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realme Lança Edição Limitada do 15 Pro de Game of Thrones

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Sob o lema “Liberte o seu real poder”, a realme apresenta o 15 Pro Game of Thrones Limited Edition, um smartphone com design marcante e alto desempenho. O lançamento oficial será em 8 de outubro de 2025, na Irlanda do Norte, Reino Unido. Terá uma apresentação única para quem é fã desta franquia vencedora de inúmeros Emmys e prêmios pelo mundo. Você poderá assistir também online nos canais oficiais da empresa.

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O dispositivo é fruto de uma colaboração inédita com a Warner Bros. Discovery Global Consumer Products, trazendo uma fusão entre inovação tecnológica e o universo lendário de Game of Thrones. O trono dos dragões jamais será o mesmo todas às vezes que você tocar neste dispositivo.

Voltado para o público jovem, o aparelho combina visual inspirado na série com performance de ponta, incentivando os usuários a explorarem seu potencial e protagonizarem suas próprias jornadas. No início deste artigo há um teaser trailer inspirado nesta trama nostálgica.

Segundo a empresa este modelo possui tecnologias do seu último lançamento, mas com detalhes exclusivos. O destaque do design é a primeira aplicação mundial da tecnologia de mudança de cor com o “fogo de dragão” — um material termo sensível que se transforma do preto para o vermelho quando aquecido, inspirado no renascimento de Daenerys Targaryen através do fogo.

O evento de lançamento será realizado no Game of Thrones Studio Tour, em Banbridge, cenário original das filmagens. A experiência imersiva será o palco ideal para apresentar o novo modelo em meio a figurinos, cenários e histórias da produção. Se estivesse na cidade, certamente iria só conferir esta novidade. Já escolheram qual é a sua Casa favorita dos Stark ou Lannister.

Por fim, o preço comercializado no Brasil do smartphone realme 15 Pro Game of Thrones será anunciado em breve!

Ghost of Yotei e sua suave e enigmática trilha sonora original

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Por muito tempo, deixei de lado escrever sobre trilha sonora de jogos no site do MeUGamer. Embora o foco pudesse ser tecnologia, games e cultura popular, músicas estão sempre presentes nas obras mais emblemáticas. Pensando nisso, em 2025, ampliei nosso editorial para adicionar aos poucos sessões de música e parte da agenda cultural em nosso país. Ao longo dos meses escrevi críticas das mais variadas e agora estou em posse de Ghost of Yotei exclusivo do PlayStation 5 com seu lançamento oficial em 2 de outubro de 2025. O nosso site também publicará uma review do jogo no console da Sony.

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Nessa jornada de Atsu em Ezo, para trazer um novo guerreiro, nesse caso uma nova guerreira ao universo de “Ghost of“, a trilha sonora original ficou por conta do veterano compositor Toma Otowa. Seus trabalhos são notáveis em jogos como Ratchet & Clank: Rift Apart da própria PlayStation Studios, Thor: Ragnarok, Uma Aventura LEGO 2, Hotel Transilvânia 3 Férias Monstruosas e muitos outros. Contudo, para trazer algo único representando o período Edo e toda aquela enigma do Japão feudal, ele contou com participações de outros músicos como Clare Uchima e Justin Johnson em canções adicionais.

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Ghost of Yotei e sua suave e enigmática trilha sonora original 5

Totalizando 22 faixas musicais, a Sony Interactive Entertainment (SIE) disponibilizou na íntegra no dia 26 de setembro de 2025 a trilha sonora original para quem desejasse ouvir. Evidentemente, não deixaria de colocar meu fone de ouvido para ficar concentrado em cada nota, taiko, acorde que venha ser propagado desta obra musical.

Desde a primeira faixa você consegue sentir que está dentro de um ambiente nostálgico da companhia de guerreiros se preparando para uma guerra sem volta e mortal. A faixa um, que leva o nome do jogo, já é um esquenta para o karma emocional que podia sentir pelos meus ossos com aquela vontade de pegar algo que tenha eco para transformar um taiko. As flautas com toque suave trazem qualidade mesmo que alguns não estejam dispostos em jogar. Mas a aclamação da vibração do ritmo que apenas fechando os olhos é possível ter uma visualização daquele cenário e época.

Em The Yotei Six podemos sentir a Biwa, Koto, isso é único quando comparo trilhas sonoras de jogos. O modo como é possível distinguir cada instrumento é fantástico. Principalmente, quando se parece com uma marcha imperial no melhor estilo Star Wars.

O próprio tema da protagonista, denominado de “Atsu’s Theme” na performance de Clare Uchima, deixa claro como está o coração desta personagem. A letra gira em torno da luta interna contra o sofrimento e o ressentimento, que isolam a compaixão e bloqueiam a luz da esperança. Cada música foi pensada para o usuário que estiver jogando se sentir dentro da personagem, Ghost of Yotei, pode vingar nas vendas ou não, mas quando falamos de trilha sonora para jogo, ela entra entre aquelas que você deita e começa relaxar.

Bem como, na canção Wanderer sua suavidade pode enganar o real sentimento que ela perpetua. É um déjà vu de sua vida passando entre seus olhos e pensar o que poderia fazer diferente.

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Ghost of Yotei e sua suave e enigmática trilha sonora original 6

A adição focada no min’yō (cânticos folcóricos japoneses) nos deixa com a sensação sem igual, é tão suave ao mesmo tempo profundo carregado de sentimentos intensos explorativos e constantes. Uchima retorna em outra faixa musical intitulada “Mother’s Song”, ela cheia de anseios que você fica se perguntando o quanto o ser humano consegue suportar todas as adversidades.

Quando ouvi Okami, por algum motivo, vieram os acontecimentos da bomba atômica, não que o compositor tenha pegado alguma referência de calamidade, mas é a sensação de juntar o que resta e reconstruir mais forte. Mesmo que a dor e os ferimentos profundos sejam difíceis de serem curados. A inclusão de Justin Johnson para trazer os detalhes da vingança em “The Call of Revenge” atiça todos os sentidos de mostrar que todos podem trazer uma reviravolta para ter sua consagração. Apesar de soar como um prelúdio para o que está por vir, agregador.

O grande vilão não terá escapatória a não ser seu único destino de sentir o fio da espada da katana de Atsu para que ela possa ter sua verdadeira redenção e Shogun of the Norte nos presenteou com isto. É um final digno de quem perseverou por terras desconhecidas até sua aclamação final.

Por fim, pela qualidade emblemática e todo o estímulo para nos levar em uma cultura e momentos do mundo que jamais serão alcançados novamente, adiciono uma nota 8,5/10. Mesmo quando acredito que trilhas sonoras possuem seus valores, mas adicionar uma nota final seja até injusto em diferentes aspectos. Contudo, Toma Otowa construiu uma linha dramática sonora de qualidade que diz o motivo da Sucker Punch Productions ter escolhido ele para produzir toda esta originalidade para o jogo Ghost of Yotei. Se estava com saudades de Ghost of Tshushima, fará ter o efeito nostalgia com suas melodias.

Se deseja ouvir todas as canções, estou adicionando a setlist além do link para a plataforma do Spotify para ouvir na íntegra uma prévia do play neste artigo.

Todas as músicas do jogo

  1. Ghost of Yōtei
  2. The Yōtei Six – from “Ghost of Yōtei”
  3. Atsu’s Theme (feat. Clare Uchima) – from “Ghost of Yōtei”
  4. The Wilds of Ezo
  5. Oyuki’s Theme
  6. The Way of the Shamisen
  7. Wanderer
  8. Clan Matsumae
  9. The North
  10. Mother’s Song (feat. Clare Uchima)
  11. Twin Wolves
  12. Onryō
  13. Upon the Wind
  14. The Nine Tails
  15. Night of the Burning Tree
  16. Wrath of the Ghost
  17. Okami
  18. Ishikari Plain
  19. Oshima Coast
  20. The Call of Revenge (feat. Justin Johnson)
  21. Shogun of the North
  22. Atsu’s Theme

Digimon Beatbreak: A Nova Era da Franquia

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Digimon Beatbreak é o novo anime da franquia Digimon, programado para estrear em outubro de 2025. A produção chega para suceder Digimon Ghost Game e visa trazer um conceito moderno, misturando tecnologia, música e emoções humanas de forma direta, algo que deve marcar uma nova fase para a série. A Toei Animation segue à frente da produção, sendo uma das maiores referências em anime e animação asiática. Além disso, a franquia ganhará em breve pela Bandai Namco um novo jogo, intitulado “Digimon Story: Time Stranger” chegando em 2 de outubro de 2025.

Antes de mais nada, assista no início deste artigo ao trailer oficial desta futura produção destas criaturinhas enigmáticas ou no YouTube.

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A história se passa em um mundo onde existe o e-Pulse, uma energia misteriosa gerada pelos pensamentos e sentimentos das pessoas. Essa energia alimenta dispositivos de IA chamados Sapotama, presentes no cotidiano humano. Porém, nas sombras desse avanço tecnológico, criaturas começam a devorar o e-Pulse e a evoluir como Digimon, tornando-se uma ameaça real.

