Marvel Tōkon: Fighting Souls chegou ao PlayStation 5 e PC via Steam em 6 de agosto de 2026, colocando no mercado uma nova aposta da Marvel para o gênero dos jogos de luta. O título reúne PlayStation Studios, Arc System Works e Marvel Games em uma produção que busca equilibrar acessibilidade para jogadores casuais com profundidade suficiente para quem pretende se dedicar às mecânicas de eSports.
Antes do lançamento, o jogo passou por diferentes períodos de testes, incluindo betas abertos e fechados. Boa parte da experiência já havia sido apresentada nesses períodos, com episódios da história, diferentes modos e uma parcela considerável do elenco disponíveis para os jogadores experimentarem.
Isso significa que Marvel Tōkon: Fighting Souls não chega exatamente como uma experiência desconhecida para quem acompanhou os testes. Ainda assim, o lançamento coloca em perspectiva aquilo que realmente importa em um jogo de luta: como suas mecânicas funcionam, quanto conteúdo existe para quem prefere jogar sozinho e se a estrutura consegue sustentar partidas ao longo do tempo. Também testamos o título durante a gamescom latam 2026, no Distrito Anhembi na cidade de São Paulo, no mês de abril.
Na minha experiência de Marvel Tōkon o jogo consegue construir uma identidade própria dentro do gênero, principalmente pela combinação entre seus personagens, o sistema de equipes e a direção artística característica da Arc System Works. Confira nesta review o que achamos de Marvel Tōkon: Fighting Souls, novo jogo de luta da Marvel para PS5 e PC.
Nesta publicação da review você encontra:
Uma aposta em equipes de quatro personagens
Um dos principais diferenciais de Marvel Tōkon: Fighting Souls está na maneira como as equipes funcionam. O jogo utiliza um sistema de quatro personagens, mas todos compartilham uma única barra de vida.

A estrutura faz com que a combinação entre personagens e assistências seja uma parte fundamental da experiência. Durante as lutas, é possível chamar integrantes da equipe para realizar ataques de assistência, trocar de personagem e utilizar essas mudanças para prolongar combos.
O sistema não obriga o jogador a utilizar todos os integrantes da equipe. É possível permanecer com o personagem principal durante praticamente toda a luta, mas o jogo incentiva a utilização das assistências e das trocas justamente para aproveitar melhor as possibilidades oferecidas pela formação da equipe.
Essa ideia também aparece no modo história e funciona como uma maneira natural de apresentar as mecânicas ao jogador.
A Arc System Works, desenvolvedora que vem ganhando cada vez mais espaço entre os jogos de luta, utiliza aqui uma estrutura que consegue atender públicos diferentes. Para quem joga de maneira casual, os comandos são acessíveis. Para quem deseja dominar personagens, combinações e estratégias, existe uma melhoria adicional interessante.
Essa divisão é importante porque Marvel Tōkon não parece restringir a experiência a quem já possui domínio sobre jogos de luta. Ao mesmo tempo, há espaço para quem pretende se aprofundar nas mecânicas, escolher um personagem principal e levar a experiência para um nível mais competitivo.
Cinco episódios contam a história
O modo história é dividido em episódios. Nos testes anteriores ao lançamento, três episódios estavam disponíveis, enquanto a versão lançada em 6 de agosto acrescentou mais dois, totalizando cinco episódios.

Cada episódio apresenta um grupo específico de quatro personagens. Entre eles estão equipes temáticas como os Vingadores, os X-Men e os vilões, enquanto existe uma história em comum conectando os diferentes grupos.
As campanhas são relativamente curtas. Cada episódio pode ser concluído em aproximadamente 40 minutos a uma hora, dependendo do desempenho do jogador. Algumas lutas contra chefes podem aumentar esse tempo, especialmente quando a dificuldade se torna mais elevada.
A estrutura mistura animações com segmentos apresentados em formato de quadrinhos. Esses trechos utilizam uma composição que remete ao mangá, inclusive com leitura da direita para a esquerda.
