Quando ouvi pela primeira vez a música do Avenged Sevenfold, salvo engano, foi no Yahoo Music, com a canção ‘Unholy Confessions‘, do álbum Waking The Fallen. Nesse mesmo projeto de 2003, incluía ‘Chapter Four‘ e ‘Eternal Rest‘, músicas de que gostava bastante naquele período. Depois vieram ‘Burn It Down‘, ‘Bat Country‘, ‘Beast and the Harlot‘, ‘Blinded in Chains‘, ‘Seize the Day‘ e ‘Trashed and Scattered‘, do mítico álbum City of Evil, de 2005, que é o meu favorito da banda até hoje.
‘M. Shadows‘, com seu vocal inconfundível, em uma época em que muitas bandas de metalcore estavam em evidência, conseguia se sobressair. Além disso, os acordes pesados de Synyster Gates fizeram o grupo ganhar popularidade não somente nos Estados Unidos, mas mundialmente. Suas canções ecoam profundamente, falando de perdas, solidão, crescimento pessoal e existencialismo. Mesmo com a perda de James ‘The Rev‘ Sullivan, o baterista da banda, em 2008, um dos compositores, o grupo conseguiu se manter no auge, ganhando mais popularidade e inclusive com passagens pelo Brasil.
Agora, em 2025, a banda de metal retorna ao Brasil para dois shows épicos: um em Curitiba e outro na cidade de São Paulo. No último ano, eles se apresentaram no palco principal durante o Rock in Rio, na edição especial de 40 anos. Chegou o momento de os paulistas e curitibanos terem o retorno desse fenômeno do metal atual. Mesmo com o rock não conseguindo o destaque que existia na última década, percebemos que o jargão é verdadeiro: ‘O Rock n’ Roll não morreu‘. São 11 anos sem a banda pisar em solo paranaense, e será um mega espetáculo, com ingressos que devem esgotar meses antes da exibição oficial do show.
Datas dos shows em Curitiba e São Paulo
A Pedreira Paulo Leminski será o palco desta apresentação, em 2 de outubro de 2025, com capacidade máxima para 24 mil espectadores, localizada no bairro Abranches, em Curitiba. O show terá abertura de Mr. Bungle e Karen Dió para aquele esquenta antes dos integrantes do A7X subirem ao palco.
Enquanto isso, no dia 4 de outubro, dois dias após a apresentação no estado do Paraná, eles desembarcam em São Paulo para o grand finale. O Allianz Parque, atual casa dos principais megashows da cidade e estádio do clube de futebol Sociedade Esportiva Palmeiras, acomodará uma multidão de fãs e apaixonados por metal. Os shows de abertura serão com A Day To Remember — banda que acompanhei muito na minha adolescência, com singles de respeito como ‘The Downfall Of Us All‘ e ‘If It Means A Lot To You‘ (que faz parte da minha playlist no Spotify). Além de Mr. Bungle e Karen Dió, que também fazem a abertura do show no Paraná.
A pré-venda de ingressos está liberada desde o dia 18 de março e vai até as 11h (horário de Brasília) do dia 20 de março, no site da Eventim (acesse aqui), e a venda geral terá início em 20 de março, ao meio-dia.
Avenged Sevenfold retornará ao Brasil com shows épicos! 2
Esse é aquele show que vale a pena conferir, e quero muito poder presenciar duas bandas que cresci ouvindo, principalmente naquele período em que somos mais rebeldes. Saudades dos anos 2000, quando tive a oportunidade de conhecer e divulgar diversas bandas que estavam começando e depois despontaram mundo afora.
Meus gamernéfilos, vocês também são fãs de Avenged Sevenfold e A Day To Remember? Deixem nos comentários, vou adorar saber se curtem esses dois grupos. Caso não façam ideia de quem são, estarei adicionando o Spotify com o perfil oficial das bandas e artistas participantes desses dois eventos musicais: A7X, A Day To Remember, Mr. Bungle e Karen Dió.
Se você ainda está se recuperando do terceiro episódio de Demolidor: Renascido, esteja pronto, porque o quarto já está disponível no Disney+. Na semana passada, vimos Matt Murdock encarar um embate interessante nos tribunais, defendendo sua visão de justiça com aquela intensidade que só Charlie Cox consegue trazer. E, como se não bastasse, uma reviravolta envolvendo o Tigre Branco deixou todo mundo de queixo caído, mexendo com as peças do tabuleiro em Hell’s Kitchen.
Agora, o Homem Sem Medo chega a outro momento crítico na trama, e a plataforma da criadora do Mickey não está dando trégua para quem acompanha essa nova fase do herói. Também continuamos com conflito do Wilson Fisk e sua amada Vanessa. O Justiceiro deverá fazer uma pequena visita ao nosso advogado.
Como assistir ao episódio 4?
O episódio 4 já está lá, pronto para ser maratonado, trazendo mais da ação visceral e dos dilemas morais que fazem Demolidor: Renascido se destacar no Universo Cinematográfico da Marvel. E, para quem ainda não entrou nessa, tem uma boa notícia: até 30 de março de 2025, novos usuários podem aproveitar o Disney+ por R$ 9,90 ao mês durante quatro meses. Aproveite nesse link, além do temerário, um catálogo extenso com filmes da Marvel Studios, NatGeo, Espn, princesas Disney e muito mais.
Episódio 4 de Demolidor: Renascido já está disponível no Disney Plus 5
É a chance perfeita para adentrar na série e no catálogo inteiro da plataforma sem pesar no bolso. Então, se você curte ver Matt equilibrando as balanças da justiça e as ruas de Nova York, não perde tempo — o diabo de Hell’s Kitchen não para, e o próximo capítulo já está te esperando.
Daredevil: Born Again | EPISODE 4 TRAILER CONCEPT | Disney +
Se você é como eu e vive correndo contra o tempo, mas não quer abrir mão de curtir um bom jogo, talvez valha a pena dar uma chance ao Assassin’s Creed Shadows pelo NVIDIA GeForce Now. O novo capítulo da saga da Ubisoft, que finalmente nos leva ao Japão feudal com samurais e ninjas, e jogá-lo na nuvem pode ser uma mão opção para quem não tem paciência de downloads — ou hardware — para lidar com instalações demoradas e atualizações infinitas. Recomendo o título, pois desenvolvi uma review interessante que pode ser lida nessa página.
Uma das coisas mais legais de usar o GeForce Now é que você não precisa de um PC de última geração para rodar Shadows com gráficos decentes. O jogo é pesado, com iluminação realista, sombras dinâmicas e um mundo aberto cheio de detalhes, mas os servidores da NVIDIA fazem o trabalho sujo por você.
Se sua internet for estável — uns 25 Mb/s (adicionaria mais)… já seguram 1080p a 60 FPS —, dá para adentrar na história de Naoe e Yasuke sem se preocupar, evidente que sua internet melhor quando é fibra e estável. Isso evitará travamentos ou com o barulho do seu computador implorando por misericórdia. E olha, para quem está sempre pulando entre dispositivos, tipo do notebook paro celular, o GeForce Now deixa você continuar de onde parou sem complicação.
Como adicionar o Assassin’s Creed Shadows ao Nvidia GeForce Now
Agora, se você já tem uma assinatura do Ubisoft+, aí a coisa fica ainda mais interessante. Com o Ubisoft+ Premium, todos os títulos disponíveis no catálogo que você importa para a nuvem automaticamente aparecem no GeForce Now, incluindo a franquia Assassin’s Creed. Isso significa que Shadows já chega pronto para jogar no lançamento, sem precisar baixar nada. É só abrir o aplicativo, logar e partir para a ação — perfeito para quem, como eu, não aguenta esperar. Além disso, você tem acesso aos outros jogos da série na mesma tacada, caso bata aquela vontade de revisitar Odyssey ou Valhalla.
Recentemente o serviço do GFN adicionaram franquia completa de World of Warcraft, alguns jogos de Monster Hunter, incluindo o sucesso mundial Wilds, Stalker 2 e muito mais.
Outro ponto que me ganhou é a praticidade. Não precisa ficar gerenciando espaço no HD ou rezando para o patch do dia não quebrar tudo. O GFN mantém os jogos atualizados nos servidores deles, e com o Ubisoft+ integrado, é como se você tivesse uma biblioteca da franquia inteira na palma da mão. Para quem curte furtividade com a Naoe ou o combate bruto do Yasuke, mas não quer perder tempo com configurações, é uma solução que encaixa direitinho na correria do dia a dia.
Claro, não é perfeito. Se sua conexão oscilar, você vai sentir — e o plano gratuito, com filas e sessões curtas, pode testar sua paciência. Mas com um plano pago e uma internet razoável, jogar Assassin’s Creed Shadows pelo GeForce Now é uma forma esperta de aproveitar o lançamento sem se estressar. E com o Ubisoft+ trazendo o catálogo direto para nuvem, você já entra no Japão feudal com tudo pronto, sem desculpas para não experimentar.
O jogo Assassin’s Creed Shadows disponível nas plataformas desde 20 de março de 2025. Ele poderá ser jogado no PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC.
Observação: O site MeuGamer não possui nenhuma parceria de comissão com a NVIDIA ao indicar os serviços da plataforma na nuvem. Nossa recomendação do GeForce NOW tem como único objetivo informar e ajudar os leitores que não possuem um setup robusto, mas querem aproveitar Assassin’s Creed Shadows da melhor forma possível. Sabemos que a paixão pela franquia vai além das limitações de hardware, e alternativas como essa tornam o jogo mais acessível para todos.
Nos dias 22 e 23 de março, São Paulo recebe a terceira edição da Convenção Brazil Mobile (CBM), evento voltado ao varejo mobile que tem se consolidado como um dos principais do setor na América Latina. Realizado no Distrito Anhembi, o encontro reunirá lojistas, fornecedores, desenvolvedores e tomadores de decisão em busca de tendências, novidades e oportunidades de negócio. Se o seu negócio trabalha com celulares (smartphones) seja sistema operacional Android ou iOS, uma visita é o suficiente para ampliar seus horizontes de oportunidades!
A expectativa é de que a edição de 2025 registre um crescimento superior em relação ao ano anterior. A área do evento será ampliada para 10 mil m², o dobro do espaço utilizado em 2024, e o número de expositores deve ultrapassar os 100 estandes, atraindo cerca de 10 mil visitantes. O investimento também acompanhou essa evolução: enquanto a última edição contou com um aporte de R$ 1,5 milhão, a organização prevê um orçamento de R$ 3 milhões para este ano. Considerável para as ambições de seu criador, Cadu Oliveira, que começou de forma ousada e agora está em expansão. A Eletrolar Show firmou uma parceria direta, na qual nosso site esteve presente quando a organização anunciou o acordo.
Marcas e Palestrantes Confirmados na Convenção Brazil Mobile 2025
Entre os expositores, estão empresas como Xiaomi, Honor, Realme, Rock Space, Quartt, HPrime, Devia, Blueo, Hoco; Shield, Aiwa, Hrebos, Skaiky, Playmobi, Lag Boss e Alaska Tech, que apresentarão lançamentos e soluções para o mercado. Além da área de exposição, o evento contará com palestras de executivos do setor, incluindo André Vernareccia (TikTok), Dafne Blaschkauer (ex-Apple e Nike), Luciano Barbosa (Xiaomi Brasil) e Marcus Marques (Grupo Acelerador).
Expansão e Consolidação do Evento
A CBM tem demonstrado uma trajetória de crescimento desde sua primeira edição. Em 2023, o evento começou com 1.000 m² e um público mais restrito. Já em 2024, a área foi expandida para 5.000 m², e a feira recebeu 6 mil visitantes. Agora, com o dobro de espaço e um aumento expressivo de investimentos, a expectativa é consolidar a convenção como um ponto de referência para o setor mobile no Brasil e na América Latina.
Oportunidades para o Setor
o evento da CBM busca se posicionar como uma plataforma de negócios, conectando fabricantes, distribuidores e lojistas em um ambiente propício para parcerias e negociações. Com o crescimento do comércio mobile e a demanda por inovação no setor, eventos como este ganham relevância no calendário do varejo tecnológico. Nós do MeUGamer estaremos presencialmente cobrindo essa terceira edição.
Mesmo com o cenário atual é válido conferir toda expansão e investimentos no mercado nacional, em outras palavras, a CBM 2025 é o ponto para uma checada. Faça sua inscrição gratuitamente no site oficial, para obter acessos exclusivos e benefícios. Confira também os planos com pacotes interessantes!
A “Warner Bros. Games” anunciou mais uma temporada competitiva com a abertura das inscrições para a etapa brasileira da Liga Latina, torneio regional da Pro Kompetition de Mortal Kombat 1. O certame, que também abrange México, Norte da América Latina e Sul da América Latina, oferece ao campeão de cada região uma vaga no prestigiado Final Kombat World Championship, garantindo a presença de ao menos um brasileiro no mundial.
