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Ubisoft adia Assassin’s Creed Shadows para fevereiro de 2025: Sinal de Crise na desenvolvedora francesa?

O adiamento de Assassin’s Creed Shadows, originalmente previsto para novembro de 2024, com nova data para fevereiro de 2025, levanta questões importantes sobre o estado atual da indústria dos games. Embora frustre os fãs da franquia, essa decisão pode ser um indicativo de que as desenvolvedoras estão reagindo à crescente pressão de um mercado mais exigente e competitivo.

Problemas de Qualidade?

Nos últimos anos, a indústria vem enfrentando uma tendência preocupante: jogos lançados de forma inacabada, sem a otimização adequada e com sérios problemas de desempenho. Muitos títulos recentes não conseguem sequer manter uma taxa estável de 60 FPS, o que deveria ser o padrão mínimo para consoles de última geração como PlayStation 5 e Xbox Series X/S. A própria Sony anunciou o lançamento do PS5 PRO para novembro deste ano e o Xbox possui planos para um novo console.

Além dos problemas técnicos, a qualidade dos enredos e personagens também tem decepcionado. Muitos jogadores percebem que as histórias e o design não são mais inspiradoras, gerando uma desconexão com franquias antes tão admiradas, como Assassin’s Creed, conhecida por seus cenários históricos e narrativas detalhadas.

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A Decisão da Ubisoft

Ao adiar Assassin’s Creed Shadows, a Ubisoft parece finalmente estar ouvindo seu público. A empresa havia planejado uma grande apresentação do jogo na Tokyo Game Show 2024, mas decidiu em última hora por não transmitir, talvez para evitar críticas ao produto ainda inacabado. No entanto, essa decisão pode ter motivações que vão além dos ajustes técnicos.

As vendas abaixo do esperado de Star Wars Outlaws, por exemplo, podem ter influenciado o adiamento. A Ubisoft, temendo que Assassin’s Creed Shadows sofresse o mesmo destino, optou por dar mais tempo para ajustes, buscando evitar um fracasso comercial.

Polêmica com Personagens Históricos

Outro ponto relevante no adiamento envolve as controvérsias sobre os personagens do jogo, especialmente Fujibayashi Naoe e Yasuke. Yasuke, figura histórica do Japão feudal, foi um dos primeiros negros registrados no país e serviu como possível guarda-costas de Oda Nobunaga. Contudo, sua história está envolta em mistério, gerando debates sobre a fidelidade histórica que o jogo deveria seguir.

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Ubisoft adia Assassin's Creed Shadows para fevereiro de 2025: Sinal de Crise na desenvolvedora francesa? 7

A introdução de um personagem ocidental como protagonista também gerou críticas. Apesar de fazer sentido dentro da narrativa da franquia, baseada na Ordem dos Assassinos e dos Templários, alguns fãs prefeririam um protagonista japonês. A polêmica pode ter levado a Ubisoft a revisar o enredo e representar melhor os personagens, influenciando o adiamento.

Expectativas do Mercado Saturado

O receio da Ubisoft em lançar um jogo com vendas abaixo do esperado também pesa. A pré-venda de Assassin’s Creed Shadows não alcançou o desempenho desejado, o que pode ter servido de alerta. No atual cenário, onde grandes lançamentos são cercados de altíssimas expectativas, um jogo inacabado pode prejudicar gravemente a reputação de uma franquia. Um caso recente é Concord, jogo multiplayer da Playstation Studios, que deveria ser um jogo Games as a Service (GaaS), o formato live service ou simplesmente jogos como serviço. Acabou se tornando o pior fracasso em vendas de todos os tempos publicado por uma empresa com status de lançar títulos blockbusters (AAA).

Essa situação reflete um problema maior: a indústria parece mais focada em metas financeiras do que na experiência do jogador. Lançamentos apressados, sem a devida atenção à qualidade, são cada vez mais comuns, prejudicando a relação entre desenvolvedoras e fãs.

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O Que Esperar de Assassin’s Creed Shadows?

Apesar da decepção, a Ubisoft promete compensar os jogadores que já adquiriram o jogo na pré-venda com uma expansão gratuita. Isso sugere que o tempo extra será usado para melhorar a qualidade do produto final, incluindo ajustes nos gráficos, mecânicas e talvez no enredo e design dos personagens.

Entretanto, a grande questão é se o adiamento resultará em um jogo que realmente corresponda às expectativas dos fãs. A franquia Assassin’s Creed possui uma base leal de jogadores, e a Ubisoft precisa garantir uma experiência imersiva e historicamente autêntica para manter essa confiança. Se o tempo extra levar a essas melhorias, a espera poderá valer a pena. O último título oficial da saga antes de Shadows foi Mirage, no qual tive a oportunidade de conhecer os produtores envolvidos no jogo e até desenvolver uma análise em nosso site. Essa obra, que celebrava os 15 anos da franquia, me convenceu ao mesclar elementos clássicos com mecânicas atuais de RPG de ação.

O título será salvo?

O adiamento de Assassin’s Creed Shadows reflete as tensões crescentes dentro da indústria dos games, que enfrenta o desafio de equilibrar as demandas do público com as pressões dos acionistas. Embora a Ubisoft tenha optado por dar mais tempo ao jogo, resta ver se isso será suficiente para reconquistar a confiança dos fãs.

No cenário atual, as desenvolvedoras precisam voltar a focar na experiência do jogador, em vez de priorizar apenas metas financeiras. Caso contrário, a desconexão com a base de fãs pode se aprofundar ainda mais. Em 14 de fevereiro de 2025, saberemos se Assassin’s Creed Shadows conseguirá quebrar esse ciclo e entregar a qualidade esperada. É o momento em que Naoe e Yasuke realmente serão testados: se vieram para marcar uma geração de usuários ou se serão colocados no limbo infinito!

