Durante a LG World Premiere, evento que antecede oficialmente a CES 2026 em Las Vegas, a LG Electronics apresentou os pilares da sua estratégia global de inteligência artificial para os próximos anos. Batizada de “IA em Ação”, a proposta marca a evolução do conceito de Inteligência Afetiva e posiciona a IA como um agente ativo na rotina das pessoas, indo além de telas, comandos de voz e automação básica. A apresentação completa você confere no início desta publicação.
A abordagem da empresa está estruturada em três frentes: excelência em dispositivos, ecossistema totalmente conectado e expansão da IA para além do ambiente doméstico, integrando casas, veículos e espaços comerciais.
De IA conversacional para IA operacional
Segundo a LG, a “IA em Ação” representa uma mudança de foco: a tecnologia deixa de apenas responder a comandos para executar tarefas, antecipar necessidades e coordenar ambientes de forma autônoma. A empresa define essa visão como um passo em direção ao conceito de Zero Labor Home, no qual dispositivos funcionam como um único sistema inteligente, reduzindo esforço físico e carga mental do usuário.
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A ideia central é que a IA passe a atuar nos bastidores do cotidiano, organizando rotinas e otimizando tempo, sem exigir interação constante do consumidor.
LG CLOiD: robô doméstico como peça-chave da estratégia
Um dos principais destaques da apresentação foi o LG CLOiD, robô doméstico projetado para operar em ambientes residenciais reais. Equipado com braços articulados e mãos com cinco dedos, o robô foi demonstrado como capaz de realizar tarefas práticas, aprender hábitos da casa e ajustar o ambiente conforme o contexto.
A empresa enfatizou aspectos como segurança operacional, mobilidade em espaços domésticos e capacidade de lidar com situações imprevistas, como a presença de crianças ou animais. No conceito apresentado, o CLOiD atua como um “agente ambiental”, organizando tarefas domésticas e coordenando outros dispositivos conectados.
IA aplicada a eletrodomésticos e TVs
A empresa também destacou avanços em produtos tradicionais, agora integrados à estratégia de IA:
TVs OLED de nova geração, incluindo o modelo OLED evo W6, com design ultrafino, tecnologia sem fio e melhorias em brilho, cores e redução de reflexos.
Linha LG SIGNATURE, com eletrodomésticos equipados com IA conversacional, reconhecimento de ingredientes e sugestões automáticas de uso, como ajuste de modos de refrigeração e recomendações de receitas.
Forno com Gourmet AI, capaz de identificar alimentos e orientar o preparo com base em um banco de receitas integrado.
A LG reforça que a IA nesses produtos não se limita à automação, mas busca simplificar decisões cotidianas.
Expansão da IA para veículos e ambientes corporativos
Outro ponto central da apresentação foi a expansão da Inteligência Afetiva para fora do lar. No setor automotivo, a LG apresentou sua visão de veículos como espaços inteligentes personalizados, com IA embarcada capaz de adaptar interfaces, integrar conteúdos entre casa e carro e monitorar atenção do motorista.
No segmento corporativo e B2B, a empresa destacou o uso de IA em sistemas de HVAC, com foco em eficiência energética e resfriamento de data centers voltados para aplicações de inteligência artificial. A LG citou projetos governamentais e parcerias internacionais nesse segmento.
Direção estratégica para os próximos anos
Sem anunciar datas comerciais ou preços, a LG deixou claro que a CES 2026 marca uma mudança de posicionamento: a inteligência artificial passa a ser tratada como infraestrutura invisível do dia a dia, conectando dispositivos, ambientes e serviços em um único ecossistema.
A mensagem final da apresentação reforçou que a tecnologia, na visão da empresa, deve atuar de forma silenciosa, prática e integrada — menos como espetáculo e mais como suporte constante à vida cotidiana.
O Brasil receberá pela primeira vez a sitarista e compositora Anoushka Shankar. A artista fará três apresentações no país em março de 2026: Curitiba (21/03), Porto Alegre (22/03) e São Paulo (25/03). Os ingressos já estão à venda.
A passagem pelo Brasil integra a agenda internacional de Shankar, que completa cerca de 30 anos de carreira desde sua estreia pública, ainda adolescente. Em Curitiba, o show faz parte da programação do Curitiba Jazz Sessions.
Filha de Ravi Shankar, Anoushka construiu sua trajetória entre a música clássica indiana, o jazz, a música contemporânea e projetos autorais. Ao longo da carreira, acumulou 14 indicações ao Grammy e colaborações com artistas de diferentes cenas, como Herbie Hancock, Sting, Patti Smith, Joshua Bell, MIA, Arooj Aftab e Norah Jones, sua irmã.
Além do trabalho em palcos e discos, Shankar também assina composições para o cinema. Seu nome está ligado a trilhas sonoras de produções conhecidas de Hollywood, como Os Queridinhos da América, Pegar e Largar, Selvagens e Anna Karenina, entre outros projetos audiovisuais.
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Entre os reconhecimentos institucionais, foi a primeira mulher indiana indicada ao Grammy, recebeu o British House of Commons Shield, tem indicação ao Prêmio Ivor Novello, título honorário da Royal Academy of Music e, em 2024, recebeu um doutorado honorário em Música pela Universidade de Oxford.
O trabalho mais recente da artista é Chapter III: We Return to Light, que encerra uma trilogia de lançamentos iniciada em 2023. Caso não conheça o trabalho da artista, no início desta publicação há uma apresentação da canção “Dancing In Madness” (Ao vivo na KEXP).
Datas e locais da turnê no Brasil de Anoushka Shankar
Curitiba – 21 de março de 2026 Local: Ópera de Arame Evento: Curitiba Jazz Sessions
Porto Alegre – 22 de março de 2026 Local: Teatro do Bourbon Country
São Paulo – 25 de março de 2026 Local: Cine Joia
Ingressos à venda pelso sites Meaple (PR, SP) e “Uhuu! (RS)”.
A presença de Sadie Sink no elenco de Homem-Aranha: Um Novo Dia rapidamente despertou especulações sobre qual personagem a atriz pode interpretar no novo filme do herói.
Sem informações oficiais reveladas até o momento, teorias começaram a surgir a partir de referências dos quadrinhos e de detalhes observados no material promocional. Entre as possibilidades mais comentadas estão personagens que podem ampliar tanto o lado emocional quanto o místico da narrativa, indicando que o papel de Sadie Sink pode ter um impacto significativo no futuro do Homem-Aranha no MCU.
Nesta publicação você encontra:
Entretanto, algumas informações anteriores apontavam que o longa-metragem seria algo mais pé no chão, com uma pegada mais de herói urbano para o Cabeça de Teia e, com isso, algumas apostas estavam sendo feitas. Porém, com algumas informações e o suposto teaser que foi vazado, parece que o filme com estilo de herói urbano pode ter sido descartado e agora, poderemos ver algo um pouco mais ligado à saga atual do Multiverso. Então, aquelas teorias de personagens que haviam sido descartadas acabaram por retornar.
Mas, acreditamos que Sadie Sink não interpretará nenhum grande personagem ligado aos X-Men, como Jean Grey, Madelyne Pryor ou Rachel Summers. A Marvel não gastaria personagens tão importantes assim, num filme do Homem-Aranha, num período em que X-Men não está com previsão de estrear nas telonas.
Imagem: Marvel Comics
Flama (Angelica Jones ou Elizabeth Allan)
Originalmente, a personagem estreou em Homem-Aranha e Seus Amigos (1981), uma série de animação produzida pela Marvel Productions, com os personagens dos quadrinhos Homem-Aranha, Homem Gelo e a personagem original Flama, também conhecida como Estrela de Fogo. Infelizmente, essa animação não está disponível no catálogo da Disney Plus para o Brasil, somente a versão de 1994. Anos mais tarde, a personagem debutou nos quadrinhos, em Uncanny X-Men #193 (1985). Porém, a sua versão mais conhecida é a dos anos 2000, que estreou no Universo Ultimate da Marvel Comics.
Elizabeth Allan, personagem conhecida dos quadrinhos como amiga de Peter Parker, já apresentou habilidades especiais em versões alternativas das HQs. No Universo Ultimate, ela assume a identidade de Flama, uma mutante com poderes de fogo, frequentemente descrita como uma contraparte feminina do Tocha Humana.
Essa versão da personagem surge como uma possibilidade interessante para o filme, especialmente por unir dois elementos relevantes do universo Marvel: o fator mutante e a ligação direta com Peter Parker. Caso seja adaptada, Flama poderia expandir o círculo pessoal do herói e, ao mesmo tempo, introduzir conceitos importantes para o futuro do MCU.
