Início Site Página 25

I Hate This Place: primeiras impressões da demo

0

Joguei a demo de I Hate This Place, jogo inspirado na HQ de mesmo nome publicado pela Image Comics, e a experiência deixou uma impressão positiva. A ambientação funciona bem, o clima de terror é constante e a influência dos quadrinhos aparece tanto no visual quanto na construção do mundo. A Bloober Team em parceria com a Skybound Entertainment são responsáveis por este novo título de survival horror em mundo aberto. O jogo está sendo desenvolvido através da Broken Mirror Games, um novo selo de terror da Bloober Team que busca trazer jogos do gênero com ideias diferentes e inovadoras.

Leia também:

O lançamento do jogo completo está previsto para 29 de janeiro de 2026 no PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch. A demonstração gratuita está disponível na plataforma Steam.

Há, no entanto, alguns pontos que chamaram atenção de forma não tão positivo. A iluminação da lanterna, em especial, incomoda em certos momentos. Em áreas muito escuras, a luz nem sempre ajuda na leitura do ambiente e pode acabar atrapalhando a navegação. Ainda assim, trata-se de um problema pontual, que não compromete a experiência geral da demo. Outro ponto são os posicionamentos das câmeras e compreendo que se trata de um título de visão isométrica.

Um único nível de dificuldade, mas diferentes abordagens

I Hate This Place conta com apenas um nível de dificuldade. Mesmo assim, o jogo não limita o jogador a uma única forma de avançar. A proposta é oferecer ferramentas para que cada pessoa enfrente os desafios no próprio ritmo. Na jornada da peregrinação de Elena para encontrar resposta, nos atiça querer continuar para conhecer mais deste lugar estranho e sombrio.

É possível adotar uma abordagem mais furtiva, evitando confrontos diretos e utilizando caminhos alternativos. Muitas áreas permitem alcançar objetivos sem passar pelo trajeto principal, geralmente mais perigoso. Por outro lado, também é viável optar pelo combate direto, com uso de armas de fogo e explosivos. Essa escolha exige maior precisão e domínio do sistema de combate. Esses confrontos são premiados com itens melhores para aprimorar nosso inventário e arsenal.

O rancho funciona como base central do jogo. Nele, o jogador pode construir diferentes tipos de edifícios, que ampliam o acesso a munição, armas, explosivos e itens consumíveis.

Caso o jogador encontre dificuldades em determinada área, não é necessário insistir imediatamente. O jogo permite recuar, investir na base, aprimorar equipamentos e retornar posteriormente mais preparado. Além disso, o mundo oferece outras regiões para exploração, o que exibe a sensação de liberdade.

A experiência de sobrevivência vai além do combate. O jogo conta com sistemas de fome e estamina, que influenciam diretamente a capacidade de correr e lutar. Manter esses elementos sob controle é fundamental. Esses elementos, na minha opinião, os desenvolvedores deveriam olhar com prioridade. Para não ter problemas de progresso à medida que os usuários vão avançado.

A munição é escassa, principalmente no início. Por isso, o gerenciamento de recursos tem papel central. Durante a exploração, é possível encontrar plantas e materiais que viabilizam a construção de prédios no rancho. Esses edifícios permitem cozinhar alimentos, preparar curativos e produzir recursos como madeira e sucata, utilizados na fabricação de munição, armas e explosivos.

Exploração e estrutura do mundo

Os primeiros 40 a 60 minutos do jogo são mais lineares e servem como introdução às mecânicas principais. Após esse período, o mapa se abre de forma mais clara.

Por isso, I Hate This Place apresenta um mundo semiaberto, ambientado nas florestas ao redor do rancho. Ao explorar o mapa, o jogador encontra diferentes tipos de áreas fechadas, como bunkers militares, minas abandonadas e mansões mal-assombradas. Há também os chamados ghost levels, que funcionam como mistérios de assassinato ambientados em cenários mais abstratos e fantasmagóricos.

O jogo inclui NPCs com missões próprias. Ao ajudar esses personagens, o jogador pode utilizar suas casas como locais de descanso. Além disso, cabanas abandonadas funcionam como bases temporárias. Para facilitar o deslocamento, existe um sistema de viagem rápida baseado em um rio, utilizando um barco.

Arsenal e variedade de armas em I Hate This Place

O jogo conta com pelo menos 11 armas de longo alcance, além de uma arma corpo a corpo, diferentes tipos de explosivos e itens consumíveis.

Entre os destaques estão as espingardas, que possuem diversas variações, e a arma de sinalizador, capaz de incendiar inimigos. Duas armas se sobressaem pela versatilidade: a lança-arpão, que permite imobilizar inimigos, e a taser, que pode atordoar adversários, afetar inimigos na água e até ativar dispositivos eletrônicos, como portas e geradores. Mas ao menos, comecei com um bastão de beisebol que pode ser utilizado por inimigos mais fracos. Aqueles mais tenebrosos, é necessário utilizar armas com poder bélico de maior calibre e impacto até fogo mesmo.

Se me perguntarem se aprovo esta demonstração gratuita, a resposta é sim. Apesar de alguns problemas técnicos, como a iluminação da lanterna, I Hate This Place apresenta boas ideias e uma identidade bem definida. A demo evidencia uma proposta focada em liberdade de abordagem, exploração e gerenciamento de recursos. Em breve, uma análise completa do jogo estará em nosso catálogo de artigos de reviews.

Caso esses pontos sejam refinados até o lançamento, o jogo tem potencial para se destacar entre os survival horrors previstos para 2026.

Terror em Silent Hill – Regresso para o Inferno é massacrado pela crítica

0

Terror em Silent Hill – Regresso para o Inferno, com todo seu trailer conturbado e uma fraca divulgação, já deixava claro que poderia sofrer problemas de desempenho. Apesar de o diretor Christophe Gans conhecer bastante da franquia, já que não é seu primeiro trabalho na saga, ficou evidente que este longa-metragem teria problemas desde suas primeiras revelações.

Leia também:

Começando pelo Silent Hill Transmission, quando a Konami obrigou todos os veículos a removerem de suas publicações o trailer do filme, que na época ainda não havia um título em português brasileiro, apenas Return to Silent Hill.

Eles alegaram que haviam publicado antes do tempo e que a retirada seria para manter a parceria cordial entre os veículos de imprensa. Nesse momento, efetuei uma pesquisa aprofundada e percebi que as críticas eram gigantes para aquele material; o que, provavelmente, deve ter estimulado a remoção desse conteúdo, considerando que demoraram muitos meses para publicar algum material referente ao terceiro filme da franquia.

Com atores que não estão no seu melhor auge, a escalação ocorreu com Jeremy Irvine, conhecido mundialmente pelo famoso filme de Steven Spielberg, Cavalo de Guerra. No novo filme ele interpreta o protagonista James Sunderland. Enquanto isso, Hannah Emily Anderson, que trabalhou em outros filmes de suspense e terror, como na franquia Jogos Mortais, faz Mary e Maria, as gêmeas. Evie Templeton interpreta Laura; a atriz também está na atual série Wandinha, da Netflix.

As enfermeiras e o Cabeça de Pirâmide estão no filme e até fazem referência à ambientação de Silent Hill. Porém, o modo como o enredo é explorado sai do escopo do que é o original desta saga, o que fez muitos críticos e até o público em geral questionarem e colocarem o filme como o pior da franquia Silent Hill.

Todas as métricas de Silent Hill no Rotten Tomatoes

Olhando pela crítica especializada, podemos perceber que ele é superior ao segundo filme, de 2012, que na época teve pessoas desejando mais fidelidade ao longa-metragem, obtendo metade da bilheteria do primeiro filme, de 2006. Agora, passados quase 14 anos desde o último filme, os fãs parecem não ter gostado nada deste retorno, já que conseguiu, pela classificação dos usuários no Rotten Tomatoes, apenas 30%/100. Os demais títulos, como Terror em Silent Hill (Silent Hill, 2006) e Silent Hill: Revelação (Silent Hill: Revelation, 2012), com 63% e 35%, respectivamente, conseguem superar o mais recente filme.

Se fizermos um comparativo com os três filmes da franquia, ele não está tão distante no gosto da crítica e dos usuários. Embora tenha sido desenvolvido quase que totalmente de modo independente dos grandes estúdios, como nos primeiros filmes, se houvesse um pouco mais de investimento ao longo dos seus 20 a 25 milhões e mudanças consideráveis no roteiro, poderia ser considerado um bom filme.

O sucesso do remake de Silent Hill 2, pela Bloober Team, ao qual a Konami terceirizou para trazer uma ambientação sombria já conhecida da saga, não se reflete no filme que chegou aos cinemas mundiais em 23 de janeiro de 2026. Agora, não sabemos quando um novo título desta mítica jornada sombria e do nevoeiro retornará aos cinemas.

Se estiver interessado em assistir e tirar suas próprias conclusões, você consegue localizar sessões de cinema mais próximas da sua casa enquanto estiver em cartaz através do Ingresso.com.


Fique ciente de que o nosso site não possui nenhum vínculo com as marcas e empresas citadas neste artigo.

Editora MPEG revela a capa e brindes do mangá Omori

0

Na quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, a editora MPEG revelou oficialmente, por meio de suas redes sociais, a capa nacional e os brindes do primeiro volume do mangá Omori, obra assinada por OMOCAT com arte de Nui Konoito.

