A Capcom está com um sorriso com o lançamento bem-sucedido de Resident Evil Requiem, lançado em 27 de fevereiro de 2026. O título rapidamente ultrapassou, nas primeiras 24 horas, mais de 200 mil jogadores simultâneos na plataforma Steam para PC Windows. Sem mencionar as demais plataformas, como Epic Games e as versões de consoles, como PlayStation 5 e Xbox Series X|S, cujos números não são transparentes.
Em seu primeiro fim de semana, o título chegou a um novo ápice. Já não bastasse ser o lançamento da franquia com o maior número de jogadores, conseguiu aumentar em mais de 100 mil o pico simultâneo, totalizando, na tarde de sábado, 28 de fevereiro — último dia do mês — 344.214 jogadores simultâneos.
Dados do SteamDB indicam pico de 344.214 jogadores simultâneos para Resident Evil Requiem na Steam.
O que é algo excepcional, especialmente se considerarmos que milhares, ou até milhões de usuários, tiveram acesso ao vazamento do jogo que ocorreu dias antes do lançamento oficial. Agora, a gigante do gênero survival horror pode planejar com cuidado qual será o próximo título da franquia em seu roadmap de lançamentos. Se mantiverem a mesma qualidade — trata-se do nono jogo principal, que muitos fãs também chamam de Resident Evil 9 — poderemos ter um novo recorde de vendas, desde que a imersão continue evoluindo.
Ainda há tempo para esse número aumentar. Talvez, se somarmos consoles e computadores, mais de 1 milhão de jogadores tenham entrado simultaneamente no jogo. A franquia possui uma base de fãs gigantesca, principalmente nos consoles, com forte presença no ecossistema da Sony.
Sobreviva aos traumas da analista do FBI Grace Ashcroft e às revelações do seu passado, além de incorporar mais uma vez o lendário agente Leon S. Kennedy. Revisite a icônica Raccoon City e sua delegacia, em um retorno nostálgico para aqueles que vivenciaram o segundo jogo da franquia.
A Shogakukan, uma das maiores editoras do Japão, está no centro de uma grande controvérsia que vem repercutindo fortemente no mercado de mangás. A empresa confirmou que um autor anteriormente condenado pela Justiça voltou a trabalhar em sua plataforma digital, a Manga One, utilizando um pseudônimo.
O caso ganhou ampla visibilidade após decisão judicial recente e provocou reações públicas de outros autores vinculados à plataforma. A situação levanta debates sobre responsabilidade editorial, critérios de recontratação e transparência dentro da indústria criativa japonesa. Segundo a imprensa japonesa, os crimes teriam ocorrido em 2016, quando Shouichi Yamamoto atuava como professor. Em 2020, ele foi preso, e sua obra da época, Daten Sakusen, acabou sendo suspensa. O caso parecia encerrado até que novas informações vieram à tona.
De acordo com as apurações, em 2022 o autor teria retornado à plataforma Manga One sob o nome Ichiro Hajime. Sob o novo pseudônimo, ele passou a trabalhar no mangá Joujin Kamen, em colaboração com a ilustradora Tsuruyoshi Eri. A revelação gerou forte repercussão negativa, especialmente pelo fato de o retorno ter ocorrido dentro da mesma estrutura editorial.
A polêmica ganhou ainda mais força no dia 20 de fevereiro de 2026, quando o Tribunal Distrital de Sapporo proferiu decisão cível determinando o pagamento de indenização à vítima. De acordo com as informações divulgadas, a vítima desenvolveu transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) em decorrência dos fatos. A decisão judicial reacendeu o debate público e trouxe novamente à tona o histórico do autor, ampliando a pressão sobre a Shogakukan e sobre a equipe editorial da Manga One.
Pedido oficial de desculpas e cancelamento de Joujin Kamen
Após a repercussão, a equipe editorial da Manga One publicou um comunicado oficial reconhecendo falhas graves no processo de recontratação do autor. No texto, a empresa pediu desculpas pelo ocorrido e informou que a obra Joujin Kamen será cancelada. A decisão busca conter os danos à imagem da plataforma e responder às críticas de leitores e profissionais da indústria. No entanto, até o momento, a Shogakukan não anunciou mudanças estruturais ou novos protocolos internos para evitar situações semelhantes no futuro.