Peaky Blinders: 6ª temporada já disponível na Netflix!

Peaky Blinders já se encontra disponível no catálogo da Netflix. Na temporada da série, acompanhamos Tommy passando por momentos importantes em sua vida, decisivos para o destino de todos envolvidos.

Os fãs de Peaky Blinders tiveram que lidar com vários ajustes durante as temporadas. Enquanto acompanhamos a dinâmica e as dificuldades da família Shelby, que lidera a gangue no início de 1900, a sexta temporada e última, ramifica um dos principais membros da série.

Ela envia Thomas ” Tommy Shelby (Cillian Murphy) para a América, enquanto a gangue tenta encontrar outras maneiras de fazer dinheiro. Nesse meio tempo, Tommy se mete em problemas sérios com políticos e gangues de rua em Boston. Algo extremamente perigoso e ele irá descobrir em breve.

A sexta temporada também marcou a saída de Elizabeth Gray, cuja atriz faleceu em 2021.

Peaky Blinders | Temporada 6 | Trailer Oficial | Netflix Brasil

Um filme chega em 2023, fechando de vez a história dos Shelby. Como resultado, no elenco temos: Cillian Murpphy, Paul Andeson, Finn Cole, Natasha O’Keefe, Anya Taylor-Joy , Sophie Rundle, entre outros.

Por fim, acompanhe nossa cobertura completa sobre as séries da Netflix aqui pelo site!

Samsung atualiza Galaxy XR com suporte corporativo e melhorias de uso

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A Samsung lançou nesta terça-feira (7) uma atualização de software para o Galaxy XR, headset de realidade mista lançado em outubro de 2025. A novidade mais expressiva é a integração com o Android Enterprise, plataforma de gerenciamento já conhecida em dispositivos móveis corporativos. Com isso, o equipamento passa a ser gerenciável remotamente por equipes de TI — o que inclui definição de políticas de senha, restrição de funções, instalação de aplicativos e até limpeza remota do dispositivo.

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Samsung Galaxy XR, nova atualização em abril de 2026
(Reprodução)

O suporte ao Android Enterprise também permite que empresas registrem os aparelhos via QR Code ou provisionamento automático, facilitando implantações em larga escala. A Samsung fortalece o Galaxy XR como ferramenta para setores como treinamento, saúde, manufatura e varejo. O sistema conta ainda com a camada de segurança Samsung Knox, presente em outros dispositivos da linha corporativa da empresa.

Além dos recursos voltados ao mercado empresarial, a atualização traz melhorias práticas para o dia a dia. O teclado virtual passou a permitir que o usuário salve sua posição preferida no espaço. O modo desktop agora reabre automaticamente até três aplicativos usados anteriormente, com o mesmo layout, após uma reinicialização. Em acessibilidade, há novidades como o rastreamento ocular com um único olho e personalização do ponteiro. Também foi adicionado um guia de alinhamento para posicionar painéis em superfícies verticais, e a função de espacialização automática de vídeos e fotos 2D chegou ao Google Chrome e ao YouTube.

Funcionalidades do dispositivo do Galaxy XR
(Reprodução)

A atualização começa a ser distribuída hoje para usuários do Galaxy XR. O aparelho não tem previsão de chegada ao Brasil.

OPPO lança A6 Pro no Brasil com foco no desempenho

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A OPPO lançou na última semana no Brasil o novo A6 Pro, modelo intermediário que aposta em bateria de alta capacidade, tela com taxa de atualização elevada e conjunto de câmeras com apoio de inteligência artificial.

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O smartphone chega com preço sugerido de R$ 2.999 e mira usuários que usam o celular de forma mais intensa ao longo do dia, incluindo redes sociais, vídeo e multitarefa. Lojas digitais, como o agregador de lojistas online do Mercado Livre, já possuem o aparelho à venda.

Tela, desempenho e construção

O A6 Pro traz tela AMOLED de 6,57 polegadas com resolução FHD+ e taxa de atualização de até 120 Hz. A proposta é oferecer navegação mais fluida em apps e jogos.

Por dentro, o modelo vem com:

  • Processador MediaTek Dimensity 6300
  • 8 GB de RAM (com expansão virtual de até 16 GB)
  • 256 GB de armazenamento interno

O aparelho também conta com certificações IP66, IP68 e IP69, com resistência à poeira e água, incluindo submersão controlada e jatos de água quente sob condições específicas de teste.

Câmeras com foco em redes sociais

O conjunto de câmeras inclui:

  • Sensor principal de 50 MP
  • Câmera frontal de 16 MP

Entre os recursos, o destaque vai para funções baseadas em IA, como:

  • Modo Retrato com desfoque de fundo
  • Modo Noturno com ajuste automático de luz
  • Ferramentas de correção facial em fotos de grupo

A proposta é facilitar a captura de imagens prontas para redes sociais, com menos necessidade de edição manual.

Bateria é o principal destaque

OPPO A6 Pro Smartphone aposta em bateria de 7.000 mAh
(Divulgação)

O principal diferencial do A6 Pro é a bateria de 7.000 mAh, acima da média da categoria.

Segundo a fabricante, o aparelho pode chegar a até dois dias de uso moderado, dependendo do padrão de uso.

