Arc Raiders se destaca entre os jogos mais jogados nas férias de verão de 2026

0

Citar Counter-Strike 2, Dota e Fortnite como os mais jogados é um grande clichê, já que esses títulos costumam permanecer no topo. Porém, Arc Raiders, da Embark Studios, obteve seu quarto melhor pico de usuários simultâneos desde seu lançamento oficial, em 30 de outubro de 2025. Normalmente, jogos de extração ou tiro em primeira pessoa — e até mesmo com temática em terceira pessoa, como é o caso aqui — costumam ter uma queda acintosa após as primeiras semanas. Com este título, no entanto, ocorreu o inverso: ele aumentou sua base de usuários e, agora, nas férias de verão de 2026, os jogadores parecem estar aproveitando ainda mais.

Leia também:

Menciono “verão” por estar escrevendo diretamente do Brasil, mas poderia ser “férias de inverno” se o recorte fosse os Estados Unidos. Contudo, o jogo continua atraindo usuários dos mais diversos estilos. Até jogadores que são fãs dessa temática estão aproveitando para passar o tempo ou aliviar o estresse do cotidiano. Além disso, Arc Raiders, na minha visão, é um escape para aqueles jogadores que aguardam um Tom Clancy’s The Division 3, atualmente sob os cuidados da Massive Entertainment, estúdio da Ubisoft.

Mesmo com a promessa de estarem recrutando talentos da indústria dos games para colaborar com o projeto, ainda há dúvidas sobre quando esse título será lançado. Isso se deve a uma série de problemas internos que a empresa francesa vem enfrentando, somados ao seu processo de reestruturação.

A verdade é que a Embark Studios não tem nada a ver com isso e está colhendo os frutos de entregar imersão aos jogadores que gostam do gênero de extração. Escape From Tarkov, que deveria ter conquistado jogadores suficientes para bater picos de 100 mil usuários simultâneos, acabou esbarrando em problemas técnicos e não atingiu sequer metade do que se esperava.

A diferença é que, no Top 10 da plataforma Steam entre os títulos com mais jogadores simultâneos, apenas Arc Raiders conseguiu ultrapassar a marca de 250 mil usuários, mantendo números em alta ou estáveis nos últimos dois meses. Uma façanha realmente respeitável, especialmente ao considerar que se trata de um jogo pago e de uma franquia nova — algo que nem mesmo Battlefield 6, com um pico de 747 mil usuários, conseguiu sustentar por tanto tempo em atividade.

O Top 20 mais desejado da indústria dos games

Utilizando o SteamDB como base estatística ao mensurar os 20 jogos mais jogados, percebe-se que, com exceção dos títulos gratuitos como Counter-Strike 2, Dota 2 e PUBG: Battlegrounds — que outrora já foi pago —, Rust é o único que oscila na casa dos 200 mil usuários sendo um jogo pago. O que se mantém estável por esses longos meses, como citamos, é Arc Raiders.

Estatísticas dos 20 jogos mais jogados na paltaforma Steam em janeiro de 2026
Estatística do site SteamDB sobre o Top 20 da primeira semana de Janeiro

Esta é apenas uma análise baseada na versão para PC Windows, sem mencionar os dados dos usuários que jogam nos consoles PlayStation 5, da Sony, e Xbox Series X|S, da Microsoft. Esses números podem facilmente dobrar, o que acabou tornando o estúdio sueco milionário, com dividendos satisfatórios para expandir o universo da franquia com novos conteúdos. Quem sabe até trazer um novo título, lembrando que eles também possuem em seu currículo o jogo de tiro tático The Finals, já abordado em artigo no site.

Por isso, podemos afirmar que o jogo do verão de 2026, entre os mais jogados por questões óbvias, é Arc Raiders. O título demonstra que, quando os desenvolvedores ouvem sua comunidade, a indústria dos games pode continuar sendo lucrativa. Trata-se de uma amostra para os veteranos de que a base de fãs ainda sabe provocar tendências.

