitsunari Tokugawa: trazer de volta à vida o lendário espadachim Miyamoto Musashi.
Com o apoio de cientistas e métodos pouco convencionais, Tokugawa consegue ressuscitar o maior samurai da história japonesa. A decisão tem um objetivo claro: colocar frente a frente os lutadores mais poderosos da atualidade com uma figura histórica que redefiniu o conceito de combate.
O início da temporada dedica bastante tempo a explicar esse processo e contextualizar o retorno de Musashi. Embora essa construção mais lenta possa surpreender quem espera apenas lutas constantes, ela fortalece o impacto narrativo quando o personagem finalmente entra em cena.
(Reprodução)
Lutas menos frequentes, mas mais impactantes
Diferente de fases anteriores da franquia, Baki-Dou opta por reduzir a quantidade de confrontos no início da narrativa. Em vez de batalhas contínuas, a história prioriza a construção de tensão e o desenvolvimento dos personagens.
Quando as lutas acontecem, no entanto, elas se destacam pela intensidade e pela criatividade visual. Cada movimento é retratado com atenção aos detalhes, explorando as possibilidades exageradas que a animação permite.
Esse estilo transforma os confrontos em algo além de simples demonstrações de força: são batalhas de técnica, estratégia e percepção.
Estilo visual fiel ao mangá
A animação de Baki nunca foi conhecida por grandes avanços técnicos, mas Baki-Dou apresenta uma evolução perceptível em relação às adaptações anteriores. A direção opta por manter grande fidelidade ao mangá original, recriando diversos painéis diretamente na tela.
O resultado é um visual marcante, com personagens de anatomia exagerada, expressões intensas e um estilo desenhado à mão que reforça a identidade da obra. Em um cenário dominado por produções com CGI, essa escolha ajuda a preservar a essência da arte de Itagaki.
Imagem: Netflix
Humor e exagero continuam sendo parte da identidade da série
Mesmo com o foco nas artes marciais e nos confrontos intensos, a série não deixa de lado seu humor característico. Situações absurdas, como lutadores discutindo estratégia enquanto alguém tenta conter um bocejo no meio da luta, ajudam a equilibrar a narrativa.
Essa mistura entre seriedade absoluta e situações absurdas é uma das marcas registradas da franquia e continua presente nesta nova fase.
Uma nova etapa para a história de Baki
Com a introdução de Musashi Miyamoto e um enfoque maior na construção narrativa, Baki-Dou: O Samurai Invencível consegue trazer um novo fôlego à franquia. A série mantém o exagero e a intensidade que tornaram Baki famoso, mas também explora temas como propósito, tradição e o impacto da ciência sobre a história.
Embora os episódios lançados até agora representem apenas a primeira parte desse arco, o caminho está preparado para um dos confrontos mais aguardados pelos fãs: o inevitável encontro entre Baki Hanma e o lendário samurai ressuscitado.
Para quem acompanha a franquia ou está entrando agora nesse universo, essa nova fase mostra que ainda há muito espaço para evoluir, e lutar, dentro do mundo de Baki.
Imagem: Netflix
Gamerdito (Veredito): Baki-Dou: O Samurai Invencível é bom?
Baki-Dou: O Samurai Invencível mostra que a franquia ainda consegue se reinventar mesmo após tantos confrontos memoráveis. Ao introduzir o lendário Miyamoto Musashi em um mundo dominado por lutadores modernos, a história cria um contraste fascinante entre tradição e evolução no combate. Esse novo cenário não apenas desafia Baki Hanma, mas também amplia o universo da série com ideias mais ousadas e reflexões sobre propósito e força.
Com seu estilo exagerado, momentos de humor inesperados e lutas intensas, Baki-Dou: O Samurai Invencível mantém a essência criada por Keisuke Itagaki enquanto prepara o terreno para confrontos que prometem marcar a história da franquia. Para fãs antigos ou novos espectadores, essa fase reforça que, no mundo de Baki, sempre haverá um adversário ainda mais extraordinário esperando para aparecer.