Na Marvel, existem duas personagens que usam o nome da heroína Flama. No universo regular (Universo 616), Angelica Jones é a pessoa que utiliza o nome de heroína Flama. A personagem já fez parte de diversas equipes do panteão da Marvel. Já no Universo Ultimate (antigo 1610), Flama é a mutante Elizabeth Allan, filha de Blob, na qual acaba se unindo aos X-Men daquela realidade. Entretanto, a personagem não tem igual com a sua contraparte do universo regular, que possui ligação com o Peter Parker e seu núcleo. Seria interessante ver Sadie Sink interpretando essa adaptação da personagem nos cinemas.
Imagem: Marvel Comics
Miséria (Elizabeth Allan)
Ainda falando em Elizabeth Allan, por que não falar da sua versão simbionte, a Miséria. A personagem é um simbionte híbrido criado a partir dos experimentos da Alchemax, empresa que buscava transformar diferentes “linhagens” de simbiontes em armas biológicas. Durante os testes, os cientistas perceberam que a amostra derivada do simbionte Carnificina se recusava a se fundir com as demais.
Em uma tentativa de contornar essa limitação, o Dr. Steven e Liz Allan expuseram essa linhagem, inicialmente ligada a uma chimpanzé chamada Grace, a um soro de Anti-Venom, dando origem a uma nova e instável variação. O projeto toma um rumo ainda mais perigoso quando Corwin Jones, um ex-Guarda em estado terminal, entra em cena.
Contratado pela Fundação Vida, ele rouba todos os simbiontes da Alchemax e foge. Durante esse caos, Liz Allan acaba sendo exposta ao simbionte híbrido recém-criado, que se liga a ela e desperta habilidades extraordinárias. Com seus novos poderes, Liz descobre capacidades como um fator de cura extremamente avançado, além da habilidade de liquefazer e reconstruir o próprio corpo.
Bom, sabemos que uma parte do Venom está no universo regular dos filmes e os primeiros rumores de Homem-Aranha: Um Novo Dia apontavam que o vilão do filme seria Knull, que apareceu em Venom 3. Porém, esses rumores acabaram não se confirmando e isso ficou esquecido, mas e se a personagem de Sadie Sink for algo a ser preparado para um futuro filme do Homem-Aranha? A ideia de ter uma Liz Allan já envolvida com os simbiontes possa ser o caminho inicial para esse confronto com Knull.
Imagem: Marvel Comics
Shantra, a Vespa-Aranha
Uma das cenas do suposto trailer vazado faz referência direta aos estágios do ciclo de vida de uma aranha, detalhe que pode indicar uma abordagem mais simbólica e mitológica da narrativa. Esse tipo de referência costuma estar associado ao conceito do Totem-Aranha, um dos pilares místicos do cânone do Homem-Aranha nos quadrinhos.
Dentro desse contexto, Shathra desponta como uma possível antagonista. A personagem é uma vilã ligada à Deusa-Vespa e inimiga direta do Deus-Aranha, representando uma ameaça que vai além do plano físico. Sua presença abriria caminho para conexões com o Multiverso e aprofundaria o lado sobrenatural do herói, algo ainda pouco explorado nas adaptações cinematográficas.
Apesar de essa ser a provável vilã do filme, mesmo não colocando muita fé nisso, a personagem tem algo interessante que pode ser trabalhado. Na história em que ela surge, O Espetacular Homem-Aranha #46 de J. Michael Straczynski e John Romita Jr., a vilã reside numa dimensão alternativa, o Plano Astral. Na qual o herói acaba caindo e sendo capturado, mas conseguindo escapar, porém, Shantra persegue o herói e chega em seu universo, assim transformando sua vida num grande tormento.
Os poderes da vilã consistem em se transformar em qualquer pessoa, além de ser uma entidade que usa magia e poderes cósmicos. Além disso, voar, rastreamento mítico, corrupção de mentes, venenos paralisantes e outras coisas estão no arsenal dela. Entretanto, o que mais chama a atenção nessa história é a vilã ainda humilhar Peter Parker se disfarçando de uma ex-namorada dele, a Sharon Keller, e indo até a televisão contar detalhes humilhantes sobre a relação dos dois.
Nesse ponto, se Shantra for realmente a vilã do filme, não acredito que Sadie Sink será sua “versão real” e sim, alguém que ela utilizou como base, para estar próxima do Homem-Aranha, conquistando sua confiança e depois o derrotando. Algo que faria sentido é ela ser qualquer outra personagem aqui teorizada e, ao mesmo tempo, Shantra. Já que, até então, a vilã não tem uma forma humana que chegou a ser mostrada nos quadrinhos.
Tom Holland como Homem-Aranha/Reprodução: Marvel Studios
Sadie Sink e sua personagem enigmática para o novo filme do Spider-Man
Diante de tantas possibilidades, fica claro que a escalação de Sadie Sink em Homem-Aranha: Um Novo Dia dificilmente será apenas um papel secundário ou descartável. Seja como uma adaptação de Elizabeth Allan ou Angelica Jones, abrindo caminhos para Flama ou até Miséria, seja como parte de uma construção narrativa ligada ao misticismo do Totem-Aranha e à ameaça de Shathra, tudo indica que sua personagem pode funcionar como um elo estratégico entre o lado emocional de Peter Parker e os rumos maiores do MCU, seja no campo dos simbiontes ou do Multiverso.
Embora nenhuma dessas teorias tenha confirmação oficial, o histórico recente da Marvel mostra uma tendência clara de semear conceitos importantes antes de grandes eventos. Nesse cenário, Sadie Sink pode representar exatamente isso: uma peça-chave introduzida de forma discreta, mas com potencial para se tornar central no futuro do Homem-Aranha nos cinemas. Até que novas informações sejam reveladas, resta aos fãs observar cada detalhe e aguardar para descobrir qual dessas apostas, ou talvez uma combinação delas, acabará se concretizando nas telonas.
Por fim, o filme Homem-Aranha: Um Novo Dia (Spider-Man: Brand New Day) tem estreia prevista para o fim de julho de 2026, com datas indicadas para 30 de julho no Brasil e 31 de julho nos Estados Unidos. O longa marca o retorno de Tom Holland ao papel principal no MCU. Até lá — ou possivelmente já nos trailers — o público deve finalmente descobrir a verdadeira identidade da personagem interpretada por Sadie Sink.
Citar Counter-Strike 2, Dota e Fortnite como os mais jogados é um grande clichê, já que esses títulos costumam permanecer no topo. Porém, Arc Raiders, da Embark Studios, obteve seu quarto melhor pico de usuários simultâneos desde seu lançamento oficial, em 30 de outubro de 2025. Normalmente, jogos de extração ou tiro em primeira pessoa — e até mesmo com temática em terceira pessoa, como é o caso aqui — costumam ter uma queda acintosa após as primeiras semanas. Com este título, no entanto, ocorreu o inverso: ele aumentou sua base de usuários e, agora, nas férias de verão de 2026, os jogadores parecem estar aproveitando ainda mais.
Menciono “verão” por estar escrevendo diretamente do Brasil, mas poderia ser “férias de inverno” se o recorte fosse os Estados Unidos. Contudo, o jogo continua atraindo usuários dos mais diversos estilos. Até jogadores que são fãs dessa temática estão aproveitando para passar o tempo ou aliviar o estresse do cotidiano. Além disso, Arc Raiders, na minha visão, é um escape para aqueles jogadores que aguardam um Tom Clancy’s The Division 3, atualmente sob os cuidados da Massive Entertainment, estúdio da Ubisoft.
Mesmo com a promessa de estarem recrutando talentos da indústria dos games para colaborar com o projeto, ainda há dúvidas sobre quando esse título será lançado. Isso se deve a uma série de problemas internos que a empresa francesa vem enfrentando, somados ao seu processo de reestruturação.
A verdade é que a Embark Studios não tem nada a ver com isso e está colhendo os frutos de entregar imersão aos jogadores que gostam do gênero de extração. Escape From Tarkov, que deveria ter conquistado jogadores suficientes para bater picos de 100 mil usuários simultâneos, acabou esbarrando em problemas técnicos e não atingiu sequer metade do que se esperava.
A diferença é que, no Top 10 da plataforma Steam entre os títulos com mais jogadores simultâneos, apenas Arc Raiders conseguiu ultrapassar a marca de 250 mil usuários, mantendo números em alta ou estáveis nos últimos dois meses. Uma façanha realmente respeitável, especialmente ao considerar que se trata de um jogo pago e de uma franquia nova — algo que nem mesmo Battlefield 6, com um pico de 747 mil usuários, conseguiu sustentar por tanto tempo em atividade.
O Top 20 mais desejado da indústria dos games
Utilizando o SteamDB como base estatística ao mensurar os 20 jogos mais jogados, percebe-se que, com exceção dos títulos gratuitos como Counter-Strike 2, Dota 2 e PUBG: Battlegrounds — que outrora já foi pago —, Rust é o único que oscila na casa dos 200 mil usuários sendo um jogo pago. O que se mantém estável por esses longos meses, como citamos, é Arc Raiders.
