A Disney e Pixar divulgaram o primeiro trailer dublado de Toy Story 5, antecipando o eixo temático do novo capítulo da franquia. A prévia indica que o conflito principal deixa de ser apenas o amadurecimento da criança e passa a envolver a presença dominante da tecnologia no cotidiano de Bonnie.
Logo nos primeiros minutos, o roteiro alterna humor — com o retorno de Garfinho — e a introdução de um problema do cotidiano. A redução do tempo de interação da criança com os brinquedos devido ao uso de dispositivos eletrônicos. A frase de Woody sobre estar “perdendo a Bonnie para esse aparelho” sintetiza a linha dramática apresentada.
(Reprodução)
Tecnologia como elemento narrativo
Diferentemente dos filmes anteriores, em que o foco estava na transição de fases da infância (como em Toy Story 3) ou na redefinição de propósito (Toy Story 4), o quinto filme insere um agente externo claro, telas e assistentes digitais passam a competir diretamente com os brinquedos.
O trailer também menciona o aumento de brinquedos abandonados, ampliando o escopo da narrativa para além da casa de Bonnie. A ameaça deixa de ser pontual e assume caráter mais amplo.
Dinâmica entre Woody e Buzz
A prévia exibe a retomada da tensão entre Woody e Buzz Lightyear. Há divergência de posicionamento sobre como agir diante da nova realidade, retomando uma dinâmica central dos primeiros filmes. Essa escolha sugere uma tentativa de reconectar os personagens icônicos ao núcleo clássico da franquia.
(Reprodução)
Há uma expansão do universo, com novos brinquedos e ambientes externos, além da presença constante da tecnologia dentro da casa. A ambientação sugere uma abordagem contemporânea, alinhada à experiência atual das crianças.
Segundo o vídeo, a animação estreia em 18 de junho nos cinemas brasileiros. Assista no início desta publicação ao trailer oficial dublado de Toy Story 5.
Entre a largada e a linha de chegada, existe muito mais do que alguns segundos de corrida. Em 100 Meters, o esporte serve como ponto de partida para uma reflexão sensível sobre persistência, identidade e o peso das escolhas que acompanham o tempo.
Disponível na Netflix, 100 Meters confirma o interesse do diretor Kenji Iwaisawa em usar o movimento como ferramenta para explorar conflitos humanos. Adaptado do mangá Hyakuemu, de Uoto (Orbe: Sobre Os Movimentos Da Terra), o filme parte de uma premissa simples, a corrida dos 100 metros rasos, para construir uma narrativa sobre tempo, persistência, identidade e amadurecimento.
À primeira vista, o título sugere um anime esportivo tradicional, centrado em rivalidade, intensidade e superação. No entanto, a obra subverte essa expectativa e transforma o sprint em uma jornada introspectiva que atravessa anos da vida de dois corredores. A linha de chegada permanece a mesma; o que muda é como cada personagem passa a enxergá-la.
A história acompanha Togashi, um talento natural que corre com leveza e confiança, e Komiya, seu oposto completo, movido pelo esforço e pela necessidade de provar algo a si mesmo. Assim, a relação entre os dois não se constrói em confrontos diretos constantes, mas em observações silenciosas, influências indiretas e trajetórias que se cruzam ao longo do tempo. Não há um duelo clássico entre gênio e azarão: o filme prefere mostrar como pessoas diferentes podem perseguir o mesmo objetivo por motivos igualmente legítimos.
Imagem: Rock’n Roll Mountain
Essa abordagem transforma a corrida em metáfora. Cem metros tornam-se um espaço simbólico onde expectativas, frustrações e sonhos se acumulam. O que dura poucos segundos na pista carrega o peso de anos de preparação, derrotas e escolhas pessoais. Mais do que competir, os personagens aprendem a compreender por que continuam correndo.
Visualmente, a animação se destaca pelo uso expressivo da rotoscopia e por um estilo que privilegia o corpo em movimento. Cada passada, respiração e gesto transmite emoção e desgaste físico, aproximando o espectador da experiência atlética. Não há pirotecnia visual constante; a força está na sensação de realidade e na fisicalidade das corridas.