A nova temporada de One Piece: A Série, o live-action da Netflix de One Piece, está para chegar em 10 de março de 2026. A nova fase recebeu um subtítulo de “Into the Grand Line”, que em uma tradução literal ficaria como “Rumo a Grand Line”. Com praticamente todos os arcos da primeira Saga, a East Blue Saga, o segundo ano começa a adaptar a Alabasta Saga, onde coloca os Chapéus de Palha com um dos maiores desafios dessa aventura.
A nova temporada continuará a adaptar eventos importantes como o arco de Loguetown, Reverse Mountain, Little Garden, Drum Island, além de introduzir o reino de Alabasta, sendo esse o foco na jornada rumo à Grand Line. O elenco traz novos nomes como Joe Manganiello (Crocodile) e Lera Abova (Miss All Sunday).
Mas, para introduzir aqueles que não sabem muito do universo de One Piece e até mesmo para aqueles que estão a bastante tempo nessa obra, eu incluso, porém se esqueceram o que é a Grand Line.
A Grand Line, ou “Grande Rota”, é o oceano central e mais perigoso do mundo de One Piece, e também, onde a maior parte da história acontece. Cortando o globo perpendicularmente à Red Line, ela é dividida em duas partes pelo continente: “Paraíso” (primeira metade) e “Novo Mundo” (segunda metade), caracterizada por clima, ilhas imprevisíveis e fortes correntes magnéticas.
Imagem: Netflix
Grand Line: Principais Características, Divisões e Fatos Essenciais
A Grand Line é a rota marítima mais temida e cobiçada do mundo de One Piece. Cercada por mistérios, fenômenos climáticos extremos e alguns dos piratas mais poderosos da história, ela é o verdadeiro palco da busca pelo lendário tesouro conhecido como One Piece.
Neste guia completo, você confere as principais características da Grand Line, suas divisões e sua importância dentro da obra criada por Eiichiro Oda.
Geografia da Grand Line
A Grand Line circunda o planeta e é considerada a rota marítima mais imprevisível do mundo.
Principais aspectos geográficos:
Delimitada pelo Calm Belt: Faixas oceânicas sem vento e habitadas por gigantescos monstros marinhos, conhecidos como Reis dos Mares. A ausência de correntes de ar impede a navegação convencional.
Cortada pela Red Line: Um imenso continente que atravessa o planeta de norte a sul, dividindo os mares e cruzando a Grand Line em dois pontos estratégicos.
Clima extremo e instável: Ilhas com estações fixas e variações climáticas abruptas tornam cada parada uma experiência única e perigosa.
Por que é chamada de “Cemitério de Piratas”?
A Grand Line ganhou o apelido de “Cemitério de Piratas” devido ao seu altíssimo índice de fracasso entre navegadores.
Motivos principais:
Correntes magnéticas caóticas: Bússolas comuns não funcionam na região.
Uso obrigatório do Log Pose: Instrumento especial capaz de registrar o campo magnético de cada ilha, permitindo a navegação segura (ou quase).
Perigos constantes: Tempestades repentinas, criaturas colossais e confrontos com piratas poderosos fazem parte da rotina.
Apenas tripulações realmente preparadas conseguem avançar por essa rota.
Divisões da Grand Line
A Grand Line é dividida em duas grandes metades:
1. Paradise (Paraíso)
Primeira metade da rota.
Recebe esse nome porque a segunda parte é ainda mais perigosa.
Apesar do apelido, continua sendo extremamente desafiadora, principalmente para piratas iniciantes.
2. New World (Novo Mundo)
Segunda metade da Grand Line.
Região dominada pelos poderosos Yonkou (Quatro Imperadores).
Clima ainda mais instável e conflitos de escala monumental.
Considerada o verdadeiro teste de sobrevivência para qualquer pirata que sonha com o topo.
Entrada para a Grand Line: Reverse Mountain
A principal porta de entrada para a Grand Line é a Reverse Mountain.
Como funciona:
Correntes marítimas dos quatro mares, East Blue, West Blue, North Blue e South Blue, sobem a montanha.
No topo, essas correntes convergem e descem diretamente para a Grand Line.
Trata-se de um fenômeno natural único e extremamente arriscado para navegadores inexperientes.
Importância da Grand Line na História
A Grand Line é o centro do mundo pirata.
Foi completamente navegada apenas pelos Piratas do Roger.
Liderados por Gol D. Roger, foram os únicos a alcançar a ilha final, Laugh Tale.
