As demissões da Epic Games podem abrir espaço para uma gigante do entretenimento

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A Epic Games demitiu mais de mil funcionários no fim de março de 2026, cerca de 20% da empresa. O motivo não é difícil de entender. O Fortnite já não tem o mesmo nível de engajamento de antes, e os custos começaram a pesar mais do que a receita. O próprio Tim Sweeney deixou isso claro. Mas olhando para esse movimento, dá para pensar em outra coisa além de um simples corte de gastos.

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Quando uma empresa desse tamanho passa por uma redução desse nível, ela não só economiza. Ela também se reorganiza, fica mais enxuta, mais fácil de administrar e, em alguns casos, até mais viável para uma possível aquisição. É nesse ponto que a Disney entra como possibilidade. Essa informação vem do episódio do podcast The Town, apresentado por Matthew Belloni com a participação do jornalista Alex Heath.

A empresa já tem uma relação próxima com a Epic, desde o investimento feito em 2024. Não é um contato distante. Existe acompanhamento, interesse e uma conexão já construída. Com o Josh D’Amaro à frente, novo CEO da gigante dos contos de fada, esse movimento em direção ao digital parece ganhar mais peso.

(Esquerda) Dana Walden e Josh D'Amaro
(Esquerda) Dana Walden e Josh D’Amaro ( Créditos: TWDC)

Se olhar pelo lado estratégico, a combinação faz sentido. A Disney tem algumas das maiores propriedades intelectuais do mercado, mas ainda depende de terceiros para transformar isso em experiências interativas. A Epic já resolve essa parte. O Unreal Engine é um dos maiores motores gráficos na indústria dos games, e o próprio Fortnite já funciona como algo maior do que um jogo tradicional.

Ao mesmo tempo, não é um cenário simples. A Epic continua sendo uma empresa privada e tem a Tencent como acionista relevante, o que pode dificultar qualquer negociação. Além disso, mesmo com a queda, Fortnite ainda gera receita considerável, o que reduz a urgência de uma venda. Embora, ninguém imaginasse que a Warner Bros. Discovery entraria em um acordo recente gerando uma corrida histórica entre Netflix e Paramount Skydance. Descartar qualquer possibilidade de uma futura aquisição seria ignorar os fatos atuais.

Por isso, talvez o caminho não seja uma aquisição direta. Pode ser um aumento de participação, uma parceria mais profunda ou um desenvolvimento conjunto de projetos maiores. São movimentos que exigem menos risco e mantêm mais flexibilidade.

No fim, não há nada confirmado, e essa ligação entre as demissões e uma possível aquisição ainda é especulativa. Mas o contexto mudou. A gigante do maior jogo de battle royale está se ajustando internamente, e a Disney já está posicionada próxima. Isso, por si só, já torna esse tipo de cenário mais possível do que parecia antes.

Agora, minha opinião sincera é que, para uma gigante do entretenimento como a Disney, adquirir uma empresa consolidada e com experiência no mercado de games é bem mais inteligente do que começar algo do zero. Eles já sabem como funciona todo o processo, como aconteceu com a Marvel Studios, a Fox e outras aquisições que ajudaram a formar o conglomerado atual.

Se pensarmos no impacto que isso poderia ter para a indústria dos games, basta olhar para o passado: muitos títulos interessantes levavam o selo da Disney Interactive Studios. Vários jogos foram bastante aclamados, como a série Kingdom Hearts (em parceria com a Square Enix), Epic Mickey, Disney Infinity, DuckTales: Remastered, Castle of Illusion Starring Mickey Mouse, Aladdin, The Lion King e muitos outros. A Disney publicou ou ajudou a lançar dezenas de ótimos jogos ao longo de décadas.

Porém, a divisão foi encerrada em maio de 2016, dando lugar a uma estrutura mais reduzida. Desde então, a empresa ficou basicamente como uma presença coadjuvante, sem independência real para tomar decisões criativas mais fortes no mercado de games.

Pensando no futuro da indústria dos jogos, acho que uma grande movimentação como a possível aquisição da Epic Games seria interessante para ampliar o alcance da Disney nesse setor. Afinal, mesmo possuindo todas as suas poderosas propriedades intelectuais (IPs), a empresa perdeu força no mercado de geral nos últimos anos.

