Proposta de lei Anti-loot pode atrapalhar desenvolvedores e editores

Proposta de lei Anti-loot pode atrapalhar desenvolvedores e editores

Neste mês, o senador Josh Hawley anunciou planos de introduzir uma legislação “anti-loot boxes” e outros mecanismos de monetização “pay-to-win” nos Estados Unidos.

O projeto de lei proposto serviria para regular microtransações “pay-to-win” e a venda de caixas de loot em produtos de entretenimento digital interativo. Como consequência para editores e desenvolvedores, o projeto de lei proíbe transações em jogos voltados para o público abaixo dos 18 anos, definindo a transação “ pay-to win” como algo que seria um facilitador de progresso para o usuário. Já os saques, segundo o projeto, agregam maior valor financeiro a determinado produto.

Isso seria um fardo para editores e distribuidores, pois o controle de acesso a jogos com micro-transações por parte de menores seria complicado, jogos como Call of Duty e GTA costumam ter um grande público de menores. A proposta é que o ônus deva recair sobre os desenvolvedores, impedindo o consumo infantil desenfreado.

Os gamers devem lembrar que jogos como “Star Wars Battlefront II”; — Algo que afastou a maioria dos jogadores do game da EA, até mesmo Overwatch tiveram alguns problemas referentes a vendas por micro-transações.

Star Wars Battlefront II
Star Wars Battlefront II – Imagem: Reprodução/Electronic Arts

O projeto de lei seria um facilitador para os reguladores abrirem processos contra as empresas que infringem o projeto proposto e editores teriam que efetuar inferências razoáveis e em alguns casos, investigar o ocorrido.

E cabe lembrar, que na Bélgica uma lei já foi aprovada para o término da micro-transações, podendo até dar cadeira.

 

Gamernéfilos, o que vocês acham dessa nova lei que estão tentando instituir, as empresas vão buscar uma nova maneira para conseguir uma brecha, e inventar uma nova forma de lucrar com os jogos. Deixe nos comentários abaixo.

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