As falas são dubladas e, posteriormente, as páginas dos quadrinhos são apresentadas ao jogador. Cada episódio possui aproximadamente 11 capítulos e segue uma estrutura semelhante: formação da equipe, confrontos contra outros grupos e, posteriormente, a batalha contra o chefe.
Embora a campanha tenha sido bastante explorada durante o período de divulgação e nos testes, ela ainda funciona bem como uma porta de entrada para o universo do jogo.
Champion e Promoter
A história apresenta Champion como o principal antagonista desse modo. Ele atravessa diferentes mundos e desafia os melhores lutadores de cada lugar. Quando os adversários são derrotados, o destino daquele planeta fica comprometido.
Ao lado dele está Promoter Xirena Awhina, outra personagem que ganhou destaque durante a divulgação do jogo.

A maneira como o modo história é apresentado contribui para a sensação de estar acompanhando um episódio de uma produção animada. As sequências de animação são compartilhadas entre os episódios, enquanto as partes em quadrinhos recebem uma identidade própria de acordo com o grupo escolhido.
Essa combinação é um dos aspectos que mais ajudam a diferenciar a campanha dentro do gênero.
Conteúdo além da campanha
Fora do modo história, Marvel Tōkon oferece diferentes possibilidades para quem deseja continuar jogando. O jogo conta com partidas casuais, partidas ranqueadas, modo versus, treinamento e diferentes opções relacionadas ao arcade. Também existe um lobby público, onde os jogadores podem encontrar outras pessoas e acessar o matchmaking.
O tutorial merece destaque por ser bastante acessível. Ele explica de maneira clara o funcionamento das principais mecânicas e conduz o jogador pelos sistemas básicos antes de colocá-lo em situações mais complexas. No arcade, existe uma estrutura de lobby que remete a outros trabalhos da Arc System Works. O jogador controla um pequeno avatar que circula pelo espaço, enquanto encontra diferentes atividades.
Para quem está jogando sozinho, é possível enfrentar personagens controlados pela inteligência artificial. Já no ambiente online, o lobby apresenta espaços semelhantes a pequenos fliperamas, nos quais os jogadores podem participar de confrontos.
Essa estrutura também está ligada ao sistema de progressão e colecionáveis.

Colecionáveis e progressão
Conforme o jogador avança pelos diferentes modos e completa atividades, novos itens são desbloqueados.
Entre eles estão artworks, animações e materiais utilizados para personalizar o avatar presente nos lobbies.
É um sistema simples, mas serve como incentivo para continuar explorando os diferentes modos disponíveis. Em vez de limitar a progressão às partidas, Marvel Tōkon cria pequenas recompensas para quem decide conhecer melhor o conteúdo.
No lançamento, são 20 personagens jogáveis apresentados nos cinco episódios. Como cada episódio trabalha com um grupo de quatro personagens, a campanha também funciona como uma maneira de experimentar praticamente todo o elenco.
Depois da conclusão da campanha, Champion é desbloqueado como personagem jogável, elevando o número total para 21.
A diferença é que Champion funciona sozinho durante as batalhas. As funções de assistência são substituídas por ataques especiais próprios, evitando que a presença de outros personagens torne sua utilização excessivamente poderosa.
As trilhas de batalha ampliam a experiência
Outro recurso disponível é o modo de trilhas, no qual o jogador escolhe uma equipe e percorre diferentes caminhos de batalha.
Durante a progressão, existem bifurcações que permitem escolher qual caminho seguir. Dependendo das escolhas realizadas, diferentes recompensas podem ser desbloqueadas ao final. A dificuldade também aumenta gradualmente conforme os confrontos avançam.
Existe ainda o modo sobrevivência. Nele, o jogador monta uma equipe e precisa derrotar a maior quantidade possível de adversários utilizando uma única base de vida. Durante a sequência, surgem chefes e diferentes desafios.