A trilha de Hiroaki Tsutsumi acompanha essa proposta com discrição, alternando momentos de silêncio e composições melancólicas que reforçam a introspecção. O som da respiração, dos passos na pista e da tensão antes da largada torna-se parte essencial da narrativa.
Outro ponto de destaque é a atuação vocal, especialmente de Tori Matsuzaka e Shota Sometani, que acompanham o crescimento dos personagens ao longo dos anos, conferindo autenticidade às mudanças emocionais e psicológicas.
Imagem: Rock’n Roll Mountain
Dentro do panorama da animação japonesa contemporânea, o filme se aproxima de obras que usam o esporte e o movimento como linguagem para discutir identidade e passagem do tempo, dialogando com títulos como Ping Pong the Animation, The First Slam Dunk e 5 Centimeters per Second. Ao mesmo tempo, se distancia do espetáculo grandioso de produções como Demon Slayer: Infinity Castle, aproximando-se mais da sensibilidade autoral de Look Back.
O resultado é um anime esportivo que, na prática, vai além do gênero. 100 Meters não busca um clímax tradicional nem a consagração de um vencedor definitivo. Prefere observar o processo: a repetição, o cansaço, a persistência e as mudanças internas que ocorrem ao longo do caminho.
No fim, a corrida continua sendo a mesma. O que se transforma são os corredores, e, junto deles, o significado de continuar avançando. O filme sugere que a meta não é apenas chegar primeiro, mas entender por que seguimos correndo, mesmo quando o esforço parece não trazer recompensas imediatas.
Imagem: Rock’n Roll Mountain
Gamerdito: 100 Meters (A Corrida dos 100 Metros, 2025) é bom?
100 Meters demonstra que o esporte, no cinema, pode ser muito mais do que competição ou espetáculo. Ao acompanhar a trajetória de dois corredores ao longo dos anos, o filme transforma a corrida em uma metáfora sobre crescimento, identidade e a persistência necessária para continuar avançando, mesmo diante de frustrações e incertezas.
A direção de Kenji Iwaisawa aposta na contenção e na observação cuidadosa, priorizando gestos, silêncios e mudanças sutis em vez de grandes clímax. O resultado é uma narrativa que valoriza o processo acima da vitória, mostrando que o verdadeiro desafio não está apenas em cruzar a linha de chegada, mas em compreender o motivo de seguir correndo.
No fim, o filme reforça uma ideia simples e poderosa: a meta pode até permanecer a mesma, mas as pessoas mudam ao longo do caminho. E é justamente nessa transformação, construída a cada tentativa, erro e recomeço, que reside o verdadeiro significado da jornada.
O episódio 19 da terceira temporada de Fire Force teve sua prévia revelada, marcando o início de um dos momentos mais decisivos da série. A nova fase da trama destaca o começo do Grande Cataclismo e eleva o nível de tensão entre os personagens e o destino do mundo.
Segundo as informações divulgadas, o episódio vai ao ar no Japão em 21 de fevereiro, com lançamento posterior em plataformas de streaming internacionais.
Na narrativa, o Dr. Giovanni assume o controle do corpo de Yu após se tornar um Infernal e insere a chave no gerador Amaterasu, dando início ao cataclismo profetizado. Com isso, o mundo começa a se fundir com a dimensão de Adolla, enquanto incêndios massivos se espalham pelo Império de Tóquio e a população entra em desespero diante da destruição iminente.
Imagem: David Production Inc.
Sem respostas imediatas para conter o desastre, as companhias da Força Especial de Incêndio enfrentam uma situação extrema. A trama prepara o terreno para o confronto final, com Shinra e seus aliados reunindo forças para impedir a tragédia e proteger o mundo.
A terceira temporada acompanha o desfecho da história, intensificando as batalhas envolvendo os “Pilares” e aprofundando os mistérios que cercam o universo da obra. Agora, todas as unidades se unem em um esforço conjunto para impedir o avanço do Grande Cataclismo e salvar a humanidade.
Imagem: David Production Inc.
Data e horário de estreia do 19º episódio da 3ª temporada de Fire Force
A estreia do episódio 19 já está confirmada e não há previsão de atrasos.
