WWE 2K26 e o real problema com a franquia WWE da 2K

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WWE 2K é uma franquia de jogo de luta que traz os míticos lutadores do World Wrestling Entertainment. A cada ano, a série recebe novas versões publicadas pela 2K Games. No dia 13 de março de 2026, a edição WWE 2K26 chegou para os fãs das lutas sincronizadas e de lutadores que parecem ter saído de atuações dos filmes da The Asylum.

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Evidentemente, ao longo das décadas muitos desses lutadores/atores receberam reconhecimento mundial por suas performances e atuações em filmes de Hollywood, seja em produções de grande orçamento como protagonistas, seja em papéis intermediários como vilões para aumentar sua popularidade em outras mídias.

Alguns desses lutadores brilharam tanto dentro da WWE como fora, seja de modo positivo ou controverso. A verdade é que os americanos — sim, não vou citar como “estadunidenses”, já que cresci ouvindo “norte-americanos” — são apaixonados por esse clímax.

Tanto que a 2K recebeu um concorrente recente para a indústria dos games.

Dito isso, desde a época do Super Nintendo Entertainment System (SNES/Super Famicom), quando ainda era conhecido como World Wrestling Federation e ganhou o jogo publicado pela Acclaim Entertainment intitulado WWF WrestleMania: The Arcade Game, comecei a acompanhar essa franquia, que depois foi sucedida por lançamentos em outras gerações de consoles e PC.

Foi com a 2K, no entanto, que a franquia recebeu uma repaginada em sua gameplay e dinâmica, já que a empresa se especializou em focar em jogos de esportes. Ainda assim, diferente das versões passadas dos consoles — nas quais sentia ter controle total dos personagens —, nas versões modernas eles tentam deixar tudo tão parecido com a sincronia real que dá a impressão de que o computador controla por nós.

Se você não tiver o timing correto dos botões, fica quase impossível reagir. A liberdade de movimentação parece algo linear, que segue uma sequência de combinações.

Lembro que, na época de locadora, por permitir até quatro usuários jogando juntos, era um verdadeiro chamariz. O jogo possui suporte para jogar online, mas os servidores são desligados logo que lançam uma nova versão, o que acaba sendo frustrante.

Isso é algo relativamente comum quando pensamos em jogos que a Take-Two Interactive possui com serviço online como recurso de progresso.

Muitas empresas conseguiram fazer suas franquias ressurgirem das cinzas. É o caso da Capcom, que bateu recordes e vem superando cada novo lançamento. A Bandai Namco, com franquias que não eram populares no Ocidente, encontrou um novo público satisfatório. Até mesmo a Sega e a Atlus lançaram jogos que hoje estão no gosto popular.

Já ia esquecendo da própria Electronic Arts, que conseguiu trazer um novo fôlego para Battlefield com o último título da franquia, mesmo tendo perdido boa parte dos seus usuários com estratégias duvidosas no passado.

Mas por que será que a 2K não consegue fazer o mesmo com suas franquias, triplicando ou quadruplicando os jogadores?

Podemos dizer que esportes, dependendo da modalidade, sejam mais nichados. Mas minha visão é diferente e está mais atrelada ao mesmo problema que vemos em eFootball e EA Sports FC.

Essas franquias estão sempre na borda do faturamento e as licenças acabam sendo caras. Logo, preferem lançar novas versões todos os anos sem trabalhar novos fundamentos que realmente agradem a comunidade.

O NBA 2K23 e o NBA 2K25 conseguiram apresentar melhora de público em relação às edições anteriores. Já no caso da franquia de luta, o cenário é diferente. WWE 2K26 registrou apenas cerca de 500 usuários a mais que seu antecessor, permanecendo bem abaixo dos 9 mil jogadores que a edição de 2022 chegou a alcançar, além de também ficar atrás quando comparado a 2023.

Na minha opinião, esse é um sinal preocupante e mostra que a empresa deveria rever suas estratégias de lançamento e de entrega do produto.

Fique ciente de que minha comparação está baseada nos números da versão de PC Windows, que são liberados na plataforma SteamDB. Nos consoles, esses dados normalmente não são revelados, seja no PlayStation ou no Xbox. Normalmente, esses jogos performam melhor para o público de consoles.

