Durante uma transmissão ao vivo, o diretor da série Inazuma Eleven revelou várias novidades sobre o futuro da franquia. Aproveitando o bom momento e o sucesso de Inazuma Eleven: Victory Road, a LEVEL-5 anunciou um novo jogo focado no público mobile: Inazuma Eleven: Cross.
O título será lançado para iOS e Android, ainda sem data definida. O jogo será gratuito, com compras dentro do aplicativo. Diferente de Victory Road, Cross traz uma história totalmente original e um novo protagonista, substituindo Sasanami Unmei (Destin Bellows).
Em Inazuma Eleven: Cross, o jogador assume o papel de treinador, sendo responsável por montar, gerenciar e definir as estratégias da equipe. As partidas não são controladas jogador a jogador. O resultado depende das decisões táticas do treinador, com a opção de deixar os jogos ocorrerem de forma automática.
(Reprodução/Level-5)(Reprodução)(Reprodução)
A LEVEL-5 também confirmou que as inscrições para o teste beta fechado já estão abertas no Japão, com limite de 20 mil participantes. Os selecionados poderão experimentar o jogo antes do lançamento oficial. Um teaser trailer que apresenta o novo protagonista de Inazuma Eleven: Cross pode ser conferido no início desta publicação.
A empresa também deixou claro que o progresso de Victory Road não poderá ser transferido para Cross. Por outro lado, esses dados não serão descartados e podem voltar a ser úteis em uma futura continuação de Victory Road.
A Capcom confirmou um novo Resident Evil Showcase para o dia 15 de janeiro, às 19h (horário de Brasília). O evento trará novidades e gameplay exclusivo de Resident Evil Requiem, próximo título principal da franquia.
O anúncio foi feito pelas redes oficiais da empresa, acompanhado de um teaser que exibindo o clima mais sombrio e intenso do jogo. Segundo a Capcom, Resident Evil Requiem marca o início de uma nova fase para a série de survival horror.
O jogo já tem data de lançamento definida: 27 de fevereiro de 2026, com versões confirmadas para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2, Steam e Epic Games Store.
Imagem reprodução
O que esperar do evento
Embora a Capcom ainda não tenha detalhado tudo o que será mostrado, os fãs aguardam um showcase com trechos inéditos de gameplay e traga mais informações sobre a proposta do jogo, ambientação e possíveis mudanças na fórmula da franquia.
Existe também a possibilidade de a empresa anunciar uma demo jogável, algo que já aconteceu em lançamentos recentes da série. Normalmente, a Capcom costuma liberar uma demo primeiro no PlayStation 5 e, posteriormente, expandir o acesso para as demais plataformas. No entanto, até o momento, não há confirmação oficial sobre a liberação de uma versão de teste.
O Resident Evil Showcase será transmitido online, com exibição no canal oficial da empresa no YouTube. Nosso site trará as principais informações do evento assim que ele ocorrer.
Nem todo jogo que chega ao mercado entrega o que promete. Alguns aparecem com nomes fortes, orçamento alto ou boas ideias e acabam lembrados pelos motivos errados. Seja por problemas técnicos, decisões de design questionáveis ou simplesmente por serem entediantes, esses títulos se destacaram negativamente e viraram assunto entre jogadores.
Contudo, isso não significa que não existam pessoas que gostem desses jogos. Há inúmeros jogadores que até preferem títulos com otimização problemática, seja pelo desafio extra, seja pelo interesse em platinar nos consoles ou conquistar achievements no PC.
Vale lembrar que a comunidade espera que os jogos sejam bem finalizados, assim como os próprios profissionais envolvidos no desenvolvimento. Ainda assim, por diferentes motivos internos de direção e produção, muitos projetos não chegam ao mercado da forma como o público imaginava.
É por isso que listamos dez jogos para quem tiver interesse em conhecê-los ou experimentá-los. A seleção inclui tanto títulos independentes quanto produções de grande orçamento que, em teoria, deveriam ter figurado entre os concorrentes a jogo do ano nas principais premiações da indústria, algo que não aconteceu pelos motivos citados acima.
Vale destacar que todos os jogos listados foram testados por autores do site ou pelo próprio autor desta publicação.
Os top 10 jogos trash entre 2023 a 2026
Skull Island: Rise of Kong é um dos exemplos mais citados quando o assunto é jogo mal executado. A proposta de controlar o King Kong soa interessante no papel, mas o combate travado, os cenários vazios e a inteligência artificial inconsistente tornam a experiência cansativa rapidamente. Os gráficos datados e o level design repetitivo reforçam a sensação de produto inacabado. Até há uma publicação em nosso site sobre este jogo nesta página.
