Crítica Clube da Luta edição de colecionador: “You don’t talk about fight club!”

Clube da Luta edição de colecionador: como fazer uma crítica sem ferir a regra número 1?

 

Clube da Luta edição de colecionador

 

Pois lá vamos nós falar sobre essa obra de arte: O Clube da… Shiiiiu! Regra número 1: Você não fala sobre o Clube da Luta!

Se você ainda não assistiu ao filme, assista! Essa obra dirigida por David Fincher se encontra na Netflix. Então não perca tempo!

Mas hoje, iremos falar sobre o Clube da Luta edição de colecionador. Isso mesmo. Essa linda versão com capa especial que vocês podem ver na foto abaixo:

 

Clube da Luta edição de colecionador

 

Como é o livro?

Essa maravilha foi trazida para o Brasil pela editora Leya. O livro possui uma capa dura feita de papelão, o que dá um toque ainda mais rústico. A lateral preta é envolvida por tecido.

O livro traz a  história completa escrita por Chuck Palahniuk. O diferencial dessa obra são as belíssimas imagens e também o roteiro do filme.

 

Clube da Luta edição de colecionador

Clube da Luta edição de colecionador

 

Essa arte foi feita por David Mack e Francesco Francavilla. A capa foi feita por Pedro Inoue.

As imagens foram muito bem desenhadas, cheias de detalhes e cuidado.

O livro vendeu foi um fracasso na sua primeira edição, vendeu menos de 5000 mil exemplares em um ano. Mas felizmente, hoje é um sucesso.

Os fãs do filme violento e psicologicamente perturbador que ainda não leram o livro, irão se apaixonar por essa versão. Como mencionado anteriormente, nessa edição você encontrará o roteiro original do filme. Assim, você poderá ler o roteiro e se lembrar de cada cena do filme. Além, é claro, de conhecer um pouco dos roteiro e suas marcações.

 

Clube da Luta edição de colecionador

 

A primeira parte do livro possui folhas vermelhas para indicar os capítulos, o que deixa a lateral do livro muito bonita e ajuda a identificar o começo da segunda parte. Na segunda parte, o leitor encontra o roteiro do longa-metragem de 1999 em que vimos as belíssimas atuações de Brad Pitt e Edward Norton. O roteiro feito por Jim Uhls nos faz lembrar cada cena nitidamente, o que traz certa nostalgia.

A história é perfeita. Palahniuk possui uma escrita simples, curta, sucinta. Os capítulos são pequenos e fazem com que o leitor sempre deseje por mais. Todas as páginas possuem o nome do autor escrito em vermelho onde as folhas se juntam. A numeração? De cabeça para baixo é claro. As folhas são amareladas, o que ajuda e muito quem gosta de ler por horas. Tudo feito calculadamente para alegria dos fãs.

Minha nota para essa maravilha? 10!


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