O filme de “Super Mario Galaxy: O Filme” acaba de ganhar uma nova adição — e daquelas que deixam qualquer fã contando os dias até abril para conferir nos cinemas. O nosso dinossauro verdinho finalmente embarca nessa aventura. Sim, estamos falando de Yoshi. Com isso, a jornada fica literalmente completa, e o personagem também aparece ao lado de Baby Mario e Baby Luigi, que enfrentarão criaturas pré-históricas ao longo da história.
Durante o Nintendo Direct, Shigeru Miyamoto, criador da franquia, explicou que, após a divulgação do primeiro trailer, muitos fãs enviaram feedbacks perguntando pela ausência de Yoshi. Segundo ele, um personagem com mais de 30 anos de história dentro da saga Super Mario Bros.não poderia ficar de fora, especialmente por contar com músicas icônicas inspiradas em sua trajetória. Miyamoto destacou ainda que a equipe está fazendo um grande trabalho para representar o personagem da melhor forma possível.
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A Illumination vem trabalhando duro para montar um elenco que respeite a identidade dos personagens, permitindo que os fãs se sintam imersos tanto no universo dos jogos quanto na experiência dos cinemas. Chris Meledandri, produtor do filme, afirmou que a expectativa é agradar ao público, principalmente com uma trilha sonora imersiva, que está sendo cuidadosamente detalhada para enriquecer o longa.
Por fim, houve um pequeno reajuste no calendário de lançamento. O filme agora estreia nos cinemas brasileiros em 1º de abril de 2026, e não mais no dia 2. Pode até parecer mentira, mas essa é a nova data oficial.
Pôster oficial do filme / Créditos; Illumination
Para quem quiser conferir o trailer revelação de Super Mario Galaxy: O Filme focado em Yoshi na íntegra, basta apertar o play no vídeo no início desta publicação e reviver a nostalgia desses personagens míticos que completam 40 anos de história na indústria dos games.
Anunciado com grande destaque durante oThe Game Awards 2025, Highguard chegou cercado de promessas. Na ocasião, Geoff Keighley afirmou que o título “mudaria tudo” dentro do gênero de tiro tático, principalmente por ser desenvolvido pelo mesmo estúdio responsável por Titanfall e Apex Legends.
Quando o trailer foi exibido, porém, a reação do público foi mais contida do que o esperado. Em vez de algo realmente inovador, o que se viu foi um shooter tático bastante familiar, com personagens estilizados e habilidades que lembraram jogos como Overwatch e Valorant. Não chegou a ser mal recebido, mas ficou longe da revolução prometida.
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Após o anúncio, Highguard passou cerca de um mês sem grandes novidades, o que levantou questionamentos na comunidade sobre o real estado do projeto. Muitos esperavam mais gameplay ou explicações que diferenciassem o jogo dos concorrentes.
Agora, os desenvolvedores quebram o silêncio. Nesta segunda-feira, 26 de janeiro de 2026, o título recebe um showcase dedicado, que deve aprofundar sistemas de jogo, modos e a proposta central do shooter.
Onde assistir ao showcase de Highguard?
Mesmo diante das críticas iniciais, o estúdio decidiu seguir com o plano original. O jogo não foi adiado e terá seu lançamento oficial no mesmo dia do showcase, permitindo que os jogadores confiram imediatamente se Highguard tem o que é preciso para se destacar em um mercado cada vez mais competitivo. Você pode acompanhar a transmissão na íntegra no início desta publicação ou direto do YouTube.
O título da Wildlight Entertainment chegará para PC (Microsoft Windows), PlayStation 5 e Xbox Series X|S.
A Nintendo realiza neste domingo, 25 de janeiro, uma Nintendo Direct exclusiva com informações inéditas sobre Super Mario Galaxy – O Filme, que chega aos cinemas em 2 de abril de 2026 no Brasil.
A apresentação é focada totalmente no longa-metragem e traz novidades ao vivo, incluindo detalhes oficiais sobre a produção. Segundo a Nintendo, o vídeo não contará com anúncios ou informações sobre jogos.