Para quem nunca jogou, o título pode ser encontrado no PC Windows via Steam, na PlayStation Store para PS5, na Microsoft Store para Xbox e em outras lojas digitais.


Fique ciente de que o nosso site não possui vínculo com nenhuma das marcas e empresas citadas nesta publicação, mas atua com base no interesse direto dos nossos leitores em saber o que jogar neste período que é considerado férias em território brasileiro.

Entre o Medo e a Euforia: O futuro do Tokusatsu em 2026

0

2026 promete muito para os fãs de tokusatsu — tanto com novas séries quanto com projetos importantes para os games brasileiros. Para muitos de nós, este pode ser lembrado como “o ano do tokusatsu”. Porém, nem tudo será festa, pois teremos a despedida temporária de Super Sentai, que entrará oficialmente em hiato. Devido ao retorno dos Metal Heroes com Gavan Infinity, dentro do ambicioso projeto da Toei Company, o PROJECT R.E.D., que pretende reunir os heróis vermelhos do multiverso da Toei.

Leia também:

Confesso que tenho um certo receio, porque, segundo declarações de Shinichiro Shirakura, Diretor da Toei, o projeto pode seguir uma linha parecida com o MCU (Universo Cinematográfico Marvel) — algo que, na minha opinião, corre o risco de descaracterizar o estilo tradicional das produções japonesas.

Ainda falando da Toei, entraremos no novo arco de Kamen Rider Zeztz, cujo pôster já apresentou novos Riders. Poderemos acompanhar por simulcast e dublagem no canal oficial da Tokusato, no YouTube, todos os sábados, às 23h30. Já a Tsuburaya encerra Ultraman Omega e inicia os recaps do Chronicles, enquanto aguardamos o anúncio do novo Ultraman por volta do meio do ano.

O tokusatsu também volta à TV aberta pela TV Cultura. Durante a CCXP 2025, foi confirmado o retorno de Ryukendo, completo e dublado, já em janeiro. E, falando em dublagem, teremos Kamen Rider Kabuto — vencedor da votação do ano passado — recebendo dublagem oficial pela Sato, em comemoração aos seus 20 anos. É uma série que divide fãs, mas continua entre os populares dos Riders.

No cinema, ganhamos o trailer de Godzilla Minus Zero, sequência de Minus One, que aumentou ainda mais a expectativa dos fãs de Kaiju. No mundo dos animes, teremos um novo arco de Tojima Tanzaburo: Quer Ser um Kamen Rider, elogiado pela qualidade da animação.

Para encerrar, o estúdio brasileiro Gixxer Entertainment vem trabalhando há algum tempo em seu próximo projeto, um jogo inspirado nos heróis míticos da cultura asiática. O hack’n slash nacional Changer Seven carrega fortes referências ao tokusatsu, tanto na estética quanto na proposta narrativa. O jogo chega este ano e contará com participações de Colônia Contra-Ataca, Miura Jam, Ricardo Cruz, Moria e outras personalidades do meio —; além de ter recebido apoio e conselhos de Katsuhiro Harada, produtor de Tekken.

O esclarecimento das minhas dúvidas sobre Gavan Infinity permite observar 2026 com maior clareza. O tokusatsu se projeta para um período de crescimento e reorganização, buscando novos públicos e maior relevância no cenário audiovisual.

Onde assistir ao showcase da NVIDIA na CES 2026

0

A NVIDIA realiza seu principal showcase durante a CES 2026 no dia 5 de janeiro, com apresentação comandada por Jensen Huang, fundador e CEO da empresa. O evento é um dos mais aguardados da feira, especialmente por concentrar anúncios ligados a GPUs, inteligência artificial e novas arquiteturas gráficas.

Leia também:

Horário e onde assistir

A apresentação da NVIDIA acontece no dia 5 de janeiro, às 18h00 (horário de Brasília).
A transmissão será feita ao vivo e gratuitamente pelo site oficial da empresa:

O site oficial da NVIDIA disponibilizará a transmissão ao vivo, assim como os canais oficiais da empresa em plataformas digitais, incluindo o YouTube.