Leia também:

O mangá Omori está em publicação no Japão desde 2024, sendo serializado na revista Afternoon, da editora Kodansha, e conta atualmente com três volumes lançados. A adaptação é baseada no aclamado RPG independente Omori, que por sua vez teve origem no webcomic “Omoriboy”, criado por OMOCAT, reforçando o caráter autoral e psicológico da obra.

No Brasil, o lançamento seguirá o formato padrão da MPEG, com dimensões de 13,7 x 20 cm, miolo em papel offset e capa cartonada com sobrecapa. O primeiro volume terá 208 páginas e preço sugerido de R$ 44,90. A edição já se encontra em pré-venda na Amazon, ampliando a expectativa dos fãs pela chegada oficial do título ao mercado nacional.

Com essa publicação, Omori passa a integrar o catálogo brasileiro de mangás com forte apelo narrativo e emocional, consolidando a aposta da MPEG em obras contemporâneas de grande reconhecimento internacional.

Sinopse de Omori:

Sunny é um adolescente recluso lidando com a morte de sua irmã mais velha, e sai de casa pela primeira vez em anos quando seu velho amigo Kel aparece de repente em sua porta. Ao mesmo tempo, o alter ego de Sunny em seu mundo dos sonhos, Omori, embarca em uma missão com Kel e seus amigos Aubrey e Hero para procurar Basil, um membro desaparecido de seu antigo grupo de amigos. Juntos, buscam entender o passado para garantir algum futuro, mas talvez o presente seja um obstáculo.

Editora JBC inicia a pré-venda do mangá XXX Holic

0

A editora JBC abriu oficialmente, na última terça-feira, 20 de janeiro de 2026, a pré-venda do primeiro volume da nova edição brasileira de XXX Holic, obra assinada pelo renomado grupo CLAMP. O mangá já pode ser adquirido por meio da Amazon.

Leia também:

A nova edição será lançada no formato 15 x 21 cm, o mesmo utilizado nos títulos premium da editora, contará com 184 páginas e terá preço sugerido de R$ 59,90. Segundo a JBC, o início dos envios está previsto para 20 de março de 2026.

Caso deseje encomendar, basta clicar no link abaixo:

XXX Holic – CLAMP PREMIUM COLLECTION #01: Amazon

Publicado originalmente no Japão entre 2003 e 2011 pela editora Kodansha, XXX Holic foi concluído em 19 volumes. Anos depois, a obra ganhou uma nova versão japonesa entre 2021 e 2022, integrando a coleção CLAMP PREMIUM COLLECTION, também com 19 volumes.

Capa oficial do mangá XXX Holic pela JBC
XXX HOLIC © 2003 by CLAMP · Shigatsu Tsuitachi CO., LTD / KODANSHA Ltd.

No Brasil, o mangá teve sua primeira publicação pela própria JBC entre 2006 e 2011, porém em 38 volumes, seguindo o formato original de meio-tanko. A aguardada republicação foi anunciada oficialmente durante o Anime Friends 2024. Embora inicialmente prevista para 2025, a nova edição acabou sendo reagendada para 2026.

Com esse relançamento, XXX Holic retorna ao mercado brasileiro em uma edição mais alinhada aos padrões atuais, oferecendo uma nova oportunidade para fãs antigos e novos leitores conhecerem uma das obras mais marcantes do CLAMP.

Capa oficial do mangá XXX Holic pela JBC FRENTE e verso
XXX HOLIC © 2003 by CLAMP · Shigatsu Tsuitachi CO., LTD / KODANSHA Ltd.

Sinopse de XXX Holic:

Nesta aventura lançada em 2003 pela Kodansha no Japão, a sedutora bruxa Yuko Ichihara é a dona de uma curiosa loja em que qualquer tipo de desejo pode ser realizado. Mas há um preço para que o pedido seja atendido: ela cobra um favor ou algo de igual valor de seus clientes. O custo varia desde objetos pessoais de grande valor até a alma da pessoa.
É a própria Ichihara quem decide o “preço” do desejo – e a bruxa sabe exatamente o que pedir para cada um que entra em sua loja em busca de um sonho a se realizar. Kimihiro Watanuki é um estudante que sofre por ser importunado por criaturas sobrenaturais que se sentem magicamente atraídas por ele.

Esses seres que o perseguem são invisíveis para o restante das pessoas, o que dificulta ainda mais a vida do garoto. Mas tudo muda quando Kimihiro conhece a “loja de desejos” de Ichihara. Para se livrar da perseguição do além, o preço é que ele se torne o “assistente” de Ichihara. Entre uma limpeza e outra, ele precisa executar os mais estranhos trabalhos.

Lollapalooza Brasil 2026 acontece em março com mais de 70 atrações, estreias no país e diversidade no line-up nacional

0

Faltando menos de dois meses para o Lollapalooza Brasil 2026, o festival já movimenta o público com um dos line-ups mais diversos dos últimos anos. A nova edição acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, reunindo mais de 70 atrações nacionais e internacionais.

Leia também:

Entre os nomes confirmados estão Sabrina Carpenter, Tyler, The Creator, Lorde, Skrillex, Deftones e Chappell Roan, além de artistas que fazem sua estreia no Brasil e outros que estavam entre os mais pedidos pelo público. Ao todo, 18 atrações sobem aos palcos do festival pela primeira vez no país.

Sabrina Carpenter, Tyler, The Creator, Chappell Roan e Deftones, atrações do Lollapalooza Brasil 2025, indicados ao Grammy 2026
Imagem reprodução/Instagram pessoal dos artistas

Destaque para a cena brasileira no Lollapalooza 2026

Além dos grandes nomes internacionais, o Lollapalooza Brasil reforça sua aposta na música brasileira, com uma curadoria que reúne artistas de diferentes regiões, estilos e gerações.

Entre os confirmados está Agnes Nunes, que se apresenta no sábado e vive uma fase de forte projeção na cena nacional. A cantora prepara um show inédito para o festival, com novas músicas e surpresas.

A música eletrônica brasileira também ganha espaço com MU540, produtor da Baixada Santista que vem conquistando reconhecimento fora do país. Além do show no Brasil, ele também integra o line-up do Lollapalooza Índia, ampliando sua presença no circuito internacional do evento.

No rock alternativo, o Scalene retorna ao festival pela terceira vez. A banda, vencedora do Grammy Latino, promete um show que dialoga tanto com fãs antigos quanto com novos ouvintes.

Representando a cena independente, a banda sergipana Cidade Dormitório leva ao Lolla um repertório que mistura pós-punk, psicodelia e experimentação. O show também marca a celebração de 10 anos de carreira do grupo.

Nina Maia completa o recorte nacional com um trabalho que transita entre MPB, jazz e indie pop. A artista apresenta no festival um show baseado em seu álbum de estreia, lançado recentemente.

Sideshows levam o Lollapalooza para além do Autódromo

Como já virou tradição, o Lollapalooza Brasil 2026 também promove os Sideshows, apresentações extras que acontecem em casas de shows de São Paulo e do Rio de Janeiro nos dias que antecedem o festival.

Entre os destaques estão:

  • TV Girl – Cine Joia (18/03)
  • RIIZE – Terra SP (19/03)
  • Interpol + Viagra Boys – Audio (19/03)
  • Lewis Capaldi + Ruel – Qualistage, no Rio de Janeiro (18/03)

O show de Blood Orange, no Cine Joia, já está esgotado.

Os ingressos para os Sideshows estão à venda no site oficial da Ticketmaster Brasil, com opções de meia-entrada, entrada social e inteira. A entrada social oferece desconto mediante doação automática para instituições parceiras do festival.

Quando e onde acontece o Lollapalooza Brasil 2026

  • Datas: 20, 21 e 22 de março de 2026
  • Local: Autódromo de Interlagos, São Paulo
  • Ingressos acesso o site oficial

O festival segue apostando em uma mistura de grandes nomes globais, artistas em ascensão e uma forte presença da música brasileira, além de ser um dos principais eventos musicais do país.

Ultraman Omega: Uma Obra sobre Coexistência e o Resgate do Tokusatsu Raiz

0

No dia 16 de janeiro de 2026, encerramos a jornada de Ultraman Omega, uma série que já nasceu com um gosto especial para o público brasileiro por ter sido apresentada primeiro no Anime Friends. Sob a direção principal de Kiyotaka Taguchi, conhecido por seu trabalho em Ultraman Z e Blazar, a Tsuburaya entregou uma desconstrução corajosa da própria franquia. Em um mundo onde nem Ultras nem Kaijus existiam no imaginário popular, a série nos apresentou o Omega. Ele um vigilante espacial desmemoriado que não carrega o nome “Ultra” como raça, mas como um título de impacto.

Leia também:

Elenco e Construção de Mundo

A força do enredo é sustentada por um elenco que trouxe humanidade e urgência ao conflito. Shori Kondo como Sorato Okida (Ultraman Omega) é o protagonista que dá nome ao Omega e estabelece o vínculo inicial com o vigilante espacial. Haruto Yoshida como Kosei Hoshimi é o jovem que, apesar do medo inicial do futuro, torna-se o elo vital para a proteção da Terra. Ayano Kudo como Ayumu Ichido: é uma personagem central que integra a equipe e ajuda a desenvolver a narrativa de aceitação dos Kaijus. Já a Professora Sayuki Uta (Mirai Yamamoto) surge como uma figura essencial para aprofundar a formação das equipes de defesa e a análise tecnológica.

