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Ubisoft adia Assassin’s Creed Shadows para fevereiro de 2025: Sinal de Crise na desenvolvedora francesa?

O adiamento de Assassin’s Creed Shadows, originalmente previsto para novembro de 2024, com nova data para fevereiro de 2025, levanta questões importantes sobre o estado atual da indústria dos games. Embora frustre os fãs da franquia, essa decisão pode ser um indicativo de que as desenvolvedoras estão reagindo à crescente pressão de um mercado mais exigente e competitivo.

Problemas de Qualidade?

Nos últimos anos, a indústria vem enfrentando uma tendência preocupante: jogos lançados de forma inacabada, sem a otimização adequada e com sérios problemas de desempenho. Muitos títulos recentes não conseguem sequer manter uma taxa estável de 60 FPS, o que deveria ser o padrão mínimo para consoles de última geração como PlayStation 5 e Xbox Series X/S. A própria Sony anunciou o lançamento do PS5 PRO para novembro deste ano e o Xbox possui planos para um novo console.

Além dos problemas técnicos, a qualidade dos enredos e personagens também tem decepcionado. Muitos jogadores percebem que as histórias e o design não são mais inspiradoras, gerando uma desconexão com franquias antes tão admiradas, como Assassin’s Creed, conhecida por seus cenários históricos e narrativas detalhadas.

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A Decisão da Ubisoft

Ao adiar Assassin’s Creed Shadows, a Ubisoft parece finalmente estar ouvindo seu público. A empresa havia planejado uma grande apresentação do jogo na Tokyo Game Show 2024, mas decidiu em última hora por não transmitir, talvez para evitar críticas ao produto ainda inacabado. No entanto, essa decisão pode ter motivações que vão além dos ajustes técnicos.

As vendas abaixo do esperado de Star Wars Outlaws, por exemplo, podem ter influenciado o adiamento. A Ubisoft, temendo que Assassin’s Creed Shadows sofresse o mesmo destino, optou por dar mais tempo para ajustes, buscando evitar um fracasso comercial.

Polêmica com Personagens Históricos

Outro ponto relevante no adiamento envolve as controvérsias sobre os personagens do jogo, especialmente Fujibayashi Naoe e Yasuke. Yasuke, figura histórica do Japão feudal, foi um dos primeiros negros registrados no país e serviu como possível guarda-costas de Oda Nobunaga. Contudo, sua história está envolta em mistério, gerando debates sobre a fidelidade histórica que o jogo deveria seguir.

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Ubisoft adia Assassin's Creed Shadows para fevereiro de 2025: Sinal de Crise na desenvolvedora francesa? 7

A introdução de um personagem ocidental como protagonista também gerou críticas. Apesar de fazer sentido dentro da narrativa da franquia, baseada na Ordem dos Assassinos e dos Templários, alguns fãs prefeririam um protagonista japonês. A polêmica pode ter levado a Ubisoft a revisar o enredo e representar melhor os personagens, influenciando o adiamento.

Expectativas do Mercado Saturado

O receio da Ubisoft em lançar um jogo com vendas abaixo do esperado também pesa. A pré-venda de Assassin’s Creed Shadows não alcançou o desempenho desejado, o que pode ter servido de alerta. No atual cenário, onde grandes lançamentos são cercados de altíssimas expectativas, um jogo inacabado pode prejudicar gravemente a reputação de uma franquia. Um caso recente é Concord, jogo multiplayer da Playstation Studios, que deveria ser um jogo Games as a Service (GaaS), o formato live service ou simplesmente jogos como serviço. Acabou se tornando o pior fracasso em vendas de todos os tempos publicado por uma empresa com status de lançar títulos blockbusters (AAA).

Essa situação reflete um problema maior: a indústria parece mais focada em metas financeiras do que na experiência do jogador. Lançamentos apressados, sem a devida atenção à qualidade, são cada vez mais comuns, prejudicando a relação entre desenvolvedoras e fãs.

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O Que Esperar de Assassin’s Creed Shadows?

Apesar da decepção, a Ubisoft promete compensar os jogadores que já adquiriram o jogo na pré-venda com uma expansão gratuita. Isso sugere que o tempo extra será usado para melhorar a qualidade do produto final, incluindo ajustes nos gráficos, mecânicas e talvez no enredo e design dos personagens.

Entretanto, a grande questão é se o adiamento resultará em um jogo que realmente corresponda às expectativas dos fãs. A franquia Assassin’s Creed possui uma base leal de jogadores, e a Ubisoft precisa garantir uma experiência imersiva e historicamente autêntica para manter essa confiança. Se o tempo extra levar a essas melhorias, a espera poderá valer a pena. O último título oficial da saga antes de Shadows foi Mirage, no qual tive a oportunidade de conhecer os produtores envolvidos no jogo e até desenvolver uma análise em nosso site. Essa obra, que celebrava os 15 anos da franquia, me convenceu ao mesclar elementos clássicos com mecânicas atuais de RPG de ação.

O título será salvo?

O adiamento de Assassin’s Creed Shadows reflete as tensões crescentes dentro da indústria dos games, que enfrenta o desafio de equilibrar as demandas do público com as pressões dos acionistas. Embora a Ubisoft tenha optado por dar mais tempo ao jogo, resta ver se isso será suficiente para reconquistar a confiança dos fãs.

No cenário atual, as desenvolvedoras precisam voltar a focar na experiência do jogador, em vez de priorizar apenas metas financeiras. Caso contrário, a desconexão com a base de fãs pode se aprofundar ainda mais. Em 14 de fevereiro de 2025, saberemos se Assassin’s Creed Shadows conseguirá quebrar esse ciclo e entregar a qualidade esperada. É o momento em que Naoe e Yasuke realmente serão testados: se vieram para marcar uma geração de usuários ou se serão colocados no limbo infinito!

Peaky Blinders: 6ª temporada já disponível na Netflix!

Peaky Blinders já se encontra disponível no catálogo da Netflix. Na temporada da série, acompanhamos Tommy passando por momentos importantes em sua vida, decisivos para o destino de todos envolvidos.

Os fãs de Peaky Blinders tiveram que lidar com vários ajustes durante as temporadas. Enquanto acompanhamos a dinâmica e as dificuldades da família Shelby, que lidera a gangue no início de 1900, a sexta temporada e última, ramifica um dos principais membros da série.

Ela envia Thomas ” Tommy Shelby (Cillian Murphy) para a América, enquanto a gangue tenta encontrar outras maneiras de fazer dinheiro. Nesse meio tempo, Tommy se mete em problemas sérios com políticos e gangues de rua em Boston. Algo extremamente perigoso e ele irá descobrir em breve.

A sexta temporada também marcou a saída de Elizabeth Gray, cuja atriz faleceu em 2021.

Peaky Blinders | Temporada 6 | Trailer Oficial | Netflix Brasil

Um filme chega em 2023, fechando de vez a história dos Shelby. Como resultado, no elenco temos: Cillian Murpphy, Paul Andeson, Finn Cole, Natasha O’Keefe, Anya Taylor-Joy , Sophie Rundle, entre outros.

Por fim, acompanhe nossa cobertura completa sobre as séries da Netflix aqui pelo site!

Futebol da SEGA segue o caminho do Football Manager e deixa o Brasil de fora

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SEGA Football Club Champions 2026 (SFCC) chega em 22 de janeiro como a nova aposta da SEGA em jogos de gestão de futebol. Baseado na franquia japonesa SakaTsuku e usando sistemas do Football Manager, o jogo foca em administração de clubes, mas não terá lançamento oficial no Brasil. Ao menos na versão para PC Windows, os detalhes não estão em português; já na versão para dispositivos móveis, como Android, há suporte ao idioma. A franquia já tem 30 anos.

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O jogador assume o papel de dirigente, tomando decisões sobre contratações, treinos, formação do elenco, infraestrutura e estratégia. O desempenho do time depende dessas escolhas, não do controle direto das partidas.

Clubes reais e dados oficiais

O jogo utiliza dados oficiais da FIFPRO e da FIFA, incluindo clubes licenciados como o Manchester City, o que garante presença de jogadores reais e partidas mais próximas da realidade. Ligas confirmadas incluem a J League (Japão) e a K League (Coreia do Sul), enquanto outras regiões aparecem em imagens promocionais, mas sem confirmação oficial dos nomes licenciados. Segundo o site oficial do jogo, são aproximadamente mais de 1500 atletas dos clubes da Liga Japonesa da primeira e terceira divisão além da Coreia do Sul. À medida que o jogo vai ganhando visibilidade eles podem licenciar outros atletas.