Estatística do site SteamDB sobre o Top 20 da primeira semana de Janeiro
Esta é apenas uma análise baseada na versão para PC Windows, sem mencionar os dados dos usuários que jogam nos consoles PlayStation 5, da Sony, e Xbox Series X|S, da Microsoft. Esses números podem facilmente dobrar, o que acabou tornando o estúdio sueco milionário, com dividendos satisfatórios para expandir o universo da franquia com novos conteúdos. Quem sabe até trazer um novo título, lembrando que eles também possuem em seu currículo o jogo de tiro tático The Finals, já abordado em artigo no site.
Por isso, podemos afirmar que o jogo do verão de 2026, entre os mais jogados por questões óbvias, é Arc Raiders. O título demonstra que, quando os desenvolvedores ouvem sua comunidade, a indústria dos games pode continuar sendo lucrativa. Trata-se de uma amostra para os veteranos de que a base de fãs ainda sabe provocar tendências.
Para quem nunca jogou, o título pode ser encontrado no PC Windows via Steam, na PlayStation Store para PS5, na Microsoft Store para Xbox e em outras lojas digitais.
Fique ciente de que o nosso site não possui vínculo com nenhuma das marcas e empresas citadas nesta publicação, mas atua com base no interesse direto dos nossos leitores em saber o que jogar neste período que é considerado férias em território brasileiro.
2026 promete muito para os fãs de tokusatsu — tanto com novas séries quanto com projetos importantes para os games brasileiros. Para muitos de nós, este pode ser lembrado como “o ano do tokusatsu”. Porém, nem tudo será festa, pois teremos a despedida temporária de Super Sentai, que entrará oficialmente em hiato. Devido ao retorno dos Metal Heroes com Gavan Infinity, dentro do ambicioso projeto da Toei Company, o PROJECT R.E.D., que pretende reunir os heróis vermelhos do multiverso da Toei.
Confesso que tenho um certo receio, porque, segundo declarações de Shinichiro Shirakura, Diretor da Toei, o projeto pode seguir uma linha parecida com o MCU (Universo Cinematográfico Marvel) — algo que, na minha opinião, corre o risco de descaracterizar o estilo tradicional das produções japonesas.
Ainda falando da Toei, entraremos no novo arco de Kamen Rider Zeztz, cujo pôster já apresentou novos Riders. Poderemos acompanhar por simulcast e dublagem no canal oficial da Tokusato, no YouTube, todos os sábados, às 23h30. Já a Tsuburaya encerra Ultraman Omega e inicia os recaps do Chronicles, enquanto aguardamos o anúncio do novo Ultraman por volta do meio do ano.
(Divulgação)Entre o Medo e a Euforia: O futuro do Tokusatsu em 2026 13
O tokusatsu também volta à TV aberta pela TV Cultura. Durante a CCXP 2025, foi confirmado o retorno de Ryukendo, completo e dublado, já em janeiro. E, falando em dublagem, teremos Kamen Rider Kabuto — vencedor da votação do ano passado — recebendo dublagem oficial pela Sato, em comemoração aos seus 20 anos. É uma série que divide fãs, mas continua entre os populares dos Riders.
No cinema, ganhamos o trailer de Godzilla Minus Zero, sequência de Minus One, que aumentou ainda mais a expectativa dos fãs de Kaiju. No mundo dos animes, teremos um novo arco de Tojima Tanzaburo: Quer Ser um Kamen Rider, elogiado pela qualidade da animação.
Para encerrar, o estúdio brasileiro Gixxer Entertainment vem trabalhando há algum tempo em seu próximo projeto, um jogo inspirado nos heróis míticos da cultura asiática. O hack’n slash nacional Changer Seven carrega fortes referências ao tokusatsu, tanto na estética quanto na proposta narrativa. O jogo chega este ano e contará com participações de Colônia Contra-Ataca, Miura Jam, Ricardo Cruz, Moria e outras personalidades do meio —; além de ter recebido apoio e conselhos de Katsuhiro Harada, produtor de Tekken.
O esclarecimento das minhas dúvidas sobre Gavan Infinity permite observar 2026 com maior clareza. O tokusatsu se projeta para um período de crescimento e reorganização, buscando novos públicos e maior relevância no cenário audiovisual.
A NVIDIA realiza seu principal showcase durante a CES 2026 no dia 5 de janeiro, com apresentação comandada por Jensen Huang, fundador e CEO da empresa. O evento é um dos mais aguardados da feira, especialmente por concentrar anúncios ligados a GPUs, inteligência artificial e novas arquiteturas gráficas.
A apresentação da NVIDIA acontece no dia 5 de janeiro, às 18h00 (horário de Brasília). A transmissão será feita ao vivo e gratuitamente pelo site oficial da empresa:
O site oficial da NVIDIA disponibilizará a transmissão ao vivo, assim como os canais oficiais da empresa em plataformas digitais, incluindo o YouTube.
O acesso é aberto ao público e não exige cadastro prévio, sendo a principal forma de acompanhar o evento fora do ambiente presencial da CES.
O que esperar da apresentação da NVIDIA
Tradicionalmente, o showcase da NVIDIA na CES costuma trazer:
novidades em placas de vídeo GeForce;
avanços em IA generativa e computação acelerada;
aplicações voltadas a games, criação de conteúdo e data centers;
demonstrações técnicas conduzidas pelo próprio Jensen Huang.
Os keynotes são sempre desejados pelo público e imprensa que acaba obtendo informações em primeira mão.
Mesmo quando não há lançamentos imediatos, a empresa costuma usar o palco para reforçar direções estratégicas e apresentar tecnologias que impactam diretamente a indústria.
Detalhe: os participantes que estiverem oficialmente no evento e visitarem o estande da NVIDIA recebem um pin exclusivo ao escanear o QR Code da empresa. Ao completar missões e subir de níveis, é possível ser recompensado em um sorteio especial, com prêmios que vão desde copos estilo Stanley, AGX ORIN, DGX SPARK, até uma placa de vídeo GeForce RTX 4080 Super autografada por Jensen Huang. A seguir, observe a imagem:
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Sobre o acesso antecipado
A cobertura presencial e ações fechadas, com spoiler, tiveram vagas limitadas durante a CES 2026. Apesar da tentativa de participação nessas prévias, não houve aprovação para acesso antecipado ao nosso veículo pela empresa. Com isso, a transmissão oficial segue como a principal alternativa para acompanhar todos os anúncios em tempo real.
No Steam Awards 2025 — ou, como a maioria conhece por aqui, os Prêmios Steam — o grande vencedor foi Hollow Knight: Silksong. O jogo levou o prêmio de Jogo do Ano e ainda faturou a curiosa categoria “Melhor jogo que você joga mal”, deixando claro que errar faz parte da experiência. E que ninguém se importa.
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Enquanto isso, Clair Obscur saiu com apenas um troféu: Melhor Trilha Sonora. Um prêmio justo, diga-se, mas que soa quase como um “obrigado pela participação” depois do desempenho esmagador no The Game Awards.
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O contraste entre as duas premiações não passa despercebido. De um lado, a crítica consagrou Clair Obscur. Do outro, os jogadores escolheram Silksong. Com votação aberta aos jogadores, o resultado acabou favorecendo o título que teve maior presença e engajamento na base de usuários da Steam.
Isso não significa que o jogo do estúdio Sandfall Interactive não tenha merecido todas as estatuetas conquistadas no TGA 2025. O que acontece, na verdade, é que Silksong foi um título aguardado por tanto tempo que o fator nostalgia e o apego dos fãs provavelmente falaram mais alto. Ainda mais considerando que a execução do jogo recebeu o mesmo nível de cuidado e capricho visto no primeiro Hollow Knight.
Também vale lembrar que os Prêmios Steam costumam trazer surpresas. Por serem decididos pelo público, algumas categorias acabam refletindo votos de protesto ou reações momentâneas, algo que já aconteceu em anos anteriores.
Após sucessos como Apotheon e Wytchwood, a desenvolvedora independente Alientrap retorna com DuneCrawl, um jogo de mundo aberto multicolorido. O jogador percorre locais desérticos de área em cima de um gigantesco crustáceo, com poder bélico incrível. Além de jogar em modo cooperativo ou solo para conseguir adentrar nesse mar de areia.
Uma demonstração está disponível, que ao menos só consegui jogar com outra pessoa, sem encontrar três jogadores como prometido. Ainda assim, é um título mais fluido de jogar com mais de um jogador. A arte do jogo é incrível, isso não posso negar, mas algumas melhorias percebidas na demonstração necessitam de ajustes. A trama em cima é bem escrita, mas as missões precisam de uma imersão mais profunda. A diversão no geral é interessante, se você leitor, gosta desse estilo de arte e visão isométrica para se aventurar, é interessante testar.