O acesso é aberto ao público e não exige cadastro prévio, sendo a principal forma de acompanhar o evento fora do ambiente presencial da CES.

O que esperar da apresentação da NVIDIA

Tradicionalmente, o showcase da NVIDIA na CES costuma trazer:

  • novidades em placas de vídeo GeForce;
  • avanços em IA generativa e computação acelerada;
  • aplicações voltadas a games, criação de conteúdo e data centers;
  • demonstrações técnicas conduzidas pelo próprio Jensen Huang.

Os keynotes são sempre desejados pelo público e imprensa que acaba obtendo informações em primeira mão.

Mesmo quando não há lançamentos imediatos, a empresa costuma usar o palco para reforçar direções estratégicas e apresentar tecnologias que impactam diretamente a indústria.

Detalhe: os participantes que estiverem oficialmente no evento e visitarem o estande da NVIDIA recebem um pin exclusivo ao escanear o QR Code da empresa. Ao completar missões e subir de níveis, é possível ser recompensado em um sorteio especial, com prêmios que vão desde copos estilo Stanley, AGX ORIN, DGX SPARK, até uma placa de vídeo GeForce RTX 4080 Super autografada por Jensen Huang. A seguir, observe a imagem:

Participantes da CES 2026 visitam o estande da NVIDIA, escaneiam o QR Code e ganham pin exclusivo, podendo participar de sorteio de prêmios como AGX ORIN, DGX SPARK e GeForce RTX 4080 autografada por Jensen Huang.
(Reprodução)

Sobre o acesso antecipado

A cobertura presencial e ações fechadas, com spoiler, tiveram vagas limitadas durante a CES 2026. Apesar da tentativa de participação nessas prévias, não houve aprovação para acesso antecipado ao nosso veículo pela empresa. Com isso, a transmissão oficial segue como a principal alternativa para acompanhar todos os anúncios em tempo real.

Silksong desbanca Clair Obscur: Expedition 33 no Steam Awards 2025

0

Depois de dominar o The Game Awards 2025 como se fosse dono da festa, Clair Obscur: Expedition 33 chegou confiante ao Steam Awards. Só esqueceu de um detalhe; quem vota lá é o público. E o público decidiu diferente.

Leia também:

No Steam Awards 2025 — ou, como a maioria conhece por aqui, os Prêmios Steam — o grande vencedor foi Hollow Knight: Silksong. O jogo levou o prêmio de Jogo do Ano e ainda faturou a curiosa categoria “Melhor jogo que você joga mal”, deixando claro que errar faz parte da experiência. E que ninguém se importa.

Enquanto isso, Clair Obscur saiu com apenas um troféu: Melhor Trilha Sonora. Um prêmio justo, diga-se, mas que soa quase como um “obrigado pela participação” depois do desempenho esmagador no The Game Awards.

Premio na Categoria "Melhor trilha sonora" para Clair Obscur: Expedition 33
(Divulgação)

O contraste entre as duas premiações não passa despercebido. De um lado, a crítica consagrou Clair Obscur. Do outro, os jogadores escolheram Silksong. Com votação aberta aos jogadores, o resultado acabou favorecendo o título que teve maior presença e engajamento na base de usuários da Steam.

Isso não significa que o jogo do estúdio Sandfall Interactive não tenha merecido todas as estatuetas conquistadas no TGA 2025. O que acontece, na verdade, é que Silksong foi um título aguardado por tanto tempo que o fator nostalgia e o apego dos fãs provavelmente falaram mais alto. Ainda mais considerando que a execução do jogo recebeu o mesmo nível de cuidado e capricho visto no primeiro Hollow Knight.

Também vale lembrar que os Prêmios Steam costumam trazer surpresas. Por serem decididos pelo público, algumas categorias acabam refletindo votos de protesto ou reações momentâneas, algo que já aconteceu em anos anteriores.