É onde estão concentradas as chamadas “Três Grandes Potências”: a Marinha, os Shichibukai e os Yonkou.
É o verdadeiro palco da corrida pelo título de Rei dos Piratas.
Imagem: Toei Animation
O que esperar da 2ª temporada de One Piece: A Série?
Com todas as informações já reveladas, temos uma certa previsão do que poderá ocorrer nos episódios de One Piece: A Série. Então, vamos apontar o que acontece no mangá e anime, para o que pode acontecer na adaptação da Netflix.
Loguetown
A primeira temporada adaptou a icônica cena da promessa dos Chapéu de Palha para o novo mundo, mas ainda ficou faltando os acontecimentos da Cidade do Começo e do Fim, Loguetown. Tanto no mangá, quanto no anime, é aqui onde Luffy e seus companheiros param antes de entrar na Grand Line, para conseguir suprimentos e equipamentos. Já que nesse ponto da história eles haviam enfrentado Mihawk, Don Krieg e Arlong.
Na série, apenas Mihawk e Arlong acabaram sendo os desafios mais difíceis pro grupo, mas mesmo assim ao custo das espadas de Zoro e alguns equipamentos da tripulação. Então, a chegada na cidade significa que teremos os encontros com Tashigi e Smoker, além claro da cena da escolha das espada de Zoro.
Porém, o que mais fica marcado nesse arco da história é Luffy no local da execução de Gol D. Roger e também o retorno de Buggy e sua tripulação, mas com uma nova aliada, Alvida. Ela é a primeira pirata que Luffy derrota na história. Mas, também significa a estreia de uma importante figura do universo de One Piece, o revolucionário Dragon. Tanto no anime, quanto no mangá esse personagem ainda é envolto de um mistério que está sendo revelado aos poucos, mas é nesse momento da história que ele surge como alguém importante pro prosseguimento da aventura de Luffy.
Por fim, acredito que essa parte da história não ocupe um episódio inteiro, mas nunca se sabe, mas como a parte final dele já foi adaptada, o que resta é apenas apresentar o que falta e seguir para o arco seguinte.
Imagem: Netflix
Reverse Mountain
Talvez o arco mais curto da obra, vamos precisar de uma recontagem, aqui é onde começa a jornada da tripulação dos Chapéu de Palha para a Grand Line. Mas, aqui temos a difícil missão de subir a Reverse Mountain, uma montanha gigantesca que fica na Red Line, onde as correntes dos quatro mares (North, South, East, West Blue) sobem o topo e descem para a Grand Line. É uma das duas principais entradas para a Grand Line, famosa por ser extremamente perigosa.
Além disso, o local também é o lar de dois personagens queridos pelos fãs da obra, a baleia gigante Laboon e o faroleiro do Cabo Gêmeos, Crocus. Os dois personagens são bem importantes para o futuro da história, mas também é nesse arco que temos a primeira aparição, no anime e mangá, no caso, da Baroque Works. Mr. 9 e Ms. Wednesday.
Nesse momento da história a Baroque Works não é a grande ameaça que vemos no futuro, aqui são meio cômicos, mas ainda sim uma certa ameaça ao grupo. Outro ponto que a série deverá adaptar, será o Log Pose, a bússola especial para navegar na Grand Line. No geral, esse arco serve como uma espécie de explicação do que o grupo e o público pode esperar daqui pra frente.
Imagem: Netflix
Whiskey Peak
O local onde fica localizada uma das bases da Baroque Works, sendo uma única cidade na Ilha dos Cactos. Apesar disso, o arco não é memorável na obra servindo apenas como uma transição para a parte final da Saga de Alabasta.
Porém, é nesse arco que vemos um embate tão esperado pelo fãs, que é Zoro vs. Luffy, e também é onde vemos o nascimento de uma das piadas mais recorrentes de One Piece. Aonde pessoas que alimentam Luffy e seus amigos, acabam sendo machucadas ou mortas, acabam apanhando do capitão.
Outro ponto relevante desse arco são as revelações sobre a Baroque Works e a estreia da Ms. All Sunday na história. Pode ser que a série resuma todos esses acontecimentos sejam resumidos a apenas 1 episódio e assim seguir ao próximo, e penúltimo arco, a ser adaptado na série.
