Crítica: ‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica’

Emocional…..esta provavelmente seria a palavra para descrever a sensação que senti ao assistir “Dois irmãos”. 

Logo no início da animação, um prólogo explica que costumava haver magia no mundo de “Dois irmãos”, mas a tecnologia surgiu, fazendo com que as pessoas abandonassem a magia. 

Ian e Barley são dois irmãos elfos que vivem em uma cidade suburbana fantástica. Elfos, unicórnios, várias criaturas mágicas moram no Local. Em seu aniversário de 16 anos, Ian e seu irmão recebem um presente de seu pai, um feitiço que faria com que seu pai pudesse voltar a terra dos vivos, mas coisas saem erradas e somente metade de seu pai volta, a metade inferior. 

 Eles precisam encontrar uma joia para que a outra metade de seu pai apareça e possam aproveitar o tempo que tem com seu pai “completo”.   

Assistimos aos dois irmãos, não só em busca da magia e o momento que isso irá proporcionar, mas assumindo riscos e saindo de sua zona de conforto, no progresso, atingindo sua maioridade. Passam a conhecer melhor um ao outro e forma como lidam com a perda de seu pai. 

Como toda animação, vários momentos de comédia também estão presentes, as cores são vibrantes e alegres. 

Não poderia deixar de mencionar a “polêmica” aparição da primeira personagem LGBTQ+ da Pixar, Specter , uma ciclope policial e lésbica! 

O final emocionante, certamente estará no coração de quem perdeu alguém querido, o caminho para enfrentar a aceitação e a conclusão de uma perda. Apesar de uma animação que remete em muitos momentos a comédia, o filme soa realista e relacionável. 

Talvez você saia do cinema com a vontade de abraçar seu pai ou sua mãe ou simplesmente, sinta saudades…. 

Nota da crítica

Crítica: ‘Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica’

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