Data de lançamento: 21 de fevereiro de 2026;
Horário: 14h30 (horário de Brasília).
A segunda parte da 3ª temporada de Fire Force está sendo exibida oficialmente no Brasil pela Crunchyroll, em formato simulcast, com os episódios disponibilizados logo após a exibição no Japão.
Aviso de transparência
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a Fire Force e a outros animes.
O episódio 7 de Sentenced to Be a Hero promete aprofundar a trama de conspiração e sobrevivência que marca a série. A prévia oficial divulgada pelo estúdio Studio KAI apresenta o capítulo intitulado “Punição: Disfarce de Férias na Cidade Portuária de Jof”, antecipando novos conflitos e estratégias perigosas.
Na história, Xylo Forbartz e Teoritta tentam recuperar as forças na cidade portuária de Jof. No entanto, o aparente descanso não passa de uma operação tática. Ambos são realocados temporariamente para a unidade de Patoche com uma missão clara: investigar a presença de heréticos do templo que se recusam a aceitar a nova Deusa.
Imagem: Studio KAI
Para cumprir o objetivo, o grupo decide simular um período de férias, usando a estratégia como isca para forçar os inimigos a se exporem. À medida que os acontecimentos avançam, fica evidente que a ameaça é maior do que o previsto, elevando o nível de tensão e colocando todos em risco constante.
Xylo, em especial, precisa agir com precisão absoluta, já que qualquer falha pode comprometer não apenas a missão, mas também sua própria liberdade, ou algo ainda mais grave. O episódio deve mostrar como essa operação impactará diretamente o destino da unidade 9004, reforçando o tom sombrio da obra e a ideia de heroísmo imposto como forma de punição.
Imagem: Studio KAI
Data e horário de estreia do episódio do episódio 07 de Sentenced To Be A Hero
A transmissão está prevista para ocorrer por volta das 11h (horário de Brasília). Como de costume, a disponibilização da legenda em português pode sofrer pequenos atrasos, variando de alguns minutos até algumas horas após a exibição original. Com transmissão oficial pela Crunchyroll.
Além de Sentenced To Be A Hero, o catálogo inclui títulos consagrados como One Piece, Jujustsu Kaisen, Naruto, Demon Slayer, Dragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.
Aviso de transparência
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A nova adaptação animada de All You Need Is Kill, obra de Hiroshi Sakurazaka com ilustrações de Yoshitoshi Abe, surge como uma interpretação que equilibra dois caminhos distintos: o espetáculo visual e a introspecção emocional. Diferente de versões anteriores, incluindo o live-action hollywoodiano No Limite do Amanhã, estrelado por Tom Cruise, a animação aposta em um tom que alterna entre a grandiosidade das batalhas e a reflexão sobre o peso de reviver o mesmo dia repetidamente.
Dirigido por Kenichiro Akimoto e produzido pelo Studio 4°C, o filme acompanha Rita, que passa a viver em um loop temporal após entrar em contato com uma ameaça extraterrestre. A cada morte, ela retorna ao início do mesmo dia, retendo memórias e aprendizados, uma dinâmica que remete tanto à lógica de videogames quanto a uma metáfora sobre tentativa, erro e amadurecimento pessoal.
Imagem: Studio 4°C
Visualmente, a animação de All You Need Is Kill impressiona. Em alguns momentos, adota uma estética vibrante e energética, com cenas de ação coreografadas e dinâmicas; em outros, prefere uma abordagem mais delicada e intimista, destacando expressões, silêncios e a solidão da protagonista. Essa dualidade reforça o principal diferencial da obra: não se trata apenas de uma história de guerra contra alienígenas, mas de uma narrativa sobre repetição, aprendizado e o peso emocional de continuar tentando.
O roteiro alterna entre essas duas propostas. De um lado, enfatiza a progressão dos personagens, especialmente Rita e Keiji, em combates e estratégias cada vez mais refinadas. De outro, busca explorar o impacto psicológico do loop, sugerindo paralelos com a rotina humana e a sensação de viver dias que parecem sempre iguais. Ainda assim, nem sempre esse equilíbrio funciona plenamente: algumas ideias são introduzidas de forma promissora, mas acabam resolvidas rapidamente, deixando a impressão de que poderiam ter sido mais aprofundadas.