Imagem: Netflix
Little Garden
Essa é a segunda ilha que os Chapéu de Palha param após a entrarem na Grand Line. Sendo uma ilha de verão, aonde vivem dinossauros e os gigantes Dorry e Brogy. Nesse arco descobrimos mais sobre os gigantes e o embate secular entre os dois personagens.
Nesse momento da história, vemos o primeiro grande desafio da tripulação com a Baroque Works. O confronto entre Mr. 3, Miss Goldenweek, Mr. 5 e Miss Valentine contra os gigantes e os Chapéu de Palha é o que marca esse arco.
Outros momentos são abordados aqui, como a primeira vez que citam a ilha dos gigantes, Elbaf. Como também, o primeiro vislumbre de Crocodile na história, mas acredito que esses pontos serão apenas easter eggs nos episódios.
Imagem: Netflix
Drum Island
O último arco a ser adaptado na temporada e também o último arco antes de Alabasta. Sendo a terceira ilha que a tripulação chega, uma ilha de inverno. Esse arco serve como a estreia do médico da tripulação Tony Tony Chopper. Isso ocorre devido a Nami estar doente após o arco anterior e a tripulação precisar urgentemente de um médico no navio. Entretanto, o arco em si não é conhecido por ter muitas lutas e provavelmente, focará apenas na mais importante Luffy vs. Wapol.
Então, certamente, a série deve focar mais no lado dramático que esse arco carrega e que é pouco lembrado pelos fãs da obra. O passado de Chopper é algo que guia esse arco e como a ilha de Drum funciona. Apesar que, devem dar alguma luta para o novo personagem e focar nas suas transformações, os famosos “Points”.
Imagem: Netflix
Em resumo, a chegada da segunda temporada de One Piece representa um momento importante para a adaptação da obra criada por Eiichiro Oda. Com o subtítulo de “Rumo a Grand Line”, “Into the Grand Line”, a série dá um passo decisivo ao levar os Chapéus de Palha para a região mais perigosa e imprevisível do mundo de One Piece, o verdadeiro palco da jornada rumo ao título de Rei dos Piratas.
A introdução da Grand Line não apenas expande o universo da história, mas também eleva significativamente o nível de desafio enfrentado por Luffy e sua tripulação. Novos inimigos, alianças inesperadas e personagens marcantes devem surgir ao longo dos arcos de Loguetown, Reverse Mountain, Little Garden e Drum Island, preparando o terreno para o grande conflito que envolve o reino de Alabasta.
Com novos integrantes no elenco, cenários ainda mais grandiosos e a promessa de adaptar alguns dos momentos mais queridos pelos fãs do mangá e do anime, a nova temporada tem tudo para ampliar o alcance da série e consolidar o sucesso da produção da Netflix.
Se a primeira temporada apresentou ao público o espírito de aventura de One Piece, a segunda promete mergulhar de vez no coração dessa jornada. E agora, com o caminho finalmente aberto para a Grand Line, a verdadeira aventura dos Chapéus de Palha está apenas começando.
De 20 a 22 de março de 2026, o Congress Brazil Mobile & Expo 2026 (CBM 2026) será realizado no Distrito Anhembi, em São Paulo. O encontro reúne executivos, especialistas e representantes de grandes marcas para discutir o avanço da mobilidade digital e seus impactos diretos na estratégia das empresas. No último ano, o MeUGamer esteve presente na CBM, realizando a cobertura do evento e trazendo inúmeras novidades ao público.
O debate parte de um cenário já consolidado. O smartphone tornou-se eixo central da relação entre marcas e consumidores, concentrando vendas, comunicação, dados e reputação. Por isso, o congresso organiza essa discussão em torno de três frentes temáticas.
No dia 20 de março, o eixo Digital & Inteligência Artificial abre a programação com foco em tecnologia aplicada e plataformas digitais. Em 21 de março, Financiamento & Crescimento aborda monetização, canais de venda, franquias e expansão. O encerramento, em 22 de março, concentra-se em Gestão & Expansão, com temas ligados à execução, estratégia e compliance.