Os países também com ligas confirmadas são: Itália, Portugal, Espanha e Alemanha. Esses foram os que consegui identificar em vídeos, já que o site oficial não detalhou a lista completa antes do lançamento. Muitos jogadores famosos estão no jogo graças à parceria com a FIFPRO, mesmo que nem todos os clubes estejam necessariamente licenciados.

SEGA Football Club Champions 2026 jogadores oficiais do jogo
A imagem foi extraída do canal SiMaggio na época do teste beta.

Por que o Brasil fica de fora

Existem alguns motivos prováveis para a ausência do Brasil:

  • Concorrência com o Football Manager, que já tem base consolidada de fãs no país.
  • Falta de localização para português brasileiro, mesmo com suporte a vários idiomas no Steam, o jogo não inclui PT-BR.

Na prática, a SEGA optou por focar em mercados onde o jogo teria maior adesão inicial e não precisaria disputar diretamente com o FM no Brasil.

Gratuito e multiplataforma

O jogo SEGA Football Club Champions será gratuito para jogar, com suporte a cross-play e cross-platform, permitindo partidas entre jogadores de PC, consoles e dispositivos móveis. O lançamento está previsto para 22 de janeiro de 2026, com requisitos técnicos modestos no PC, facilitando o acesso a jogadores com hardware mais simples. A seguir confira os requisitos mínimos e recomendados do jogo.

Requisitos para jogar SEGA Football Club Champions 2026

Mínimos:

  • Sistema operacional: Windows 11 (64 bits)
  • Processador: Intel Core i3-7350K / AMD Ryzen 3 1200
  • Memória: 8 GB de RAM
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 750 / AMD Radeon RX 550
  • DirectX: Versão 11
  • Armazenamento: 10 GB disponíveis

Recomendados:

  • Sistema operacional: Windows 11 (64 bits)
  • Processador: Intel Core i5-8400 / AMD Ryzen 3 4100
  • Memória: 16 GB de RAM
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1070 / AMD Radeon RX 5500 XT
  • DirectX: Versão 12
  • Armazenamento: 10 GB disponíveis

Uma aposta global, mas seletiva

Mesmo com uma proposta global e um nome forte por trás, SEGA Football Club Champions chega ao mercado repetindo uma decisão que frustra parte do público brasileiro. Resta saber se, assim como já aconteceu em outros casos, o jogo poderá receber suporte ou distribuição oficial no país no futuro.

Por enquanto, o futebol da SEGA segue um caminho já conhecido que conhecemos nos últimos anos grande ambição, gestão profunda e emoção no futebol.

O Cavaleiro dos Sete Reinos já está disponível na HBO Max

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A série O Cavaleiro dos Sete Reinos já está disponível na HBO e na plataforma de streaming da HBO Max nessa página. A produção estreia com lançamento semanal e tem seis episódios confirmados para a primeira temporada.

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Derivada do universo de Game of Thrones, a série adapta os contos de Dunk e Egg, escritos por George R. R. Martin, e acompanha as jornadas de um cavaleiro errante e seu jovem escudeiro por Westeros.

Com a assinatura do HBO Max, os espectadores já podem assistir ao primeiro episódio sob demanda, além de acompanhar os próximos capítulos conforme forem liberados no streaming. O catálogo também reúne outras produções do universo de Westeros, disponíveis para maratona.

O cronograma dos episódios foi publicado em outro artigo e seguirá sendo atualizado conforme novas informações oficiais.

Cronograma completo de episódios de O Cavaleiro dos Sete Reinos – Temporada 1

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A primeira temporada de O Cavaleiro dos Sete Reinos série dentro do universo de Game of Thrones terá 6 episódios, lançados semanalmente. A estreia acontece no Brasil na virada do dia 18 para 19 de janeiro de 2026, considerando o horário de Brasília, por conta da diferença de fuso em relação aos Estados Unidos.

Até o momento, a HBO e o Max não confirmaram um horário fixo para a liberação dos episódios no Brasil. Por isso, o cronograma abaixo considera apenas o dia de estreia, que pode sofrer ajustes ao longo da temporada.

Cada episódio deve ter duração aproximada entre 35 e 40 minutos, com pequenas variações conforme a exibição.

Cronograma de episódios de “O Cavaleiro dos Sete Reinos” (A Knight of the Seven Kingdoms) – Temporada 1

Episódio 1
Título original: The Hedge Knight
Data de lançamento (EUA): 18 de janeiro de 2026
Duração aproximada: 42 minutos
Observação: estreia da série

Episódio 2
Título original: Hard Salt Beef
Data de lançamento (EUA): 25 de janeiro de 2026
Duração aproximada: 33 minutos

Episódio 3
Título original: a confirmar (a confirmar)
Data de lançamento (EUA): 1 de fevereiro de 2026
Duração aproximada: 31 minutos

Episódio 4
Título original: a confirmar (a confirmar)
Data de lançamento (EUA): 8 de fevereiro de 2026
Duração aproximada: 34 minutos
Observação: a data pode sofrer alteração por conta do Super Bowl, com possibilidade de antecipação ou ajuste no cronograma

Episódio 5
Título original: a confirmar (a confirmar)
Data de lançamento (EUA): 15 de fevereiro de 2026
Duração aproximada: 37 minutos

Episódio 6
Título original: a confirmar (a confirmar)
Data de lançamento (EUA): 22 de fevereiro de 2026
Duração aproximada: 31 minutos
Observação: final da temporada

A possibilidade de alteração no cronograma por causa do Super Bowl não é inédita. Durante a primeira temporada de The Last of Us, a HBO antecipou a exibição de um episódio para a sexta-feira, evitando a concorrência direta com o evento esportivo, que concentra grande parte da audiência nos Estados Unidos.

Por esse motivo, as datas listadas acima devem ser consideradas sujeitas a ajustes. À medida que novas informações forem divulgadas, este cronograma será atualizado com as datas definitivas para o Brasil, além dos títulos oficiais dos episódios em português do Brasil e das sinopses completas de cada capítulo.

Sangue, tempo e sobrevivência: Code Vein 2 eleva o soulslike de anime

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Após o impacto do primeiro jogo, Code Vein 2 surge como uma evolução natural — mais ambicioso, mais sombrio e muito mais instigante. Ao menos é o que os desenvolvedores da Bandai Namco deixaram no ar para os fãs do jogo. O novo título adentra em um universo inédito, com uma atmosfera ainda mais pesada, onde a sobrevivência depende não só da força, como das escolhas feitas ao longo do tempo.

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Ao enredo gira em torno da capacidade de manipular o tempo como uma arma, permitindo ao jogador explorar versões passadas e presentes dos mesmos cenários. Essa mecânica ela vai além de uma mecânica básica, na verdade influencia diretamente a história, os vínculos entre personagens e o destino do mundo.

Code Vein 2 personagens com luta com chefão
(Reprodução)

Uma nova ameaça surge no horizonte. A misteriosa Prole Cega da Ressurgência, entidade que intensifica o tom trágico e sangrento da jornada. Entre paradoxos temporais, laços impactantes e batalhas frenéticas, o jogo aposta em um drama mais maduro e carregado de tensão.

No gameplay de visão geral exibido, as características do jogo original permanece firme. Exibindo combate intenso, chefes colossais e um sistema profundo de personalização continuam sendo pilares da experiência. O sistema de absorção de sangue, marca registrada da franquia, retorna repaginado, trazendo novas habilidades, efeitos visuais mais impactantes e mecânicas que ampliam melhor as estratégicas.

CODE VEIN II - Overview Trailer

Por fim, Code Vein II tem lançamento marcado para 30 de janeiro de 2026, chegando ao PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam.

‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ estreia à meia-noite na HBO Max

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A HBO Max confirmou que O Cavaleiro dos Sete Reinos, nova série do universo de Game of Thrones, estreia no Brasil em 19 de janeiro, à 0h, na madrugada de domingo para segunda-feira. O horário incomum foge do padrão adotado no país e ocorre devido à ausência do horário de verão, o que impacta a sincronização com o lançamento internacional. Para assistir é necessário possuir uma conta ativa e acessar o catálogo completo nessa página.

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Protagonizada por Peter Claffey (Sor Duncan, o Alto) e Dexter Sol Ansell (Egg), a série ganhou destaque no fim de 2025, quando seus atores participaram de um painel exclusivo na CCXP25, onde comentaram sobre a ambientação, os personagens e a proposta mais intimista da nova fase de Westeros.