A proposta lembra uma estrutura de partidas consecutivas, na qual o objetivo é construir a maior sequência possível. Com isso, Marvel Tōkon oferece uma quantidade razoável de opções já no lançamento para quem prefere jogar contra a CPU.

A estrutura foi pensada para crescer
Mesmo considerando o conteúdo disponível atualmente, a estrutura de Marvel Tōkon deixa evidente que o jogo foi planejado para receber expansões. A expectativa, dentro da própria estrutura apresentada pelo jogo, é que novos personagens, conteúdos e cenários sejam adicionados ao longo do tempo.
Os cenários disponíveis no lançamento possuem características distintas e trabalham bastante com a horizontalidade. Durante os combates, é possível quebrar paredes, lançar personagens para outras áreas e avançar por diferentes partes de um mesmo mapa.
Essa movimentação ajuda a criar uma sensação de continuidade durante as lutas, sem depender apenas da troca de cenário.
Uma jogabilidade acessível, mas com espaço para dominar
É durante as lutas que o enredo de Marvel Tōkon fica mais claro.
Apesar de cada equipe possuir quatro personagens, existe uma única barra de vida para todo o grupo. O jogador pode permanecer com o personagem escolhido, mas as assistências e trocas foram pensadas para ampliar as possibilidades de combo. No PlayStation 5, os comandos utilizam quadrado, triângulo e bolinha para os ataques forte, médio e fraco. O botão X é utilizado para chamar as assistências.
O direcional permite escolher qual personagem será chamado. O L2 permite trocar para outro integrante da equipe, enquanto também é possível realizar essa troca depois de chamar um personagem para uma assistência.
Essa possibilidade é particularmente útil durante combos. O personagem pode entrar para realizar a assistência e, em seguida, assumir o controle da luta.
O L1 funciona como um deslocamento rápido em direção ao adversário. O R1 é utilizado para um ataque específico do personagem, enquanto o R2 executa um ataque rápido. O bloqueio segue uma lógica tradicional do gênero, sendo realizado para trás.
Tudo isso cria uma base relativamente simples para quem está começando, mas que pode ser aprofundada conforme o jogador aprende a combinar trocas, assistências e ataques especiais.

O sistema de combo automático
Um dos recursos que mais ajudam os jogadores casuais é o sistema de combo automático.
Ao pressionar repetidamente determinados botões, o personagem consegue executar sequências de golpes sem exigir que o jogador domine imediatamente combinações complexas.
Quando a barra de especial possui energia suficiente, esses combos também podem terminar com ataques especiais.
Para jogadores mais experientes, entretanto, existe a possibilidade de executar esses especiais manualmente por meio de combinações específicas de comandos, sem depender exclusivamente do final automático das sequências. Por esse ponto que Marvel Tōkon consegue estabelecer uma diferença entre acessibilidade e profundidade.
O jogador que apenas deseja entrar em uma partida consegue realizar ataques e combos sem precisar estudar longas sequências de comandos. Já quem pretende dominar o sistema pode buscar maneiras mais eficientes de combinar personagens, assistências e especiais.
Diferentes formatos de combate
Dependendo do modo escolhido, as partidas podem utilizar diferentes formatos de rounds. Há confrontos de rodada única, além de formatos com dois ou três rounds. Em determinadas situações, nem todos os personagens da equipe estão disponíveis desde o início.
Alguns integrantes são liberados conforme o jogador vence os rounds, acrescentando uma camada adicional à progressão durante determinados confrontos.
É uma estrutura que mantém a lógica central do jogo, mas permite pequenas variações dependendo do modo.

A identidade visual é um dos grandes destaques
Se existe um elemento que imediatamente chama atenção em Marvel Tōkon, é sua direção artística.
A Arc System Works utiliza novamente uma identidade visual em 2.5D, combinando modelos tridimensionais com uma apresentação que remete aos traços dos quadrinhos e do anime.
Os personagens da Marvel recebem interpretações visuais próprias. Alguns mantêm uma aparência mais próxima do estilo ocidental, enquanto outros apresentam características mais orientais.