Ademais, essas franquias costumam ser alvos de memes quando dizem que são apenas skins e atualizações de elencos, enquanto a jogabilidade continua praticamente a mesma.

Não serei leviano ao afirmar que são apenas melhorias gráficas e atualizações periódicas de temporada. Eles até tentam trazer inovações, mas o curto espaço de tempo entre uma edição e outra faz parecer que não há mudanças realmente satisfatórias.

Muitas vezes só conseguimos perceber diferenças quando ficamos uns cinco anos sem experimentar aquela franquia.

A franquia WWE sabe bem como servir o tradicional “pão e circo”, colocando seus “gladiadores” do ringue para encenar batalhas que o público adora assistir.

Entretanto, a falta de liberdade para deixar a jogabilidade mais dinâmica, seja em simulação ou em arcade, acaba afastando jogadores em potencial. Há momentos em que parece que estamos apenas assistindo ao jogo, em vez de realmente participar do entretenimento. Se o jogador quiser apenas assistir, pode ver o espetáculo em qualquer canal que transmita a WWE, seja em streaming ou na televisão.

Concordo que muitos podem não concordar com minha abordagem, mas acredito que meu pensamento atinge uma parcela que possui essa mesma impressão.

Personagem inspirado no lutador e ator John Cena em combate no ogo WWE 2K26
(Divulgação)

Portanto, se querem ampliar o alcance e reconquistar jogadores que abandonaram a franquia, talvez seja melhor adicionar mais liberdade no controle da jogabilidade.

O WWE 2K26 está disponível desde 13 de março de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC (Windows) via Steam.

Pretty Guardian Sailor Moon The Miracle: Moon Palace Chapter Deluxe ganha exibição especial no Universal Fan Fest Nights 2026

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O evento Universal Fan Fest Nights, realizado no Universal Studios Hollywood, terá uma novidade especial para os fãs de anime em sua edição de 2026. A programação deste ano incluirá a exibição de um curta em computação gráfica inspirado no universo de Pretty Guardian Sailor Moon.

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O vídeo se chama Pretty Guardian Sailor Moon The Miracle: Moon Palace Chapter Deluxe e foi apresentado originalmente em 2022 no Universal Studios Japan. Agora, a produção será exibida pela primeira vez fora do Japão, com legendas em inglês para o público internacional.

De acordo com o site oficial da franquia criada por Naoko Takeuchi, o curta apresenta uma narrativa original protagonizada por Usagi Tsukino e as demais Sailor Guardians.

Na trama, as heroínas precisam enfrentar um inimigo misterioso que planeja roubar o lendário Cristal de Prata durante um grande baile realizado no Palácio da Lua. A missão das guerreiras é impedir o plano e proteger um dos artefatos mais importantes da história da série.

Pretty Guardian Sailor Moon The Miracle: Moon Palace Chapter Deluxe ganha exibição especial
Imagem: Naoko Takeuchi

Datas da exibição de Sailor Moon no Universal Studios Hollywood

A exibição especial do curta acontecerá durante o Universal Fan Fest Nights 2026, ao longo de 12 dias de programação.

As sessões ocorrerão nos finais de semana entre 23 de abril e 16 de maio, oferecendo aos visitantes do parque a oportunidade de assistir à produção como parte das atrações temáticas do evento.

Os ingressos para o Universal Fan Fest Nights já estão disponíveis para compra no site oficial do Universal Studios Hollywood.

Pretty Guardian Sailor Moon The Miracle: Moon Palace Chapter Deluxe ganha exibição especial no Universal Fan Fest Nights 2026
Imagem: Naoko Takeuchi

Enquanto o curta ainda não possui previsão de exibição no Brasil, os fãs podem acompanhar diferentes produções da franquia por meio de plataformas de streaming. Alguns animes de Sailor Moon estão disponíveis na Netflix e também na Crunchyroll.

Além disso, o mangá da série está sendo republicado no país, em uma versão chamada Eternal Edition, uma edição definitiva com acabamento de colecionador.

City Hunter e Cat’s Eye serão publicados no Brasil pela Pipoca e Nanquim

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A editora Pipoca e Nanquim revelou novos detalhes sobre os aguardados lançamentos dos mangás City Hunter e Cat’s Eye no Brasil.