Escrita e produzida por George R. R. Martin e Ira Parker, a produção expande o universo da Guerra dos Tronos ao acompanhar dois viajantes improváveis em uma era marcada por torneios, estradas abertas e um código de honra em constante teste. A estreia acontece simultaneamente na HBO Max e no canal HBO. Ao todo, seis episódios estão confirmados para esta primeira temporada da série.

O Cavaleiro dos Sete Reinos | Trailer Oficial Dublado | HBO Max

Primeiras impressões | My Hero Academia: Vigilantes (2ª temporada)

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A segunda temporada de My Hero Academia: Vigilantes estreia com um episódio que reafirma a força do spin-off ao explorar um dos lados mais instigantes e moralmente ambíguos do universo My Hero Academia.

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Longe do brilho e da institucionalização dos heróis licenciados, a série volta a destacar aqueles que escolhem agir por senso de justiça, mesmo sem reconhecimento oficial, e essa proposta já se mostra bem definida desde os primeiros minutos.

My Hero Academia: Vigilantes (2ª temporada), personagem importante feliz
(Reprodução)

Ambientada alguns anos antes dos eventos centrais da obra principal, cuja adaptação animada foi concluída em 2025, a narrativa segue acompanhando personagens que operam à margem do sistema heroico. Koichi Haimawari retorna como protagonista, ainda em busca de seu próprio propósito como vigilante, movido mais por altruísmo do que por prestígio ou validação legal. Essa perspectiva mantém a identidade da série e reforça o contraste com a trajetória dos heróis profissionais.

O episódio inicial da nova temporada demonstra cuidado em respeitar os acontecimentos anteriores, ao mesmo tempo em que amplia o escopo da história. Novos conflitos começam a ser delineados, as motivações dos personagens ganham mais camadas e a tensão entre seguir regras ou agir de acordo com a própria consciência se torna cada vez mais evidente. Essa construção gradual torna a experiência acessível tanto para fãs veteranos quanto para quem acompanha o universo de My Hero Academia de forma mais casual.

A produção segue nas mãos do estúdio BONES Film, divisão do consagrado estúdio Bones, conhecido por trabalhos como Fullmetal Alchemist, Mob Psycho 100 e o próprio My Hero Academia. Tecnicamente, o episódio apresenta animação fluida, cenas de ação bem coreografadas e um visual que equilibra o clima urbano com os elementos superpoderosos. A química entre Koichi e Pop☆Step é bem explorada, enquanto referências sutis ao universo maior ajudam a expandir o contexto sem roubar o protagonismo da narrativa.

My Hero Academia: Vigilantes (2ª temporada), personagem em posição para exibir seu potencial
© Vigilante: Boku no Hero Academia Illegals 2nd Season

Há também indícios de conexões indiretas com o mundo dos heróis licenciados, o que aumenta a curiosidade sobre como essas histórias paralelas poderão se cruzar no futuro. Mesmo possuindo uma individualidade considerada modesta dentro dos padrões heroicos, Koichi continua se destacando pelo carisma e pela evolução pessoal, consolidando-se como o verdadeiro núcleo emocional da série.

No conjunto, a estreia da segunda temporada entrega uma abertura segura, envolvente e cheia de potencial. My Hero Academia: Vigilantes demonstra estar pronta para aprofundar discussões sobre identidade, moralidade e o real significado de ser um herói, mantendo um ritmo consistente e alto nível técnico. Para quem já acompanhava a série, o retorno confirma que o spin-off segue relevante e confiante; para novos espectadores, o episódio funciona como uma excelente porta de entrada para uma obra com personalidade própria dentro de um universo já consagrado.

O anime de My Hero Academia: Vigilantes está disponível na Crunchyroll, com as opções dublada e legendada. Com novos episódios chegando todas as segundas-feira.

Primeiras impressões | Golden Kamuy (Temporada Final)

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A insanidade característica de Golden Kamuy finalmente está de volta para sua quinta e última temporada. Embora a série nunca tenha figurado entre os animes mais populares do grande público, sua trajetória até aqui é surpreendente. Em um mercado onde obras consideradas “underground” raramente ultrapassam uma segunda temporada, porém, está produção chega ao seu desfecho completo, um feito impulsionado, em grande parte, pelo forte reconhecimento internacional.

O anime de Golden Kamuy está disponível na Crunchyroll, com a opção legendada. Com novos episódios todas as segundas-feira. Fique ciente que a plataforma disponibiliza um teste gratuito de 7 dias.

Dito isso, prosseguimos com nossas impressões da temporada final do anime.

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Animes históricos que fogem do eixo tradicional, especialmente aqueles que não se chamam Kingdom, costumam encontrar maior acolhimento fora do Japão, sobretudo entre espectadores interessados na cultura e na história do país. Nesse contexto, Golden Kamuy se destaca por ir além da ilha de Honshu e abordar um tema raramente explorado na animação japonesa: a relação do governo japonês com o povo Ainu. Esse recorte histórico, aliado a uma comédia excêntrica e muitas vezes absurda, transforma a obra em algo verdadeiramente singular dentro do meio.

Primeiras impressões | Golden Kamuy (Temporada Final) personagem do anime
© Brain’s Base/

Expectativas para a temporada final de Golden Kamuy

Tecnicamente, Golden Kamuy nunca foi uma produção de destaque absoluto. A força do anime sempre esteve em sua narrativa e em seus personagens, enquanto a direção se encarregava de valorizar momentos-chave e extrair o máximo da comédia peculiar da obra. No entanto, já no primeiro episódio desta temporada final, é perceptível um ritmo mais acelerado do que o habitual, até mesmo quando comparado ao encerramento da temporada anterior.

Essa mudança sugere uma tentativa clara de condensar toda a história restante em uma temporada de aproximadamente 13 episódios. Embora compreensível do ponto de vista de produção, esse ritmo mais apressado levanta preocupações sobre como determinados eventos e arcos narrativos serão adaptados até o desfecho.

Primeiras impressões | Golden Kamuy (Temporada Final)
© Brain’s Base/

O arco de Sapporo e o clímax da narrativa

Tudo indica que o arco de Sapporo servirá como o grande clímax da obra. Um dos maiores méritos de Golden Kamuy sempre foi sua habilidade de entrelaçar ficção e história real de forma orgânica. A narrativa coloca lado a lado figuras improváveis: um veterano da Guerra Russo-Japonesa, uma descendente do povo Ainu em busca de autonomia, o último samurai do período Edo sonhando com a República de Ezo e um oficial militar de alta patente conspirando um golpe de Estado.

Essa corrida pelo ouro, carregada de ambições conflitantes, é constantemente equilibrada por uma comédia que alterna entre o físico, o nonsense e o absolutamente imprevisível, uma marca registrada da série que impede a história de se tornar excessivamente pesada, mesmo em seus momentos mais tensos.

Golden Kamuy (Temporada Final) cena de impacto do anime
(Reprodução)

Vale a pena começar agora?

Para quem ainda considera acompanhar Golden Kamuy, a recomendação é clara: comece desde o primeiro episódio. Diferente de outras obras que permitem entradas tardias, Golden Kamuy possui uma narrativa linear bem definida, apesar de dividir sua trama em três grandes núcleos. Esta temporada marca o encerramento definitivo da história, e a insanidade atinge seu ápice absoluto.

Mesmo com escolhas técnicas discutíveis, como o famoso urso em CGI, a série entrega uma história sobre sobrevivência, união e identidade cultural. Uma união tão intensa que, metaforicamente, faz você se sentir confortável até dividindo uma sauna com esses personagens. Para quem aprecia designs detalhados, humor excêntrico e uma abordagem histórica fora do comum, Golden Kamuy continua sendo uma experiência altamente recomendada até seu último episódio.

Primeiras impressões | You and I Are Polar Opposites

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A adaptação em anime de You and I Are Polar Opposites (Seihantai na Kimi no Boku) chega carregada de expectativa, especialmente para quem acompanha a obra desde seus primeiros capítulos. O anúncio da animação naturalmente gerou entusiasmo, ainda mais com as confirmações posteriores, incluindo a dublagem em português, descoberta apenas no próprio dia da estreia. Antes mesmo de assistir ao primeiro episódio, havia um misto de empolgação e cautela: o estúdio e a equipe criativa são conhecidos por abordagens mais experimentais, o que levantava dúvidas sobre como a leveza e a delicadeza do mangá seriam traduzidas para a animação.

O anime de You and I Are Polar Opposites está disponível na Crunchyroll, com as opções dublada e legendada. Com novos episódios chegando todos os domingos. Fique ciente que a plataforma disponibiliza um teste gratuito de 7 dias.