Ultraman Omega em momento icônico
(Divulgação)

A formação das equipes é um diferencial inédito, já que neste universo a humanidade nunca havia lidado com Kaijus antes. A direção aposta em uma trama que evolui do medo, semelhante ao tom de Ultraman Nexus, para o respeito e a integração.

A Engenharia das Armaduras e o Poder de Trigoron

O grande diferencial da série está em seu sistema de combate simbiótico. O Omega não luta apenas com suas próprias forças; ele invoca três Kaijus aliados que se integram ao seu corpo como armaduras modulares.

Trigoron é o destaque absoluto para quem busca ação técnica, focando em super velocidade e cortes precisos, definindo o ritmo do combate. Reikness (Hakenas) traz uma dinâmica fascinante de manipulação da gravidade, permitindo ao Omega controlar o peso do ambiente e dos oponentes. Valgness conecta o herói às forças da natureza, oferecendo versatilidade elemental para enfrentar diferentes tipos de ameaças. Fora funciona como uma forma dedicada exclusivamente à velocidade extrema, complementando o arsenal tático.

Ultraman Omega lutando contra um Kaiju na série
(Reprodução)

Uma novo vislumbre ao Gênero

Visualmente, a produção é dinâmica e resgata a essência do tokusatsu clássico por meio de maquetes e coreografias bem estruturadas dos efeitos práticos. O ponto alto dessa nostalgia é o episódio do menino que tira fotos de monstros, que funciona como uma homenagem direta aos primórdios do gênero, referenciando Godzilla de 1954 e as técnicas clássicas de fotografia e animação com massinha.

O final da série, roteirizado por Junichiro Ashizawa, é onde as peças se encaixam de forma poética. A morte de Sorato e Kosei na primeira grande batalha contra Zomeras resgata o conceito clássico do hospedeiro que perde a vida para permitir a fusão com o herói. A consciência de Sorato permanece viva de forma telecinética dentro de Kosei, permitindo que ambos guiem o Omega em perfeita sincronia no combate final.

Conclusão: O Recado para as Nações

Ultraman Omega termina com uma mensagem poderosa sobre o cenário global. Ao mostrar a Terra retirando suas armas e optando pela análise e coexistência com Kaijus como Zovaras, a série deixa um manifesto claro contra a guerra e a dominação. É um lembrete de que a evolução real vem do respeito ao próximo e da capacidade de viver em conjunto.

Ultraman Omega os protagonista da série
(Reprodução)

Um detalhe interessante é que a temporada de Ultraman Omega pode ser conferida gratuitamente e de forma oficial na plataforma de vídeos YouTube.

Tela Brasil: novo streaming público do governo ainda não tem data de lançamento confirmada

0

A Plataforma Tela Brasil é o novo serviço de streaming público anunciado pelo Governo Federal para exibir gratuitamente produções audiovisuais brasileiras. Apesar da expectativa e do aumento nas buscas pelo nome, a plataforma ainda não tem data oficial de lançamento confirmada, embora a previsão divulgada seja de estreia em 2026.

Leia também:

Segundo informações publicadas em canais oficiais, o projeto foi concebido pela Secretaria do Audiovisual (SAV) em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e funcionará como um serviço de Vídeo por Demanda gratuito, com acesso vinculado ao cadastro do gov.br.

Investimento e catálogo inicial

De acordo com o próprio governo, a construção do catálogo inicial da Plataforma Tela Brasil envolve um investimento de R$ 4,4 milhões, valor destinado ao licenciamento e à preparação de acervos. A previsão é de um catálogo com cerca de 555 obras, incluindo curtas, médias e longas-metragens, além de produções seriadas.

Entre os conteúdos previstos estão obras provenientes de acervos de instituições públicas como a Cinemateca Brasileira, o CTAv, a Funarte e a Fundação Cultural Palmares, além de filmes brasileiros que já foram indicados ao Oscar e produções selecionadas por meio de edital de licenciamento. Filmes como O Agente Secreto possa ser uma das surpresas do catálogo quando lançado.

Foco educacional e uso institucional

Além do público em geral, a Plataforma Tela Brasil tem como público-alvo prioritário as escolas de educação básica, sendo apresentada como uma ferramenta para apoiar o cumprimento da Lei 13.006/2014, que prevê a exibição de filmes nacionais no ambiente escolar.

O projeto também menciona o atendimento a espaços não comerciais, como cineclubes, bibliotecas públicas, Pontos de Cultura e centros culturais.

Aplicativo aparece na Play Store, mas não está disponível

Um detalhe que tem chamado a atenção de usuários é que, ao pesquisar pelo nome Tela Brasil no Google, aparece a indicação de um aplicativo listado na Google Play Store. No entanto, ao tentar acessar o link, o app não é encontrado ou não está disponível para download.

Imagem da busca do Google com App na Google Play Store
(Reprodução)

A ausência do aplicativo pode indicar que ele foi publicado de forma antecipada ou por engano e posteriormente removido, ou ainda que esteja em fase de testes internos. Até o momento, não há posicionamento oficial esclarecendo essa situação. No entanto, as informações oficiais sobre o lançamento serão “divulgadas em breve pelos canais institucionais do Ministério da Cultura”, conclui a nota.

Portal Tela Brasil

Além da plataforma de streaming, o governo também anunciou o Portal Tela Brasil, um site voltado à organização de dados e informações sobre o setor audiovisual brasileiro. A proposta do portal é reunir cronologias, informações institucionais e links de empresas e iniciativas do setor.

Segundo os dados divulgados, 16 termos de adesão já foram firmados com agentes audiovisuais para integrar o portal, que deve funcionar como uma base pública de informações sobre produção, circulação e exibição de obras no país.

O que se sabe até agora

Em resumo:

  • A Plataforma Tela Brasil ainda não tem data de lançamento confirmada
  • O investimento divulgado para o catálogo inicial é de R$ 4,4 milhões
  • O acesso será gratuito e vinculado ao gov.br
  • Um app chegou a aparecer nas buscas da Play Store, mas não está disponível
  • Mais detalhes devem ser divulgados apenas com a aproximação do lançamento oficial

Até lá, a Tela Brasil segue como um projeto anunciado, mas ainda sem operação efetiva para o público.

ARPG dos criadores de Ori and the Blind Forest está com fim de semana gratuito

0

O RPG de ação (ARPG) No Rest for the Wicked, dos criadores de Ori and the Blind Forest e Ori and the Will of the Wisps, está com fim de semana gratuito no Steam, permitindo que jogadores experimentem o jogo antes de decidir pela compra.

Leia também:

Apesar de ter entrado em Acesso Antecipado em 2024, o título continua em desenvolvimento e a Moon Studios utiliza o feedback da comunidade para aprimorar mecânicas, conteúdos e balanceamento. Durante o período gratuito, que vai até 26 de janeiro, às 15h, é possível explorar o primeiro capítulo da campanha, enfrentar chefes desafiadores, coletar equipamentos, personalizar armas e armaduras, e participar de missões e desafios diários.

No Rest for the Wicked oferece:

  • Campanha narrativa com conteúdo inicial completo
  • Missões secundárias que expandem a história
  • Combates intensos contra inimigos e chefes
  • Sistema de equipamentos aprimoráveis e encantáveis
  • Moradia personalizável e recompensas diárias
  • Calabouço rejogável das Criptas Cerim

A versão completa ainda deve incluir modo cooperativo para até 4 jogadores, PvP, novas regiões, mais capítulos, inimigos e equipamentos. Durante o Acesso Antecipado, o jogo está com preço reduzido, que será ajustado quando a versão 1.0 for lançada.

Requisitos Mínimos (para rodar No Rest for the Wicked jogo em 1080p e ~30 FPS):

  • Sistema Operacional: Windows 10
  • Processador: Intel Core i5‑8400 ou AMD Ryzen 5 2600
  • Memória: 16 GB de RAM
  • Placa de vídeo: Nvidia GeForce GTX 970 ou AMD Radeon RX Vega 56
  • Armazenamento: 35‑46 GB de espaço disponível (SSD recomendado)

Requisitos Recomendados (para melhor desempenho, ~60 FPS):

  • Sistema Operacional: Windows 10 ou Windows 11
  • Processador: Intel Core i7‑11700K ou AMD Ryzen 7 5800X
  • Memória: 32 GB de RAM
  • Placa de vídeo: Nvidia GeForce RTX 2060 ou AMD Radeon RX 5600 XT
  • Armazenamento: 46 GB de espaço disponível (SSD obrigatório)

Para quem gosta de ARPGs com combate estratégico, mundo feito à mão e exploração profunda, este fim de semana gratuito é uma oportunidade de experimentar um dos projetos mais ambiciosos da Moon Studios sem compromisso.

Todos os Indicados do Oscar 2026: Brasil recebe 5 indicações

0

O Brasil recebeu cinco indicações ao Oscar 2026, e o grande destaque vai para O Agente Secreto, que igualou o número de indicações de uma produção nacional com Cidade de Deus (2002). A quinta indicação fica por conta do fotógrafo Adolpho Veloso, pelo longa-metragem Sonhos de Trem, produção da Netflix que também teve uma curta temporada nos cinemas. Foram necessárias duas décadas para que o Brasil voltasse a atingir esse patamar de indicações no maior evento da indústria cinematográfica, ainda que parte delas esteja ligada à participação de profissionais brasileiros em produções internacionais.