A ilustradora Tsuruyoshi Eri, responsável pela arte de Joujin Kamen, declarou publicamente que não tinha conhecimento do histórico judicial do roteirista quando aceitou participar do projeto. Além disso, a manifestação buscou esclarecer sua posição diante da controvérsia e demonstrar solidariedade à vítima. A declaração também reforçou questionamentos sobre os mecanismos internos de comunicação e verificação adotados pela plataforma editorial.
Reação de outros mangakás da Manga One
A polêmica não ficou restrita à empresa e ao autor envolvido. Outros mangakás vinculados à Manga One se manifestaram publicamente, demonstrando insatisfação com a situação.
Entre as reações:
Eno Sumi, autora de Aftergod, anunciou a suspensão temporária de sua serialização.
Ryuhei Tamura, autor de Cosmos, solicitou a remoção de sua obra do catálogo da plataforma.
Ichika Yuno também se pronunciou em solidariedade à vítima.
As manifestações ampliaram o impacto do caso e evidenciaram que a controvérsia ultrapassa a esfera jurídica, atingindo diretamente a relação de confiança entre autores, editoras e público.
Imagem: Shogakukan
Debate sobre responsabilidade editorial no mercado de mangás
O caso envolvendo a Shogakukan reacende uma discussão sensível dentro da indústria cultural japonesa: “qual é o limite entre reintegração profissional e responsabilidade institucional?“. Editoras desempenham papel fundamental na curadoria e supervisão de conteúdos e profissionais. Quando decisões internas envolvem autores com histórico criminal relevante, a expectativa do público é de transparência e critérios rigorosos. A ausência de comunicação prévia sobre o retorno do autor sob pseudônimo intensificou as críticas, especialmente nas redes sociais.
A Shogakukan é uma das editoras mais tradicionais do Japão, responsável por diversas obras de grande alcance nacional e internacional. Por isso, qualquer controvérsia envolvendo seus processos internos tende a ganhar grande visibilidade. Especialistas apontam que crises desse tipo podem afetar não apenas a reputação institucional, mas também a confiança de autores e leitores na plataforma digital Manga One. Até o momento, a empresa não detalhou se adotará novas políticas internas ou revisões em seus processos de contratação e supervisão editorial.
O caso ainda está em andamento
Apesar do pedido de desculpas e do cancelamento de Joujin Kamen, o caso segue repercutindo fortemente na indústria de mangás. A ausência de um posicionamento mais detalhado da Shogakukan sobre medidas futuras mantém o debate ativo entre profissionais do setor e o público consumidor. Enquanto isso, a situação continua sendo acompanhada de perto por leitores, criadores e veículos da imprensa japonesa.
A polêmica envolvendo a Shogakukan e a plataforma Manga One expõe fragilidades nos processos internos da indústria editorial e levanta questões relevantes sobre responsabilidade, transparência e ética profissional. Com autores suspendendo trabalhos e solicitando remoção de obras, o impacto vai além de um único projeto cancelado. Trata-se de um episódio que pode influenciar discussões mais amplas sobre governança e confiança no mercado de mangás. Resta saber quais serão os próximos passos da editora e se mudanças estruturais serão implementadas para restaurar a credibilidade da plataforma.
Fofão é um dos personagens mais icônicos da cultura pop do Brasil, principalmente por seu programa marcante, que encantou gerações, além dos mitos por trás do seu boneco.
Suas marcantes bochechas e voz inconfundível foram interpretadas por seu criador, o já falecido Orival Pessini, com passagens pelo Balão Mágico e posteriormente ganhando seu próprio programa na TV Globo. Sua figura foi se popularizando, gerando influências para personagens que viriam depois e até para linhas de brinquedos.
Falando em brinquedos, a Novabrink, fabricante brasileira do setor, aposta na nova reimaginação do personagem para seu portfólio.
A empresa apresenta duas versões do boneco para gerar comoção e efeito nostalgia nos fãs do personagem, além de dialogar com a nova geração. O Boneco Fofão, com 35 cm, exibe uma aparência que remete aos anos 80, em edição especial. Enquanto isso, o Mini Fofão, com 15 cm, surge em versão boneco-chaveiro, com proposta colecionável para acompanhar mochilas e bolsas.
Esse é daqueles itens que os colecionadores costumam observar com atenção, por saberem que edições especiais normalmente não têm produção em massa.