Entre os destaques está a palestra “Quando o celular vira lifestyle: a estratégia da Motorola para ganhar o Brasil”, apresentada por Stela Colucci, diretora de Marketing da Motorola Brasil. O painel discute posicionamento e construção de marca em um mercado altamente competitivo.
O social commerce também ganha espaço com “TikTok Shop: Onde Conteúdo Vira Faturamento”, conduzido por Bruno Colicchio Lopes, Head of Sales da TikTok Shop Brasil, refletindo o crescimento das vendas integradas às plataformas de conteúdo.
A programação inclui ainda “Comunicação Visual Inteligente: O Poder do Canva para Empreendedores”, com Luan Alves, embaixador da Canva no país, além de apresentações sobre estratégias de mercado da OPPO, da Xiaomi e da Honor.
Questões regulatórias também integram a agenda. O painel “Vender mais sem violar a LGPD: é possível, sim” trata dos desafios da conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados no contexto das estratégias comerciais. Já temas como franquias, expansão estruturada e importação aparecem em discussões voltadas ao crescimento sustentável.
O congresso contará ainda com nomes conhecidos do ambiente de negócios e conteúdo digital, como Thiago Nigro, Eduardo Felberg, Tallis Gomes, Alfredo Soares e Monique Evelle. A condução do evento ficará a cargo de Bruno Romano.
(Divulgação)
Além das palestras, o CBM contará com área de exposição dedicada a soluções para varejo, inovação e mobilidade digital. Haverá acesso gratuito mediante credenciamento antecipado, com vagas limitadas para parte da programação, além de ingressos para participação integral nas atividades.
Ao reunir fabricantes, plataformas, especialistas em regulação e influenciadores do mercado financeiro e educacional, o CBM 2026 sinaliza a maturidade de um setor que já não trata mobilidade como tendência, mas como componente estrutural da estratégia empresarial no país.
Durante a Abrin 2026, em São Paulo, a DC Toys & Geeks apresentou para lojistas e revendedores suas novidades em brinquedos licenciados da cultura gamer. A empresa trabalha com personagens e franquias populares dos videogames e aposta em produtos colecionáveis e sensoriais para o público infantil e também para fãs de cultura pop.
O diretor da empresa, Samuel Duarte, destacou algumas das principais linhas que chegam ao mercado brasileiro em 2026.
Principais apostas da DC Toys & Geeks
SquishMe (antiestresse) Linha de brinquedos sensoriais feitos em EVA macio que podem ser apertados e amassados, com foco em diversão e relaxamento.
Licenças:
Poppy Playtime
Sonic
Minecraft
(Reprodução)(Reprodução)
Mega SquishMe Versões maiores dos squish, com cerca de 10 a 12 cm, trazendo personagens famosos dos games.
Personagens:
Sonic
Super Sonic
Knuckles
Tails
Personagens de Minecraft
(Divulgação)(Divulgação)
Spinners licenciados Brinquedos sensoriais inspirados nos fidget toys, com personagens de games populares.
Licenças:
Sonic
Five Nights at Freddy’s
Minecraft (Steve)
(Reprodução)(Reprodução)
Chaveiros Charm com display Linha de chaveiros que simulam um pequeno monitor com líquido colorido representando cada personagem.
Licença principal:
Sonic (com variações de personagens como Tails e outros)
(ReproduçÕ)
Segundo a empresa, os produtos estarão disponíveis nas principais lojas de brinquedos e colecionáveis do Brasil.
Entrevista – Jefão Calheiro com Samuel Duarte (DC Toys & Geeks)
Errata: Durante o vídeo mencionamos a 41ª Abrin, porém o correto é 42ª Abrin – Feira Internacional de Brinquedos. Agradecemos pela compreensão.
Jefão Calheiro: Diretamente da Abrin 2026, feira de brinquedos aqui na cidade de São Paulo. Estou ao lado do Samuel Duarte, fundador da DC Toys & Geeks, que trabalha bastante com a cultura dos games. É isso, Samuel?
Samuel Duarte: Exatamente. Toda a parte de cultura pop e cultura dos games. Todos os nossos produtos são materializações do universo dos games. O gamer gosta de ter o personagem também em forma física, para colecionar ou simplesmente para se divertir. Então você encontra aqui personagens de Five Nights at Freddy’s, Minecraft, Poppy Playtime, Sonic, Among Us e muito mais.