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As informações foram divulgadas inicialmente em uma live realizada com o canal Fora do Plástico no dia 5 e posteriormente confirmadas em uma transmissão oficial da editora no dia 11.

De acordo com a empresa, os primeiros volumes das duas obras devem chegar às lojas em maio, com Cat’s Eye previsto para a segunda metade do mês.

City Hunter e Cat’s Eye serão publicados no Brasil
Imagem: Weekly Shonen Jump

City Hunter

O mangá City Hunter, criado por Tsukasa Hojo, será publicado em uma edição especial semelhante à utilizada em Battle Royale, com volumes compilando aproximadamente três edições da publicação original.

A versão brasileira seguirá o modelo da chamada XYZ Edition, lançada no Japão para celebrar os 30 anos da obra, que reuniu a história em 12 volumes, em vez dos 35 da primeira encadernação.

Entre os detalhes do projeto gráfico estão:

  • Capa dura com sobrecapa;
  • Arte contínua na lombada (ainda em aprovação);
  • Verniz localizado;
  • Efeito de gofragem na capa.

Após o lançamento do primeiro volume em maio, a editora planeja publicar novos volumes a cada dois meses em 2026, com o seguinte cronograma inicial:

  • Volume 2 – julho;
  • Volume 3 – setembro;
  • Volume 4 – novembro.

A periodicidade bimestral faz parte de um compromisso contratual, mas a editora poderá reavaliar o ritmo de publicação a partir do próximo ano.

City Hunter e Cat’s Eye serão publicados no Brasil pela Pipoca e Nanquim
Imagem: Weekly Shonen Jump

A trama de City Hunter acompanha o carismático e mulherengo detetive particular Ryo Saeba, que atua combatendo o crime em Tóquio.

Utilizando o pseudônimo City Hunter, ele recebe pedidos de ajuda sempre que alguém escreve “XYZ” em um quadro negro na estação de Shinjuku, sinalizando que não há mais saída para a situação.

Após a morte de seu parceiro, Ryo passa a trabalhar ao lado de Kaori Makimura, irmã do antigo companheiro. Ela é conhecida por manter o detetive na linha, muitas vezes usando seu famoso martelo gigante.

O mangá foi publicado originalmente na revista Weekly Shonen Jump entre 1985 e 1991, gerando diversas adaptações ao longo dos anos.

Entre elas estão:

  • Um anime lançado em 1987;
  • Filmes animados;
  • Versões live-action, incluindo uma adaptação estrelada por Jackie Chan;
  • Um filme japonês lançado em 2024, distribuído mundialmente pela Netflix.
City Hunter e Cat’s Eye serão publicados no Brasil pela Pipoca e Nanquim
Imagem: Weekly Shonen Jump

Cat’s Eye

Seguindo o mesmo padrão de acabamento, Cat’s Eye também será publicado em capa dura com sobrecapa.

A edição brasileira será baseada na Complete Edition japonesa, que reuniu a obra em 15 volumes. No Brasil, porém, a coleção será condensada em sete volumes.

Cada edição reunirá dois volumes da versão japonesa, com exceção do último tomo, que será 3 em 1.

A periodicidade confirmada será trimestral, com previsão inicial de lançamento:

  • Volume 1 – maio;
  • Volume 2 – agosto;
  • Volume 3 – novembro.

O enredo de Cat’s Eye gira em torno das irmãs Rui Kisugi, Hitomi Kisugi e Ai Kisugi.

Durante o dia, elas administram um café chamado Cat’s Eye, mas à noite assumem uma identidade secreta como ladras especializadas em obras de arte. O objetivo é recuperar peças que pertenciam ao pai das três.

A obra foi publicada originalmente na Weekly Shonen Jump entre 1981 e 1985, sendo anterior a City Hunter.

City Hunter e Cat’s Eye serão publicados no Brasil pela Pipoca e Nanquim
Imagem: TF1 Production

Assim como outras obras de Tsukasa Hojo, Cat’s Eye também recebeu adaptações para outras mídias.

Entre os projetos baseados no mangá estão:

  • Um anime produzido pela TMS Entertainment, exibido entre 1983 e 1985, com 73 episódios;
  • Uma nova adaptação lançada em 2025 pelo Disney+;
  • O crossover animado Lupin III vs. Cat’s Eye, disponível no Prime Video.