Essa mistura funciona especialmente bem porque o jogo não tenta simplesmente reproduzir os personagens de maneira realista. A composição artística é tratada como uma parte importante da experiência.
Os episódios também possuem trabalhos diferentes nas partes apresentadas em quadrinhos. Ilustradores, animadores e profissionais responsáveis pela coloração são creditados de acordo com os segmentos, reforçando a ideia de que essa identidade artística faz parte da estrutura do jogo.
Os próprios cenários seguem essa imersão.
Marvel Tōkon é bastante colorido, mas consegue evitar que a composição visual fique excessivamente poluída durante as lutas. Elementos que remetem aos quadrinhos aparecem na interface, nas legendas e na tipografia. O resultado é uma identidade que se mantém presente tanto durante as partidas quanto nos momentos de história.
Dublagem em português e trilha sonora
Marvel Tōkon também chega totalmente localizado em português do Brasil. A localização inclui menus, diálogos, piadas e dublagem.
Um recurso interessante permite escolher a dublagem individualmente para cada personagem. Dessa maneira, caso o jogador prefira uma determinada interpretação em português, inglês ou japonês para um personagem específico, essa alteração pode ser feita no menu. É uma opção que dá maior liberdade para personalizar a experiência.
Existe, porém, uma pequena particularidade na dublagem: ‘em determinados momentos, os nomes dos personagens são pronunciados em inglês mesmo quando todo o restante da fala está em português.
Isso pode causar uma quebra de naturalidade durante algumas cenas. O uso dos nomes originais, como Black Panther, aparece no meio das falas em português.
A trilha sonora, por sua vez, acompanha bem cada momento do jogo.
Há músicas que se aproximam de aberturas de anime, outras que seguem uma linha mais tradicional dos jogos de luta e algumas que remetem ao lado mais épico associado à Marvel. O modo história também recebe uma abertura própria, reforçando a sensação de acompanhar um episódio de uma produção animada.
É um cuidado que nem sempre recebe tanta atenção em jogos de luta, mas que aqui ajuda a construir a identidade geral da experiência.

Desempenho no PlayStation 5
No PlayStation 5, Marvel Tōkon apresentou bom desempenho durante a experiência analisada. Não observei quedas de frames que comprometessem as partidas no console.
Entretanto, houve um ponto que chamou atenção, depois de algum tempo jogando, principalmente durante as cenas do modo história, a ventoinha do PlayStation 5 passou a trabalhar de maneira bastante intensa. A experiência foi realizada no modelo original de lançamento do console.
Apesar disso, não houve comprometimento perceptível da fluidez durante as partidas. Ainda assim, o comportamento chama atenção porque Marvel Tōkon não utiliza uma proposta visual baseada em gráficos extremamente realistas que, à primeira vista, justificaria uma carga tão elevada sobre o hardware.
No PC, a situação apresentada na análise é diferente.
Após o lançamento, foram relatados problemas de desempenho na versão para computadores, incluindo quedas de frames que podem prejudicar partidas online. A produtora reconheceu os problemas e indicou que trabalharia em correções.
Como a análise foi realizada no PlayStation 5, não é possível avaliar diretamente a versão de PC ou seu desempenho em diferentes configurações.
Uma experiência especialmente interessante para quem joga sozinho
Como a análise foi realizada sob a perspectiva de um jogador mais casual de jogos de luta, o foco principal ficou nos conteúdos para um jogador. Nesse aspecto, Marvel Tōkon apresenta uma quantidade interessante de atividades.
O modo história é relativamente curto, mas funciona bem como uma introdução aos personagens e às mecânicas. Os modos arcade, sobrevivência e trilhas acrescentam outras possibilidades contra a CPU.
Para quem gosta de acompanhar a parte artística, o jogo também oferece bastante material para observar. A identidade visual dos personagens, os diferentes estilos utilizados nos quadrinhos e a apresentação das animações são alguns dos elementos que mais se destacam.