Outros pontos incluem:

  • Carregamento rápido de 80W (carga completa em cerca de 1 hora)
  • Aproximadamente 50% de carga em 26 minutos
  • Carregamento reverso via cabo (funciona como powerbank)

Extras e software

O modelo roda o sistema ColorOS (baseado em Android) e inclui recursos como:

  • Sistema de resfriamento para uso prolongado
  • AI LinkBoost 3.0 para estabilidade de conexão
  • Modo Ar Livre 2.0 (ajustes automáticos de brilho e áudio)
  • Suporte a toque com luvas de até 5 mm

Disponibilidade

O OPPO A6 Pro já está disponível no Brasil em canais online e varejistas parceiros, além de lojas físicas selecionadas. A distribuição inclui e-commerce e operadoras, com expansão prevista nas próximas semanas.

FalleN assume papel de embaixador da AGON by AOC

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Gabriel “FalleN” Toledo, referência mundial do Counter-Strike (CSGO), é o novo embaixador da AGON by AOC. Conhecido como “Professor” por sua visão estratégica e liderança dentro dos jogos, FalleN chega para reforçar o vínculo da marca com o cenário do eSports e a alta demanda.

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Um dos ídolos brasileiros no competitivo, é um verdadeiro mentor no universo dos e-sports. Com uma carreira marcada por títulos e pela consolidação do Brasil como potência no Counter-Strike, o jogador também se dedica a formar novos talentos, influenciando gerações de atletas e fortalecendo o ecossistema competitivo.

Na AGON by AOC, FalleN será o único atleta profissional em atividade do squad. Essa vivência prática no topo da competição traz uma perspectiva real sobre como a tecnologia impacta a performance de quem compete sob pressão. Monitores, precisão e velocidade não são apenas características técnicas: para o “Professor”, eles fazem parte da rotina de quem busca excelência.

“FalleN representa excelência competitiva e evolução constante. Ele vive o jogo no mais alto nível e traduz exatamente o que buscamos entregar com nossos produtos”, afirma Bruno Morari, diretor de Marketing e Produtos da AGON by AOC.

Além do papel de embaixador, a parceria inclui experiências que vão além do digital. Está prevista uma visita de FalleN à fábrica da AOC em Manaus, onde poderá acompanhar a produção dos monitores e produzir conteúdos inéditos mostrando como tecnologia e performance se conectam na prática.

Para FalleN, essa união não é apenas simbólica: “Fazer parte do squad AGON by AOC é estar ao lado de uma marca que entende o que é competir de verdade. No fim do dia, são os detalhes que fazem a diferença, e ter a tecnologia certa é parte disso.”

Com essa movimentação, a AGON by AOC traz um novo olhar dos fãs do eSports em seus equipamentos. Além de apoiar talentos, investe em tecnologia e contribui para o crescimento da modalidade, tanto no Brasil quanto no cenário internacional.

Humble Choice de abril traz Valhalla e mais seis jogos

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O pacote do Humble Choice de abril está no ar e olhando para essa seleção fica difícil não considerar. São R$ 78 por mês — USD 14,99 na cotação de hoje — e o pacote vem com Assassin’s Creed Valhalla, Daemon X Machina: Titanic Scion e The Lord of the Rings: Return to Moria já nos títulos principais. Só o Valhalla na Steam fica em torno de R$ 199 na versão padrão sem preço promocional. Ou seja, o Humble Bundle traz esses pacotes interessantes mensalmente.

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Para entrar é por aqui e você ainda escolhe quais jogos quer manter de vez na sua biblioteca — não é aluguel, é seu. Pois alguns títulos podem expirar se não resgatar no prazo determinado.

7 jogos por R$ 78, com Valhalla e mais títulos
(Reprodução)

O Valhalla para quem não conhece é aquele RPG viking da Ubisoft que virou referência de mundo aberto enorme. Você joga como Eivor, lidera um clã norueguês e conquista a Inglaterra pedaço por pedaço. São facilmente 60, 80 horas de jogo principal, sem contar exploração. É o tipo de jogo que some com seu fim de semana sem pedir licença. Se você ainda não jogou, receber ele num pacote de R$ 78 junto com mais seis títulos é uma das melhores relações custo-benefício que você vai ver no ano.

O Daemon X Machina: Titanic Scion é ação em mechs no estilo anime, aquele jogo que parece feito para quem cresceu assistindo Gundam e nunca esqueceu. Combates rápidos, customização absurda de armadura e uma atmosfera que vai direto ao ponto. The Lord of the Rings: Return to Moria é mais contemplativo — exploração, sobrevivência e construção nas profundezas de Moria, com visuais que respeitam o universo tolkieniano de verdade. Para fã da saga é difícil resistir.

Mas o recheio do mês é onde mora a surpresa de verdade. Planet of Lana é uma aventura visual linda e silenciosa, daquelas que dispensam texto para contar história. Você acompanha uma menina e sua criaturinha companheira tentando sobreviver num mundo tomado por máquinas frias. É curto, é bonito, é o tipo de jogo que você termina numa tarde e fica um tempo processando. Artisan TD parece simples na screenshot mas não é — tower defense com foco pesado em construção de labirintos e posicionamento estratégico, do tipo que faz você reiniciar a fase por vontade própria para ver se consegue fazer mais bonito.

The Procession to Calvary é point-and-click feito inteiramente com pinturas renascentistas reais e humor completamente fora da curva — absurdo, engraçado do jeito errado e certo ao mesmo tempo. E Buddy Simulator 1984 fecha o pacote parecendo um joguinho retrô fofo sobre uma IA que quer ser seu melhor amigo, e vai descendo por um caminho perturbador que você não vê chegando.

Por fim, todos esses jogos estão custando no pacote do Humble Choice o preço de R$ 78, três títulos que sozinhos já justificariam o preço. Abril está generoso em relação aos títulos do mesmo serviço de março.