Dito isso, prosseguimos com nossa primeira impressão para temporada de estreia do anime.

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Esse receio inicial, no entanto, se dissipa rapidamente após o episódio de estreia. A staff demonstra uma compreensão sólida do material original, captando com precisão a essência da obra e já sinalizando, de forma sutil, as dinâmicas que irão se desenvolver ao longo da narrativa. Um dos maiores acertos está na apresentação dos protagonistas: Suzuki tem sua energia vibrante e expansiva estabelecida logo nos primeiros segundos de cena, enquanto a personalidade reservada e discreta de Tani é igualmente bem definida em sua primeira aparição. Essa clareza imediata facilita a conexão com os personagens e reforça o tom intimista da história.

Primeiras impressões | You and I Are Polar Opposites
© Lapin Track/Seihantai na Kimi no Boku

Para quem já conhece o mangá, fica evidente que You and I Are Polar Opposites não busca conflitos românticos exagerados ou grandes reviravoltas dramáticas. Assim como obras no estilo de Horimiya, o foco está menos no drama intenso e mais no cotidiano agridoce de um grupo de estudantes que constroem laços de amizade e afeto durante a vida escolar. Ainda assim, a série se diferencia por privilegiar o slice of life e a observação sensível das relações humanas, usando momentos pontuais, tanto cômicos quanto emocionais, para dar ritmo e profundidade ao roteiro.

Uma questão que permanece em aberto é o formato da adaptação. Com o mangá já finalizado em oito volumes e capítulos relativamente curtos, a história poderia ser adaptada confortavelmente em cerca de 24 episódios, permitindo arcos bem definidos e pausas naturais entre eles. Esse ritmo mais contemplativo faz da série uma opção ideal para quem busca uma experiência leve e reconfortante, especialmente em exibições semanais, ainda mais com a dublagem, que amplia o alcance do público.

Primeiras impressões | You and I Are Polar Opposites
© Lapin Track/Seihantai na Kimi no Boku

No geral, You and I Are Polar Opposites se apresenta como uma escolha certeira para fãs de romance adolescente e narrativas cotidianas. A paleta de cores suaves, alinhada ao espírito do mangá, e a linguagem jovem ajudam a retratar com sensibilidade um período da vida com o qual grande parte do público se identifica. Sem a pretensão de ser disruptiva, a obra entrega exatamente o que promete: uma história acolhedora, honesta e agradável, perfeita para acompanhar aos domingos e recarregar as energias para a semana.

Primeiras impressões | Fire Force (3ª temporada – parte 2)

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O segundo cour da temporada final de Fire Force marca o retorno da série em um momento decisivo de sua narrativa, retomando os acontecimentos exatamente de onde o anime havia sido interrompido. A reestreia aposta em um início mais contemplativo, utilizando imagens fragmentadas de pessoas e lugares como recurso narrativo, elementos que, embora inicialmente enigmáticos, sinalizam mistérios que serão esclarecidos ao longo dos próximos episódios.

O anime de Fire Force está disponível na Crunchyroll, com as opções dublada e legendada. Com novos episódios chegando todas as sextas-feira. Fique ciente que a plataforma disponibiliza um teste gratuito de 7 dias.

Dito isso, prosseguimos com nossas primeiras impressões do início da temporada 3 do anime.

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Logo no começo, acompanhamos Shinra Kusakabe despertando amarrado a uma cama, apenas para descobrir que três meses se passaram sem que ele tenha qualquer lembrança do período. Essa lacuna temporal desloca o foco da ação imediata para o aprofundamento dos mistérios centrais da obra, especialmente aqueles ligados ao Adolla Link e às forças que operam nos bastidores do conflito.

primeiras impressoes fire force 3 pt 2 imagem 001
(Reprodução)

A revelação de que Shinra foi substituído por um Doppelgänger, que assumiu sua vida durante esse intervalo, adiciona uma camada intrigante à narrativa. Curiosamente, Arthur Boyle foi o único a notar que algo estava errado, um detalhe que rende momentos de humor involuntário, graças à dinâmica peculiar entre os dois personagens. As mudanças deixadas pela versão alternativa de Shinra, como o cabelo loiro e tatuagens nas pernas, reforçam o estranhamento e ajudam a diferenciar visualmente essa fase da história.

Mesmo com parte do desfecho do mangá já conhecida por muitos fãs, o interesse agora recai sobre como o estúdio irá traduzir esse arco final para a animação, equilibrando revelações, desenvolvimento de personagens e encerramento temático.

Fire Force (3ª temporada - parte 2) personagens em embate épico
© Fire Force 3ª temporada parte 2

Expectativas para o segundo cour de Fire Force

Este retorno opta por um ritmo mais contido, priorizando diálogos, investigações e interações entre os personagens em vez de confrontos constantes. Após um primeiro cour considerado irregular por parte do público, a expectativa é que a reta final de Fire Force apresente uma progressão mais envolvente, capaz de valorizar os elementos centrais da trama e entregar uma adaptação consistente e satisfatória do material original.

Com os mistérios de Adolla e do Evangelista se aproximando de suas resoluções, o segundo cour tem a oportunidade de redefinir a percepção da temporada final e encerrar a jornada de Shinra de forma mais impactante.

Primeiras impressões | Hana-Kimi (Hanazakari no Kimitachi e)

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Hana-Kimi, ou Hanazakari no Kimitachi e, é um dos grandes clássicos do shoujo japonês, publicado entre o final dos anos 1990 e o início dos anos 2000. Apesar de sua enorme popularidade no Japão, a obra permaneceu relativamente desconhecida no Ocidente, em grande parte por nunca ter recebido uma adaptação em anime até agora, ficando marcada principalmente por suas versões em dorama, amplamente reconhecidas como algumas das mais icônicas da televisão japonesa. Os episódios de Hana-Kimi estão disponíveis na Crunchyroll, com as opções dublada e legendada. Os novos episódios chegam todo domingo. Fique ciente que a plataforma disponibiliza um teste gratuito de 7 dias.

Dito isso, prosseguimos com nossas primeiras impressões do início da temporada 1 do anime.

Nesta adaptação animada, o primeiro episódio segue de forma bastante fiel o mangá original, apostando em uma narrativa romântica clássica que dialoga diretamente com fãs de títulos como Fruits Basket e outros shoujos da mesma era. Ao mesmo tempo, a série também se apoia fortemente no fator nostalgia, conquistando o público japonês que cresceu acompanhando o dorama.

Hana-Kimi (Hanazakari no Kimitachi e) personagem instigante
(Reprodução)

A história apresenta uma premissa típica dos romances dos anos 2000: uma jovem decide se passar por um garoto para ingressar em uma escola exclusivamente masculina, tudo para ficar mais próxima de seu ídolo, um talentoso atleta de salto em altura. A partir disso, a narrativa se desenvolve em torno das situações cômicas, dos conflitos emocionais e das tentativas constantes da protagonista de esconder sua verdadeira identidade enquanto se aproxima cada vez mais de quem admira.

No aspecto técnico, o estúdio Signal.MD entrega uma animação competente e adequada ao ritmo da obra. Por se tratar de um romance focado em interações e desenvolvimento de personagens, a série não exige sequências de ação elaboradas, permitindo uma execução visual consistente. O design de personagens, embora atualizado, preserva traços que remetem ao estilo do mangá original dos anos 90, reforçando o apelo nostálgico.

Hana-Kimi (Hanazakari no Kimitachi e) dois protagonistas
© Hanazakari no Kimitachi e

Expectativas

Para quem já conhece a história por meio do dorama, esta adaptação em anime surge como uma nova oportunidade de revisitar um romance querido sob outra perspectiva. A fidelidade ao material original e o tom leve apresentado até aqui indicam que Hana-Kimi e tem tudo para agradar fãs de shoujo e romances clássicos. Para os apaixonados pelo gênero, trata-se de um título promissor para acompanhar.

Ubisoft adia Assassin’s Creed Shadows para fevereiro de 2025: Sinal de Crise na desenvolvedora francesa?

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Ubisoft adia Assassin's Creed Shadows para fevereiro de 2025: Sinal de Crise na desenvolvedora francesa ou na indústria em geral?
Imagem reprodução/Ubi

O adiamento de Assassin’s Creed Shadows, originalmente previsto para novembro de 2024, com nova data para fevereiro de 2025, levanta questões importantes sobre o estado atual da indústria dos games. Embora frustre os fãs da franquia, essa decisão pode ser um indicativo de que as desenvolvedoras estão reagindo à crescente pressão de um mercado mais exigente e competitivo.

