O nono episódio de Sentenced to Be a Hero (Yuusha-kei ni Shosu: Chōbatsu Yuusha 9004-tai Keimu Kiroku) já tem data e horário confirmados para lançamento. A série continua sua programação semanal de episódios inéditos, transmitidos oficialmente pela Crunchyroll e outros serviços de streaming selecionados.
O episódio 9 está programado para estrear no dia 5 de março de 2026. No Japão, o capítulo vai ao ar na televisão à noite, e posteriormente é disponibilizado internacionalmente nas plataformas de streaming.
Imagem: Studio KAI
No Brasil, a versão online costuma estar disponível poucas horas depois da exibição no Japão, conforme a programação da Crunchyroll em diferentes fusos horários.
A série está sendo transmitida semanalmente com legendas e dublagens em diversos idiomas, inclusive versões lançadas no mesmo dia em que saem com legendas.
O que esperar do episódio 9
No novo capítulo, Xylo e seu grupo continuam a intensificar sua ofensiva contra os reforços inimigos, cortando as rotas de apoio adversárias enquanto avançam no campo de batalha.
Durante a luta, uma criatura grotesca, um grande troll, aparece sem aviso, obrigando os aliados a reagirem rapidamente.
Nesse momento crítico, Teoritta e seu grupo se juntam a Xylo e sua equipe, aportando reforços que podem mudar os rumos do conflito. Apesar da união armada, o inimigo principal, Rideo, consegue escapar, mantendo a tensão e abrindo caminho para confrontos futuros.
Com ritmo sólido e aumento da ação, o episódio 9 expande a trama do universo sombrio da série, colocando Xylo e seus aliados frente a desafios mais brutais e inesperados. A luta pela sobrevivência e por justiça continua sendo o eixo central da narrativa.
Imagem: Studio KAI
Data e horário de estreia do episódio do episódio 09 de Sentenced To Be A Hero
A transmissão está prevista para ocorrer por volta das 11h (horário de Brasília). Como de costume, a disponibilização da legenda em português pode sofrer pequenos atrasos, variando de alguns minutos até algumas horas após a exibição original. Com transmissão oficial pela Crunchyroll.
Além de Sentenced To Be A Hero, o catálogo inclui títulos consagrados como One Piece, Jujustsu Kaisen, Naruto, Demon Slayer, Dragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.
Aviso de transparência
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a Sentenced To Be A Hero e a outros animes.
Inspirada na capivara brasileira, a Fenzza — conhecida por atuar no segmento de cosméticos — trouxe o Stitch com uma proposta diferente. O personagem aparece nas embalagens com uma fantasia de capivara, como se fosse um cosplayer do animal. A ideia é unir o carisma do personagem com um dos símbolos mais populares do Brasil.
Apesar de estar em uma feira do setor de brinquedos, a novidade não é uma pelúcia. Embora houvesse pelúcias no espaço como item decorativo, o Stitch desta linha aparece apenas como ilustração nas embalagens, representado nesse visual temático.
A linha Capy Vibes é voltada para cuidados faciais e indicada para consumidores a partir de 12 anos. Entre os itens apresentados estão sabonete líquido facial, água micelar, espuma de limpeza facial, hidratante facial e sérum facial. No estande, havia unidades para demonstração, permitindo que o público conhecesse as texturas e aplicações.
Imagem Divulgação — Créditos: Rodrigo Fernandes
Segundo a marca, os produtos atendem a diferentes perfis de clientes, desde quem já acompanha a Fenzza no segmento de maquiagem até fãs do Stitch que buscam itens de autocuidado com identidade visual licenciada. A linha deve chegar em breve aos pontos de venda e também ao site oficial da empresa.
Com a CapyVibes, a Fenzza aposta em um licenciamento forte aliado a um conceito visual que conecta cultura pop e referência brasileira. Além do icônico alienígena, a empresa também possui outros personagens da Disney em seu portfólio.