O protagonista é Tomoro Tenma, que vê seu Sapotama gerar um parceiro inesperado: Gekkomon. A partir desse encontro, ele se junta ao grupo Glowing Dawn, uma equipe formada por jovens que enfrentam Digimon perigosos enquanto buscam entender a ligação entre humanos, emoções e essa nova forma de existência digital.

Os personagens principais incluem:

  • Tomoro Tenma com Gekkomon.
  • Reina Sakuya com Pristimon.
  • Makoto Kuonji com Chiropmon.
  • Kyo Sawashiro com Murasamemon.

Todos trabalham juntos dentro do Glowing Dawn, enfrentando batalhas não apenas físicas, mas também emocionais, já que cada confronto envolve o impacto direto das emoções humanas no mundo digital.

Na parte técnica, o anime conta com direção de Hiroaki Miyamoto, roteiro de Ryōta Yamaguchi, design de personagens por Takahiro Kojima e design de Digimon por Kenji Watanabe, um dos nomes mais importantes da franquia. A trilha sonora ficará por conta de Arisa Okehazama.

As músicas oficiais também já chamam atenção. A abertura será “Mad Pulse”, interpretada pela banda MADKID, enquanto o encerramento ficará com “beat up”, cantada por Ai Tomioka. A proposta musical reforça o estilo vibrante e moderno da série, inspirado no próprio conceito de ritmo presente no título Beatbreak.

Outra curiosidade é que o grupo Glowing Dawn inicialmente se chamaria Golden Dawn, mas o nome foi alterado antes da estreia. Essa mudança mostra o cuidado da produção em ajustar cada detalhe antes da estreia oficial.

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Digimon Beatbreak: A Nova Era da Franquia 14

Onde assistir?

E o melhor: Digimon Beatbreak será transmitido mundialmente pela Crunchyroll em 5 de outubro, garantindo que fãs de diversas regiões possam acompanhar o anime praticamente junto do Japão, sem precisar esperar meses por lançamentos oficiais.

Em comparação com temporadas anteriores, Beatbreak traz uma pegada mais psicológica, lembrando um pouco Digimon Tamers pela forma como aborda o impacto das emoções, mas com visual atualizado e proposta mais conectada ao público atual.

Enfim…

Creio que Digimon Beatbreak chega em um momento perfeito para a franquia. Digimon está em ascensão novamente, com novos jogos, eventos e animes ganhando cada vez mais espaço, e essa série traz exatamente o tipo de inovação que pode conquistar tanto fãs antigos quanto novos. Tudo indica que Beatbreak está no caminho certo para ser mais um grande sucesso de Digimon.


Fique ciente de que nosso site não possui nenhum vínculo com as marcas citadas neste artigo. Mesmo que, porventura, haja links de afiliados incluídos, isso não altera nossa análise plena e profissional. Pois nossos leitores, a quem apelidamos de gamernéfilos, têm grande apreço pelas opiniões que dedicamos a cada artigo do nosso editorial.

Universal Pictures leva Five Nights at Freddy’s 2 para a BGS 2025!

A Universal Pictures estará presente na Brasil Game Show 2025 (BGS), que acontece de 9 a 12 de outubro no Distrito Anhembi, em São Paulo. A grande atração será uma experiência exclusiva baseada em Five Nights at Freddy’s 2, oferecendo aos fãs uma imersão completa no universo sombrio da franquia. Trazendo ambientações assustadoras e aquele clima de tensão, os visitantes poderão sentir de perto o terror psicológico que marca o novo filme, tornando essa atividade uma das mais aguardadas do evento.

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A proposta da Universal é proporcionar uma vivência intensa e uma nostalgia épica, recriando o mundo de FNAF 2 com cenários realistas, efeitos visuais para o visitante não esquece esta experiência, além de interações que desafiam os limites da coragem. A ação foi pensada para envolver tanto os fãs dos jogos quanto os entusiastas do cinema de horror, funcionando como uma prévia eletrizante do que será visto nas telonas. A iniciativa mescla seu vínculo entre o entretenimento interativo e o audiovisual, permitindo que o público explore os personagens e a narrativa de forma única e instigante.

Ademais, a página oficial do evento na plataforma do Instagram confirmou em um comunicado de vídeo sobre esta parceria. A seguir assista ao comunicado na íntegra.

Então, esta participação da Universal na maior feira de games da América Latina destaca a crescente integração entre o cinema e o universo gamer. Escolher Five Nights at Freddy’s 2 como tema é uma jogada certeira, considerando o sucesso da franquia entre os jogadores.

Para quem estiver em São Paulo durante o feriado de outubro, visitar a BGS 2025 será uma oportunidade interessante. Conheça esses dois mundos, as novidades do mundo dos games e, também, para enfrentar os pesadelos criados originalmente por Scott Cawthon e com total especial da Universal Pictures. Prepare-se para viver momentos de puro suspense: Freddy e seus companheiros estão prontos para transformar o Anhembi em um verdadeiro palco de terror.

Microsoft não precisa do console Xbox

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Quando recebi o comunicado da Xbox de que o Game Pass estaria recebendo aumento do preço em dobro, parecendo ofertas da Black Friday que ocorre no Brasil, ficou claro que o sonho dourado da Sarah Bond é uma realidade ao transformar o Xbox apenas em uma publisher, agora que abriu seus estúdios e jogos exclusivos para outros consoles. Além disso, a parceria entre a ASUS e a empresa para o seu híbrido ROG Xbox Ally consolida ao dizer que tudo é um Xbox.

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Em outras palavras, a Microsoft não necessita mais de nenhum console Xbox físico para que seus usuários tenham acesso aos títulos do Xbox Game Studios. Ao longo da caminhada do nosso site, os leitores sempre assinavam o Game Pass através das parcerias de afiliados. Contudo, mesmo quando eles encerraram esse tipo de adição, os veículos especializados na indústria despertaram a atenção de muitos jornalistas. Sabendo disso, não foi isso que chamou atenção. Pouco a pouco, a empresa começou desligando o suporte para o X360, ao desativar sua loja para pessoas que haviam adquirido os jogos de modo digital. Bem como encerrando a produção de mídia física no Brasil, focando apenas no digital para os consoles Series X|S.

Também pensando no relatório fiscal mais recente que antecede esta publicação, a divisão de jogos não possui grande lucratividade se calcular todas essas operações somadas. Manter console e toda sua engenharia custa dinheiro e talvez esse não seja um gasto que a Microsoft esteja disposta a continuar financiando. Então, por quais motivos a empresa compraria dezenas de estúdios nos últimos anos? Isso é simples: base de usuários, comportamentos, informações e royalties. Franquias como Call of Duty, The Elder Scrolls, Warcraft e Minecraft possuem milhões de usuários globalmente. Poderia citar muitos outros títulos, deixando mais compreensível este pensamento.

Se analisarmos que milhares de desenvolvedores foram demitidos após fracassos, alguns estúdios fechados e funcionários remanejados para outros que permaneceram funcionando, é inegável que a preocupação da empresa é cortar gastos e recuperar o investimento, mesmo que tenha que ampliar para outras plataformas, como fizera recentemente.

A guerra de consoles, sobre a qual já criei um artigo no site, exibe que o lucro fala mais alto que exclusivos. Com o avanço da tecnologia na nuvem, onde é possível ter máquinas virtuais para rodar jogos — como Nvidia GeForce Now, Boosteroid, Shadow PC, Amazon Luna e até o próprio Xbox Game Pass — há uma diminuição de setores para focar na fabricação de um aparelho físico. Mesmo que esta demanda acabe reduzindo a fabricação e oportunidades de empregos, analisando que esses empregos não eram gerados nos Estados Unidos, na minha opinião não há um peso no quesito prejuízo. Embora empregos indiretos, como logística e lojas que revendiam o console, passem a não ter lucros sem o dispositivo palpável.

Franquias indo para ao limbo?

Se você era um fã da plataforma da caixa, podemos supor que os dias do console que começou nos anos 2000 podem estar com seus dias contados. O monopólio da indústria e toda sua base de comportamento de usuário para entregar ideias que as empresas de tecnologia desejam falam mais alto que o amor aos jogos de títulos marcantes.

Por hora, a empresa não confirmou se sua rivalidade nos aparelhos de mesa está encerrando seu ciclo. A verdade é que Halo, Gears of War, Forza, Minecraft, Age of Empires, Flight Simulator, Fable, Sea of Thieves, Killer Instinct e Perfect Dark — todos esses continuarão a ter suas famas, recebendo novas versões mais atuais, e outros cancelados, como é o caso de Perfect Dark. Fica aquela questão: qual será o rumo dessas sagas?