O mapa exibe vários locais para percorrer e ir completando missões. O veículo que usamos é utilizado em vários momentos, nos deixando como se fosse uma fortificação, como um tanque, sendo necessário batalhar com outros inimigos para sair vitorioso nos chefões. Nesse momento, devido aos diversos esquemas que temos que fazer nesses crustáceos, funciona melhor jogando com outros amigos.
A questão do combate é que os golpes do nosso personagem contra inimigos e objetos do cenário funcionam literalmente como um mini dash, o que pode incomodar, assim como os oponentes que atacam da mesma forma. Na minha visão, eles deveriam equilibrar e modificar esse tipo de ataque, e essa crítica vem da minha experiência de já ter testado milhares de jogos.
No entanto, ainda é um título que merece atenção e, se estiver na dúvida, recomendo jogar a demonstração grátis enquanto ela estiver disponível para perceber se vale a pena ou não adquirir o título.
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Estou adicionando o link para o Steam para que vocês, que jogam no PC, consigam testar o título antes que sua demo fique indisponível. Bem como estou publicando os requisitos de sistema para verificação se o seu setup possui possibilidades de rodar o jogo. Apesar de que, na minha opinião, não exige periféricos de última geração.
Requisitos de sistema para o jogo DuneCrawl
Mínimos: Requer um processador e sistema operacional de 64 bits SO*: Windows 7/8.1/10 (64-bit versions) Processador: Intel Core i5-2400/AMD FX-8320 ou superior Memória: 8 GB de RAM Placa de vídeo: NVIDIA GTX 670 2GB/AMD Radeon HD 7870 2GB ou superior Armazenamento: 6 GB de espaço disponível
Por fim, DuneCrawl tem lançamento oficial marcado para 5 de janeiro de 2026, exclusivamente para PC (Windows) via Steam.
Existem momentos em que uma palavra passa a circular com mais força do que o normal, mas isso não muda o sentido que ela sempre teve dentro dos games. Quando falamos em algo “maduro”, estamos falando de evolução criativa, de decisões mais conscientes e da coragem de sair do lugar comum. E depois do que Battlefield 6 entregou, fica difícil ignorar essa sensação.
Não se trata de pessoas, manchetes ou acontecimentos fora do universo dos jogos. Aqui, o “maduro” é outro. É o estágio em que uma franquia entende o próprio peso e percebe que repetir fórmulas já não é suficiente.
O bom momento vivido por Battlefield 6 ajuda a reforçar essa leitura. O jogo conseguiu recuperar parte da confiança do público ao entregar mapas mais bem pensados, sistemas mais sólidos e uma experiência que voltou a valorizar o que sempre definiu a série. Isso, por si só, já indica uma mudança de postura. Com centenas de milhares de usuários em simultâneos em seu período de lançamento na plataforma Steam.
Quando uma franquia chega a esse ponto, surge a pergunta natural: para onde ir depois?
Há anos, Battlefield gira em torno dos mesmos tipos de cenários. Conflitos genéricos, regiões já saturadas e ambientes que o público reconhece de longe. A América Latina, por outro lado, segue praticamente intocada pelas grandes produções do gênero, apesar de reunir elementos que sempre funcionaram muito bem na franquia.
Venezuela, Colômbia e Brasil, por exemplo, oferecem uma diversidade rara. Selvas fechadas, rios extensos, grandes centros urbanos, áreas industriais e regiões de fronteira poderiam coexistir em mapas que exploram verticalidade, destruição e deslocamento em larga escala. Tudo isso conversa diretamente com o DNA da série.
(Divulgação)(Divulgação)Imagem reprodução
Mas amadurecer também significa saber onde pisar. Um jogo ambientado na América Latina exigiria cuidado. Representações rasas ou estereotipadas não só soariam ultrapassadas como comprometeriam qualquer tentativa de inovação. A indústria já mostrou, em outras ocasiões, que nem sempre acerta quando tenta simplificar realidades complexas.
Ainda assim, se bem trabalhado, um Battlefield 7 ambientado na região poderia marcar um novo momento para a franquia. Não por choque ou provocação, mas por escolha criativa. Por mostrar que já existe espaço para olhar além dos cenários tradicionais sem perder identidade.
Isso também se aplicaria a Call of Duty, já que Black Ops 7 não alcançou o sucesso esperado. Considerando que a franquia já explorou cenários na América Central e, no passado, até o Rio de Janeiro. Um título ambientado na América do Sul poderia representar um diferencial estratégico, ajudando a recuperar o fôlego da série e evitando um novo desempenho abaixo do esperado em vendas, como ocorreu com o lançamento mais recente.
Quando algo realmente fica “maduro” para a indústria dos games, o avanço não vem do exagero, mas da confiança em fazer diferente. Talvez o próximo passo de Battlefield não esteja em ir mais longe no tempo, mas em olhar para lugares que sempre estiveram ali, esperando para serem explorados.
Conhecida por Green Hell, a Creepy Jar prepara a estreia de StarRupture em Acesso Antecipado nesta semana. O novo projeto marca uma mudança clara de cenário em relação à selva hostil que consagrou o estúdio, apostando agora em um planeta alienígena instável, com foco em construção de base, automação industrial e combates contra hordas de criaturas. O título está marcado para chegar ao PC Windows via plataforma Steam em 6 de janeiro de 2026.
Enquanto Green Hell ganhou reconhecimento por seu sistema de sobrevivência mais cru, quase punitivo, StarRupture segue por um caminho diferente. A proposta combina exploração em mundo aberto com extração de recursos, produção em cadeia e defesa territorial, tudo em primeira pessoa e com suporte a modo cooperativo online para até quatro jogadores.
O planeta em que o jogo se passa não é apenas um pano de fundo. Cataclismos recorrentes alteram o ambiente, exigindo adaptação constante, seja no posicionamento da base, na gestão de energia ou na própria sobrevivência. A presença de temperaturas extremas e criaturas agressivas funciona como pressão contínua, especialmente durante a expansão do sistema industrial. À primeira vista, a sinopse não soa especialmente inovadora. Ainda assim, vale lembrar que Green Hell atingiu em dezembro de 2025 seu maior pico de jogadores simultâneos, mesmo seis anos após o lançamento. Isso abre espaço para imaginar que o novo projeto possa atrair jogadores que já demonstram cansaço com fórmulas repetidas no gênero.
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No Acesso Antecipado, a Creepy Jar visa liberar boa parte das mecânicas centrais: exploração, mineração, automação, construção e combate, tanto no modo solo quanto no cooperativo. A versão completa, segundo o estúdio, deve ampliar biomas, inimigos e estruturas, além de introduzir um conteúdo de endgame mais robusto — algo que ainda ficará para o futuro.
Requisitos de sistema – StarRupture (PC)
Requisitos mínimos
Sistema operacional: Windows 10 ou superior (64 bits)
Processador: Intel Core i5-8400 ou AMD Ryzen 5 2600
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1060 (6 GB VRAM) ou AMD Radeon RX 580 (8 GB VRAM)
DirectX: Versão 12
Armazenamento: 45 GB de espaço disponível
Observações: SSD obrigatório. Conexão com a internet necessária para o modo multiplayer
Requisitos recomendados
Sistema operacional: Windows 10 ou superior (64 bits)
Processador: Intel Core i5-11400F ou AMD Ryzen 5 3600
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce RTX 3060 (8 GB VRAM) ou AMD Radeon RX 7600 (8 GB VRAM)
DirectX: Versão 12
Armazenamento: 45 GB de espaço disponível
Observações: SSD obrigatório. Conexão com a internet necessária para o modo multiplayer
StarRupture chega oficialmente ao Acesso Antecipado em 6 de janeiro de 2026, exclusivamente para PC via Steam. Se o novo projeto conseguirá repetir o impacto de Green Hell é algo que só o tempo e a resposta da comunidade vão mostrar, mas a base apresentada indica um jogo que merece ser observado com atenção durante seu desenvolvimento. Se for adquirir o título, recomendo “bombardear” os desenvolvedores com feedbacks para melhorias na versão “1.0”.
Preço oficial do jogo StarRupture
Até o momento, a Creepy Jar divulgou apenas os valores internacionais de StarRupture. No Acesso Antecipado, o jogo será vendido por US$ 15,99 durante o período inicial, passando para US$ 19,99 após o fim do desconto. O preço em reais ainda não foi informado, e o valor em BRL deve ser definido apenas no lançamento oficial na Steam. O MeuGamer publicará uma atualização com os preços localizados assim que a página brasileira for liberada. Observe que o jogo também terá legendas e interface em português do Brasil, auxiliando os jogadores compreenderem melhor sobre os desafios e missões proposta pela trama.
Caso estejam prontos para Ruptura estelar é um jogo para testar e ter suas próprias conclusões!
