Na última semana, o Anime Friends 2026 confirmou a participação inédita no Brasil do ator Yasuhisa Furuhara, ampliando a programação voltada aos fãs de tokusatsu. O artista estará presente ao lado dos embaixadores oficiais do evento, Takumi Tsutsui e Takumi Hashimoto, em uma das grandes atrações da edição.
Reconhecido mundialmente por interpretar Sousuke Esumi/Go-On Red em Engine Sentai Go-Onger, Yasuhisa Furuhara fará sua estreia em solo brasileiro durante o evento.
Ao longo dos quatro dias de programação, o ator participará de:
Painéis especiais;
Sessões de meet and greet;
Atividades interativas com o público.
A presença do artista promete aproximar ainda mais os fãs brasileiros do universo tokusatsu.
Imagem: Anime Friends 2026
Carreira e trajetória no tokusatsu
Natural de Kyoto, Furuhara iniciou sua carreira artística em 2005, ganhando notoriedade com Go-Onger. Desde então, retornou ao papel em diversas produções da franquia Super Sentai, incluindo participações em Kaizoku Sentai Gokaiger.
Fã do gênero desde a infância, o ator cresceu acompanhando séries clássicas como:
Chikyu Sentai Fiveman;
Kyoryu Sentai Zyuranger.
Além disso, também atuou em produções televisivas como Nobuta wo Produce e Hanazakari no Kimitachi e, além de participar de eventos internacionais como a Power Morphicon. O evento também marca o retorno de dois nomes muito queridos pelo público brasileiro:
Takumi Tsutsui, conhecido por viver o protagonista de Jiraiya: O Incrível Ninja;
Takumi Hashimoto, que interpretou personagens em Jiraiya e também em Kyoryu Sentai Zyuranger.
Ambos seguem como embaixadores oficiais do Anime Friends e terão participação ativa na programação.
Elenco de Cybercop também é destaque
Outra grande novidade é a presença inédita no Brasil do elenco principal de Cybercop, os Policiais do Futuro.
Estão confirmados:
Tomonori Yoshida;
Tom Saeba;
Ryoma Sasaki;
Mika Chiba.
Será a primeira vez que o grupo se reúne no Brasil, reforçando o caráter especial da edição de 2026.
Imagem: Toei Company
Ingressos e informações do evento
O Anime Friends 2026 será realizado entre os dias 2 e 5 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo.
Os ingressos já estão disponíveis para compra online, além de pontos físicos na cidade. O evento reúne atrações nacionais e internacionais, consolidando-se como um dos maiores festivais de cultura pop asiática da América Latina.
Assisti Super Mario Galaxy: O Filme a convite da Universal Pictures, e o filme entrega exatamente o que se espera da franquia. A produção aposta na nostalgia e nas referências. Há conexões com várias fases dos jogos, não apenas com Galaxy, o que ajuda a construir uma experiência que conversa com diferentes gerações de fãs.
A história acompanha Mario, Luigi e Princesa Peach na busca por Rosalina, com a participação do Yoshi. O conflito central envolve Bowser Jr. e Bowser, que têm forte presença em cena. Sempre que aparecem, os dois elevam o ritmo do filme e entregam momentos que chamam atenção, com um tom um pouco mais intenso dentro da proposta da animação. O filme também percorre diferentes fases da Nintendo, com referências que vão do Nintendo Entertainment System ao Nintendo Switch, passando pelo Super Nintendo Entertainment System e Nintendo 64, refletindo mais de 40 anos dessa trajetória.
(Reprodução)
O universo da Nintendo é expandido com participações interessantes. O Fox McCloud, da franquia Star Fox, tem um papel relevante na história, indo além de uma simples aparição. Já elementos de Pikmin surgem de forma breve, mas reconhecível.
A trilha sonora é memorável e ajuda a conduzir esta nova aventura dos irmãos bigodudos. Ela acompanha grande parte das cenas instigando os fãs vivenciar momentos únicos.