A criadora de conteúdo e influenciadora Amy Scarlet lançou, na ABRIN 2026, sua boneca inspirada em seu avatar no popular jogo Roblox. O produto integra a linha Creativebox e é produzido pela fabricante de brinquedos Algazarra. A apresentação oficial aconteceu na segunda-feira, 2 de março, e contou com a presença da própria Amy, em uma aparição surpresa para os fãs que acompanhavam o evento.
A personagem, conhecida como Scarletina dentro da plataforma, é destaque nos vídeos de roleplay publicados pela influenciadora, especialmente no famoso servidor Brookhaven. Com forte presença entre o público infantil e jovem, Amy construiu uma base fiel de seguidores que acompanham suas histórias e aventuras no game.
Durante a feira, o MeUGamer conversou com a criadora, que falou sobre a emoção de ver sua personagem ganhar vida fora das telas. Segundo ela, o momento só se tornou real quando teve a boneca em mãos. A novidade amplia o alcance da marca e leva a Scarletina agora também para as prateleiras das lojas, aproximando ainda mais a personagem de seu público.
MeUGamer: Amy, você está lançando sua própria boneca inspirada na Scarletina. Como surgiu essa oportunidade?
Amy Scarlet: No começo eu acho que o choque nem bateu direito. Quando falaram da ideia, eu fiquei feliz, mas parecia distante. A ficha caiu mesmo quando eu cheguei aqui na Algazarra e vi a boneca pela primeira vez. Fiquei muito emocionada, com o coração acelerado. Foi um momento muito especial.
MeUGamer: A Scarletina já é bastante conhecida dentro do Roblox, especialmente no Brookhaven. Como você enxerga essa conexão com o público?
AS: A Scarletina é muito conhecida por “bagunçar” dentro do Roblox, no sentido de levar alegria, diversão e muitas risadas. Eu faço muito roleplay, principalmente no Brookhaven, e o pessoal acompanha bastante. Ver isso se transformar em um produto físico é incrível.
MeUGamer: Falando em jogos, qual é o seu favorito atualmente?
AS: O Brookhaven é um dos que eu mais jogo, mas o meu favorito mesmo é 99 Noites na Floresta. Eu já consegui passar de 500 dias lá.
MeUGamer: E você joga em qual nível de dificuldade?
AS: Eu gosto de jogar no modo mais difícil, mais hardcore. Acho mais divertido assim.
MeUGamer: Como o público pode encontrar suas redes sociais?
AS: É só pesquisar por “Amy Scarlet” que já deve aparecer de primeira.
MeUGamer: A boneca já está disponível nas lojas?
AS: Ainda não. O lançamento está previsto para abril de 2026. Está na fase final, mas já chega para vocês.
A boneca Scarletina foi apresentada oficialmente durante a feira e marca a expansão da personagem para além do universo digital.
A banda japonesa de visual kei FUKURO confirmou uma apresentação única no Brasil em 2026. O show acontece no dia 12 de outubro, na La Iglesia, localizada no bairro de Pinheiros, em São Paulo.
Há ainda a opção de Meet & Greet, mediante acréscimo de R$ 300,00 ao valor do ingresso. O pacote inclui entrada antecipada no local e acesso ao merchandising antes do público geral, foto oficial com a banda e um mini pôster autografado. Também é permitido autografar até dois itens oficiais do grupo.
Trajetória e discografia
Formado em setembro de 2021, o FUKURO, cujo nome significa “coruja” em japonês, estreou com o EP Fukuro no Mori. O quarteto é composto por Yoshiatsu (vocal), Daisuke (piano), Yutara (baixo) e Lotto (guitarra), combinando a estética emocional do visual kei com influências de rock alternativo e elementos de jazz.
Em outubro de 2023, o grupo lançou seu primeiro álbum completo, Minority/Minority, seguido por apresentações nos Estados Unidos em 2024 e uma turnê europeia em 2025. O trabalho mais recente é o EP Utopia, lançado em novembro do ano passado.
A estreia do FUKURO no Brasil promete movimentar os fãs de visual kei e consolidar ainda mais a presença do gênero na agenda de shows internacionais de 2026.