Imagem reprodução/Gamermill Entertainment
Suicide Squad: Kill the Justice League tentou combinar personagens populares com um modelo de jogo focado em progressão contínua. O resultado foi uma campanha pouco inspirada, missões repetitivas e diversos problemas técnicos no lançamento. Mesmo com atualizações posteriores, o jogo ficou marcado como um projeto que não encontrou sua identidade.
Imagem reprodução/Rocksteady
Skull and Bones passou anos em desenvolvimento e chegou com grandes expectativas. No entanto, o combate naval simplificado, a progressão lenta e a falta de variedade de atividades fizeram com que a experiência se tornasse repetitiva em pouco tempo. A sensação geral é de uma ideia que nunca foi totalmente desenvolvida. Olha que é considerado um dos jogos mais caros desenvolvidos pela Ubisoft e também da indústria dos games.
Imagem jogo Skull and Bones divulgação/Ubi
The Lord of the Rings: Gollum apostou em uma abordagem diferente dentro do universo da Terra-média, focando em furtividade e narrativa. Na prática, a movimentação estranha, o stealth mal ajustado e o visual abaixo do esperado comprometeram o jogo. Ele acabou sendo lembrado mais pelos problemas do que pela proposta. Fique ciente que o jogo havia sido adiado algumas vezes e, ainda assim, não entregou o prometido.
Top 10 Jogos Trash Recentes para Jogar – No Nível do King Kong 15
Dustborn apresenta uma road trip distópica com foco em personagens e diálogos, mas sofre com ritmo irregular e jogabilidade pouco envolvente. O mundo é vazio, o combate não empolga e a tentativa de ser estiloso acaba soando forçada em vários momentos. Ele também foi indicado ao Lemon Game Awards do nosso site e acabou vencendo na categoria do Impacto que não foi. Devido não ter agradado até mesmo usuários que vibram com jogos de Impacto social.
(Reprodução)
Quantum Error foi anunciado como uma experiência de terror psicológico intensa, mas mistura gêneros de forma confusa. O jogo alterna entre horror e tiro em primeira pessoa sem conseguir equilíbrio, além de apresentar problemas de desempenho e design inconsistente. A atmosfera funciona em partes, mas não sustenta a experiência completa. Como um jogo exclusivo na plataforma de PlayStation 5 em seu lançamento, acabou frustrando fãs do console que aguardaram algo imersivo.
Quantum Error — divulgação TeamKill Media
Forspoken chamou atenção pelo visual e pela movimentação mágica, mas perdeu força com um mundo aberto pouco vivo e atividades repetitivas. A narrativa e os diálogos dividiram opiniões, e muitos jogadores sentiram que o potencial apresentado não foi aproveitado. Além de diversos problemas de glichts que geraram “memes” na web fazendo a Square Enix deixar esta franquia no Limbo.
(Divulgação)
Ambulance Life: A Paramedic Simulator: A Nacon tem apostado em diversos títulos na tentativa de emplacar um jogo com apelo global. O problema é que suas iniciativas ao financiar ou publicar alguns jogos independentes não têm gerado a satisfação esperada dos jogadores, nem a rentabilidade financeira desejada. No simulador presente nesta lista, o jogador assume o papel de um paramédico, mas a experiência entrega mecânicas rasas e tarefas excessivamente repetitivas. Os problemas técnicos e a falta de profundidade fazem com que o jogo se torne cansativo em pouco tempo.
(Reprodução)
MindsEye apostou em uma abordagem cinematográfica e futurista, mas falhou em execução. A história confusa, o gameplay básico e o desempenho irregular prejudicam a imersão, fazendo com que o jogo passasse quase despercebido pouco tempo após o lançamento. Eles lançaram em 2025, uma versão gratuita para os usuários poderem conhecer um pouco mais da trama. Algo que mesmo com esta oferta não atraiu jogadores. O que deveria ser uma versão de GTA futurista acabou tornando-se o pior jogo com orçamento AAA.
Imagemreprodução
Code Violet, que inspirou este artigo publicado. Lançado em 10 de janeiro de 2026, acabou não entregando o que muitos esperavam de um suposto sucessor espiritual de Dino Crisis. O jogo foi alvo de críticas negativas intensas, chegando a ser ainda pior avaliado do que Concord. Este último só não aparece na lista por não ser mais jogável, já que se trata de um título online com servidores desligados, mas que certamente mereceria ao menos uma menção honrosa. Uma curiosidade é que o jogo Code Violet foi desenvolvido pela TeamKill Media, o mesmo estúdio responsável por Quantum Error, formando assim uma dobradinha nesta publicação.