JC: Você falou de Poppy Playtime, que meu filho adora esse personagem. Eu vi que tem uma novidade que é o Squish.
SD: Exatamente, gente. É o SquishMe. Olha essa novidade. Ele é feito em EVA macio, bem fofo. Você pode apertar, amassar… pode testar aí.
JC: É muito bom! Parece um brinquedo antiestresse.
SD: Exatamente. Essa é a proposta dele.
JC: Eu vi também que tem a versão do Sonic nesse formato de Squish.
Samuel Duarte: Sim. A linha Sonic SquishMe também é um lançamento deste ano, chegando no primeiro trimestre. Temos também o Mega SquishMe, que é essa versão maior, com aproximadamente 10 cm. Aqui é o Knuckles, mas temos vários personagens como Super Sonic e Tails.
JC: E também tem Minecraft, né?
SD: Isso mesmo. Olha o Minecraft aqui. Esse também é o Mega SquishMe. Ele vem até um pouco maior que o do Sonic, chegando a cerca de 12 cm, com vários personagens, principalmente ligados ao universo do filme e do game.
JC: Eu sei também que vocês têm os spinners, que são outra novidade.
SD: Sim. Temos os spinners licenciados. Aqui você encontra modelos de Sonic, Five Nights at Freddy’s e também Minecraft. Olha o Steve aqui, que legal. O spinner hoje é um brinquedo sensorial que está muito em alta, e existe uma procura muito grande no mercado.
JC: E para fechar, eu vi também um chaveiro que parece um tipo de charm, com formato de monitor.
SD: Isso mesmo. Essa é a nossa linha de chaveiros Charm. Eles simulam um pequeno monitor e cada um tem as cores e características do personagem. Nesse caso, por exemplo, temos o Tails representado com o líquido amarelo. É mais um lançamento para 2026.
JC: E onde as pessoas podem encontrar os produtos da DC Toys & Geeks aqui no Brasil?
SD: Você encontra nas maiores e melhores lojas de brinquedos e também nas lojas de colecionáveis em todo o Brasil. De norte a sul, os produtos já estão chegando às prateleiras.
O Anime Friends anunciou mais uma atração para a tradicional “noite pesada” do evento em 2026. A banda japonesa de power metal GALNERYUS foi confirmada para se apresentar no dia 3 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo.
O grupo dividirá o palco com Hanabie. e MUCC, formando uma noite dedicada ao rock e ao metal japonês, e todas essas atrações farão apresentações inéditas no Brasil.
Em 2026, a sexta-feira do Anime Friends terá uma programação ampliada. O evento funcionará das 11h às 23h, horário em que se encerra o AF Festival, espaço musical que integra a programação do evento.
De acordo com a organização, os shows terão início no final da tarde, atendendo a um pedido frequente do público que participa da programação da sexta-feira.
A trajetória da banda GALNERYUS
Formada em 2001, a banda GALNERYUS surgiu a partir da união musical do guitarrista Syu e do vocalista Yama-B. Em 2009, Yama-B deixou o grupo após divergências artísticas, abrindo espaço para Masatoshi Ono, que permanece como vocalista até hoje.
Desde então, a formação inclui também Yuhki nos teclados, Taka no baixo e Junichi Satoh na bateria. O álbum Resurrection (2010) marcou a estreia dessa nova formação e consolidou a presença da banda na cena do metal japonês, com bons resultados nas paradas da Oricon.
Imagem: Anime Friends
Participações em trilhas de animes
Ao longo da carreira, o GALNERYUS também ficou conhecido por suas contribuições para trilhas sonoras de animes. Um dos trabalhos mais populares é o encerramento “Hunting for Your Dream”, da versão de 2011 de Hunter x Hunter.
Além disso, o vocalista Masatoshi Ono também interpretou “departure”, primeira abertura da mesma série. A banda ainda participou de trilhas de produções como Rainbow: Nisha Rokubou no Shichinin e Laughing Under the Clouds.
O lançamento mais recente do grupo é o álbum The Stars Will Light the Way, divulgado em 2024. No ano seguinte, a banda realizou uma turnê pela América Latina que passou por México e Chile, mas não incluiu o Brasil, lacuna que agora será preenchida com a apresentação no Anime Friends.