No Brasil, a Liga Latina está programada para abril, com qualificatórias online nos dias 5 e 6, e 12 e 13, permitindo ampla participação. A grande final, reunindo os 8 melhores, será presencial em São Paulo, no dia 31 de maio, aberta ao público mediante cadastro. O vencedor carimba o passaporte direto para o Final Kombat. As inscrições já estão disponíveis no site oficial, e mais detalhes serão divulgados no Warner Play.
Inscrições Abertas para a Etapa Brasileira da Liga Latina de Mortal Kombat 1 7
Este é o terceiro ano consecutivo que o Brasil sedia a competição, reflexo do talento local e do apoio da Warner Bros. Games ao cenário nacional. Em 2024, o campeão Zeeus brilhou, alcançando o 3º lugar na EVO – melhor resultado brasileiro na história – e destacando-se no Final Kombat.
Além disso, o país receberá outra etapa de peso: a Pro Kompetition na gamescom latam 2025, no Distrito Anhembi, São Paulo. No dia 2 de maio, a partir das 12h, as disputas ocorrem no estande da Warner, seguidas pela final no dia 3, às 15h, na e-sports arena, com entrada livre para o público do evento. Os participantes acumulam pontos para o ranking global, onde os 8 melhores, ao fim de 10 torneios presenciais mundo afora, também garantem vaga no Final Kombat. Inscrições estão abertas no site oficial, e ingressos para a gamescom latam já estão à venda.
Os desta mítica franquia sabem sua real relevância no Brasil e no mundo dos e-sports.
Assassin’s Creed Shadows era um dos jogos mais aguardados de 2024 antes do seu lançamento para 20 de março de 2025. O título, levando a franquia dos assassinos para o Japão feudal, se tornou um verdadeiro hype quando anunciado pela desenvolvedora francesa Ubisoft. Era um verdadeiro sonho dos fãs, mas esse anúncio aconteceu um pouco tarde; jogos como Ghost of Tsushima, Sekiro e até o próprio Rise of the Ronin representam bem o Japão com seus ronins.
Ainda assim, trouxe uma expectativa positiva como essa trama se comportaria em um dos países mais isolados no fim da Idade Média. Apesar de todas as guerras que os japoneses haviam sofrido anteriormente, eram de povos vizinhos que ousavam cruzar sua ilha ou até mesmo eles invadirem. Mas nunca europeus chegando diretamente na Terra do Sol Nascente, como conhecidos. Os portugueses foram os primeiros estrangeiros de origem europeia que puseram os pés em uma das ilhas em 1543; nesse período, o Japão passava por intensa guerra civil.
Assassin’s Creed Shadows - Review: O Lado Positivo ou Não 19
Mesmo com desconfianças, eles foram aceitos em virtude de suas armas de fogo e também do poder marítimo que os japoneses viam como uma aliança. Ao longo dos anos, Oda Nobunaga crescia com sua astúcia e determinação impiedosa, sendo um poderoso daimyō, iniciando seu governo por volta de 1568. Nesse período de unificação do Japão, ele batalhou e conquistou diversas províncias sob seu comando. Também capaz de tudo para se manter no poder, até aniquilar seus aliados, caso tivesse convicção de que poderia ser superado por eles.
É quando iniciamos nossa história durante o período Azuchi-Momoyama, que marca a fase final do período Sengoku. Os padres jesuítas, em busca de levar o cristianismo para todo o mundo, começaram a tentar catequizar os japoneses. Alguns jesuítas aparecem no jogo e também trazem Yasuke para o Japão, onde despertou interesse do daimyō. Nesse ponto, a Ubisoft consegue explorar uma trama para deixar o jogador ciente dos acontecimentos. Visto que no início do jogo são quase 15 minutos de diálogos e cenas cinematográficas aprofundando o enredo. Nesse momento, o guerreiro africano se alia ao exército de Oda Nobunaga, começando sua jornada de incursão por diversas províncias.
Na sequência, conhecemos Fujibayashi Naoe, uma jovem que teve seu vilarejo devastado por uma das ações do daimyō. Com instinto de vingança, logo jurou honrar o nome de sua família e todo o legado inicial por seu pai, Nagato. Esse que teria uma grande reviravolta e fará todo sentido para que Naoe prossiga determinada.
Assassin’s Creed Shadows é uma revolução da franquia?
Agora que fiz toda essa introdução, é hora de focar no que realmente interessa aos nossos leitores: a jogabilidade. A história do jogo já foi amplamente explorada ao longo dos meses que antecederam seu lançamento oficial. A jovem ninja e um homem da África, devido ao seu físico e estatura, encantou Nobunaga. Além disso, os assassinos estavam no Japão ocultamente, como a hidden blade; se eles estavam ali, os templários também. Evidentemente, a gigante francesa, com a oportunidade de criar um épico no Extremo Oriente, focaria nesse conjunto de ilhas míticas.
Assassin’s Creed Shadows - Review: O Lado Positivo ou Não 20
Eles resolveram trazer alguns elementos como mudança de clima; então, há pancadas de chuva e tempestades, nevoeiro, ventanias, frio intenso, bem no clima das estações do ano. Contudo, em partes que há neve, os personagens não sentem o frio extremo, mesmo com um traje leve. Pelo físico da Naoe e suas roupas, principalmente o efeito de RPG, isso deveria ser levado em consideração. Mesmo seu personagem ficando lento, a roupa não condiz com o clima e, na realidade, ela teria uma hipotermia e faleceria em pouco tempo. Algo ignorado pela desenvolvedora, que poderá gerar reclamações por parte dos usuários que priorizam RPG. É possível encontrar alguns soldados da guarda passando frio apenas com palha entre seus ombros, mas sem camisa; eles fazem todo o movimento característico.
Até mesmo em Assassin’s Creed Valhalla, o protagonista Eivor Varinsdottir utilizava roupas mais coerentes com aquele clima inóspito para sobreviver em ambientes gélidos. Essas temporadas vão de fato influenciar na parte furtiva; folhas, gelos, lagos sofrem dessas mudanças de estações do ano ou período. É uma novidade para a saga e título de Assassin’s Creed Shadows.
Assassin’s Creed Shadows - Review: O Lado Positivo ou Não 21Assassin’s Creed Shadows - Review: O Lado Positivo ou Não 22
Você pode estar se perguntando se o jogo é um verdadeiro desastre e deveria comprar o jogo?! Mas é nesse momento que podemos ficar surpresos. Toda a campanha da Ubisoft girava em torno de Naoe e Yasuke, que os jogadores teriam combates diferenciados. Seja ele com a ninja em modo furtivo e o guerreiro, que muitos recusam chamar de samurai, sendo mais tanque, lutando corpo a corpo. Em Assassin’s Creed Shadows, com os adiamentos, fica claro que o marketing focou algo que de imediato não acontece. Sem spoiler, mas isso tem que ser mencionado para quem está esperando adquirir o título baseado na minha review. Só posso dizer que ele é totalmente diferente do que todos pensavam; é quase o mesmo marketing sobre o filme Elementos, da Disney e Pixar. As pessoas esperavam algo com dúvida se iriam ao cinema; porém, seu boca a boca fez ele ter bilheterias maiores.
Já em Shadows, parece que será a mesma coisa — não estou dizendo que é algo surpreendente ou épico. No entanto, todo aquele susto que a comunidade estava sofrendo pode ser amenizado. Uma coisa que há de ser dita: a publisher cortou história; quando jogamos, percebemos que ocorreram mudanças significativas. Se foram para melhor ou pior é difícil dizer em seu contexto geral; acredito que tenha melhorado e focado mais na trama.
Criando seu próprio vilarejo
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A ideia de explorar uma reconstrução de uma vida perdida e mostrar o crescimento da personagem é válida. Ela não é uma Mary Sue, como pintava aparentemente; ao contrário, tem suas limitações, chegando a sofrer grave risco de morte. É uma resposta para dizer — “vejam, eu sou humana e tenho meus problemas pessoais”. Sinceramente, gosto de quando tentam humanizar um personagem para ficar mais realista. Mencionei que é uma reconstrução tanto espiritual quanto humana; os resgatados acabam virando um aliado, tanto na reconstrução do seu vilarejo como na utilização de coleta de recursos. Podemos pedir para descobrir novos locais, localizar alvos, pegar os recursos e também lutar ao lado da Naoe. Essas construções servem como um esconderijo nosso e dos seus aliados.
Caso seja um apaixonado por paisagismo, provavelmente vai gastar muitas horas decorando seu local. Pois é possível posicionar os objetos em diversos locais; não sendo permanentes, você consegue remover do local e adicionar em outro, sempre trazendo uma perspectiva visual agradável.
Os desejos e expansão do novo mundo
Enquanto isso, a vontade de justiça para honrar sua família continua e, à medida que avança na história, descobre novos envolvidos. Aqui não há muita piedade como nos demais títulos, que você tentava compreender as eliminações. Agora astuta, cada passo é prevendo como será seu próximo alvo, mesmo fazendo alianças duvidosas visando encontrar o alvo. Adição dos portugueses ao jogo, mesmo quando não há muita diferença. Suas tecnologias de armas de fogo dão um diferencial; com essa expansão de mundo, só que nada supera a furtividade e a boa e velha katana.
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A lâmina oculta deveria ser algo mais usual, como de costume, chegando em momentos furtivos, mas com uma katana é quase impossível resistir e acabamos utilizando-a. Ao todo, são possíveis manusear três tipos de armamentos: katana, kusarigama (relativa numa foice presa a uma corrente) e tantō, uma espada de mão curta — utilizada também no ritual do seppuku pelos samurais no Japão. Na imagem, observem que possui pontos para evolução com um RPG; não será qualquer ataque que poderá penetrar um oponente. Se tiver um combate direto com samurai, mesmo em modo furtivo, se o seu nível for inferior, não conseguirá abater na surdina. Há níveis de evolução para personagens; o mesmo vale para os adversários que enfrentamos. É possível utilizar como recursos shuriken (famosas estrelas), bomba de fumaça, sino de shinobi, kunai e outros. Aos apaixonados por modificar aparência das armas, o transmog vai permitir isso e poderá deixar o seu equipamento mais atual. Suas armas vão ficar atraentes, desde a lâmina, o cabo e outros detalhes. Sei que isso não faz muita diferença na hora do combate, é apenas estético, mas para quem gosta é interessante.
Adentrando no combate
O que é um desejo dos leitores, encontrei altos e baixos. As movimentações inéditas que não havia em outros jogos da franquia Assassin’s Creed: a própria Naoe possui pulos iguais aos ninjas dos filmes dos anos 80. O mesmo vale para quando enfrentamos alguns inimigos; dependendo da sua classe, ele fica pulando mais que Fei Long no jogo do Super Street Fighter II. Eu considero positivo e cada “chefão” traz técnicas variadas baseadas no seu estilo de luta ou documentado nos livros. Os personagens históricos são representados; a maioria são vilões e traz referência aos grandes nomes da arte da guerra japonesa e luta.
Esses adiamentos fizeram a Ubisoft focar em diversos detalhes; entretanto, na minha opinião, o combate precisa de maior cadenciamento. Ao mesmo tempo, não é o fiasco como boa parte da comunidade acreditava e já mencionado. As lutas, horas, são muito interessantes e funcionam; em outros momentos, podem deixar a desejar! Barulho das espadas, membros para todos os lados, técnicas de combate para saber o momento certo de quebrar a defesa — tudo é louvável. Por outro lado, alguns NPCs, na hora do embate, eram lentos ou ficavam assistindo seus companheiros serem derrotados. Já em outras ocasiões, eram tão rápidos que chega a ser impossível conseguir contra-atacar. Os jogadores mais exigentes podem ser uma crítica; na minha visão, é algo que deve ser resolvido nas próximas atualizações. Lembrando que essa análise está sendo desenvolvida antes do lançamento oficial. Normalmente, as empresas costumam lançar patches (pacotes de atualização) no dia oficial de lançamento do jogo. Vocês perceberam que citei que o foco continua com elementos de RPG e o combate para derrotar exige estar no mesmo nível ou próximo para ter uma chance de vencer. As armaduras possuem níveis, então, bom saber como atacar.
Não adianta ir furtivo; seu personagem tentará eliminar um sentinela, samurai, ronin, sem sucesso. Eles fazem isso para que não tenha uma maior liberdade e avançar na história, ignorando outras partes importantes. Confesso que, nesse quesito, eu até gosto quando podemos eliminar os oponentes independentemente do nível; cria uma atração mais instigante. Alguns usuários podem não ter tanta paciência, principalmente os usuários que conheceram o jogo através de Assassin’s Creed Mirage, que estava mais para um arcade de ação, aventura, ao invés de RPG. Claro que, desde Origins, uma pegada mais RPG foi adicionada e consolidada entre Odyssey e Valhalla. Uma dinâmica mesclando o mesmo que Mirage iria atrair muito mais os jogadores no quesito de imersão. Antes que eu esqueça, ela poderá abater um inimigo próximo mesmo que o outro não observe, devido ao kabuto, o capacete japonês usado pelos samurais. Naquele período, alguns podiam limitar um pouco a visão periférica, dependendo do design. Por isso, pode parecer um problema de programação ou bug, mas é normal.