Durante a LG World Premiere, evento que antecede oficialmente a CES 2026 em Las Vegas, a LG Electronics apresentou os pilares da sua estratégia global de inteligência artificial para os próximos anos. Batizada de “IA em Ação”, a proposta marca a evolução do conceito de Inteligência Afetiva e posiciona a IA como um agente ativo na rotina das pessoas, indo além de telas, comandos de voz e automação básica. A apresentação completa você confere no início desta publicação.
A abordagem da empresa está estruturada em três frentes: excelência em dispositivos, ecossistema totalmente conectado e expansão da IA para além do ambiente doméstico, integrando casas, veículos e espaços comerciais.
De IA conversacional para IA operacional
Segundo a LG, a “IA em Ação” representa uma mudança de foco: a tecnologia deixa de apenas responder a comandos para executar tarefas, antecipar necessidades e coordenar ambientes de forma autônoma. A empresa define essa visão como um passo em direção ao conceito de Zero Labor Home, no qual dispositivos funcionam como um único sistema inteligente, reduzindo esforço físico e carga mental do usuário.
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A ideia central é que a IA passe a atuar nos bastidores do cotidiano, organizando rotinas e otimizando tempo, sem exigir interação constante do consumidor.
LG CLOiD: robô doméstico como peça-chave da estratégia
Um dos principais destaques da apresentação foi o LG CLOiD, robô doméstico projetado para operar em ambientes residenciais reais. Equipado com braços articulados e mãos com cinco dedos, o robô foi demonstrado como capaz de realizar tarefas práticas, aprender hábitos da casa e ajustar o ambiente conforme o contexto.
A empresa enfatizou aspectos como segurança operacional, mobilidade em espaços domésticos e capacidade de lidar com situações imprevistas, como a presença de crianças ou animais. No conceito apresentado, o CLOiD atua como um “agente ambiental”, organizando tarefas domésticas e coordenando outros dispositivos conectados.
IA aplicada a eletrodomésticos e TVs
A empresa também destacou avanços em produtos tradicionais, agora integrados à estratégia de IA:
TVs OLED de nova geração, incluindo o modelo OLED evo W6, com design ultrafino, tecnologia sem fio e melhorias em brilho, cores e redução de reflexos.
Linha LG SIGNATURE, com eletrodomésticos equipados com IA conversacional, reconhecimento de ingredientes e sugestões automáticas de uso, como ajuste de modos de refrigeração e recomendações de receitas.
Forno com Gourmet AI, capaz de identificar alimentos e orientar o preparo com base em um banco de receitas integrado.
A LG reforça que a IA nesses produtos não se limita à automação, mas busca simplificar decisões cotidianas.
Expansão da IA para veículos e ambientes corporativos
Outro ponto central da apresentação foi a expansão da Inteligência Afetiva para fora do lar. No setor automotivo, a LG apresentou sua visão de veículos como espaços inteligentes personalizados, com IA embarcada capaz de adaptar interfaces, integrar conteúdos entre casa e carro e monitorar atenção do motorista.
No segmento corporativo e B2B, a empresa destacou o uso de IA em sistemas de HVAC, com foco em eficiência energética e resfriamento de data centers voltados para aplicações de inteligência artificial. A LG citou projetos governamentais e parcerias internacionais nesse segmento.
Direção estratégica para os próximos anos
Sem anunciar datas comerciais ou preços, a LG deixou claro que a CES 2026 marca uma mudança de posicionamento: a inteligência artificial passa a ser tratada como infraestrutura invisível do dia a dia, conectando dispositivos, ambientes e serviços em um único ecossistema.
A mensagem final da apresentação reforçou que a tecnologia, na visão da empresa, deve atuar de forma silenciosa, prática e integrada — menos como espetáculo e mais como suporte constante à vida cotidiana.
O Brasil receberá pela primeira vez a sitarista e compositora Anoushka Shankar. A artista fará três apresentações no país em março de 2026: Curitiba (21/03), Porto Alegre (22/03) e São Paulo (25/03). Os ingressos já estão à venda.
A passagem pelo Brasil integra a agenda internacional de Shankar, que completa cerca de 30 anos de carreira desde sua estreia pública, ainda adolescente. Em Curitiba, o show faz parte da programação do Curitiba Jazz Sessions.
Filha de Ravi Shankar, Anoushka construiu sua trajetória entre a música clássica indiana, o jazz, a música contemporânea e projetos autorais. Ao longo da carreira, acumulou 14 indicações ao Grammy e colaborações com artistas de diferentes cenas, como Herbie Hancock, Sting, Patti Smith, Joshua Bell, MIA, Arooj Aftab e Norah Jones, sua irmã.
Além do trabalho em palcos e discos, Shankar também assina composições para o cinema. Seu nome está ligado a trilhas sonoras de produções conhecidas de Hollywood, como Os Queridinhos da América, Pegar e Largar, Selvagens e Anna Karenina, entre outros projetos audiovisuais.
(Reprodução)(Reprodução)
Entre os reconhecimentos institucionais, foi a primeira mulher indiana indicada ao Grammy, recebeu o British House of Commons Shield, tem indicação ao Prêmio Ivor Novello, título honorário da Royal Academy of Music e, em 2024, recebeu um doutorado honorário em Música pela Universidade de Oxford.
O trabalho mais recente da artista é Chapter III: We Return to Light, que encerra uma trilogia de lançamentos iniciada em 2023. Caso não conheça o trabalho da artista, no início desta publicação há uma apresentação da canção “Dancing In Madness” (Ao vivo na KEXP).
Datas e locais da turnê no Brasil de Anoushka Shankar
Curitiba – 21 de março de 2026 Local: Ópera de Arame Evento: Curitiba Jazz Sessions
Porto Alegre – 22 de março de 2026 Local: Teatro do Bourbon Country
São Paulo – 25 de março de 2026 Local: Cine Joia
Ingressos à venda pelso sites Meaple (PR, SP) e “Uhuu! (RS)”.
A presença de Sadie Sink no elenco de Homem-Aranha: Um Novo Dia rapidamente despertou especulações sobre qual personagem a atriz pode interpretar no novo filme do herói.
Sem informações oficiais reveladas até o momento, teorias começaram a surgir a partir de referências dos quadrinhos e de detalhes observados no material promocional. Entre as possibilidades mais comentadas estão personagens que podem ampliar tanto o lado emocional quanto o místico da narrativa, indicando que o papel de Sadie Sink pode ter um impacto significativo no futuro do Homem-Aranha no MCU.
Nesta publicação você encontra:
Entretanto, algumas informações anteriores apontavam que o longa-metragem seria algo mais pé no chão, com uma pegada mais de herói urbano para o Cabeça de Teia e, com isso, algumas apostas estavam sendo feitas. Porém, com algumas informações e o suposto teaser que foi vazado, parece que o filme com estilo de herói urbano pode ter sido descartado e agora, poderemos ver algo um pouco mais ligado à saga atual do Multiverso. Então, aquelas teorias de personagens que haviam sido descartadas acabaram por retornar.
Mas, acreditamos que Sadie Sink não interpretará nenhum grande personagem ligado aos X-Men, como Jean Grey, Madelyne Pryor ou Rachel Summers. A Marvel não gastaria personagens tão importantes assim, num filme do Homem-Aranha, num período em que X-Men não está com previsão de estrear nas telonas.
Imagem: Marvel Comics
Flama (Angelica Jones ou Elizabeth Allan)
Originalmente, a personagem estreou em Homem-Aranha e Seus Amigos (1981), uma série de animação produzida pela Marvel Productions, com os personagens dos quadrinhos Homem-Aranha, Homem Gelo e a personagem original Flama, também conhecida como Estrela de Fogo. Infelizmente, essa animação não está disponível no catálogo da Disney Plus para o Brasil, somente a versão de 1994. Anos mais tarde, a personagem debutou nos quadrinhos, em Uncanny X-Men #193 (1985). Porém, a sua versão mais conhecida é a dos anos 2000, que estreou no Universo Ultimate da Marvel Comics.
Elizabeth Allan, personagem conhecida dos quadrinhos como amiga de Peter Parker, já apresentou habilidades especiais em versões alternativas das HQs. No Universo Ultimate, ela assume a identidade de Flama, uma mutante com poderes de fogo, frequentemente descrita como uma contraparte feminina do Tocha Humana.
Essa versão da personagem surge como uma possibilidade interessante para o filme, especialmente por unir dois elementos relevantes do universo Marvel: o fator mutante e a ligação direta com Peter Parker. Caso seja adaptada, Flama poderia expandir o círculo pessoal do herói e, ao mesmo tempo, introduzir conceitos importantes para o futuro do MCU.