Imagem: Studio 4°C
A relação entre os protagonistas é um dos pontos mais eficazes do filme. A convivência entre Rita e Keiji traz humanidade à narrativa, oferecendo momentos de leveza e emoção que contrastam com o cenário de destruição. No entanto, o desenvolvimento individual dos personagens por vezes fica limitado, com o foco retornando frequentemente à ação e ao avanço da trama.
No fim, All You Need Is Kill se destaca justamente por tentar unir dois olhares sobre a mesma história. Há espaço tanto para o espetáculo visual e as batalhas intensas quanto para uma abordagem mais sensível sobre persistência, escolhas e a busca por significado dentro da repetição. O resultado é uma adaptação que não tenta superar versões anteriores, mas reinterpretá-las: menos sobre vencer inimigos e mais sobre aprender, falhar e recomeçar.
Assim, All You Need Is Kill reafirma a força de sua premissa. Seja como narrativa de ficção científica, como metáfora existencial ou como experiência audiovisual, a história continua relevante por lembrar algo simples e poderoso: mesmo quando tudo parece se repetir, sempre existe a chance de fazer diferente no próximo dia.
Imagem: Studio 4°C
Gamerdito: All You Need Is Kill (Você Só Precisa Matar, 2026) é bom?
A nova leitura animada de All You Need Is Kill mostra que a força da obra está justamente em sua capacidade de ser reinterpretada sob diferentes perspectivas. Ao equilibrar ação e introspecção, o filme se distancia de uma abordagem puramente espetacular e aposta em uma narrativa que valoriza o crescimento pessoal, a repetição como aprendizado e o peso emocional das escolhas.
Mesmo com limitações no desenvolvimento de algumas ideias e personagens, a adaptação consegue se sustentar como uma experiência envolvente e significativa. Mais do que uma história sobre batalhas contra uma ameaça extraterrestre, trata-se de um relato sobre persistência, tentativa e erro e a possibilidade constante de mudança.
No fim, a animação reforça o que sempre tornou essa história relevante: a noção de que cada recomeço carrega uma nova oportunidade. E é justamente nessa simplicidade, na chance de fazer diferente, mesmo quando tudo parece igual, que reside o impacto duradouro da narrativa.
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O filme, no momento da escrita dessa crítica, está em cartaz nos cinemas e os ingressos podem ser adquiridos aqui. Mas, caso tenha perdido a chance de ver esse filme nas telonas, não deve demorar muito para que ele chegue a algum serviço de streaming.
A queda mais intensa aconteceu por volta das 22h30. Durante cerca de 30 minutos, a plataforma simplesmente não carregava vídeos. Ao tentar acessar qualquer conteúdo, usuários encontravam apenas a mensagem: “Ocorreu um erro”.
Problemas já vinham desde o início da noite
Segundo dados do Downdetector, que monitora falhas em serviços online, houve um pico repentino de notificações envolvendo o YouTube pouco depois das 22h30. O gráfico de reclamações disparou em poucos minutos, indicando que a queda foi generalizada e não um problema isolado de conexão por parte dos usuários.
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Com o aumento do fluxo típico do Carnaval, a situação acabou se agravando.
App e versão web foram afetados
A falha atingiu tanto o aplicativo quanto o acesso pelo navegador. Nem mesmo assinantes do YouTube Premium escaparam dos problemas, segundo relatos nas redes sociais.
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Por volta das 23h, o acesso começou a ser restabelecido gradualmente.
Até o momento, não houve posicionamento detalhando a causa da instabilidade.
A chegada de Kaguya: A Princesa Espacial à Netflix marca uma releitura ousada de um dos mitos mais tradicionais do Japão, o clássico O Conto do Cortador de Bambu. Sob direção de Shingo Yamashita, o filme opta por não competir diretamente com versões anteriores, como a adaptação do Studio Ghibli, e constrói uma proposta própria ao deslocar a narrativa para um universo contemporâneo e futurista, atravessado por cultura digital, ficção científica e reflexões sobre identidade.