Assistam a esta Nintendo Direct com informações exclusivas sobre Super Mario Galaxy – O Filme no início desta publicação. Nota: o vídeo não conterá quaisquer informações sobre jogos.
Para quem quer acompanhar tudo em tempo real e ficar por dentro das novidades do filme, esta é a transmissão certa para assistir ao vivo.
(Divulgação)Imagem reprodução
Super Mario Galaxy – O Filme estreia nos cinemas em abril e quando a pré-venda dos ingressos estiverem disponíveis publicaremos em nosso site. Até lá, aproveite para jogar as franquias dos irmãos bigodudos e conhecer um pouco mais do longa-metragem, conferindo o primeiro filme live-action.
A última semana de janeiro de 2026 reúne uma variedade de lançamentos de jogos para PlayStation 5, Xbox Series X/S, PC e Nintendo Switch, incluindo o Switch 2. O período concentra desde continuações de franquias conhecidas até remasterizações e novos títulos independentes, reforçando o ritmo constante do mercado no início do ano.
Entre os destaques da semana estão Code Vein II, sequência do RPG de ação lançado originalmente em 2019, e Front Mission 3: Remake, que traz de volta um clássico do gênero tático com versões para consoles atuais e PC. O calendário também marca novas chegadas ao Switch 2, além de lançamentos simultâneos em múltiplas plataformas, algo cada vez mais comum em 2026. Dispatch que já vendeu 3 milhões de cópias, também desembarca no híbrido da Nintendo.
Um dos títulos que gerou debate durante o The Game Awards 2025, Highguard chega com a necessidade de provar seu valor para conquistar longevidade na indústria dos games.
Abaixo está a lista completa dos lançamentos da última semana de janeiro de 2026, organizada por data. Fique ciente de que os títulos podem ser encontrados nas respectivas lojas das plataformas, como Steam, Epic Games Store para PC Windows, PlayStation Store, Microsoft Store e Nintendo eShop, além de varejistas digitais.
Esses são os principais lançamentos de jogos da última semana de janeiro de 2026
26 de janeiro de 2026
Highguard (PlayStation 5, Xbox Series X/S, PC)
Dos criadores de Apex Legends e Titanfall, chega Highguard: um shooter PvP de raid onde jogadores montam, lutam e invadem como Wardens, pistoleiros arcanos enviados para disputar o controle de um continente mítico. Batalhe contra crews rivais pela posse do Shieldbreaker, invada e destrua a base inimiga para garantir território. O título vem sendo criticado antes mesmo do seu lançamento. Mas a verdade que só vamos descobrir quando os jogadores puderem jogar de verdade!
Jogue como um vírus no corpo de Winnie, capturando células para crescer mutações e aprender novas ações. Refine sua forma primitiva, ganhe passivas poderosas e explore um roguelite de body horror com humor negro, mutando o ursinho clássico em algo aterrorizante.
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27 de janeiro de 2026
Speedball (versão 1.0.0 – PlayStation 5, Xbox Series X/S, PC)
Entre no futuro sombrio de 2138, onde megacorporações usam o Speedball para distrair as massas miseráveis. Um esporte underground brutal que subiu à fama, permitindo que times ciberneticamente aprimorados se enfrentem em velocidades e violência além do humano – onde qualquer momento pode ser o último.
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28 de janeiro de 2026
Core Keeper (Switch 2)
Core Keeper é um sandbox de sobrevivência em um mundo subterrâneo gerado proceduralmente. Cave, construa, lute, craft e cultive para desvendar o mistério do antigo Core. Expanda sua base, enfrente bosses e explore biomas perigosos em single ou multiplayer cooperativo. Agora chegando ao Nintendo Switch.
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Dispatch (Switch 2, Nintendo Switch)
De roteiristas de Tales from the Borderlands e The Wolf Among Us, Dispatch é uma comédia de super-heróis no trabalho em Los Angeles moderna. Você é Robert Robertson (Mecha Man), mech destruído pelo nêmesis, agora despachante reabilitando ex-vilões. Gerencie o time disfuncional, tome decisões que mudam a narrativa, equilibre política de escritório e vingança. O título foi uma das grandes surpresas da indústria em 2025, concorrendo vários prêmios e elogiado pela crítica e público. Uma cobertura completa do jogo está disponível aqui.