Visualmente, o filme apresenta evolução. A animação está mais trabalhada e com uma identidade mais voltada ao cinema. As cenas de ação são mais organizadas e funcionam melhor do que no primeiro filme. Um ponto interessante são as transições, que utilizam elementos inspirados nas fases dos jogos. Esse recurso ajuda uma maior identidade da franquia dentro do filme. Há referências a jogos como Super Mario Sunshine e Super Mario Odyssey em momentos pontuais. Já as referências a Mario Kart aparecem em menor quantidade em comparação ao primeiro longa, embora ainda mantenham momentos pontuais.
O roteiro, em alguns trechos, é acelerado. Certas situações se resolvem rapidamente, mas isso não foge da essência da franquia. Mario nunca foi sobre desenvolver uma mensagem complexa, e sim sobre a jornada do personagem enfrentando desafios — seja para salvar a princesa ou permitir que ela resolva seus próprios conflitos.
A Princesa Peach, inclusive, traz referências ao jogo “Princess Peach: Showtime!“, reforçando sua presença e evolução dentro do universo. Além disso, o filme apresenta de forma mais clara a ligação entre ela e Rosalina, explorando lembranças compartilhadas entre as duas, o que adiciona um apelo emocional mais forte à relação.
(Repropdução)
Alguns personagens acabam ficando de fora nesta continuação. O Donkey Kong, por exemplo, não aparece, o que pode causar estranhamento para quem acompanhou o filme anterior.
O Yoshi tem bons momentos, mas poderia ter sido mais explorado, principalmente considerando sua dinâmica clássica nos jogos.
E considerando o tema espacial e a ideia de diferentes mundos conectados, teria sido interessante ver alguma referência à Samus Aran, da franquia Metroid, especialmente em um contexto de base estelar — algo que já aparece nos jogos e poderia ampliar ainda mais esse universo compartilhado.
Possível spoiler?
Na cena pós-créditos, o filme introduz a Princesa Daisy, indicando caminhos para a continuação.
Pensando no futuro, existe espaço para que o próximo filme explore uma abordagem mais criativa, próxima de Super Mario Bros. Wonder, com ideias mais dinâmicas dentro da trama.
No geral, é um filme que cumpre sua proposta de entretenimento leve, acessível e conectado com o legado da franquia. Fica claro o alcance para um público mais amplo, mesmo com uma classificação indicativa superior à do filme anterior. O licenciamento para outras mídias amplia as referências a personagens que geram receita para a gigante japonesa criadora desses carismáticos encanadores, que hoje acumulam diversas profissões.
Veredito de Super Mario Galaxy: O Filme — Vale a pena assistir?
Vale a pena assistir, principalmente no cinema, onde a experiência visual e sonora funciona melhor.
Super Mario Galaxy: O Filme não tenta ser algo além do que a franquia sempre foi. Ele aposta na diversão, nas referências e na conexão com o público. Mesmo com um roteiro acelerado em alguns momentos e com personagens deixados de lado, o filme consegue entregar uma aventura envolvente e acessível.
Para quem já acompanha o universo da Nintendo, é uma experiência que conversa diretamente com a memória e com a evolução dos jogos ao longo dos anos. Para quem não acompanha, ainda assim funciona como um filme leve, fácil de entender e agradável.
A base está bem construída, e o final deixa claro que há espaço para expandir ainda mais esse universo — seja com novos personagens, seja com ideias mais criativas no próximo capítulo.
Novamente, a Illumination acerta o tom da adaptação, sob a direção de Aaron Horvath e Michael Jelenic, mantendo o equilíbrio entre humor, ação e referências ao universo dos jogos. Vale um adendo: na versão original, o filme conta com um elenco conhecido, com Chris Pratt (Mario), Charlie Day (Luigi), Anya Taylor-Joy (Princesa Peach), Jack Black (Bowser), Brie Larson (Rosalina) e Donald Glover (Yoshi).
Já na versão em português do Brasil, a dublagem se destaca pelas adaptações. As piadas são localizadas de forma natural, funcionam bem dentro do idioma e geram boas reações do público, com momentos que arrancam risadas ao longo do filme. Percebe-se que Shigeru Miyamoto supervisionou de perto cada detalhe desta produção.