Bem, como citamos, o caminho será sua expansão para outras plataformas. Talvez seja mais lucrativo abrir o mercado para novas possibilidades e ouvir o feedback dos usuários, para que fracassos recentes sejam apagados do currículo da Xbox Game Studios. Uma coisa é certa: a Microsoft não necessita do console Xbox para continuar lucrativa. Essa divisão até pode ser um peso que eles querem se livrar sem parecer que foi um erro. A Electronic Arts foi comprada por um grupo forte, principalmente de locais duvidosos. Não fiquem surpresos se essa divisão acabe sendo adquirida por algum grupo que deseja ter royalties para coletar dados de comportamento dos usuários.

Enquanto isso, parece que as atenções e todo o peso que sobrecarregavam Phil Spencer, aparentemente, ninguém está imputando alguma culpa. Pois ele foi um dos que mais brigaram por um rumo objetivo da empresa, mas percebemos que, no meio do caminho, como cabeça, algo desviou o foco do que consagrou a marca em épocas passadas.

Netflix lança trailer do “Frankenstein” de Guillermo del Toro

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São Paulo, 1º de outubro de 2025 – A Netflix divulgou hoje (1) o trailer oficial e o pôster do aguardado “Frankenstein”, novo filme dirigido por Guillermo del Toro. A produção adapta o clássico de Mary Shelley, uma das obras mais influentes da literatura e do cinema, e estreia em cinemas selecionados em 23 de outubro, antes de chegar ao catálogo da plataforma em 7 de novembro. Fica claro, que a gigante do streaming está apostando alto para receber indicações para o próximo OSCAR. Você pode assistir no início desta publicação ou através da plataforma do YouTube.

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No trailer, o público tem o primeiro vislumbre da criatura, apresentada em um visual caprichado que une o estilo gótico característico de del Toro à ambientação sombria da narrativa original. Desejo que a mesma atenção visual se reflita na trama, que revisita a história de Victor Frankenstein, o cientista obcecado por desafiar os limites da vida e da morte – decisão que desencadeia consequências trágicas para criador e criação.

O elenco combina nomes consagrados de Hollywood com novas apostas. Oscar Isaac assume o papel de Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi e Mia Goth completam o trio principal. A produção ainda conta com Felix Kammerer, David Bradley, Lars Mikkelsen, Christian Convery, além dos veteranos Charles Dance e Christoph Waltz.

A personagem ultrapassa o limite de uma adaptação. É a interpretação pessoal de um diretor vencedor do Oscar que já redefiniu o cinema fantástico em obras como O Labirinto do Fauno e A Forma da Água.

Ficha técnica – “Frankenstein” (Netflix)

  • Direção: Guillermo del Toro
  • Roteiro: Guillermo del Toro
  • Baseado em: Frankenstein ou o Prometeu Moderno, de Mary Shelley
  • Produção: Guillermo del Toro, J. Miles Dale, Scott Stuber
  • Elenco: Oscar Isaac, Jacob Elordi, Mia Goth, Felix Kammerer, David Bradley, Lars Mikkelsen, Christian Convery, Charles Dance, Christoph Waltz

O longa-metragem estará disponível na plataforma de streaming da empresa em seu lançamento nesta página.

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Netflix lança trailer do “Frankenstein” de Guillermo del Toro 20

“Let’s Roll, Cinnamoroll”: série em stop-motion da Sanrio estreia no YouTube

A partir desta quarta-feira, 1º de outubro, os fãs da Sanrio ganham um novo motivo para correr para a tela. O adorável Cinnamoroll, o cachorrinho branco de orelhas longas capaz de voar, acaba de ganhar sua própria série animada em stop-motion: Let’s Roll, Cinnamoroll.

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Produzida em 12 episódios curtos — cada um com cerca de três minutos — a atração mostra o dia a dia do personagem e seus amigos em Sucretown, cenário leve e colorido que aposta em humor, amizade e boas doses de fofura. Os capítulos serão lançados semanalmente, sempre às quartas-feiras, no canal Hello Kitty e Amigos Brasil, no YouTube. Se desejar, o episódio de estreia pode ser assistido no início desta publicação.

Pôster oficial da série stop-motion “Let’s Roll, Cinnamoroll”
(Divulgação)

Cinnamoroll é um dos nomes mais populares do universo Sanrio, conhecido pelo carisma e pela estética lúdica que conquistam desde crianças até adultos colecionadores. A nova produção reforça a proposta da marca de manter seus personagens vivos e conectados com diferentes gerações, apostando no encanto do stop-motion para trazer uma experiência diferente de animação.

Para quem acompanha Hello Kitty, My Melody e outros clássicos, a estreia marca mais um passo na expansão do catálogo da Sanrio no Brasil, celebrando a força de um personagem que é sinônimo de ternura e imaginação. Sua personagem mais icônica comemorou no último ano seus 50 anos.

Anime Onegai anuncia encerramento definitivo de suas atividades

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O serviço de streaming Anime Onegai, conhecido por ser uma alternativa à Crunchyroll e focado exclusivamente em produções japonesas, anunciou oficialmente que encerrará suas operações de maneira definitiva. A empresa comunicou que o desligamento da plataforma ocorrerá em 31 de outubro de 2025, sem previsão de retorno.

Em comunicado oficial, a plataforma declarou:

“Prezados usuários, é com grande pesar que informiamos que, devido a circunstâncias de força maior, a Anime Onegai encerrará suas operações de forma permanente e definitiva a partir de 31 de outubro de 2025. Esta decisão foi amplamente analisada e é de caráter irreversível, não havendo expectativa de reativação do serviço”.

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Ironicamente, esta data escolhida para seu encerramento coincide com o ‘Dia das Bruxas“, sim, o Halloween.

O que muda para os assinantes da Anime Onegai

Segundo a nota, a partir de 30 de outubro de 2025, o site oficial deixará de estar disponível e não será mais possível realizar novas transações ou contratar assinaturas. Além disso, todo o acervo multimídia hospedado na plataforma ficará inacessível após essa data.

A empresa também esclareceu que os dados pessoais dos assinantes continuarão sendo tratados conforme sua Política de Privacidade e com a legislação aplicável. Posteriormente, todas as informações serão removidas permanentemente de seus servidores.

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O comunicado ainda trouxe uma mensagem de agradecimento aos usuários que apoiaram a plataforma ao longo dos anos:

“Estamos cientes de que esta notícia possa causar transtornos e lamentamos sinceramente por qualquer inconveniente que este encerramento possa ocasionar. Agradecemos profundamente a confiança e o apoio recebidos de cada um de vocês durante esse período”.

Para dúvidas ou orientações relacionadas ao encerramento, a Anime Onegai orienta que os assinantes entrem em contato diretamente com o suporte pelo e-mail [email protected].

Review Sonic Racing: CrossWorlds — o jogo é para todos?

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Sonic Racing: CrossWorlds, desenvolvido pela Sonic Team e publicado pela SEGA, estreou entregando um elenco conhecido de personagens, expandindo ainda mais o universo de Sonic entre corridas por terra, mar, ar e espaço; além de novas dimensões que adicionam uma adrenalina ímpar na corrida pela vitória. Vale a pena jogar o novo título do ouriço azul? É isso que vou detalhar nesta review para vocês, gamernéfilos!

Sonic the Hedgehog possui um legado vasto no mundo dos games, iniciando-se em 1991, criado para ser um mascote e competir com outro personagem que dominava os jogos, chamado Mario. Ao adotar seu visual moderno, tendo como principal jogabilidade sua velocidade, acabou inovando os jogos de plataforma com efeitos constantes de loops e um level design não linear.

Sonic & SEGA All-Stars Racing foi minha primeira experiência em jogos de corrida do Sonic, um jogo que ousava em sua constante experimentação, entre o dinamismo entre veículos que, de alguma forma, tentavam competir com famosos jogos de corrida infantis no mercado, como Mario Kart. Ao expandir seu universo e jogabilidade, a SEGA reforçou a permanência de Sonic no mercado de games, mesmo entre períodos em que a franquia principal passava por fases nebulosas e transitórias.

Sonic Racing: CrossWorlds e seu universo

Inicialmente, somos apresentados à base de Sonic Racing: CrossWorlds com a possibilidade de transitar entre o Grand Prix, uma prova de tempo e o Parque de Corrida. A inovação aplica-se ao Parque de Corrida e suas modalidades diversificadas, fornecendo desafios como Coleta de Rings e Partida Extrema. As dificuldades adicionam desafios maiores, chegando ao auge na velocidade Super Sonic.

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O Grand Prix engloba corridas entre três pistas em cada torneio, contando, como exemplo e destaque introdutório, o Grand Prix Dompa, que direciona para pistas no E-Stadium, Rainbow Garden e Water Palace. As 24 pistas iniciais ampliam o jogo espetacularmente e adicionam o desafio de expandir o universo ainda mais conforme avançamos.