Leia também:

Por esse motivo, o Oscar 2026 — a nonagésima oitava edição da premiação desde sua criação, faltando apenas dois anos para a histórica edição de número 100 — será especial para os brasileiros. Independentemente da atual polarização em que o Brasil se encontra, é sempre interessante e instigante observar produções nacionais concorrendo com grandes escolas da indústria. Apesar de a indicação de Veloso estar ligada a uma produção americana, o simples fato de ele ser brasileiro já nos permite contar com sua participação no projeto. Afinal, subir ao palco mais concorrido do cinema é uma oportunidade para poucos, e, em caso de vitória, será ele quem buscará a cobiçada estatueta.

Enquanto isso, O Agente Secreto surge como um forte candidato ao prêmio de Melhor Filme Internacional. Já a categoria de Melhor Filme é mais criteriosa, uma vez que, mesmo após a vitória no Globo de Ouro, isso nem sempre se reflete diretamente no Oscar.

É como se a Academia mantivesse uma visão distinta em relação ao segundo maior prêmio da indústria que o antecede. Além disso, o longa também entra para a história ao ser um dos cinco primeiros filmes indicados à categoria inédita de Melhor Escalação de Elenco, que será premiada pela primeira vez nesta edição.

Pecadores se destacou entre os indicados ao Oscar 2026 ao quebrar o recorde de maior número de indicações recebidas por um único filme nesta edição, somando 16 nomeações no total.

Por fim, confira todos os indicados ao Oscar 2026. Vale lembrar que a cerimônia deste ano está programada para ocorrer no Teatro Dolby, em Los Angeles, Califórnia, no dia 15 de março de 2026. O vídeo com os indicados pode ser conferido na página oficial da edição deste ano.

Melhor Filme

  • Uma Batalha Após a Outra
  • Hamnet
  • Pecadores
  • Marty Supreme
  • Frankenstein
  • Valor Sentimental
  • Sonhos de Trem
  • O Agente Secreto
  • Bugonia
  • F1: O Filme

Melhor Filme Internacional

  • O Agente Secreto (Brasil)
  • Valor Sentimental (Noruega)
  • Foi Apenas um Acidente (França)
  • Sirât (Espanha)
  • A Voz de Hind Rajab (Tunísia)
O Agente Secreto leva duas estatuetas no Globo de Ouro 2026
Imagem reprodução

Melhor Escalação de Elenco

  • Pecadores
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • O Agente Secreto
  • Uma Batalha Após a Outra

Melhor Ator

  • Timothée Chalamet (Marty Supreme)
  • Leonardo DiCaprio (Uma Batalha Após a Outra)
  • Wagner Moura (O Agente Secreto)
  • Michael B. Jordan (Pecadores)
  • Ethan Hawke (Blue Moon)

Melhor Atriz

  • Rose Byrne (Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria)
  • Jessie Buckley (Hamnet: A Vida Antes de Hamlet)
  • Renate Reinsve (Valor Sentimental)
  • Emma Stone (Bugonia)
  • Kate Hudson (Song Song Blue)

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Teyana Taylor (Uma Batalha Após a Outra)
  • Amy Madigan (A Hora do Mal)
  • Inga Ibsdotter Lilleaas (Valor Sentimental)
  • Elle Fanning (Valor Sentimental)
  • Wunmi Mosaku (Pecadores)

Melhor Ator Coadjuvante

  • Stellan Skarsgård (Valor Sentimental)
  • Jacob Elordi (Frankenstein)
  • Benicio Del Toro (Uma Batalha Após a Outra)
  • Sean Penn (Uma Batalha Após a Outra)
  • Delroy Lindo (Pecadores)

Melhor Direção

  • Paul Thomas Anderson (Uma Batalha Após a Outra)
  • Ryan Coogler (Pecadores)
  • Chloé Zhao (Hamnet: A Vida Antes de Hamlet)
  • Joachim Trier (Valor Sentimental)
  • Josh Safdie (Marty Supreme)

Melhor Roteiro Adaptado

  • Uma Batalha Após a Outra
  • Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
  • Sonhos de Trem
  • Bugonia
  • Frankenstein

Melhor Roteiro Original

  • Pecadores
  • Valor Sentimental
  • Marty Supreme
  • Foi Apenas um Acidente
  • Blue Moon

Melhor Canção Original

  • GoldenGuerreiras do K-Pop
  • Dear MeDiane Warren: Relentless
  • I Lied to YouPecadores
  • Sweet Dreams of JoyViva Verdi!
  • Train DreamsSonhos de Trem

Melhor Trilha Sonora Original

  • Bugonia
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores

Melhor Animação

  • Guerreiras do K-Pop
  • Arco
  • Zootopia 2
  • A Pequena Amélie
  • Elio

Melhor Documentário

  • Alabama: Presos do Sistema
  • Embaixo da Luz Neon
  • Cutting Through Rocks
  • Mr. Nobody Against Putin
  • A Vizinha Perfeita

Melhor Figurino

  • Frankenstein
  • Pecadores
  • Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
  • Marty Supreme
  • Avatar: Fogo e Cinzas

Melhor Design de Produção

  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores

Melhor Maquiagem e Cabelo

  • Frankenstein
  • Kokuho
  • Pecadores
  • Coração de Lutador
  • A Meia-Irmã Feia

Melhor Som

  • Frankenstein
  • F1: O Filme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Sirât

Melhor Montagem

  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • F1: O Filme
  • Marty Supreme
  • Valor Sentimental

Melhor Fotografia

  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Sonhos de Trem
  • Frankenstein
  • Marty Supreme

Destaque: a categoria conta com o brasileiro Adolpho Veloso, por Sonhos de Trem.

Melhores Efeitos Visuais

  • Avatar: Fire and Ash
  • F1
  • Jurassic World Rebirth
  • Pecadores
  • The Lost Bus

Melhor Curta-Metragem

  • The Singers
  • Jane Austen’s Period Drama
  • Two People Exchanging Saliva
  • Butcher’s Stain
  • A Friend of Dorothy

Melhor Curta de Animação

  • Butterfly
  • Forevergreen
  • Retirement Plan
  • The Girl Who Cried Pearls
  • The Three Sisters

Melhor Curta Documentário

  • All the Empty Rooms
  • Armed Only with a Camera: The Life and Death of Brent Renaud
  • Children No More: Were and Are Gone
  • The Devil Is Busy
  • Perfectly a Strangeness

Trailer de Mestres do Universo é sucesso de visualizações

0

Em menos de 7 horas após a publicação do trailer oficial de Mestres do Universo, que apresenta He-Man como o mítico guerreiro portador da Espada de Grayskull, o vídeo já havia alcançado milhões de visualizações. Os números cresceram rapidamente não apenas nos canais oficiais envolvidos, como também entre criadores de conteúdo, inundando o YouTube com reações, análises e compartilhamentos.

Leia também:

Trailer de Mestres do Universo é sucesso

Vale destacar que esta análise considera apenas uma rede de compartilhamento. Se incluirmos outras plataformas, esse número tende a ser ainda maior. Os canais oficiais da Amazon MGM Studios conquistaram quase 7 milhões de visualizações em poucas horas. Já no site e nos canais da Sony Pictures Brasil, responsável pela distribuição do filme em território nacional, o trailer ultrapassou a marca de 1 milhão de visualizações — um resultado que, sinceramente, surpreendeu até mesmo os mais otimistas.

He-Man, Teela e Pacato em cena do trailer de Mestres do Universo com milhões de visualizações no YouTube
(Reprodução/Amazon MGM Studios)

Assim como abordado em outro artigo, no qual discuti o público-alvo ideal para o longa-metragem, o trailer revela personagens icônicos da franquia, como Príncipe Adam, Teela, Mentor, a Feiticeira, Esqueleto, Mandíbula, Pacato, entre outros. O visual de Eternia está encantador, ainda que necessite de alguns ajustes e melhorias pontuais para um polimento mais refinado do pano de fundo e de certos elementos visuais. Ainda assim, o retorno inicial é bastante positivo, especialmente se considerarmos o tempo que se passou desde o auge da franquia original. Os próximos vídeos e materiais promocionais serão fundamentais para manter o nível de hype elevado.

O Brasil, em especial, se destaca como um dos países com maior admiração pelo personagem He-Man. Muito disso se deve ao icônico elenco de dublagem brasileira, que marcou gerações. Garcia Júnior deu voz a He-Man ainda muito jovem, trazendo identidade ao protetor de Eternia. Já o lendário Isaac Bardavid eternizou o vilão Esqueleto, enquanto Orlando Drummond foi a voz clássica de Pacato (Cringer, no original). A Feiticeira também teve grande destaque na dublagem nacional com a interpretação de Ilka Pinheiro.

Os fãs esperam respeito à obra original, e o trailer oficial já indica mudanças consideráveis em relação ao material clássico. Embora, é cedo para julgamentos definitivos, sendo mais prudente observar e apontar possíveis ajustes para que o projeto alcance seu máximo potencial. Além disso, como a expectativa está alta, publicaremos em nosso site informações sobre a pré-venda de ingressos assim que estiver disponível.

Mestres do Universo é um longa-metragem muito aguardado, especialmente por quem consome e acompanha a cultura pop há décadas. Reviver essa saga, que recentemente ganhou novas versões animadas na Netflix, exige um cuidado à altura de sua importância histórica. Por fim, o filme tem estreia oficial marcada no Brasil para o dia 4 de junho de 2026.