Na Marvel, existem duas personagens que usam o nome da heroína Flama. No universo regular (Universo 616), Angelica Jones é a pessoa que utiliza o nome de heroína Flama. A personagem já fez parte de diversas equipes do panteão da Marvel. Já no Universo Ultimate (antigo 1610), Flama é a mutante Elizabeth Allan, filha de Blob, na qual acaba se unindo aos X-Men daquela realidade. Entretanto, a personagem não tem igual com a sua contraparte do universo regular, que possui ligação com o Peter Parker e seu núcleo. Seria interessante ver Sadie Sink interpretando essa adaptação da personagem nos cinemas.
Imagem: Marvel Comics
Miséria (Elizabeth Allan)
Ainda falando em Elizabeth Allan, por que não falar da sua versão simbionte, a Miséria. A personagem é um simbionte híbrido criado a partir dos experimentos da Alchemax, empresa que buscava transformar diferentes “linhagens” de simbiontes em armas biológicas. Durante os testes, os cientistas perceberam que a amostra derivada do simbionte Carnificina se recusava a se fundir com as demais.
Em uma tentativa de contornar essa limitação, o Dr. Steven e Liz Allan expuseram essa linhagem, inicialmente ligada a uma chimpanzé chamada Grace, a um soro de Anti-Venom, dando origem a uma nova e instável variação. O projeto toma um rumo ainda mais perigoso quando Corwin Jones, um ex-Guarda em estado terminal, entra em cena.
Contratado pela Fundação Vida, ele rouba todos os simbiontes da Alchemax e foge. Durante esse caos, Liz Allan acaba sendo exposta ao simbionte híbrido recém-criado, que se liga a ela e desperta habilidades extraordinárias. Com seus novos poderes, Liz descobre capacidades como um fator de cura extremamente avançado, além da habilidade de liquefazer e reconstruir o próprio corpo.
Bom, sabemos que uma parte do Venom está no universo regular dos filmes e os primeiros rumores de Homem-Aranha: Um Novo Dia apontavam que o vilão do filme seria Knull, que apareceu em Venom 3. Porém, esses rumores acabaram não se confirmando e isso ficou esquecido, mas e se a personagem de Sadie Sink for algo a ser preparado para um futuro filme do Homem-Aranha? A ideia de ter uma Liz Allan já envolvida com os simbiontes possa ser o caminho inicial para esse confronto com Knull.
Imagem: Marvel Comics
Shantra, a Vespa-Aranha
Uma das cenas do suposto trailer vazado faz referência direta aos estágios do ciclo de vida de uma aranha, detalhe que pode indicar uma abordagem mais simbólica e mitológica da narrativa. Esse tipo de referência costuma estar associado ao conceito do Totem-Aranha, um dos pilares místicos do cânone do Homem-Aranha nos quadrinhos.
Dentro desse contexto, Shathra desponta como uma possível antagonista. A personagem é uma vilã ligada à Deusa-Vespa e inimiga direta do Deus-Aranha, representando uma ameaça que vai além do plano físico. Sua presença abriria caminho para conexões com o Multiverso e aprofundaria o lado sobrenatural do herói, algo ainda pouco explorado nas adaptações cinematográficas.
Apesar de essa ser a provável vilã do filme, mesmo não colocando muita fé nisso, a personagem tem algo interessante que pode ser trabalhado. Na história em que ela surge, O Espetacular Homem-Aranha #46 de J. Michael Straczynski e John Romita Jr., a vilã reside numa dimensão alternativa, o Plano Astral. Na qual o herói acaba caindo e sendo capturado, mas conseguindo escapar, porém, Shantra persegue o herói e chega em seu universo, assim transformando sua vida num grande tormento.
Os poderes da vilã consistem em se transformar em qualquer pessoa, além de ser uma entidade que usa magia e poderes cósmicos. Além disso, voar, rastreamento mítico, corrupção de mentes, venenos paralisantes e outras coisas estão no arsenal dela. Entretanto, o que mais chama a atenção nessa história é a vilã ainda humilhar Peter Parker se disfarçando de uma ex-namorada dele, a Sharon Keller, e indo até a televisão contar detalhes humilhantes sobre a relação dos dois.
Nesse ponto, se Shantra for realmente a vilã do filme, não acredito que Sadie Sink será sua “versão real” e sim, alguém que ela utilizou como base, para estar próxima do Homem-Aranha, conquistando sua confiança e depois o derrotando. Algo que faria sentido é ela ser qualquer outra personagem aqui teorizada e, ao mesmo tempo, Shantra. Já que, até então, a vilã não tem uma forma humana que chegou a ser mostrada nos quadrinhos.
Tom Holland como Homem-Aranha/Reprodução: Marvel Studios
Sadie Sink e sua personagem enigmática para o novo filme do Spider-Man
Diante de tantas possibilidades, fica claro que a escalação de Sadie Sink em Homem-Aranha: Um Novo Dia dificilmente será apenas um papel secundário ou descartável. Seja como uma adaptação de Elizabeth Allan ou Angelica Jones, abrindo caminhos para Flama ou até Miséria, seja como parte de uma construção narrativa ligada ao misticismo do Totem-Aranha e à ameaça de Shathra, tudo indica que sua personagem pode funcionar como um elo estratégico entre o lado emocional de Peter Parker e os rumos maiores do MCU, seja no campo dos simbiontes ou do Multiverso.
Embora nenhuma dessas teorias tenha confirmação oficial, o histórico recente da Marvel mostra uma tendência clara de semear conceitos importantes antes de grandes eventos. Nesse cenário, Sadie Sink pode representar exatamente isso: uma peça-chave introduzida de forma discreta, mas com potencial para se tornar central no futuro do Homem-Aranha nos cinemas. Até que novas informações sejam reveladas, resta aos fãs observar cada detalhe e aguardar para descobrir qual dessas apostas, ou talvez uma combinação delas, acabará se concretizando nas telonas.
Por fim, o filme Homem-Aranha: Um Novo Dia (Spider-Man: Brand New Day) tem estreia prevista para o fim de julho de 2026, com datas indicadas para 30 de julho no Brasil e 31 de julho nos Estados Unidos. O longa marca o retorno de Tom Holland ao papel principal no MCU. Até lá — ou possivelmente já nos trailers — o público deve finalmente descobrir a verdadeira identidade da personagem interpretada por Sadie Sink.
Citar Counter-Strike 2, Dota e Fortnite como os mais jogados é um grande clichê, já que esses títulos costumam permanecer no topo. Porém, Arc Raiders, da Embark Studios, obteve seu quarto melhor pico de usuários simultâneos desde seu lançamento oficial, em 30 de outubro de 2025. Normalmente, jogos de extração ou tiro em primeira pessoa — e até mesmo com temática em terceira pessoa, como é o caso aqui — costumam ter uma queda acintosa após as primeiras semanas. Com este título, no entanto, ocorreu o inverso: ele aumentou sua base de usuários e, agora, nas férias de verão de 2026, os jogadores parecem estar aproveitando ainda mais.
Menciono “verão” por estar escrevendo diretamente do Brasil, mas poderia ser “férias de inverno” se o recorte fosse os Estados Unidos. Contudo, o jogo continua atraindo usuários dos mais diversos estilos. Até jogadores que são fãs dessa temática estão aproveitando para passar o tempo ou aliviar o estresse do cotidiano. Além disso, Arc Raiders, na minha visão, é um escape para aqueles jogadores que aguardam um Tom Clancy’s The Division 3, atualmente sob os cuidados da Massive Entertainment, estúdio da Ubisoft.
Mesmo com a promessa de estarem recrutando talentos da indústria dos games para colaborar com o projeto, ainda há dúvidas sobre quando esse título será lançado. Isso se deve a uma série de problemas internos que a empresa francesa vem enfrentando, somados ao seu processo de reestruturação.
A verdade é que a Embark Studios não tem nada a ver com isso e está colhendo os frutos de entregar imersão aos jogadores que gostam do gênero de extração. Escape From Tarkov, que deveria ter conquistado jogadores suficientes para bater picos de 100 mil usuários simultâneos, acabou esbarrando em problemas técnicos e não atingiu sequer metade do que se esperava.
A diferença é que, no Top 10 da plataforma Steam entre os títulos com mais jogadores simultâneos, apenas Arc Raiders conseguiu ultrapassar a marca de 250 mil usuários, mantendo números em alta ou estáveis nos últimos dois meses. Uma façanha realmente respeitável, especialmente ao considerar que se trata de um jogo pago e de uma franquia nova — algo que nem mesmo Battlefield 6, com um pico de 747 mil usuários, conseguiu sustentar por tanto tempo em atividade.
O Top 20 mais desejado da indústria dos games
Utilizando o SteamDB como base estatística ao mensurar os 20 jogos mais jogados, percebe-se que, com exceção dos títulos gratuitos como Counter-Strike 2, Dota 2 e PUBG: Battlegrounds — que outrora já foi pago —, Rust é o único que oscila na casa dos 200 mil usuários sendo um jogo pago. O que se mantém estável por esses longos meses, como citamos, é Arc Raiders.