A Abrin 2026 ocorre entre 1 e 4 de março, no Expo Center Norte, na capital paulista. É considerada a maior feira de brinquedos da América Latina. Nesta edição, inúmeros licenciamentos da cultura popular e da indústria dos games marcaram presença.
Contudo, quem imaginou que Stranger Things seria o grande fenômeno do ano se enganou. Mesmo com a última temporada lançada no fim de 2025 na Netflix, a série não liderou as atenções na feira.
As Guerreiras do K-Pop se consolidaram como o novo fenômeno da gigante do streaming. A produção bateu recordes de visualizações e conquistou prêmios relevantes na indústria cinematográfica. O sucesso gerou bons dividendos para a empresa comandada por Ted Sarandos. Também deixou claro que o licenciamento ampliaria ainda mais o alcance comercial da marca.
Diante desse cenário, uma continuação foi confirmada para 2029. A decisão consolida o grupo HUNTR/X, formado por Rumi, Mira e Zoey. Além disso, fortalece a confiança de empresas dispostas a trabalhar o trio por vários anos.
Ao circular pela feira, observei diversos estandes apostando nas personagens como principais destaques de vitrine. A aquisição dos direitos ocorreu rapidamente em diferentes segmentos. O objetivo é não perder o “hype” das aventureiras musicais.
Entre os produtos, encontrei mesa de dança no estilo do clássico do jogo Dance Dance Revolution. Também havia teclado infantil, guitarra infantil, bonecas, pelúcias, slimes, maquiagem e chaveiros e outros. A variedade impressiona. São itens capazes de ofuscar personagens já consolidados no cenário global.
(Reprodução)(Reprodução)(Reprodução)
Personagens tradicionais continuam recebendo renovações e novos lançamentos. Ainda assim, em comparação direta, as Guerreiras do K-Pop se sobressaíram nesta edição da Abrin.
Confesso que, ao cobrir o evento, chamou atenção o fato de se tratar de um produto originado no streaming. Trata-se de uma animação que não estreou inicialmente nos cinemas. As exibições limitadas vieram apenas depois do sucesso das canções.
A febre é tão intensa que até inspirações paralelas estavam em exposição. Algumas utilizavam nomes alternativos para atingir compradores com menor tíquete médio nos seus pdvs. Esse movimento evidencia a força global conquistada pelo trio.
A Netflix tende a continuar faturando por anos com a marca. Isso pode se ampliar caso invista em uma série animada derivada, além da continuação já anunciada.
Por fim, a Abrin 2026 mostra que o mercado nacional segue apostando na cultura pop como estratégia para atrair o público da geração Z.
O serviço
ABRIN 2026 – 42ª Feira Internacional de Brinquedos
Dias e horários: De 1 a 3 de março, das 10h às 20h / 4 de março, das 10h às 18h.
Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333, São Paulo – SP
A Capcom está com um sorriso com o lançamento bem-sucedido de Resident Evil Requiem, lançado em 27 de fevereiro de 2026. O título rapidamente ultrapassou, nas primeiras 24 horas, mais de 200 mil jogadores simultâneos na plataforma Steam para PC Windows. Sem mencionar as demais plataformas, como Epic Games e as versões de consoles, como PlayStation 5 e Xbox Series X|S, cujos números não são transparentes.
Em seu primeiro fim de semana, o título chegou a um novo ápice. Já não bastasse ser o lançamento da franquia com o maior número de jogadores, conseguiu aumentar em mais de 100 mil o pico simultâneo, totalizando, na tarde de sábado, 28 de fevereiro — último dia do mês — 344.214 jogadores simultâneos.
Dados do SteamDB indicam pico de 344.214 jogadores simultâneos para Resident Evil Requiem na Steam.
O que é algo excepcional, especialmente se considerarmos que milhares, ou até milhões de usuários, tiveram acesso ao vazamento do jogo que ocorreu dias antes do lançamento oficial. Agora, a gigante do gênero survival horror pode planejar com cuidado qual será o próximo título da franquia em seu roadmap de lançamentos. Se mantiverem a mesma qualidade — trata-se do nono jogo principal, que muitos fãs também chamam de Resident Evil 9 — poderemos ter um novo recorde de vendas, desde que a imersão continue evoluindo.