I Hate This Place: primeiras impressões da demo

0

Joguei a demo de I Hate This Place, jogo inspirado na HQ de mesmo nome publicado pela Image Comics, e a experiência deixou uma impressão positiva. A ambientação funciona bem, o clima de terror é constante e a influência dos quadrinhos aparece tanto no visual quanto na construção do mundo. A Bloober Team em parceria com a Skybound Entertainment são responsáveis por este novo título de survival horror em mundo aberto. O jogo está sendo desenvolvido através da Broken Mirror Games, um novo selo de terror da Bloober Team que busca trazer jogos do gênero com ideias diferentes e inovadoras.

Leia também:

O lançamento do jogo completo está previsto para 29 de janeiro de 2026 no PC, PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch. A demonstração gratuita está disponível na plataforma Steam.

Há, no entanto, alguns pontos que chamaram atenção de forma não tão positivo. A iluminação da lanterna, em especial, incomoda em certos momentos. Em áreas muito escuras, a luz nem sempre ajuda na leitura do ambiente e pode acabar atrapalhando a navegação. Ainda assim, trata-se de um problema pontual, que não compromete a experiência geral da demo. Outro ponto são os posicionamentos das câmeras e compreendo que se trata de um título de visão isométrica.

Um único nível de dificuldade, mas diferentes abordagens

I Hate This Place conta com apenas um nível de dificuldade. Mesmo assim, o jogo não limita o jogador a uma única forma de avançar. A proposta é oferecer ferramentas para que cada pessoa enfrente os desafios no próprio ritmo. Na jornada da peregrinação de Elena para encontrar resposta, nos atiça querer continuar para conhecer mais deste lugar estranho e sombrio.

É possível adotar uma abordagem mais furtiva, evitando confrontos diretos e utilizando caminhos alternativos. Muitas áreas permitem alcançar objetivos sem passar pelo trajeto principal, geralmente mais perigoso. Por outro lado, também é viável optar pelo combate direto, com uso de armas de fogo e explosivos. Essa escolha exige maior precisão e domínio do sistema de combate. Esses confrontos são premiados com itens melhores para aprimorar nosso inventário e arsenal.

O rancho funciona como base central do jogo. Nele, o jogador pode construir diferentes tipos de edifícios, que ampliam o acesso a munição, armas, explosivos e itens consumíveis.

Caso o jogador encontre dificuldades em determinada área, não é necessário insistir imediatamente. O jogo permite recuar, investir na base, aprimorar equipamentos e retornar posteriormente mais preparado. Além disso, o mundo oferece outras regiões para exploração, o que exibe a sensação de liberdade.

A experiência de sobrevivência vai além do combate. O jogo conta com sistemas de fome e estamina, que influenciam diretamente a capacidade de correr e lutar. Manter esses elementos sob controle é fundamental. Esses elementos, na minha opinião, os desenvolvedores deveriam olhar com prioridade. Para não ter problemas de progresso à medida que os usuários vão avançado.

A munição é escassa, principalmente no início. Por isso, o gerenciamento de recursos tem papel central. Durante a exploração, é possível encontrar plantas e materiais que viabilizam a construção de prédios no rancho. Esses edifícios permitem cozinhar alimentos, preparar curativos e produzir recursos como madeira e sucata, utilizados na fabricação de munição, armas e explosivos.

Exploração e estrutura do mundo

Os primeiros 40 a 60 minutos do jogo são mais lineares e servem como introdução às mecânicas principais. Após esse período, o mapa se abre de forma mais clara.

Por isso, I Hate This Place apresenta um mundo semiaberto, ambientado nas florestas ao redor do rancho. Ao explorar o mapa, o jogador encontra diferentes tipos de áreas fechadas, como bunkers militares, minas abandonadas e mansões mal-assombradas. Há também os chamados ghost levels, que funcionam como mistérios de assassinato ambientados em cenários mais abstratos e fantasmagóricos.

O jogo inclui NPCs com missões próprias. Ao ajudar esses personagens, o jogador pode utilizar suas casas como locais de descanso. Além disso, cabanas abandonadas funcionam como bases temporárias. Para facilitar o deslocamento, existe um sistema de viagem rápida baseado em um rio, utilizando um barco.

Arsenal e variedade de armas em I Hate This Place

O jogo conta com pelo menos 11 armas de longo alcance, além de uma arma corpo a corpo, diferentes tipos de explosivos e itens consumíveis.

Entre os destaques estão as espingardas, que possuem diversas variações, e a arma de sinalizador, capaz de incendiar inimigos. Duas armas se sobressaem pela versatilidade: a lança-arpão, que permite imobilizar inimigos, e a taser, que pode atordoar adversários, afetar inimigos na água e até ativar dispositivos eletrônicos, como portas e geradores. Mas ao menos, comecei com um bastão de beisebol que pode ser utilizado por inimigos mais fracos. Aqueles mais tenebrosos, é necessário utilizar armas com poder bélico de maior calibre e impacto até fogo mesmo.

Se me perguntarem se aprovo esta demonstração gratuita, a resposta é sim. Apesar de alguns problemas técnicos, como a iluminação da lanterna, I Hate This Place apresenta boas ideias e uma identidade bem definida. A demo evidencia uma proposta focada em liberdade de abordagem, exploração e gerenciamento de recursos. Em breve, uma análise completa do jogo estará em nosso catálogo de artigos de reviews.

Caso esses pontos sejam refinados até o lançamento, o jogo tem potencial para se destacar entre os survival horrors previstos para 2026.

Terror em Silent Hill – Regresso para o Inferno é massacrado pela crítica

0

Terror em Silent Hill – Regresso para o Inferno, com todo seu trailer conturbado e uma fraca divulgação, já deixava claro que poderia sofrer problemas de desempenho. Apesar de o diretor Christophe Gans conhecer bastante da franquia, já que não é seu primeiro trabalho na saga, ficou evidente que este longa-metragem teria problemas desde suas primeiras revelações.

Leia também:

Começando pelo Silent Hill Transmission, quando a Konami obrigou todos os veículos a removerem de suas publicações o trailer do filme, que na época ainda não havia um título em português brasileiro, apenas Return to Silent Hill.

Eles alegaram que haviam publicado antes do tempo e que a retirada seria para manter a parceria cordial entre os veículos de imprensa. Nesse momento, efetuei uma pesquisa aprofundada e percebi que as críticas eram gigantes para aquele material; o que, provavelmente, deve ter estimulado a remoção desse conteúdo, considerando que demoraram muitos meses para publicar algum material referente ao terceiro filme da franquia.

Com atores que não estão no seu melhor auge, a escalação ocorreu com Jeremy Irvine, conhecido mundialmente pelo famoso filme de Steven Spielberg, Cavalo de Guerra. No novo filme ele interpreta o protagonista James Sunderland. Enquanto isso, Hannah Emily Anderson, que trabalhou em outros filmes de suspense e terror, como na franquia Jogos Mortais, faz Mary e Maria, as gêmeas. Evie Templeton interpreta Laura; a atriz também está na atual série Wandinha, da Netflix.

As enfermeiras e o Cabeça de Pirâmide estão no filme e até fazem referência à ambientação de Silent Hill. Porém, o modo como o enredo é explorado sai do escopo do que é o original desta saga, o que fez muitos críticos e até o público em geral questionarem e colocarem o filme como o pior da franquia Silent Hill.

Todas as métricas de Silent Hill no Rotten Tomatoes

Olhando pela crítica especializada, podemos perceber que ele é superior ao segundo filme, de 2012, que na época teve pessoas desejando mais fidelidade ao longa-metragem, obtendo metade da bilheteria do primeiro filme, de 2006. Agora, passados quase 14 anos desde o último filme, os fãs parecem não ter gostado nada deste retorno, já que conseguiu, pela classificação dos usuários no Rotten Tomatoes, apenas 30%/100. Os demais títulos, como Terror em Silent Hill (Silent Hill, 2006) e Silent Hill: Revelação (Silent Hill: Revelation, 2012), com 63% e 35%, respectivamente, conseguem superar o mais recente filme.

Se fizermos um comparativo com os três filmes da franquia, ele não está tão distante no gosto da crítica e dos usuários. Embora tenha sido desenvolvido quase que totalmente de modo independente dos grandes estúdios, como nos primeiros filmes, se houvesse um pouco mais de investimento ao longo dos seus 20 a 25 milhões e mudanças consideráveis no roteiro, poderia ser considerado um bom filme.

O sucesso do remake de Silent Hill 2, pela Bloober Team, ao qual a Konami terceirizou para trazer uma ambientação sombria já conhecida da saga, não se reflete no filme que chegou aos cinemas mundiais em 23 de janeiro de 2026. Agora, não sabemos quando um novo título desta mítica jornada sombria e do nevoeiro retornará aos cinemas.

Se estiver interessado em assistir e tirar suas próprias conclusões, você consegue localizar sessões de cinema mais próximas da sua casa enquanto estiver em cartaz através do Ingresso.com.


Fique ciente de que o nosso site não possui nenhum vínculo com as marcas e empresas citadas neste artigo.

Editora MPEG revela a capa e brindes do mangá Omori

0

Na quinta-feira, 22 de janeiro de 2026, a editora MPEG revelou oficialmente, por meio de suas redes sociais, a capa nacional e os brindes do primeiro volume do mangá Omori, obra assinada por OMOCAT com arte de Nui Konoito.

