Mass Effect é uma das poucas franquias que fiquei encantado ao longo das últimas décadas. Minha grande paixão pelo céu profundo sempre me instigou a ter um melhor conhecido pela astronomia. Quando fiz o primeiro contato com o enredo do jogo, foi amor a primeira vista. Lendo desse jeito até parece clichê e tendencioso. Portanto, mostrarei relações entre Andromeda com o final da trilogia, sem qualquer parcialidade! Ao saber, que estamos próximos do lançamento da coletânea de Mass Effect, trazendo os três primeiros jogos remasterizado. Ficamos com aquele sentimento de quais são as reais intenções da Bioware.

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Em 2020, uma continuação foi anunciada apenas dizendo “A história continua“, além de exibir personagens centrais da saga. Claro que fiquei entusiasmado, com o anúncio considerado que tenho mais de 500 horas de exploração na franquia. Entretanto, qual seria a relação de Andromeda com a trilogia original? Decerto, muitos querem esquecer e até apagar como canônico o quarto título da série. Embora, seja um elo importante para a continuação de nosso artigo, logo fará sentido.

Quando comecei a buscar um sentido para vida foi nas raças apresentadas no game que consegui entender o mundo —; pode parecer estranho, mas não é! Se compararmos cada raça que a Bioware introduziu no enredo, verificaremos que remetem temperamentos do ser humano.

Somos seres espelhados em outras raças?


As raças como os Krogan trazendo para nossa visão são pessoas mais explosivas que estão prontas, para comprar a briga de qualquer pessoa. Mesmo que tenha grandes consequências futuras. No jogo observamos nas ações de Urdnot Wrex. Os Salarian os nerds da galáxia, sem menosprezar os Quarians, por suas habilidades com tecnologia e inteligência sintética.

Entretanto, os Salarianos tem uma profundidade pela ciência, poderia rotular como os verdadeiros cientistas. Assim como, a grande dificuldade de expressar seus reais pensamentos com o próximo, bem semelhante com o que presenciamos. Chegamos nos Turians grandes estrategistas, se não fosse por suas aparências antropomórficas, arriscaria dizer ser a versão humana em outra raça. Por sinal, o primeiro contato alienígena da humanidade. Quem acompanha ou jogou a saga original conhece o conflito intitulado “A Guerra do Primeiro Contato“. Conhecida como o Incidente do Relay 314 pelos turianos, foi um pequeno conflito entre os humanos da Aliança dos Sistemas e a Hierarquia Turian que durou pouco mais que três meses. Porém, vale ressaltar que esta guerra foi um pequeno mal-entendido.
Retomando nosso raciocínio das raças que faz lembrar nossos temperamentos, conhecemos as Asari, talvez, seja a mais próximo da voz da experiência, capazes de viver por mil anos. Elas são perspicaz e uma das primeiras a desbravar a galáxia unificando os povos no conselho geral dentro da Citadel (Citadela). Contudo, toda via, apesar de suas experiências de vida, seguem uma disciplina de escolhas lógicas.

O que todas essas coisas têm a ver com Andromeda?

Em Andromeda, que busca sempre apresentar alguma ligação com a trilogia original, exibindo escolhas morais e imorais que causaram atritos na via Láctea. Fez acreditar, que em um novo lar o famoso sonho de esperança diferiria em uma nova galáxia. Um erro brutal! Percebemos logo em nossa primeira hora de imersão. Evidentemente, novamente a xenofobia tem uma abordagem interessante, no original Saren Arterius era um verdadeiro xenofóbico. Não diferente na nova galáxia, que somos apresentados Akksul, ele não chega ser um vilão temido como Saren. Até pelo desenvolvimento menos aprofundado e com menos tempo no enredo. Em vez disso, ele foi relegado a uma missão de lealdade e era possível escolher uma decisão que mudaria o seu futuro.

Mesmo longe, não importa o local, o passado sempre tenta nos encontrar. A abordagem de diferenças sociais que os desenvolvedores da Bioware tentaram representar é o que ocorre frequentemente em nosso cotidiano. Seja ele de classe média ou menos favorecidos. Trazendo para os dias atuais, muito pode ter sido alterado pelos nossos valores morais dependendo da perspectiva de quem está observando. Com efeito de explorar a sensibilidade de quem viaja na trama de Mass Effect Andromeda.

Por fim, o mundo busca fazer alianças para os seus próprios deleites como no roteiro que é nos entregues, e em todos os títulos da saga. Mergulhando no profundo desconhecido que é tão próximo da realidade vivida. Inegavelmente, ficamos mentalmente pensativos para digerir as alternativas que descobrimos ao término do jogo. Submetendo-nos nas tomadas de decisões, muitas das quais são dolorosas e outras alegres. Criando toda uma narrativa que nada é fácil de decidir, ensinando a definir nossas escolhas além de assumi-las.

Contribuição para o impacto social

Gamernéfilos, esse é um jogo que mudou completamente o meu conceito de enxergar nossa realidade e ter muito mais empatia com as pessoas. Enfim, não é pelas diferenças de etnia, crença, gênero ou política que devemos respeitar cada um, mas por sermos seres pensantes e humanos. Despertando seu impacto social com grande importância para inclusão das pessoas que se sentem excluídas. Se este é seu primeiro contato sobre a saga em nosso site, apenas posso mencionar em deixar as desconfianças de lado e dá uma oportunidade ao game. Ao jogar, limpe sua mente e aprofundes-se, criando seu Shepard para vivenciar o universo da exploração espacial. Afinal, o elo entre o passado, presente e futuro está mais próximos do que acreditamos.

Mass Effect Legendary Edition chega dia 14 de maio, para PC, Xbox One, PlayStation 4 e via retrocompatibilidade no Xbox Series S|X e PlayStation 5.

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