Problemas de Qualidade?

Nos últimos anos, a indústria vem enfrentando uma tendência preocupante: jogos lançados de forma inacabada, sem a otimização adequada e com sérios problemas de desempenho. Muitos títulos recentes não conseguem sequer manter uma taxa estável de 60 FPS, o que deveria ser o padrão mínimo para consoles de última geração como PlayStation 5 e Xbox Series X/S. A própria Sony anunciou o lançamento do PS5 PRO para novembro deste ano e o Xbox possui planos para um novo console.

Além dos problemas técnicos, a qualidade dos enredos e personagens também tem decepcionado. Muitos jogadores percebem que as histórias e o design não são mais inspiradoras, gerando uma desconexão com franquias antes tão admiradas, como Assassin’s Creed, conhecida por seus cenários históricos e narrativas detalhadas.

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A Decisão da Ubisoft

Ao adiar Assassin’s Creed Shadows, a Ubisoft parece finalmente estar ouvindo seu público. A empresa havia planejado uma grande apresentação do jogo na Tokyo Game Show 2024, mas decidiu em última hora por não transmitir, talvez para evitar críticas ao produto ainda inacabado. No entanto, essa decisão pode ter motivações que vão além dos ajustes técnicos.

As vendas abaixo do esperado de Star Wars Outlaws, por exemplo, podem ter influenciado o adiamento. A Ubisoft, temendo que Assassin’s Creed Shadows sofresse o mesmo destino, optou por dar mais tempo para ajustes, buscando evitar um fracasso comercial.

Polêmica com Personagens Históricos

Outro ponto relevante no adiamento envolve as controvérsias sobre os personagens do jogo, especialmente Fujibayashi Naoe e Yasuke. Yasuke, figura histórica do Japão feudal, foi um dos primeiros negros registrados no país e serviu como possível guarda-costas de Oda Nobunaga. Contudo, sua história está envolta em mistério, gerando debates sobre a fidelidade histórica que o jogo deveria seguir.

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Ubisoft adia Assassin's Creed Shadows para fevereiro de 2025: Sinal de Crise na desenvolvedora francesa? 34

A introdução de um personagem ocidental como protagonista também gerou críticas. Apesar de fazer sentido dentro da narrativa da franquia, baseada na Ordem dos Assassinos e dos Templários, alguns fãs prefeririam um protagonista japonês. A polêmica pode ter levado a Ubisoft a revisar o enredo e representar melhor os personagens, influenciando o adiamento.

Expectativas do Mercado Saturado

O receio da Ubisoft em lançar um jogo com vendas abaixo do esperado também pesa. A pré-venda de Assassin’s Creed Shadows não alcançou o desempenho desejado, o que pode ter servido de alerta. No atual cenário, onde grandes lançamentos são cercados de altíssimas expectativas, um jogo inacabado pode prejudicar gravemente a reputação de uma franquia. Um caso recente é Concord, jogo multiplayer da Playstation Studios, que deveria ser um jogo Games as a Service (GaaS), o formato live service ou simplesmente jogos como serviço. Acabou se tornando o pior fracasso em vendas de todos os tempos publicado por uma empresa com status de lançar títulos blockbusters (AAA).

Essa situação reflete um problema maior: a indústria parece mais focada em metas financeiras do que na experiência do jogador. Lançamentos apressados, sem a devida atenção à qualidade, são cada vez mais comuns, prejudicando a relação entre desenvolvedoras e fãs.

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Ubisoft adia Assassin's Creed Shadows para fevereiro de 2025: Sinal de Crise na desenvolvedora francesa? 35

O Que Esperar de Assassin’s Creed Shadows?

Apesar da decepção, a Ubisoft promete compensar os jogadores que já adquiriram o jogo na pré-venda com uma expansão gratuita. Isso sugere que o tempo extra será usado para melhorar a qualidade do produto final, incluindo ajustes nos gráficos, mecânicas e talvez no enredo e design dos personagens.

Entretanto, a grande questão é se o adiamento resultará em um jogo que realmente corresponda às expectativas dos fãs. A franquia Assassin’s Creed possui uma base leal de jogadores, e a Ubisoft precisa garantir uma experiência imersiva e historicamente autêntica para manter essa confiança. Se o tempo extra levar a essas melhorias, a espera poderá valer a pena. O último título oficial da saga antes de Shadows foi Mirage, no qual tive a oportunidade de conhecer os produtores envolvidos no jogo e até desenvolver uma análise em nosso site. Essa obra, que celebrava os 15 anos da franquia, me convenceu ao mesclar elementos clássicos com mecânicas atuais de RPG de ação.

O título será salvo?

O adiamento de Assassin’s Creed Shadows reflete as tensões crescentes dentro da indústria dos games, que enfrenta o desafio de equilibrar as demandas do público com as pressões dos acionistas. Embora a Ubisoft tenha optado por dar mais tempo ao jogo, resta ver se isso será suficiente para reconquistar a confiança dos fãs.

No cenário atual, as desenvolvedoras precisam voltar a focar na experiência do jogador, em vez de priorizar apenas metas financeiras. Caso contrário, a desconexão com a base de fãs pode se aprofundar ainda mais. Em 14 de fevereiro de 2025, saberemos se Assassin’s Creed Shadows conseguirá quebrar esse ciclo e entregar a qualidade esperada. É o momento em que Naoe e Yasuke realmente serão testados: se vieram para marcar uma geração de usuários ou se serão colocados no limbo infinito!

Peaky Blinders: 6ª temporada já disponível na Netflix!

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Peaky Blinders - Netflix

Peaky Blinders já se encontra disponível no catálogo da Netflix. Na temporada da série, acompanhamos Tommy passando por momentos importantes em sua vida, decisivos para o destino de todos envolvidos.

Os fãs de Peaky Blinders tiveram que lidar com vários ajustes durante as temporadas. Enquanto acompanhamos a dinâmica e as dificuldades da família Shelby, que lidera a gangue no início de 1900, a sexta temporada e última, ramifica um dos principais membros da série.

Ela envia Thomas ” Tommy Shelby (Cillian Murphy) para a América, enquanto a gangue tenta encontrar outras maneiras de fazer dinheiro. Nesse meio tempo, Tommy se mete em problemas sérios com políticos e gangues de rua em Boston. Algo extremamente perigoso e ele irá descobrir em breve.

A sexta temporada também marcou a saída de Elizabeth Gray, cuja atriz faleceu em 2021.

Peaky Blinders | Temporada 6 | Trailer Oficial | Netflix Brasil

Um filme chega em 2023, fechando de vez a história dos Shelby. Como resultado, no elenco temos: Cillian Murpphy, Paul Andeson, Finn Cole, Natasha O’Keefe, Anya Taylor-Joy , Sophie Rundle, entre outros.

Por fim, acompanhe nossa cobertura completa sobre as séries da Netflix aqui pelo site!

Futebol da SEGA segue o caminho do Football Manager e deixa o Brasil de fora

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SEGA Football Club Champions 2026 (SFCC) chega em 22 de janeiro como a nova aposta da SEGA em jogos de gestão de futebol. Baseado na franquia japonesa SakaTsuku e usando sistemas do Football Manager, o jogo foca em administração de clubes, mas não terá lançamento oficial no Brasil. Ao menos na versão para PC Windows, os detalhes não estão em português; já na versão para dispositivos móveis, como Android, há suporte ao idioma. A franquia já tem 30 anos.

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O jogador assume o papel de dirigente, tomando decisões sobre contratações, treinos, formação do elenco, infraestrutura e estratégia. O desempenho do time depende dessas escolhas, não do controle direto das partidas.

Clubes reais e dados oficiais

O jogo utiliza dados oficiais da FIFPRO e da FIFA, incluindo clubes licenciados como o Manchester City, o que garante presença de jogadores reais e partidas mais próximas da realidade. Ligas confirmadas incluem a J League (Japão) e a K League (Coreia do Sul), enquanto outras regiões aparecem em imagens promocionais, mas sem confirmação oficial dos nomes licenciados. Segundo o site oficial do jogo, são aproximadamente mais de 1500 atletas dos clubes da Liga Japonesa da primeira e terceira divisão além da Coreia do Sul. À medida que o jogo vai ganhando visibilidade eles podem licenciar outros atletas.

Os países também com ligas confirmadas são: Itália, Portugal, Espanha e Alemanha. Esses foram os que consegui identificar em vídeos, já que o site oficial não detalhou a lista completa antes do lançamento. Muitos jogadores famosos estão no jogo graças à parceria com a FIFPRO, mesmo que nem todos os clubes estejam necessariamente licenciados.