Brasil Game Show 2026 abre venda de ingressos com descontos

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A Brasil Game Show 2026 (BGS 2026), maior feira de games das Américas, deu início em 6 de abril de 2026, a venda de ingressos para sua 17ª edição, com descontos de até 45 % no primeiro lote. O evento está programado para acontecer de 9 a 12 de outubro de 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

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Nesta fase inicial de vendas, os bilhetes podem ser adquiridos a partir de R$ 149, na modalidade de ingresso individual para um dos dias de público geral. Os bilhetes podem ser adquiridos como meia-entrada solidária que dá 50% de desconto sobre o valor inteiro do ingresso mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível na entrada da feira.

Período do evento:
09/10/2026 – Dia de imprensa e abertura oficial
10/10/2026 – Primeiro dia de público geral
11/10/2026 – Segundo dia
12/10/2026 – Último dia da feira e “Dia das Crianças” (programação completa ao público)

Tipos de ingresso disponíveis no lote inicial: BGS 2026
(Reprodução)

Ingressos e lotes liberados:
O lote inicial foi liberado em 6 de abril, com preços promocionais válidos enquanto durarem os ingressos dessa etapa. Os valores variam conforme o tipo de ingresso e dia escolhido, sendo possível garantir entradas para dias específicos ou passaportes para múltiplos dias.

Tipos de ingresso disponíveis no lote inicial:
Ingresso Dia Único – acesso ao evento em um dia à escolha.
Passaporte (3 dias) – acesso aos três dias de público geral com melhor custo‑benefício.
• Outras modalidades incluem opções premium, business e camarote, cada uma com benefícios adicionais como entrada antecipada ou área exclusiva.

Os ingressos estão disponíveis no site oficial da BGS 2026, e a organização recomenda a compra antecipada, pois os valores promocionais são limitados ao primeiro lote.

Review | Tojima Wants To Be a Kamen Rider

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A cada nova temporada de animes, fica ainda mais evidente que não existem limites criativos dentro da indústria. Histórias sobre temas improváveis, que vão desde máquinas de venda até mundos paralelos extremamente excêntricos, já se tornaram comuns. Ainda assim, de tempos em tempos, surge uma obra que consegue se destacar justamente por abraçar o absurdo de maneira única. É exatamente esse o caso de Tojima Wants To Be a Kamen Rider. A seguir, confira nossa crítica sobre esta produção.

Ao longo de seus 24 episódios, divididos em dois cours, o anime constrói uma narrativa que mistura humor nonsense, momentos de vergonha alheia e uma realidade levemente distorcida. O resultado é uma experiência curiosa e, surpreendentemente, envolvente, especialmente para quem estiver disposto a embarcar na proposta sem questionar demais.

Uma proposta diferente: A crise dos 40 nos animes

Um dos primeiros pontos que diferenciam Tojima Wants To Be a Kamen Rider de tantas outras produções está em seu protagonista. Em vez de seguir o padrão clássico de um jovem herói, a história acompanha Tojima Tanzaburo, um homem de 40 anos que cresceu assistindo à franquia Kamen Rider em sua época de ouro.

Como muitos fãs, Tanzaburo guarda lembranças de infância marcadas por brincadeiras em frente à televisão, imitando poses e golpes icônicos. No entanto, ao chegar à vida adulta, ele se depara com uma rotina comum e pouco inspiradora. É justamente nesse contexto que surge sua decisão mais improvável: tornar-se um Kamen Rider na vida real.

Essa abordagem dialoga com uma tendência recente na indústria, que tem explorado protagonistas mais velhos e temas ligados à crise existencial da vida adulta. Diferente do tradicional arquétipo shounen, aqui temos um personagem lidando com frustrações, sonhos não realizados e a busca por propósito, algo que pode ressoar especialmente com um público mais maduro.

Enquanto, no mundo real, mudanças como começar a frequentar a academia ou adotar novos hobbies costumam marcar esse tipo de fase, o universo do anime opta por um caminho bem mais excêntrico. Ele mistura elementos realistas com fantasia, permitindo que Tanzaburo enfrente ameaças reais com base apenas em treinamento, determinação e um forte senso de idealismo.

Tojima Wants To Be a Kamen Rider
Imagem: ©LIDENFILMS/Toujima Tanzaburou wa Kamen Rider ni Naritai

Muito além do protagonista: Uma narrativa compartilhada

Embora Tanzaburo seja o ponto de partida da história, o anime não se limita a ele. Pelo contrário, Tojima Wants To Be a Kamen Rider expande seu universo ao apresentar diversos personagens que ganham destaque ao longo da trama, em alguns momentos, inclusive, com o protagonista ficando ausente por episódios inteiros.

Entre os principais nomes, está Yuriko Okada, uma professora que leva uma vida aparentemente comum, mas que nutre o desejo de se tornar Tackle, uma personagem clássica do universo Kamen Rider. Assim como Tanzaburo, ela precisa equilibrar sua identidade secreta com as responsabilidades do cotidiano.

Outros personagens, como Ichiyo Shimamura, que assume o papel de Kamen Rider V3, e Mitsuba Shimamura, focado em se tornar Riderman, ajudam a compor um grupo diverso e inesperado. Apesar da premissa incomum, adultos interpretando heróis de infância no mundo real, o anime consegue construir relações genuínas entre eles.

Essa dinâmica reforça uma das mensagens centrais da obra: por mais peculiar que alguém possa parecer, sempre existe a possibilidade de encontrar pessoas com interesses semelhantes e formar conexões significativas.