Ovo de Páscoa do PlayStation vira opção de presente para fãs na reta final

A Top Cau voltou a apostar em um ovo de Páscoa temático do PlayStation neste ano, mantendo a proposta voltada ao público que acompanha o universo dos games. Embora não seja uma parceria inédita, o produto apresenta diferenças em relação ao lançado no ano passado. O produto traz 90g de chocolate ao leite e um copo colecionável com identidade inspirada na marca, com os símbolos clássicos que já fazem parte do imaginário dos jogadores.

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Para quem ainda está resolvendo os presentes nesta reta final de Páscoa, esse tipo de item acaba entrando como alternativa mais direcionada. Vai além do chocolate em si e conversa diretamente com quem é fã do console — seja para presentear namorado, namorada, filho, esposa ou até alguém próximo que tenha essa ligação com o PlayStation.

Vale o reforço de sempre: não se trata de conteúdo patrocinado. Não recebemos produto, amostra ou qualquer incentivo para publicar. Como também acompanhamos o mercado de licenciamentos, esse tipo de lançamento entra no nosso radar por fazer sentido para o público que acompanha o site.

O ovo já está disponível em varejistas pelo país, então ainda dá tempo de considerar como opção antes da Páscoa. E, no fim, entra até naquele momento pós-game. Seja tentando platinar no PlayStation 5 ou enfrentando um chefe complicado em jogos no estilo “souls”, sempre dá para ter um chocolate por perto para aliviar a tensão entre uma tentativa e outra.

Princesa Daisy em Super Mario Galaxy: O Filme? Entenda a cena pós-créditos

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Com a liberação das críticas de Super Mario Galaxy: O Filme, começam a surgir detalhes que vão além da história principal e apontam para o futuro da franquia. Entre eles, um dos momentos que mais chamam atenção envolve uma participação especial que pode ganhar mais espaço nos próximos capítulos.

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Ao longo do filme, já é possível notar pequenas situações que funcionam como preparação para algo maior. Um desses momentos acontece quando os Ukiki entram em cena. Conhecidos por roubar itens nos jogos, eles protagonizam uma sequência em que um deles pega um objeto das mãos do Toad, criando uma situação rápida, mas marcante dentro da trama.

Essa ideia é retomada no pós-créditos (Spoiler)

Na cena final, os Ukiki reaparecem tentando repetir a ação, mas dessa vez são interrompidos. É nesse momento que surge a Princesa Daisy, impedindo a tentativa de roubo e assumindo uma posição ativa na cena.

Ukiki personagem de destaque em Super Mario Galaxy: O Filme
(Reprodução)

A participação é breve, mas já abre espaço para novos rumos na história, com a personagem sendo introduzida de forma direta.

Mesmo assim, a cena pós-créditos funciona como um gancho claro para a continuação, indicando que esse elemento deve ser melhor desenvolvido nos próximos filmes. O longa-metragem estreia oficialmente nos cinemas brasileiros em 1º de abril de 2026.

Anime Friends 2026 anuncia Yasuhisa Furuhara e reforça atrações de tokusatsu

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Na última semana, o Anime Friends 2026 confirmou a participação inédita no Brasil do ator Yasuhisa Furuhara, ampliando a programação voltada aos fãs de tokusatsu. O artista estará presente ao lado dos embaixadores oficiais do evento, Takumi Tsutsui e Takumi Hashimoto, em uma das grandes atrações da edição.

Reconhecido mundialmente por interpretar Sousuke Esumi/Go-On Red em Engine Sentai Go-Onger, Yasuhisa Furuhara fará sua estreia em solo brasileiro durante o evento.

Ao longo dos quatro dias de programação, o ator participará de:

  • Painéis especiais;
  • Sessões de meet and greet;
  • Atividades interativas com o público.

A presença do artista promete aproximar ainda mais os fãs brasileiros do universo tokusatsu.