DuneCrawl um jogo cooperativo em cima de crustáceos, chega em 5 de janeiro

0

Após sucessos como Apotheon e Wytchwood, a desenvolvedora independente Alientrap retorna com DuneCrawl, um jogo de mundo aberto multicolorido. O jogador percorre locais desérticos de área em cima de um gigantesco crustáceo, com poder bélico incrível. Além de jogar em modo cooperativo ou solo para conseguir adentrar nesse mar de areia.

Leia também:

Uma demonstração está disponível, que ao menos só consegui jogar com outra pessoa, sem encontrar três jogadores como prometido. Ainda assim, é um título mais fluido de jogar com mais de um jogador. A arte do jogo é incrível, isso não posso negar, mas algumas melhorias percebidas na demonstração necessitam de ajustes. A trama em cima é bem escrita, mas as missões precisam de uma imersão mais profunda. A diversão no geral é interessante, se você leitor, gosta desse estilo de arte e visão isométrica para se aventurar, é interessante testar.

O mapa exibe vários locais para percorrer e ir completando missões. O veículo que usamos é utilizado em vários momentos, nos deixando como se fosse uma fortificação, como um tanque, sendo necessário batalhar com outros inimigos para sair vitorioso nos chefões. Nesse momento, devido aos diversos esquemas que temos que fazer nesses crustáceos, funciona melhor jogando com outros amigos.

A questão do combate é que os golpes do nosso personagem contra inimigos e objetos do cenário funcionam literalmente como um mini dash, o que pode incomodar, assim como os oponentes que atacam da mesma forma. Na minha visão, eles deveriam equilibrar e modificar esse tipo de ataque, e essa crítica vem da minha experiência de já ter testado milhares de jogos.

No entanto, ainda é um título que merece atenção e, se estiver na dúvida, recomendo jogar a demonstração grátis enquanto ela estiver disponível para perceber se vale a pena ou não adquirir o título.

Estou adicionando o link para o Steam para que vocês, que jogam no PC, consigam testar o título antes que sua demo fique indisponível. Bem como estou publicando os requisitos de sistema para verificação se o seu setup possui possibilidades de rodar o jogo. Apesar de que, na minha opinião, não exige periféricos de última geração.

Requisitos de sistema para o jogo DuneCrawl

Mínimos:
Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
SO*: Windows 7/8.1/10 (64-bit versions)
Processador: Intel Core i5-2400/AMD FX-8320 ou superior
Memória: 8 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GTX 670 2GB/AMD Radeon HD 7870 2GB ou superior
Armazenamento: 6 GB de espaço disponível

Por fim, DuneCrawl tem lançamento oficial marcado para 5 de janeiro de 2026, exclusivamente para PC (Windows) via Steam.

Quando algo fica “Maduro” para a indústria dos games

0

Existem momentos em que uma palavra passa a circular com mais força do que o normal, mas isso não muda o sentido que ela sempre teve dentro dos games. Quando falamos em algo “maduro”, estamos falando de evolução criativa, de decisões mais conscientes e da coragem de sair do lugar comum. E depois do que Battlefield 6 entregou, fica difícil ignorar essa sensação.

Não se trata de pessoas, manchetes ou acontecimentos fora do universo dos jogos. Aqui, o “maduro” é outro. É o estágio em que uma franquia entende o próprio peso e percebe que repetir fórmulas já não é suficiente.

O bom momento vivido por Battlefield 6 ajuda a reforçar essa leitura. O jogo conseguiu recuperar parte da confiança do público ao entregar mapas mais bem pensados, sistemas mais sólidos e uma experiência que voltou a valorizar o que sempre definiu a série. Isso, por si só, já indica uma mudança de postura. Com centenas de milhares de usuários em simultâneos em seu período de lançamento na plataforma Steam.

Quando uma franquia chega a esse ponto, surge a pergunta natural: para onde ir depois?

Há anos, Battlefield gira em torno dos mesmos tipos de cenários. Conflitos genéricos, regiões já saturadas e ambientes que o público reconhece de longe. A América Latina, por outro lado, segue praticamente intocada pelas grandes produções do gênero, apesar de reunir elementos que sempre funcionaram muito bem na franquia.