Ingressos para o Anime Friends 2026
A edição de 2026 do Anime Friends acontece entre 2 e 5 de julho, no Distrito Anhembi. Os ingressos estão disponíveis online pela Tickets360 e também em pontos físicos de venda na Liberdade, em São Paulo.
Imagem: GALNERYUS
Outras atrações confirmadas:
Asian Kung-Fu Generation;
Galileo Galilei;
Hanabie.;
Mika Chiba;
MUCC;
Nozomu Sasaki;
Ryoma Sasaki;
Ryusei Nakao;
Tom Saeba;
Tomonori Yoshida.
Com atrações musicais e convidados internacionais, o Anime Friends 2026 promete ser uma das edições mais marcantes do evento para fãs de anime, cultura pop japonesa e música.
Na Abrin 2026, a Blokees marcou presença ao lado da Polibrinq e apresentou oficialmente parte do seu portfólio ao mercado brasileiro. A empresa chinesa, que atua com model kits licenciados de grandes franquias, chega com uma estratégia clara: unir cultura pop, nostalgia e experiência de montagem para conquistar colecionadores e novos fãs.
Conversei com Henrique Rodrigues, country manager da marca no Brasil, diretamente do estande da Polibrinq. Segundo ele, a recepção na feira foi acima das expectativas.
“A gente está muito feliz de estar aqui na Abrin. A recepção do mercado foi incrível”, afirmou.
(Divulgação)(Divulgação)(Divulgação)
Marvel Rivals como aposta global
Entre os destaques apresentados, a linha baseada em Marvel Rivals chamou atenção. O jogo, que vem construindo uma comunidade ativa de jogadores, ganha no Brasil uma das primeiras linhas de model kits inspiradas diretamente no design dos personagens dentro do game.
Henrique explica que a aposta não é apenas local, mas global.
“É uma das grandes apostas da Blokees no mundo inteiro. Estamos trabalhando com uma linha extensa focada em Marvel Rivals.”
Entre os personagens já demonstrados estão versões de:
Spider-Man
Venom
Peni Parker
Rocket Raccoon
Outros nomes ainda devem ser anunciados ao longo do ano.
A proposta é interessante e possui grande atrativo. A marca aposta na experiência completa, abrir, descobrir o personagem, montar e expor.
Cavaleiros do Zodíaco conquista pais e filhos
Outro carro-chefe no Brasil é Os Cavaleiros do Zodíaco. A linha tem encontrado forte adesão entre o público de 30 a 40 anos, muitos deles fãs da série exibida no Brasil nos anos 90.
Segundo Henrique, o fenômeno tem sido familiar.
“Muitos pais começam a colecionar. O filho vê, se encanta, vai assistir ao desenho e passa a colecionar também. É um produto que reúne a família.”
A construção do model kit se transforma em momento compartilhado. Não é apenas algo para colocar na estante. É uma atividade que envolve expectativa, montagem e identificação com o personagem.
Star Wars é uma nostalgia
Saindo do universo dos animes, a marca também aposta na força de Star Wars no Brasil. Henrique lembra que acompanha a saga desde a infância e reconhece o tamanho da base de fãs no país.
“É uma paixão muito grande para os brasileiros. Estamos muito felizes de poder trazer essa linha.”
Com novidades previstas para o cinema em 2026 dentro do universo da franquia, o timing é estratégico. O mesmo vale para a Marvel, que também terá lançamentos importantes no ano.
Parceria com a Polibrinq amplia distribuição
A parceria com a Polibrinq é peça central na estratégia de expansão da Blokees no Brasil. A distribuidora possui alcance nacional e já levou compradores de todas as regiões ao estande na feira.
“Recebemos clientes do Norte, do Nordeste e de todas as regiões do Brasil. Todo mundo muito empolgado para trabalhar a linha.”
O movimento exibe que a marca não quer apenas testar o mercado brasileiro. A intenção é estruturar presença sólida, com distribuição ampla e portfólio adaptado ao perfil local.
Entrevista completa
Jefão Calheiro: Henrique, falando da Blokees no Brasil, quais são as novidades focadas na cultura pop?