Além disso, a franquia também recebeu uma série live-action francesa lançada em 2024.

Pokémon TCG anuncia expansão Chaos Rising com novas Mega Evoluções

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A The Pokémon Company International confirmou oficialmente Chaos Rising, a próxima expansão da linha Mega Evolution do Pokémon Trading Card Game (TCG). O anúncio surge após diversos vazamentos que circularam em fevereiro e já apontavam a existência do terceiro conjunto planejado para 2026.

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A nova coleção promete ampliar o foco nas Mega Evoluções, trazendo cartas inspiradas diretamente no universo de Pokémon Legends: Z-A e destacando criaturas icônicas em versões ainda mais poderosas.

Entre os principais destaques de Chaos Rising está Mega Floette ex, descrita como uma presença caótica que surge nas noites de Lumiose City. Além dela, outras Mega Evoluções também ganharão versões especiais no novo conjunto.

Entre os Pokémon confirmados estão:

  • Mega Greninja ex;
  • Mega Pyroar ex;
  • Mega Dragalge ex;

Essas cartas fazem parte da estratégia da franquia de reforçar a presença das Mega Evoluções dentro do Pokémon TCG, alinhando o jogo de cartas com os lançamentos mais recentes da série de videogames.

Pokémon TCG anuncia expansão Chaos Rising
Imagem: Pokémon TCG

Quantidade de cartas e raridades

A expansão Chaos Rising promete um conjunto robusto para jogadores e colecionadores. Segundo as informações divulgadas, o set incluirá:

  • 5 Mega Evolution Pokémon ex;
  • 5 Pokémon ex adicionais;
  • 11 cartas Illustration Rare;
  • 18 cartas Ultra Rare de Pokémon e Treinadores;
  • 6 cartas Special Illustration Rare, incluindo cartas de Supporter.

Essa variedade de raridades reforça o apelo tanto competitivo quanto colecionável da nova coleção.

A expansão Chaos Rising do Pokémon Trading Card Game será lançada oficialmente em 22 de maio de 2026. As pré-vendas devem abrir em breve no Pokémon Center e em lojas especializadas.

Também foi revelada a Elite Trainer Box da coleção, que terá Mega Greninja como Pokémon em destaque e chegará às lojas na mesma data do lançamento do set.

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Imagem: Pokémon TCG

Próximos lançamentos do Pokémon TCG

Antes da chegada de Chaos Rising, o Pokémon TCG receberá outra expansão da linha Mega Evolution chamada Perfect Order, prevista para 27 de março de 2026.

Assim como Chaos Rising, esse conjunto também é inspirado em Pokémon Legends: Z-A, trazendo Mega Zygarde ex como principal destaque.

No início do ano, o jogo de cartas já havia recebido o set Ascended Heroes, lançado no final de janeiro e que continua recebendo novos produtos derivados até abril.

Os jogadores interessados em testar Chaos Rising antes da estreia oficial poderão participar de torneios de pré-lançamento, que começam em 9 de maio de 2026 em lojas selecionadas.

Além disso, o suporte digital da expansão será disponibilizado no Pokémon TCG Live a partir de 21 de maio, um dia antes da chegada oficial do set físico.

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Imagem: Pokémon TCG

Pokémon celebra 30 anos com novo set especial

Durante uma recente apresentação do Pokémon Presents, a The Pokémon Company também revelou que está preparando um conjunto especial do Pokémon TCG para comemorar o 30º aniversário da franquia.

Segundo a empresa, a coleção contará com uma linha empolgante de produtos, embora mais detalhes ainda não tenham sido divulgados.

Enquanto o Pokémon TCG segue expandindo seu catálogo, a franquia também continua forte no mercado de videogames. O recente lançamento Pokémon Pokopia registrou números impressionantes na Nintendo Switch 2, superando 2,2 milhões de cópias vendidas apenas no fim de semana de estreia.

Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection começa forte no Steam com 27 mil jogadores

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O lançamento de Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection pela Capcom já começou movimentando a comunidade no Steam. Nas primeiras horas após a chegada da versão para PC, o jogo registrou mais de 27 mil jogadores simultâneos, segundo dados do SteamDB. O número chama atenção por colocar o novo capítulo da série entre os maiores picos recentes da subfranquia.