Leia também:

O mangá Omori está em publicação no Japão desde 2024, sendo serializado na revista Afternoon, da editora Kodansha, e conta atualmente com três volumes lançados. A adaptação é baseada no aclamado RPG independente Omori, que por sua vez teve origem no webcomic “Omoriboy”, criado por OMOCAT, reforçando o caráter autoral e psicológico da obra.

No Brasil, o lançamento seguirá o formato padrão da MPEG, com dimensões de 13,7 x 20 cm, miolo em papel offset e capa cartonada com sobrecapa. O primeiro volume terá 208 páginas e preço sugerido de R$ 44,90. A edição já se encontra em pré-venda na Amazon, ampliando a expectativa dos fãs pela chegada oficial do título ao mercado nacional.

Com essa publicação, Omori passa a integrar o catálogo brasileiro de mangás com forte apelo narrativo e emocional, consolidando a aposta da MPEG em obras contemporâneas de grande reconhecimento internacional.

Sinopse de Omori:

Sunny é um adolescente recluso lidando com a morte de sua irmã mais velha, e sai de casa pela primeira vez em anos quando seu velho amigo Kel aparece de repente em sua porta. Ao mesmo tempo, o alter ego de Sunny em seu mundo dos sonhos, Omori, embarca em uma missão com Kel e seus amigos Aubrey e Hero para procurar Basil, um membro desaparecido de seu antigo grupo de amigos. Juntos, buscam entender o passado para garantir algum futuro, mas talvez o presente seja um obstáculo.

Editora JBC inicia a pré-venda do mangá XXX Holic

0

A editora JBC abriu oficialmente, na última terça-feira, 20 de janeiro de 2026, a pré-venda do primeiro volume da nova edição brasileira de XXX Holic, obra assinada pelo renomado grupo CLAMP. O mangá já pode ser adquirido por meio da Amazon.

Leia também:

A nova edição será lançada no formato 15 x 21 cm, o mesmo utilizado nos títulos premium da editora, contará com 184 páginas e terá preço sugerido de R$ 59,90. Segundo a JBC, o início dos envios está previsto para 20 de março de 2026.

Caso deseje encomendar, basta clicar no link abaixo:

XXX Holic – CLAMP PREMIUM COLLECTION #01: Amazon

Publicado originalmente no Japão entre 2003 e 2011 pela editora Kodansha, XXX Holic foi concluído em 19 volumes. Anos depois, a obra ganhou uma nova versão japonesa entre 2021 e 2022, integrando a coleção CLAMP PREMIUM COLLECTION, também com 19 volumes.

Capa oficial do mangá XXX Holic pela JBC
XXX HOLIC © 2003 by CLAMP · Shigatsu Tsuitachi CO., LTD / KODANSHA Ltd.

No Brasil, o mangá teve sua primeira publicação pela própria JBC entre 2006 e 2011, porém em 38 volumes, seguindo o formato original de meio-tanko. A aguardada republicação foi anunciada oficialmente durante o Anime Friends 2024. Embora inicialmente prevista para 2025, a nova edição acabou sendo reagendada para 2026.

Com esse relançamento, XXX Holic retorna ao mercado brasileiro em uma edição mais alinhada aos padrões atuais, oferecendo uma nova oportunidade para fãs antigos e novos leitores conhecerem uma das obras mais marcantes do CLAMP.

Capa oficial do mangá XXX Holic pela JBC FRENTE e verso
XXX HOLIC © 2003 by CLAMP · Shigatsu Tsuitachi CO., LTD / KODANSHA Ltd.

Sinopse de XXX Holic:

Nesta aventura lançada em 2003 pela Kodansha no Japão, a sedutora bruxa Yuko Ichihara é a dona de uma curiosa loja em que qualquer tipo de desejo pode ser realizado. Mas há um preço para que o pedido seja atendido: ela cobra um favor ou algo de igual valor de seus clientes. O custo varia desde objetos pessoais de grande valor até a alma da pessoa.
É a própria Ichihara quem decide o “preço” do desejo – e a bruxa sabe exatamente o que pedir para cada um que entra em sua loja em busca de um sonho a se realizar. Kimihiro Watanuki é um estudante que sofre por ser importunado por criaturas sobrenaturais que se sentem magicamente atraídas por ele.

Esses seres que o perseguem são invisíveis para o restante das pessoas, o que dificulta ainda mais a vida do garoto. Mas tudo muda quando Kimihiro conhece a “loja de desejos” de Ichihara. Para se livrar da perseguição do além, o preço é que ele se torne o “assistente” de Ichihara. Entre uma limpeza e outra, ele precisa executar os mais estranhos trabalhos.

Lollapalooza Brasil 2026 acontece em março com mais de 70 atrações, estreias no país e diversidade no line-up nacional

0

Faltando menos de dois meses para o Lollapalooza Brasil 2026, o festival já movimenta o público com um dos line-ups mais diversos dos últimos anos. A nova edição acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, reunindo mais de 70 atrações nacionais e internacionais.

Leia também:

Entre os nomes confirmados estão Sabrina Carpenter, Tyler, The Creator, Lorde, Skrillex, Deftones e Chappell Roan, além de artistas que fazem sua estreia no Brasil e outros que estavam entre os mais pedidos pelo público. Ao todo, 18 atrações sobem aos palcos do festival pela primeira vez no país.

Sabrina Carpenter, Tyler, The Creator, Chappell Roan e Deftones, atrações do Lollapalooza Brasil 2025, indicados ao Grammy 2026
Imagem reprodução/Instagram pessoal dos artistas

Destaque para a cena brasileira no Lollapalooza 2026

Além dos grandes nomes internacionais, o Lollapalooza Brasil reforça sua aposta na música brasileira, com uma curadoria que reúne artistas de diferentes regiões, estilos e gerações.

Entre os confirmados está Agnes Nunes, que se apresenta no sábado e vive uma fase de forte projeção na cena nacional. A cantora prepara um show inédito para o festival, com novas músicas e surpresas.

A música eletrônica brasileira também ganha espaço com MU540, produtor da Baixada Santista que vem conquistando reconhecimento fora do país. Além do show no Brasil, ele também integra o line-up do Lollapalooza Índia, ampliando sua presença no circuito internacional do evento.

No rock alternativo, o Scalene retorna ao festival pela terceira vez. A banda, vencedora do Grammy Latino, promete um show que dialoga tanto com fãs antigos quanto com novos ouvintes.

Representando a cena independente, a banda sergipana Cidade Dormitório leva ao Lolla um repertório que mistura pós-punk, psicodelia e experimentação. O show também marca a celebração de 10 anos de carreira do grupo.

Nina Maia completa o recorte nacional com um trabalho que transita entre MPB, jazz e indie pop. A artista apresenta no festival um show baseado em seu álbum de estreia, lançado recentemente.

Sideshows levam o Lollapalooza para além do Autódromo

Como já virou tradição, o Lollapalooza Brasil 2026 também promove os Sideshows, apresentações extras que acontecem em casas de shows de São Paulo e do Rio de Janeiro nos dias que antecedem o festival.

Entre os destaques estão:

  • TV Girl – Cine Joia (18/03)
  • RIIZE – Terra SP (19/03)
  • Interpol + Viagra Boys – Audio (19/03)
  • Lewis Capaldi + Ruel – Qualistage, no Rio de Janeiro (18/03)

O show de Blood Orange, no Cine Joia, já está esgotado.

Os ingressos para os Sideshows estão à venda no site oficial da Ticketmaster Brasil, com opções de meia-entrada, entrada social e inteira. A entrada social oferece desconto mediante doação automática para instituições parceiras do festival.

Quando e onde acontece o Lollapalooza Brasil 2026

  • Datas: 20, 21 e 22 de março de 2026
  • Local: Autódromo de Interlagos, São Paulo
  • Ingressos acesso o site oficial

O festival segue apostando em uma mistura de grandes nomes globais, artistas em ascensão e uma forte presença da música brasileira, além de ser um dos principais eventos musicais do país.

Ultraman Omega: Uma Obra sobre Coexistência e o Resgate do Tokusatsu Raiz

0

No dia 16 de janeiro de 2026, encerramos a jornada de Ultraman Omega, uma série que já nasceu com um gosto especial para o público brasileiro por ter sido apresentada primeiro no Anime Friends. Sob a direção principal de Kiyotaka Taguchi, conhecido por seu trabalho em Ultraman Z e Blazar, a Tsuburaya entregou uma desconstrução corajosa da própria franquia. Em um mundo onde nem Ultras nem Kaijus existiam no imaginário popular, a série nos apresentou o Omega. Ele um vigilante espacial desmemoriado que não carrega o nome “Ultra” como raça, mas como um título de impacto.

Leia também:

Elenco e Construção de Mundo

A força do enredo é sustentada por um elenco que trouxe humanidade e urgência ao conflito. Shori Kondo como Sorato Okida (Ultraman Omega) é o protagonista que dá nome ao Omega e estabelece o vínculo inicial com o vigilante espacial. Haruto Yoshida como Kosei Hoshimi é o jovem que, apesar do medo inicial do futuro, torna-se o elo vital para a proteção da Terra. Ayano Kudo como Ayumu Ichido: é uma personagem central que integra a equipe e ajuda a desenvolver a narrativa de aceitação dos Kaijus. Já a Professora Sayuki Uta (Mirai Yamamoto) surge como uma figura essencial para aprofundar a formação das equipes de defesa e a análise tecnológica.