Henrique Rodrigues: Claro. Acredito que, para vocês, o mais interessante seja falar da linha de Marvel Rivals, que conversa muito com o universo gamer. Estamos trazendo uma das primeiras linhas de Marvel Rivals ao Brasil. É uma linha de model kits completamente focada nos personagens com o design que eles têm no jogo.
Marvel Rivals tem uma comunidade crescente e muito ativa. Se você entrar na Steam, verá milhares de jogadores ativos. É uma aposta importante para o Brasil este ano.
Henrique Rodrigues: Sim. Nossa linha de Os Cavaleiros do Zodíaco está fazendo muito sucesso com colecionadores. Muitos estão apresentando para os filhos, trazendo novas crianças e fãs para a marca. Está sendo muito interessante porque é uma linha agregadora.
Estamos vendo muitos pais colecionando, o filho se encantando, indo assistir ao desenho e começando a colecionar também. É um produto que reúne a família. Ele oferece uma experiência completa. Não é apenas um brinquedo para brincar ou colocar na estante.
Existe toda a experiência de abrir, descobrir qual personagem veio, especialmente nas versões surpresa, montar e interagir. São várias brincadeiras em uma só.
JC: E saindo do anime e mangá, vocês também apostam em Star Wars?
HR: Sim, com certeza. Eu acompanho Star Wars desde pequeno. Comecei em 1997 ou 1998, quando meu pai me colocou para assistir aos primeiros filmes. É uma paixão muito grande para muitos fãs brasileiros e estamos muito felizes de trazer essa linha.
Este é um ano importante tanto para Marvel quanto para Star Wars, com novidades no cinema. Será muito interessante desenvolver essas linhas aqui no Brasil.
JC: E essa parceria com a Polibrinq amplia a presença da marca no Brasil?
HR: Com certeza. A Polibrinq tem um alcance de distribuição muito grande. Eles estão fazendo um excelente trabalho com a Blokees.
Os fãs de One Piece que estiverem no Rio de Janeiro neste fim de semana têm um motivo curioso para passar pela praia. Uma ativação especial da Netflix colocou a lendária baleia Laboon na areia da Praia de Copacabana, criando uma experiência temática gratuita inspirada no universo dos Chapéus de Palha.
A estrutura gigante chama atenção logo de longe: trata-se de uma réplica da baleia Laboon, personagem marcante da saga. Os visitantes podem entrar na instalação e participar de pequenas ativações inspiradas na série live-action.
Quem completa o percurso dentro da atração ainda ganha um item especial: um cartaz personalizado de “Procurado”, com foto e nome do visitante, inspirado nos famosos pôsteres do universo da série.
Experiência temática na areia da praia
A ativação faz parte da divulgação da nova fase da adaptação live-action de One Piece e marca a segunda vez que o universo da obra aparece em Copacabana. Na primeira temporada, o site MeuGamer chegou a realizar a cobertura quando o navio Going Merry esteve exposto na praia. Agora, novamente, a produção aposta no Rio de Janeiro para receber essa experiência imersiva da nova fase da série.
A proposta é aproximar os fãs da história criada por Eiichiro Oda, recriando um cenário icônico da jornada rumo à Grand Line.
One Piece toma conta de Copacabana com baleia Laboon gigante neste fim de semana 31
Além da baleia gigante, o espaço tem cenários para fotos, elementos do universo pirata e ambientação temática voltada para quem acompanha as aventuras de Monkey D. Luffy e sua tripulação.
Como visitar a ativação de One Piece em Copacabana
A experiência está montada em um dos trechos mais movimentados da praia e deve atrair muitos fãs durante o fim de semana.
Local: Praia de Copacabana – altura da Avenida Princesa Isabel Datas: 6 a 14 de março de 2026 Horário: das 10h às 17h Entrada: gratuita
A estrutura fica na areia, entre as barracas próximas ao cruzamento com a Avenida Princesa Isabel.
Como chegar
Quem usa transporte público pode descer na estação Cardeal Arcoverde, do MetrôRio, e caminhar poucos minutos até a praia. A ativação fica relativamente perto da saída em direção à Avenida Princesa Isabel.
Para quem vai de carro, vale lembrar que a região costuma ficar cheia nos fins de semana, então o transporte público costuma ser a opção mais prática.