Anime Friends 2026 anuncia Yasuhisa Furuhara e reforça atrações de tokusatsu
Imagem: Anime Friends 2026

Carreira e trajetória no tokusatsu

Natural de Kyoto, Furuhara iniciou sua carreira artística em 2005, ganhando notoriedade com Go-Onger. Desde então, retornou ao papel em diversas produções da franquia Super Sentai, incluindo participações em Kaizoku Sentai Gokaiger.

Fã do gênero desde a infância, o ator cresceu acompanhando séries clássicas como:

  • Chikyu Sentai Fiveman;
  • Kyoryu Sentai Zyuranger.

Além disso, também atuou em produções televisivas como Nobuta wo Produce e Hanazakari no Kimitachi e, além de participar de eventos internacionais como a Power Morphicon. O evento também marca o retorno de dois nomes muito queridos pelo público brasileiro:

  • Takumi Tsutsui, conhecido por viver o protagonista de Jiraiya: O Incrível Ninja;
  • Takumi Hashimoto, que interpretou personagens em Jiraiya e também em Kyoryu Sentai Zyuranger.

Ambos seguem como embaixadores oficiais do Anime Friends e terão participação ativa na programação.

Elenco de Cybercop também é destaque

Outra grande novidade é a presença inédita no Brasil do elenco principal de Cybercop, os Policiais do Futuro.

Estão confirmados:

  • Tomonori Yoshida;
  • Tom Saeba;
  • Ryoma Sasaki;
  • Mika Chiba.

Será a primeira vez que o grupo se reúne no Brasil, reforçando o caráter especial da edição de 2026.

Anime Friends 2026 anuncia Yasuhisa Furuhara e reforça atrações de tokusatsu
Imagem: Toei Company

Ingressos e informações do evento

O Anime Friends 2026 será realizado entre os dias 2 e 5 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

Os ingressos já estão disponíveis para compra online, além de pontos físicos na cidade. O evento reúne atrações nacionais e internacionais, consolidando-se como um dos maiores festivais de cultura pop asiática da América Latina.

Outras atrações confirmadas:

Crítica — Super Mario Galaxy: O Filme

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Assisti Super Mario Galaxy: O Filme a convite da Universal Pictures, e o filme entrega exatamente o que se espera da franquia. A produção aposta na nostalgia e nas referências. Há conexões com várias fases dos jogos, não apenas com Galaxy, o que ajuda a construir uma experiência que conversa com diferentes gerações de fãs.

A história acompanha Mario, Luigi e Princesa Peach na busca por Rosalina, com a participação do Yoshi. O conflito central envolve Bowser Jr. e Bowser, que têm forte presença em cena. Sempre que aparecem, os dois elevam o ritmo do filme e entregam momentos que chamam atenção, com um tom um pouco mais intenso dentro da proposta da animação. O filme também percorre diferentes fases da Nintendo, com referências que vão do Nintendo Entertainment System ao Nintendo Switch, passando pelo Super Nintendo Entertainment System e Nintendo 64, refletindo mais de 40 anos dessa trajetória.

O universo da Nintendo é expandido com participações interessantes. O Fox McCloud, da franquia Star Fox, tem um papel relevante na história, indo além de uma simples aparição. Já elementos de Pikmin surgem de forma breve, mas reconhecível.

A trilha sonora é memorável e ajuda a conduzir esta nova aventura dos irmãos bigodudos. Ela acompanha grande parte das cenas instigando os fãs vivenciar momentos únicos.

Visualmente, o filme apresenta evolução. A animação está mais trabalhada e com uma identidade mais voltada ao cinema. As cenas de ação são mais organizadas e funcionam melhor do que no primeiro filme. Um ponto interessante são as transições, que utilizam elementos inspirados nas fases dos jogos. Esse recurso ajuda uma maior identidade da franquia dentro do filme. Há referências a jogos como Super Mario Sunshine e Super Mario Odyssey em momentos pontuais. Já as referências a Mario Kart aparecem em menor quantidade em comparação ao primeiro longa, embora ainda mantenham momentos pontuais.