Ultraman Omega em momento icônico
(Divulgação)

A formação das equipes é um diferencial inédito, já que neste universo a humanidade nunca havia lidado com Kaijus antes. A direção aposta em uma trama que evolui do medo, semelhante ao tom de Ultraman Nexus, para o respeito e a integração.

A Engenharia das Armaduras e o Poder de Trigoron

O grande diferencial da série está em seu sistema de combate simbiótico. O Omega não luta apenas com suas próprias forças; ele invoca três Kaijus aliados que se integram ao seu corpo como armaduras modulares.

Trigoron é o destaque absoluto para quem busca ação técnica, focando em super velocidade e cortes precisos, definindo o ritmo do combate. Reikness (Hakenas) traz uma dinâmica fascinante de manipulação da gravidade, permitindo ao Omega controlar o peso do ambiente e dos oponentes. Valgness conecta o herói às forças da natureza, oferecendo versatilidade elemental para enfrentar diferentes tipos de ameaças. Fora funciona como uma forma dedicada exclusivamente à velocidade extrema, complementando o arsenal tático.

Ultraman Omega lutando contra um Kaiju na série
(Reprodução)

Uma novo vislumbre ao Gênero

Visualmente, a produção é dinâmica e resgata a essência do tokusatsu clássico por meio de maquetes e coreografias bem estruturadas dos efeitos práticos. O ponto alto dessa nostalgia é o episódio do menino que tira fotos de monstros, que funciona como uma homenagem direta aos primórdios do gênero, referenciando Godzilla de 1954 e as técnicas clássicas de fotografia e animação com massinha.

O final da série, roteirizado por Junichiro Ashizawa, é onde as peças se encaixam de forma poética. A morte de Sorato e Kosei na primeira grande batalha contra Zomeras resgata o conceito clássico do hospedeiro que perde a vida para permitir a fusão com o herói. A consciência de Sorato permanece viva de forma telecinética dentro de Kosei, permitindo que ambos guiem o Omega em perfeita sincronia no combate final.

Conclusão: O Recado para as Nações

Ultraman Omega termina com uma mensagem poderosa sobre o cenário global. Ao mostrar a Terra retirando suas armas e optando pela análise e coexistência com Kaijus como Zovaras, a série deixa um manifesto claro contra a guerra e a dominação. É um lembrete de que a evolução real vem do respeito ao próximo e da capacidade de viver em conjunto.

Ultraman Omega os protagonista da série
(Reprodução)

Um detalhe interessante é que a temporada de Ultraman Omega pode ser conferida gratuitamente e de forma oficial na plataforma de vídeos YouTube.

Tela Brasil: novo streaming público do governo ainda não tem data de lançamento confirmada

0

A Plataforma Tela Brasil é o novo serviço de streaming público anunciado pelo Governo Federal para exibir gratuitamente produções audiovisuais brasileiras. Apesar da expectativa e do aumento nas buscas pelo nome, a plataforma ainda não tem data oficial de lançamento confirmada, embora a previsão divulgada seja de estreia em 2026.

Leia também:

Segundo informações publicadas em canais oficiais, o projeto foi concebido pela Secretaria do Audiovisual (SAV) em parceria com a Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e funcionará como um serviço de Vídeo por Demanda gratuito, com acesso vinculado ao cadastro do gov.br.

Investimento e catálogo inicial

De acordo com o próprio governo, a construção do catálogo inicial da Plataforma Tela Brasil envolve um investimento de R$ 4,4 milhões, valor destinado ao licenciamento e à preparação de acervos. A previsão é de um catálogo com cerca de 555 obras, incluindo curtas, médias e longas-metragens, além de produções seriadas.

Entre os conteúdos previstos estão obras provenientes de acervos de instituições públicas como a Cinemateca Brasileira, o CTAv, a Funarte e a Fundação Cultural Palmares, além de filmes brasileiros que já foram indicados ao Oscar e produções selecionadas por meio de edital de licenciamento. Filmes como O Agente Secreto possa ser uma das surpresas do catálogo quando lançado.

Foco educacional e uso institucional

Além do público em geral, a Plataforma Tela Brasil tem como público-alvo prioritário as escolas de educação básica, sendo apresentada como uma ferramenta para apoiar o cumprimento da Lei 13.006/2014, que prevê a exibição de filmes nacionais no ambiente escolar.

O projeto também menciona o atendimento a espaços não comerciais, como cineclubes, bibliotecas públicas, Pontos de Cultura e centros culturais.

Aplicativo aparece na Play Store, mas não está disponível

Um detalhe que tem chamado a atenção de usuários é que, ao pesquisar pelo nome Tela Brasil no Google, aparece a indicação de um aplicativo listado na Google Play Store. No entanto, ao tentar acessar o link, o app não é encontrado ou não está disponível para download.

Imagem da busca do Google com App na Google Play Store
(Reprodução)

A ausência do aplicativo pode indicar que ele foi publicado de forma antecipada ou por engano e posteriormente removido, ou ainda que esteja em fase de testes internos. Até o momento, não há posicionamento oficial esclarecendo essa situação. No entanto, as informações oficiais sobre o lançamento serão “divulgadas em breve pelos canais institucionais do Ministério da Cultura”, conclui a nota.

Portal Tela Brasil

Além da plataforma de streaming, o governo também anunciou o Portal Tela Brasil, um site voltado à organização de dados e informações sobre o setor audiovisual brasileiro. A proposta do portal é reunir cronologias, informações institucionais e links de empresas e iniciativas do setor.

Segundo os dados divulgados, 16 termos de adesão já foram firmados com agentes audiovisuais para integrar o portal, que deve funcionar como uma base pública de informações sobre produção, circulação e exibição de obras no país.

O que se sabe até agora

Em resumo:

  • A Plataforma Tela Brasil ainda não tem data de lançamento confirmada
  • O investimento divulgado para o catálogo inicial é de R$ 4,4 milhões
  • O acesso será gratuito e vinculado ao gov.br
  • Um app chegou a aparecer nas buscas da Play Store, mas não está disponível
  • Mais detalhes devem ser divulgados apenas com a aproximação do lançamento oficial

Até lá, a Tela Brasil segue como um projeto anunciado, mas ainda sem operação efetiva para o público.

ARPG dos criadores de Ori and the Blind Forest está com fim de semana gratuito

0

O RPG de ação (ARPG) No Rest for the Wicked, dos criadores de Ori and the Blind Forest e Ori and the Will of the Wisps, está com fim de semana gratuito no Steam, permitindo que jogadores experimentem o jogo antes de decidir pela compra.

Leia também:

Apesar de ter entrado em Acesso Antecipado em 2024, o título continua em desenvolvimento e a Moon Studios utiliza o feedback da comunidade para aprimorar mecânicas, conteúdos e balanceamento. Durante o período gratuito, que vai até 26 de janeiro, às 15h, é possível explorar o primeiro capítulo da campanha, enfrentar chefes desafiadores, coletar equipamentos, personalizar armas e armaduras, e participar de missões e desafios diários.

No Rest for the Wicked oferece:

  • Campanha narrativa com conteúdo inicial completo
  • Missões secundárias que expandem a história
  • Combates intensos contra inimigos e chefes
  • Sistema de equipamentos aprimoráveis e encantáveis
  • Moradia personalizável e recompensas diárias
  • Calabouço rejogável das Criptas Cerim

A versão completa ainda deve incluir modo cooperativo para até 4 jogadores, PvP, novas regiões, mais capítulos, inimigos e equipamentos. Durante o Acesso Antecipado, o jogo está com preço reduzido, que será ajustado quando a versão 1.0 for lançada.

Requisitos Mínimos (para rodar No Rest for the Wicked jogo em 1080p e ~30 FPS):

  • Sistema Operacional: Windows 10
  • Processador: Intel Core i5‑8400 ou AMD Ryzen 5 2600
  • Memória: 16 GB de RAM
  • Placa de vídeo: Nvidia GeForce GTX 970 ou AMD Radeon RX Vega 56
  • Armazenamento: 35‑46 GB de espaço disponível (SSD recomendado)

Requisitos Recomendados (para melhor desempenho, ~60 FPS):

  • Sistema Operacional: Windows 10 ou Windows 11
  • Processador: Intel Core i7‑11700K ou AMD Ryzen 7 5800X
  • Memória: 32 GB de RAM
  • Placa de vídeo: Nvidia GeForce RTX 2060 ou AMD Radeon RX 5600 XT
  • Armazenamento: 46 GB de espaço disponível (SSD obrigatório)

Para quem gosta de ARPGs com combate estratégico, mundo feito à mão e exploração profunda, este fim de semana gratuito é uma oportunidade de experimentar um dos projetos mais ambiciosos da Moon Studios sem compromisso.

Todos os Indicados do Oscar 2026: Brasil recebe 5 indicações

0

O Brasil recebeu cinco indicações ao Oscar 2026, e o grande destaque vai para O Agente Secreto, que igualou o número de indicações de uma produção nacional com Cidade de Deus (2002). A quinta indicação fica por conta do fotógrafo Adolpho Veloso, pelo longa-metragem Sonhos de Trem, produção da Netflix que também teve uma curta temporada nos cinemas. Foram necessárias duas décadas para que o Brasil voltasse a atingir esse patamar de indicações no maior evento da indústria cinematográfica, ainda que parte delas esteja ligada à participação de profissionais brasileiros em produções internacionais.