Estatística do site SteamDB sobre o Top 20 da primeira semana de Janeiro
Esta é apenas uma análise baseada na versão para PC Windows, sem mencionar os dados dos usuários que jogam nos consoles PlayStation 5, da Sony, e Xbox Series X|S, da Microsoft. Esses números podem facilmente dobrar, o que acabou tornando o estúdio sueco milionário, com dividendos satisfatórios para expandir o universo da franquia com novos conteúdos. Quem sabe até trazer um novo título, lembrando que eles também possuem em seu currículo o jogo de tiro tático The Finals, já abordado em artigo no site.
Por isso, podemos afirmar que o jogo do verão de 2026, entre os mais jogados por questões óbvias, é Arc Raiders. O título demonstra que, quando os desenvolvedores ouvem sua comunidade, a indústria dos games pode continuar sendo lucrativa. Trata-se de uma amostra para os veteranos de que a base de fãs ainda sabe provocar tendências.
Para quem nunca jogou, o título pode ser encontrado no PC Windows via Steam, na PlayStation Store para PS5, na Microsoft Store para Xbox e em outras lojas digitais.
Fique ciente de que o nosso site não possui vínculo com nenhuma das marcas e empresas citadas nesta publicação, mas atua com base no interesse direto dos nossos leitores em saber o que jogar neste período que é considerado férias em território brasileiro.
2026 promete muito para os fãs de tokusatsu — tanto com novas séries quanto com projetos importantes para os games brasileiros. Para muitos de nós, este pode ser lembrado como “o ano do tokusatsu”. Porém, nem tudo será festa, pois teremos a despedida temporária de Super Sentai, que entrará oficialmente em hiato. Devido ao retorno dos Metal Heroes com Gavan Infinity, dentro do ambicioso projeto da Toei Company, o PROJECT R.E.D., que pretende reunir os heróis vermelhos do multiverso da Toei.
Confesso que tenho um certo receio, porque, segundo declarações de Shinichiro Shirakura, Diretor da Toei, o projeto pode seguir uma linha parecida com o MCU (Universo Cinematográfico Marvel) — algo que, na minha opinião, corre o risco de descaracterizar o estilo tradicional das produções japonesas.
Ainda falando da Toei, entraremos no novo arco de Kamen Rider Zeztz, cujo pôster já apresentou novos Riders. Poderemos acompanhar por simulcast e dublagem no canal oficial da Tokusato, no YouTube, todos os sábados, às 23h30. Já a Tsuburaya encerra Ultraman Omega e inicia os recaps do Chronicles, enquanto aguardamos o anúncio do novo Ultraman por volta do meio do ano.
(Divulgação)Entre o Medo e a Euforia: O futuro do Tokusatsu em 2026 40
O tokusatsu também volta à TV aberta pela TV Cultura. Durante a CCXP 2025, foi confirmado o retorno de Ryukendo, completo e dublado, já em janeiro. E, falando em dublagem, teremos Kamen Rider Kabuto — vencedor da votação do ano passado — recebendo dublagem oficial pela Sato, em comemoração aos seus 20 anos. É uma série que divide fãs, mas continua entre os populares dos Riders.
No cinema, ganhamos o trailer de Godzilla Minus Zero, sequência de Minus One, que aumentou ainda mais a expectativa dos fãs de Kaiju. No mundo dos animes, teremos um novo arco de Tojima Tanzaburo: Quer Ser um Kamen Rider, elogiado pela qualidade da animação.
Para encerrar, o estúdio brasileiro Gixxer Entertainment vem trabalhando há algum tempo em seu próximo projeto, um jogo inspirado nos heróis míticos da cultura asiática. O hack’n slash nacional Changer Seven carrega fortes referências ao tokusatsu, tanto na estética quanto na proposta narrativa. O jogo chega este ano e contará com participações de Colônia Contra-Ataca, Miura Jam, Ricardo Cruz, Moria e outras personalidades do meio —; além de ter recebido apoio e conselhos de Katsuhiro Harada, produtor de Tekken.
O esclarecimento das minhas dúvidas sobre Gavan Infinity permite observar 2026 com maior clareza. O tokusatsu se projeta para um período de crescimento e reorganização, buscando novos públicos e maior relevância no cenário audiovisual.
A NVIDIA realiza seu principal showcase durante a CES 2026 no dia 5 de janeiro, com apresentação comandada por Jensen Huang, fundador e CEO da empresa. O evento é um dos mais aguardados da feira, especialmente por concentrar anúncios ligados a GPUs, inteligência artificial e novas arquiteturas gráficas.
A apresentação da NVIDIA acontece no dia 5 de janeiro, às 18h00 (horário de Brasília). A transmissão será feita ao vivo e gratuitamente pelo site oficial da empresa:
O site oficial da NVIDIA disponibilizará a transmissão ao vivo, assim como os canais oficiais da empresa em plataformas digitais, incluindo o YouTube.
O acesso é aberto ao público e não exige cadastro prévio, sendo a principal forma de acompanhar o evento fora do ambiente presencial da CES.
O que esperar da apresentação da NVIDIA
Tradicionalmente, o showcase da NVIDIA na CES costuma trazer:
novidades em placas de vídeo GeForce;
avanços em IA generativa e computação acelerada;
aplicações voltadas a games, criação de conteúdo e data centers;
demonstrações técnicas conduzidas pelo próprio Jensen Huang.
Os keynotes são sempre desejados pelo público e imprensa que acaba obtendo informações em primeira mão.
Mesmo quando não há lançamentos imediatos, a empresa costuma usar o palco para reforçar direções estratégicas e apresentar tecnologias que impactam diretamente a indústria.
Detalhe: os participantes que estiverem oficialmente no evento e visitarem o estande da NVIDIA recebem um pin exclusivo ao escanear o QR Code da empresa. Ao completar missões e subir de níveis, é possível ser recompensado em um sorteio especial, com prêmios que vão desde copos estilo Stanley, AGX ORIN, DGX SPARK, até uma placa de vídeo GeForce RTX 4080 Super autografada por Jensen Huang. A seguir, observe a imagem:
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Sobre o acesso antecipado
A cobertura presencial e ações fechadas, com spoiler, tiveram vagas limitadas durante a CES 2026. Apesar da tentativa de participação nessas prévias, não houve aprovação para acesso antecipado ao nosso veículo pela empresa. Com isso, a transmissão oficial segue como a principal alternativa para acompanhar todos os anúncios em tempo real.
No Steam Awards 2025 — ou, como a maioria conhece por aqui, os Prêmios Steam — o grande vencedor foi Hollow Knight: Silksong. O jogo levou o prêmio de Jogo do Ano e ainda faturou a curiosa categoria “Melhor jogo que você joga mal”, deixando claro que errar faz parte da experiência. E que ninguém se importa.
(Reprodução)(Reprodução)
Enquanto isso, Clair Obscur saiu com apenas um troféu: Melhor Trilha Sonora. Um prêmio justo, diga-se, mas que soa quase como um “obrigado pela participação” depois do desempenho esmagador no The Game Awards.
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O contraste entre as duas premiações não passa despercebido. De um lado, a crítica consagrou Clair Obscur. Do outro, os jogadores escolheram Silksong. Com votação aberta aos jogadores, o resultado acabou favorecendo o título que teve maior presença e engajamento na base de usuários da Steam.
Isso não significa que o jogo do estúdio Sandfall Interactive não tenha merecido todas as estatuetas conquistadas no TGA 2025. O que acontece, na verdade, é que Silksong foi um título aguardado por tanto tempo que o fator nostalgia e o apego dos fãs provavelmente falaram mais alto. Ainda mais considerando que a execução do jogo recebeu o mesmo nível de cuidado e capricho visto no primeiro Hollow Knight.
Também vale lembrar que os Prêmios Steam costumam trazer surpresas. Por serem decididos pelo público, algumas categorias acabam refletindo votos de protesto ou reações momentâneas, algo que já aconteceu em anos anteriores.
Após sucessos como Apotheon e Wytchwood, a desenvolvedora independente Alientrap retorna com DuneCrawl, um jogo de mundo aberto multicolorido. O jogador percorre locais desérticos de área em cima de um gigantesco crustáceo, com poder bélico incrível. Além de jogar em modo cooperativo ou solo para conseguir adentrar nesse mar de areia.
Uma demonstração está disponível, que ao menos só consegui jogar com outra pessoa, sem encontrar três jogadores como prometido. Ainda assim, é um título mais fluido de jogar com mais de um jogador. A arte do jogo é incrível, isso não posso negar, mas algumas melhorias percebidas na demonstração necessitam de ajustes. A trama em cima é bem escrita, mas as missões precisam de uma imersão mais profunda. A diversão no geral é interessante, se você leitor, gosta desse estilo de arte e visão isométrica para se aventurar, é interessante testar.