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29 de janeiro de 2026
Cairn (PlayStation 5, PC)
Alcance um cume nunca escalado em Cairn, survival-climber dos criadores de Furi e Haven. Como a escaladora pro Aava, escale o Monte Kami intuitivamente: encontre apoios, gerencie postura, esforço e recursos como pitons, comida e remédios. Planeje rotas livres, sobreviva à montanha impiedosa e decida o que sacrificar pelo sonho. Há em nosso site uma prévia deste jogo com nossas primeiras impressões.
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Don’t Stop, Girlypop! (PC)
Quanto mais rápido você vai, mais dano causa e mais se cura! Don’t Stop, Girlypop! mistura boomer shooter com movimento avançado (wave hopping, dash, double jump). Armas com alt-fires se combinam para combos mágicos. Destrua drones da corp mining Tigris Nix que drena “The Love” do planeta, liberando amor com cada dano para curar o Oasis.
Grid Legends é um racer de alta octanagem com modo história “Driven to Glory” em live-action, corridas wheel-to-wheel globais, eventos multiplayer cross-platform e personalização extrema. Deluxe Edition inclui todo DLC para Switch 2.
I Hate This Place (PlayStation 5, Xbox Series X/S, Nintendo Switch, PC)
(Divulgação)
I Hate This Place* é survival horror isométrico craft-based em Rutherford Ranch amaldiçoado, cheio de pesadelos que dobram a realidade e criaturas que caçam pelo som. Scavenge florestas assombradas, vilas abandonadas e bunkers infestado; construa acampamentos, use stealth e armadilhas no ciclo dia-noite dinâmico. Estilo quadrinhos ’80s com humor negro e gore.
Our Burial Dolls Remastered (PlayStation 5, PlayStation 4, PC; “Switch em 30 de janeiro”)
(Reprodução)
Eles enterraram as bonecas por nós naquela noite. Mas a história não acabou com a terra. Visual novel curta de horror rural mistério sobre um ritual estranho em vila remota.
The Perfect Pencil (Nintendo Switch, PC)
(Reprodução)
The Perfect Pencil é um jogo de ação em plataforma sobre desenvolvimento pessoal e psicologia do medo. Protagonista John acorda em reino desenhado à mão bizarro, enfrentando terrores internos. Escolha caminhos pela luz e escuridão, explore quests secundárias, use análise única para desvendar segredos de NPCs e ambiente, e lute bosses como manifestações da psique. Tudo com uma câmera em sua cabeça.
Amarrados pelo Sangue. Aventura épica transcende o tempo: você e parceira destinada exploram mundo vasto pós-apocalíptico, batalham inimigos ferozes e desvendam história. Revenants viram monstros Horrors pela Luna Rapacis; como caçador, viaje ao passado com Lou (manipuladora de tempo) para impedir colapso. Drene sangue inimigo para skills customizáveis, altere destinos de aliados.
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Front Mission 3: Remake (PlayStation 5, Xbox Series X/S, PlayStation 4, Xbox One, PC)
Front Mission 3: Remake é RPG tático onde nações e corporações disputam domínio com mechs Wanzer. Duas linhas de história divergentes baseadas em escolha inicial de Kazuki Takemura: junte-se à irmã Alisa ou investigue projeto secreto M.I.D.A.S. com Emma. Conspiração global, lealdade, ética tech em batalhas turn-based.
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The 9th Charnel (PlayStation 5, Xbox Series X/S, PC)
The 9th Charnel é um jogo de terror psicológico e sobrevivência em primeira pessoa, focado em criar uma experiência tensa, opressiva e narrativa. Ambientado em um futuro próximo distópico, o jogo retrata um mundo marcado pelo colapso da fé no progresso humano, pelo egoísmo social e por governos corruptos.