(Divulgação)(Reprodução)
Apesar de não ser a única novidade da fabricante durante a Abrin maior feira de brinquedos da América Latina, é um dos pontos de maior curiosidade. Se o lojista souber trabalhar a referência e a importância cultural que o personagem representa para o entretenimento brasileiro, pode gerar bons resultados para quem começar a trabalhar com ele.
Outros personagens que também valem visita ao estande são Bluey e sua irmã Bingo, além do B.Duck, nova aposta para o público infantil. Há ainda licenciamentos trabalhados com criadores de conteúdo como Enaldinho, a cantora Ana Castela, Maria Clara & JP Tween, além de parcerias com Disney e Marvel, entre outras.
O estande estará aberto para visitação durante toda a Abrin 2026, de 1 a 4 de março de 2026.
Com chegar e horário de funcionamento
ABRIN 2026 – 42ª Feira Internacional de Brinquedos
Dias e horários: De 1 a 3 de março, das 10h às 20h / 4 de março, das 10h às 18h.
Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333, São Paulo – SP
O Grupo Lider anunciou a criação da Fanverse, nova marca que passa a concentrar toda a área de colecionáveis da empresa. A novidade será apresentada na Abrin 2026, feira do setor de brinquedos que ocorre entre 1º e 4 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo.
A Fanverse passa a reunir os mais de 140 bonecos já lançados pela Fandom Box, criada em 2023, além das próximas linhas previstas para este ano. O intuito é organizar o portfólio de colecionáveis sob uma identidade única, mantendo a Fandom Box como uma das linhas internas.
Grupo Lider cria a marca Fanverse e amplia atuação em colecionáveis na Abrin 2026 9
Entre os destaques anunciados para a feira está a linha Masterpiece, com bonecos montáveis baseados em personagens de Harry Potter, Hermione Granger e Ron Weasley, além de personagens da DC como Batman, Superman, Mulher-Maravilha e Flash.
Outra linha prevista é a Hang&Go, com bonecos menores que podem ser usados como acessórios em mochilas e bolsas. Segundo a empresa, haverá produtos ligados aos universos da Disney e da Marvel.
A marca também levará para a Abrin lançamentos recentes da Fandom Box, incluindo personagens de Mauricio de Sousa dos 90 anos, Chapolin Colorado, Castelo Rá-Tim-Bum, O Senhor dos Anéis, As Meninas Superpoderosas, Stranger Things e One Piece.
(Reprodução)(Reprodução)(Divulgação)
De forma geral, a criação da Fanverse parece ser um movimento de organização e expansão dentro de um segmento que vem crescendo no Brasil. Resta observar como o público vai reagir às novas linhas e aos preços praticados. Segundo a empresa, o estande ficará na Rua 2 B/C da feira. O mapa oficial do evento pode ser acessado diretamente no aplicativo do evento.
Com chegar e horário de funcionamento
ABRIN 2026 – 42ª Feira Internacional de Brinquedos
Dias e horários: De 1 a 3 de março, das 10h às 20h / 4 de março, das 10h às 18h.
Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333, São Paulo – SP
A banda japonesa MAN WITH A MISSION realizará sua primeira apresentação no Brasil no dia 27 de maio, no Carioca Club, em São Paulo. O evento é promovido pela Powerline Music & Books e pela Heart Merch, com ingressos disponíveis pela Fastix.
Formado em Tóquio, o quinteto é reconhecido mundialmente por sua fusão de rock, música eletrônica e apresentações marcadas pelo uso de icônicas máscaras de lobo, elemento que se tornou assinatura visual do grupo.
A passagem pelo Brasil integra as comemorações de 15 anos da banda, celebrados com o lançamento do EP XV (Across The Globe). O trabalho reúne quatro faixas inéditas, “Vertigo”, “Circles”, “whispers of the fake” e “Reaching For The Sky”, além de registros ao vivo da turnê “Kizuna no Kiseki”, realizada no México em 2024.
As máscaras, segundo o baixista Kamikaze Boy, representam mais do que um conceito estético: simbolizam a dualidade entre instinto e razão, permitindo que a música seja o principal elo de conexão com o público.
O MAN WITH A MISSION consolidou sua relevância ao transitar entre punk, metal alternativo e pop experimental, além de contribuir para trilhas sonoras de produções populares como Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba e Log Horizon.