O mapa exibe vários locais para percorrer e ir completando missões. O veículo que usamos é utilizado em vários momentos, nos deixando como se fosse uma fortificação, como um tanque, sendo necessário batalhar com outros inimigos para sair vitorioso nos chefões. Nesse momento, devido aos diversos esquemas que temos que fazer nesses crustáceos, funciona melhor jogando com outros amigos.
A questão do combate é que os golpes do nosso personagem contra inimigos e objetos do cenário funcionam literalmente como um mini dash, o que pode incomodar, assim como os oponentes que atacam da mesma forma. Na minha visão, eles deveriam equilibrar e modificar esse tipo de ataque, e essa crítica vem da minha experiência de já ter testado milhares de jogos.
No entanto, ainda é um título que merece atenção e, se estiver na dúvida, recomendo jogar a demonstração grátis enquanto ela estiver disponível para perceber se vale a pena ou não adquirir o título.
(Reprodução)(Reprodução)(Reprodução)
Estou adicionando o link para o Steam para que vocês, que jogam no PC, consigam testar o título antes que sua demo fique indisponível. Bem como estou publicando os requisitos de sistema para verificação se o seu setup possui possibilidades de rodar o jogo. Apesar de que, na minha opinião, não exige periféricos de última geração.
Requisitos de sistema para o jogo DuneCrawl
Mínimos: Requer um processador e sistema operacional de 64 bits SO*: Windows 7/8.1/10 (64-bit versions) Processador: Intel Core i5-2400/AMD FX-8320 ou superior Memória: 8 GB de RAM Placa de vídeo: NVIDIA GTX 670 2GB/AMD Radeon HD 7870 2GB ou superior Armazenamento: 6 GB de espaço disponível
Por fim, DuneCrawl tem lançamento oficial marcado para 5 de janeiro de 2026, exclusivamente para PC (Windows) via Steam.
Existem momentos em que uma palavra passa a circular com mais força do que o normal, mas isso não muda o sentido que ela sempre teve dentro dos games. Quando falamos em algo “maduro”, estamos falando de evolução criativa, de decisões mais conscientes e da coragem de sair do lugar comum. E depois do que Battlefield 6 entregou, fica difícil ignorar essa sensação.
Não se trata de pessoas, manchetes ou acontecimentos fora do universo dos jogos. Aqui, o “maduro” é outro. É o estágio em que uma franquia entende o próprio peso e percebe que repetir fórmulas já não é suficiente.
O bom momento vivido por Battlefield 6 ajuda a reforçar essa leitura. O jogo conseguiu recuperar parte da confiança do público ao entregar mapas mais bem pensados, sistemas mais sólidos e uma experiência que voltou a valorizar o que sempre definiu a série. Isso, por si só, já indica uma mudança de postura. Com centenas de milhares de usuários em simultâneos em seu período de lançamento na plataforma Steam.
Quando uma franquia chega a esse ponto, surge a pergunta natural: para onde ir depois?
Há anos, Battlefield gira em torno dos mesmos tipos de cenários. Conflitos genéricos, regiões já saturadas e ambientes que o público reconhece de longe. A América Latina, por outro lado, segue praticamente intocada pelas grandes produções do gênero, apesar de reunir elementos que sempre funcionaram muito bem na franquia.
Venezuela, Colômbia e Brasil, por exemplo, oferecem uma diversidade rara. Selvas fechadas, rios extensos, grandes centros urbanos, áreas industriais e regiões de fronteira poderiam coexistir em mapas que exploram verticalidade, destruição e deslocamento em larga escala. Tudo isso conversa diretamente com o DNA da série.
(Divulgação)(Divulgação)Imagem reprodução
Mas amadurecer também significa saber onde pisar. Um jogo ambientado na América Latina exigiria cuidado. Representações rasas ou estereotipadas não só soariam ultrapassadas como comprometeriam qualquer tentativa de inovação. A indústria já mostrou, em outras ocasiões, que nem sempre acerta quando tenta simplificar realidades complexas.
Ainda assim, se bem trabalhado, um Battlefield 7 ambientado na região poderia marcar um novo momento para a franquia. Não por choque ou provocação, mas por escolha criativa. Por mostrar que já existe espaço para olhar além dos cenários tradicionais sem perder identidade.
Isso também se aplicaria a Call of Duty, já que Black Ops 7 não alcançou o sucesso esperado. Considerando que a franquia já explorou cenários na América Central e, no passado, até o Rio de Janeiro. Um título ambientado na América do Sul poderia representar um diferencial estratégico, ajudando a recuperar o fôlego da série e evitando um novo desempenho abaixo do esperado em vendas, como ocorreu com o lançamento mais recente.
Quando algo realmente fica “maduro” para a indústria dos games, o avanço não vem do exagero, mas da confiança em fazer diferente. Talvez o próximo passo de Battlefield não esteja em ir mais longe no tempo, mas em olhar para lugares que sempre estiveram ali, esperando para serem explorados.
Conhecida por Green Hell, a Creepy Jar prepara a estreia de StarRupture em Acesso Antecipado nesta semana. O novo projeto marca uma mudança clara de cenário em relação à selva hostil que consagrou o estúdio, apostando agora em um planeta alienígena instável, com foco em construção de base, automação industrial e combates contra hordas de criaturas. O título está marcado para chegar ao PC Windows via plataforma Steam em 6 de janeiro de 2026.
Enquanto Green Hell ganhou reconhecimento por seu sistema de sobrevivência mais cru, quase punitivo, StarRupture segue por um caminho diferente. A proposta combina exploração em mundo aberto com extração de recursos, produção em cadeia e defesa territorial, tudo em primeira pessoa e com suporte a modo cooperativo online para até quatro jogadores.
O planeta em que o jogo se passa não é apenas um pano de fundo. Cataclismos recorrentes alteram o ambiente, exigindo adaptação constante, seja no posicionamento da base, na gestão de energia ou na própria sobrevivência. A presença de temperaturas extremas e criaturas agressivas funciona como pressão contínua, especialmente durante a expansão do sistema industrial. À primeira vista, a sinopse não soa especialmente inovadora. Ainda assim, vale lembrar que Green Hell atingiu em dezembro de 2025 seu maior pico de jogadores simultâneos, mesmo seis anos após o lançamento. Isso abre espaço para imaginar que o novo projeto possa atrair jogadores que já demonstram cansaço com fórmulas repetidas no gênero.
(Reprodução)(Reprodução)(Divulgação)(Reprodução)
No Acesso Antecipado, a Creepy Jar visa liberar boa parte das mecânicas centrais: exploração, mineração, automação, construção e combate, tanto no modo solo quanto no cooperativo. A versão completa, segundo o estúdio, deve ampliar biomas, inimigos e estruturas, além de introduzir um conteúdo de endgame mais robusto — algo que ainda ficará para o futuro.
Requisitos de sistema – StarRupture (PC)
Requisitos mínimos
Sistema operacional: Windows 10 ou superior (64 bits)
Processador: Intel Core i5-8400 ou AMD Ryzen 5 2600
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1060 (6 GB VRAM) ou AMD Radeon RX 580 (8 GB VRAM)
DirectX: Versão 12
Armazenamento: 45 GB de espaço disponível
Observações: SSD obrigatório. Conexão com a internet necessária para o modo multiplayer
Requisitos recomendados
Sistema operacional: Windows 10 ou superior (64 bits)
Processador: Intel Core i5-11400F ou AMD Ryzen 5 3600
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce RTX 3060 (8 GB VRAM) ou AMD Radeon RX 7600 (8 GB VRAM)
DirectX: Versão 12
Armazenamento: 45 GB de espaço disponível
Observações: SSD obrigatório. Conexão com a internet necessária para o modo multiplayer
StarRupture chega oficialmente ao Acesso Antecipado em 6 de janeiro de 2026, exclusivamente para PC via Steam. Se o novo projeto conseguirá repetir o impacto de Green Hell é algo que só o tempo e a resposta da comunidade vão mostrar, mas a base apresentada indica um jogo que merece ser observado com atenção durante seu desenvolvimento. Se for adquirir o título, recomendo “bombardear” os desenvolvedores com feedbacks para melhorias na versão “1.0”.
Preço oficial do jogo StarRupture
Até o momento, a Creepy Jar divulgou apenas os valores internacionais de StarRupture. No Acesso Antecipado, o jogo será vendido por US$ 15,99 durante o período inicial, passando para US$ 19,99 após o fim do desconto. O preço em reais ainda não foi informado, e o valor em BRL deve ser definido apenas no lançamento oficial na Steam. O MeuGamer publicará uma atualização com os preços localizados assim que a página brasileira for liberada. Observe que o jogo também terá legendas e interface em português do Brasil, auxiliando os jogadores compreenderem melhor sobre os desafios e missões proposta pela trama.
Caso estejam prontos para Ruptura estelar é um jogo para testar e ter suas próprias conclusões!