O roteiro, em alguns trechos, é acelerado. Certas situações se resolvem rapidamente, mas isso não foge da essência da franquia. Mario nunca foi sobre desenvolver uma mensagem complexa, e sim sobre a jornada do personagem enfrentando desafios — seja para salvar a princesa ou permitir que ela resolva seus próprios conflitos.

A Princesa Peach, inclusive, traz referências ao jogo “Princess Peach: Showtime!“, reforçando sua presença e evolução dentro do universo. Além disso, o filme apresenta de forma mais clara a ligação entre ela e Rosalina, explorando lembranças compartilhadas entre as duas, o que adiciona um apelo emocional mais forte à relação.

super mario galaxy trailer referencias 12
(Repropdução)

Alguns personagens acabam ficando de fora nesta continuação. O Donkey Kong, por exemplo, não aparece, o que pode causar estranhamento para quem acompanhou o filme anterior.

O Yoshi tem bons momentos, mas poderia ter sido mais explorado, principalmente considerando sua dinâmica clássica nos jogos.

E considerando o tema espacial e a ideia de diferentes mundos conectados, teria sido interessante ver alguma referência à Samus Aran, da franquia Metroid, especialmente em um contexto de base estelar — algo que já aparece nos jogos e poderia ampliar ainda mais esse universo compartilhado.

Possível spoiler?

Na cena pós-créditos, o filme introduz a Princesa Daisy, indicando caminhos para a continuação.

Pensando no futuro, existe espaço para que o próximo filme explore uma abordagem mais criativa, próxima de Super Mario Bros. Wonder, com ideias mais dinâmicas dentro da trama.

No geral, é um filme que cumpre sua proposta de entretenimento leve, acessível e conectado com o legado da franquia. Fica claro o alcance para um público mais amplo, mesmo com uma classificação indicativa superior à do filme anterior. O licenciamento para outras mídias amplia as referências a personagens que geram receita para a gigante japonesa criadora desses carismáticos encanadores, que hoje acumulam diversas profissões.

Veredito de Super Mario Galaxy: O Filme — Vale a pena assistir?

Vale a pena assistir, principalmente no cinema, onde a experiência visual e sonora funciona melhor.

Super Mario Galaxy: O Filme não tenta ser algo além do que a franquia sempre foi. Ele aposta na diversão, nas referências e na conexão com o público. Mesmo com um roteiro acelerado em alguns momentos e com personagens deixados de lado, o filme consegue entregar uma aventura envolvente e acessível.

Para quem já acompanha o universo da Nintendo, é uma experiência que conversa diretamente com a memória e com a evolução dos jogos ao longo dos anos. Para quem não acompanha, ainda assim funciona como um filme leve, fácil de entender e agradável.

A base está bem construída, e o final deixa claro que há espaço para expandir ainda mais esse universo — seja com novos personagens, seja com ideias mais criativas no próximo capítulo.

Novamente, a Illumination acerta o tom da adaptação, sob a direção de Aaron Horvath e Michael Jelenic, mantendo o equilíbrio entre humor, ação e referências ao universo dos jogos. Vale um adendo: na versão original, o filme conta com um elenco conhecido, com Chris Pratt (Mario), Charlie Day (Luigi), Anya Taylor-Joy (Princesa Peach), Jack Black (Bowser), Brie Larson (Rosalina) e Donald Glover (Yoshi).

Já na versão em português do Brasil, a dublagem se destaca pelas adaptações. As piadas são localizadas de forma natural, funcionam bem dentro do idioma e geram boas reações do público, com momentos que arrancam risadas ao longo do filme. Percebe-se que Shigeru Miyamoto supervisionou de perto cada detalhe desta produção.

Com isso, o filme alcança uma nota de 3,0 de 5 na crítica, a mesma da minha avaliação do primeiro longa de animação da franquia. Apesar dos pontos positivos, não apresenta uma proposta que o torne significativamente superior à produção anterior.

O filme estreia em 1º de abril nos cinemas brasileiros, e as sessões com os respectivos horários podem ser encontradas em agregadores de programação de cinema no Brasil.

nano no Anime Friends 2026, a cantora confirma retorno ao evento em São Paulo

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O Anime Friends 2026 anunciou oficialmente o retorno da cantora nano como uma das atrações musicais desta edição. A artista se apresentará no sábado, 4 de julho, mesma data em que a banda Galileo Galilei também sobe ao palco. Essa será a segunda passagem de nano pelo Brasil, após sua participação na edição de 2023 do evento.