Entre o absurdo e o coração: O tom da narrativa

Grande parte do charme de Tojima Wants To Be a Kamen Rider está na forma como ele equilibra elementos aparentemente contraditórios. De um lado, temos cenas que beiram o absurdo, como treinamentos interrompidos por situações completamente aleatórias. Do outro, há momentos de ação, desenvolvimento emocional e até conflitos internos bem construídos.

O anime apresenta batalhas, treinos e dilemas pessoais, mas tudo isso é envolto em uma estética peculiar: adultos usando fantasias em ambientes cotidianos, enfrentando inimigos que, de alguma forma, coexistem com a realidade, como os vilões da organização Shocker.

Essa mistura cria uma experiência única, que pode causar estranhamento em um primeiro momento. No entanto, ao aceitar suas regras, o espectador encontra uma narrativa que, apesar de caótica, possui coerência interna e entrega momentos genuinamente divertidos.

Além disso, a obra carrega um forte elemento de nostalgia. Referências à franquia original de Kamen Rider aparecem constantemente, seja na trilha sonora, em recriações de cenas clássicas ou em pequenos detalhes espalhados pelos episódios. Ainda assim, mesmo quem não tem familiaridade com a série consegue compreender a proposta e se conectar com os personagens.

Review | Tojima Wants To Be a Kamen Rider
Imagem: ©LIDENFILMS/Toujima Tanzaburou wa Kamen Rider ni Naritai

Persistência e identificação: O coração da história

Um dos aspectos mais marcantes do anime é a forma como retrata a persistência de seu protagonista. Mesmo diante de desafios que parecem impossíveis, Tanzaburo continua tentando, levantando-se repetidamente após cada derrota.

Essa postura remete a um idealismo clássico dos heróis, mas aplicado a um contexto mais próximo da realidade. Em muitos aspectos, a jornada do personagem funciona como uma metáfora para os momentos em que tudo parece dar errado, mas seguir em frente ainda é a única opção.

Esse equilíbrio entre humor, absurdo e emoção é o que dá profundidade à obra. Por trás das situações inusitadas, existe uma narrativa sobre propósito, amadurecimento e a importância de não abandonar aquilo que nos faz felizes.

Pontos negativos: Excessos que destoam

Apesar de suas qualidades, Tojima Wants To Be a Kamen Rider não está isento de críticas. Um dos principais problemas está na forma como algumas personagens femininas são retratadas em determinados momentos. Embora figuras como Yuriko possuam motivações próprias e relevância dentro da história, há escolhas visuais que acabam apelando para uma sexualização desnecessária.

Certas cenas destacam atributos físicos ou utilizam enquadramentos que não contribuem para a narrativa, gerando uma quebra de tom em relação ao restante da obra. Esse tipo de abordagem não compromete completamente a experiência, mas causa desconforto e passa a sensação de que tais elementos poderiam ter sido evitados sem prejuízo algum à história.

A série cai nessas armadilhas que shounen fazem para causar impacto visual e trazer a atenção do público jovem masculino para a série, de uma maneira totalmente errada. Tojima Wants To Be a Kamen Rider tem uma coisa que outros shounen não carregam desde a sua estreia, o poder da nostalgia, Kamen Rider é, definitivamente, o maior herói para uma boa parte do público japonês, tanto que segue com séries anuais até hoje.

Então, usar um personagem que representa esse público que cresceu assistindo a série, traz uma camada a mais de interesse a uma porcentagem da audiência que não acompanha tanto anime, mas, ao utilizar ecchi em excesso faz com que esse público só se afaste cada vez mais de obras assim. Existe um nicho a ser explorado em animes baseados em tokusatsu, mas se continuarem a optar por ser um caminho convencional, pode ser que esse nicho não se interesse por esse tipo de obra.

Review | Tojima Wants To Be a Kamen Rider
Imagem: ©LIDENFILMS/Toujima Tanzaburou wa Kamen Rider ni Naritai

Gamerdito: Vale a pena assistir Tojima Wants To Be a Kamen Rider?

No fim das contas, Tojima Wants To Be a Kamen Rider se destaca como uma das produções mais curiosas e imprevisíveis dos últimos tempos. Não é um anime convencional, nem pretende ser. Sua proposta exige uma certa abertura por parte do público, especialmente para aceitar o absurdo como parte fundamental da experiência.

Para quem busca algo diferente, com doses de humor, ação e uma pitada de reflexão sobre a vida adulta, a obra pode ser uma grata surpresa. Por outro lado, aqueles que preferem narrativas mais tradicionais podem encontrar dificuldades em se conectar com o tom da série.

A temporada completa, com 24 episódios, está disponível na Crunchyroll, com opções dubladas e legendadas.

Mass Effect na Amazon: série terá liberdade criativa ou sofrerá influência externa?

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Recentemente, comentei sobre o novo chefe global de TV da Amazon, Peter Friedlander, que simplesmente decidiu ignorar os fãs. Segundo ele, a série não deveria focar apenas nos fãs, mas ampliar o seu alcance. Dito isso, o assunto me fez repensar o quanto a trama poderia continuar tendo a mesma liberdade criativa que a trilogia original de Mass Effect conseguiu.

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Sabemos que a saga possui uma trama questionável por envolver temas atuais que vão desde gênero, religião e política, apesar de o foco estar mais centrado na exploração espacial e no existencialismo. Meu questionamento é: apesar do acordo com a Electronic Arts ter vigorado antes do anúncio da aquisição pela Public Investment Fund (PIF), que ainda está em processo de trâmite e é um fundo saudita controlado pelo príncipe Mohammed bin Salman, isso poderia, de certa forma, impedir a criatividade da franquia?