Com isso, o filme alcança uma nota de 3,0 de 5 na crítica, a mesma da minha avaliação do primeiro longa de animação da franquia. Apesar dos pontos positivos, não apresenta uma proposta que o torne significativamente superior à produção anterior.
O filme estreia em 1º de abril nos cinemas brasileiros, e as sessões com os respectivos horários podem ser encontradas em agregadores de programação de cinema no Brasil.
O Anime Friends 2026 anunciou oficialmente o retorno da cantora nano como uma das atrações musicais desta edição. A artista se apresentará no sábado, 4 de julho, mesma data em que a banda Galileo Galilei também sobe ao palco. Essa será a segunda passagem de nano pelo Brasil, após sua participação na edição de 2023 do evento.
Nascida em Nova York e criada no Japão desde a adolescência, nano iniciou sua carreira no início dos anos 2010, ganhando destaque na internet ao publicar covers de músicas de anime e Vocaloid.
O reconhecimento online abriu portas para a indústria musical, resultando em seu primeiro álbum, nanoir, lançado em 2012. Desde então, a artista consolidou seu estilo, marcado pela fusão entre rock ocidental e influências da cultura pop japonesa.
(Reprodução)
Ao longo da carreira, nano deixou de lado apenas os covers para interpretar músicas originais em diversas produções. Entre os trabalhos mais conhecidos estão temas para animes como:
Btooom!;
Arpeggio of Blue Steel;
Mahou Sensou.
Além disso, sua voz também marcou presença em trilhas de jogos como Monster Hunter Rise e Genshin Impact, além de participações em produções de tokusatsu, incluindo a série Ohsama Sentai King-Ohger.
Entre os lançamentos mais recentes da cantora estão o EP Anomaly, divulgado em julho, e o single “Antagonist”, lançado em setembro do ano passado. Ambos reforçam a identidade musical de nano, que segue explorando sonoridades intensas e emocionais.
Imagem: nano
Ingressos e informações do evento
O Anime Friends 2026 será realizado entre os dias 2 e 5 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo.
O Anime Friends 2026 anunciou mais uma atração para sua programação musical. A banda japonesa BURNOUT SYNDROMES está confirmada para se apresentar no domingo, dia 5 de julho, no último dia do evento.
O grupo dividirá o palco com os veteranos do Asian Kung-Fu Generation, responsáveis por encerrar o festival. Essa será a terceira passagem do BURNOUT SYNDROMES pelo Brasil. A banda estreou no país em 2023, durante o próprio Anime Friends, e retornou no início de 2024 com uma turnê que passou por cidades como São Paulo, Recife, Fortaleza e Brasília.
O novo show reforça a conexão do grupo com o público brasileiro, que acompanha de perto suas apresentações e lançamentos. Formado em 2005, na região de Osaka, o BURNOUT SYNDROMES é composto por:
Kazuumi Kumagai (vocal e guitarra);
Taiyu Ishikawa (baixo);
Takuya Hirose (bateria).
(Divulgação)
A banda ganhou notoriedade em 2010 ao conquistar o segundo lugar no Grand Prix da rádio TOKYO FM. No universo dos animês, o grupo ficou conhecido por músicas marcantes como:
“FLY HIGH!!”, da segunda temporada de Haikyu!!
“Good Morning World”, abertura de Dr. Stone
Além disso, o álbum The WORLD is Mine (2023) reúne diversos temas produzidos para animações, incluindo trabalhos em Gintama e Those Snow White Notes.
O trabalho mais recente do grupo é o álbum Origami, lançado em novembro de 2024. O projeto conta com colaborações de artistas como FLOW, ASCA, Nao Toyama e Huey Ishizaki.
Imagem: BURNOUT SYNDROMES
Ingressos e informações do evento
O Anime Friends 2026 será realizado entre os dias 2 e 5 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo.
Os ingressos já estão disponíveis para compra online, além de pontos físicos na cidade. O evento reúne atrações nacionais e internacionais, consolidando-se como um dos maiores festivais de cultura pop asiática da América Latina.