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*As desenvolvedoras podem adiar seus jogos sem aviso prévio.
Nos últimos dias, percebi que algumas publicações antigas do site voltaram a registrar um aumento considerável de acessos, especialmente conteúdos relacionados a “A Batalha dos 100“, reality da Netflix que ganhou projeção internacional. A curiosidade me levou a investigar o motivo e a resposta parece estar na forma como a franquia vem sendo expandida globalmente desde 2025.
A Netflix já confirmou há algum tempo novas versões do programa, incluindo edições na Itália e nos Estados Unidos, ambas previstas para estrear ao longo de 2026. São adaptações que seguem o formato tradicional do reality fitness, apostando na disputa direta entre atletas e na lógica de eliminação que consagrou a versão original.
No entanto, ao aprofundar a pesquisa, encontrei algo que foge completamente desse padrão.
Um documentário de A Batalha dos 100 que abandona a competição e aposta na cultura
Diferente das versões competitivas anunciadas para outros países, a produção gravada na Mongólia não é exatamente um reality show. Trata-se de um documentário de viagem, derivado de Physical Asia, que reúne integrantes das equipes da Mongólia e da Coreia do Sul que chegaram à final da edição asiática exibida em 2025.
O projeto, intitulado Physical Welcome to Mongolia, propõe um olhar mais contemplativo. Em vez de provas eliminatórias e confrontos físicos diretos, o foco está na convivência entre os atletas, nas paisagens geladas do país e na imersão cultural proporcionada pela viagem.
As gravações exploram cenários abertos da Mongólia, com destaque para regiões de clima extremo e ambientes pouco conhecidos do grande público. O documentário também se apoia fortemente na identidade cultural do país, que carrega uma herança histórica marcada por estratégias de guerra, resistência e nomes que atravessaram séculos, como “Átila, o Huno“, frequentemente associado às tradições militares das estepes.
Hoje, a Mongólia vive uma realidade mais pacata, mas ainda preserva elementos culturais que despertam curiosidade. Lutas tradicionais, rituais e o cotidiano fora dos grandes centros urbanos ajudam a construir esse contraste entre passado e presente, algo que o documentário explora de forma constante.
Quem participa do documentário
A produção acompanha os atletas Kim Dong hyun e Amotti, representantes da equipe da Coreia do Sul, durante a viagem pelo país. Do lado mongol, os anfitriões são Orkhonbayar Bayarsaikhan, capitão da equipe, e Lkhagva Ochir, que conduzem o grupo pelas experiências locais. O documentário também conta com a participação especial de Eddie Jo Williams, da equipe da Austrália.
O documentário é composto por quatro episódios, cada um com cerca de 30 minutos de duração, lançados entre os dias 1º e 8 de janeiro de 2026. A proposta é claramente complementar, voltada para quem acompanhou Physical Asia e sentiu falta dos atletas após o fim da competição.
Mesmo assim, um detalhe chama atenção.
Ausente no catálogo brasileiro da Netflix
Apesar de estar disponível na Netflix em alguns países, o documentário não aparece no catálogo brasileiro da plataforma. Ao acessar a versão nacional do streaming, não há episódios disponíveis nem qualquer destaque editorial relacionado à produção.
Até agora, a Netflix Brasil não se manifestou sobre a ausência do documentário no catálogo nacional. O conteúdo simplesmente não aparece disponível por aqui, mesmo em um momento em que A Batalha dos 100 volta a circular com força por causa das novas versões já anunciadas para outros países.
Enquanto Itália e Estados Unidos seguem o caminho mais tradicional do reality show em 2026, a produção gravada na Mongólia aponta para uma abordagem diferente. Em vez da competição direta, a empresa opta por um formato mais observacional, focado em cultura, paisagem e na relação entre os atletas fora da arena.