Leia também:

Por esse motivo, o Oscar 2026 — a nonagésima oitava edição da premiação desde sua criação, faltando apenas dois anos para a histórica edição de número 100 — será especial para os brasileiros. Independentemente da atual polarização em que o Brasil se encontra, é sempre interessante e instigante observar produções nacionais concorrendo com grandes escolas da indústria. Apesar de a indicação de Veloso estar ligada a uma produção americana, o simples fato de ele ser brasileiro já nos permite contar com sua participação no projeto. Afinal, subir ao palco mais concorrido do cinema é uma oportunidade para poucos, e, em caso de vitória, será ele quem buscará a cobiçada estatueta.

Enquanto isso, O Agente Secreto surge como um forte candidato ao prêmio de Melhor Filme Internacional. Já a categoria de Melhor Filme é mais criteriosa, uma vez que, mesmo após a vitória no Globo de Ouro, isso nem sempre se reflete diretamente no Oscar.

É como se a Academia mantivesse uma visão distinta em relação ao segundo maior prêmio da indústria que o antecede. Além disso, o longa também entra para a história ao ser um dos cinco primeiros filmes indicados à categoria inédita de Melhor Escalação de Elenco, que será premiada pela primeira vez nesta edição.

Pecadores se destacou entre os indicados ao Oscar 2026 ao quebrar o recorde de maior número de indicações recebidas por um único filme nesta edição, somando 16 nomeações no total.

Por fim, confira todos os indicados ao Oscar 2026. Vale lembrar que a cerimônia deste ano está programada para ocorrer no Teatro Dolby, em Los Angeles, Califórnia, no dia 15 de março de 2026. O vídeo com os indicados pode ser conferido na página oficial da edição deste ano.

Melhor Filme

  • Uma Batalha Após a Outra
  • Hamnet
  • Pecadores
  • Marty Supreme
  • Frankenstein
  • Valor Sentimental
  • Sonhos de Trem
  • O Agente Secreto
  • Bugonia
  • F1: O Filme

Melhor Filme Internacional

  • O Agente Secreto (Brasil)
  • Valor Sentimental (Noruega)
  • Foi Apenas um Acidente (França)
  • Sirât (Espanha)
  • A Voz de Hind Rajab (Tunísia)
O Agente Secreto leva duas estatuetas no Globo de Ouro 2026
Imagem reprodução

Melhor Escalação de Elenco

  • Pecadores
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • O Agente Secreto
  • Uma Batalha Após a Outra

Melhor Ator

  • Timothée Chalamet (Marty Supreme)
  • Leonardo DiCaprio (Uma Batalha Após a Outra)
  • Wagner Moura (O Agente Secreto)
  • Michael B. Jordan (Pecadores)
  • Ethan Hawke (Blue Moon)

Melhor Atriz

  • Rose Byrne (Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria)
  • Jessie Buckley (Hamnet: A Vida Antes de Hamlet)
  • Renate Reinsve (Valor Sentimental)
  • Emma Stone (Bugonia)
  • Kate Hudson (Song Song Blue)

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Teyana Taylor (Uma Batalha Após a Outra)
  • Amy Madigan (A Hora do Mal)
  • Inga Ibsdotter Lilleaas (Valor Sentimental)
  • Elle Fanning (Valor Sentimental)
  • Wunmi Mosaku (Pecadores)

Melhor Ator Coadjuvante

  • Stellan Skarsgård (Valor Sentimental)
  • Jacob Elordi (Frankenstein)
  • Benicio Del Toro (Uma Batalha Após a Outra)
  • Sean Penn (Uma Batalha Após a Outra)
  • Delroy Lindo (Pecadores)

Melhor Direção

  • Paul Thomas Anderson (Uma Batalha Após a Outra)
  • Ryan Coogler (Pecadores)
  • Chloé Zhao (Hamnet: A Vida Antes de Hamlet)
  • Joachim Trier (Valor Sentimental)
  • Josh Safdie (Marty Supreme)

Melhor Roteiro Adaptado

  • Uma Batalha Após a Outra
  • Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
  • Sonhos de Trem
  • Bugonia
  • Frankenstein

Melhor Roteiro Original

  • Pecadores
  • Valor Sentimental
  • Marty Supreme
  • Foi Apenas um Acidente
  • Blue Moon

Melhor Canção Original

  • GoldenGuerreiras do K-Pop
  • Dear MeDiane Warren: Relentless
  • I Lied to YouPecadores
  • Sweet Dreams of JoyViva Verdi!
  • Train DreamsSonhos de Trem

Melhor Trilha Sonora Original

  • Bugonia
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores

Melhor Animação

  • Guerreiras do K-Pop
  • Arco
  • Zootopia 2
  • A Pequena Amélie
  • Elio

Melhor Documentário

  • Alabama: Presos do Sistema
  • Embaixo da Luz Neon
  • Cutting Through Rocks
  • Mr. Nobody Against Putin
  • A Vizinha Perfeita

Melhor Figurino

  • Frankenstein
  • Pecadores
  • Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
  • Marty Supreme
  • Avatar: Fogo e Cinzas

Melhor Design de Produção

  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores

Melhor Maquiagem e Cabelo

  • Frankenstein
  • Kokuho
  • Pecadores
  • Coração de Lutador
  • A Meia-Irmã Feia

Melhor Som

  • Frankenstein
  • F1: O Filme
  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Sirât

Melhor Montagem

  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • F1: O Filme
  • Marty Supreme
  • Valor Sentimental

Melhor Fotografia

  • Uma Batalha Após a Outra
  • Pecadores
  • Sonhos de Trem
  • Frankenstein
  • Marty Supreme

Destaque: a categoria conta com o brasileiro Adolpho Veloso, por Sonhos de Trem.

Melhores Efeitos Visuais

  • Avatar: Fire and Ash
  • F1
  • Jurassic World Rebirth
  • Pecadores
  • The Lost Bus

Melhor Curta-Metragem

  • The Singers
  • Jane Austen’s Period Drama
  • Two People Exchanging Saliva
  • Butcher’s Stain
  • A Friend of Dorothy

Melhor Curta de Animação

  • Butterfly
  • Forevergreen
  • Retirement Plan
  • The Girl Who Cried Pearls
  • The Three Sisters

Melhor Curta Documentário

  • All the Empty Rooms
  • Armed Only with a Camera: The Life and Death of Brent Renaud
  • Children No More: Were and Are Gone
  • The Devil Is Busy
  • Perfectly a Strangeness

Trailer de Mestres do Universo é sucesso de visualizações

0

Em menos de 7 horas após a publicação do trailer oficial de Mestres do Universo, que apresenta He-Man como o mítico guerreiro portador da Espada de Grayskull, o vídeo já havia alcançado milhões de visualizações. Os números cresceram rapidamente não apenas nos canais oficiais envolvidos, como também entre criadores de conteúdo, inundando o YouTube com reações, análises e compartilhamentos.

Leia também:

Trailer de Mestres do Universo é sucesso

Vale destacar que esta análise considera apenas uma rede de compartilhamento. Se incluirmos outras plataformas, esse número tende a ser ainda maior. Os canais oficiais da Amazon MGM Studios conquistaram quase 7 milhões de visualizações em poucas horas. Já no site e nos canais da Sony Pictures Brasil, responsável pela distribuição do filme em território nacional, o trailer ultrapassou a marca de 1 milhão de visualizações — um resultado que, sinceramente, surpreendeu até mesmo os mais otimistas.

He-Man, Teela e Pacato em cena do trailer de Mestres do Universo com milhões de visualizações no YouTube
(Reprodução/Amazon MGM Studios)

Assim como abordado em outro artigo, no qual discuti o público-alvo ideal para o longa-metragem, o trailer revela personagens icônicos da franquia, como Príncipe Adam, Teela, Mentor, a Feiticeira, Esqueleto, Mandíbula, Pacato, entre outros. O visual de Eternia está encantador, ainda que necessite de alguns ajustes e melhorias pontuais para um polimento mais refinado do pano de fundo e de certos elementos visuais. Ainda assim, o retorno inicial é bastante positivo, especialmente se considerarmos o tempo que se passou desde o auge da franquia original. Os próximos vídeos e materiais promocionais serão fundamentais para manter o nível de hype elevado.

O Brasil, em especial, se destaca como um dos países com maior admiração pelo personagem He-Man. Muito disso se deve ao icônico elenco de dublagem brasileira, que marcou gerações. Garcia Júnior deu voz a He-Man ainda muito jovem, trazendo identidade ao protetor de Eternia. Já o lendário Isaac Bardavid eternizou o vilão Esqueleto, enquanto Orlando Drummond foi a voz clássica de Pacato (Cringer, no original). A Feiticeira também teve grande destaque na dublagem nacional com a interpretação de Ilka Pinheiro.

Os fãs esperam respeito à obra original, e o trailer oficial já indica mudanças consideráveis em relação ao material clássico. Embora, é cedo para julgamentos definitivos, sendo mais prudente observar e apontar possíveis ajustes para que o projeto alcance seu máximo potencial. Além disso, como a expectativa está alta, publicaremos em nosso site informações sobre a pré-venda de ingressos assim que estiver disponível.

Mestres do Universo é um longa-metragem muito aguardado, especialmente por quem consome e acompanha a cultura pop há décadas. Reviver essa saga, que recentemente ganhou novas versões animadas na Netflix, exige um cuidado à altura de sua importância histórica. Por fim, o filme tem estreia oficial marcada no Brasil para o dia 4 de junho de 2026.