O renomado produtor Michihiko Suwa está confirmado como uma das atrações do Anime Friends 2026, que acontece em julho, em São Paulo. O profissional participará de uma série de painéis especiais entre os dias 3, 4 e 5 de julho, marcando seu retorno ao Brasil.
Com uma carreira consolidada na indústria de animação japonesa, Suwa é amplamente reconhecido por seu trabalho em produções de grande impacto e longevidade. Ao longo de décadas, Michihiko Suwa construiu um legado significativo, especialmente por sua atuação em Detective Conan, uma das franquias mais populares e duradouras do Japão.
Além disso, ele também teve participação relevante em títulos consagrados como:
InuYasha;
Magic Knight Rayearth;
City Hunter;
Black Jack.
Sua trajetória inclui ainda a atuação como representante da Yomiuri TV em diversos projetos de destaque.
(Reprodução)
Trajetória e contribuição em Detective Conan
Suwa iniciou sua carreira na televisão em 1983, ingressando na Yomiuri TV, e poucos anos depois, em 1986, estreou como produtor em animações. Seu trabalho em Detective Conan é um dos mais expressivos da indústria:
Produtor do episódio 1 ao 332;
Produtor-chefe do episódio 333 ao 940;
Supervisor entre os episódios 975 e 1099;
Representante no comitê de produção a partir do 24º filme.
Ao todo, sua contribuição ultrapassa mil episódios e diversos longas-metragens, consolidando sua importância dentro da franquia.
O impacto de Michihiko Suwa foi tão relevante que o produtor chegou a ser homenageado dentro do próprio universo de Detective Conan. Seu nome apareceu como personagem em capítulos do mangá, posteriormente adaptados para o anime, além de outras referências criativas. Em uma participação especial, Suwa também emprestou sua voz a um personagem em um episódio da série.
Essa não será a primeira visita de Michihiko Suwa ao país. O produtor já esteve no Brasil em 2023, durante o evento Anime Summit Chibi, realizado em Brasília. Agora, sua presença no Anime Friends 2026 reforça a relevância internacional do evento e amplia a programação voltada aos fãs de anime.
Imagem: Liden Films, Toei Animation (Child of Kamiari Month)
Ingressos e informações do evento
O Anime Friends 2026 será realizado entre os dias 2 e 5 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo.
Os ingressos já estão disponíveis para compra online, além de pontos físicos na cidade. A programação completa inclui atrações nacionais e internacionais, consolidando o evento como um dos maiores do segmento na América Latina.
Quando testei a demonstração gratuita de Aether & Iron, no meu primeiro contato eu estava com sono — é verdade. Joguei por volta das 4h da manhã, e muitos diálogos acabaram passando batido, quase sem retenção, sem que eu realmente absorvesse o peso das conversas ou das escolhas apresentadas naquele momento.
Mas, como um exímio explorador de jogos independentes, resolvi revisitar a experiência com mais atenção e dar uma nova oportunidade ao título desenvolvido pela SeismicSquirrel, com apoio da Chaos Theory Games. Agora em um contexto mais adequado para esse tipo de proposta narrativa.
O jogo nos apresenta uma Nova York em estilo decopunk, onde Manhattan assume a forma de uma cidade flutuante, acessível apenas aos mais privilegiados e influentes. Enquanto isso, o restante da população precisa sobreviver no mundo inferior, lidando com desigualdade, pressão social e dificuldades constantes no dia a dia.
(Reprodução)
Aether & Iron e sua estética única
A estética noir é extremamente marcante, e os combates em turnos se destacam pelas decisões estratégicas que exigem atenção a cada ação tomada. Para quem aprecia mecânicas baseadas em dados, a sensação remete diretamente aos RPGs clássicos de mesa —; ainda que, em determinados momentos, pareça que o próprio jogo dita o rumo dos acontecimentos, especialmente quando faltam atributos adequados para determinadas escolhas mais exigentes.
Logo no início, conhecemos Gia Randazzo, uma ladra experiente com uma reputação consolidada no submundo, mas que ainda carrega pendências com figuras perigosas e influentes. Por necessidade, ela passa a aceitar trabalhos que normalmente recusaria, como escoltar a jovem e aparentemente ingênua Nellie Renhardt em uma missão que rapidamente se mostra mais complexa do que o esperado.