Já para quem procura a experiência competitiva, existe uma quantidade maior de possibilidades.
O jogo conta com partidas casuais, ranqueadas, matchmaking e lobbies públicos. Porém, essa análise não avaliou profundamente a experiência online, já que não foram realizadas partidas suficientes para estabelecer uma opinião sobre o netcode ou sobre a qualidade das partidas contra outros jogadores.
Por isso, esse aspecto precisa ser analisado separadamente.
O modelo de conteúdo pode ser uma barreira
Marvel Tōkon também chega dentro de um modelo que já se tornou comum entre jogos de luta.
A estrutura apresentada deixa espaço para novos personagens, mapas e outros conteúdos no futuro. Isso significa que parte importante da longevidade do jogo dependerá do suporte recebido depois do lançamento.
Essa é uma característica recorrente do gênero. Quem compra um jogo de luta no lançamento pode acabar adquirindo posteriormente passes de personagens e outros conteúdos. Existe, portanto, a possibilidade de uma versão futura reunir uma quantidade maior de conteúdo.
O ponto fundamental será o suporte a longo prazo.
Em um jogo que depende tanto da comunidade online, manter uma base de jogadores ativa é essencial. O sucesso de Marvel Tōkon não dependerá apenas do conteúdo disponível no lançamento, mas também da capacidade de manter essa comunidade interessada nos meses seguintes.
Gamerdito (Veredito) Marvel Tōkon: Fighting Souls vale a pena?
Marvel Tōkon: Fighting Souls chega com uma identidade muito clara.
A Arc System Works imprime sua assinatura tanto na direção artística quanto na construção das mecânicas, enquanto a utilização dos personagens da Marvel oferece uma porta de entrada para um público que talvez não acompanhe regularmente os jogos de luta.
Para jogadores casuais, o sistema de comandos e os combos automáticos tornam a experiência acessível. Ao mesmo tempo, a combinação entre quatro personagens, assistências, trocas e ataques especiais oferece espaço para quem deseja aprofundar seus conhecimentos.
O conteúdo para um jogador também é satisfatório para o lançamento, embora o modo história pudesse ter uma duração maior. Os cinco episódios servem principalmente como apresentação dos grupos e dos personagens, enquanto os demais modos ajudam a ampliar a quantidade de horas. O visual é um dos pontos mais fortes.
A localização em português do Brasil também é um ponto positivo, especialmente pela possibilidade de escolher a dublagem individualmente para cada personagem.
No PlayStation 5, a experiência apresentou bom desempenho durante as partidas analisadas, embora o comportamento da ventoinha depois de longos períodos de uso mereça atenção. Já os problemas relatados na versão de PC são um ponto negativo para quem pretende jogar nos computadores, principalmente caso afetem partidas online.
No fim, Marvel Tōkon: Fighting Souls mostra que a Arc System Works continua sabendo trabalhar dentro do gênero de luta sem abrir mão de sua própria identidade.
O jogo tem uma base acessível, mas não parece limitada ao público casual. Existe meios suficiente para quem quiser dominar os personagens e explorar as possibilidades das equipes. O próximo passo será acompanhar como o jogo será sustentado após o lançamento.
Em um título que depende tanto de sua comunidade, novos personagens, conteúdos e correções terão papel importante para determinar sua longevidade.
Para quem gosta de jogos de luta e procura uma experiência com personagens da Marvel, Marvel Tōkon: Fighting Souls apresenta uma proposta consistente no lançamento. Para quem não tem pressa, entretanto, acompanhar o suporte pós-lançamento, pode ser uma decisão mais interessante.
Por isso, finalizo esta análise na versão de PS5 de Marvel Tōkon: Fighting Souls com a nota 8/10.
Agradecemos à PlayStation Brasil e à sua assessoria de imprensa pela disponibilização de Marvel Tōkon: Fighting Souls para a realização desta review pelo MeUGamer.