Imagem reprodução/TeamKill Media
Por fim, esses jogos mostram que boas ideias, franquias conhecidas ou altos investimentos não garantem uma experiência de qualidade. Ainda assim, todos eles despertam curiosidade e acabam sendo lembrados como exemplos de projetos que deram errado, seja para análise, entretenimento involuntário ou simples curiosidade do jogador.
Os títulos citados podem ser encontrados nas mais diversas plataformas como PlayStation (PS Store), Xbox (Microsoft Store), Nintendo Switch (Nintendo eShop) e PC Windows (Steam, Epic Games Store, GoG).
Fique claro que o Top 10 jogos trash da geração atual não tem o intuito de menosprezar os profissionais que trabalharam nessas produções, tampouco de ofender sua honra. A proposta é servir como um alerta para a indústria, mostrando que, fora dos bastidores, existe uma comunidade que aguarda ansiosamente por enredos instigantes, mundos vastos para explorar e histórias capazes de prender o jogador por horas.
No fim da noite de domingo, 11 de janeiro, atravessando a madrugada da segunda-feira, 12, a 83ª edição do Globo de Ourorevelou os vencedores da premiação de 2026. A cerimônia foi apresentada por Nikki Glaser e premiou nomes já consolidados da indústria, além de destacar atuações que se firmaram como revelações da temporada, ajudando a desenhar o cenário inicial da corrida pelo Oscar.
Antes mesmo da entrega do primeiro troféu, Glaser abriu a noite com um monólogo bem-humorado, que arrancou risadas do público ao abordar, de forma irônica, alguns temas sensíveis e controversos do momento, estabelecendo um clima mais leve para a cerimônia. Ao longo do evento, produções de diferentes países dividiram o protagonismo, exibindo o caráter internacional do Globo de Ouro. O Brasil também marcou presença entre os indicados com O Agente Secreto, levando o cinema nacional a uma das principais vitrines do calendário de premiações.
O principal prêmio da cerimônia ficou com Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, que se consolidou como um grande destaque do Globo de Ouro 2026. A vitória coroa uma trajetória consistente ao longo da temporada e posiciona o longa como um dos títulos mais fortes do ano, tanto em reconhecimento crítico como para indicações ao Oscar.
Para os brasileiros, a noite foi histórica, pois o longa-metragem nacional O Agente Secreto ganhou duas das três premiações que disputou: a primeira como Melhor Filme em Língua Não Inglesa e a segunda como Melhor Ator em Drama, para Wagner Moura, perdendo apenas na categoria de Melhor Filme em Drama.
A série Adolescência levou no Globo de Ouro de 2026 ao conquistar quatro estatuetas, igualando o desempenho de Uma Batalha Após a Outra, que também levou quatro prêmios na cerimônia. Ambas as produções se destacaram entre os vencedores da noite, mostrando força tanto na televisão quanto no cinema.