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Quando comparado com outros títulos da linha Stories, o novo jogo ainda está em processo de formação do seu pico. Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection abriu com cerca de 27 mil jogadores simultâneos no Steam, enquanto Monster Hunter Stories 2: Wings of Ruin registrou aproximadamente 34 mil jogadores no pico de lançamento.

Dados do SteamDB mostram pico de jogadores de Monster Hunter Stories 3 no Steam
(Reprodução)

Como o novo título estreou durante a madrugada em várias regiões, o número tende a oscilar conforme mais jogadores entram ao longo do dia, o que deve definir melhor o pico real nas próximas horas.

Um novo capítulo da série Stories era algo que muitos jogadores pediam há anos. Diferente da linha principal de Monster Hunter, esses jogos seguem um formato de RPG por turnos, com coleta de monstros e progressão baseada em equipe, o que atrai um público diferente dentro da franquia.

Com o terceiro jogo finalmente disponível, os primeiros números mostram que o interesse por essa vertente da série continua alto entre os fãs.

Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection foi lançado em 13 de março de 2026 para PC (Steam), PlayStation 5, Xbox Series e Nintendo Switch 2.

Personagens e monstros explorando o mundo de Monster Hunter Stories 3
(Reprodução)

Mega Crit é a nova desenvolvedora indie que ficou milionária com Slay the Spire 2

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Quando a Mega Crit lançou o primeiro título da franquia Slay the Spire, duvido muito que ela imaginaria que teria um sucesso considerado, mesmo em um público mais nichado. Porém, a saga conseguiu escalar para outras mídias. Recebendo versões como jogo de tabuleiro, que no Brasil é publicado pela editora “Grok.“, especializada em board games. Dito isto, chegou o momento de publicar uma continuação, já que fazem 7 anos desde o último título.

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Interface de cartas e habilidades em Slay the Spire 2 durante partida
(Reprodução)

Como jogos de deck build necessitam de testes profundos para equilibrar cada naipe e não dar muita vantagem para determinado personagem da carta, isso faz todo sentido. Principalmente para que a comunidade tenha uma opinião mais precisa sobre o que precisa ser aprimorado ou equilibrado, os famosos “nerfs”.

Ainda assim, querendo chegar ao nível absoluto de qualidade, a desenvolvedora independente lançou o jogo em acesso antecipado (early access), para coletar o máximo de feedbacks possíveis. Não é possível saber quando a versão da atualização final “1.0” será lançada. Mas algo que já podemos afirmar é que Slay the Spire 2 deixou o estúdio milionário.

Sucesso do jogo da Mega Crit exibido nos números

Ao analisar os números, o jogo abriu com mais de 574.638 usuários simultâneos apenas no seu lançamento na plataforma Steam para PC Windows. Entrando no hall de um dos títulos mais bem-sucedidos da plataforma da Valve, além de também ser independente. Esta nova empreitada do estúdio já os coloca no patamar de uma empresa que se tornou milionária através dos seus esforços.

Dados do SteamDB mostrando pico de jogadores simultâneos de Slay the Spire 2 na Steam
(Reprodução)

Vou fazer um cálculo rápido, sem excluir a porcentagem que a Valve exige nos títulos publicados em sua plataforma. Logo, Slay the Spire 2 conseguiu 42 milhões de reais, algo em torno de 8 milhões de dólares. Para um jogo que acredito que não tenha tido 5% desse orçamento.

Ele se junta a estúdios que foram competentes, como Team Cherry com Hollow Knight: Silksong, Megabonk do desenvolvedor solo de Vendinad, e também Clair Obscur: Expedition 33 da Sandfall Interactive. Além de Hytale, da Hypixel Studios. São sucessos recentes que agradaram o público. Em outras palavras, esses são jogos de desenvolvedoras independentes que conseguiram bater a casa dos 7 dígitos facilmente.

Isto não significa que a Mega Crit tenha deixado o status de um selo independente, já que o mercado atual da indústria está volátil. Porém, mostra que os jogadores ainda se interessam por títulos em que os desenvolvedores ouvem a comunidade. O que agrada toda sua base de jogadores, criando uma imersão mais satisfatória quando o quesito é compreender as nuances dos jogadores.