Ainda há tempo para esse número aumentar. Talvez, se somarmos consoles e computadores, mais de 1 milhão de jogadores tenham entrado simultaneamente no jogo. A franquia possui uma base de fãs gigantesca, principalmente nos consoles, com forte presença no ecossistema da Sony.
Sobreviva aos traumas da analista do FBI Grace Ashcroft e às revelações do seu passado, além de incorporar mais uma vez o lendário agente Leon S. Kennedy. Revisite a icônica Raccoon City e sua delegacia, em um retorno nostálgico para aqueles que vivenciaram o segundo jogo da franquia.
A Shogakukan, uma das maiores editoras do Japão, está no centro de uma grande controvérsia que vem repercutindo fortemente no mercado de mangás. A empresa confirmou que um autor anteriormente condenado pela Justiça voltou a trabalhar em sua plataforma digital, a Manga One, utilizando um pseudônimo.
O caso ganhou ampla visibilidade após decisão judicial recente e provocou reações públicas de outros autores vinculados à plataforma. A situação levanta debates sobre responsabilidade editorial, critérios de recontratação e transparência dentro da indústria criativa japonesa. Segundo a imprensa japonesa, os crimes teriam ocorrido em 2016, quando Shouichi Yamamoto atuava como professor. Em 2020, ele foi preso, e sua obra da época, Daten Sakusen, acabou sendo suspensa. O caso parecia encerrado até que novas informações vieram à tona.
De acordo com as apurações, em 2022 o autor teria retornado à plataforma Manga One sob o nome Ichiro Hajime. Sob o novo pseudônimo, ele passou a trabalhar no mangá Joujin Kamen, em colaboração com a ilustradora Tsuruyoshi Eri. A revelação gerou forte repercussão negativa, especialmente pelo fato de o retorno ter ocorrido dentro da mesma estrutura editorial.
A polêmica ganhou ainda mais força no dia 20 de fevereiro de 2026, quando o Tribunal Distrital de Sapporo proferiu decisão cível determinando o pagamento de indenização à vítima. De acordo com as informações divulgadas, a vítima desenvolveu transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) em decorrência dos fatos. A decisão judicial reacendeu o debate público e trouxe novamente à tona o histórico do autor, ampliando a pressão sobre a Shogakukan e sobre a equipe editorial da Manga One.
Pedido oficial de desculpas e cancelamento de Joujin Kamen
Após a repercussão, a equipe editorial da Manga One publicou um comunicado oficial reconhecendo falhas graves no processo de recontratação do autor. No texto, a empresa pediu desculpas pelo ocorrido e informou que a obra Joujin Kamen será cancelada. A decisão busca conter os danos à imagem da plataforma e responder às críticas de leitores e profissionais da indústria. No entanto, até o momento, a Shogakukan não anunciou mudanças estruturais ou novos protocolos internos para evitar situações semelhantes no futuro.
A ilustradora Tsuruyoshi Eri, responsável pela arte de Joujin Kamen, declarou publicamente que não tinha conhecimento do histórico judicial do roteirista quando aceitou participar do projeto. Além disso, a manifestação buscou esclarecer sua posição diante da controvérsia e demonstrar solidariedade à vítima. A declaração também reforçou questionamentos sobre os mecanismos internos de comunicação e verificação adotados pela plataforma editorial.
Reação de outros mangakás da Manga One
A polêmica não ficou restrita à empresa e ao autor envolvido. Outros mangakás vinculados à Manga One se manifestaram publicamente, demonstrando insatisfação com a situação.
Entre as reações:
Eno Sumi, autora de Aftergod, anunciou a suspensão temporária de sua serialização.
Ryuhei Tamura, autor de Cosmos, solicitou a remoção de sua obra do catálogo da plataforma.
Ichika Yuno também se pronunciou em solidariedade à vítima.
As manifestações ampliaram o impacto do caso e evidenciaram que a controvérsia ultrapassa a esfera jurídica, atingindo diretamente a relação de confiança entre autores, editoras e público.