Embora eu já tenha desenvolvido um artigo sobre o jogo e sobre se os árabes poderiam salvar o legado de Mass Effect e o pouco que restou da BioWare, a questão talvez não seja tão pessimista quanto estou pensando neste momento. Uma das grandes queixas dos fãs é que Mass Effect: Andromeda perdeu a essência da trilogia. Por esse ponto, pode ser que os novos donos da Electronic Arts, caso toda a negociação seja aprovada, consigam colocar a BioWare novamente no eixo.

Mass Effect trailer novo jogo
(Divulgação / BioWare)

Parece uma percepção sem sentido, mas é nesse momento que paramos para analisar: o quinto jogo continua em desenvolvimento. Um erro de escolha poderá colocar a saga no limbo por muitos anos, já que em 2027 fará uma década desde que Andromeda foi lançado. Não houve grandes novidades da franquia, no máximo uma remasterização da trilogia original, alguns produtos licenciados e nada mais. Até o próprio N7 Day, data comemorativa do jogo, está passando em branco, sem nada que cause entusiasmo na comunidade.

A questão que fica é se Friedlander pediu para que o roteiro fosse modificado de fato para deixar a série live-action produzida pela Amazon MGM Studios mais atraente ao público, ou se já existe uma influência dos possíveis novos acionistas que controlariam a EA e, consequentemente, a BioWare. Menciono essas hipóteses pela abordagem já citada aqui: a franquia, que explora o espaço profundo pela galáxia, aborda temas sensíveis. Relacionamentos LGBTQIAPN+ e romances entre raças alienígenas são comuns nesse universo. Além disso, o jogo também traz críticas a fanatismos religiosos e ideologias imperialistas, com narrativas que exploram dilemas éticos e existenciais sem filtros.

A diferença é que, no período de desenvolvimento do primeiro jogo, o mundo não estava tão polarizado como é perceptível hoje. Os enredos eram mais naturais e graduais. Já em Andromeda, houve uma queda de inspiração apontada pelos fãs. É nesse ponto que pode ocorrer uma reviravolta para a série retomar seus rumos e trazer a excelência que sempre teve. Se os novos detentores compreenderem que os roteiristas precisam de liberdade criativa, e que aqueles responsáveis pela produção saibam ouvir o feedback do público, fico confiante de que poderemos ter uma das séries baseadas em videogames mais marcantes dos últimos anos.

Orçamento e efeitos visuais para impressionar em Mass Effect

A Amazon Studios, quando lançou O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder em 2022, apresentou uma qualidade de efeitos visuais impressionante, como essa produção exige. Sabemos que, com Mass Effect, o orçamento será alto, mas também exigirá efeitos visuais de padrão elevado, principalmente pelo contraste entre humanos e raças alienígenas. Pela exigência do público que conhece a obra, será necessário um nível técnico alto. Com um orçamento mais limitado, eles poderiam focar mais nos diálogos, que já são um ponto forte do jogo, ou se limitar a ambientes fechados, o que talvez não seja a melhor ideia para esse universo, podendo afastar o público mais ansioso pela produção.

Eles também não podem deixar a série parecer uma cópia de outros universos já existentes na cultura popular. Trazer esses personagens e a forma como se conectam com o público é mais complexo do que adaptações como The Witcher, Fallout, Resident Evil, Street Fighter e Mortal Kombat. Por abordar questões com as quais muitos jogadores se identificam, o envolvimento emocional é maior, a ponto de gerar reações intensas tanto do público quanto dos desenvolvedores, como já discutido neste site.

Minha conclusão é que qualquer escolha que os produtores façam daqui para frente causará debates acalorados, sejam positivos ou negativos. A verdade é que os fãs querem ver essa franquia em outras mídias. Novidades devem surgir nos próximos meses, incluindo possíveis anúncios de elenco para o live-action de Mass Effect. Até lá, resta aguardar e torcer para que as decisões façam jus à grandiosidade da franquia também na indústria cinematográfica.

House Flipper, após ficar gratuito, bate recorde de usuários

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House Flipper é o típico jogo para pessoas que gostam de passar o tempo relaxando, jogando sem compromisso. Lançado oficialmente em 2018, o jogo recebeu inúmeras atualizações e até mesmo um último conteúdo adicional (DLC), intitulado Dine Out, em 2024, que abriu caminho para o lançamento de House Flipper 2, trazendo um aprimoramento da franquia.

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Sabendo disso, os desenvolvedores da Empyrean liberaram o primeiro título gratuitamente entre os dias 3 e 6 de abril de 2026, para que novos usuários conheçam mais da arte da limpeza. Isso mesmo: o jogo oferece a oportunidade de o jogador ser um faz-tudo, marido de aluguel ou até mesmo um profissional doméstico, resolvendo problemas manuais. Seja como encanador, jardineiro ou realizando serviços gerais, há trabalho o tempo todo — e o melhor: você pode montar sua própria gestão de prestação de serviços.

Aos jogadores que resgatarem o título dentro do prazo vigente da oferta, até 6 de abril, às 10h (horário de Brasília), ainda será possível obter os DLCs Apocalypse e Cyberpunk. Essa oferta, na minha análise, pode ser uma abertura para a versão remasterizada intitulada House Flipper Remastered Collection, planejada para o segundo trimestre de 2026. Normalmente, quando um jogo é liberado gratuitamente, basta ao usuário resgatá-lo. No entanto, ao consultar o SteamDB, constatei que o jogo teve um alto pico de jogadores simultâneos.

Batendo — e muito — o recorde oficial do título, o jogo chegou a 76.109 jogadores simultâneos. O máximo que costumava alcançar anteriormente era cerca de 16 mil jogadores. Se comparado a outros jogos, ele até possui um público fiel, mantendo-se sempre acima de dois mil usuários simultâneos — mais do que muitos títulos considerados AAA.