Por fim, Slay the Spire 2 está disponível em acesso antecipado desde 5 de março de 2026 para PC Windows. É um jogo que ainda tem muito para evoluir e mostrar que títulos bem desenvolvidos conseguem público e se tornam sucesso. Esta franquia agora é mais uma que deixou sua marca na indústria dos games. Representando a diversidade de como um estúdio independente consegue brilhar no meio dos jogos Triple-A.

Prévia do episódio 22 da 3ª temporada do anime Fire Force

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A reta final de Fire Force continua se aproximando, e os fãs já aguardam a chegada do episódio 22 da terceira temporada, que promete avançar ainda mais na fase decisiva da história.

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O novo capítulo faz parte da última temporada do anime, que adapta os momentos finais do mangá e aprofunda o conflito envolvendo as brigadas especiais de combate ao fogo e as forças misteriosas responsáveis pelos eventos que ameaçam o mundo.

O episódio 22 da terceira temporada de Fire Force será lançado no dia 13 de março de 2026 em diversas regiões do mundo. Dependendo do fuso horário, o episódio pode chegar em 14 de março em alguns países. O lançamento acontece de forma simultânea ao Japão, seguindo o modelo de simulcast adotado pelas principais plataformas de streaming.

Prévia do episódio 22 da 3ª temporada do anime Fire Force, desafio entre eos personagens
Imagem: David Production Inc.

No Brasil, o episódio deve ficar disponível por volta das 14h30 (horário de Brasília), embora pequenas variações possam ocorrer no horário exato de publicação.

Os novos episódios da terceira temporada de Fire Force podem ser assistidos oficialmente na plataforma Crunchyroll, que disponibiliza os capítulos com legendas e dublagens em vários idiomas.

A plataforma transmite os episódios logo após a exibição japonesa, permitindo que os fãs acompanhem a história praticamente ao mesmo tempo que o público no Japão.

Prévia do episódio 22 da 3ª temporada do anime Fire Force
Imagem: David Production Inc.

A terceira temporada foi confirmada como a última da série e está dividida em duas partes. A primeira metade foi exibida em 2025, enquanto a segunda começou em janeiro de 2026. No total, a temporada final deve contar com 25 episódios, encerrando a história iniciada no mangá de Atsushi Ohkubo.

A trama acompanha Shinra Kusakabe e a Companhia 8 enquanto tentam descobrir a verdade por trás da combustão humana espontânea e impedir o desastre conhecido como Grande Cataclismo.

Com apenas alguns episódios restantes até o final da série, o episódio 22 deve preparar o terreno para os confrontos decisivos da história. As batalhas envolvendo as brigadas de bombeiros e seus inimigos prometem aumentar a tensão enquanto a narrativa caminha para seu clímax.

Os próximos capítulos devem aprofundar os mistérios envolvendo os pilares, o passado de Shinra e o destino do mundo diante da ameaça crescente.

Prévia do episódio 22 da 3ª temporada do anime Fire Force
Imagem: David Production Inc.

Data e horário de estreia do 22º episódio da 3ª temporada de Fire Force

A estreia do episódio 22 já está confirmada e não há previsão de atrasos.

  • Data de lançamento: 14 de março de 2026;
  • Horário: 14h30 (horário de Brasília).

A segunda parte da 3ª temporada de Fire Force está sendo exibida oficialmente no Brasil pela Crunchyroll, em formato simulcast, com os episódios disponibilizados logo após a exibição no Japão.


Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a Fire Force e a outros animes.

Prévia do episódio 8 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além

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A prévia e as imagens oficiais do episódio 36 de Frieren e a Jornada para o Além, também conhecido como episódio 8 da segunda temporada, foram divulgadas, antecipando um dos confrontos mais intensos do arco atual.

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A história coloca os protagonistas diante de um novo e perigoso adversário: Revolte, um inimigo conhecido como “Divine Revolte”, que surge inesperadamente em uma vila e ameaça todos ao redor com seu poder devastador.

No centro do episódio está o confronto direto entre Stark e o guerreiro Genau contra o temível Revolte.

Prévia do episódio 8 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além, personagem importante
Imagem: Madhouse

Stark utiliza sua força bruta e seus poderosos golpes de machado, enquanto Genau entra em combate usando a magia Digardnacht, uma técnica que manipula misteriosas asas negras e douradas.