Imagem: Shogakukan
Debate sobre responsabilidade editorial no mercado de mangás
O caso envolvendo a Shogakukan reacende uma discussão sensível dentro da indústria cultural japonesa: “qual é o limite entre reintegração profissional e responsabilidade institucional?“. Editoras desempenham papel fundamental na curadoria e supervisão de conteúdos e profissionais. Quando decisões internas envolvem autores com histórico criminal relevante, a expectativa do público é de transparência e critérios rigorosos. A ausência de comunicação prévia sobre o retorno do autor sob pseudônimo intensificou as críticas, especialmente nas redes sociais.
A Shogakukan é uma das editoras mais tradicionais do Japão, responsável por diversas obras de grande alcance nacional e internacional. Por isso, qualquer controvérsia envolvendo seus processos internos tende a ganhar grande visibilidade. Especialistas apontam que crises desse tipo podem afetar não apenas a reputação institucional, mas também a confiança de autores e leitores na plataforma digital Manga One. Até o momento, a empresa não detalhou se adotará novas políticas internas ou revisões em seus processos de contratação e supervisão editorial.
O caso ainda está em andamento
Apesar do pedido de desculpas e do cancelamento de Joujin Kamen, o caso segue repercutindo fortemente na indústria de mangás. A ausência de um posicionamento mais detalhado da Shogakukan sobre medidas futuras mantém o debate ativo entre profissionais do setor e o público consumidor. Enquanto isso, a situação continua sendo acompanhada de perto por leitores, criadores e veículos da imprensa japonesa.
A polêmica envolvendo a Shogakukan e a plataforma Manga One expõe fragilidades nos processos internos da indústria editorial e levanta questões relevantes sobre responsabilidade, transparência e ética profissional. Com autores suspendendo trabalhos e solicitando remoção de obras, o impacto vai além de um único projeto cancelado. Trata-se de um episódio que pode influenciar discussões mais amplas sobre governança e confiança no mercado de mangás. Resta saber quais serão os próximos passos da editora e se mudanças estruturais serão implementadas para restaurar a credibilidade da plataforma.
Fofão é um dos personagens mais icônicos da cultura pop do Brasil, principalmente por seu programa marcante, que encantou gerações, além dos mitos por trás do seu boneco.
Suas marcantes bochechas e voz inconfundível foram interpretadas por seu criador, o já falecido Orival Pessini, com passagens pelo Balão Mágico e posteriormente ganhando seu próprio programa na TV Globo. Sua figura foi se popularizando, gerando influências para personagens que viriam depois e até para linhas de brinquedos.
Falando em brinquedos, a Novabrink, fabricante brasileira do setor, aposta na nova reimaginação do personagem para seu portfólio.
A empresa apresenta duas versões do boneco para gerar comoção e efeito nostalgia nos fãs do personagem, além de dialogar com a nova geração. O Boneco Fofão, com 35 cm, exibe uma aparência que remete aos anos 80, em edição especial. Enquanto isso, o Mini Fofão, com 15 cm, surge em versão boneco-chaveiro, com proposta colecionável para acompanhar mochilas e bolsas.
Esse é daqueles itens que os colecionadores costumam observar com atenção, por saberem que edições especiais normalmente não têm produção em massa.
(Divulgação)(Reprodução)
Apesar de não ser a única novidade da fabricante durante a Abrin maior feira de brinquedos da América Latina, é um dos pontos de maior curiosidade. Se o lojista souber trabalhar a referência e a importância cultural que o personagem representa para o entretenimento brasileiro, pode gerar bons resultados para quem começar a trabalhar com ele.
Outros personagens que também valem visita ao estande são Bluey e sua irmã Bingo, além do B.Duck, nova aposta para o público infantil. Há ainda licenciamentos trabalhados com criadores de conteúdo como Enaldinho, a cantora Ana Castela, Maria Clara & JP Tween, além de parcerias com Disney e Marvel, entre outras.
O estande estará aberto para visitação durante toda a Abrin 2026, de 1 a 4 de março de 2026.
Com chegar e horário de funcionamento
ABRIN 2026 – 42ª Feira Internacional de Brinquedos
Dias e horários: De 1 a 3 de março, das 10h às 20h / 4 de março, das 10h às 18h.
Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333, São Paulo – SP
O Grupo Lider anunciou a criação da Fanverse, nova marca que passa a concentrar toda a área de colecionáveis da empresa. A novidade será apresentada na Abrin 2026, feira do setor de brinquedos que ocorre entre 1º e 4 de março, no Expo Center Norte, em São Paulo.
A Fanverse passa a reunir os mais de 140 bonecos já lançados pela Fandom Box, criada em 2023, além das próximas linhas previstas para este ano. O intuito é organizar o portfólio de colecionáveis sob uma identidade única, mantendo a Fandom Box como uma das linhas internas.
Grupo Lider cria a marca Fanverse e amplia atuação em colecionáveis na Abrin 2026 20
Entre os destaques anunciados para a feira está a linha Masterpiece, com bonecos montáveis baseados em personagens de Harry Potter, Hermione Granger e Ron Weasley, além de personagens da DC como Batman, Superman, Mulher-Maravilha e Flash.
Outra linha prevista é a Hang&Go, com bonecos menores que podem ser usados como acessórios em mochilas e bolsas. Segundo a empresa, haverá produtos ligados aos universos da Disney e da Marvel.
A marca também levará para a Abrin lançamentos recentes da Fandom Box, incluindo personagens de Mauricio de Sousa dos 90 anos, Chapolin Colorado, Castelo Rá-Tim-Bum, O Senhor dos Anéis, As Meninas Superpoderosas, Stranger Things e One Piece.
(Reprodução)(Reprodução)(Divulgação)
De forma geral, a criação da Fanverse parece ser um movimento de organização e expansão dentro de um segmento que vem crescendo no Brasil. Resta observar como o público vai reagir às novas linhas e aos preços praticados. Segundo a empresa, o estande ficará na Rua 2 B/C da feira. O mapa oficial do evento pode ser acessado diretamente no aplicativo do evento.
Com chegar e horário de funcionamento
ABRIN 2026 – 42ª Feira Internacional de Brinquedos
Dias e horários: De 1 a 3 de março, das 10h às 20h / 4 de março, das 10h às 18h.
Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333, São Paulo – SP
A banda japonesa MAN WITH A MISSION realizará sua primeira apresentação no Brasil no dia 27 de maio, no Carioca Club, em São Paulo. O evento é promovido pela Powerline Music & Books e pela Heart Merch, com ingressos disponíveis pela Fastix.
Formado em Tóquio, o quinteto é reconhecido mundialmente por sua fusão de rock, música eletrônica e apresentações marcadas pelo uso de icônicas máscaras de lobo, elemento que se tornou assinatura visual do grupo.
A passagem pelo Brasil integra as comemorações de 15 anos da banda, celebrados com o lançamento do EP XV (Across The Globe). O trabalho reúne quatro faixas inéditas, “Vertigo”, “Circles”, “whispers of the fake” e “Reaching For The Sky”, além de registros ao vivo da turnê “Kizuna no Kiseki”, realizada no México em 2024.
As máscaras, segundo o baixista Kamikaze Boy, representam mais do que um conceito estético: simbolizam a dualidade entre instinto e razão, permitindo que a música seja o principal elo de conexão com o público.
O MAN WITH A MISSION consolidou sua relevância ao transitar entre punk, metal alternativo e pop experimental, além de contribuir para trilhas sonoras de produções populares como Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba e Log Horizon.
Imagem: Divulgação
A trajetória do grupo também foi retratada no documentário MAN WITH A MISSION: The Movie – Trace the History, que acompanha sua ascensão de pequenos palcos no Japão a grandes turnês internacionais.
Conhecida por apresentações intensas e visualmente impactantes, a banda combina riffs marcantes, sintetizadores pulsantes e uma atmosfera cinematográfica que transforma cada show em uma experiência imersiva.
A estreia do MAN WITH A MISSION no Brasil promete ser um dos destaques do calendário de shows de 2026, reunindo fãs de rock japonês e cultura pop em uma celebração especial de sua trajetória internacional.