SEGA Football Club Champions 2026 jogadores oficiais do jogo
A imagem foi extraída do canal SiMaggio na época do teste beta.

Por que o Brasil fica de fora

Existem alguns motivos prováveis para a ausência do Brasil:

  • Concorrência com o Football Manager, que já tem base consolidada de fãs no país.
  • Falta de localização para português brasileiro, mesmo com suporte a vários idiomas no Steam, o jogo não inclui PT-BR.

Na prática, a SEGA optou por focar em mercados onde o jogo teria maior adesão inicial e não precisaria disputar diretamente com o FM no Brasil.

Gratuito e multiplataforma

O jogo SEGA Football Club Champions será gratuito para jogar, com suporte a cross-play e cross-platform, permitindo partidas entre jogadores de PC, consoles e dispositivos móveis. O lançamento está previsto para 22 de janeiro de 2026, com requisitos técnicos modestos no PC, facilitando o acesso a jogadores com hardware mais simples. A seguir confira os requisitos mínimos e recomendados do jogo.

Requisitos para jogar SEGA Football Club Champions 2026

Mínimos:

  • Sistema operacional: Windows 11 (64 bits)
  • Processador: Intel Core i3-7350K / AMD Ryzen 3 1200
  • Memória: 8 GB de RAM
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 750 / AMD Radeon RX 550
  • DirectX: Versão 11
  • Armazenamento: 10 GB disponíveis

Recomendados:

  • Sistema operacional: Windows 11 (64 bits)
  • Processador: Intel Core i5-8400 / AMD Ryzen 3 4100
  • Memória: 16 GB de RAM
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1070 / AMD Radeon RX 5500 XT
  • DirectX: Versão 12
  • Armazenamento: 10 GB disponíveis

Uma aposta global, mas seletiva

Mesmo com uma proposta global e um nome forte por trás, SEGA Football Club Champions chega ao mercado repetindo uma decisão que frustra parte do público brasileiro. Resta saber se, assim como já aconteceu em outros casos, o jogo poderá receber suporte ou distribuição oficial no país no futuro.

Por enquanto, o futebol da SEGA segue um caminho já conhecido que conhecemos nos últimos anos grande ambição, gestão profunda e emoção no futebol.

O Cavaleiro dos Sete Reinos já está disponível na HBO Max

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A série O Cavaleiro dos Sete Reinos já está disponível na HBO e na plataforma de streaming da HBO Max nessa página. A produção estreia com lançamento semanal e tem seis episódios confirmados para a primeira temporada.

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Derivada do universo de Game of Thrones, a série adapta os contos de Dunk e Egg, escritos por George R. R. Martin, e acompanha as jornadas de um cavaleiro errante e seu jovem escudeiro por Westeros.

Com a assinatura do HBO Max, os espectadores já podem assistir ao primeiro episódio sob demanda, além de acompanhar os próximos capítulos conforme forem liberados no streaming. O catálogo também reúne outras produções do universo de Westeros, disponíveis para maratona.

O cronograma dos episódios foi publicado em outro artigo e seguirá sendo atualizado conforme novas informações oficiais.

Cronograma completo de episódios de O Cavaleiro dos Sete Reinos – Temporada 1

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Cronograma completo de episódios de O Cavaleiro dos Sete Reinos – Temporada 1 detalhes
Imagem reprodução

A primeira temporada de O Cavaleiro dos Sete Reinos série dentro do universo de Game of Thrones terá 6 episódios, lançados semanalmente. A estreia acontece no Brasil na virada do dia 18 para 19 de janeiro de 2026, considerando o horário de Brasília, por conta da diferença de fuso em relação aos Estados Unidos.

Até o momento, a HBO e o Max não confirmaram um horário fixo para a liberação dos episódios no Brasil. Por isso, o cronograma abaixo considera apenas o dia de estreia, que pode sofrer ajustes ao longo da temporada.

Cada episódio deve ter duração aproximada entre 35 e 40 minutos, com pequenas variações conforme a exibição.

Cronograma de episódios de “O Cavaleiro dos Sete Reinos” (A Knight of the Seven Kingdoms) – Temporada 1

Episódio 1
Título original: The Hedge Knight
Data de lançamento (EUA): 18 de janeiro de 2026
Duração aproximada: 42 minutos
Observação: estreia da série

Episódio 2
Título original: Hard Salt Beef
Data de lançamento (EUA): 25 de janeiro de 2026
Duração aproximada: 33 minutos

Episódio 3
Título original: a confirmar (a confirmar)
Data de lançamento (EUA): 1 de fevereiro de 2026
Duração aproximada: 31 minutos

Episódio 4
Título original: a confirmar (a confirmar)
Data de lançamento (EUA): 8 de fevereiro de 2026
Duração aproximada: 34 minutos
Observação: a data pode sofrer alteração por conta do Super Bowl, com possibilidade de antecipação ou ajuste no cronograma

Episódio 5
Título original: a confirmar (a confirmar)
Data de lançamento (EUA): 15 de fevereiro de 2026
Duração aproximada: 37 minutos

Episódio 6
Título original: a confirmar (a confirmar)
Data de lançamento (EUA): 22 de fevereiro de 2026
Duração aproximada: 31 minutos
Observação: final da temporada

A possibilidade de alteração no cronograma por causa do Super Bowl não é inédita. Durante a primeira temporada de The Last of Us, a HBO antecipou a exibição de um episódio para a sexta-feira, evitando a concorrência direta com o evento esportivo, que concentra grande parte da audiência nos Estados Unidos.

Por esse motivo, as datas listadas acima devem ser consideradas sujeitas a ajustes. À medida que novas informações forem divulgadas, este cronograma será atualizado com as datas definitivas para o Brasil, além dos títulos oficiais dos episódios em português do Brasil e das sinopses completas de cada capítulo.

Sangue, tempo e sobrevivência: Code Vein 2 eleva o soulslike de anime

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Code Vein 2 uma continuação interessante
Imagem reprodução

Após o impacto do primeiro jogo, Code Vein 2 surge como uma evolução natural — mais ambicioso, mais sombrio e muito mais instigante. Ao menos é o que os desenvolvedores da Bandai Namco deixaram no ar para os fãs do jogo. O novo título adentra em um universo inédito, com uma atmosfera ainda mais pesada, onde a sobrevivência depende não só da força, como das escolhas feitas ao longo do tempo.

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Ao enredo gira em torno da capacidade de manipular o tempo como uma arma, permitindo ao jogador explorar versões passadas e presentes dos mesmos cenários. Essa mecânica ela vai além de uma mecânica básica, na verdade influencia diretamente a história, os vínculos entre personagens e o destino do mundo.

Code Vein 2 personagens com luta com chefão
(Reprodução)

Uma nova ameaça surge no horizonte. A misteriosa Prole Cega da Ressurgência, entidade que intensifica o tom trágico e sangrento da jornada. Entre paradoxos temporais, laços impactantes e batalhas frenéticas, o jogo aposta em um drama mais maduro e carregado de tensão.

No gameplay de visão geral exibido, as características do jogo original permanece firme. Exibindo combate intenso, chefes colossais e um sistema profundo de personalização continuam sendo pilares da experiência. O sistema de absorção de sangue, marca registrada da franquia, retorna repaginado, trazendo novas habilidades, efeitos visuais mais impactantes e mecânicas que ampliam melhor as estratégicas.

CODE VEIN II - Overview Trailer

Por fim, Code Vein II tem lançamento marcado para 30 de janeiro de 2026, chegando ao PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam.

‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ estreia à meia-noite na HBO Max

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Sor Duncan e Egg em cena da série O Cavaleiro dos Sete Reinos, nova produção do universo Game of Thrones na HBO Max
Imagem reprodução/HBO

A HBO Max confirmou que O Cavaleiro dos Sete Reinos, nova série do universo de Game of Thrones, estreia no Brasil em 19 de janeiro, à 0h, na madrugada de domingo para segunda-feira. O horário incomum foge do padrão adotado no país e ocorre devido à ausência do horário de verão, o que impacta a sincronização com o lançamento internacional. Para assistir é necessário possuir uma conta ativa e acessar o catálogo completo nessa página.

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Protagonizada por Peter Claffey (Sor Duncan, o Alto) e Dexter Sol Ansell (Egg), a série ganhou destaque no fim de 2025, quando seus atores participaram de um painel exclusivo na CCXP25, onde comentaram sobre a ambientação, os personagens e a proposta mais intimista da nova fase de Westeros.