Nada será simples nessa jornada — afinal, quando a situação aperta, não há espaço para escolher serviço, e cada decisão pode trazer consequências inesperadas.
Se você é fã de cinema ou quadrinhos com temáticas clássicas, é bem provável que identifique referências ao longo da narrativa. Há, inclusive, semelhanças com o filme Capitão Sky e o Mundo de Amanhã (2004), estrelado por Jude Law, Gwyneth Paltrow e Angelina Jolie — uma obra pouco comentada hoje em dia, mas que ainda assim vale a pena conferir caso você encontre disponível em alguma plataforma.
A ambientação traz uma cidade moldada por tecnologia antigravitacional, inserindo o jogador em meio a conspirações, crime organizado e disputas políticas em um cenário urbano verticalizado, onde diferentes camadas sociais coexistem de forma tensa.
Diferente das inspirações citadas, o jogo aposta em diálogos com estrutura de novel, utilizando uma linguagem mais refinada e elaborada — algo cada vez mais raro na indústria atual. O inglês utilizado segue um tom culto e característico da época retratada, refletido também na localização em português brasileiro de forma bastante competente.
(Reprodução)
Sim, o jogo conta com interface e legendas em português, o que se torna um diferencial importante, considerando o forte foco narrativo. Inclusive, até mesmo jogadores com domínio do inglês podem se deparar com termos menos usuais, expressões de época ou construções linguísticas mais sofisticadas.
A protagonista alterna entre narração em primeira e terceira pessoa para contextualizar os acontecimentos de forma mais completa. Embora seja uma escolha interessante, pode causar um certo estranhamento inicial para quem não está habituado com esse tipo de condução narrativa, já que não há um narrador tradicional mediando os eventos de forma constante.
A trama se desenvolve em torno do éter e de como essa descoberta provocou uma transformação global lucrativa e gananciosa. Quem domina essa tecnologia passa a ter controle absoluto, tornando qualquer indivíduo com esse conhecimento um alvo direto de criminosos organizados e grandes magnatas com interesses próprios.
A missão inicial de Gia é levar Nellie até um ponto específico para que a jovem cumpra seu objetivo. A relação entre as duas funciona bem dentro do contexto proposto, especialmente nas interações durante os diálogos e nas escolhas feitas pelo jogador, mas um aprofundamento maior teria elevado ainda mais o impacto emocional da jornada. Ainda assim, isso não prejudica a compreensão geral da história.
A proposta do estúdio, ao priorizar a narrativa com sistemas de combate em turnos e exploração em uma cidade com veículos voadores e rotas gravitacionais, pode não agradar a todos os perfis de jogadores. Ainda assim, as mecânicas envolvendo atributos, dados e dedução se mostram envolventes, funcionais e bem integradas à proposta.
(Reprodução)
Como sugestão pessoal, seria interessante ver em uma possível continuação ou DLC a inclusão de confrontos contra inimigos comuns, ampliando a variedade de situações e trazendo mais dinamismo ao ritmo da experiência.
A trilha sonora merece destaque especial, contribuindo diretamente para a ambientação inspirada nos anos 1930. Esse cuidado também se reflete na direção de arte e na arquitetura, expressando ainda mais a identidade visual e o enredo do jogo.
Outro ponto relevante é a equipe de roteiristas, formada por profissionais experientes com passagens por franquias como Far Cry, Mass Effect e Sovereign Syndicate. Isso coloca Aether & Iron em uma posição competente quando o assunto é construção narrativa e desenvolvimento de mundo.
Mesmo sendo um jogo de nicho, existe potencial para alcançar reconhecimento semelhante ao de Dispatch, especialmente entre fãs de visual novels e experiências mais focadas em história e escolhas.
Por fim, Aether & Iron tem lançamento oficial para PC (Windows), via Steam, no dia 30 de março de 2026.
A Editora JBC retoma os encontros presenciais com leitores e já confirmou uma nova iniciativa para março de 2026 intitulada “Banzai JBC”. O evento, chamado Banzai JBC, marca esse retorno com foco na cultura pop japonesa e no público que acompanha os lançamentos de mangás no Brasil.