As lutas não são complicadas e não incluíram elementos de soulslike; trouxeram uma melhoria na luta que já existia na própria franquia. A personagem não necessita ter que esquivar por diversas vezes para conseguir um golpe perfeito ou ser eliminado 200 vezes para progredir. Basta ter calma e atacar no momento correto, que já é quase certo de conseguir tirar danos dos lacaios. Todos com seu grau de dificuldade e estilo próprio, principalmente os Onryo, que viraram seus fantasmas do passado que estão na lista de vingança de Naoe.
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Gráfico do jogo
Graficamente, as animações são satisfatórias; os personagens, os diálogos, seja até em português do Brasil, como no original, são boas. Não há nada muito profundo, mas compreendemos a intensidade de suas palavras. As partes cinematográficas tiveram um capricho da Ubisoft e sua equipe de apoio para o CGI; posso dizer que está de parabéns. Quem é fã da cultura japonesa e todos os seus clãs sentirá como era aquela tensão da época. Nunca confie em ninguém; alguns provérbios são utilizados para expressar atos dos personagens principais. O que é admirável, considerando jogos que hoje preferem adicionar “cês”, “vambora”, “mano”, entre outras gírias do cotidiano atual. Não duvide que isso poderia ocorrer mesmo em um jogo de época!
No quesito gráfico, as animações estão dentro do padrão, com ray tracing funcionando bem e suporte a DLSS, oferecendo uma experiência visual otimizada. Testamos o jogo em uma RTX 3060 e, em nenhum momento, o jogo crashou ou apresentou problemas de bugs. Em questão de lags, foram poucos, muitos em animações com muitos acontecimentos, mas nada que atrapalhasse minha experiência.
Embora esse meu elogio possa ser uma contradição quando observado as pessoas que convivem nas províncias que visitamos. Estamos acostumados com uma cidade ou vilarejo com todos os personagens interagindo nos jogos mais recentes. Conversando quase que o tempo inteiro, movimentação interagindo. Atualmente, os japoneses passam uma característica mais reservada; será mesmo que eles eram assim no período que Oda Nobunaga comandava? Tenho minhas dúvidas; esses NPCs não são tão ativos e poderá gerar uma certa estranheza aos fãs mais fervorosos acostumados com todo o agito das cidades.
Havia mencionado do clima do jogo e suas estações; visualmente, o entardecer, o porto e todo arraial que é gerado entre vegetação e mar são esplêndidos. A fauna é bem representada com os animais típicos daquela região e são vivos; você também consegue interagir com cachorros e gatos. Podemos observar Akita Inu para todos os lados; provavelmente ouviu falar nessa raça de cão devido ao Hachiko, que continuou esperando pelo dono em uma estação de trem no Japão muito tempo depois da morte dele. Virando filmes, livros, quadrinhos e muito mais, inspirado nesse cãozinho.
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O mais importante a ligação entre Naoe e Yasuke
A trama é profunda e parece que, depois dos ajustes, a Ubisoft preferiu seguir os fatos reais dos acontecimentos daquele período de grande conflito militar do Japão. Os protagonistas exibem dores distintas e sabemos que ambos querem recomeçar e deixar o vento levar seus destinos. O começo entre eles não foi com ventos favoráveis; dúvidas, desconfianças e uma persona improvável para fazer essa ligação. Eles precisam lidar com diferenças que fizeram chegarem em determinado ponto para aliar seus destinos em um sim. Como vocês já devem saber, o Yasuke possui maior força e seus golpes são mais potentes, e a Naoe é mais frágil em dissipar golpes e mais rápida.
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Ao contrário do que todos achavam, devido à agilidade da personagem, ela consegue liquidar muitos adversários tranquilamente. Você pode alternar entre os personagens para determinadas situações como rapel, parkour, mas há possibilidades de usar apenas o mesmo para todas as ocasiões. Exceto em alguns quebra-cabeças, câmaras secretas que obrigará escolher o mais bem preparado para entrar nos locais. Isso se desejar algo mais facilitado para não gastar muito do seu tempo. Os minijogos são interessantes; encontramos alguns NPCs e podemos participar dos seus desafios. Nada muito complicado e sendo possível adquirir itens valiosos ao cumprí-los. Quando o nosso mítico personagem entra em ação, você consegue sentir seu poder de ataque e destruição; devo evidenciar que tem presença. Apesar de suas buscas por respostas e querer se aprofundar mais no sentido mítico dos assassinos. É um personagem que entra para a história da franquia, que deixou sua marca, seja para o lado positivo ou negativo. Enquanto isso, Naoe, ela não é genérica como a princípio estavam tentando rotular e percebemos sua transformação ao longo da jornada.
Uma coisa que mostra como o Seu Madruga sempre dizia no seriado do Chaves: “A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena” e é bem real. Qual é o preço que se paga para tentar fazer justiça, mas essa justiça acaba ultrapassando o desejo de vingança? Quando você mesmo acaba sendo mais um tirano dentro de sua tirania, que acaba o cegando. Aquilo que deveria trazer paz só traz mais desgraça e sofrimento aos envolvidos. Isso é algo que eles vão descobrir juntos e o plottwist é o ponto forte dessa trama. Podem ficar tranquilos, que não haverá spoilers nesse sentido para que vocês descubram; quem sabe no futuro eu crie algo só com spoilers para instigar a jogar mais e mais.
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Junjiro, um jovem sobrevivente, conviverá com o que sobrou do povoado de Iga, ao qual nossa ninja faz parte. É uma balança que ensina como viver em harmonia e liberar perdão é eficaz para curar dores. O jovem teria todos os motivos do mundo para odiar seus companheiros e, relutando, compreendeu logo cedo que vingança não é o caminho. Essa parte do arco é algo que todos devem observar com atenção, que acaba emocionando e você consegue compreender sua dor. Deixando todos pensarem do que adianta o ódio se no fundo seu coração continua como uma pedra.
Trilha sonora extraindo um japão que o mundo sempre quis conhecer
A trilha sonora, quem acompanha o site do MeUGamer em minhas publicações sobre trilha sonora original, deve ter conferido minha review sobre as músicas do jogo. Foi uma prévia disponibilizada pela própria Ubisoft com participações de The Flight, TEKE::TEKE. Logo, uma versão final também foi disponibilizada nas plataformas de streaming de música, como o Spotify. Essa versão final também vou publicar no site sobre minhas impressões. Algumas canções possuem vocais e, durante lutas, podem ser ouvidas; na minha opinião, algumas acertadas; na batalha do castelo de Oda Nobunaga, acredito não ter feito grande impacto. No geral, é promissor e mescla com instrumentos tradicionais do Japão, como taiko (tambor), biwa, shakuhachi (flauta), koto e a essência do Oriente Médio, típico da franquia do jogo. Falando em taiko, em determinados acampamentos, como em todas as províncias, encontramos personagens conhecidos como taiko-yaku, manuseando-os. Podemos ver que as tradições japonesas e sua cultura daquele período estão respeitadas.
Suas partituras entregam um êxtase de pensamentos de solidão e esperança; essa época que muitos pelo mundo possuem desejo de conhecer. O passado é sombrio, mas ter uma visão de como seria aquele ambiente e todas as intrigas e desejos valeria olhar.
Visões da águia
As visões da água e os pontos de descoberta continuam em Assassin’s Creed Shadows, trazendo de volta mecânicas clássicas da franquia. Esses elementos enriquecem a exploração do Japão feudal, destacando cenários aquáticos e incentivando o jogador a desbravar o mapa com detalhes visuais. Eles foram aprimorados para uma imersão e as marcações estão melhores de identificar os inimigos.
Naoe utiliza bastante essas ferramentas para adentrar áreas estratégicas, aproveitando sua habilidade furtiva ao máximo. Com as visões da água e os pontos de descoberta, ela planeja infiltrações precisas, tornando-se essencial para progredir nas missões com agilidade e stealth.
Por fim
Posso dizer que minha jornada finaliza com aquela esperança que esse título deveria ter entregado o que os fãs desejavam desde o início. A Ubisoft pode ter perdido milhões em vendas por puro orgulho e não abrir o jogo para sua comunidade. O desespero dos acionistas, em conjunto da pressão sob a família Guillemot, reverteria em dividendos. Um site extraindo o lado positivo, enquanto os mainstreams criticando por falta de inclusão ou retirada dela. Só afastará o público apaixonado por Assassin’s Creed Shadows, o que é triste. Tenho esperança que o público, ao ler esta análise do jogo ou assistindo aos gameplays, mudará de ideia. O fato que pode ser tarde para a gigante japonesa de franquias míticas conseguir barganhar suas ações com Tencent ou outra interessada nos ativos.
Gamerdito (Veredito) é o que importa no fim das contas
Assassin’s Creed Shadows possui seu próprio carisma; Yasuke tem imponência nas vezes que aparece e quando exigido. Naoe é uma jovem que vai crescendo seu protagonismo de modo gradual, sem ter que forçar e explorar algo que não existe. Ficando claro que seus anseios podem ultrapassar suas vontades. A cegando para o que realmente estava destinada desde o início. Mesmo com a reformulação de diversas cenas, ficando evidente e até perceptível com Naoe aparentemente conversando sozinha, o que deveria ter outro personagem. Recomendo o título para os veteranos e novos fãs da saga dos assassinos.
Com diversos personagens históricos do Japão, Europa, o jogo possui um pano de fundo com seu Codex grandioso, contando a história do jogo através da literatura. Os desenvolvedores conseguem fazer todo esse trabalho de modo perspicaz, já reconhecido por todos os jogadores. As missões do Animus que aprimoramos e liberamos memórias dos jogadores. O enredo e diálogos não são cansativos; percebemos que estamos em uma situação que ninguém é confiável. Gosto quando um jogo consegue entregar essa perspectiva, já que o mundo real é similar ao encontrado no jogo. Levando para as missões secundárias opcionais, que aumentam melhorar nossas habilidades, nível, conhecemos mais da trama. Deixando o conteúdo rico de informações e descreve aquele período. Com guerras intensas dos Onin e próximo do fim do período do Sengoku.
Assassin’s Creed Shadows - Review: O Lado Positivo ou Não 29
Se me perguntarem se vale a pena jogar Assassin’s Creed Shadows, minha resposta é sim! Esqueçam tudo que lhe falaram e controvérsias antes do lançamento. Sua desenvolvedora percebeu que a solução é ouvir os feedbacks daqueles que investem no seu futuro. Trouxe um jogo respeitoso para a cultura japonesa e para os fãs ocidentais. Qualquer crítica fora desse sentido é procurar “pelo em ovos” e o melhor é apreciar.
Outrora, eles estavam irredutíveis em colaborar para uma narrativa sensata, colocando Yasuke como personagem central imediato. Aqui é uma inspiração da Naoe procurando uma motivação e o pano de fundo do personagem negro de suporte na sua aventura. O Japão feudal possui mais um jogo representado para entrar na lista de jogos como de ação e fantasia como Ghost of Tsushima, Nioh 2, Sekiro: Shadows Die Twice, Onimusha, entre outros.
Desfecho final
Minha nota para essa review é 8,0/10, pelo conjunto e ajustes finos, trazendo um combate bonito e coreografias inteligentes quando funcionais. Lutas memoráveis, personagens que trazem conexão, provérbios que mais parecem Buda falando. Cria uma base de atenção mediante alguns problemas técnicos que possam ocorrer durante nossa experiência. A paisagem e todo pano de fotografia belíssimas; as quatro estações do ano, uma novidade. Efeito de criação de base para expandir seus esconderijos no melhor estilo SimCity ou Cities Skylines, um artifício promissor. Sem ser revolucionário, ainda é um título que qualquer fã da saga dos assassinos deveria jogar. Mesmo os usuários que nunca jogaram, mas querem um jogo de RPG com temática do Oriente e focada no Japão.
O jogo Assassin’s Creed Shadows disponível nas plataformas desde 20 de março de 2025. Ele poderá ser jogado no PlayStation 5, Xbox Series X/S, Windows PC, macOS e iPadOS. Para os jogadores de console (PS5 e Xbox Series X/S), o lançamento ocorrerá à meia-noite do horário local. No PC, o jogo será acessível através da Ubisoft Store, Steam e Epic Games Store. Também estará disponível para Macs com Apple Silicon via Mac App Store e para iPads em data futura. Os assinantes do Ubisoft+ Premium podem jogar Assassin’s Creed Shadows desde o lançamento, aproveitando a edição premium com benefícios exclusivos.