A seguir, confira todos os vencedores do Globo de Ouro de 2026
Categorias de Cinema
Melhor Filme – Drama
Frankenstein
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet — Vencedor
It Was Just an Accident
O Agente Secreto
Valor Sentimental
Pecadores
Melhor Filme – Musical ou Comédia
Blue Moon
Bugonia
Marty Supreme
No Other Choice
Nouvelle Vague
Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Melhor Filme – Animação
Arco
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito
Elio
Guerreiras do K-Pop — Vencedor
Little Amélie or the Character of Rain
Zootopia 2
Melhor Filme – Língua Não Inglesa
It Was Just an Accident
No Other Choice
O Agente Secreto — Vencedor
Valor Sentimental
Sirât
The Voice of Hind Rajab
Melhor Atriz em Filme – Drama
Jessie Buckley – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet — Vencedora
Jennifer Lawrence – Morra, Amor
Renate Reinsve – Valor Sentimental
Julia Roberts – Depois da Caçada
Tessa Thompson – Hedda
Eva Victor – Sorry, Baby
Melhor Ator em Filme – Drama
Joel Edgerton – Sonhos de Trem
Oscar Isaac – Frankenstein
Dwayne Johnson – Coração de Lutador
Michael B. Jordan – Pecadores
Wagner Moura – O Agente Secreto — Vencedor
Jeremy Allen White – Springsteen: Deliver Me From Nowhere
Melhor Atriz em Filme – Musical ou Comédia
Rose Byrne – Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria — Vencedor
Cynthia Erivo – Wicked: For Good
Kate Hudson – Song Sung Blue – Um Sonho a Dois
Chase Infiniti – Uma Batalha Após a Outra
Amanda Seyfried – O Testamento de Ann Lee
Emma Stone – Bugonia
Melhor Ator em Filme – Musical ou Comédia
Timothée Chalamet – Marty Supreme — Vencedor
George Clooney – Jay Kelly
Leonardo DiCaprio – Uma Batalha Após a Outra
Ethan Hawke – Blue Moon
Lee Byung-Hun – No Other Choice
Jesse Plemons – Bugonia
Melhor Atriz Coadjuvante em Qualquer Filme
Teyana Taylor – Uma Batalha Após a Outra — Vencedora
Emily Blunt – Coração de Lutador
Elle Fanning – Valor Sentimental
Ariana Grande – Wicked: For Good
Inga Ibsdotter Lilleaas – Valor Sentimental
Amy Madigan – A Hora do Mal
Melhor Ator Coadjuvante em Qualquer Filme
Stellan Skarsgård – Valor Sentimental — Vencedor
Benicio Del Toro – Uma Batalha Após a Outra
Jacob Elordi – Frankenstein
Paul Mescal – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Sean Penn – Uma Batalha Após a Outra
Adam Sandler – Jay Kelly
Melhor Diretor – Filme
Paul Thomas Anderson – Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Ryan Coogler – Pecadores
Guillermo del Toro – Frankenstein
Jafar Panahi – It Was Just an Accident
Joachim Trier – Valor Sentimental
Chloé Zhao – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Melhor Roteiro – Filme
Paul Thomas Anderson – Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Ronald Bronstein, Josh Safdie – Marty Supreme
Ryan Coogler – Pecadores
Jafar Panahi – It Was Just an Accident
Eskil Vogt, Joachim Trier – Valor Sentimental
Chloé Zhao, Maggie O’Farrell – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Melhor Trilha Sonora Original – Filme
Alexandre Desplat – Frankenstein
Ludwig Göransson – Pecadores — Vencedor
Jonny Greenwood – Uma Batalha Após a Outra
Kanding Ray – Sirât
Max Richter – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Hans Zimmer – F1: O Filme
Melhor Canção Original – Filme
Golden – Guerreiras do K-Pop — Vencedor
Dream as One – Avatar: Fogo e Cinzas
I Lied to You – Pecadores
No Place Like Home – Wicked: For Good
The Girl in the Bubble – Wicked: For Good
Train Dreams – Sonhos de Trem
Conquista Cinematográfica e de Bilheteria
Avatar: Fogo e Cinzas
F1: O Filme
Guerreiras do K-Pop
Missão: Impossível – A Sentença Final
Pecadores — Vencedor
A Hora do Mal
Wicked: For Good
Zootopia 2
Categorias de Televisão e Outras
Melhor Série de Televisão – Drama
A Diplomata
The Pitt — Vencedor
Pluribus
Ruptura
Cavalos Lentos
The White Lotus
Melhor Série de Televisão – Musical ou Comédia
Abbott Elementary
O Urso
Hacks
Ninguém Quer Isso
Só Assassinatos no Prédio
The Studio — Vencedor
Melhor Série Limitada, Série Antológica ou Filme para Televisão
Adolescência — Vencedor
All Her Fault
O Monstro em Mim
Black Mirror
Morrendo por Sexo
A Namorada
Melhor Atriz em Série de Televisão – Drama
Kathy Bates – Matlock
Britt Lower – Ruptura
Helen Mirren – Mobland
Bella Ramsey – The Last of Us
Keri Russell – A Diplomata