Velocidade constante

No geral, a sensação de velocidade em Sonic Racing: CrossWorlds é constante, exceto nos níveis mais fáceis. O uso do drift é essencial, já que as curvas surgem repentinamente e as pistas mudam frequentemente, exigindo reflexos rápidos. A visibilidade limitada do percurso reforça a necessidade de atenção. Os veículos se transformam em barco e avião, adicionando variedade ao gameplay. Embora a condução no modo aquático possa parecer um pouco instável, o modo aéreo oferece controle fluido e momentos visuais marcantes, como ao voar ao lado de dragões em fases mais avançadas.

A curva de dificuldade aumenta rapidamente, tornando o jogo desafiador logo nas primeiras configurações. Aconselho começar no nível mais fácil, enquanto os mais experientes podem seguir para as demais opções, que apresentam obstáculos inesperados. Mesmo quem tem familiaridade com o gênero pode enfrentar dificuldades em modos considerados intermediários, especialmente nas primeiras horas de jogo. Portanto, é importante avançar com cautela.

A personalização destaca-se no jogo, oferecendo diversas opções para modificar os veículos, desde cores até configurações específicas. Cada tipo de carro pode ser ajustado conforme nosso estilo, permitindo criar combinações ideais com determinados personagens. Por exemplo, um carro focado em aceleração funciona muito bem com Tails, mas pode não ter o mesmo desempenho com personagens como Sonic, que é voltado para velocidade, ou Amy, mais centrada em manobrabilidade. Isso incentiva a experimentação e adaptações conforme o perfil de cada piloto.

Os veículos possuem categorias distintas, como velocidade, aceleração, manuseio, impulso e potência. Embora seja possível ajustar os atributos por meio da personalização, os carros ainda mantêm características gerais — por exemplo, os focados em velocidade são mais ágeis, enquanto os de potência são mais lentos, porém resistentes e capazes de empurrar rivais. Além disso, há liberdade estética: é possível alterar as cores do veículo e aplicar adesivos temáticos, como olhos do Sonic na dianteira, criando combinações visuais únicas.

A adição de um rival fixo aumenta o desafio, liberando itens adicionais ao vencer tais adversários, que ajudam durante a corrida. Derrotar esses rivais concede moedas bônus do jogo, além de um ícone que registra quantas vezes vencemos o personagem em questão.

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Review Sonic Racing: CrossWorlds — o jogo é para todos? 35

A mecânica central se destaca ainda mais com a introdução do recurso CrossWorld. Durante a corrida, quem lidera ativa uma transição para um novo cenário temporário, criando uma mudança dinâmica no percurso. Esses segmentos oferecem variedade e mantêm as partidas sempre interessantes, mesmo após várias repetições. Embora sejam mais curtos, esses trechos recebem o mesmo nível de cuidado que as pistas principais, permitindo aos desenvolvedores explorar ideias mais ousadas de design. O desempenho técnico também impressiona!

Rivalidade

Os personagens desempenham um papel mais ativo do que apenas ocupar os veículos. A SEGA incorporou um sistema de rivalidade que adiciona narrativa e imersão às corridas. Antes de iniciar um Grand Prix, recebemos ou escolhemos um rival com nível de dificuldade ajustável. Esses rivais interagem com o protagonista por meio de diálogos curtos antes da primeira e última corrida, além de comentários durante as provas, dependendo do desempenho. As interações são personalizadas, refletindo as relações entre os personagens — como a rivalidade intensa entre Sonic e Shadow, ou a disputa mais amigável entre Rouge e Shadow.

Esse cuidado ajuda a dar personalidade às competições, indo além do tradicional modelo de corrida e oferecendo um diferencial em relação a títulos como Mario Kart, onde os personagens muitas vezes têm pouca presença além de falas genéricas.

As corridas são intensas, dinâmicas e repletas de ação. Embora o jogo ofereça uma ampla variedade de itens, pode levar algum tempo para se familiarizar com seus efeitos, mas, com prática, desenvolvemos estratégias mais eficientes e aprendemos a desviar melhor dos ataques. Com 12 competidores em cada corrida, o ambiente fica menos caótico e confuso do que em outros jogos similares, dando mais ênfase à habilidade na direção e no domínio das pistas, em vez de depender exclusivamente da sorte nos itens.

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Embora as comparações com Mario Kart World sejam inevitáveis, Sonic Racing: CrossWorlds se destaca em vários aspectos. O jogo segue um estilo mais tradicional de corrida, evitando pistas lineares e simplificadas como as encontradas em Mario Kart World. A proposta visual de Sonic é mais vibrante e chamativa, e a mecânica inovadora dos portais, que transportam o jogador para diferentes áreas durante a corrida, impressiona pela tecnologia e criatividade, superando o que o concorrente oferece nesse sentido.

Visuais superaram expectativas!

Um jogo de corrida do Sonic não estaria completo sem visuais impressionantes e uma trilha sonora dinâmica, e Sonic Racing: CrossWorlds mantém esse padrão elevado que a SEGA costuma entregar. Mesmo com a velocidade intensa e a competição contra 11 pilotos, é possível notar o cuidado no design detalhado das pistas, que impressionam mesmo nas curvas e colisões.

O jogo entrega uma experiência visual intensa e cheia de energia, refletindo bem a velocidade típica das corridas do Sonic. As pistas são coloridas e claras, embora o excesso de desfoque em alguns momentos possa atrapalhar. Os personagens são bem animados, reagindo de forma expressiva durante as corridas. No PS5, o modo de desempenho se mostra mais adequado, garantindo fluidez nas partidas, enquanto o modo de qualidade, apesar dos gráficos aprimorados, não traz grandes vantagens perceptíveis durante o ritmo acelerado do jogo.

No aspecto sonoro, o título segue a tradição da franquia, oferecendo efeitos únicos para veículos, power-ups e vozes dos personagens. Embora em alguns momentos o som possa parecer um pouco confuso, ele contribui para uma experiência sonora rica e bem elaborada. As músicas são divertidas e motivam durante as corridas, ótimas como indutores de adrenalina.

Gamerdito (Veredito) – Vale a pena jogar Sonic Racing: CrossWorlds?

Se você esperava um sucessor à altura dos jogos anteriores da série, Sonic Racing: CrossWorlds certamente vai agradar. Desde a escolha dos personagens clássicos até a personalização dos veículos com peças, cores e decalques, o jogo oferece uma experiência difícil de ignorar.

Apesar das variações na qualidade da série ao longo do tempo, CrossWorlds transmite uma confiança na sua apresentação, com destaque nas interações entre os personagens, que tornam a experiência mais rica do que simplesmente escolher um amigo do Sonic. Personagens que antes nunca se relacionaram ganham diálogos e rivalidades nas corridas, demonstrando o cuidado do jogo em respeitar e valorizar o legado da franquia.

Nota: 8/10

É possível encontrar o título na plataforma PlayStation Store. Caso queira ajudar o nosso site a se manter engajado e independente, há links de afiliados para a Nuuvem, pelos quais podemos ganhar uma pequena comissão. Agradecemos à SEGA e a sua assessoria pela liberação da chave do jogo.


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Sonic Racing: CrossWorlds

*A cópia foi cedida pela Sega ao MeuGamer

Fique ciente de que nossa análise é imparcial e livre de influências externas. Produzimos conteúdos técnicos para ajudar nossos leitores a conhecer melhor os jogos e avaliar se novos títulos realmente valem a pena. Sempre destacamos aqueles que atendem ao nosso padrão de qualidade. Mesmo expressando nossa opinião, incentivamos que cada leitor forme a sua própria.

Monster Energy confirma participação na BGS 2025

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A Monster Energy está de volta à Brasil Game Show 2025, juntando-se a grandes marcas como TCL, Riot Games, Fandom Box e outras que vão agitar o evento. A 16ª edição da BGS, maior feira de games da América Latina, acontece de 9 a 12 de outubro no Distrito Anhembi, em São Paulo; e o palco Monster Energy BGS eSports será o coração das competições, trazendo finais instigantes com os melhores times nacionais e internacionais disputando prêmios e glória.

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Além disso, a Monster vai oferecer experiências para o público, com ativações especiais e pontos de venda recheados com seus diversos sabores de energéticos. Segundo Marcelo Tavares, CEO da BGS, a parceria com a Monster eleva a experiência dos visitantes, alinhando-se ao compromisso da marca com o crescimento dos eSports.

Fora do palco, os visitantes poderão curtir estandes, lançamentos de jogos e produtos gamer, estações free-to-play, encontros com criadores de conteúdo e convidados especiais, além de muitas outras atrações. Nosso site estará presente para cobrir as principais novidades e convidados da indústria dos games que estarão participando desta feira. Um dos grandes nomes é retorno de Hideo Kojima, visionário diretor de franquais de jogos tais como: Metal Gear e Death Stranding.

Os ingressos já estão à venda no site oficial com sua carga máxima quase esgotando.