A proposta é levar esse encontro para dentro das livrarias, criando um espaço mais direto de contato entre leitores, editores e convidados, com apresentação das novidades e do que a editora prepara para os próximos meses.
A edição de São Paulo acontece no dia 30 de março, na Livraria da Vila, na Rua Fradique Coutinho. Em Campinas, no último dia 28, ocorreu um encontro similar com leitores da editora. Entre os participantes confirmados está o autor Eric Peleias, roteirista da série Como Fazer Amigos, que conta atualmente com quatro volumes publicados pela JBC. Conhecido pelas histórias que acompanham Léo, Olívia e seus amigos, o autor participa do evento para falar também sobre sua trajetória no mercado.
(Divulgação)(Reprodução)
A programação inclui um bate-papo com editores da JBC sobre os lançamentos do trimestre e os principais destaques que chegaram ao catálogo em 2026. O encontro também abre espaço para convidados ligados ao universo dos quadrinhos compartilharem suas experiências.
Além do conteúdo apresentado, a editora informa que o público presente poderá receber brindes exclusivos durante o evento.
O Banzai JBC – São Paulo será realizado no dia 30 de março de 2026 (segunda-feira), às 19h, na Livraria da Vila, localizada na Rua Fradique Coutinho, 915, em São Paulo.
Após ter recebido críticas negativas e polêmicas envolvendo egos entre jornalistas e criadores de conteúdo, Crimson Desert vem recuperando sua reputação. A Pearl Abyss, como já havíamos mencionado em nosso site, possui reconhecimento por ajustar seus jogos à medida que os usuários deixam feedback. Isso ocorre com Black Desert e não é diferente com o agora deserto carmesim.
Com atualizações constantes de melhorias e muitos gigas para download, aos poucos os problemas técnicos estão sendo corrigidos. Podemos observar nos números que, pelo segundo fim de semana, houve um crescimento de praticamente 30 mil novos usuários simultâneos, com picos de 276 mil, em relação aos 248 mil do primeiro fim de semana. Além disso, os comentários nas análises deixadas na página do Steam, que estavam abaixo de 70%, saltaram para 80%, revigorando seu grande potencial, especialmente se considerarmos um jogo solo.
Como a Pearl Abyss criou um spin-off — se pudermos dizer assim — com base em seu vasto conhecimento, não é impossível imaginar que, no futuro, eles criem um modo cooperativo, como visto em Ghost of Tsushima e Elden Ring. Na minha visão, isso aumentaria o engajamento e atrairia jogadores que preferem jogar com amigos, mesmo que isso pudesse competir diretamente com Black Desert, que possui proposta diferente. Na atual geração, em que os usuários exigem novidades para se manterem interessados, não seria surpresa se essa possibilidade fosse explorada no futuro para esta nova propriedade intelectual da empresa.
Afinal, o sucesso está nos números, ainda mais para um jogo que não é para todos, já que sua temática envolve não apenas ação, mas também dedução e criatividade para concluir puzzles, no melhor estilo de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, da Nintendo.
Por fim, se Crimson Desert continuar com essas atualizações, poderá alcançar bons números nos próximos dias e semanas. Quando normalmente ocorre o contrário — com jogadores abandonando o game após a primeira semana —, nesta jornada de Klitt, o número de usuários continua aumentando.
O jogo oferece mais de 100 horas de exploração e centenas de quests para o jogador conhecer melhor esse universo, o que é interessante para usuários que buscam completar 100% do jogo, platinando suas conquistas.
Crimson Desert está disponível desde 19 de março de 2026 nos consoles PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Windows), via Steam.
Fique ciente de que este artigo tem o intuito de informar nossos leitores sobre jogos em potencial para serem conhecidos. Não recebemos qualquer tipo de compensação por esta matéria, tampouco uma chave do jogo da desenvolvedora para fins de divulgação.