Rhea Seehorn – Pluribus — Vencedora
Melhor Ator em Série de Televisão – Drama
Noah Wyle – The Pitt — Vencedor
Sterling K. Brown – Paradise
Diego Luna – Andor
Gary Oldman – Cavalos Lentos
Mark Ruffalo – Task
Adam Scott – Ruptura
Melhor Atriz em Série de Televisão – Musical ou Comédia
Jean Smart – Hacks — Vencedora
Kristen Bell – Ninguém Quer Isso
Ayo Edebiri – O Urso
Selena Gomez – Só Assassinatos no Prédio
Natasha Lyonne – Poker Face
Jenna Ortega – Wandinha
Melhor Atriz em Série Limitada, Série Antológica ou Filme para Televisão
Claire Danes – O Monstro em Mim
Rashida Jones – Black Mirror
Amanda Seyfried – Long Bright River
Sarah Snook – All Her Fault
Michelle Williams – Morrendo por Sexo — Vencedor
Robin Wright – A Namorada
Melhor Ator em Série de Televisão – Musical ou Comédia
Seth Rogen – The Studio — Vencedor
Adam Brody – Ninguém Quer Isso
Steve Martin – Só Assassinatos no Prédio
Glen Powell – Chad Powers
Martin Short – Só Assassinatos no Prédio
Jeremy Allen White – O Urso
Melhor Atriz Coadjuvante na Televisão
Carrie Coon – The White Lotus
Erin Doherty – Adolescência — Vencedora
Hannah Einbinder – Hacks
Catherine O’Hara – The Studio
Parker Posey – The White Lotus
Aimee-Lou Wood – The White Lotus
Melhor Ator em Série Limitada, Série Antológica ou Filme para Televisão
Jacob Elordi – The Narrow Road to the Deep North
Paul Giamatti – Black Mirror
Stephen Graham – Adolescência — Vencedor
Charlie Hunnam – Monster: The Ed Gein Story
Jude Law – Black Rabbit
Matthew Rhys – O Monstro em Mim
Melhor Ator Coadjuvante na Televisão
Owen Cooper – Adolescência — Vencedor
Billy Crudup – The Morning Show
Walton Goggins – The White Lotus
Jason Isaacs – The White Lotus
Tramell Tillman – Ruptura
Ashley Walters – Adolescência
Melhor Performance em Stand-Up Comedy na Televisão
Bill Maher – Is Anyone Else Seeing This?
Brett Goldstein – The Second Best Night of Your Life
Quando publicamos os lançamentos de janeiro de 2026 na indústria dos games, citamos CODE VIOLET (Código Violeta, em português do Brasil). O título, que é o primeiro exclusivo do ano para PlayStation 5, teve divulgação da Sony, mas parece que o jogo não foi testado antes para essa avaliação de campanha de marketing.
Pois, a própria crítica especializada, que requisitou o jogo antes do lançamento oficial em 10 de janeiro de 2026, parece não ter gostado do título. O jogo deveria ser um sucessor espiritual de Dino Crisis, devido à sua temática e proposta prometida, o que pode frustrar muitos jogadores.
(Divulgação)(Divulgação)
Separei algumas citações de veículos que testaram o jogo:
COGconnected – 55/100 “Embora tenha alguns bons momentos e ambientes bem trabalhados, não consegue criar inimigos que realmente assustem, e bugs prejudicam a experiência.”
SpazioGames – 45/100 “Um produto tímido e confuso, que se apoia na nostalgia sem conseguir gerar medo ou identidade própria.”
IGN – 40/100 “Não é o sucessor de Dino Crisis que esperávamos. Inimigos fracos, história confusa e bugs constantes prejudicam ritmo e equilíbrio.”
Push Square – 40/100 “Combate ruim, exploração tediosa e problemas técnicos tornam difícil recomendar o jogo, mesmo com apenas seis horas de duração.”
Ou seja, todos relatam problemas de bugs, embora hoje todos os jogos da indústria possuam algum tipo de problema de desempenho. CODE VIOLET parece sofrer de falhas recorrentes da desenvolvedora TeamKill Media, como títulos lançados anteriormente, como Quantum Error(2023), que também foi duramente criticado.
Média das notas nas reviews de Code Violet
No MetaCritic, agregador de notas de sites especializados e comunidade, o jogo recebeu 3,8/10, e pelos usuários 2,9/10. Enquanto o Concord (2024) conseguiu uma nota melhor, 6,2/10, e só perdeu para os usuários, que deram 1,7/10. É importante considerar que, normalmente, os sites de crítica costumam atribuir notas menos agressivas. Contudo, em Code Violet, os problemas técnicos são tão aparentes, pelo que citam, que nem isso parece ter sido possível. A seguir, confira uma comparação das métricas das reviews dos dois jogos.
(Reprodução)(Reprodução)
Por fim, o jogo está disponível exclusivamente para o console da Sony, no PlayStation 5. Se você é fã de jogos trash, é uma das opções para jogar e adentrar em um universo que deveria trazer uma nostalgia jurássica.