Gráfico do total de ingresso
(Divulgação)

realme Lança Edição Limitada do 15 Pro de Game of Thrones

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Sob o lema “Liberte o seu real poder”, a realme apresenta o 15 Pro Game of Thrones Limited Edition, um smartphone com design marcante e alto desempenho. O lançamento oficial será em 8 de outubro de 2025, na Irlanda do Norte, Reino Unido. Terá uma apresentação única para quem é fã desta franquia vencedora de inúmeros Emmys e prêmios pelo mundo. Você poderá assistir também online nos canais oficiais da empresa.

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O dispositivo é fruto de uma colaboração inédita com a Warner Bros. Discovery Global Consumer Products, trazendo uma fusão entre inovação tecnológica e o universo lendário de Game of Thrones. O trono dos dragões jamais será o mesmo todas às vezes que você tocar neste dispositivo.

Voltado para o público jovem, o aparelho combina visual inspirado na série com performance de ponta, incentivando os usuários a explorarem seu potencial e protagonizarem suas próprias jornadas. No início deste artigo há um teaser trailer inspirado nesta trama nostálgica.

Segundo a empresa este modelo possui tecnologias do seu último lançamento, mas com detalhes exclusivos. O destaque do design é a primeira aplicação mundial da tecnologia de mudança de cor com o “fogo de dragão” — um material termo sensível que se transforma do preto para o vermelho quando aquecido, inspirado no renascimento de Daenerys Targaryen através do fogo.

O evento de lançamento será realizado no Game of Thrones Studio Tour, em Banbridge, cenário original das filmagens. A experiência imersiva será o palco ideal para apresentar o novo modelo em meio a figurinos, cenários e histórias da produção. Se estivesse na cidade, certamente iria só conferir esta novidade. Já escolheram qual é a sua Casa favorita dos Stark ou Lannister.

Por fim, o preço comercializado no Brasil do smartphone realme 15 Pro Game of Thrones será anunciado em breve!

Ghost of Yotei e sua suave e enigmática trilha sonora original

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Suavidade Enigmática: Trilha de Yotei
Imagem reprodução

Por muito tempo, deixei de lado escrever sobre trilha sonora de jogos no site do MeUGamer. Embora o foco pudesse ser tecnologia, games e cultura popular, músicas estão sempre presentes nas obras mais emblemáticas. Pensando nisso, em 2025, ampliei nosso editorial para adicionar aos poucos sessões de música e parte da agenda cultural em nosso país. Ao longo dos meses escrevi críticas das mais variadas e agora estou em posse de Ghost of Yotei exclusivo do PlayStation 5 com seu lançamento oficial em 2 de outubro de 2025. O nosso site também publicará uma review do jogo no console da Sony.

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Nessa jornada de Atsu em Ezo, para trazer um novo guerreiro, nesse caso uma nova guerreira ao universo de “Ghost of“, a trilha sonora original ficou por conta do veterano compositor Toma Otowa. Seus trabalhos são notáveis em jogos como Ratchet & Clank: Rift Apart da própria PlayStation Studios, Thor: Ragnarok, Uma Aventura LEGO 2, Hotel Transilvânia 3 Férias Monstruosas e muitos outros. Contudo, para trazer algo único representando o período Edo e toda aquela enigma do Japão feudal, ele contou com participações de outros músicos como Clare Uchima e Justin Johnson em canções adicionais.

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Ghost of Yotei e sua suave e enigmática trilha sonora original 44

Totalizando 22 faixas musicais, a Sony Interactive Entertainment (SIE) disponibilizou na íntegra no dia 26 de setembro de 2025 a trilha sonora original para quem desejasse ouvir. Evidentemente, não deixaria de colocar meu fone de ouvido para ficar concentrado em cada nota, taiko, acorde que venha ser propagado desta obra musical.

Desde a primeira faixa você consegue sentir que está dentro de um ambiente nostálgico da companhia de guerreiros se preparando para uma guerra sem volta e mortal. A faixa um, que leva o nome do jogo, já é um esquenta para o karma emocional que podia sentir pelos meus ossos com aquela vontade de pegar algo que tenha eco para transformar um taiko. As flautas com toque suave trazem qualidade mesmo que alguns não estejam dispostos em jogar. Mas a aclamação da vibração do ritmo que apenas fechando os olhos é possível ter uma visualização daquele cenário e época.

Em The Yotei Six podemos sentir a Biwa, Koto, isso é único quando comparo trilhas sonoras de jogos. O modo como é possível distinguir cada instrumento é fantástico. Principalmente, quando se parece com uma marcha imperial no melhor estilo Star Wars.

O próprio tema da protagonista, denominado de “Atsu’s Theme” na performance de Clare Uchima, deixa claro como está o coração desta personagem. A letra gira em torno da luta interna contra o sofrimento e o ressentimento, que isolam a compaixão e bloqueiam a luz da esperança. Cada música foi pensada para o usuário que estiver jogando se sentir dentro da personagem, Ghost of Yotei, pode vingar nas vendas ou não, mas quando falamos de trilha sonora para jogo, ela entra entre aquelas que você deita e começa relaxar.

Bem como, na canção Wanderer sua suavidade pode enganar o real sentimento que ela perpetua. É um déjà vu de sua vida passando entre seus olhos e pensar o que poderia fazer diferente.

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Ghost of Yotei e sua suave e enigmática trilha sonora original 45

A adição focada no min’yō (cânticos folcóricos japoneses) nos deixa com a sensação sem igual, é tão suave ao mesmo tempo profundo carregado de sentimentos intensos explorativos e constantes. Uchima retorna em outra faixa musical intitulada “Mother’s Song”, ela cheia de anseios que você fica se perguntando o quanto o ser humano consegue suportar todas as adversidades.

Quando ouvi Okami, por algum motivo, vieram os acontecimentos da bomba atômica, não que o compositor tenha pegado alguma referência de calamidade, mas é a sensação de juntar o que resta e reconstruir mais forte. Mesmo que a dor e os ferimentos profundos sejam difíceis de serem curados. A inclusão de Justin Johnson para trazer os detalhes da vingança em “The Call of Revenge” atiça todos os sentidos de mostrar que todos podem trazer uma reviravolta para ter sua consagração. Apesar de soar como um prelúdio para o que está por vir, agregador.

O grande vilão não terá escapatória a não ser seu único destino de sentir o fio da espada da katana de Atsu para que ela possa ter sua verdadeira redenção e Shogun of the Norte nos presenteou com isto. É um final digno de quem perseverou por terras desconhecidas até sua aclamação final.

Por fim, pela qualidade emblemática e todo o estímulo para nos levar em uma cultura e momentos do mundo que jamais serão alcançados novamente, adiciono uma nota 8,5/10. Mesmo quando acredito que trilhas sonoras possuem seus valores, mas adicionar uma nota final seja até injusto em diferentes aspectos. Contudo, Toma Otowa construiu uma linha dramática sonora de qualidade que diz o motivo da Sucker Punch Productions ter escolhido ele para produzir toda esta originalidade para o jogo Ghost of Yotei. Se estava com saudades de Ghost of Tshushima, fará ter o efeito nostalgia com suas melodias.

Se deseja ouvir todas as canções, estou adicionando a setlist além do link para a plataforma do Spotify para ouvir na íntegra uma prévia do play neste artigo.

Todas as músicas do jogo

  1. Ghost of Yōtei
  2. The Yōtei Six – from “Ghost of Yōtei”
  3. Atsu’s Theme (feat. Clare Uchima) – from “Ghost of Yōtei”
  4. The Wilds of Ezo
  5. Oyuki’s Theme
  6. The Way of the Shamisen
  7. Wanderer
  8. Clan Matsumae
  9. The North
  10. Mother’s Song (feat. Clare Uchima)
  11. Twin Wolves
  12. Onryō
  13. Upon the Wind
  14. The Nine Tails
  15. Night of the Burning Tree
  16. Wrath of the Ghost
  17. Okami
  18. Ishikari Plain
  19. Oshima Coast
  20. The Call of Revenge (feat. Justin Johnson)
  21. Shogun of the North
  22. Atsu’s Theme

Digimon Beatbreak: A Nova Era da Franquia

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Digimon Beatbreak é o novo anime da franquia Digimon, programado para estrear em outubro de 2025. A produção chega para suceder Digimon Ghost Game e visa trazer um conceito moderno, misturando tecnologia, música e emoções humanas de forma direta, algo que deve marcar uma nova fase para a série. A Toei Animation segue à frente da produção, sendo uma das maiores referências em anime e animação asiática. Além disso, a franquia ganhará em breve pela Bandai Namco um novo jogo, intitulado “Digimon Story: Time Stranger” chegando em 2 de outubro de 2025.

Antes de mais nada, assista no início deste artigo ao trailer oficial desta futura produção destas criaturinhas enigmáticas ou no YouTube.

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A história se passa em um mundo onde existe o e-Pulse, uma energia misteriosa gerada pelos pensamentos e sentimentos das pessoas. Essa energia alimenta dispositivos de IA chamados Sapotama, presentes no cotidiano humano. Porém, nas sombras desse avanço tecnológico, criaturas começam a devorar o e-Pulse e a evoluir como Digimon, tornando-se uma ameaça real.