Nascida em Nova York e criada no Japão desde a adolescência, nano iniciou sua carreira no início dos anos 2010, ganhando destaque na internet ao publicar covers de músicas de anime e Vocaloid.

O reconhecimento online abriu portas para a indústria musical, resultando em seu primeiro álbum, nanoir, lançado em 2012. Desde então, a artista consolidou seu estilo, marcado pela fusão entre rock ocidental e influências da cultura pop japonesa.

nano no Anime Friends 2026, a cantora confirma retorno ao evento
(Reprodução)

Ao longo da carreira, nano deixou de lado apenas os covers para interpretar músicas originais em diversas produções. Entre os trabalhos mais conhecidos estão temas para animes como:

  • Btooom!;
  • Arpeggio of Blue Steel;
  • Mahou Sensou.

Além disso, sua voz também marcou presença em trilhas de jogos como Monster Hunter Rise e Genshin Impact, além de participações em produções de tokusatsu, incluindo a série Ohsama Sentai King-Ohger.

Entre os lançamentos mais recentes da cantora estão o EP Anomaly, divulgado em julho, e o single “Antagonist”, lançado em setembro do ano passado. Ambos reforçam a identidade musical de nano, que segue explorando sonoridades intensas e emocionais.

nano no Anime Friends 2026, a cantora confirma retorno ao evento em São Paulo
Imagem: nano

Ingressos e informações do evento

O Anime Friends 2026 será realizado entre os dias 2 e 5 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

Os ingressos já estão disponíveis para compra online e também em pontos físicos na cidade, consolidando mais uma edição do evento como um dos principais encontros de cultura pop japonesa da América Latina.

Outras atrações confirmadas:

  • Asian Kung-fu Generation (banda);
  • Galileo Galilei (banda);
  • GALNERYUS (banda);
  • Hanabie. (banda);
  • Michihiku Suwa (produtor de animes);
  • Mika Chiba (atriz de Cybercop);
  • MUCC (banda);
  • Nozomu Sasaki (voz original do Yusuke de Yu Yu Hakusho)
  • Ryoma Sasaki (ator de Cybercop);
  • Ryusei Nakao (voz original do Freeza de Dragon Ball Z);
  • Tom Saeba (ator de Cybercop);
  • Tomonori Yoshida (ator de Cybercop).

BURNOUT SYNDROMES é confirmado no Anime Friends 2026 para show no domingo

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O Anime Friends 2026 anunciou mais uma atração para sua programação musical. A banda japonesa BURNOUT SYNDROMES está confirmada para se apresentar no domingo, dia 5 de julho, no último dia do evento.

O grupo dividirá o palco com os veteranos do Asian Kung-Fu Generation, responsáveis por encerrar o festival. Essa será a terceira passagem do BURNOUT SYNDROMES pelo Brasil. A banda estreou no país em 2023, durante o próprio Anime Friends, e retornou no início de 2024 com uma turnê que passou por cidades como São Paulo, Recife, Fortaleza e Brasília.

O novo show reforça a conexão do grupo com o público brasileiro, que acompanha de perto suas apresentações e lançamentos. Formado em 2005, na região de Osaka, o BURNOUT SYNDROMES é composto por:

  • Kazuumi Kumagai (vocal e guitarra);
  • Taiyu Ishikawa (baixo);
  • Takuya Hirose (bateria).
BURNOUT SYNDROMES é confirmado no Anime Friends 2026
(Divulgação)

A banda ganhou notoriedade em 2010 ao conquistar o segundo lugar no Grand Prix da rádio TOKYO FM. No universo dos animês, o grupo ficou conhecido por músicas marcantes como:

  • “FLY HIGH!!”, da segunda temporada de Haikyu!!
  • “Good Morning World”, abertura de Dr. Stone

Além disso, o álbum The WORLD is Mine (2023) reúne diversos temas produzidos para animações, incluindo trabalhos em Gintama e Those Snow White Notes.