Venezuela, Colômbia e Brasil, por exemplo, oferecem uma diversidade rara. Selvas fechadas, rios extensos, grandes centros urbanos, áreas industriais e regiões de fronteira poderiam coexistir em mapas que exploram verticalidade, destruição e deslocamento em larga escala. Tudo isso conversa diretamente com o DNA da série.

Mas amadurecer também significa saber onde pisar. Um jogo ambientado na América Latina exigiria cuidado. Representações rasas ou estereotipadas não só soariam ultrapassadas como comprometeriam qualquer tentativa de inovação. A indústria já mostrou, em outras ocasiões, que nem sempre acerta quando tenta simplificar realidades complexas.

Ainda assim, se bem trabalhado, um Battlefield 7 ambientado na região poderia marcar um novo momento para a franquia. Não por choque ou provocação, mas por escolha criativa. Por mostrar que já existe espaço para olhar além dos cenários tradicionais sem perder identidade.

Isso também se aplicaria a Call of Duty, já que Black Ops 7 não alcançou o sucesso esperado. Considerando que a franquia já explorou cenários na América Central e, no passado, até o Rio de Janeiro. Um título ambientado na América do Sul poderia representar um diferencial estratégico, ajudando a recuperar o fôlego da série e evitando um novo desempenho abaixo do esperado em vendas, como ocorreu com o lançamento mais recente.

Quando algo realmente fica “maduro” para a indústria dos games, o avanço não vem do exagero, mas da confiança em fazer diferente. Talvez o próximo passo de Battlefield não esteja em ir mais longe no tempo, mas em olhar para lugares que sempre estiveram ali, esperando para serem explorados.

Após Green Hell, Creepy Jar lança StarRupture em Acesso Antecipado

0

Conhecida por Green Hell, a Creepy Jar prepara a estreia de StarRupture em Acesso Antecipado nesta semana. O novo projeto marca uma mudança clara de cenário em relação à selva hostil que consagrou o estúdio, apostando agora em um planeta alienígena instável, com foco em construção de base, automação industrial e combates contra hordas de criaturas. O título está marcado para chegar ao PC Windows via plataforma Steam em 6 de janeiro de 2026.

Leia também:

Enquanto Green Hell ganhou reconhecimento por seu sistema de sobrevivência mais cru, quase punitivo, StarRupture segue por um caminho diferente. A proposta combina exploração em mundo aberto com extração de recursos, produção em cadeia e defesa territorial, tudo em primeira pessoa e com suporte a modo cooperativo online para até quatro jogadores.

O planeta em que o jogo se passa não é apenas um pano de fundo. Cataclismos recorrentes alteram o ambiente, exigindo adaptação constante, seja no posicionamento da base, na gestão de energia ou na própria sobrevivência. A presença de temperaturas extremas e criaturas agressivas funciona como pressão contínua, especialmente durante a expansão do sistema industrial. À primeira vista, a sinopse não soa especialmente inovadora. Ainda assim, vale lembrar que Green Hell atingiu em dezembro de 2025 seu maior pico de jogadores simultâneos, mesmo seis anos após o lançamento. Isso abre espaço para imaginar que o novo projeto possa atrair jogadores que já demonstram cansaço com fórmulas repetidas no gênero.

No Acesso Antecipado, a Creepy Jar visa liberar boa parte das mecânicas centrais: exploração, mineração, automação, construção e combate, tanto no modo solo quanto no cooperativo. A versão completa, segundo o estúdio, deve ampliar biomas, inimigos e estruturas, além de introduzir um conteúdo de endgame mais robusto — algo que ainda ficará para o futuro.