O protagonista é Tomoro Tenma, que vê seu Sapotama gerar um parceiro inesperado: Gekkomon. A partir desse encontro, ele se junta ao grupo Glowing Dawn, uma equipe formada por jovens que enfrentam Digimon perigosos enquanto buscam entender a ligação entre humanos, emoções e essa nova forma de existência digital.

Os personagens principais incluem:

  • Tomoro Tenma com Gekkomon.
  • Reina Sakuya com Pristimon.
  • Makoto Kuonji com Chiropmon.
  • Kyo Sawashiro com Murasamemon.

Todos trabalham juntos dentro do Glowing Dawn, enfrentando batalhas não apenas físicas, mas também emocionais, já que cada confronto envolve o impacto direto das emoções humanas no mundo digital.

Na parte técnica, o anime conta com direção de Hiroaki Miyamoto, roteiro de Ryōta Yamaguchi, design de personagens por Takahiro Kojima e design de Digimon por Kenji Watanabe, um dos nomes mais importantes da franquia. A trilha sonora ficará por conta de Arisa Okehazama.

As músicas oficiais também já chamam atenção. A abertura será “Mad Pulse”, interpretada pela banda MADKID, enquanto o encerramento ficará com “beat up”, cantada por Ai Tomioka. A proposta musical reforça o estilo vibrante e moderno da série, inspirado no próprio conceito de ritmo presente no título Beatbreak.

Outra curiosidade é que o grupo Glowing Dawn inicialmente se chamaria Golden Dawn, mas o nome foi alterado antes da estreia. Essa mudança mostra o cuidado da produção em ajustar cada detalhe antes da estreia oficial.

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Digimon Beatbreak: A Nova Era da Franquia 53

Onde assistir?

E o melhor: Digimon Beatbreak será transmitido mundialmente pela Crunchyroll em 5 de outubro, garantindo que fãs de diversas regiões possam acompanhar o anime praticamente junto do Japão, sem precisar esperar meses por lançamentos oficiais.

Em comparação com temporadas anteriores, Beatbreak traz uma pegada mais psicológica, lembrando um pouco Digimon Tamers pela forma como aborda o impacto das emoções, mas com visual atualizado e proposta mais conectada ao público atual.

Enfim…

Creio que Digimon Beatbreak chega em um momento perfeito para a franquia. Digimon está em ascensão novamente, com novos jogos, eventos e animes ganhando cada vez mais espaço, e essa série traz exatamente o tipo de inovação que pode conquistar tanto fãs antigos quanto novos. Tudo indica que Beatbreak está no caminho certo para ser mais um grande sucesso de Digimon.


Fique ciente de que nosso site não possui nenhum vínculo com as marcas citadas neste artigo. Mesmo que, porventura, haja links de afiliados incluídos, isso não altera nossa análise plena e profissional. Pois nossos leitores, a quem apelidamos de gamernéfilos, têm grande apreço pelas opiniões que dedicamos a cada artigo do nosso editorial.

Universal Pictures leva Five Nights at Freddy’s 2 para a BGS 2025!

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Universal Pictures leva Five Nights at Freddy's 2 para a BGS 2025
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A Universal Pictures estará presente na Brasil Game Show 2025 (BGS), que acontece de 9 a 12 de outubro no Distrito Anhembi, em São Paulo. A grande atração será uma experiência exclusiva baseada em Five Nights at Freddy’s 2, oferecendo aos fãs uma imersão completa no universo sombrio da franquia. Trazendo ambientações assustadoras e aquele clima de tensão, os visitantes poderão sentir de perto o terror psicológico que marca o novo filme, tornando essa atividade uma das mais aguardadas do evento.

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A proposta da Universal é proporcionar uma vivência intensa e uma nostalgia épica, recriando o mundo de FNAF 2 com cenários realistas, efeitos visuais para o visitante não esquece esta experiência, além de interações que desafiam os limites da coragem. A ação foi pensada para envolver tanto os fãs dos jogos quanto os entusiastas do cinema de horror, funcionando como uma prévia eletrizante do que será visto nas telonas. A iniciativa mescla seu vínculo entre o entretenimento interativo e o audiovisual, permitindo que o público explore os personagens e a narrativa de forma única e instigante.

Ademais, a página oficial do evento na plataforma do Instagram confirmou em um comunicado de vídeo sobre esta parceria. A seguir assista ao comunicado na íntegra.

Então, esta participação da Universal na maior feira de games da América Latina destaca a crescente integração entre o cinema e o universo gamer. Escolher Five Nights at Freddy’s 2 como tema é uma jogada certeira, considerando o sucesso da franquia entre os jogadores.

Para quem estiver em São Paulo durante o feriado de outubro, visitar a BGS 2025 será uma oportunidade interessante. Conheça esses dois mundos, as novidades do mundo dos games e, também, para enfrentar os pesadelos criados originalmente por Scott Cawthon e com total especial da Universal Pictures. Prepare-se para viver momentos de puro suspense: Freddy e seus companheiros estão prontos para transformar o Anhembi em um verdadeiro palco de terror.

Microsoft não precisa do console Xbox

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A ascensão dos serviços por assinatura no mercado de games, o novo aumento do Xbox Game Pass
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Quando recebi o comunicado da Xbox de que o Game Pass estaria recebendo aumento do preço em dobro, parecendo ofertas da Black Friday que ocorre no Brasil, ficou claro que o sonho dourado da Sarah Bond é uma realidade ao transformar o Xbox apenas em uma publisher, agora que abriu seus estúdios e jogos exclusivos para outros consoles. Além disso, a parceria entre a ASUS e a empresa para o seu híbrido ROG Xbox Ally consolida ao dizer que tudo é um Xbox.

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Em outras palavras, a Microsoft não necessita mais de nenhum console Xbox físico para que seus usuários tenham acesso aos títulos do Xbox Game Studios. Ao longo da caminhada do nosso site, os leitores sempre assinavam o Game Pass através das parcerias de afiliados. Contudo, mesmo quando eles encerraram esse tipo de adição, os veículos especializados na indústria despertaram a atenção de muitos jornalistas. Sabendo disso, não foi isso que chamou atenção. Pouco a pouco, a empresa começou desligando o suporte para o X360, ao desativar sua loja para pessoas que haviam adquirido os jogos de modo digital. Bem como encerrando a produção de mídia física no Brasil, focando apenas no digital para os consoles Series X|S.

Também pensando no relatório fiscal mais recente que antecede esta publicação, a divisão de jogos não possui grande lucratividade se calcular todas essas operações somadas. Manter console e toda sua engenharia custa dinheiro e talvez esse não seja um gasto que a Microsoft esteja disposta a continuar financiando. Então, por quais motivos a empresa compraria dezenas de estúdios nos últimos anos? Isso é simples: base de usuários, comportamentos, informações e royalties. Franquias como Call of Duty, The Elder Scrolls, Warcraft e Minecraft possuem milhões de usuários globalmente. Poderia citar muitos outros títulos, deixando mais compreensível este pensamento.

Se analisarmos que milhares de desenvolvedores foram demitidos após fracassos, alguns estúdios fechados e funcionários remanejados para outros que permaneceram funcionando, é inegável que a preocupação da empresa é cortar gastos e recuperar o investimento, mesmo que tenha que ampliar para outras plataformas, como fizera recentemente.

A guerra de consoles, sobre a qual já criei um artigo no site, exibe que o lucro fala mais alto que exclusivos. Com o avanço da tecnologia na nuvem, onde é possível ter máquinas virtuais para rodar jogos — como Nvidia GeForce Now, Boosteroid, Shadow PC, Amazon Luna e até o próprio Xbox Game Pass — há uma diminuição de setores para focar na fabricação de um aparelho físico. Mesmo que esta demanda acabe reduzindo a fabricação e oportunidades de empregos, analisando que esses empregos não eram gerados nos Estados Unidos, na minha opinião não há um peso no quesito prejuízo. Embora empregos indiretos, como logística e lojas que revendiam o console, passem a não ter lucros sem o dispositivo palpável.

Franquias indo para ao limbo?

Se você era um fã da plataforma da caixa, podemos supor que os dias do console que começou nos anos 2000 podem estar com seus dias contados. O monopólio da indústria e toda sua base de comportamento de usuário para entregar ideias que as empresas de tecnologia desejam falam mais alto que o amor aos jogos de títulos marcantes.

Por hora, a empresa não confirmou se sua rivalidade nos aparelhos de mesa está encerrando seu ciclo. A verdade é que Halo, Gears of War, Forza, Minecraft, Age of Empires, Flight Simulator, Fable, Sea of Thieves, Killer Instinct e Perfect Dark — todos esses continuarão a ter suas famas, recebendo novas versões mais atuais, e outros cancelados, como é o caso de Perfect Dark. Fica aquela questão: qual será o rumo dessas sagas?