Imagem: Divulgação
A trajetória do grupo também foi retratada no documentário MAN WITH A MISSION: The Movie – Trace the History, que acompanha sua ascensão de pequenos palcos no Japão a grandes turnês internacionais.
Conhecida por apresentações intensas e visualmente impactantes, a banda combina riffs marcantes, sintetizadores pulsantes e uma atmosfera cinematográfica que transforma cada show em uma experiência imersiva.
A estreia do MAN WITH A MISSION no Brasil promete ser um dos destaques do calendário de shows de 2026, reunindo fãs de rock japonês e cultura pop em uma celebração especial de sua trajetória internacional.
O Metacritic removeu recentemente a análise de Resident Evil Requiem publicada pelo Videogamer. O motivo foi a substituição da equipe editorial por produção automatizada de conteúdo. A decisão é compreensível. Se não há uma equipe responsável pelo material publicado, existe um problema estrutural no processo de avaliação.
Além das alegações de que o site estaria abrindo espaço para apostas esportivas, é preciso considerar o histórico da plataforma. Conhecendo o fundador do maior agregador de notícias da indústria de games, sei que há uma preocupação constante com a confiabilidade do conteúdo publicado. As análises exigem que sejam produzidas por equipes que, de fato, tenham jogado os títulos, com abordagem opinativa consistente e sem superficialidade.
Já entrei em contato com a empresa anteriormente e recebi uma série de diretrizes que explicam como funciona o processo de avaliação e aceitação de veículos interessados em se tornar parceiros oficiais, com participação ativa na plataforma.
No entanto, a discussão não se limita a esse caso específico
A utilização de textos automatizados não é uma realidade restrita a veículos estrangeiros. No Brasil, há portais — especialmente aqueles orientados por volume, SEO e monetização — que reduziram drasticamente a produção autoral. O processo tornou-se técnico, gera-se um texto com auxílio de IA, realiza-se uma revisão superficial e o conteúdo é publicado. O resultado são análises genéricas, repletas de expressões amplas como “experiência imersiva”, “tensão constante” e “reforça o compromisso“, mas sem exemplificação concreta, descrição detalhada de mecânicas ou contextualização específica da experiência de jogo.
Esse cenário não é desconhecido dentro do próprio mercado. Assessores têm plena consciência quando um texto é superficial ou automatizado. Já houve relato direto de que não seria necessário produzir uma análise aprofundada — bastaria publicar o conteúdo para fins de clipping. Nesse contexto, a prioridade deixa de ser a crítica fundamentada e passa a ser a circulação do link.
Como já aconteceu comigo, muitas vezes minhas análises são publicadas semanas após o lançamento, pois priorizo concluir o jogo antes de escrever a crítica. Ainda assim, sou pressionado a publicar qualquer conteúdo apenas para gerar uma nota para a assessoria.
Essa postura resulta em textos genéricos e prejudica o leitor, que pode decidir comprar um jogo com base naquela avaliação. No fim, alguns recebem benefícios da parceria mesmo entregando algo superficial, enquanto quem busca profundidade precisa lidar com a cobrança por velocidade.
Resident Evil Requiem estreou em 27 de fevereiro com média elevada, sendo apontado como um dos títulos mais bem avaliados da franquia nos últimos anos. A questão que se impõe, entretanto, é outra. Até que ponto essas notas refletem avaliações críticas estruturadas e até que ponto refletem conteúdos produzidos em escala, com baixo nível de aprofundamento? O título, neste fim de semana, em 28 de fevereiro de 2026, registrou seu maior pico de usuários simultâneos, ultrapassando 344 mil jogadores na plataforma Steam para PC Windows. O número demonstra o quanto os fãs aguardavam o lançamento.
(Reprodução – SteamDB)
Tirar um caso evidente era necessário. Mas isso não resolve o problema. A discussão passa por como essas análises são aprovadas, quais critérios realmente são usados e até que ponto existe transparência nesse processo. Porque, no fim, a nota só faz sentido se o texto que a acompanha for desenvolvido com clareza.
Este artigo possui o critério de abordar uma visão real que o autor já presenciou desde sua jornada nesta indústria. Não cita ou nomeia qualquer veículo como ponto de injúria ou difamação. Trata-se de uma visão verdadeira sobre como alguns setores acabam trabalhando de maneira não profissional. O correto seria priorizar a qualidade editorial, independentemente do tamanho de cada veículo.