O jogo de plataforma Shadow of the Orient, publicado pela Dolores Entertainment e desenvolvido pela Spacelab Games, ganhará uma versão oficial para consoles em 27 de março de 2025. O guerreiro Xiaolang é o único capaz de derrotar as hordas de inimigos que têm assolado o Oriente. O jogador precisará enfrentar criaturas determinadas a impedir a jornada do herói, utilizando punhos, armas e muitos dashes para desviar de ataques mortais. Sua aventura estará apenas começando.
O título está confirmado para Xbox Series, Xbox One, PS4 e PlayStation 5. Originalmente lançado para dispositivos móveis com sistemas Android e iOS (iPhone/iPad), o jogo também recebeu uma versão para PC Windows via Steam em 2024.
Shadow of the Orient dos mobiles para os consoles em 27 de março 33Shadow of the Orient dos mobiles para os consoles em 27 de março 34Shadow of the Orient dos mobiles para os consoles em 27 de março 35
Se você ainda não conhece o jogo, confira o trailer oficial de anúncio deste lançamento, disponível no topo deste artigo, que destaca a chegada aos consoles em 27 de março de 2025. A seguir, conheça algumas das principais características que você encontrará no jogo:
Principais Características de Shadow of the Orient
Belíssimo estilo de pixel art;
15 níveis para explorar;
5 níveis baseados em tempo (Modo Desafio);
3 chefes de ‘Fim de Ato’;
Jogabilidade desafiadora com inimigos dotados de IA dinâmica;
Sistema de combate corpo a corpo e à distância com armas específicas;
Itens para aprimorar o herói;
Conquistas no jogo;
Trilha sonora original composta por Genatari.
Por fim, já é possível adicionar o game à sua lista de desejos e adquiri-lo para estar pronto no dia do lançamento.
A Ubisoft Brasil lançou a música “Strike as One”, composta pelo cantor de heavy metal Edu Falaschi para promover o jogo Assassin’s Creed Shadows. Exibido durante o evento de pré-lançamento do jogo, agora os fãs podem curtir em primeira mão. Ambientado no Japão feudal, o título ganha uma trilha que combina a intensidade do metal com elementos das trilhas sonoras de Tokusatsu, gênero japonês famoso por séries e filmes live-action com efeitos visuais no estilo de Jaspion e Jiraiya. O single já está disponível e faz parte da campanha de lançamento do novo capítulo da franquia.
Falaschi, ex-vocalista do Angra e atualmente em carreira solo, destacou sua paixão pelo projeto: “Foi uma honra criar algo para um universo tão rico como o de Assassin’s Creed Shadows, unindo metal e Tokusatsu, estilos que amo. Busquei capturar a grandiosidade dos samurais e a emoção do jogo.” A composição, com letra e ritmo de sua autoria, teve gravação, mixagem e masterização por Tito Falaschi.
Além da versão em português cantada por Edu, uma adaptação em japonês será interpretada por Taro Kobayashi, conhecido por sua trajetória no universo Tokusatsu. O videoclipe de “Guerreiros das sombras”, que recria a abertura de um seriado Tokusatsu clássico, também já está disponível. Produzido pela Flashbang Co. em parceria com a Ubisoft, o vídeo mescla o estilo visual dos anos 1990 com o mundo do jogo, oferecendo uma experiência nostálgica. Assista ao vídeo na íntegra no topo desta publicação com participação de Thais Matsufugi e Zulu!.
As faixas estarão nas plataformas de streaming como Spotify, enquanto Assassin’s Creed Shadows, um RPG de ação centrado nas histórias da shinobi Naoe e do samurai Yasuke, chegará ao PS5, Xbox Series X/S, PC e MacOS. O single e o clipe já podem ser conferidos online no canal oficial da Ubisoft Brasil.
Quando Simon Stalenhag começou seu legado trazendo The Electric State para a literatura e, posteriormente, fechando o acordo dos direitos da obra com Anthony e Joe Russo, acredito que ele esperava algo grandioso. Imaginava que essa nova jornada, onde humanos enfrentam um dilema sobre o que poderá ser o futuro do mundo com inteligência artificial entre nós, se tornasse um épico. Uma obra que os irmãos Russo conseguiriam transformar em uma nova epopeia para as telas, como foi a saga dos Vingadores na Marvel.
A Netflix resolveu apostar, considerando o conjunto da obra de seus cineastas envolvidos com trabalhos no streaming como Resgate e 2. Escalou também sua queridinha Millie Bobby Brown, que fez o streaming ficar tão popular com a série Stranger Things. Ao seu lado, Chris Pratt, sinônimo de audiência mesmo no streaming, foi escolhido para o papel principal. A trama gira em torno de Michelle, que busca seu irmão, separado dela durante um grave acidente de trânsito que vitimou seus pais. Não há muito segredo: o garoto era um prodígio, mas um robô intitulado Cosmo (voz de Alan Tudyk), do qual era fã, encontra sua irmã, alegando ser a mente do menino.
Com o desejo de reconectar seu passado, ela resolve se aventurar em uma jornada, visando encontrar pistas sobre o paradeiro do caçula. Evidentemente, não será uma caminhada fácil, e nesse caminho ela conhece John D. Keats (Chris Pratt), um ex-militar considerado desertor, que possui um robô como amigo. Diga-se de passagem, os robôs estavam banidos e enviados para uma área de exclusão após a guerra que aconteceu no início dos anos 90. Qualquer humano que tivesse contato pessoal ou vínculo com eles poderia pagar multas ou até ser preso. Confesso que o robozinho Herm, interpretado na voz de Anthony Mackie, é uma válvula de escape; não chega a ser um alívio cômico, mas entrelaça o vínculo de amizade.
Para quem leu a versão original do livro, pode perceber uma diferença incrível no pano de fundo. O próprio fator retrofuturista difere das ilustrações, que exibem uma visão mais sombria em relação à do longa-metragem. Talvez a ideia fosse adaptar essa produção com uma classificação indicativa mais baixa, em vez de mirar o público adulto.
Afinal, o filme foi diretamente para o streaming, sem passar pelos cinemas, com um gasto milionário acima de 320 milhões, sem contar a publicidade global. Até no Brasil, a Netflix promoveu uma ação misturando carnaval, trazendo Millie Bobby Brown e os diretores do longa-metragem. Claro, ficamos de fora do evento, pois a assessoria do filme informou que a capacidade de pessoas havia esgotado. É tipo o Vampeta: eles fingem que nos enganam, e nós fingimos que acreditamos. Lavando essa roupa suja em plena crítica, retomamos nosso raciocínio sobre a produção.
Sobre algumas ilustrações, estarei deixando um link direto do site do autor sueco para suas comparações. Observando toda a trama e seus efeitos especiais, o filme é satisfatório e bonito, mas faltou um ambiente mais amedrontador. O aspecto apressado, sem trabalhar o carisma dos personagens, foi um problema. Ao mesmo tempo em que Michelle possuía um grande vazio e estava desesperada, de uma hora para outra ela já expressava desejo e confiança em si mesma —; o que gera confusão nos espectadores que esperavam uma construção mais sólida da personagem.
Um ponto positivo, apesar de não ser inédito e já explorado em Jogador Nº 1, de Steven Spielberg, é o quanto o filme exibe o desejo humano por escapismo. Mesmo com o mundo em condições de reconstrução, todos vivem suas vidas de fantasia. É aí que entra a Sentre e seu CEO, Ethan Skate, interpretado por Stanley Tucci, que vê uma oportunidade de acabar com a guerra utilizando a tecnologia de drones.
Segundo sua obsessão, ele não é contra robôs, mas não permite que sejam autônomos, devendo estar sempre sob controle humano. Assim, compreendemos melhor o vínculo com Christopher “Chris” Greene (Woody Norman), irmão de Michelle, considerado um novo Einstein. O desenrolar traz a ideia já conhecida de que tudo é feito para o bem, mas acaba criando consequências desastrosas.
O coronel Bradbury, com a alcunha de “O Açougueiro de Schenectady”, interpretado pelo brilhante Giancarlo Esposito, é outro destaque. Porém, parece que, desde que sua popularidade se tornou global, não conseguem mais colocá-lo em papéis verdadeiramente épicos. Assim como em Star Wars: The Mandalorian, Capitão América: Admirável Mundo Novo e agora em The Electric State, sua capacidade de vilão não vem sendo bem explorada, como nas séries Breaking Bad e Better Call Saul. Isso resulta em um desperdício de talento, já que rendição não é bem o feitio dos personagens que ele interpreta.
Nesse meio-tempo, pouco falei de Chris Pratt, pois ele é praticamente um personagem secundário, mesmo quando os momentos de maior impacto são dele. Na cena final, é possível compreender sua ligação com Herm e sentir toda a comoção entre os dois, gerando um verdadeiro elo. Por sinal, o robô é inspirado nas bonecas russas Matryoshka: há a boneca maior e, ao abri-la, encontram-se versões menores; é mais ou menos isso que ocorre.
O ator Ke Huy Quan, nosso eterno Dado de Goonies e vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, tem um papel curto, mas crucial. Como Doutor Amherst, ele é a ligação entre os protagonistas e os vilões, acrescentando dinamismo às cenas de ação.
Efeito Matrix?
Percebe-se que os irmãos Russo conseguiram tanto destaque em Hollywood que, só pelo elenco do filme, já reúnem atores experientes. Woody Harrelson, por exemplo, interpreta o Senhor Amendoim, uma espécie de revolucionário que levou os robôs a buscarem autonomia. No fundo, ele só queria igualdade e liberdade, pautas bastante atuais, sendo quase certo que diversos diálogos receberam modificações. Uma das coisas que me incomodaram é a extensa utilização do Deus ex machina, com acontecimentos previsíveis e sem explicação plausível. Sabe o efeito dos Vingadores já mencionado?
Ele ainda não saiu dos irmãos Russo, o mesmo problema que ocorreu com os irmãos Wachowski após a trilogia Matrix, quando adotaram os nomes Lana e Lilly Wachowski. Elas não conseguiram emplacar mais nenhum projeto com a mesma repercussão que a trilogia Matrix.
Ambientação musical com nostalgia
A trilha sonora original, composta por Alan Silvestri — uma parceria de longa data com os Russo —, entrega um clima apocalíptico, reforçando a tensão e os momentos mais emotivos. No entanto, o filme também faz uso de músicas licenciadas, como “Good Vibrations” de Marky Mark and the Funky Bunch (Mark Wahlberg), “Wonderwall” do Oasis, e outras, que ajudam a ambientar a história e dão um tom nostálgico/moderno conforme necessário. Curiosamente, essas faixas não estão presentes no álbum oficial da trilha sonora, o que pode desapontar quem esperava encontrá-las em uma coletânea.
Tenho que encerrar comentando sobre a atuação de Millie Bobby Brown. Ela já não é mais aquela menininha de Stranger Things, onde ficou globalmente famosa com a personagem Eleven. Em The Electric State, seu papel é pouco explorado; não há nada que exija uma grande atuação, seja nos diálogos ou nos momentos de aventura e ação. Nos momentos que são exigidos, parece que os escritores adicionaram palavras que fizeram a personagem entrar em contradições. Tentaram elevar o impacto das palavras, mas, ao mesmo tempo, você se pergunta se aquela ação fazia sentido. Essa não é uma das melhores atuações dela; até em Enola Holmes ela está melhor que aqui.
Se estiver interessado em saber se recomendo assistir The Electric State, a resposta é sim. É verdade, quando você chega em casa, não tem mais nada para fazer e quer passar o tempo. O longa-metragem da Netflix, que possui um elenco conhecido de Hollywood com os irmãos Russo na direção, é uma escolha. Não é um filme perfeito ou épico, mas há muito para explorar. Na minha visão, era possível ter criado uma série ou contar sobre a revolta dos robôs com um prelúdio que seria mais interessante.
Gamerdito (Veredito) de The Electric State
Embora trouxesse visuais bem trabalhados, alguns robôs foram deixados de lado, o que faria mais sentido, em vez de focar apenas em ambientações fechadas. Entendemos que desenvolver um filme nessa escala tem um custo maior, mas, do jeito que foi, acabou jogando dinheiro fora. Como o querido Chris Pratt está no elenco e é um chamariz de audiência, ao menos na primeira semana deverá ser o filme mais assistido em março na plataforma.
Por fim, finalizo essa crítica com uma nota 2,5/5 devido a algumas pontas soltas, com uma trilha sonora que aprovo, contudo, deixando o ambiente mais clean e amenizando o efeito sombrio. Isso acabou removendo toda a essência da obra original e sua originalidade dos visuais, que fariam total sentido para a trama. Caso esteja curioso em assistir, o longa-metragem está disponível exclusivamente na plataforma de streaming para os assinantes da Netflix.