Bem, como citamos, o caminho será sua expansão para outras plataformas. Talvez seja mais lucrativo abrir o mercado para novas possibilidades e ouvir o feedback dos usuários, para que fracassos recentes sejam apagados do currículo da Xbox Game Studios. Uma coisa é certa: a Microsoft não necessita do console Xbox para continuar lucrativa. Essa divisão até pode ser um peso que eles querem se livrar sem parecer que foi um erro. A Electronic Arts foi comprada por um grupo forte, principalmente de locais duvidosos. Não fiquem surpresos se essa divisão acabe sendo adquirida por algum grupo que deseja ter royalties para coletar dados de comportamento dos usuários.

Enquanto isso, parece que as atenções e todo o peso que sobrecarregavam Phil Spencer, aparentemente, ninguém está imputando alguma culpa. Pois ele foi um dos que mais brigaram por um rumo objetivo da empresa, mas percebemos que, no meio do caminho, como cabeça, algo desviou o foco do que consagrou a marca em épocas passadas.

Netflix lança trailer do “Frankenstein” de Guillermo del Toro

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São Paulo, 1º de outubro de 2025 – A Netflix divulgou hoje (1) o trailer oficial e o pôster do aguardado “Frankenstein”, novo filme dirigido por Guillermo del Toro. A produção adapta o clássico de Mary Shelley, uma das obras mais influentes da literatura e do cinema, e estreia em cinemas selecionados em 23 de outubro, antes de chegar ao catálogo da plataforma em 7 de novembro. Fica claro, que a gigante do streaming está apostando alto para receber indicações para o próximo OSCAR. Você pode assistir no início desta publicação ou através da plataforma do YouTube.

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No trailer, o público tem o primeiro vislumbre da criatura, apresentada em um visual caprichado que une o estilo gótico característico de del Toro à ambientação sombria da narrativa original. Desejo que a mesma atenção visual se reflita na trama, que revisita a história de Victor Frankenstein, o cientista obcecado por desafiar os limites da vida e da morte – decisão que desencadeia consequências trágicas para criador e criação.

O elenco combina nomes consagrados de Hollywood com novas apostas. Oscar Isaac assume o papel de Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi e Mia Goth completam o trio principal. A produção ainda conta com Felix Kammerer, David Bradley, Lars Mikkelsen, Christian Convery, além dos veteranos Charles Dance e Christoph Waltz.

A personagem ultrapassa o limite de uma adaptação. É a interpretação pessoal de um diretor vencedor do Oscar que já redefiniu o cinema fantástico em obras como O Labirinto do Fauno e A Forma da Água.

Ficha técnica – “Frankenstein” (Netflix)

  • Direção: Guillermo del Toro
  • Roteiro: Guillermo del Toro
  • Baseado em: Frankenstein ou o Prometeu Moderno, de Mary Shelley
  • Produção: Guillermo del Toro, J. Miles Dale, Scott Stuber
  • Elenco: Oscar Isaac, Jacob Elordi, Mia Goth, Felix Kammerer, David Bradley, Lars Mikkelsen, Christian Convery, Charles Dance, Christoph Waltz

O longa-metragem estará disponível na plataforma de streaming da empresa em seu lançamento nesta página.

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Netflix lança trailer do “Frankenstein” de Guillermo del Toro 59

“Let’s Roll, Cinnamoroll”: série em stop-motion da Sanrio estreia no YouTube

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A partir desta quarta-feira, 1º de outubro, os fãs da Sanrio ganham um novo motivo para correr para a tela. O adorável Cinnamoroll, o cachorrinho branco de orelhas longas capaz de voar, acaba de ganhar sua própria série animada em stop-motion: Let’s Roll, Cinnamoroll.

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Produzida em 12 episódios curtos — cada um com cerca de três minutos — a atração mostra o dia a dia do personagem e seus amigos em Sucretown, cenário leve e colorido que aposta em humor, amizade e boas doses de fofura. Os capítulos serão lançados semanalmente, sempre às quartas-feiras, no canal Hello Kitty e Amigos Brasil, no YouTube. Se desejar, o episódio de estreia pode ser assistido no início desta publicação.

Pôster oficial da série stop-motion “Let’s Roll, Cinnamoroll”
(Divulgação)

Cinnamoroll é um dos nomes mais populares do universo Sanrio, conhecido pelo carisma e pela estética lúdica que conquistam desde crianças até adultos colecionadores. A nova produção reforça a proposta da marca de manter seus personagens vivos e conectados com diferentes gerações, apostando no encanto do stop-motion para trazer uma experiência diferente de animação.

Para quem acompanha Hello Kitty, My Melody e outros clássicos, a estreia marca mais um passo na expansão do catálogo da Sanrio no Brasil, celebrando a força de um personagem que é sinônimo de ternura e imaginação. Sua personagem mais icônica comemorou no último ano seus 50 anos.

Anime Onegai anuncia encerramento definitivo de suas atividades

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Anime Onegai encerrará suas atividades
Imagem reprodução

O serviço de streaming Anime Onegai, conhecido por ser uma alternativa à Crunchyroll e focado exclusivamente em produções japonesas, anunciou oficialmente que encerrará suas operações de maneira definitiva. A empresa comunicou que o desligamento da plataforma ocorrerá em 31 de outubro de 2025, sem previsão de retorno.

Em comunicado oficial, a plataforma declarou:

“Prezados usuários, é com grande pesar que informiamos que, devido a circunstâncias de força maior, a Anime Onegai encerrará suas operações de forma permanente e definitiva a partir de 31 de outubro de 2025. Esta decisão foi amplamente analisada e é de caráter irreversível, não havendo expectativa de reativação do serviço”.

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Ironicamente, esta data escolhida para seu encerramento coincide com o ‘Dia das Bruxas“, sim, o Halloween.

O que muda para os assinantes da Anime Onegai

Segundo a nota, a partir de 30 de outubro de 2025, o site oficial deixará de estar disponível e não será mais possível realizar novas transações ou contratar assinaturas. Além disso, todo o acervo multimídia hospedado na plataforma ficará inacessível após essa data.

A empresa também esclareceu que os dados pessoais dos assinantes continuarão sendo tratados conforme sua Política de Privacidade e com a legislação aplicável. Posteriormente, todas as informações serão removidas permanentemente de seus servidores.

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O comunicado ainda trouxe uma mensagem de agradecimento aos usuários que apoiaram a plataforma ao longo dos anos:

“Estamos cientes de que esta notícia possa causar transtornos e lamentamos sinceramente por qualquer inconveniente que este encerramento possa ocasionar. Agradecemos profundamente a confiança e o apoio recebidos de cada um de vocês durante esse período”.

Para dúvidas ou orientações relacionadas ao encerramento, a Anime Onegai orienta que os assinantes entrem em contato diretamente com o suporte pelo e-mail [email protected].

Review Sonic Racing: CrossWorlds — o jogo é para todos?

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Sonic Racing: CrossWorlds — Review completo do novo jogo de corridas
(Divulgação)

Sonic Racing: CrossWorlds, desenvolvido pela Sonic Team e publicado pela SEGA, estreou entregando um elenco conhecido de personagens, expandindo ainda mais o universo de Sonic entre corridas por terra, mar, ar e espaço; além de novas dimensões que adicionam uma adrenalina ímpar na corrida pela vitória. Vale a pena jogar o novo título do ouriço azul? É isso que vou detalhar nesta review para vocês, gamernéfilos!

Sonic the Hedgehog possui um legado vasto no mundo dos games, iniciando-se em 1991, criado para ser um mascote e competir com outro personagem que dominava os jogos, chamado Mario. Ao adotar seu visual moderno, tendo como principal jogabilidade sua velocidade, acabou inovando os jogos de plataforma com efeitos constantes de loops e um level design não linear.

Sonic & SEGA All-Stars Racing foi minha primeira experiência em jogos de corrida do Sonic, um jogo que ousava em sua constante experimentação, entre o dinamismo entre veículos que, de alguma forma, tentavam competir com famosos jogos de corrida infantis no mercado, como Mario Kart. Ao expandir seu universo e jogabilidade, a SEGA reforçou a permanência de Sonic no mercado de games, mesmo entre períodos em que a franquia principal passava por fases nebulosas e transitórias.

Sonic Racing: CrossWorlds e seu universo

Inicialmente, somos apresentados à base de Sonic Racing: CrossWorlds com a possibilidade de transitar entre o Grand Prix, uma prova de tempo e o Parque de Corrida. A inovação aplica-se ao Parque de Corrida e suas modalidades diversificadas, fornecendo desafios como Coleta de Rings e Partida Extrema. As dificuldades adicionam desafios maiores, chegando ao auge na velocidade Super Sonic.

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Review Sonic Racing: CrossWorlds — o jogo é para todos? 71

O Grand Prix engloba corridas entre três pistas em cada torneio, contando, como exemplo e destaque introdutório, o Grand Prix Dompa, que direciona para pistas no E-Stadium, Rainbow Garden e Water Palace. As 24 pistas iniciais ampliam o jogo espetacularmente e adicionam o desafio de expandir o universo ainda mais conforme avançamos.