Quando o estúdio Bones Film foi anunciado como responsável pela adaptação em anime de Gachiakuta, um dos mangás battle shonen mais comentados dos últimos anos, a expectativa do público aumentou imediatamente. Não por acaso: o estúdio carrega um histórico sólido no gênero, com produções consagradas como Fullmetal Alchemist: Brotherhood, Mob Psycho 100, Soul Eater e My Hero Academia. Felizmente, a nova adaptação confirma essa confiança e entrega uma obra que potencializa os pontos fortes do material original criado por Kei Urana. Nesta crítica, apresentamos os pontos que nos levaram a uma conclusão instigante sobre a primeira temporada do anime.
Desde os primeiros episódios, Gachiakuta se destaca pela força de sua animação e pela forma como traduz para a tela a estética urbana, punk e suja do mangá. A direção valoriza o peso dos golpes, a brutalidade dos confrontos e, principalmente, a fúria contida de seu protagonista, Rudo, um jovem marcado pela injustiça e pelo abandono. O que inicialmente pode parecer apenas mais uma narrativa movida por raiva adolescente evolui gradualmente para algo mais complexo, acompanhando o amadurecimento emocional do personagem e explorando o conflito entre ódio, pertencimento e identidade.
A trajetória de Rudo é cruel desde o início. Criado em uma comunidade à margem de uma metrópole opulenta, ele carrega o estigma de ser filho de um criminoso condenado. Após perder a única pessoa que lhe oferecia afeto, Rudo é falsamente acusado de assassinato e descartado como lixo humano em um abismo conhecido como O Poço. O que deveria ser sua sentença de morte se transforma no ponto de partida para uma nova realidade: um vasto deserto de resíduos, abaixo da cidade flutuante chamada Esfera, habitado por monstros formados a partir do próprio lixo da sociedade.
É nesse cenário hostil que Rudo conhece Enjin, um guerreiro que o introduz aos Zeladores, um grupo responsável por enfrentar essas criaturas usando armas especiais conhecidas como Instrumento Personalíssimo, objetos que manifestam poderes a partir do vínculo emocional de seus usuários. Ao despertar sua própria habilidade, Rudo se junta ao grupo não por heroísmo, mas por vingança: seu objetivo é sobreviver, retornar à Esfera e destruir aqueles que o condenaram.
A série constrói sua narrativa a partir desse ódio profundo, expresso tanto na direção de arte quanto na animação agressiva, marcada por cortes secos e olhares carregados de violência. No entanto, Gachiakuta não glorifica essa raiva de forma simplista. Pelo contrário, o anime reflete sobre os perigos desse tipo de mentalidade, especialmente comum em jovens marginalizados. Conforme Rudo passa a conviver com os membros dos Zeladores, surge um conflito interno: o apego crescente ao grupo desafia sua visão de mundo e transforma sua fúria, que passa a se manifestar de maneiras mais complexas e, por vezes, ainda mais destrutivas.
O elenco de apoio também é um dos grandes trunfos da adaptação. Os design chamam atenção imediatamente, com cortes de cabelo marcantes, figurinos dusterpunk e armas improváveis que reforçam a identidade visual do mundo. Há uma coesão estética que remete a um pós-apocalipse estilizado, onde grafites, arte de rua e senso de comunidade contrastam com a violência e a desigualdade social. Kei Urana se destaca, mais uma vez, na construção de personagens femininas fortes e visualmente impactantes, algo ainda pouco comum no battle shonen tradicional.
(Reprodução)
Mesmo quando alguns personagens funcionam inicialmente como alívio ou coadjuvantes, a série encontra espaço para desenvolver histórias de fundo relevantes, muitas vezes integradas às próprias cenas de ação. Isso garante que os confrontos, especialmente os mais longos da segunda metade da temporada, não sejam apenas espetáculo, mas também momentos de aprofundamento emocional.
Evolução técnica da produção
No aspecto técnico, a Bones Film entrega exatamente o que se espera. As batalhas envolvendo os Instrumentos Vitais equilibram coreografias impactantes com elementos táticos, explorando as habilidades específicas de cada personagem. Embora não alcance o nível de excentricidade de títulos como JoJo’s Bizarre Adventure, o anime aposta nos tradicionais jogos mentais do gênero, em que estratégia e leitura do adversário são tão importantes quanto força bruta.
Em seus momentos mais intensos, a produção conta com nomes de peso da animação japonesa, como Yutaka Nakamura, responsável por sequências de ação visualmente impressionantes, repletas de fluidez, impacto e destruição de cenário. Nem todas as cenas atingem esse ápice, mas o padrão geral se mantém alto. Além disso, a direção consegue integrar emoção e simbolismo visual às lutas, garantindo que elas avancem a narrativa e não se limitem a puro exibicionismo técnico.