Lembrando que um jogo intitulado The Electric State: Kid Cosmo ficará disponível para todos os assinantes que possuem um smartphone com sistema operacional Android na Google Play ou iPhone/iPad na Apple Store. Você poderá conhecer um pouco mais dos personagens ao se aprofundar através do game.
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Quando ouvi pela primeira vez a música do Avenged Sevenfold, salvo engano, foi no Yahoo Music, com a canção ‘Unholy Confessions‘, do álbum Waking The Fallen. Nesse mesmo projeto de 2003, incluía ‘Chapter Four‘ e ‘Eternal Rest‘, músicas de que gostava bastante naquele período. Depois vieram ‘Burn It Down‘, ‘Bat Country‘, ‘Beast and the Harlot‘, ‘Blinded in Chains‘, ‘Seize the Day‘ e ‘Trashed and Scattered‘, do mítico álbum City of Evil, de 2005, que é o meu favorito da banda até hoje.
‘M. Shadows‘, com seu vocal inconfundível, em uma época em que muitas bandas de metalcore estavam em evidência, conseguia se sobressair. Além disso, os acordes pesados de Synyster Gates fizeram o grupo ganhar popularidade não somente nos Estados Unidos, mas mundialmente. Suas canções ecoam profundamente, falando de perdas, solidão, crescimento pessoal e existencialismo. Mesmo com a perda de James ‘The Rev‘ Sullivan, o baterista da banda, em 2008, um dos compositores, o grupo conseguiu se manter no auge, ganhando mais popularidade e inclusive com passagens pelo Brasil.
Agora, em 2025, a banda de metal retorna ao Brasil para dois shows épicos: um em Curitiba e outro na cidade de São Paulo. No último ano, eles se apresentaram no palco principal durante o Rock in Rio, na edição especial de 40 anos. Chegou o momento de os paulistas e curitibanos terem o retorno desse fenômeno do metal atual. Mesmo com o rock não conseguindo o destaque que existia na última década, percebemos que o jargão é verdadeiro: ‘O Rock n’ Roll não morreu‘. São 11 anos sem a banda pisar em solo paranaense, e será um mega espetáculo, com ingressos que devem esgotar meses antes da exibição oficial do show.
Datas dos shows em Curitiba e São Paulo
A Pedreira Paulo Leminski será o palco desta apresentação, em 2 de outubro de 2025, com capacidade máxima para 24 mil espectadores, localizada no bairro Abranches, em Curitiba. O show terá abertura de Mr. Bungle e Karen Dió para aquele esquenta antes dos integrantes do A7X subirem ao palco.
Enquanto isso, no dia 4 de outubro, dois dias após a apresentação no estado do Paraná, eles desembarcam em São Paulo para o grand finale. O Allianz Parque, atual casa dos principais megashows da cidade e estádio do clube de futebol Sociedade Esportiva Palmeiras, acomodará uma multidão de fãs e apaixonados por metal. Os shows de abertura serão com A Day To Remember — banda que acompanhei muito na minha adolescência, com singles de respeito como ‘The Downfall Of Us All‘ e ‘If It Means A Lot To You‘ (que faz parte da minha playlist no Spotify). Além de Mr. Bungle e Karen Dió, que também fazem a abertura do show no Paraná.
A pré-venda de ingressos está liberada desde o dia 18 de março e vai até as 11h (horário de Brasília) do dia 20 de março, no site da Eventim (acesse aqui), e a venda geral terá início em 20 de março, ao meio-dia.
Avenged Sevenfold retornará ao Brasil com shows épicos! 37
Esse é aquele show que vale a pena conferir, e quero muito poder presenciar duas bandas que cresci ouvindo, principalmente naquele período em que somos mais rebeldes. Saudades dos anos 2000, quando tive a oportunidade de conhecer e divulgar diversas bandas que estavam começando e depois despontaram mundo afora.
Meus gamernéfilos, vocês também são fãs de Avenged Sevenfold e A Day To Remember? Deixem nos comentários, vou adorar saber se curtem esses dois grupos. Caso não façam ideia de quem são, estarei adicionando o Spotify com o perfil oficial das bandas e artistas participantes desses dois eventos musicais: A7X, A Day To Remember, Mr. Bungle e Karen Dió.
Se você ainda está se recuperando do terceiro episódio de Demolidor: Renascido, esteja pronto, porque o quarto já está disponível no Disney+. Na semana passada, vimos Matt Murdock encarar um embate interessante nos tribunais, defendendo sua visão de justiça com aquela intensidade que só Charlie Cox consegue trazer. E, como se não bastasse, uma reviravolta envolvendo o Tigre Branco deixou todo mundo de queixo caído, mexendo com as peças do tabuleiro em Hell’s Kitchen.
Agora, o Homem Sem Medo chega a outro momento crítico na trama, e a plataforma da criadora do Mickey não está dando trégua para quem acompanha essa nova fase do herói. Também continuamos com conflito do Wilson Fisk e sua amada Vanessa. O Justiceiro deverá fazer uma pequena visita ao nosso advogado.
Como assistir ao episódio 4?
O episódio 4 já está lá, pronto para ser maratonado, trazendo mais da ação visceral e dos dilemas morais que fazem Demolidor: Renascido se destacar no Universo Cinematográfico da Marvel. E, para quem ainda não entrou nessa, tem uma boa notícia: até 30 de março de 2025, novos usuários podem aproveitar o Disney+ por R$ 9,90 ao mês durante quatro meses. Aproveite nesse link, além do temerário, um catálogo extenso com filmes da Marvel Studios, NatGeo, Espn, princesas Disney e muito mais.
Episódio 4 de Demolidor: Renascido já está disponível no Disney Plus 40
É a chance perfeita para adentrar na série e no catálogo inteiro da plataforma sem pesar no bolso. Então, se você curte ver Matt equilibrando as balanças da justiça e as ruas de Nova York, não perde tempo — o diabo de Hell’s Kitchen não para, e o próximo capítulo já está te esperando.
Daredevil: Born Again | EPISODE 4 TRAILER CONCEPT | Disney +
Se você é como eu e vive correndo contra o tempo, mas não quer abrir mão de curtir um bom jogo, talvez valha a pena dar uma chance ao Assassin’s Creed Shadows pelo NVIDIA GeForce Now. O novo capítulo da saga da Ubisoft, que finalmente nos leva ao Japão feudal com samurais e ninjas, e jogá-lo na nuvem pode ser uma mão opção para quem não tem paciência de downloads — ou hardware — para lidar com instalações demoradas e atualizações infinitas. Recomendo o título, pois desenvolvi uma review interessante que pode ser lida nessa página.
Uma das coisas mais legais de usar o GeForce Now é que você não precisa de um PC de última geração para rodar Shadows com gráficos decentes. O jogo é pesado, com iluminação realista, sombras dinâmicas e um mundo aberto cheio de detalhes, mas os servidores da NVIDIA fazem o trabalho sujo por você.
Se sua internet for estável — uns 25 Mb/s (adicionaria mais)… já seguram 1080p a 60 FPS —, dá para adentrar na história de Naoe e Yasuke sem se preocupar, evidente que sua internet melhor quando é fibra e estável. Isso evitará travamentos ou com o barulho do seu computador implorando por misericórdia. E olha, para quem está sempre pulando entre dispositivos, tipo do notebook paro celular, o GeForce Now deixa você continuar de onde parou sem complicação.
Como adicionar o Assassin’s Creed Shadows ao Nvidia GeForce Now
Agora, se você já tem uma assinatura do Ubisoft+, aí a coisa fica ainda mais interessante. Com o Ubisoft+ Premium, todos os títulos disponíveis no catálogo que você importa para a nuvem automaticamente aparecem no GeForce Now, incluindo a franquia Assassin’s Creed. Isso significa que Shadows já chega pronto para jogar no lançamento, sem precisar baixar nada. É só abrir o aplicativo, logar e partir para a ação — perfeito para quem, como eu, não aguenta esperar. Além disso, você tem acesso aos outros jogos da série na mesma tacada, caso bata aquela vontade de revisitar Odyssey ou Valhalla.
Recentemente o serviço do GFN adicionaram franquia completa de World of Warcraft, alguns jogos de Monster Hunter, incluindo o sucesso mundial Wilds, Stalker 2 e muito mais.
Outro ponto que me ganhou é a praticidade. Não precisa ficar gerenciando espaço no HD ou rezando para o patch do dia não quebrar tudo. O GFN mantém os jogos atualizados nos servidores deles, e com o Ubisoft+ integrado, é como se você tivesse uma biblioteca da franquia inteira na palma da mão. Para quem curte furtividade com a Naoe ou o combate bruto do Yasuke, mas não quer perder tempo com configurações, é uma solução que encaixa direitinho na correria do dia a dia.
Claro, não é perfeito. Se sua conexão oscilar, você vai sentir — e o plano gratuito, com filas e sessões curtas, pode testar sua paciência. Mas com um plano pago e uma internet razoável, jogar Assassin’s Creed Shadows pelo GeForce Now é uma forma esperta de aproveitar o lançamento sem se estressar. E com o Ubisoft+ trazendo o catálogo direto para nuvem, você já entra no Japão feudal com tudo pronto, sem desculpas para não experimentar.
O jogo Assassin’s Creed Shadows disponível nas plataformas desde 20 de março de 2025. Ele poderá ser jogado no PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC.
Observação: O site MeuGamer não possui nenhuma parceria de comissão com a NVIDIA ao indicar os serviços da plataforma na nuvem. Nossa recomendação do GeForce NOW tem como único objetivo informar e ajudar os leitores que não possuem um setup robusto, mas querem aproveitar Assassin’s Creed Shadows da melhor forma possível. Sabemos que a paixão pela franquia vai além das limitações de hardware, e alternativas como essa tornam o jogo mais acessível para todos.
Nos dias 22 e 23 de março, São Paulo recebe a terceira edição da Convenção Brazil Mobile (CBM), evento voltado ao varejo mobile que tem se consolidado como um dos principais do setor na América Latina. Realizado no Distrito Anhembi, o encontro reunirá lojistas, fornecedores, desenvolvedores e tomadores de decisão em busca de tendências, novidades e oportunidades de negócio. Se o seu negócio trabalha com celulares (smartphones) seja sistema operacional Android ou iOS, uma visita é o suficiente para ampliar seus horizontes de oportunidades!
A expectativa é de que a edição de 2025 registre um crescimento superior em relação ao ano anterior. A área do evento será ampliada para 10 mil m², o dobro do espaço utilizado em 2024, e o número de expositores deve ultrapassar os 100 estandes, atraindo cerca de 10 mil visitantes. O investimento também acompanhou essa evolução: enquanto a última edição contou com um aporte de R$ 1,5 milhão, a organização prevê um orçamento de R$ 3 milhões para este ano. Considerável para as ambições de seu criador, Cadu Oliveira, que começou de forma ousada e agora está em expansão. A Eletrolar Show firmou uma parceria direta, na qual nosso site esteve presente quando a organização anunciou o acordo.
Marcas e Palestrantes Confirmados na Convenção Brazil Mobile 2025
Entre os expositores, estão empresas como Xiaomi, Honor, Realme, Rock Space, Quartt, HPrime, Devia, Blueo, Hoco; Shield, Aiwa, Hrebos, Skaiky, Playmobi, Lag Boss e Alaska Tech, que apresentarão lançamentos e soluções para o mercado. Além da área de exposição, o evento contará com palestras de executivos do setor, incluindo André Vernareccia (TikTok), Dafne Blaschkauer (ex-Apple e Nike), Luciano Barbosa (Xiaomi Brasil) e Marcus Marques (Grupo Acelerador).
Expansão e Consolidação do Evento
A CBM tem demonstrado uma trajetória de crescimento desde sua primeira edição. Em 2023, o evento começou com 1.000 m² e um público mais restrito. Já em 2024, a área foi expandida para 5.000 m², e a feira recebeu 6 mil visitantes. Agora, com o dobro de espaço e um aumento expressivo de investimentos, a expectativa é consolidar a convenção como um ponto de referência para o setor mobile no Brasil e na América Latina.
Oportunidades para o Setor
o evento da CBM busca se posicionar como uma plataforma de negócios, conectando fabricantes, distribuidores e lojistas em um ambiente propício para parcerias e negociações. Com o crescimento do comércio mobile e a demanda por inovação no setor, eventos como este ganham relevância no calendário do varejo tecnológico. Nós do MeUGamer estaremos presencialmente cobrindo essa terceira edição.
Mesmo com o cenário atual é válido conferir toda expansão e investimentos no mercado nacional, em outras palavras, a CBM 2025 é o ponto para uma checada. Faça sua inscrição gratuitamente no site oficial, para obter acessos exclusivos e benefícios. Confira também os planos com pacotes interessantes!