Joguei a demo de I Hate This Place, jogo inspirado na HQ de mesmo nome publicado pela Image Comics, e a experiência deixou uma impressão positiva. A ambientação funciona bem, o clima de terror é constante e a influência dos quadrinhos aparece tanto no visual quanto na construção do mundo. A Bloober Team em parceria com a Skybound Entertainment são responsáveis por este novo título de survival horror em mundo aberto. O jogo está sendo desenvolvido através da Broken Mirror Games, um novo selo de terror da Bloober Team que busca trazer jogos do gênero com ideias diferentes e inovadoras.
O lançamento do jogo completo está previsto para 29 de janeiro de 2026 no PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch. A demonstração gratuita está disponível na plataforma Steam.
Há, no entanto, alguns pontos que chamaram atenção de forma não tão positivo. A iluminação da lanterna, em especial, incomoda em certos momentos. Em áreas muito escuras, a luz nem sempre ajuda na leitura do ambiente e pode acabar atrapalhando a navegação. Ainda assim, trata-se de um problema pontual, que não compromete a experiência geral da demo. Outro ponto são os posicionamentos das câmeras e compreendo que se trata de um título de visão isométrica.
Um único nível de dificuldade, mas diferentes abordagens
I Hate This Place conta com apenas um nível de dificuldade. Mesmo assim, o jogo não limita o jogador a uma única forma de avançar. A proposta é oferecer ferramentas para que cada pessoa enfrente os desafios no próprio ritmo. Na jornada da peregrinação de Elena para encontrar resposta, nos atiça querer continuar para conhecer mais deste lugar estranho e sombrio.
É possível adotar uma abordagem mais furtiva, evitando confrontos diretos e utilizando caminhos alternativos. Muitas áreas permitem alcançar objetivos sem passar pelo trajeto principal, geralmente mais perigoso. Por outro lado, também é viável optar pelo combate direto, com uso de armas de fogo e explosivos. Essa escolha exige maior precisão e domínio do sistema de combate. Esses confrontos são premiados com itens melhores para aprimorar nosso inventário e arsenal.
(Divulgação)(Reprodução)(Reprodução)
O rancho funciona como base central do jogo. Nele, o jogador pode construir diferentes tipos de edifícios, que ampliam o acesso a munição, armas, explosivos e itens consumíveis.
Caso o jogador encontre dificuldades em determinada área, não é necessário insistir imediatamente. O jogo permite recuar, investir na base, aprimorar equipamentos e retornar posteriormente mais preparado. Além disso, o mundo oferece outras regiões para exploração, o que exibe a sensação de liberdade.
A experiência de sobrevivência vai além do combate. O jogo conta com sistemas de fome e estamina, que influenciam diretamente a capacidade de correr e lutar. Manter esses elementos sob controle é fundamental. Esses elementos, na minha opinião, os desenvolvedores deveriam olhar com prioridade. Para não ter problemas de progresso à medida que os usuários vão avançado.
A munição é escassa, principalmente no início. Por isso, o gerenciamento de recursos tem papel central. Durante a exploração, é possível encontrar plantas e materiais que viabilizam a construção de prédios no rancho. Esses edifícios permitem cozinhar alimentos, preparar curativos e produzir recursos como madeira e sucata, utilizados na fabricação de munição, armas e explosivos.
Exploração e estrutura do mundo
Os primeiros 40 a 60 minutos do jogo são mais lineares e servem como introdução às mecânicas principais. Após esse período, o mapa se abre de forma mais clara.
Por isso, I Hate This Place apresenta um mundo semiaberto, ambientado nas florestas ao redor do rancho. Ao explorar o mapa, o jogador encontra diferentes tipos de áreas fechadas, como bunkers militares, minas abandonadas e mansões mal-assombradas. Há também os chamados ghost levels, que funcionam como mistérios de assassinato ambientados em cenários mais abstratos e fantasmagóricos.
O jogo inclui NPCs com missões próprias. Ao ajudar esses personagens, o jogador pode utilizar suas casas como locais de descanso. Além disso, cabanas abandonadas funcionam como bases temporárias. Para facilitar o deslocamento, existe um sistema de viagem rápida baseado em um rio, utilizando um barco.