A Abrin 2026 já se aproxima e, com ela, um novo ciclo para a indústria brasileira de brinquedos. O setor vive um momento de reorganização e amadurecimento, atento ao que acontece nos grandes encontros internacionais — como a Spielwarenmesse, na Alemanha, a Toy Fair New York, nos Estados Unidos, e a Hong Kong Toys & Games Fair, na Ásia. São vitrines globais de tendência e negócios. No Brasil, porém, a Abrin cumpre esse papel com identidade própria e forte presença regional.
De 1º a 4 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo, o evento reúne fabricantes, distribuidores, varejistas e especialistas para apresentar lançamentos, discutir estratégias e mapear oportunidades. Esta feira de brinquedos funciona como termômetro do mercado latino-americano.
Nos estandes, convivem marcas consolidadas — que tradicionalmente marcam presença todos os anos — e empresas emergentes que buscam espaço no varejo nacional. O portfólio exposto vai de brinquedos clássicos, como blocos de montar e jogos educativos, a itens de maior porte, como veículos elétricos infantis e estruturas infláveis. A diversidade reforça a amplitude do setor, que atende desde a primeira infância, pré-adolescente e até o público adulto.
Para o público que acompanha games e cultura pop, há um ponto adicional de interesse. A feira costuma concentrar linhas licenciadas de franquias conhecidas, com brinquedos, action figures, jogos de tabuleiro e produtos colecionáveis baseados em personagens de videogames, séries, filmes e animes. É ali que o varejo conhece, em primeira mão, quais propriedades intelectuais estarão nas prateleiras ao longo do ano e quais marcas fecharam acordos estratégicos de licenciamento.
Entre as tendências, ganham destaque os brinquedos interativos. Não se trata de objetos que “se movem sozinhos”, mas de produtos com recursos eletrônicos integrados, sensores, áudio embarcado ou conexão com aplicativos. A realidade aumentada surge como complemento à experiência física. Ao apontar o celular para determinados elementos do brinquedo, a criança pode acessar conteúdos digitais adicionais, como histórias, animações ou desafios educativos. A proposta é ampliar o potencial lúdico sem substituir a interação manual e criativa.
Para o varejo, o valor da Abrin também está na programação paralela. Workshops e palestras abordam desde visual merchandising e gestão de estoque até indicadores de consumo e comportamento por faixa etária. A feira oferece um ambiente propício para negociações diretas, apresentação de catálogos e definição de condições comerciais diferenciadas. O contato presencial agiliza decisões que, fora dali, muitas vezes dependeriam apenas de comunicação remota.
A Abrin 2026 mantém, portanto, uma dupla função. É vitrine de lançamentos e plataforma estratégica de negócios. Para quem atua — ou pretende atuar — no mercado de brinquedos, trata-se de um ponto de convergência entre tendência, planejamento e relacionamento comercial.
Nosso site estará presente no evento para acompanhar de perto as principais novidades da indústria brasileira de brinquedos. Vamos mostrar o que pode movimentar o mercado ao longo do ano. O foco inclui licenciamentos e colecionáveis ligados a games e cultura pop, em sintonia com um público atento a tendências e produtos que conversam com seu estilo.
Com chegar na Abrin 2026 e seu horário de funcionamento
ABRIN 2026 – 42ª Feira Internacional de Brinquedos
Dias e horários: De 1 a 3 de março, das 10h às 20h / 4 de março, das 10h às 18h.
Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333, São Paulo – SP
A banda japonesa MONO escolheu São Paulo para sediar o último show da turnê mundial do álbum OATH. A apresentação acontece no dia 24 de abril, no Fabrique Club, marcando o encerramento de uma fase importante na trajetória do grupo.
O disco representa a última colaboração com o engenheiro de som Steve Albini, falecido em 2024, parceiro de longa data da banda ao longo de mais de duas décadas.
No momento, os ingressos de 1º lote estão disponíveis apenas na modalidade inteira, enquanto as opções de meia-entrada e meia solidária já se encontram no 2º lote. As vendas acontecem pela plataforma Fastix.
Imagem: Divulgação
Valores atuais:
R$ 210,00 (meia-entrada);
R$ 230,00 (meia solidária);
R$ 380,00 (inteira – 1º lote).