A “Warner Bros. Games” anunciou mais uma temporada competitiva com a abertura das inscrições para a etapa brasileira da Liga Latina, torneio regional da Pro Kompetition de Mortal Kombat 1. O certame, que também abrange México, Norte da América Latina e Sul da América Latina, oferece ao campeão de cada região uma vaga no prestigiado Final Kombat World Championship, garantindo a presença de ao menos um brasileiro no mundial.
No Brasil, a Liga Latina está programada para abril, com qualificatórias online nos dias 5 e 6, e 12 e 13, permitindo ampla participação. A grande final, reunindo os 8 melhores, será presencial em São Paulo, no dia 31 de maio, aberta ao público mediante cadastro. O vencedor carimba o passaporte direto para o Final Kombat. As inscrições já estão disponíveis no site oficial, e mais detalhes serão divulgados no Warner Play.
Inscrições Abertas para a Etapa Brasileira da Liga Latina de Mortal Kombat 1 42
Este é o terceiro ano consecutivo que o Brasil sedia a competição, reflexo do talento local e do apoio da Warner Bros. Games ao cenário nacional. Em 2024, o campeão Zeeus brilhou, alcançando o 3º lugar na EVO – melhor resultado brasileiro na história – e destacando-se no Final Kombat.
Além disso, o país receberá outra etapa de peso: a Pro Kompetition na gamescom latam 2025, no Distrito Anhembi, São Paulo. No dia 2 de maio, a partir das 12h, as disputas ocorrem no estande da Warner, seguidas pela final no dia 3, às 15h, na e-sports arena, com entrada livre para o público do evento. Os participantes acumulam pontos para o ranking global, onde os 8 melhores, ao fim de 10 torneios presenciais mundo afora, também garantem vaga no Final Kombat. Inscrições estão abertas no site oficial, e ingressos para a gamescom latam já estão à venda.
Os desta mítica franquia sabem sua real relevância no Brasil e no mundo dos e-sports.
Assassin’s Creed Shadows era um dos jogos mais aguardados de 2024 antes do seu lançamento para 20 de março de 2025. O título, levando a franquia dos assassinos para o Japão feudal, se tornou um verdadeiro hype quando anunciado pela desenvolvedora francesa Ubisoft. Era um verdadeiro sonho dos fãs, mas esse anúncio aconteceu um pouco tarde; jogos como Ghost of Tsushima, Sekiro e até o próprio Rise of the Ronin representam bem o Japão com seus ronins.
Ainda assim, trouxe uma expectativa positiva como essa trama se comportaria em um dos países mais isolados no fim da Idade Média. Apesar de todas as guerras que os japoneses haviam sofrido anteriormente, eram de povos vizinhos que ousavam cruzar sua ilha ou até mesmo eles invadirem. Mas nunca europeus chegando diretamente na Terra do Sol Nascente, como conhecidos. Os portugueses foram os primeiros estrangeiros de origem europeia que puseram os pés em uma das ilhas em 1543; nesse período, o Japão passava por intensa guerra civil.
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Mesmo com desconfianças, eles foram aceitos em virtude de suas armas de fogo e também do poder marítimo que os japoneses viam como uma aliança. Ao longo dos anos, Oda Nobunaga crescia com sua astúcia e determinação impiedosa, sendo um poderoso daimyō, iniciando seu governo por volta de 1568. Nesse período de unificação do Japão, ele batalhou e conquistou diversas províncias sob seu comando. Também capaz de tudo para se manter no poder, até aniquilar seus aliados, caso tivesse convicção de que poderia ser superado por eles.
É quando iniciamos nossa história durante o período Azuchi-Momoyama, que marca a fase final do período Sengoku. Os padres jesuítas, em busca de levar o cristianismo para todo o mundo, começaram a tentar catequizar os japoneses. Alguns jesuítas aparecem no jogo e também trazem Yasuke para o Japão, onde despertou interesse do daimyō. Nesse ponto, a Ubisoft consegue explorar uma trama para deixar o jogador ciente dos acontecimentos. Visto que no início do jogo são quase 15 minutos de diálogos e cenas cinematográficas aprofundando o enredo. Nesse momento, o guerreiro africano se alia ao exército de Oda Nobunaga, começando sua jornada de incursão por diversas províncias.
Na sequência, conhecemos Fujibayashi Naoe, uma jovem que teve seu vilarejo devastado por uma das ações do daimyō. Com instinto de vingança, logo jurou honrar o nome de sua família e todo o legado inicial por seu pai, Nagato. Esse que teria uma grande reviravolta e fará todo sentido para que Naoe prossiga determinada.
Assassin’s Creed Shadows é uma revolução da franquia?
Agora que fiz toda essa introdução, é hora de focar no que realmente interessa aos nossos leitores: a jogabilidade. A história do jogo já foi amplamente explorada ao longo dos meses que antecederam seu lançamento oficial. A jovem ninja e um homem da África, devido ao seu físico e estatura, encantou Nobunaga. Além disso, os assassinos estavam no Japão ocultamente, como a hidden blade; se eles estavam ali, os templários também. Evidentemente, a gigante francesa, com a oportunidade de criar um épico no Extremo Oriente, focaria nesse conjunto de ilhas míticas.
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Eles resolveram trazer alguns elementos como mudança de clima; então, há pancadas de chuva e tempestades, nevoeiro, ventanias, frio intenso, bem no clima das estações do ano. Contudo, em partes que há neve, os personagens não sentem o frio extremo, mesmo com um traje leve. Pelo físico da Naoe e suas roupas, principalmente o efeito de RPG, isso deveria ser levado em consideração. Mesmo seu personagem ficando lento, a roupa não condiz com o clima e, na realidade, ela teria uma hipotermia e faleceria em pouco tempo. Algo ignorado pela desenvolvedora, que poderá gerar reclamações por parte dos usuários que priorizam RPG. É possível encontrar alguns soldados da guarda passando frio apenas com palha entre seus ombros, mas sem camisa; eles fazem todo o movimento característico.
Até mesmo em Assassin’s Creed Valhalla, o protagonista Eivor Varinsdottir utilizava roupas mais coerentes com aquele clima inóspito para sobreviver em ambientes gélidos. Essas temporadas vão de fato influenciar na parte furtiva; folhas, gelos, lagos sofrem dessas mudanças de estações do ano ou período. É uma novidade para a saga e título de Assassin’s Creed Shadows.
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Você pode estar se perguntando se o jogo é um verdadeiro desastre e deveria comprar o jogo?! Mas é nesse momento que podemos ficar surpresos. Toda a campanha da Ubisoft girava em torno de Naoe e Yasuke, que os jogadores teriam combates diferenciados. Seja ele com a ninja em modo furtivo e o guerreiro, que muitos recusam chamar de samurai, sendo mais tanque, lutando corpo a corpo. Em Assassin’s Creed Shadows, com os adiamentos, fica claro que o marketing focou algo que de imediato não acontece. Sem spoiler, mas isso tem que ser mencionado para quem está esperando adquirir o título baseado na minha review. Só posso dizer que ele é totalmente diferente do que todos pensavam; é quase o mesmo marketing sobre o filme Elementos, da Disney e Pixar. As pessoas esperavam algo com dúvida se iriam ao cinema; porém, seu boca a boca fez ele ter bilheterias maiores.
Já em Shadows, parece que será a mesma coisa — não estou dizendo que é algo surpreendente ou épico. No entanto, todo aquele susto que a comunidade estava sofrendo pode ser amenizado. Uma coisa que há de ser dita: a publisher cortou história; quando jogamos, percebemos que ocorreram mudanças significativas. Se foram para melhor ou pior é difícil dizer em seu contexto geral; acredito que tenha melhorado e focado mais na trama.
Criando seu próprio vilarejo
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A ideia de explorar uma reconstrução de uma vida perdida e mostrar o crescimento da personagem é válida. Ela não é uma Mary Sue, como pintava aparentemente; ao contrário, tem suas limitações, chegando a sofrer grave risco de morte. É uma resposta para dizer — “vejam, eu sou humana e tenho meus problemas pessoais”. Sinceramente, gosto de quando tentam humanizar um personagem para ficar mais realista. Mencionei que é uma reconstrução tanto espiritual quanto humana; os resgatados acabam virando um aliado, tanto na reconstrução do seu vilarejo como na utilização de coleta de recursos. Podemos pedir para descobrir novos locais, localizar alvos, pegar os recursos e também lutar ao lado da Naoe. Essas construções servem como um esconderijo nosso e dos seus aliados.
Caso seja um apaixonado por paisagismo, provavelmente vai gastar muitas horas decorando seu local. Pois é possível posicionar os objetos em diversos locais; não sendo permanentes, você consegue remover do local e adicionar em outro, sempre trazendo uma perspectiva visual agradável.
Os desejos e expansão do novo mundo
Enquanto isso, a vontade de justiça para honrar sua família continua e, à medida que avança na história, descobre novos envolvidos. Aqui não há muita piedade como nos demais títulos, que você tentava compreender as eliminações. Agora astuta, cada passo é prevendo como será seu próximo alvo, mesmo fazendo alianças duvidosas visando encontrar o alvo. Adição dos portugueses ao jogo, mesmo quando não há muita diferença. Suas tecnologias de armas de fogo dão um diferencial; com essa expansão de mundo, só que nada supera a furtividade e a boa e velha katana.
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A lâmina oculta deveria ser algo mais usual, como de costume, chegando em momentos furtivos, mas com uma katana é quase impossível resistir e acabamos utilizando-a. Ao todo, são possíveis manusear três tipos de armamentos: katana, kusarigama (relativa numa foice presa a uma corrente) e tantō, uma espada de mão curta — utilizada também no ritual do seppuku pelos samurais no Japão. Na imagem, observem que possui pontos para evolução com um RPG; não será qualquer ataque que poderá penetrar um oponente. Se tiver um combate direto com samurai, mesmo em modo furtivo, se o seu nível for inferior, não conseguirá abater na surdina. Há níveis de evolução para personagens; o mesmo vale para os adversários que enfrentamos. É possível utilizar como recursos shuriken (famosas estrelas), bomba de fumaça, sino de shinobi, kunai e outros. Aos apaixonados por modificar aparência das armas, o transmog vai permitir isso e poderá deixar o seu equipamento mais atual. Suas armas vão ficar atraentes, desde a lâmina, o cabo e outros detalhes. Sei que isso não faz muita diferença na hora do combate, é apenas estético, mas para quem gosta é interessante.
Adentrando no combate
O que é um desejo dos leitores, encontrei altos e baixos. As movimentações inéditas que não havia em outros jogos da franquia Assassin’s Creed: a própria Naoe possui pulos iguais aos ninjas dos filmes dos anos 80. O mesmo vale para quando enfrentamos alguns inimigos; dependendo da sua classe, ele fica pulando mais que Fei Long no jogo do Super Street Fighter II. Eu considero positivo e cada “chefão” traz técnicas variadas baseadas no seu estilo de luta ou documentado nos livros. Os personagens históricos são representados; a maioria são vilões e traz referência aos grandes nomes da arte da guerra japonesa e luta.
Esses adiamentos fizeram a Ubisoft focar em diversos detalhes; entretanto, na minha opinião, o combate precisa de maior cadenciamento. Ao mesmo tempo, não é o fiasco como boa parte da comunidade acreditava e já mencionado. As lutas, horas, são muito interessantes e funcionam; em outros momentos, podem deixar a desejar! Barulho das espadas, membros para todos os lados, técnicas de combate para saber o momento certo de quebrar a defesa — tudo é louvável. Por outro lado, alguns NPCs, na hora do embate, eram lentos ou ficavam assistindo seus companheiros serem derrotados. Já em outras ocasiões, eram tão rápidos que chega a ser impossível conseguir contra-atacar. Os jogadores mais exigentes podem ser uma crítica; na minha visão, é algo que deve ser resolvido nas próximas atualizações. Lembrando que essa análise está sendo desenvolvida antes do lançamento oficial. Normalmente, as empresas costumam lançar patches (pacotes de atualização) no dia oficial de lançamento do jogo. Vocês perceberam que citei que o foco continua com elementos de RPG e o combate para derrotar exige estar no mesmo nível ou próximo para ter uma chance de vencer. As armaduras possuem níveis, então, bom saber como atacar.
Não adianta ir furtivo; seu personagem tentará eliminar um sentinela, samurai, ronin, sem sucesso. Eles fazem isso para que não tenha uma maior liberdade e avançar na história, ignorando outras partes importantes. Confesso que, nesse quesito, eu até gosto quando podemos eliminar os oponentes independentemente do nível; cria uma atração mais instigante. Alguns usuários podem não ter tanta paciência, principalmente os usuários que conheceram o jogo através de Assassin’s Creed Mirage, que estava mais para um arcade de ação, aventura, ao invés de RPG. Claro que, desde Origins, uma pegada mais RPG foi adicionada e consolidada entre Odyssey e Valhalla. Uma dinâmica mesclando o mesmo que Mirage iria atrair muito mais os jogadores no quesito de imersão. Antes que eu esqueça, ela poderá abater um inimigo próximo mesmo que o outro não observe, devido ao kabuto, o capacete japonês usado pelos samurais. Naquele período, alguns podiam limitar um pouco a visão periférica, dependendo do design. Por isso, pode parecer um problema de programação ou bug, mas é normal.