Se há um ponto fraco em Gachiakuta, ele está no ritmo inicial. A série demora um pouco para alcançar seus momentos mais explosivos, tanto em termos de ação quanto de desenvolvimento dramático. A apresentação do mundo e das desigualdades sociais é interessante, mas a conexão emocional com Rudo e os Zeladores leva tempo para se consolidar. Algumas mudanças bruscas de tom também podem causar estranhamento, incluindo um episódio particularmente pesado que aborda temas sensíveis e poderia ter sido tratado com maior profundidade.
Gamerdito review: a 1ª temporada de Gachiakuta vale a pena?
Ainda assim, o saldo é amplamente positivo. Gachiakuta se estabelece como um anime de ação estiloso e competente, que vai além da violência pela violência. A obra dialoga com questões atuais como exclusão social, raiva juvenil e desigualdade estrutural, abraçando de forma genuína a estética da contracultura, do grafite e da arte de rua, inclusive com a colaboração direta de um artista de grafite no mangá original.
Enquanto a Bones Film mantiver esse nível de produção e Kei Urana continuar expandindo esse universo com consistência, Gachiakuta tem tudo para se firmar como um dos battle shonen mais relevantes da atualidade, muito acima da média do gênero e longe de ser apenas mais um título perdido no “lixão” dos animes de ação.
A 1ª temporada do anime de Gachiakuta está disponível na Crunchyroll e conta com as opções dublada e legendada.
Este texto reflete exclusivamente a visão de seu autor e não representa, necessariamente, a posição do MeuGamer.
O Agente Secreto encerrou sua participação no Globo de Ouro 2026 com duas vitórias. A produção brasileira saiu da cerimônia com os troféus destinados ao cinema internacional e à atuação dramática masculina, com Wagner Moura, sendo superada apenas na principal disputa da noite. Na madrugada desta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, o mundo voltou a reconhecer um talento brasileiro, já conhecido por trabalhos em produções internacionais como Narcos, Elysium, Guerra Civil, e outras.
O filme chegou ao 83º Globo de Ouro com presença em três frentes distintas da premiação e conseguiu converter duas indicações em reconhecimento direto do júri, figurando entre os títulos mais celebrados da edição. O longa-metragem conquistou os prêmios de Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme – Drama, com Wagner Moura.
Na corrida pelo prêmio máximo, o longa brasileiro acabou derrotado por Hamnet, escolhido como o melhor filme de drama do ano. Mesmo assim, o desempenho de O Agente Secreto marca um dos momentos mais expressivos do cinema nacional na história recente do Globo de Ouro.
A vitória marca o primeiro Globo de Ouro da carreira do ator baiano Wagner Moura, de 49 anos, colocando o ator ao lado de Fernanda Torres entre os brasileiros que já venceram a premiação.
Na edição anterior, o Brasil havia batido na trave na disputa internacional, quando Ainda Estou Aqui foi superado por Emilia Pérez. Em 2026, a combinação do prêmio internacional com o reconhecimento individual de Wagner Moura recoloca o país em posição de destaque entre os vencedores da cerimônia. Podemos dizer que é um forte candidato para o OSCAR 2026.
Apesar de ser considerado uma das maiores produções japonesas de todos os tempos, Demon Slayer construiu uma base de fãs que ultrapassa o universo dos animes. A obra expandiu sua presença para diversas mídias e alcançou um patamar de popularidade comparável a franquias históricas como Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball e, mais recentemente, Naruto e One Piece. O longa, que levou o arco final da saga para os cinemas, chegou à premiação como um dos favoritos da categoria.
Ainda assim, a estatueta ficou com outra produção asiática que ganhou força global nos últimos meses. Guerreiras do K-Pop, lançada pela Netflix, conquistou projeção internacional ao combinar animação estilizada com uma trilha sonora que rapidamente viralizou nas plataformas digitais, ampliando seu alcance para além do público tradicional do gênero.
Com a estatueta de Melhor Filme de Animação, Guerreiras do K-Pop também acumulou vitórias em outras categorias da cerimônia, encerrando a noite como um dos títulos mais premiados do Globo de Ouro.
A Toei Company revelou o teaser visual e o vídeo promocional de “Number One Sentai Gozyuger VS Boonboomger”, novo filme da linha V-Cinext que reúne duas equipes do Super Sentai. A produção estreia nos cinemas japoneses em 20 de março, em exibição limitada, com trailer já disponível no YouTube oficial da franquia.