Arsenal e variedade de armas em I Hate This Place
O jogo conta com pelo menos 11 armas de longo alcance, além de uma arma corpo a corpo, diferentes tipos de explosivos e itens consumíveis.
Entre os destaques estão as espingardas, que possuem diversas variações, e a arma de sinalizador, capaz de incendiar inimigos. Duas armas se sobressaem pela versatilidade: a lança-arpão, que permite imobilizar inimigos, e a taser, que pode atordoar adversários, afetar inimigos na água e até ativar dispositivos eletrônicos, como portas e geradores. Mas ao menos, comecei com um bastão de beisebol que pode ser utilizado por inimigos mais fracos. Aqueles mais tenebrosos, é necessário utilizar armas com poder bélico de maior calibre e impacto até fogo mesmo.
Se me perguntarem se aprovo esta demonstração gratuita, a resposta é sim. Apesar de alguns problemas técnicos, como a iluminação da lanterna, I Hate This Place apresenta boas ideias e uma identidade bem definida. A demo evidencia uma proposta focada em liberdade de abordagem, exploração e gerenciamento de recursos. Em breve, uma análise completa do jogo estará em nosso catálogo de artigos de reviews.
Caso esses pontos sejam refinados até o lançamento, o jogo tem potencial para se destacar entre os survival horrors previstos para 2026.
Terror em Silent Hill – Regresso para o Inferno, com todo seu trailer conturbado e uma fraca divulgação, já deixava claro que poderia sofrer problemas de desempenho. Apesar de o diretor Christophe Gans conhecer bastante da franquia, já que não é seu primeiro trabalho na saga, ficou evidente que este longa-metragem teria problemas desde suas primeiras revelações.
Começando pelo Silent Hill Transmission, quando a Konami obrigou todos os veículos a removerem de suas publicações o trailer do filme, que na época ainda não havia um título em português brasileiro, apenas Return to Silent Hill.
Eles alegaram que haviam publicado antes do tempo e que a retirada seria para manter a parceria cordial entre os veículos de imprensa. Nesse momento, efetuei uma pesquisa aprofundada e percebi que as críticas eram gigantes para aquele material; o que, provavelmente, deve ter estimulado a remoção desse conteúdo, considerando que demoraram muitos meses para publicar algum material referente ao terceiro filme da franquia.
Com atores que não estão no seu melhor auge, a escalação ocorreu com Jeremy Irvine, conhecido mundialmente pelo famoso filme de Steven Spielberg, Cavalo de Guerra. No novo filme ele interpreta o protagonista James Sunderland. Enquanto isso, Hannah Emily Anderson, que trabalhou em outros filmes de suspense e terror, como na franquia Jogos Mortais, faz Mary e Maria, as gêmeas. Evie Templeton interpreta Laura; a atriz também está na atual série Wandinha, da Netflix.
As enfermeiras e o Cabeça de Pirâmide estão no filme e até fazem referência à ambientação de Silent Hill. Porém, o modo como o enredo é explorado sai do escopo do que é o original desta saga, o que fez muitos críticos e até o público em geral questionarem e colocarem o filme como o pior da franquia Silent Hill.
Todas as métricas de Silent Hill no Rotten Tomatoes
Olhando pela crítica especializada, podemos perceber que ele é superior ao segundo filme, de 2012, que na época teve pessoas desejando mais fidelidade ao longa-metragem, obtendo metade da bilheteria do primeiro filme, de 2006. Agora, passados quase 14 anos desde o último filme, os fãs parecem não ter gostado nada deste retorno, já que conseguiu, pela classificação dos usuários no Rotten Tomatoes, apenas 30%/100. Os demais títulos, como Terror em Silent Hill (Silent Hill, 2006) e Silent Hill: Revelação (Silent Hill: Revelation, 2012), com 63% e 35%, respectivamente, conseguem superar o mais recente filme.
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Se fizermos um comparativo com os três filmes da franquia, ele não está tão distante no gosto da crítica e dos usuários. Embora tenha sido desenvolvido quase que totalmente de modo independente dos grandes estúdios, como nos primeiros filmes, se houvesse um pouco mais de investimento ao longo dos seus 20 a 25 milhões e mudanças consideráveis no roteiro, poderia ser considerado um bom filme.