As lutas não são complicadas e não incluíram elementos de soulslike; trouxeram uma melhoria na luta que já existia na própria franquia. A personagem não necessita ter que esquivar por diversas vezes para conseguir um golpe perfeito ou ser eliminado 200 vezes para progredir. Basta ter calma e atacar no momento correto, que já é quase certo de conseguir tirar danos dos lacaios. Todos com seu grau de dificuldade e estilo próprio, principalmente os Onryo, que viraram seus fantasmas do passado que estão na lista de vingança de Naoe.
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Gráfico do jogo
Graficamente, as animações são satisfatórias; os personagens, os diálogos, seja até em português do Brasil, como no original, são boas. Não há nada muito profundo, mas compreendemos a intensidade de suas palavras. As partes cinematográficas tiveram um capricho da Ubisoft e sua equipe de apoio para o CGI; posso dizer que está de parabéns. Quem é fã da cultura japonesa e todos os seus clãs sentirá como era aquela tensão da época. Nunca confie em ninguém; alguns provérbios são utilizados para expressar atos dos personagens principais. O que é admirável, considerando jogos que hoje preferem adicionar “cês”, “vambora”, “mano”, entre outras gírias do cotidiano atual. Não duvide que isso poderia ocorrer mesmo em um jogo de época!
No quesito gráfico, as animações estão dentro do padrão, com ray tracing funcionando bem e suporte a DLSS, oferecendo uma experiência visual otimizada. Testamos o jogo em uma RTX 3060 e, em nenhum momento, o jogo crashou ou apresentou problemas de bugs. Em questão de lags, foram poucos, muitos em animações com muitos acontecimentos, mas nada que atrapalhasse minha experiência.
Embora esse meu elogio possa ser uma contradição quando observado as pessoas que convivem nas províncias que visitamos. Estamos acostumados com uma cidade ou vilarejo com todos os personagens interagindo nos jogos mais recentes. Conversando quase que o tempo inteiro, movimentação interagindo. Atualmente, os japoneses passam uma característica mais reservada; será mesmo que eles eram assim no período que Oda Nobunaga comandava? Tenho minhas dúvidas; esses NPCs não são tão ativos e poderá gerar uma certa estranheza aos fãs mais fervorosos acostumados com todo o agito das cidades.
Havia mencionado do clima do jogo e suas estações; visualmente, o entardecer, o porto e todo arraial que é gerado entre vegetação e mar são esplêndidos. A fauna é bem representada com os animais típicos daquela região e são vivos; você também consegue interagir com cachorros e gatos. Podemos observar Akita Inu para todos os lados; provavelmente ouviu falar nessa raça de cão devido ao Hachiko, que continuou esperando pelo dono em uma estação de trem no Japão muito tempo depois da morte dele. Virando filmes, livros, quadrinhos e muito mais, inspirado nesse cãozinho.
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O mais importante a ligação entre Naoe e Yasuke
A trama é profunda e parece que, depois dos ajustes, a Ubisoft preferiu seguir os fatos reais dos acontecimentos daquele período de grande conflito militar do Japão. Os protagonistas exibem dores distintas e sabemos que ambos querem recomeçar e deixar o vento levar seus destinos. O começo entre eles não foi com ventos favoráveis; dúvidas, desconfianças e uma persona improvável para fazer essa ligação. Eles precisam lidar com diferenças que fizeram chegarem em determinado ponto para aliar seus destinos em um sim. Como vocês já devem saber, o Yasuke possui maior força e seus golpes são mais potentes, e a Naoe é mais frágil em dissipar golpes e mais rápida.
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Ao contrário do que todos achavam, devido à agilidade da personagem, ela consegue liquidar muitos adversários tranquilamente. Você pode alternar entre os personagens para determinadas situações como rapel, parkour, mas há possibilidades de usar apenas o mesmo para todas as ocasiões. Exceto em alguns quebra-cabeças, câmaras secretas que obrigará escolher o mais bem preparado para entrar nos locais. Isso se desejar algo mais facilitado para não gastar muito do seu tempo. Os minijogos são interessantes; encontramos alguns NPCs e podemos participar dos seus desafios. Nada muito complicado e sendo possível adquirir itens valiosos ao cumprí-los. Quando o nosso mítico personagem entra em ação, você consegue sentir seu poder de ataque e destruição; devo evidenciar que tem presença. Apesar de suas buscas por respostas e querer se aprofundar mais no sentido mítico dos assassinos. É um personagem que entra para a história da franquia, que deixou sua marca, seja para o lado positivo ou negativo. Enquanto isso, Naoe, ela não é genérica como a princípio estavam tentando rotular e percebemos sua transformação ao longo da jornada.
Uma coisa que mostra como o Seu Madruga sempre dizia no seriado do Chaves: “A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena” e é bem real. Qual é o preço que se paga para tentar fazer justiça, mas essa justiça acaba ultrapassando o desejo de vingança? Quando você mesmo acaba sendo mais um tirano dentro de sua tirania, que acaba o cegando. Aquilo que deveria trazer paz só traz mais desgraça e sofrimento aos envolvidos. Isso é algo que eles vão descobrir juntos e o plottwist é o ponto forte dessa trama. Podem ficar tranquilos, que não haverá spoilers nesse sentido para que vocês descubram; quem sabe no futuro eu crie algo só com spoilers para instigar a jogar mais e mais.
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Junjiro, um jovem sobrevivente, conviverá com o que sobrou do povoado de Iga, ao qual nossa ninja faz parte. É uma balança que ensina como viver em harmonia e liberar perdão é eficaz para curar dores. O jovem teria todos os motivos do mundo para odiar seus companheiros e, relutando, compreendeu logo cedo que vingança não é o caminho. Essa parte do arco é algo que todos devem observar com atenção, que acaba emocionando e você consegue compreender sua dor. Deixando todos pensarem do que adianta o ódio se no fundo seu coração continua como uma pedra.
Trilha sonora extraindo um japão que o mundo sempre quis conhecer
A trilha sonora, quem acompanha o site do MeUGamer em minhas publicações sobre trilha sonora original, deve ter conferido minha review sobre as músicas do jogo. Foi uma prévia disponibilizada pela própria Ubisoft com participações de The Flight, TEKE::TEKE. Logo, uma versão final também foi disponibilizada nas plataformas de streaming de música, como o Spotify. Essa versão final também vou publicar no site sobre minhas impressões. Algumas canções possuem vocais e, durante lutas, podem ser ouvidas; na minha opinião, algumas acertadas; na batalha do castelo de Oda Nobunaga, acredito não ter feito grande impacto. No geral, é promissor e mescla com instrumentos tradicionais do Japão, como taiko (tambor), biwa, shakuhachi (flauta), koto e a essência do Oriente Médio, típico da franquia do jogo. Falando em taiko, em determinados acampamentos, como em todas as províncias, encontramos personagens conhecidos como taiko-yaku, manuseando-os. Podemos ver que as tradições japonesas e sua cultura daquele período estão respeitadas.
Suas partituras entregam um êxtase de pensamentos de solidão e esperança; essa época que muitos pelo mundo possuem desejo de conhecer. O passado é sombrio, mas ter uma visão de como seria aquele ambiente e todas as intrigas e desejos valeria olhar.
Visões da águia
As visões da água e os pontos de descoberta continuam em Assassin’s Creed Shadows, trazendo de volta mecânicas clássicas da franquia. Esses elementos enriquecem a exploração do Japão feudal, destacando cenários aquáticos e incentivando o jogador a desbravar o mapa com detalhes visuais. Eles foram aprimorados para uma imersão e as marcações estão melhores de identificar os inimigos.
Naoe utiliza bastante essas ferramentas para adentrar áreas estratégicas, aproveitando sua habilidade furtiva ao máximo. Com as visões da água e os pontos de descoberta, ela planeja infiltrações precisas, tornando-se essencial para progredir nas missões com agilidade e stealth.
Por fim
Posso dizer que minha jornada finaliza com aquela esperança que esse título deveria ter entregado o que os fãs desejavam desde o início. A Ubisoft pode ter perdido milhões em vendas por puro orgulho e não abrir o jogo para sua comunidade. O desespero dos acionistas, em conjunto da pressão sob a família Guillemot, reverteria em dividendos. Um site extraindo o lado positivo, enquanto os mainstreams criticando por falta de inclusão ou retirada dela. Só afastará o público apaixonado por Assassin’s Creed Shadows, o que é triste. Tenho esperança que o público, ao ler esta análise do jogo ou assistindo aos gameplays, mudará de ideia. O fato que pode ser tarde para a gigante japonesa de franquias míticas conseguir barganhar suas ações com Tencent ou outra interessada nos ativos.
Gamerdito (Veredito) é o que importa no fim das contas
Assassin’s Creed Shadows possui seu próprio carisma; Yasuke tem imponência nas vezes que aparece e quando exigido. Naoe é uma jovem que vai crescendo seu protagonismo de modo gradual, sem ter que forçar e explorar algo que não existe. Ficando claro que seus anseios podem ultrapassar suas vontades. A cegando para o que realmente estava destinada desde o início. Mesmo com a reformulação de diversas cenas, ficando evidente e até perceptível com Naoe aparentemente conversando sozinha, o que deveria ter outro personagem. Recomendo o título para os veteranos e novos fãs da saga dos assassinos.
Com diversos personagens históricos do Japão, Europa, o jogo possui um pano de fundo com seu Codex grandioso, contando a história do jogo através da literatura. Os desenvolvedores conseguem fazer todo esse trabalho de modo perspicaz, já reconhecido por todos os jogadores. As missões do Animus que aprimoramos e liberamos memórias dos jogadores. O enredo e diálogos não são cansativos; percebemos que estamos em uma situação que ninguém é confiável. Gosto quando um jogo consegue entregar essa perspectiva, já que o mundo real é similar ao encontrado no jogo. Levando para as missões secundárias opcionais, que aumentam melhorar nossas habilidades, nível, conhecemos mais da trama. Deixando o conteúdo rico de informações e descreve aquele período. Com guerras intensas dos Onin e próximo do fim do período do Sengoku.
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Se me perguntarem se vale a pena jogar Assassin’s Creed Shadows, minha resposta é sim! Esqueçam tudo que lhe falaram e controvérsias antes do lançamento. Sua desenvolvedora percebeu que a solução é ouvir os feedbacks daqueles que investem no seu futuro. Trouxe um jogo respeitoso para a cultura japonesa e para os fãs ocidentais. Qualquer crítica fora desse sentido é procurar “pelo em ovos” e o melhor é apreciar.
Outrora, eles estavam irredutíveis em colaborar para uma narrativa sensata, colocando Yasuke como personagem central imediato. Aqui é uma inspiração da Naoe procurando uma motivação e o pano de fundo do personagem negro de suporte na sua aventura. O Japão feudal possui mais um jogo representado para entrar na lista de jogos como de ação e fantasia como Ghost of Tsushima, Nioh 2, Sekiro: Shadows Die Twice, Onimusha, entre outros.
Desfecho final
Minha nota para essa review é 8,0/10, pelo conjunto e ajustes finos, trazendo um combate bonito e coreografias inteligentes quando funcionais. Lutas memoráveis, personagens que trazem conexão, provérbios que mais parecem Buda falando. Cria uma base de atenção mediante alguns problemas técnicos que possam ocorrer durante nossa experiência. A paisagem e todo pano de fotografia belíssimas; as quatro estações do ano, uma novidade. Efeito de criação de base para expandir seus esconderijos no melhor estilo SimCity ou Cities Skylines, um artifício promissor. Sem ser revolucionário, ainda é um título que qualquer fã da saga dos assassinos deveria jogar. Mesmo os usuários que nunca jogaram, mas querem um jogo de RPG com temática do Oriente e focada no Japão.
O jogo Assassin’s Creed Shadows disponível nas plataformas desde 20 de março de 2025. Ele poderá ser jogado no PlayStation 5, Xbox Series X/S, Windows PC, macOS e iPadOS. Para os jogadores de console (PS5 e Xbox Series X/S), o lançamento ocorrerá à meia-noite do horário local. No PC, o jogo será acessível através da Ubisoft Store, Steam e Epic Games Store. Também estará disponível para Macs com Apple Silicon via Mac App Store e para iPads em data futura. Os assinantes do Ubisoft+ Premium podem jogar Assassin’s Creed Shadows desde o lançamento, aproveitando a edição premium com benefícios exclusivos.