Requisitos de sistema – StarRupture (PC)

Requisitos mínimos

  • Sistema operacional: Windows 10 ou superior (64 bits)
  • Processador: Intel Core i5-8400 ou AMD Ryzen 5 2600
  • Memória: 16 GB de RAM
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1060 (6 GB VRAM) ou AMD Radeon RX 580 (8 GB VRAM)
  • DirectX: Versão 12
  • Armazenamento: 45 GB de espaço disponível
  • Observações: SSD obrigatório. Conexão com a internet necessária para o modo multiplayer

Requisitos recomendados

  • Sistema operacional: Windows 10 ou superior (64 bits)
  • Processador: Intel Core i5-11400F ou AMD Ryzen 5 3600
  • Memória: 16 GB de RAM
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce RTX 3060 (8 GB VRAM) ou AMD Radeon RX 7600 (8 GB VRAM)
  • DirectX: Versão 12
  • Armazenamento: 45 GB de espaço disponível
  • Observações: SSD obrigatório. Conexão com a internet necessária para o modo multiplayer

StarRupture chega oficialmente ao Acesso Antecipado em 6 de janeiro de 2026, exclusivamente para PC via Steam. Se o novo projeto conseguirá repetir o impacto de Green Hell é algo que só o tempo e a resposta da comunidade vão mostrar, mas a base apresentada indica um jogo que merece ser observado com atenção durante seu desenvolvimento. Se for adquirir o título, recomendo “bombardear” os desenvolvedores com feedbacks para melhorias na versão “1.0”.

Preço oficial do jogo StarRupture

Até o momento, a Creepy Jar divulgou apenas os valores internacionais de StarRupture. No Acesso Antecipado, o jogo será vendido por US$ 15,99 durante o período inicial, passando para US$ 19,99 após o fim do desconto. O preço em reais ainda não foi informado, e o valor em BRL deve ser definido apenas no lançamento oficial na Steam. O MeuGamer publicará uma atualização com os preços localizados assim que a página brasileira for liberada. Observe que o jogo também terá legendas e interface em português do Brasil, auxiliando os jogadores compreenderem melhor sobre os desafios e missões proposta pela trama.

Caso estejam prontos para Ruptura estelar é um jogo para testar e ter suas próprias conclusões!

CES 2026 — Samsung The First Look: Onde assistir e expectativas

0

A Samsung abre oficialmente a CES 2026 com seu evento anual “The First Look”, marcado para 4 de janeiro às 23h59 (horário de Brasília) ou se preferir no início da madrugada do dia 5 de janeiro. A apresentação será transmitida ao vivo via Samsung TV Plus, canal oficial no YouTube e pelo seu Newsroom, sem necessidade de assinatura ou cadastro, permitindo que os consumidores e profissionais acompanhem em tempo real. Em dezembro, eles publicaram um teaser de contagem regressiva para deixar os usuários que admiram os produtos da empresa aguardando este momento.

Leia também:

Tradicionalmente, o The First Look serve para traçar a visão estratégica da Samsung para o ano, destacando o papel da inteligência artificial integrada ao ecossistema de produtos, desde smart TVs e dispositivos domésticos até soluções móveis e conectividade. Para 2026, a empresa intensifica o foco em AI aplicada ao cotidiano, visando experiências mais inteligentes e conectadas em diferentes categorias.

Este evento deve revelar os planos da Samsung para produtos IA-driven, possíveis customizações de UX em TVs e eletrodomésticos inteligentes, além de uma visão alinhada ao conceito “AI em casa e em movimento”.

Detalhes da transmissão ao vivo da Samsung na CES 2026:

  • Data: segunda-feira, 4 de janeiro
  • Horário: 23h59 (horário de Brasília)
  • Onde assistir: transmissão ao vivo no YouTube

Por fim, que os detalhes mais importantes exibidos na apresentação publicaremos em nosso site.

AMD leva novidades à CES 2026: horário e onde assistir

0

A AMD marca presença na CES 2026 como uma das empresas mais aguardadas do evento, com expectativa de apresentar avanços importantes em seu portfólio de produtos e tecnologias. A companhia deve destacar novidades relacionadas a processadores, soluções gráficas, plataformas de computação de alto desempenho e aplicações em inteligência artificial, áreas estratégicas que vêm moldando o futuro do setor.

