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The Diofield Chronicle - Square Enix

The Diofield Chronicle, desenvolvido pela Lancarse e publicado pela Square Enix, é um jogo de RPG estratégico, que permite um movimento direcional mais livre, ao contrário de jogos como Final Fantasy Tatics.

Apresenta elementos de estratégia em tempo real, onde controlamos os personagens para desenvolver táticas de batalhas, completando missões, defendendo fortalezas, escoltando aliados ou simplesmente capturando um ponto específico no mapa.

História

O jogo se passa em uma localização fictícia devastada pela guerra, que fica localizado no Reino de Alletain , com um conflito entre o império Trovett-Schoevian e a Aliança Roewtale.
Seguimos um grupo mercenário, ligado a Alletain, chamado “Raposas azuis” (Blue Foxes). O grupo, é composto por 4 membros principais: Andrias Rhodarson, Fredret Lester, Iscarion Colchester e Waltaquin Redditch.

The Diofield Chronicle - PS5 Review

Uma forma fácil de descrever o jogo seria compará-lo a “uma batalha política”. A ilha de Diofield possui Jade, recurso que permite o uso de magia, um dos recursos mais procurados por nações em guerra.

Nosso grupo é pequeno no início da gameplay, mas cresce ao longo de nossa jornada, com novos aliados unindo-se ao longo do caminho. Temos uma enorme de quantidades de informações, que com o tempo, confesso, acabei esquecendo, como regiões, nomes e lugares.

Acima de tudo, os diálogos não ajudam muito e acabam soando chatos e desinteressantes. Temos muita história contada e que ficam confusas. Visitar a biblioteca de Diofield ajuda na compreensão de personagens, história de fundo, regiões e é a melhor forma para se situar. A história em si é um dos elementos mais fracos do jogo e o combate, seu maior destaque.

The Diofield Chronicle - PS5 Review

Gameplay

Diofield Chronicle tem uma grande visão sobre o sistema de combate tático real. Temos lutas com 4 raposas azuis contra vários tipos de soldados, feras e máquinas de guerra. Tudo isso com uma visão superior, onde o movimento é determinado por nossas escolhas, indicando a cada unidade o que realizar, as quais partem para o local informado imediatamente.

Elas podem se mover de uma vez ou separadas, com personagens possuindo movimentos especiais que podem ser utilizados em troca de EP, como uma espécie de “mana”, causando dano adicional, buffs, cura , ou retirar buffs, quando necessário. Cada personagem tem uma seleção de habilidades disponíveis, que mudam com base em sua arma equipada.

Uma vez que escolhemos cada um dos quatro membros ativos, podemos ter uma subunidade de batalha. Além disso, elas permitem que nossas habilidades sejam usadas, além de poder trocar de personagem em meio a uma batalha, ajudando conforme necessário.
Enquanto os inimigos normais caem, conforme a energia esgota, temos inimigos mais fortes, que possuem saúde extra e precisam ser drenada várias vezes para serem derrotados, criando lutas complicadas pelo caminho.

Enquanto estamos fora de combate, assumimos o controle de Andrias, que pode viajar pelo hub principal para falar com outros personagens ativando missões secundárias e as missões da história principal podem ser repetidas, obtendo recompensas extras. Quaisquer recompensas não obtidas durante uma missão inicial, podem ser obtidas em um confronto repetido, para que nada seja perdido. Caso todas as recompensas são obtidas, as missões fornecem apenas dinheiro.

As armas são importantes, possuindo habilidades únicas para personagem que podem equipá-las, muitas vezes tornando a escolha de armas com base em habilidades. Digamos que nosso grupo não tenha um bom feitiço de cura, equipe-o como um usuário de magia para que tenha algo em caso de emergência.

Som e Gráficos

O estilo visual e a trilha sonora são aceitáveis. A trilha sonora não é muito interessante, com músicas esquecíveis e repetitivas. A dublagem é excelente e a interpretação é boa, considerando a simplicidade dos protagonistas.

As áreas principais não ganham destaque, não possuem cores vibrantes, apresentando apenas um mundo sombrio. Pode ser um encaixe perfeito para uma atmosfera de guerra, mas não agrada aos olhos.

A modelagem dos personagens são igualmente desinteressantes e teria sido um ótimo investimento se a modelagem dos personagens combinassem com a arte de seus retratos no jogo, pois parecem genéricos.

Os visuais em 3D confrontam a parte 2D, maravilhosamente desenhada. A versão 2D acaba sendo mais expressiva, bonita e dá uma noção de personalidade ao personagem. Obviamente, isso não é um problema para um jogo tático com visão de cima, onde os rostos e detalhes estão longe demais para serem vistos.
Apesar de possuir uma estética geral discreta, suas configurações e modelos poligonais, além da visão isométrica merecem ser revistos. Os efeitos de sombreamento de textura são escassos.

Gamerdito

Primordialmente, The Diofield Chronicle pode ser uma experiência agradável para players que gostam de um jogo repleto de drama político e estratégia. Com uma história vaga, tem destaque pelo combate divertido, forçando nosso raciocínio.

Infelizmente é um jogo complexo, para players casuais desse estilo de jogo como eu. O sistema de batalha pode ser difícil, repetitivo, com carência de variedade, cujo único interesse, no final das contas, é tentar seguir os acontecimentos. Como resultado, é uma experiência “mais do mesmo”, sem grandes inovações.

The Diofield Chronicle - PS5 Review: "É uma experiência "mais do mesmo", sem grandes inovações." - Vanessa Ferreiravanessaferreira
6
out of 10.
2022-11-11T11:00:35-0300

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