O jogo de plataforma Shadow of the Orient, publicado pela Dolores Entertainment e desenvolvido pela Spacelab Games, ganhará uma versão oficial para consoles em 27 de março de 2025. O guerreiro Xiaolang é o único capaz de derrotar as hordas de inimigos que têm assolado o Oriente. O jogador precisará enfrentar criaturas determinadas a impedir a jornada do herói, utilizando punhos, armas e muitos dashes para desviar de ataques mortais. Sua aventura estará apenas começando.
O título está confirmado para Xbox Series, Xbox One, PS4 e PlayStation 5. Originalmente lançado para dispositivos móveis com sistemas Android e iOS (iPhone/iPad), o jogo também recebeu uma versão para PC Windows via Steam em 2024.
Shadow of the Orient dos mobiles para os consoles em 27 de março 68Shadow of the Orient dos mobiles para os consoles em 27 de março 69Shadow of the Orient dos mobiles para os consoles em 27 de março 70
Se você ainda não conhece o jogo, confira o trailer oficial de anúncio deste lançamento, disponível no topo deste artigo, que destaca a chegada aos consoles em 27 de março de 2025. A seguir, conheça algumas das principais características que você encontrará no jogo:
Principais Características de Shadow of the Orient
Belíssimo estilo de pixel art;
15 níveis para explorar;
5 níveis baseados em tempo (Modo Desafio);
3 chefes de ‘Fim de Ato’;
Jogabilidade desafiadora com inimigos dotados de IA dinâmica;
Sistema de combate corpo a corpo e à distância com armas específicas;
Itens para aprimorar o herói;
Conquistas no jogo;
Trilha sonora original composta por Genatari.
Por fim, já é possível adicionar o game à sua lista de desejos e adquiri-lo para estar pronto no dia do lançamento.
A Ubisoft Brasil lançou a música “Strike as One”, composta pelo cantor de heavy metal Edu Falaschi para promover o jogo Assassin’s Creed Shadows. Exibido durante o evento de pré-lançamento do jogo, agora os fãs podem curtir em primeira mão. Ambientado no Japão feudal, o título ganha uma trilha que combina a intensidade do metal com elementos das trilhas sonoras de Tokusatsu, gênero japonês famoso por séries e filmes live-action com efeitos visuais no estilo de Jaspion e Jiraiya. O single já está disponível e faz parte da campanha de lançamento do novo capítulo da franquia.
Falaschi, ex-vocalista do Angra e atualmente em carreira solo, destacou sua paixão pelo projeto: “Foi uma honra criar algo para um universo tão rico como o de Assassin’s Creed Shadows, unindo metal e Tokusatsu, estilos que amo. Busquei capturar a grandiosidade dos samurais e a emoção do jogo.” A composição, com letra e ritmo de sua autoria, teve gravação, mixagem e masterização por Tito Falaschi.
Além da versão em português cantada por Edu, uma adaptação em japonês será interpretada por Taro Kobayashi, conhecido por sua trajetória no universo Tokusatsu. O videoclipe de “Guerreiros das sombras”, que recria a abertura de um seriado Tokusatsu clássico, também já está disponível. Produzido pela Flashbang Co. em parceria com a Ubisoft, o vídeo mescla o estilo visual dos anos 1990 com o mundo do jogo, oferecendo uma experiência nostálgica. Assista ao vídeo na íntegra no topo desta publicação com participação de Thais Matsufugi e Zulu!.
As faixas estarão nas plataformas de streaming como Spotify, enquanto Assassin’s Creed Shadows, um RPG de ação centrado nas histórias da shinobi Naoe e do samurai Yasuke, chegará ao PS5, Xbox Series X/S, PC e MacOS. O single e o clipe já podem ser conferidos online no canal oficial da Ubisoft Brasil.
Quando Simon Stalenhag começou seu legado trazendo The Electric State para a literatura e, posteriormente, fechando o acordo dos direitos da obra com Anthony e Joe Russo, acredito que ele esperava algo grandioso. Imaginava que essa nova jornada, onde humanos enfrentam um dilema sobre o que poderá ser o futuro do mundo com inteligência artificial entre nós, se tornasse um épico. Uma obra que os irmãos Russo conseguiriam transformar em uma nova epopeia para as telas, como foi a saga dos Vingadores na Marvel.
A Netflix resolveu apostar, considerando o conjunto da obra de seus cineastas envolvidos com trabalhos no streaming como Resgate e 2. Escalou também sua queridinha Millie Bobby Brown, que fez o streaming ficar tão popular com a série Stranger Things. Ao seu lado, Chris Pratt, sinônimo de audiência mesmo no streaming, foi escolhido para o papel principal. A trama gira em torno de Michelle, que busca seu irmão, separado dela durante um grave acidente de trânsito que vitimou seus pais. Não há muito segredo: o garoto era um prodígio, mas um robô intitulado Cosmo (voz de Alan Tudyk), do qual era fã, encontra sua irmã, alegando ser a mente do menino.
Com o desejo de reconectar seu passado, ela resolve se aventurar em uma jornada, visando encontrar pistas sobre o paradeiro do caçula. Evidentemente, não será uma caminhada fácil, e nesse caminho ela conhece John D. Keats (Chris Pratt), um ex-militar considerado desertor, que possui um robô como amigo. Diga-se de passagem, os robôs estavam banidos e enviados para uma área de exclusão após a guerra que aconteceu no início dos anos 90. Qualquer humano que tivesse contato pessoal ou vínculo com eles poderia pagar multas ou até ser preso. Confesso que o robozinho Herm, interpretado na voz de Anthony Mackie, é uma válvula de escape; não chega a ser um alívio cômico, mas entrelaça o vínculo de amizade.
Para quem leu a versão original do livro, pode perceber uma diferença incrível no pano de fundo. O próprio fator retrofuturista difere das ilustrações, que exibem uma visão mais sombria em relação à do longa-metragem. Talvez a ideia fosse adaptar essa produção com uma classificação indicativa mais baixa, em vez de mirar o público adulto.
Afinal, o filme foi diretamente para o streaming, sem passar pelos cinemas, com um gasto milionário acima de 320 milhões, sem contar a publicidade global. Até no Brasil, a Netflix promoveu uma ação misturando carnaval, trazendo Millie Bobby Brown e os diretores do longa-metragem. Claro, ficamos de fora do evento, pois a assessoria do filme informou que a capacidade de pessoas havia esgotado. É tipo o Vampeta: eles fingem que nos enganam, e nós fingimos que acreditamos. Lavando essa roupa suja em plena crítica, retomamos nosso raciocínio sobre a produção.
Sobre algumas ilustrações, estarei deixando um link direto do site do autor sueco para suas comparações. Observando toda a trama e seus efeitos especiais, o filme é satisfatório e bonito, mas faltou um ambiente mais amedrontador. O aspecto apressado, sem trabalhar o carisma dos personagens, foi um problema. Ao mesmo tempo em que Michelle possuía um grande vazio e estava desesperada, de uma hora para outra ela já expressava desejo e confiança em si mesma —; o que gera confusão nos espectadores que esperavam uma construção mais sólida da personagem.
Um ponto positivo, apesar de não ser inédito e já explorado em Jogador Nº 1, de Steven Spielberg, é o quanto o filme exibe o desejo humano por escapismo. Mesmo com o mundo em condições de reconstrução, todos vivem suas vidas de fantasia. É aí que entra a Sentre e seu CEO, Ethan Skate, interpretado por Stanley Tucci, que vê uma oportunidade de acabar com a guerra utilizando a tecnologia de drones.
Segundo sua obsessão, ele não é contra robôs, mas não permite que sejam autônomos, devendo estar sempre sob controle humano. Assim, compreendemos melhor o vínculo com Christopher “Chris” Greene (Woody Norman), irmão de Michelle, considerado um novo Einstein. O desenrolar traz a ideia já conhecida de que tudo é feito para o bem, mas acaba criando consequências desastrosas.
O coronel Bradbury, com a alcunha de “O Açougueiro de Schenectady”, interpretado pelo brilhante Giancarlo Esposito, é outro destaque. Porém, parece que, desde que sua popularidade se tornou global, não conseguem mais colocá-lo em papéis verdadeiramente épicos. Assim como em Star Wars: The Mandalorian, Capitão América: Admirável Mundo Novo e agora em The Electric State, sua capacidade de vilão não vem sendo bem explorada, como nas séries Breaking Bad e Better Call Saul. Isso resulta em um desperdício de talento, já que rendição não é bem o feitio dos personagens que ele interpreta.
Nesse meio-tempo, pouco falei de Chris Pratt, pois ele é praticamente um personagem secundário, mesmo quando os momentos de maior impacto são dele. Na cena final, é possível compreender sua ligação com Herm e sentir toda a comoção entre os dois, gerando um verdadeiro elo. Por sinal, o robô é inspirado nas bonecas russas Matryoshka: há a boneca maior e, ao abri-la, encontram-se versões menores; é mais ou menos isso que ocorre.
O ator Ke Huy Quan, nosso eterno Dado de Goonies e vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, tem um papel curto, mas crucial. Como Doutor Amherst, ele é a ligação entre os protagonistas e os vilões, acrescentando dinamismo às cenas de ação.
Efeito Matrix?
Percebe-se que os irmãos Russo conseguiram tanto destaque em Hollywood que, só pelo elenco do filme, já reúnem atores experientes. Woody Harrelson, por exemplo, interpreta o Senhor Amendoim, uma espécie de revolucionário que levou os robôs a buscarem autonomia. No fundo, ele só queria igualdade e liberdade, pautas bastante atuais, sendo quase certo que diversos diálogos receberam modificações. Uma das coisas que me incomodaram é a extensa utilização do Deus ex machina, com acontecimentos previsíveis e sem explicação plausível. Sabe o efeito dos Vingadores já mencionado?
Ele ainda não saiu dos irmãos Russo, o mesmo problema que ocorreu com os irmãos Wachowski após a trilogia Matrix, quando adotaram os nomes Lana e Lilly Wachowski. Elas não conseguiram emplacar mais nenhum projeto com a mesma repercussão que a trilogia Matrix.
Ambientação musical com nostalgia
A trilha sonora original, composta por Alan Silvestri — uma parceria de longa data com os Russo —, entrega um clima apocalíptico, reforçando a tensão e os momentos mais emotivos. No entanto, o filme também faz uso de músicas licenciadas, como “Good Vibrations” de Marky Mark and the Funky Bunch (Mark Wahlberg), “Wonderwall” do Oasis, e outras, que ajudam a ambientar a história e dão um tom nostálgico/moderno conforme necessário. Curiosamente, essas faixas não estão presentes no álbum oficial da trilha sonora, o que pode desapontar quem esperava encontrá-las em uma coletânea.
Tenho que encerrar comentando sobre a atuação de Millie Bobby Brown. Ela já não é mais aquela menininha de Stranger Things, onde ficou globalmente famosa com a personagem Eleven. Em The Electric State, seu papel é pouco explorado; não há nada que exija uma grande atuação, seja nos diálogos ou nos momentos de aventura e ação. Nos momentos que são exigidos, parece que os escritores adicionaram palavras que fizeram a personagem entrar em contradições. Tentaram elevar o impacto das palavras, mas, ao mesmo tempo, você se pergunta se aquela ação fazia sentido. Essa não é uma das melhores atuações dela; até em Enola Holmes ela está melhor que aqui.
Se estiver interessado em saber se recomendo assistir The Electric State, a resposta é sim. É verdade, quando você chega em casa, não tem mais nada para fazer e quer passar o tempo. O longa-metragem da Netflix, que possui um elenco conhecido de Hollywood com os irmãos Russo na direção, é uma escolha. Não é um filme perfeito ou épico, mas há muito para explorar. Na minha visão, era possível ter criado uma série ou contar sobre a revolta dos robôs com um prelúdio que seria mais interessante.
Gamerdito (Veredito) de The Electric State
Embora trouxesse visuais bem trabalhados, alguns robôs foram deixados de lado, o que faria mais sentido, em vez de focar apenas em ambientações fechadas. Entendemos que desenvolver um filme nessa escala tem um custo maior, mas, do jeito que foi, acabou jogando dinheiro fora. Como o querido Chris Pratt está no elenco e é um chamariz de audiência, ao menos na primeira semana deverá ser o filme mais assistido em março na plataforma.
Por fim, finalizo essa crítica com uma nota 2,5/5 devido a algumas pontas soltas, com uma trilha sonora que aprovo, contudo, deixando o ambiente mais clean e amenizando o efeito sombrio. Isso acabou removendo toda a essência da obra original e sua originalidade dos visuais, que fariam total sentido para a trama. Caso esteja curioso em assistir, o longa-metragem está disponível exclusivamente na plataforma de streaming para os assinantes da Netflix.
Lembrando que um jogo intitulado The Electric State: Kid Cosmo ficará disponível para todos os assinantes que possuem um smartphone com sistema operacional Android na Google Play ou iPhone/iPad na Apple Store. Você poderá conhecer um pouco mais dos personagens ao se aprofundar através do game.
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