O sucesso do remake de Silent Hill 2, pela Bloober Team, ao qual a Konami terceirizou para trazer uma ambientação sombria já conhecida da saga, não se reflete no filme que chegou aos cinemas mundiais em 23 de janeiro de 2026. Agora, não sabemos quando um novo título desta mítica jornada sombria e do nevoeiro retornará aos cinemas.
Se estiver interessado em assistir e tirar suas próprias conclusões, você consegue localizar sessões de cinema mais próximas da sua casa enquanto estiver em cartaz através do Ingresso.com.
Fique ciente de que o nosso site não possui nenhum vínculo com as marcas e empresas citadas neste artigo.
Na quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, a editora MPEG revelou oficialmente, por meio de suas redes sociais, a capa nacional e os brindes do primeiro volume do mangá Omori, obra assinada por OMOCAT com arte de Nui Konoito.
O mangá Omori está em publicação no Japão desde 2024, sendo serializado na revista Afternoon, da editora Kodansha, e conta atualmente com três volumes lançados. A adaptação é baseada no aclamado RPG independente Omori, que por sua vez teve origem no webcomic “Omoriboy”, criado por OMOCAT, reforçando o caráter autoral e psicológico da obra.
Imagem: Editora MPEGImagem: Editora MPEG
No Brasil, o lançamento seguirá o formato padrão da MPEG, com dimensões de 13,7 x 20 cm, miolo em papel offset e capa cartonada com sobrecapa. O primeiro volume terá 208 páginas e preço sugerido de R$ 44,90. A edição já se encontra empré-venda na Amazon, ampliando a expectativa dos fãs pela chegada oficial do título ao mercado nacional.
Com essa publicação, Omori passa a integrar o catálogo brasileiro de mangás com forte apelo narrativo e emocional, consolidando a aposta da MPEG em obras contemporâneas de grande reconhecimento internacional.
Imagem: Editora MPEGImagem: Editora MPEG
Sinopse de Omori:
“Sunny é um adolescente recluso lidando com a morte de sua irmã mais velha, e sai de casa pela primeira vez em anos quando seu velho amigo Kel aparece de repente em sua porta. Ao mesmo tempo, o alter ego de Sunny em seu mundo dos sonhos, Omori, embarca em uma missão com Kel e seus amigos Aubrey e Hero para procurar Basil, um membro desaparecido de seu antigo grupo de amigos. Juntos, buscam entender o passado para garantir algum futuro, mas talvez o presente seja um obstáculo.“
A editora JBC abriu oficialmente, na última terça-feira, 20 de janeiro de 2026, a pré-venda do primeiro volume da nova edição brasileira de XXX Holic, obra assinada pelo renomado grupo CLAMP. O mangá já pode ser adquirido por meio da Amazon.
A nova edição será lançada no formato 15 x 21 cm, o mesmo utilizado nos títulos premium da editora, contará com 184 páginas e terá preço sugerido de R$ 59,90. Segundo a JBC, o início dos envios está previsto para 20 de março de 2026.
Caso deseje encomendar, basta clicar no link abaixo:
Publicado originalmente no Japão entre 2003 e 2011 pela editora Kodansha, XXX Holic foi concluído em 19 volumes. Anos depois, a obra ganhou uma nova versão japonesa entre 2021 e 2022, integrando a coleção CLAMP PREMIUM COLLECTION, também com 19 volumes.
No Brasil, o mangá teve sua primeira publicação pela própria JBC entre 2006 e 2011, porém em 38 volumes, seguindo o formato original de meio-tanko. A aguardada republicação foi anunciada oficialmente durante o Anime Friends 2024. Embora inicialmente prevista para 2025, a nova edição acabou sendo reagendada para 2026.
Com esse relançamento, XXX Holic retorna ao mercado brasileiro em uma edição mais alinhada aos padrões atuais, oferecendo uma nova oportunidade para fãs antigos e novos leitores conhecerem uma das obras mais marcantes do CLAMP.