Escrita e produzida por George R. R. Martin e Ira Parker, a produção expande o universo da Guerra dos Tronos ao acompanhar dois viajantes improváveis em uma era marcada por torneios, estradas abertas e um código de honra em constante teste. A estreia acontece simultaneamente na HBO Max e no canal HBO. Ao todo, seis episódios estão confirmados para esta primeira temporada da série.

O Cavaleiro dos Sete Reinos | Trailer Oficial Dublado | HBO Max

Primeiras impressões | My Hero Academia: Vigilantes (2ª temporada)

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Primeiras impressões | My Hero Academia: Vigilantes (2ª temporada)
© Vigilante: Boku no Hero Academia Illegals 2nd Season

A segunda temporada de My Hero Academia: Vigilantes estreia com um episódio que reafirma a força do spin-off ao explorar um dos lados mais instigantes e moralmente ambíguos do universo My Hero Academia.

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Longe do brilho e da institucionalização dos heróis licenciados, a série volta a destacar aqueles que escolhem agir por senso de justiça, mesmo sem reconhecimento oficial, e essa proposta já se mostra bem definida desde os primeiros minutos.

My Hero Academia: Vigilantes (2ª temporada), personagem importante feliz
(Reprodução)

Ambientada alguns anos antes dos eventos centrais da obra principal, cuja adaptação animada foi concluída em 2025, a narrativa segue acompanhando personagens que operam à margem do sistema heroico. Koichi Haimawari retorna como protagonista, ainda em busca de seu próprio propósito como vigilante, movido mais por altruísmo do que por prestígio ou validação legal. Essa perspectiva mantém a identidade da série e reforça o contraste com a trajetória dos heróis profissionais.

O episódio inicial da nova temporada demonstra cuidado em respeitar os acontecimentos anteriores, ao mesmo tempo em que amplia o escopo da história. Novos conflitos começam a ser delineados, as motivações dos personagens ganham mais camadas e a tensão entre seguir regras ou agir de acordo com a própria consciência se torna cada vez mais evidente. Essa construção gradual torna a experiência acessível tanto para fãs veteranos quanto para quem acompanha o universo de My Hero Academia de forma mais casual.

A produção segue nas mãos do estúdio BONES Film, divisão do consagrado estúdio Bones, conhecido por trabalhos como Fullmetal Alchemist, Mob Psycho 100 e o próprio My Hero Academia. Tecnicamente, o episódio apresenta animação fluida, cenas de ação bem coreografadas e um visual que equilibra o clima urbano com os elementos superpoderosos. A química entre Koichi e Pop☆Step é bem explorada, enquanto referências sutis ao universo maior ajudam a expandir o contexto sem roubar o protagonismo da narrativa.

My Hero Academia: Vigilantes (2ª temporada), personagem em posição para exibir seu potencial
© Vigilante: Boku no Hero Academia Illegals 2nd Season

Há também indícios de conexões indiretas com o mundo dos heróis licenciados, o que aumenta a curiosidade sobre como essas histórias paralelas poderão se cruzar no futuro. Mesmo possuindo uma individualidade considerada modesta dentro dos padrões heroicos, Koichi continua se destacando pelo carisma e pela evolução pessoal, consolidando-se como o verdadeiro núcleo emocional da série.

No conjunto, a estreia da segunda temporada entrega uma abertura segura, envolvente e cheia de potencial. My Hero Academia: Vigilantes demonstra estar pronta para aprofundar discussões sobre identidade, moralidade e o real significado de ser um herói, mantendo um ritmo consistente e alto nível técnico. Para quem já acompanhava a série, o retorno confirma que o spin-off segue relevante e confiante; para novos espectadores, o episódio funciona como uma excelente porta de entrada para uma obra com personalidade própria dentro de um universo já consagrado.

O anime de My Hero Academia: Vigilantes está disponível na Crunchyroll, com as opções dublada e legendada. Com novos episódios chegando todas as segundas-feira.

Primeiras impressões | Golden Kamuy (Temporada Final)

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Primeiras impressões | Golden Kamuy (Temporada Final)
© Brain’s Base/Golden Kamuy

A insanidade característica de Golden Kamuy finalmente está de volta para sua quinta e última temporada. Embora a série nunca tenha figurado entre os animes mais populares do grande público, sua trajetória até aqui é surpreendente. Em um mercado onde obras consideradas “underground” raramente ultrapassam uma segunda temporada, porém, está produção chega ao seu desfecho completo, um feito impulsionado, em grande parte, pelo forte reconhecimento internacional.

O anime de Golden Kamuy está disponível na Crunchyroll, com a opção legendada. Com novos episódios todas as segundas-feira. Fique ciente que a plataforma disponibiliza um teste gratuito de 7 dias.

Dito isso, prosseguimos com nossas impressões da temporada final do anime.

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Animes históricos que fogem do eixo tradicional, especialmente aqueles que não se chamam Kingdom, costumam encontrar maior acolhimento fora do Japão, sobretudo entre espectadores interessados na cultura e na história do país. Nesse contexto, Golden Kamuy se destaca por ir além da ilha de Honshu e abordar um tema raramente explorado na animação japonesa: a relação do governo japonês com o povo Ainu. Esse recorte histórico, aliado a uma comédia excêntrica e muitas vezes absurda, transforma a obra em algo verdadeiramente singular dentro do meio.

Primeiras impressões | Golden Kamuy (Temporada Final) personagem do anime
© Brain’s Base/

Expectativas para a temporada final de Golden Kamuy

Tecnicamente, Golden Kamuy nunca foi uma produção de destaque absoluto. A força do anime sempre esteve em sua narrativa e em seus personagens, enquanto a direção se encarregava de valorizar momentos-chave e extrair o máximo da comédia peculiar da obra. No entanto, já no primeiro episódio desta temporada final, é perceptível um ritmo mais acelerado do que o habitual, até mesmo quando comparado ao encerramento da temporada anterior.

Essa mudança sugere uma tentativa clara de condensar toda a história restante em uma temporada de aproximadamente 13 episódios. Embora compreensível do ponto de vista de produção, esse ritmo mais apressado levanta preocupações sobre como determinados eventos e arcos narrativos serão adaptados até o desfecho.

Primeiras impressões | Golden Kamuy (Temporada Final)
© Brain’s Base/

O arco de Sapporo e o clímax da narrativa

Tudo indica que o arco de Sapporo servirá como o grande clímax da obra. Um dos maiores méritos de Golden Kamuy sempre foi sua habilidade de entrelaçar ficção e história real de forma orgânica. A narrativa coloca lado a lado figuras improváveis: um veterano da Guerra Russo-Japonesa, uma descendente do povo Ainu em busca de autonomia, o último samurai do período Edo sonhando com a República de Ezo e um oficial militar de alta patente conspirando um golpe de Estado.

Essa corrida pelo ouro, carregada de ambições conflitantes, é constantemente equilibrada por uma comédia que alterna entre o físico, o nonsense e o absolutamente imprevisível, uma marca registrada da série que impede a história de se tornar excessivamente pesada, mesmo em seus momentos mais tensos.

Golden Kamuy (Temporada Final) cena de impacto do anime
(Reprodução)

Vale a pena começar agora?

Para quem ainda considera acompanhar Golden Kamuy, a recomendação é clara: comece desde o primeiro episódio. Diferente de outras obras que permitem entradas tardias, Golden Kamuy possui uma narrativa linear bem definida, apesar de dividir sua trama em três grandes núcleos. Esta temporada marca o encerramento definitivo da história, e a insanidade atinge seu ápice absoluto.

Mesmo com escolhas técnicas discutíveis, como o famoso urso em CGI, a série entrega uma história sobre sobrevivência, união e identidade cultural. Uma união tão intensa que, metaforicamente, faz você se sentir confortável até dividindo uma sauna com esses personagens. Para quem aprecia designs detalhados, humor excêntrico e uma abordagem histórica fora do comum, Golden Kamuy continua sendo uma experiência altamente recomendada até seu último episódio.

Primeiras impressões | You and I Are Polar Opposites

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Primeiras impressões | You and I Are Polar Opposites
© Lapin Track/Seihantai na Kimi no Boku

A adaptação em anime de You and I Are Polar Opposites (Seihantai na Kimi no Boku) chega carregada de expectativa, especialmente para quem acompanha a obra desde seus primeiros capítulos. O anúncio da animação naturalmente gerou entusiasmo, ainda mais com as confirmações posteriores, incluindo a dublagem em português, descoberta apenas no próprio dia da estreia. Antes mesmo de assistir ao primeiro episódio, havia um misto de empolgação e cautela: o estúdio e a equipe criativa são conhecidos por abordagens mais experimentais, o que levantava dúvidas sobre como a leveza e a delicadeza do mangá seriam traduzidas para a animação.