O longa promove o encontro entre Number One Sentai Gozyuger, série comemorativa dos 50 anos do Super Sentai, e Bakuage Sentai Boonboomger, produção imediatamente anterior. O filme também marca os 30 anos da série de crossovers “VS”, iniciada em 1996.
Segundo a sinopse divulgada, a trama gira em torno de um colapso multiversal causado por um vilão conhecido como “Universe No.1”, que provoca a fusão de universos paralelos e força as duas equipes a unirem forças. O elenco inclui os atores principais de Gozyuger e Boonboomger, além da introdução de uma nova forma do personagem Goju Wolf, denominada Saint Goju Wolf, que terá papel central no conflito.
Além da exibição nos cinemas, o lançamento em Blu-ray e DVD está previsto para 29 de julho, incluindo edições especiais exclusivas para o mercado japonês. O vídeo promocional pode ser assistido no início desta publicação.
(Reprodução/Toei)
O anúncio ocorre em meio à reformulação do tokusatsu da Toei com o novo selo PROJECT R.E.D., que passará a ocupar o horário tradicional do Super Sentai na televisão japonesa. Até o momento, não há previsão oficial de lançamento ou exibição do filme no Brasil.
Pathologic 3 chega hoje, 9 de janeiro, ao público carregando uma bagagem curiosa. Mesmo antes do lançamento, o jogo já gerava discussões antigas sobre o que ele realmente é. Continuação direta? Remake? Uma nova versão da mesma história?
Essa confusão não é exatamente um problema novo. Desde o primeiro Pathologic, a série sempre brincou com expectativas, pontos de vista e até com a própria ideia de narrativa linear.
Ao verificar os dados do SteamDB nas primeiras horas após o lançamento oficial, o jogo alcançou mais de 3 mil jogadores simultâneos. Em comparação com os títulos anteriores da franquia, o número representa aproximadamente o dobro do pico registrado por Pathologic 2. Isso indica que a série conseguiu atrair mais jogadores interessados na proposta, na trama e nos elementos instigantes do seu enredo.
(Reprodução)
Novamente o jogo não possui localização para português do Brasil, mesmo com uma base brasileira de fãs que admiram esta franquia. Quem sabe no futuro com aumento das vendas o título possa ser localizado para os brasileiros.
Para quem está chegando agora, vale um pouco de contexto.
O Pathologic original apresentava a mesma tragédia sob a ótica de três personagens diferentes. Anos depois, Pathologic 2 recapitulou esse mundo focando apenas em um deles, no Artemy Burakh, conhecido como Haruspex. Apesar de muita gente chamar o jogo de remake, a própria Ice-Pick Lodge evitou esse termo, deixando claro que a ideia não era simplesmente refazer o original, mas reinterpretá-lo.
Pathologic 3 segue essa lógica. Agora, o foco está no Bachelor, Daniil Dankovsky, e tudo é reconstruído a partir da forma como ele enxerga a cidade, a praga e as pessoas ao seu redor. Isso não significa apenas trocar o protagonista, mas mudar a forma como o jogador interage com o mundo e toma decisões.
Pathologic 3 ultrapassa 3 mil jogadores simultâneos: continuação, remake ou outra coisa? 27Pathologic 3 ultrapassa 3 mil jogadores simultâneos: continuação, remake ou outra coisa? 28
Quem já acompanhava o projeto sabia que o jogo se distanciaria bastante do que veio antes. Elementos tradicionais da série dão lugar a novas mecânicas, novas estruturas e uma abordagem diferente da mesma história. O cenário é familiar, mas a experiência não é.
No lançamento, Pathologic 3 já começa dividindo opiniões, algo quase esperado para a franquia. Não é um jogo que tenta agradar todo mundo, nem se explicar demais. Para quem já conhece a série, ele funciona como mais uma camada desse universo estranho e desconfortável. Para quem está chegando agora, é uma porta de entrada possível, ainda que exigente. O sistema de viagem no tempo é uma questão mirabolante, mas o jogador descobre informações interessantes ao longo de cada dia.
No fim das contas, Pathologic 3 não parece interessado em responder definitivamente o que ele é. Assim como os jogos anteriores, ele prefere levantar perguntas e deixar o jogador lidar com elas.
E talvez seja exatamente isso que os fãs esperavam. Preparem-se: a peste está se alastrando.