“Nesta aventura lançada em 2003 pela Kodansha no Japão, a sedutora bruxa Yuko Ichihara é a dona de uma curiosa loja em que qualquer tipo de desejo pode ser realizado. Mas há um preço para que o pedido seja atendido: ela cobra um favor ou algo de igual valor de seus clientes. O custo varia desde objetos pessoais de grande valor até a alma da pessoa. É a própria Ichihara quem decide o “preço” do desejo – e a bruxa sabe exatamente o que pedir para cada um que entra em sua loja em busca de um sonho a se realizar. Kimihiro Watanuki é um estudante que sofre por ser importunado por criaturas sobrenaturais que se sentem magicamente atraídas por ele.
Esses seres que o perseguem são invisíveis para o restante das pessoas, o que dificulta ainda mais a vida do garoto. Mas tudo muda quando Kimihiro conhece a “loja de desejos” de Ichihara. Para se livrar da perseguição do além, o preço é que ele se torne o “assistente” de Ichihara. Entre uma limpeza e outra, ele precisa executar os mais estranhos trabalhos.“
Faltando menos de dois meses para o Lollapalooza Brasil 2026, o festival já movimenta o público com um dos line-ups mais diversos dos últimos anos. A nova edição acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, reunindo mais de 70 atrações nacionais e internacionais.
Entre os nomes confirmados estão Sabrina Carpenter, Tyler, The Creator, Lorde, Skrillex, Deftones e Chappell Roan, além de artistas que fazem sua estreia no Brasil e outros que estavam entre os mais pedidos pelo público. Ao todo, 18 atrações sobem aos palcos do festival pela primeira vez no país.
Imagem reprodução/Instagram pessoal dos artistas
Destaque para a cena brasileira no Lollapalooza 2026
Além dos grandes nomes internacionais, o Lollapalooza Brasil reforça sua aposta na música brasileira, com uma curadoria que reúne artistas de diferentes regiões, estilos e gerações.
Entre os confirmados está Agnes Nunes, que se apresenta no sábado e vive uma fase de forte projeção na cena nacional. A cantora prepara um show inédito para o festival, com novas músicas e surpresas.
A música eletrônica brasileira também ganha espaço com MU540, produtor da Baixada Santista que vem conquistando reconhecimento fora do país. Além do show no Brasil, ele também integra o line-up do Lollapalooza Índia, ampliando sua presença no circuito internacional do evento.
No rock alternativo, o Scalene retorna ao festival pela terceira vez. A banda, vencedora do Grammy Latino, promete um show que dialoga tanto com fãs antigos quanto com novos ouvintes.
Representando a cena independente, a banda sergipana Cidade Dormitório leva ao Lolla um repertório que mistura pós-punk, psicodelia e experimentação. O show também marca a celebração de 10 anos de carreira do grupo.
Já Nina Maia completa o recorte nacional com um trabalho que transita entre MPB, jazz e indie pop. A artista apresenta no festival um show baseado em seu álbum de estreia, lançado recentemente.
Sideshows levam o Lollapalooza para além do Autódromo
Como já virou tradição, o Lollapalooza Brasil 2026 também promove os Sideshows, apresentações extras que acontecem em casas de shows de São Paulo e do Rio de Janeiro nos dias que antecedem o festival.
Entre os destaques estão:
TV Girl – Cine Joia (18/03)
RIIZE – Terra SP (19/03)
Interpol + Viagra Boys – Audio (19/03)
Lewis Capaldi + Ruel – Qualistage, no Rio de Janeiro (18/03)
O show de Blood Orange, no Cine Joia, já está esgotado.
Os ingressos para os Sideshows estão à venda no site oficial da Ticketmaster Brasil, com opções de meia-entrada, entrada social e inteira. A entrada social oferece desconto mediante doação automática para instituições parceiras do festival.
O festival segue apostando em uma mistura de grandes nomes globais, artistas em ascensão e uma forte presença da música brasileira, além de ser um dos principais eventos musicais do país.