O trabalho mais recente do grupo é o álbum Origami, lançado em novembro de 2024. O projeto conta com colaborações de artistas como FLOW, ASCA, Nao Toyama e Huey Ishizaki.

BURNOUT SYNDROMES é confirmado no Anime Friends 2026 para show no domingo
Imagem: BURNOUT SYNDROMES

Ingressos e informações do evento

O Anime Friends 2026 será realizado entre os dias 2 e 5 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

Os ingressos já estão disponíveis para compra online, além de pontos físicos na cidade. O evento reúne atrações nacionais e internacionais, consolidando-se como um dos maiores festivais de cultura pop asiática da América Latina.

  • Asian Kung-fu Generation (banda);
  • Galileo Galilei (banda);
  • GALNERYUS (banda);
  • Hanabie. (banda);
  • Michihiku Suwa (produtor de animes);
  • Mika Chiba (atriz de Cybercop);
  • MUCC (banda);
  • nano (cantora);
  • Nozomu Sasaki (voz original do Yusuke de Yu Yu Hakusho)
  • Ryoma Sasaki (ator de Cybercop);
  • Ryusei Nakao (voz original do Freeza de Dragon Ball Z);
  • Tom Saeba (ator de Cybercop);
  • Tomonori Yoshida (ator de Cybercop).

Michihiko Suwa retorna ao Brasil para o Anime Friends 2026

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O renomado produtor Michihiko Suwa está confirmado como uma das atrações do Anime Friends 2026, que acontece em julho, em São Paulo. O profissional participará de uma série de painéis especiais entre os dias 3, 4 e 5 de julho, marcando seu retorno ao Brasil.

Com uma carreira consolidada na indústria de animação japonesa, Suwa é amplamente reconhecido por seu trabalho em produções de grande impacto e longevidade. Ao longo de décadas, Michihiko Suwa construiu um legado significativo, especialmente por sua atuação em Detective Conan, uma das franquias mais populares e duradouras do Japão.

Além disso, ele também teve participação relevante em títulos consagrados como:

  • InuYasha;
  • Magic Knight Rayearth;
  • City Hunter;
  • Black Jack.

Sua trajetória inclui ainda a atuação como representante da Yomiuri TV em diversos projetos de destaque.

Michihiko Suwa retorna ao Brasil para o Anime Friends 2026 (AF)
(Reprodução)

Trajetória e contribuição em Detective Conan

Suwa iniciou sua carreira na televisão em 1983, ingressando na Yomiuri TV, e poucos anos depois, em 1986, estreou como produtor em animações. Seu trabalho em Detective Conan é um dos mais expressivos da indústria:

  • Produtor do episódio 1 ao 332;
  • Produtor-chefe do episódio 333 ao 940;
  • Supervisor entre os episódios 975 e 1099;
  • Representante no comitê de produção a partir do 24º filme.

Ao todo, sua contribuição ultrapassa mil episódios e diversos longas-metragens, consolidando sua importância dentro da franquia.

O impacto de Michihiko Suwa foi tão relevante que o produtor chegou a ser homenageado dentro do próprio universo de Detective Conan. Seu nome apareceu como personagem em capítulos do mangá, posteriormente adaptados para o anime, além de outras referências criativas. Em uma participação especial, Suwa também emprestou sua voz a um personagem em um episódio da série.

Essa não será a primeira visita de Michihiko Suwa ao país. O produtor já esteve no Brasil em 2023, durante o evento Anime Summit Chibi, realizado em Brasília. Agora, sua presença no Anime Friends 2026 reforça a relevância internacional do evento e amplia a programação voltada aos fãs de anime.

Michihiko Suwa retorna ao Brasil para o Anime Friends 2026
Imagem: Liden Films, Toei Animation (Child of Kamiari Month)

Ingressos e informações do evento

O Anime Friends 2026 será realizado entre os dias 2 e 5 de julho, no Distrito Anhembi, em São Paulo.

Os ingressos já estão disponíveis para compra online, além de pontos físicos na cidade. A programação completa inclui atrações nacionais e internacionais, consolidando o evento como um dos maiores do segmento na América Latina.