A batalha promete ser intensa, com os dois personagens tentando superar o estilo de luta extremamente agressivo de Revolte, que utiliza quatro espadas simultaneamente, criando um combate visualmente impressionante e cheio de movimentos rápidos.

Enquanto Stark e Genau lutam contra Revolte, outro confronto acontece paralelamente. A maga Frieren, acompanhada por Fern e Methode, enfrenta dois perigosos demônios: Solide e Hemmung.

Esses inimigos são subordinados diretos de Revolte e representam uma grande ameaça para o grupo, colocando as habilidades mágicas das protagonistas à prova.

Prévia do episódio 8 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além
Imagem: Madhouse

Um dos destaques do episódio será a participação de Methode, personagem cuja força ainda permaneceu relativamente misteriosa até agora.

A nova prévia indica que o episódio finalmente mostrará uma cena de combate completa da personagem, revelando suas habilidades em batalha e ampliando sua importância dentro da história.

Com múltiplos combates acontecendo ao mesmo tempo, o episódio 36 promete apresentar uma das batalhas mais grandiosas da segunda temporada de Frieren e a Jornada para o Além.

Entre magia poderosa, confrontos físicos intensos e estratégias de combate, a sequência deve trazer momentos decisivos para os personagens e elevar ainda mais a tensão da trama.

Prévia do episódio 8 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além
Imagem: Madhouse

Data e horário de lançamento

O episódio 08, 36 na contagem total, de Frieren e a Jornada para o Além será transmitido oficialmente às 12h (horário de Brasília), com áudio original e legendas em português na Crunchyroll. Vale lembrar que a segunda temporada está sendo exibida em simulcast, ou seja, os episódios chegam ao Brasil praticamente ao mesmo tempo em que são transmitidos no Japão.

Por esse motivo, inicialmente, os novos capítulos estão disponíveis apenas com legendas. A versão dublada será disponibilizada posteriormente, seguindo o cronograma habitual de lançamentos da plataforma.


Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a Frieren e a Jornada para o Além e a outros animes.

Marathon e sua surpreendente abertura de jogadores

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Quando a Bungie anunciou seu novo título, Marathon, existia uma grande esperança de que seria o grande trunfo para sair de Destiny. Ao longo do tempo, com as primeiras imagens e vídeos de gameplay liberados, os usuários perceberam que era algo conhecido em outros jogos. Porém, parecia que a empresa não conseguiria ter uma explosão de jogadores em seu lançamento, devido a diversas críticas controversas de comunidades que observaram os primeiros vídeos desta nova empreitada.

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O lançamento que contrariou as previsões

No entanto, eles conseguiram surpreender e muito se considerar que o jogo abriu com mais de 88 mil usuários apenas na plataforma Steam na versão de PC, sem mencionar o console PlayStation 5. Muitos acreditavam que o jogo de extração em primeira pessoa teria o mesmo destino que Concord, outro jogo dos estúdios da Sony Interactive Entertainment (SIE). Considerando que os servidores do jogo da Firewalk Studios duraram no máximo duas semanas ativos, sendo considerado o maior fiasco da indústria moderna. Quando citamos jogos que não foram lançados gratuitamente, mas para jogar era necessária uma aquisição monetária.

Gráfico do SteamDB mostrando pico de jogadores de Marathon na plataforma Steam
(Reprodução)

Em contrapartida, Marathon, na minha visão, obteve uma abertura acima do que era esperado em virtude das citações que mencionei anteriormente. Ao longo do seu lançamento ele manteve uma média de 60 mil jogadores, o que é considerável mesmo após uma semana da publicação do título. O que é positivo no cenário da visibilidade para um jogo que deve ser adquirido com valores e não de acesso gratuito, “free to play”. A Bungie prometeu um roadmap recheado como atrativo nas próximas semanas e modos, como elabora na franquia atual de Destiny 2.

A manutenção dos jogadores e a adição de novos usuários vão depender de como essas próximas atualizações vão ser aplicadas no jogo. Jogos de extração são repletos de detalhes que prendem os jogadores. Muitos zelam pela diversão e também pelo desafio da exploração, além da atração da cooperatividade entre outros jogadores.