O anime de You and I Are Polar Opposites está disponível na Crunchyroll, com as opções dublada e legendada. Com novos episódios chegando todos os domingos. Fique ciente que a plataforma disponibiliza um teste gratuito de 7 dias.

Dito isso, prosseguimos com nossa primeira impressão para temporada de estreia do anime.

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Esse receio inicial, no entanto, se dissipa rapidamente após o episódio de estreia. A staff demonstra uma compreensão sólida do material original, captando com precisão a essência da obra e já sinalizando, de forma sutil, as dinâmicas que irão se desenvolver ao longo da narrativa. Um dos maiores acertos está na apresentação dos protagonistas: Suzuki tem sua energia vibrante e expansiva estabelecida logo nos primeiros segundos de cena, enquanto a personalidade reservada e discreta de Tani é igualmente bem definida em sua primeira aparição. Essa clareza imediata facilita a conexão com os personagens e reforça o tom intimista da história.

Primeiras impressões | You and I Are Polar Opposites
© Lapin Track/Seihantai na Kimi no Boku

Para quem já conhece o mangá, fica evidente que You and I Are Polar Opposites não busca conflitos românticos exagerados ou grandes reviravoltas dramáticas. Assim como obras no estilo de Horimiya, o foco está menos no drama intenso e mais no cotidiano agridoce de um grupo de estudantes que constroem laços de amizade e afeto durante a vida escolar. Ainda assim, a série se diferencia por privilegiar o slice of life e a observação sensível das relações humanas, usando momentos pontuais, tanto cômicos quanto emocionais, para dar ritmo e profundidade ao roteiro.

Uma questão que permanece em aberto é o formato da adaptação. Com o mangá já finalizado em oito volumes e capítulos relativamente curtos, a história poderia ser adaptada confortavelmente em cerca de 24 episódios, permitindo arcos bem definidos e pausas naturais entre eles. Esse ritmo mais contemplativo faz da série uma opção ideal para quem busca uma experiência leve e reconfortante, especialmente em exibições semanais, ainda mais com a dublagem, que amplia o alcance do público.

Primeiras impressões | You and I Are Polar Opposites
© Lapin Track/Seihantai na Kimi no Boku

No geral, You and I Are Polar Opposites se apresenta como uma escolha certeira para fãs de romance adolescente e narrativas cotidianas. A paleta de cores suaves, alinhada ao espírito do mangá, e a linguagem jovem ajudam a retratar com sensibilidade um período da vida com o qual grande parte do público se identifica. Sem a pretensão de ser disruptiva, a obra entrega exatamente o que promete: uma história acolhedora, honesta e agradável, perfeita para acompanhar aos domingos e recarregar as energias para a semana.

Primeiras impressões | Fire Force (3ª temporada – parte 2)

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Primeiras impressões | Fire Force (3ª temporada - parte 2)
© Fire Force 3ª temporada parte 2

O segundo cour da temporada final de Fire Force marca o retorno da série em um momento decisivo de sua narrativa, retomando os acontecimentos exatamente de onde o anime havia sido interrompido. A reestreia aposta em um início mais contemplativo, utilizando imagens fragmentadas de pessoas e lugares como recurso narrativo, elementos que, embora inicialmente enigmáticos, sinalizam mistérios que serão esclarecidos ao longo dos próximos episódios.

O anime de Fire Force está disponível na Crunchyroll, com as opções dublada e legendada. Com novos episódios chegando todas as sextas-feira. Fique ciente que a plataforma disponibiliza um teste gratuito de 7 dias.

Dito isso, prosseguimos com nossas primeiras impressões do início da temporada 3 do anime.

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Logo no começo, acompanhamos Shinra Kusakabe despertando amarrado a uma cama, apenas para descobrir que três meses se passaram sem que ele tenha qualquer lembrança do período. Essa lacuna temporal desloca o foco da ação imediata para o aprofundamento dos mistérios centrais da obra, especialmente aqueles ligados ao Adolla Link e às forças que operam nos bastidores do conflito.

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(Reprodução)

A revelação de que Shinra foi substituído por um Doppelgänger, que assumiu sua vida durante esse intervalo, adiciona uma camada intrigante à narrativa. Curiosamente, Arthur Boyle foi o único a notar que algo estava errado, um detalhe que rende momentos de humor involuntário, graças à dinâmica peculiar entre os dois personagens. As mudanças deixadas pela versão alternativa de Shinra, como o cabelo loiro e tatuagens nas pernas, reforçam o estranhamento e ajudam a diferenciar visualmente essa fase da história.

Mesmo com parte do desfecho do mangá já conhecida por muitos fãs, o interesse agora recai sobre como o estúdio irá traduzir esse arco final para a animação, equilibrando revelações, desenvolvimento de personagens e encerramento temático.

Fire Force (3ª temporada - parte 2) personagens em embate épico
© Fire Force 3ª temporada parte 2

Expectativas para o segundo cour de Fire Force

Este retorno opta por um ritmo mais contido, priorizando diálogos, investigações e interações entre os personagens em vez de confrontos constantes. Após um primeiro cour considerado irregular por parte do público, a expectativa é que a reta final de Fire Force apresente uma progressão mais envolvente, capaz de valorizar os elementos centrais da trama e entregar uma adaptação consistente e satisfatória do material original.

Com os mistérios de Adolla e do Evangelista se aproximando de suas resoluções, o segundo cour tem a oportunidade de redefinir a percepção da temporada final e encerrar a jornada de Shinra de forma mais impactante.

Primeiras impressões | Hana-Kimi (Hanazakari no Kimitachi e)

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Primeiras impressões | Hana-Kimi (Hanazakari no Kimitachi e)
© Hanazakari no Kimitachi e

Hana-Kimi, ou Hanazakari no Kimitachi e, é um dos grandes clássicos do shoujo japonês, publicado entre o final dos anos 1990 e o início dos anos 2000. Apesar de sua enorme popularidade no Japão, a obra permaneceu relativamente desconhecida no Ocidente, em grande parte por nunca ter recebido uma adaptação em anime até agora, ficando marcada principalmente por suas versões em dorama, amplamente reconhecidas como algumas das mais icônicas da televisão japonesa. Os episódios de Hana-Kimi estão disponíveis na Crunchyroll, com as opções dublada e legendada. Os novos episódios chegam todo domingo. Fique ciente que a plataforma disponibiliza um teste gratuito de 7 dias.

Dito isso, prosseguimos com nossas primeiras impressões do início da temporada 1 do anime.

Nesta adaptação animada, o primeiro episódio segue de forma bastante fiel o mangá original, apostando em uma narrativa romântica clássica que dialoga diretamente com fãs de títulos como Fruits Basket e outros shoujos da mesma era. Ao mesmo tempo, a série também se apoia fortemente no fator nostalgia, conquistando o público japonês que cresceu acompanhando o dorama.

Hana-Kimi (Hanazakari no Kimitachi e) personagem instigante
(Reprodução)

A história apresenta uma premissa típica dos romances dos anos 2000: uma jovem decide se passar por um garoto para ingressar em uma escola exclusivamente masculina, tudo para ficar mais próxima de seu ídolo, um talentoso atleta de salto em altura. A partir disso, a narrativa se desenvolve em torno das situações cômicas, dos conflitos emocionais e das tentativas constantes da protagonista de esconder sua verdadeira identidade enquanto se aproxima cada vez mais de quem admira.

No aspecto técnico, o estúdio Signal.MD entrega uma animação competente e adequada ao ritmo da obra. Por se tratar de um romance focado em interações e desenvolvimento de personagens, a série não exige sequências de ação elaboradas, permitindo uma execução visual consistente. O design de personagens, embora atualizado, preserva traços que remetem ao estilo do mangá original dos anos 90, reforçando o apelo nostálgico.

Hana-Kimi (Hanazakari no Kimitachi e) dois protagonistas
© Hanazakari no Kimitachi e

Expectativas

Para quem já conhece a história por meio do dorama, esta adaptação em anime surge como uma nova oportunidade de revisitar um romance querido sob outra perspectiva. A fidelidade ao material original e o tom leve apresentado até aqui indicam que Hana-Kimi e tem tudo para agradar fãs de shoujo e romances clássicos. Para os apaixonados pelo gênero, trata-se de um título promissor para acompanhar.