Outras atrações confirmadas:

  • Asian Kung-fu Generation (banda);
  • Galileo Galilei (banda);
  • GALNERYUS (banda);
  • Hanabie. (banda);
  • Mika Chiba (atriz de Cybercop);
  • MUCC (banda);
  • Nozomu Sasaki (voz original do Yusuke de Yu Yu Hakusho)
  • Ryoma Sasaki (ator de Cybercop);
  • Ryusei Nakao (voz original do Freeza de Dragon Ball Z);
  • Tom Saeba (ator de Cybercop);
  • Tomonori Yoshida (ator de Cybercop).

Aether & Iron: um jogo narrativo despercebido que merece atenção

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Quando testei a demonstração gratuita de Aether & Iron, no meu primeiro contato eu estava com sono — é verdade. Joguei por volta das 4h da manhã, e muitos diálogos acabaram passando batido, quase sem retenção, sem que eu realmente absorvesse o peso das conversas ou das escolhas apresentadas naquele momento.

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Mas, como um exímio explorador de jogos independentes, resolvi revisitar a experiência com mais atenção e dar uma nova oportunidade ao título desenvolvido pela SeismicSquirrel, com apoio da Chaos Theory Games. Agora em um contexto mais adequado para esse tipo de proposta narrativa.

O jogo nos apresenta uma Nova York em estilo decopunk, onde Manhattan assume a forma de uma cidade flutuante, acessível apenas aos mais privilegiados e influentes. Enquanto isso, o restante da população precisa sobreviver no mundo inferior, lidando com desigualdade, pressão social e dificuldades constantes no dia a dia.

Cidade flutuante de Nova York em Aether & Iron com estilo decopunk
(Reprodução)

Aether & Iron e sua estética única

A estética noir é extremamente marcante, e os combates em turnos se destacam pelas decisões estratégicas que exigem atenção a cada ação tomada. Para quem aprecia mecânicas baseadas em dados, a sensação remete diretamente aos RPGs clássicos de mesa —; ainda que, em determinados momentos, pareça que o próprio jogo dita o rumo dos acontecimentos, especialmente quando faltam atributos adequados para determinadas escolhas mais exigentes.

Logo no início, conhecemos Gia Randazzo, uma ladra experiente com uma reputação consolidada no submundo, mas que ainda carrega pendências com figuras perigosas e influentes. Por necessidade, ela passa a aceitar trabalhos que normalmente recusaria, como escoltar a jovem e aparentemente ingênua Nellie Renhardt em uma missão que rapidamente se mostra mais complexa do que o esperado.

Nada será simples nessa jornada — afinal, quando a situação aperta, não há espaço para escolher serviço, e cada decisão pode trazer consequências inesperadas.

Se você é fã de cinema ou quadrinhos com temáticas clássicas, é bem provável que identifique referências ao longo da narrativa. Há, inclusive, semelhanças com o filme Capitão Sky e o Mundo de Amanhã (2004), estrelado por Jude Law, Gwyneth Paltrow e Angelina Jolie — uma obra pouco comentada hoje em dia, mas que ainda assim vale a pena conferir caso você encontre disponível em alguma plataforma.

A ambientação traz uma cidade moldada por tecnologia antigravitacional, inserindo o jogador em meio a conspirações, crime organizado e disputas políticas em um cenário urbano verticalizado, onde diferentes camadas sociais coexistem de forma tensa.

Diferente das inspirações citadas, o jogo aposta em diálogos com estrutura de novel, utilizando uma linguagem mais refinada e elaborada — algo cada vez mais raro na indústria atual. O inglês utilizado segue um tom culto e característico da época retratada, refletido também na localização em português brasileiro de forma bastante competente.

Dubladores de Aether & Iron envolvidos na narrativa do jogo
(Reprodução)

Sim, o jogo conta com interface e legendas em português, o que se torna um diferencial importante, considerando o forte foco narrativo. Inclusive, até mesmo jogadores com domínio do inglês podem se deparar com termos menos usuais, expressões de época ou construções linguísticas mais sofisticadas.