Leia também:

Por isso, esta apresentação, que será conduzida pela presidente e CEO da empresa, Dra. Lisa Su, deve servir como uma vitrine para mostrar como a AMD pretende expandir e consolidar seu ecossistema. Além de indicar os próximos passos da marca em diferentes mercados, do consumidor final ao segmento corporativo e industrial. Para o público, é uma oportunidade de entender como essas soluções podem impactar desde o uso cotidiano até aplicações em larga escala.

Nossa expectativa é acompanhar de perto o que a empresa irá revelar de seu portfólio, observando tanto os anúncios de novos produtos quanto a evolução das tecnologias já conhecidas, que costumam ganhar refinamentos importantes a cada edição da feira.

Detalhes da transmissão ao vivo da AMD na CES 2026:

  • Data: segunda-feira, 5 de janeiro
  • Horário: 23h15 (horário de Brasília)
  • Onde assistir: transmissão ao vivo no YouTube
CEO Lisa SU apresentação da AMD na CES 2026
(Reprodução)

Se desejar, basta clicar no vídeo acima quando sua transmissão ao vivo for liberada na íntegra.

Gachiakuta: The Game é anunciado para consoles e PC

Gachiakuta, um dos animes de maior destaque de 2025 entre os assinantes da Crunchyroll, terá sua expansão para o universo dos games oficialmente confirmada. A adaptação está sendo desenvolvida pela Com2uS e surpreende ao não seguir o caminho tradicional dos jogos mobile, apostando diretamente em uma experiência completa para consoles e PC. O anúncio, revelado no fim do último ano, é uma entrada para alegar sua base que deseja ter mais conteúdos dos personagens em outras mídias.

Leia também:

Intitulado Gachiakuta: The Game, o projeto será um RPG de ação com elementos de sobrevivência, previsto para PlayStation 5, Xbox Series e PC. Ainda sem data de lançamento definida, o jogo promete transportar os jogadores para o mundo brutal e estilizado criado por Kei Urana, com colaboração artística de Hideyoshi Andou, mantendo a identidade visual marcante e o clima pesado do mangá e do anime.

A proposta é permitir que os fãs explorem o universo de Gachiakuta de forma mais profunda, enfrentando ameaças, sobrevivendo em ambientes hostis e vivenciando a narrativa sob uma nova perspectiva interativa. A Com2uS já divulgou um trailer de anúncio, focado em apresentar o conceito do jogo, enquanto um vídeo mais detalhado, com gameplay e gráficos, está previsto para ser revelado em breve.

Para quem acompanha o sucesso do anime e busca novas formas de se conectar com a obra, Gachiakuta: The Game surge como uma das adaptações mais promissoras do gênero, ampliando o alcance da franquia para além da animação. Apesar de o trailer de anúncio não revelar muitos detalhes do título, é possível perceber que o embate será intenso, como já presenciamos no mangá e, mais recentemente, no anime. Assista ao vídeo de revelação no início desta publicação.

Gachiakuta: The Game imagem de divulgação oficial do jogo.
Imagem reprodução

Sobre Gachiakuta

Gachiakuta é uma obra que mistura ação intensa, crítica social e um universo visualmente marcante. A história acompanha Rudo, um jovem que vive à margem de uma cidade rica e desigual, onde tudo o que é considerado inútil é descartado, inclusive pessoas. Após ser acusado injustamente de um crime, ele é lançado no Poço, um abismo repleto de lixo, criaturas monstruosas e perigos constantes.

Nesse ambiente hostil, Rudo descobre a existência dos Zeladores, guerreiros que utilizam objetos descartados como armas especiais, transformando rejeitos em instrumentos de sobrevivência. Mais do que um shonen de batalhas, Gachiakuta se destaca por abordar temas como exclusão social, injustiça e valor humano, combinando um enredo sombrio com uma identidade artística única e combates brutais.

A 1ª temporada do anime está disponível na Crunchyroll, com as opções dublada e legendada. Além disso, o mangá escrito e ilustrado por Kei Urana e com parceria de Andō Hideyoshi, na parte de design de graffiti e conta com 17 volumes compilados. No Brasil, o mangá está sendo publicado pela editora Panini.