Crítica – Toy Story 4

Uma despedida emocionante para Toy Story

Precisava de uma continuação? Toy Story 3 fechou com chave de ouro uma até então trilogia emocionante. Mas a Pixar mostra que não brinca em serviço e conseguiu se superar, nos entregando um filme que mantém a qualidade da casa. A missão ficou para o diretor Josh Cooley, conhecido por outras produções da Pixar, como a aclamada animação “Divertida Mente“.


Se nos primeiros três Toy Story acompanhamos o crescimento de Andy com seus inseparáveis amigos de plástico, borracha e etc, já logo no começo do quarto filme nos despedimos de Andy. Começamos um novo ciclo, agora com sua irmã.
Toy Story 4 expande o universo de Toy Story de diversas maneiras, mostrando que há brinquedos de todas as formas, que existem brinquedos sem crianças… e que todos podem sonhar, até mesmo brinquedos.


Como de costume, esse capítulo apresenta novos e interessantes personagens. Porém, isso faz com que velhos conhecidos mal apareçam, sendo meros figurantes; afinal não há espaço para todos brilharem. Mas isso é compensado com uma história que emociona em vários níveis. Diferente dos anteriores, nesse o protagonismo de Woody (voz original de Tom Hanks) é compartilhado com uma personagem feminina reinventada de maneira original.

A criança irá curtir. O adulto, também, mas por diferentes motivos, já que o filme traz questões filosóficas que a criança provavelmente não irá captar. Esse grau de profundidade nas suas obras é que talvez faça o principal diferencial da Pixar frente aos seus concorrentes.Por exemplo, Meu Malvado Favorito é bem divertido e fez bastante sucesso, mas ele é apenas divertido; a maioria das obras da Pixar tem um grau de profundidade que os outros não conseguem chegar perto.


Ainda assim, esse quarto capítulo não consegue superar o terceiro. Mas não fica muito atrás. Uma qualidade sempre presente em Toy Story é a qualidade dos antagonistas. Eles sempre apresentam nuances que vão além de um simples vilão. E Toy Story 4 mantém essa tradição. Recomendo para todas as idades. Selo Pixar de qualidade ainda conta pontos. Buzz e Woody marcaram toda uma geração.

Um ponto negativo é que não temos o tradicional curta antes do filme principal, o que é uma pena. E obviamente, não perca as cenas pós-créditos. Ah, e não se preocupe, a dublagem brasileira está bem divertida.

Nota do Crítico

Crítica – Toy Story 4

4

Muito Bom

por Maurício Navate

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