House Flipper, estatísticas de usuários no Steam, através do SteamDB
(Divulgação)

Reforme casas e locais que outrora pareciam não ter solução e mostre que você também possui criatividade e bom gosto. Além disso, todos os conteúdos adicionais lançados estão com descontos para quem desejar adquirir. O jogo pode ser resgatado gratuitamente na plataforma Steam, na versão para PC (Windows). Fique ciente de que, após o período promocional, o título retorna ao seu preço normal. Então, aproveite para garantir o jogo para sempre na sua biblioteca e jogar quando quiser.

Série de Mass Effect pode ser estragada por chefe global da Amazon Studios

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Se há uma franquia da indústria dos games modernos que domino na palma da mão, é Mass Effect. Após ler uma reportagem que, segundo o The Ankler, o novo chefe global de TV da Amazon, Peter Friedlander, simplesmente decidiu ignorar os fãs. Segundo a matéria, o roteiro deve sofrer uma reescrita para atrair o público que não joga videogames.

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Eu afirmo que é uma falácia reescrever uma trama que já é fascinante por seu enredo único. O termo “atrair não jogadores” faz parecer que Mass Effect é algo do outro mundo, utilizando diálogos similares aos de Star Trek e Battlestar Galactica, apesar de alguns aspectos possuírem similaridade. É ultrajante querer desconstruir uma saga que, por si só, conseguiu atrair a atenção de vários fãs da indústria dos games. Não é necessário ser um exímio jogador, exceto se você for daqueles de eSports, que provavelmente nunca ouviram falar do Comandante Shepard e sua equipe da mítica SSV Normandy. Fora isso, o jogo, desenvolvido pela BioWare, mesmo estúdio de Dragon Age, trouxe uma das franquias mais emblemáticas dos games.

Mass Effect N7 Day
(Divulgação)

Tanto que há inúmeras polêmicas envolvendo fãs e desenvolvedores por caminhos duvidosos que causaram revolta entre os usuários. A base de fãs é tão gigante que, até no Brasil, os títulos que não possuem uma tradução original na trilogia foram traduzidos em português do Brasil pela comunidade. Olha que foram milhares de linhas de diálogos, já que é um jogo de ação com elementos de RPG que faz os exploradores ficarem ligados em cada diálogo.

Se, para Friedlander, só reescrevendo o roteiro para ficar de fácil compreensão, está claro que ele próprio não entendeu o que é Mass Effect. O que torna o universo do Mass Relay único é como somos atraídos pelo enredo e pelos personagens cativantes. Desde Garrus Vakarian, Liara T’Soni, Tali’Zorah nar Rayya, Urdnot Wrex, Kaidan Alenko, Ashley Williams, Miranda Lawson, Mordin Solus, Thane Krios, Jack, Grunt e EDI. Além da liberdade criativa de escolher ações durante o jogo que refletem na amizade e nos caminhos que seguiremos ao longo da aventura de exploração espacial.

Muitos títulos tentaram fazer o mesmo que Mass Effect. Até o ambicioso Starfield não conseguiu ter a mesma popularidade, enquanto The Outer Worlds não caiu no gosto da cultura pop. O elenco de voz e a dublagem dos personagens, seja na versão masculina ou feminina do “Commander Shepard”, foram icônicos. O roteiro escrito por Mac Walters e Drew Karpyshyn, que tiveram participação importante em Star Wars: Knights of the Old Republic (KOTOR), nos dois primeiros jogos, moldou como enxergamos este mundo.

Mesmo com um final controverso no fim da trilogia, causando protestos e até ameaças aos desenvolvedores, o backlash foi tão intenso que a BioWare precisou se pronunciar publicamente. Eles lançaram o Extended Cut (DLC gratuito) em junho de 2012 para expandir e esclarecer os finais. Ainda assim, não convenceu os jogadores que esperavam algo a mais. A trilha sonora é tão extraordinária que você consegue identificá-la nas primeiras notas, e soa como uma trilha de cinema.

Nesse ponto, a Electronic Arts soube trabalhar e escolher os responsáveis por ela, com o envolvimento de músicos como Jack Wall, Sam Hulick, Richard Jacques e Christopher Lennertz, entre outros. Só pelas menções, é possível perceber o quanto a curadoria das músicas tinha um olhar diferenciado, visto que nem todos os músicos daquele período eram consagrados. Muitos ganharam notoriedade após suas participações na trilha sonora original de Mass Effect.

Compreendo que estamos comentando de uma produção que exige um orçamento elevado e não pode ficar sem audiência, já que não pagaria nem os custos da produção na primeira temporada. Entretanto, se for para se distanciar muito de sua proposta, como foram as temporadas de Halo, que acabaram não atraindo os telespectadores como deveriam; é bom a Amazon MGM Studios seguir os passos de Fallout, que agradou os fãs e também os não familiarizados com o universo dos videogames. Se Peter Friedlander estiver com o pensamento que citei, compreendo e apoio. Em todo caso, ele poderá enterrar no limbo uma obra especial e espacial, que a galáxia não consegue suportar.

Mass Effect: franquia está com ofertas especiais
(Reprodução)

Por fim, espero que ainda este ano tenhamos novidades do próximo Mass Effect 5, já que há dois anos não há novidades ou trailers em relação ao futuro da franquia nos jogos. Vamos aguardar que, com esta nova iniciativa, uma data oficial de lançamento seja revelada em 2026. Por ora: “I should go“!