Quando joguei a demonstração gratuita de Cairn, confesso que não era um expert na modalidade que a The Game Bakers estava apresentando. Após ter jogado Furi e Haven, sabia que o estúdio francês faria um bom trabalho nesta nova empreitada. Quando tive o primeiro vislumbre do jogo no Steam Next Fest do ano passado, ele despertou minha atenção pela maneira como é apresentado e pela imersão proposta. O vazio de estar em uma montanha que todos querem escalar é algo sem palavras para aqueles que só podem observar pelos televisores e monitores.
As minhas primeiras impressões talvez não tenham sido tão precisas quanto o que aprendi depois de jogar Cairn, já que alguns movimentos da protagonista Aava, que sonha em escalar o Monte Kami, me deixaram cético quanto à possibilidade de alguém fazer o mesmo na vida real. Então, fui ver com os meus próprios olhos para observar o quanto eles conseguiram trazer de realismo, se comparado às escaladas de bouldering, que exigem dinamismo e resistência do competidor. Para quem não acredita nos movimentos apresentados, adicionei um link no YouTube com performances impressionantes desses atletas de alto desempenho.
Em Cairn, há uma romantização no visual do cenário, com uma estética que lembra uma fotografia. Se fosse um filme, seria perfeita. As movimentações são tão intensas que você consegue sentir como se estivesse escalando de verdade, mesmo quando tenta encontrar o melhor ponto de acesso ao topo do objetivo. O modo como as mecânicas de jogo são trabalhadas, assim como as escolhas do jogador, dizem muito sobre o sucesso da subida. O desgaste físico é intenso, exigindo decisões rápidas, pois, dependendo da forma como se escala, a personagem sentirá o esforço em seu corpo.
Cairn é um sucesso de vendas para um jogo focado em um público específico
À medida que vamos escalando a tão desejada montanha, algumas dicas são deixadas para orientar o jogador. Mas este artigo não é apenas sobre como o jogo é instigante ou memorável, e sim sobre como ele conseguiu ter uma boa estreia no Steam; chegando a quase 15 mil usuários simultâneos tentando alcançar o cume e provar suas habilidades em estratégia de escalada. Contudo, o jogo não se trata apenas disso: ele mostra o quanto uma pessoa consegue superar desafios por seus ideais e provar sua capacidade quando menos se espera.
Dados de jogadores
A protagonista sabe que é um caminho sem volta. A partir de determinado ponto, ela precisa seguir adiante, e cada passo pode ser o último. Com pés e mãos calejados e estratégias de sobrevivência, cada centímetro conta para continuar. Não se trata mais apenas de um objetivo, mas de mostrar que, ao olhar para trás nos pontos de descanso, é possível perceber o quanto evoluímos.
A intensidade de traçar uma estratégia para cada novo obstáculo é semelhante à vida real. Traçamos caminhos para chegar onde desejamos, e muitas vezes eles não são os melhores. Como em Cairn, os caminhos aparentemente mais fáceis podem ser os mais difíceis. Ao longo da jornada, a estratégia se torna cada vez mais essencial, já que o talento e a superação dão lugar à dor e ao cansaço, algo muito próximo do cotidiano das pessoas.
Quando a The Game Bakers conseguiu trazer esse sentimento ao jogo, algo que parecia uma simples escalada — já explorada em outros títulos —, conseguiu prender os jogadores de forma impressionante. É de se parabenizar o estúdio francês, que, na minha opinião, merece um olhar mais atento da indústria. Este artigo foi iniciado uma semana após o lançamento, mas acabou ficando guardado por um tempo, o que se mostrou interessante. Agora, com dois meses desde o lançamento oficial, o número de jogadores simultâneos se mantém na casa dos mil usuários, raramente ficando abaixo disso. Isso mostra como o fator replay incentiva o retorno dos jogadores e atrai novos públicos.
Imagem reprodução(Divulgação)(Divulgação)
Provando que a jornada de Aava consegue prender mais jogadores do que títulos publicados por empresas renomadas da indústria com seus blockbusters, Cairn se destaca. Um jogo que muitos poderiam considerar simples pela temática mostrou-se mais impactante que diversos jogos AAA recém-lançados. Além disso, não é um título com preço elevado no Brasil, sendo vendido por R$ 88,99 (PC), e ainda assim conta com críticas muito positivas na Steam. Segundo o SteamDB, mais de 94% das mais de 16 mil avaliações são positivas, o que reforça a qualidade do jogo.