Formado em Tóquio em 1999, o MONO consolidou-se como um dos principais nomes do rock instrumental contemporâneo. O grupo é conhecido pela preferência por gravações em sistema analógico e por dispensar o uso de metrônomo tanto em estúdio quanto ao vivo, priorizando dinâmica e sensibilidade musical.
A formação original conta com Takaakira “Taka” Goto (guitarra), Hideki “Yoda” Suematsu (guitarra) e Tamaki Kunishi (baixo, piano e teclados). Desde 2018, o baterista Dahm Majuri Cipolla integra oficialmente o quarteto.
OATH é o 12º álbum de estúdio do MONO, gravado integralmente em fita e lançado em junho de 2024. O trabalho ganhou significado ainda maior por ter sido finalizado pouco após a morte de Steve Albini, que participou da produção de diversos álbuns da banda ao longo de 20 anos.
Após o show no Brasil, o MONO retorna ao Japão para iniciar a turnê Snowdrop, prevista para começar em julho.
A apresentação em São Paulo promete ser um momento especial para os fãs brasileiros, encerrando oficialmente o ciclo de OATH em grande estilo.
A artista japonesa Yuka Morii, reconhecida entre fãs de Pokémon por suas ilustrações em argila no Trading Card Game, está confirmada no TCGCON 2026. O evento ocorre nos dias 12 e 13 de setembro, no State Innovation Center, localizado na Vila Leopoldina, em São Paulo.
O TCGCON surge como um novo evento dedicado ao universo dos card games e marca o retorno da artista ao país após sua participação no Pokecon em 2024.
Formada pela Universidade de Artes de Tóquio e com mestrado em design de interiores, Yuka Morii construiu uma trajetória de mais de 30 anos como ilustradora, escultora, escritora e professora. Sua habilidade com argila e massa de modelar lhe rendeu reconhecimento internacional, incluindo prêmios por trabalhos desenvolvidos para a marca Nen Do! nos anos 2010.
A artista iniciou sua colaboração com o Pokémon TCG no ano 2000, estreando na coleção Neo Discovery. Desde então, produziu mais de 200 ilustrações, todas caracterizadas por Pokémon esculpidos manualmente em cenários tridimensionais criados pela própria artista, estilo que se tornou sua assinatura visual.
Imagem: Pokémon Trading Card Game
Embora o site oficial do TCGCON ainda esteja em construção, a confirmação da presença de Yuka Morii já movimenta a comunidade de colecionadores e jogadores de Pokémon TCG no Brasil.
A expectativa é de que novas informações sobre ingressos, programação e atividades especiais sejam divulgadas nas próximas semanas.
Resident Evil Requiem começou sua trajetória no PC em ritmo acelerado. Em menos de 45 minutos após a liberação oficial, o jogo atingiu 228.660 jogadores simultâneos na Steam, segundo dados do SteamDB. O número já representa o maior lançamento da franquia na plataforma nas primeiras horas.
Para comparação, Resident Evil 4 Remake alcançou pico histórico de 168.191 jogadores. Resident Evil Village, por sua vez, chegou a 106.631 no seu melhor momento. Requiem supera ambos logo na largada, antes mesmo do primeiro ciclo completo de 24 horas.
O desempenho chama atenção não apenas pelo volume, mas pela velocidade. O pico foi registrado praticamente de imediato, indicando alta concentração de jogadores aguardando a liberação.
(Reprodução)
Outro fator que pode ter contribuído para esse interesse imediato são os vazamentos que circularam nos dias anteriores ao lançamento. Trechos de gameplay e informações não oficiais começaram a aparecer antes da estreia, o que aumentou a curiosidade e alimentou discussões entre fãs da série. Em vez de esfriar o lançamento, o material antecipado parece ter ampliado a expectativa. Visto, que teremos grandes surpresas próximo ao término do jogo, que poderão mudar o destino desta saga de survival horror.
Agora, o comportamento do público ao longo do dia e do fim de semana deve indicar se o título manterá o ritmo e ampliará ainda mais o recorde. De início, Resident Evil Requiem já estabelece um novo parâmetro para a franquia no PC. A Capcom, com esta boa abertura, já poderá trabalhar nos próximos títulos da franquia tranquilamente.
O título já está disponível nas lojas digitais e com descontos na Green Man Gaming, Nuuvem e Humble Bundle. Quem quiser começar hoje mesmo pode garantir sua cópia e entrar no novo capítulo da série.