O desafio e a cooperação como motor da experiência

A estratégia que cada usuário desenvolve com seus itens e de como está pronto para proteger seu perímetro é um chamariz para ação e diversão. Quando um jogo consegue ter essas ações, acabam obtendo sucesso. É o caso de jogos como Arc Raiders e Escape From Tarkov, de desenvolvedoras que eram desconhecidas e conseguiram uma base sólida de jogadores e comunidade ativa.

Agora, na minha visão, o maior desafio da desenvolvedora, que conseguiu trabalhar bem temáticas de jogos de ficção espacial e que ficou mundialmente conhecida por seu envolvimento inicial em Halo; é estender o interesse dos usuários por um período que faça sentido manter os servidores do jogo ativos e que tenha a lucratividade investida para esta nova propriedade intelectual (IP) reformulada que chegou à indústria dos jogos. Se isto será algo que perpetuará ao longo dos anos só saberemos mais adiante.

Os desafios não são simples ao olhar para o mercado atual, com um público cada vez mais imediatista e com pouca paciência para experimentos. Visto que títulos como Highguard também não conseguiram sobreviver por um mês, tendo picos de menos de mil usuários jogando em seus servidores, mesmo sendo um jogo gratuito para jogar.

Marathon tem potencial e vocês devem ler em nosso site, ou já leram dependendo da época em que estiverem acessando esta publicação, que mesmo com as críticas antes do lançamento ele trouxe um estilo próprio. Confesso que quando olhei as gameplays havia ficado com medo do que encontraria. Mas a empresa liberou o acesso do server slam para todos e o teste foi positivo.

Combate em primeira pessoa no jogo Marathon com interface HUD futurista
(Reprodução)

Como o nosso site possui o jogo completo, aproveitamos para desenvolver uma review e trazer nossas impressões do jogo quando decidimos aguardar até o lançamento da Crioarquivo, a zona e experiência mais avançada de Marathon, que será desbloqueada na segunda quinzena de março de 2026. Para que tenhamos uma experiência mais precisa e possamos adicionar nossas impressões para aqueles que ainda não adquiriram o jogo.

A fórmula do sucesso o estúdio sabe como desenvolver franquias que perpetuaram por décadas na indústria. Agora resta saber se este será mais um deles. Lembrando que a Bungie revelou que haverá atualizações sazonais com conteúdos gratuitos para os jogadores aproveitarem o melhor do ambiente de extração e sobrevivência PvPvE.

Enfim, por fim, Marathon está disponível para PlayStation 5 e no PC Windows através da plataforma Steam, com valor abaixo dos R$170, sendo um grande atrativo.

Roku Streaming Stick entra em promoção no Mês do Consumidor; veja preço e onde comprar

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O Roku Streaming Stick aparece entre os dispositivos com desconto durante o Mês do Consumidor, período tradicional de promoções no varejo brasileiro. A oferta anunciada reduz o preço do aparelho de R$ 289,90 para R$ 249,90, com possibilidade de descontos adicionais em algumas lojas para pagamentos à vista. Durante nossa pesquisa para este artigo, encontramos preços abaixo de R$ 205.

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A promoção é válida até 15 de março, dependendo da disponibilidade de estoque nos principais marketplaces e varejistas do país. Algumas dessas lojas digitais são Amazon, MercadoLivre, KaBuM!, e mais.

Dispositivo transforma TV em smart

O Roku Streaming Stick é um dispositivo compacto que se conecta diretamente à porta HDMI da televisão, permitindo acessar aplicativos de streaming e transformar modelos mais antigos em Smart TVs.

Entre as funções disponíveis estão busca por voz no controle remoto, navegação simplificada pela interface e acesso a serviços populares de streaming. O aparelho também dispensa uma fonte de alimentação dedicada em alguns cenários de uso, o que ajuda a manter a instalação mais organizada atrás da TV.

Por ser um modelo em formato de “stick”, o dispositivo foi projetado para ocupar pouco espaço e evitar bloquear outras portas HDMI da televisão.

Oferta pode variar conforme o varejo

Apesar do preço promocional anunciado para o Mês do Consumidor, os valores podem variar dependendo da loja ou das condições de pagamento oferecidas pelos varejistas. Em alguns casos, lojas aplicam até 10% de desconto adicional para pagamentos à vista.