Crítica | Deus não está morto: Uma luz na escuridão

Crítica | Deus não está morto: Uma luz na escuridão
 

Após sua segunda sequencia Deus não está retorna com seu novo longa-metragem que mantém a sua mensagem de fé e esperança com a frase “Deus não está morto”. Certamente os cinemas lotarão com pessoas de igrejas, justamente pela fama que seus antecessores geraram, e também o foco do filme é para o público cristão.

Infelizmente “Deus não está morto 3 : uma luz na escuridão”, não consegue ser tão atrativo como o primeiro, já que sua história a partir do segundo ato começa se tornar chata e cansativa, e também conta com muitas fugas fáceis através do seu roteiro. Deus não está morto nunca foi uma superprodução, mas o que certamente ganhou no primeiro e segundo longa-metragem, foi sua história atrativa e é com jogadas espertas sobre a religião cristã e sua situação atual nos Estados Unidos.

 

Deus não está morto: Uma luz na escuridão

 

Falar um pouco de acertos, pois nem tudo no mundo cinematográfico são erros. Um grande ponto positivo que vale ressaltar nesse filme é a tocante história de como sua fé pode ser questionada de acordo com as coisas que passamos constantemente na vida. Essa narrativa gira em torno da jovem estudante Keaton (Samantha Boscarino), que tem um drama bem interessante, e que faz o filme ter um pouco de sentido, já que a narrativa dela é uma das coisas que chama bastante atenção, infelizmente sua narrativa não foi tão explorada.     Outro ponto bastante interessante nesse filme, é sua leve pitada de humor, que consegue atingir em muitos momentos o seu público, assim como tem algumas piadas fora de hora, mas nada que destrua o roteiro, apenas foi um descuido que acaba tirando a seriedade dos momentos que realmente precisam de seriedade.

 

Deus não está morto: Uma luz na escuridão

 

 

Os motivos que tornam “Deus não está morto: Uma luz na escuridão” um longa-metragem falho em comparação aos seus anteriores, são bem simples. O filme abusa de um roteiro em certos pontos, fraco e previsível. A história aparentemente ficou um pouco desorganizada, e meio que sem sentido, já que tudo o que foi feito durante o filme foi inútil, pois o final utilizou da ajuda simples do roteiro, tudo deu certo e tudo termina em paz, isso acaba sendo tão irreal, que às vezes pode parecer um conto de fadas.               Um detalhe técnico, as imagens feitas por Drone, estão péssimas, sempre com uma qualidade abaixo do normal, chega ser desprazeroso assisti-las.

Deus não está morto: Uma luz na escuridão é um filme médio e que não alcançará muito o público não cristão. Vale a pena assistir, aqueles que precisam de uma boa mensagem motivadora para sua fé. O filme fará sucesso dentro das igrejas cristãs, e tem seu mérito por isso, já que é seu objetivo. Deus não está morto traz sua ideologia, que funciona, mas não funciona para todos obviamente.

 

Nota da Crítica

Crítica | Deus não está morto: Uma luz na escuridão

2.5

Regular

por Walden


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