Starfield é o principal lançamento no PlayStation 5 em 7 de abril

Há pouco mais de dois anos e meio, Starfield foi lançado como um dos maiores exclusivos do Xbox Series X|S e PC. Para muitos jogadores de PlayStation, a ideia de pilotar uma nave pela vastidão do Settled Systems parecia algo que só aconteceria “em alguns anos” — ou talvez nunca. Mas, em 7 de abril de 2026, esse cenário se torna realidade.

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O jogo da Bethesda chega oficialmente ao PS5, acompanhado de um dos maiores updates gratuitos da história do título e de um novo DLC pago. Um ato que simboliza a transformação profunda na estratégia da Microsoft e da Xbox Game Studios.

Por Que Isso Era Considerado Quase Impossível?

Quando Starfield foi revelado, ele representava o auge da visão “Xbox first” da Bethesda após a aquisição pela Microsoft em 2021. O jogo foi construído como uma experiência ambiciosa de RPG espacial, com foco em exploração, construção de naves e uma narrativa aberta típica da Bethesda. Na época, exclusividade console era vista como uma ferramenta poderosa para diferenciar plataformas. Até virou um troféu para os jogadores do Xbox ter este título como exclusivo nos consoles. Embora, o jogo não tenha recebido uma recepção como muitos esperavam e com uma proposta bem diferente.

Transmissões de Starfield começam às 13h
Divulgação / Bethesda

No entanto, o mercado de games mudou rapidamente. Vendas menores que o esperado no lançamento, feedback misto da comunidade e a pressão por alcançar mais jogadores fizeram a Microsoft repensar sua abordagem. Phil Spencer, Sarah Bond e a liderança da Xbox na época passaram a defender abertamente uma estratégia multiplatform para jogos first-party e Bethesda, priorizando o acesso amplo em vez de barreiras rígidas.

O resultado? Após ports bem-sucedidos de outros títulos, Starfield finalmente cruza a fronteira. O que muitos consideravam improvável em 2023 ou 2024 agora é oficial.

O Que os Jogadores de PS5 Vão Encontrar em 7 de Abril?

O lançamento no PlayStation 5 não é apenas uma conversão simples. A versão vem com otimizações específicas para o hardware da Sony:

  • Suporte completo ao DualSense (gatilhos adaptativos para sensação de pilotagem e combate, áudio através do alto-falante do controle, barra de luz reagindo à integridade da nave e à saúde do personagem).
  • Modos de desempenho: Quality Mode e Performance Mode a 60 FPS.
  • Aproveitamento do PSSR (especialmente no PS5 Pro) para imagens mais nítidas e estáveis em planetas e estações espaciais.
  • Outros recursos como vibração háptica aprimorada em zero-G e integração com o console.

Além disso, o jogo chega já atualizado com todo o conteúdo lançado desde 2023, incluindo a expansão Shattered Space.

O Grande Update “Free Lanes” + Novo DLC “Terran Armada”

O dia 7 de abril marca também o maior update gratuito já lançado para Starfield, batizado de Free Lanes. Entre as novidades estão melhorias significativas em exploração, novos sistemas de viagem, refinamentos na construção de naves e ajustes de qualidade de vida que a comunidade pediu desde o lançamento. Uma das principais queixas do jogo era a ausência de veículos terrestres, que só foram adicionados em atualizações posteriores, facilitando a locomoção dos jogadores entre os pontos do mapa.

Junto vem o DLC pago Terran Armada, uma nova história que expande o universo com foco em uma facção terrana poderosa. O conteúdo vendido separadamente e estará disponível para quem comprar a Premium Edition ou o upgrade.

Para quem nunca jogou, a Standard Edition traz o jogo base + todos os updates gratuitos até o momento. A Premium Edition inclui expansões anteriores, créditos de criação e o novo conteúdo adicional.

O Que Essa Chegada Representa para o Mercado?

A empresa percebeu que deveria colocar os jogos ao alcance do maior número possível de jogadores, independentemente da plataforma. Em vez de limitar experiências AAA a um único console, a empresa aposta que o valor dos jogos Bethesda (e futuros títulos) cresce quando mais pessoas podem vivê-los.

Para o jogador de PS5, é uma ótima notícia. Introduzindo um RPG espacial gigantesco, agora otimizado para o console, chega com conteúdo inédito e a promessa de uma experiência polida após anos de atualizações.

Muitos analistas veem isso como parte de uma tendência maior. Jogos como Indiana Jones and the Great Circle também seguiram caminho semelhante, mostrando que a exclusividade total está cada vez mais rara no setor.

Vale a Pena Jogar Starfield no PS5 em 2026?

Se você gosta de:

  • Exploração livre em mais de 1.000 planetas,
  • Construção profunda de naves e bases,
  • Histórias ramificadas com companheiros marcantes,
  • E um universo sci-fi com toques de Bethesda (bugs inclusos, mas com charme),

então sim — esta pode ser a melhor hora para embarcar.

O jogo chega mais maduro, com correções, novos recursos e otimizações específicas do PS5 que, segundo relatos iniciais, deixam a experiência ainda mais imersiva em alguns aspectos.

Por fim, enfim…Starfield no PS5

O que parecia impossível há alguns anos agora é fato com Starfield está a caminho do PlayStation 5. Em 7 de abril de 2026, uma nova leva de exploradores vai entrar nos Settled Systems. Seja bem-vindo, capitão. Explore um mundo e colete itens raros para ampliar seu conhecimento sobre o céu profundo. Quem sabe até lá, o homem retornou para lua e conquistou toda galáxia!

Verifiquei no console da Sony que a versão padrão está com o preço de R$ 249,90, enquanto a edição premium custa R$ 349,90. Dependendo da época em que você estiver acessando este artigo, os valores podem ter sido alterados nas lojas digitais.

Starfield: Free Lanes & Terran Armada Official Announce Trailer