Outro ponto relevante é que o jogo também recebeu indicações e venceu premiações de jogos independentes antes mesmo de seu lançamento oficial. Agora, resta aguardar 2026 para ver se o título será lembrado em premiações maiores, pois, com o número de avaliações positivas, é inegável que merece estar entre os destaques do ano. Mesmo sendo uma produção mais nichada, ela encontra seu público, especialmente entre aqueles que buscam uma experiência mais introspectiva ou um momento de recomeço.
Quando chegarem ao topo e vislumbrarem toda a paisagem do Monte Kami, entenderão exatamente o que estou dizendo, acompanhado por uma trilha sonora suave que instiga a sensação de vitória e satisfação. Por fim, Cairn está disponível para PC (Windows) via Steam e também para o console PlayStation 5. Vale destacar que os dados de jogadores simultâneos citados referem-se apenas à versão de computador, sem incluir os números do console.
Quem acompanhou o Xbox Partner Showcase do último dia 26 de março sabe que a Adhoc Studio anunciou o lançamento oficial para os consoles Xbox Series X|S. O jogo foi aclamado por trazer um estilo narrativo único, no melhor formato de graphic novel, apresentando vilões em busca de redenção dentro de uma agência de heróis — ou anti-heróis.
Em Dispatch, os jogadores assumem o papel de Robert Robertson III, anteriormente conhecido como Mecha Man, cujo traje mecânico é destruído em uma batalha contra seu nêmesis. Ele agora é forçado a aceitar um emprego em uma central de despacho de super-heróis — não como um herói, mas como um controlador de ocorrências (Dispatch). Os usuários precisam administrar corretamente quais personagens serão enviados para cada chamada de urgência, lidando com lacaios, resgates, pedidos de ajuda e outros tipos de problemas.
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Tudo isso já havia chamado atenção quando o jogo foi lançado para PC (Windows) e PlayStation 5, além de receber um port para o Nintendo Switch 2. Dito isso, a Adhoc Studio preparou uma versão para os consoles da Microsoft com lançamento previsto para o verão americano deste ano (equivalente ao inverno brasileiro). O título chegará como Xbox Play Anywhere, ou seja, compatível com Series X|S, Cloud Gaming e também com PC.
Na minha visão, este será o momento ideal para a desenvolvedora — formada por ex-integrantes da Telltale Games — apostar em conteúdo adicional. Isso poderia despertar ainda mais interesse dos jogadores que já possuem o game em outras plataformas, como PS5, Nintendo Switch 2 e PC, incentivando uma nova experiência.
Em outras palavras, o engajamento e o potencial de vendas poderiam crescer ainda mais com esse valor agregado, ampliando a margem já positiva de uma franquia que vendeu milhões de cópias nos dois primeiros meses de 2025. Considerando que as escolhas impactam diretamente os oito episódios, afetando a narrativa e os personagens, um conteúdo extra — como um prelúdio —; poderia expandir esse universo sem revelar tudo de uma possível sequência (Dispatch 2), criando expectativa de forma inteligente.
Se você acompanha o site há mais tempo, provavelmente viu nossas análises sobre os episódios, que geraram forte engajamento nos comentários e trouxe o interesse do público pelo jogo.
(Reprodução)(Reprodução)Imagem reprodução
Por fim, o sucesso de 2025 chega a uma nova plataforma em 2026 e, com uma atualização relevante, pode alcançar resultados ainda mais expressivos. Prepare-se para controlar personagens icônicos, com uma dublagem de destaque em inglês, além de interface e legendas em português do Brasil — facilitando o acesso para quem não domina o idioma original.
O elenco conta com nomes como Aaron Paul (Breaking Bad), Jeffrey Wright (The Batman), Laura Bailey (The Last of Us Part II), Erin Yvette (Hades II), Travis Willingham, Matthew Mercer e também criadores conhecidos da comunidade gamer, como Jacksepticeye, MoistCr1TiKaL e Alanah Pearce.