Velocidade constante

No geral, a sensação de velocidade em Sonic Racing: CrossWorlds é constante, exceto nos níveis mais fáceis. O uso do drift é essencial, já que as curvas surgem repentinamente e as pistas mudam frequentemente, exigindo reflexos rápidos. A visibilidade limitada do percurso reforça a necessidade de atenção. Os veículos se transformam em barco e avião, adicionando variedade ao gameplay. Embora a condução no modo aquático possa parecer um pouco instável, o modo aéreo oferece controle fluido e momentos visuais marcantes, como ao voar ao lado de dragões em fases mais avançadas.

A curva de dificuldade aumenta rapidamente, tornando o jogo desafiador logo nas primeiras configurações. Aconselho começar no nível mais fácil, enquanto os mais experientes podem seguir para as demais opções, que apresentam obstáculos inesperados. Mesmo quem tem familiaridade com o gênero pode enfrentar dificuldades em modos considerados intermediários, especialmente nas primeiras horas de jogo. Portanto, é importante avançar com cautela.

A personalização destaca-se no jogo, oferecendo diversas opções para modificar os veículos, desde cores até configurações específicas. Cada tipo de carro pode ser ajustado conforme nosso estilo, permitindo criar combinações ideais com determinados personagens. Por exemplo, um carro focado em aceleração funciona muito bem com Tails, mas pode não ter o mesmo desempenho com personagens como Sonic, que é voltado para velocidade, ou Amy, mais centrada em manobrabilidade. Isso incentiva a experimentação e adaptações conforme o perfil de cada piloto.

Os veículos possuem categorias distintas, como velocidade, aceleração, manuseio, impulso e potência. Embora seja possível ajustar os atributos por meio da personalização, os carros ainda mantêm características gerais — por exemplo, os focados em velocidade são mais ágeis, enquanto os de potência são mais lentos, porém resistentes e capazes de empurrar rivais. Além disso, há liberdade estética: é possível alterar as cores do veículo e aplicar adesivos temáticos, como olhos do Sonic na dianteira, criando combinações visuais únicas.

A adição de um rival fixo aumenta o desafio, liberando itens adicionais ao vencer tais adversários, que ajudam durante a corrida. Derrotar esses rivais concede moedas bônus do jogo, além de um ícone que registra quantas vezes vencemos o personagem em questão.

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Review Sonic Racing: CrossWorlds — o jogo é para todos? 74

A mecânica central se destaca ainda mais com a introdução do recurso CrossWorld. Durante a corrida, quem lidera ativa uma transição para um novo cenário temporário, criando uma mudança dinâmica no percurso. Esses segmentos oferecem variedade e mantêm as partidas sempre interessantes, mesmo após várias repetições. Embora sejam mais curtos, esses trechos recebem o mesmo nível de cuidado que as pistas principais, permitindo aos desenvolvedores explorar ideias mais ousadas de design. O desempenho técnico também impressiona!

Rivalidade

Os personagens desempenham um papel mais ativo do que apenas ocupar os veículos. A SEGA incorporou um sistema de rivalidade que adiciona narrativa e imersão às corridas. Antes de iniciar um Grand Prix, recebemos ou escolhemos um rival com nível de dificuldade ajustável. Esses rivais interagem com o protagonista por meio de diálogos curtos antes da primeira e última corrida, além de comentários durante as provas, dependendo do desempenho. As interações são personalizadas, refletindo as relações entre os personagens — como a rivalidade intensa entre Sonic e Shadow, ou a disputa mais amigável entre Rouge e Shadow.

Esse cuidado ajuda a dar personalidade às competições, indo além do tradicional modelo de corrida e oferecendo um diferencial em relação a títulos como Mario Kart, onde os personagens muitas vezes têm pouca presença além de falas genéricas.

As corridas são intensas, dinâmicas e repletas de ação. Embora o jogo ofereça uma ampla variedade de itens, pode levar algum tempo para se familiarizar com seus efeitos, mas, com prática, desenvolvemos estratégias mais eficientes e aprendemos a desviar melhor dos ataques. Com 12 competidores em cada corrida, o ambiente fica menos caótico e confuso do que em outros jogos similares, dando mais ênfase à habilidade na direção e no domínio das pistas, em vez de depender exclusivamente da sorte nos itens.

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Review Sonic Racing: CrossWorlds — o jogo é para todos? 75

Embora as comparações com Mario Kart World sejam inevitáveis, Sonic Racing: CrossWorlds se destaca em vários aspectos. O jogo segue um estilo mais tradicional de corrida, evitando pistas lineares e simplificadas como as encontradas em Mario Kart World. A proposta visual de Sonic é mais vibrante e chamativa, e a mecânica inovadora dos portais, que transportam o jogador para diferentes áreas durante a corrida, impressiona pela tecnologia e criatividade, superando o que o concorrente oferece nesse sentido.

Visuais superaram expectativas!

Um jogo de corrida do Sonic não estaria completo sem visuais impressionantes e uma trilha sonora dinâmica, e Sonic Racing: CrossWorlds mantém esse padrão elevado que a SEGA costuma entregar. Mesmo com a velocidade intensa e a competição contra 11 pilotos, é possível notar o cuidado no design detalhado das pistas, que impressionam mesmo nas curvas e colisões.

O jogo entrega uma experiência visual intensa e cheia de energia, refletindo bem a velocidade típica das corridas do Sonic. As pistas são coloridas e claras, embora o excesso de desfoque em alguns momentos possa atrapalhar. Os personagens são bem animados, reagindo de forma expressiva durante as corridas. No PS5, o modo de desempenho se mostra mais adequado, garantindo fluidez nas partidas, enquanto o modo de qualidade, apesar dos gráficos aprimorados, não traz grandes vantagens perceptíveis durante o ritmo acelerado do jogo.

No aspecto sonoro, o título segue a tradição da franquia, oferecendo efeitos únicos para veículos, power-ups e vozes dos personagens. Embora em alguns momentos o som possa parecer um pouco confuso, ele contribui para uma experiência sonora rica e bem elaborada. As músicas são divertidas e motivam durante as corridas, ótimas como indutores de adrenalina.

Gamerdito (Veredito) – Vale a pena jogar Sonic Racing: CrossWorlds?

Se você esperava um sucessor à altura dos jogos anteriores da série, Sonic Racing: CrossWorlds certamente vai agradar. Desde a escolha dos personagens clássicos até a personalização dos veículos com peças, cores e decalques, o jogo oferece uma experiência difícil de ignorar.

Apesar das variações na qualidade da série ao longo do tempo, CrossWorlds transmite uma confiança na sua apresentação, com destaque nas interações entre os personagens, que tornam a experiência mais rica do que simplesmente escolher um amigo do Sonic. Personagens que antes nunca se relacionaram ganham diálogos e rivalidades nas corridas, demonstrando o cuidado do jogo em respeitar e valorizar o legado da franquia.

Nota: 8/10

É possível encontrar o título na plataforma PlayStation Store. Caso queira ajudar o nosso site a se manter engajado e independente, há links de afiliados para a Nuuvem, pelos quais podemos ganhar uma pequena comissão. Agradecemos à SEGA e a sua assessoria pela liberação da chave do jogo.


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Sonic Racing: CrossWorlds

*A cópia foi cedida pela Sega ao MeuGamer

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Monster Energy confirma participação na BGS 2025

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Monster Energy na Brasil Game Show 2025 no Distrito do Anhembi
(Divulgação)

A Monster Energy está de volta à Brasil Game Show 2025, juntando-se a grandes marcas como TCL, Riot Games, Fandom Box e outras que vão agitar o evento. A 16ª edição da BGS, maior feira de games da América Latina, acontece de 9 a 12 de outubro no Distrito Anhembi, em São Paulo; e o palco Monster Energy BGS eSports será o coração das competições, trazendo finais instigantes com os melhores times nacionais e internacionais disputando prêmios e glória.

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Além disso, a Monster vai oferecer experiências para o público, com ativações especiais e pontos de venda recheados com seus diversos sabores de energéticos. Segundo Marcelo Tavares, CEO da BGS, a parceria com a Monster eleva a experiência dos visitantes, alinhando-se ao compromisso da marca com o crescimento dos eSports.

Fora do palco, os visitantes poderão curtir estandes, lançamentos de jogos e produtos gamer, estações free-to-play, encontros com criadores de conteúdo e convidados especiais, além de muitas outras atrações. Nosso site estará presente para cobrir as principais novidades e convidados da indústria dos games que estarão participando desta feira. Um dos grandes nomes é retorno de Hideo Kojima, visionário diretor de franquais de jogos tais como: Metal Gear e Death Stranding.

Os ingressos já estão à venda no site oficial com sua carga máxima quase esgotando.

Gráfico do total de ingresso
(Divulgação)