A protagonista alterna entre narração em primeira e terceira pessoa para contextualizar os acontecimentos de forma mais completa. Embora seja uma escolha interessante, pode causar um certo estranhamento inicial para quem não está habituado com esse tipo de condução narrativa, já que não há um narrador tradicional mediando os eventos de forma constante.

A trama se desenvolve em torno do éter e de como essa descoberta provocou uma transformação global lucrativa e gananciosa. Quem domina essa tecnologia passa a ter controle absoluto, tornando qualquer indivíduo com esse conhecimento um alvo direto de criminosos organizados e grandes magnatas com interesses próprios.

A missão inicial de Gia é levar Nellie até um ponto específico para que a jovem cumpra seu objetivo. A relação entre as duas funciona bem dentro do contexto proposto, especialmente nas interações durante os diálogos e nas escolhas feitas pelo jogador, mas um aprofundamento maior teria elevado ainda mais o impacto emocional da jornada. Ainda assim, isso não prejudica a compreensão geral da história.

A proposta do estúdio, ao priorizar a narrativa com sistemas de combate em turnos e exploração em uma cidade com veículos voadores e rotas gravitacionais, pode não agradar a todos os perfis de jogadores. Ainda assim, as mecânicas envolvendo atributos, dados e dedução se mostram envolventes, funcionais e bem integradas à proposta.

Gameplay de Aether & Iron com combate em turnos e escolhas estratégicas
(Reprodução)

Como sugestão pessoal, seria interessante ver em uma possível continuação ou DLC a inclusão de confrontos contra inimigos comuns, ampliando a variedade de situações e trazendo mais dinamismo ao ritmo da experiência.

A trilha sonora merece destaque especial, contribuindo diretamente para a ambientação inspirada nos anos 1930. Esse cuidado também se reflete na direção de arte e na arquitetura, expressando ainda mais a identidade visual e o enredo do jogo.

Outro ponto relevante é a equipe de roteiristas, formada por profissionais experientes com passagens por franquias como Far Cry, Mass Effect e Sovereign Syndicate. Isso coloca Aether & Iron em uma posição competente quando o assunto é construção narrativa e desenvolvimento de mundo.

Mesmo sendo um jogo de nicho, existe potencial para alcançar reconhecimento semelhante ao de Dispatch, especialmente entre fãs de visual novels e experiências mais focadas em história e escolhas.

Por fim, Aether & Iron tem lançamento oficial para PC (Windows), via Steam, no dia 30 de março de 2026.

JBC realiza evento com leitores em São Paulo nesta segunda (30)

A Editora JBC retoma os encontros presenciais com leitores e já confirmou uma nova iniciativa para março de 2026 intitulada “Banzai JBC”. O evento, chamado Banzai JBC, marca esse retorno com foco na cultura pop japonesa e no público que acompanha os lançamentos de mangás no Brasil.

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A proposta é levar esse encontro para dentro das livrarias, criando um espaço mais direto de contato entre leitores, editores e convidados, com apresentação das novidades e do que a editora prepara para os próximos meses.

A edição de São Paulo acontece no dia 30 de março, na Livraria da Vila, na Rua Fradique Coutinho. Em Campinas, no último dia 28, ocorreu um encontro similar com leitores da editora. Entre os participantes confirmados está o autor Eric Peleias, roteirista da série Como Fazer Amigos, que conta atualmente com quatro volumes publicados pela JBC. Conhecido pelas histórias que acompanham Léo, Olívia e seus amigos, o autor participa do evento para falar também sobre sua trajetória no mercado.

A programação inclui um bate-papo com editores da JBC sobre os lançamentos do trimestre e os principais destaques que chegaram ao catálogo em 2026. O encontro também abre espaço para convidados ligados ao universo dos quadrinhos compartilharem suas experiências.

Além do conteúdo apresentado, a editora informa que o público presente poderá receber brindes exclusivos durante o evento.

O Banzai JBC – São Paulo será realizado no dia 30 de março de 2026 (segunda-feira), às 19h, na Livraria da Vila, localizada na Rua Fradique Coutinho, 915, em São Paulo.