A trama acompanha o surgimento de Kaguya em um mundo que mistura o cotidiano urbano com ambientes virtuais e elementos espaciais. Criada longe de sua origem, a personagem cresce dividida entre o destino que lhe foi imposto e o desejo de construir a própria trajetória. Em paralelo, a narrativa apresenta figuras humanas que orbitam sua presença e são transformadas por ela, reforçando o papel da princesa como catalisadora de mudanças, mais do que como protagonista tradicional.
Essa abordagem amplia o escopo do conto original. Em vez de uma fábula centrada apenas na despedida e na transitoriedade da vida, o filme investe em temas contemporâneos como pertencimento, relações mediadas por telas e a busca por autonomia em uma sociedade hiperconectada. O universo digital e performático surge como extensão natural do cotidiano, não como crítica moral direta, mas como parte do ambiente em que os personagens constroem suas identidades.
Ao mesmo tempo, a obra abraça uma linguagem estética expansiva. A animação alterna momentos de intimidade com sequências grandiosas, cores saturadas, ambientações virtuais e passagens musicais que reforçam o caráter híbrido do projeto. Em seus melhores momentos, essa mistura cria uma experiência visual marcante e inventiva; em outros, contribui para uma sensação de excesso que impacta o ritmo e a coesão narrativa.
Imagem: Studio Colorido/Studio Chromato
O roteiro demonstra ambição ao tentar conciliar comentário social, drama existencial e espetáculo audiovisual, mas nem sempre encontra equilíbrio. Subtramas pouco exploradas e personagens coadjuvantes subdesenvolvidos reduzem o peso emocional de algumas passagens. Ainda assim, a essência da história permanece: a tentativa de romper expectativas e definir o próprio caminho diante de pressões externas.
No campo temático, Kaguya: A Princesa Espacial se destaca ao reposicionar a protagonista como símbolo de liberdade e transformação. A obra discute, ainda que de forma desigual, questões como autonomia feminina, construção de identidade e o impacto das estruturas sociais sobre escolhas individuais. A ficção científica e o ambiente digital funcionam menos como espetáculo e mais como metáforas para esse conflito.
O resultado é uma animação que se distancia de adaptações tradicionais e assume um perfil mais autoral e experimental. Não é uma narrativa linear nem necessariamente acessível a todos os públicos, mas se destaca pela disposição em reinterpretar um mito clássico sob lentes contemporâneas, explorando o encontro entre tradição e modernidade.
No fim, o filme encontra sua força justamente nessa tensão. Entre o íntimo e o grandioso, o clássico e o futurista, Kaguya: A Princesa Espacial propõe uma reflexão sobre o direito de escolher o próprio destino, mesmo quando o mundo, real ou virtual, parece já ter decidido por nós.
Imagem: Studio Colorido/Studio Chromato
Gamerdito: Kaguya: A Princesa Espacial é bom?
Em síntese, Kaguya: A Princesa Espacial consegue reinterpretar um dos mitos mais conhecidos da cultura japonesa sob uma ótica futurista e emocionalmente sensível. A narrativa não se apoia apenas no espetáculo visual ou no cenário tecnológico, mas prioriza o desenvolvimento interno da protagonista e suas escolhas, criando uma conexão genuína com o público.
Ao transportar a história para um contexto espacial e contemporâneo, a obra amplia o debate sobre identidade, pertencimento e liberdade individual. Kaguya passa a representar não apenas uma figura lendária, mas também um reflexo das inquietações modernas: o desejo de autonomia, a busca por propósito e o peso das expectativas impostas pela sociedade e por suas próprias origens.
Dessa forma, o anime se consolida como uma produção que equilibra tradição e inovação, mostrando que temas humanos universais permanecem relevantes mesmo em cenários futuristas. A jornada da protagonista reforça que, independentemente do tempo ou do espaço, são as relações, as decisões e a construção da própria identidade que realmente definem quem somos.
A Razer anunciou nesta segunda-feira (16) a NiKo Collection, linha de periféricos desenvolvida em parceria com o jogador Nikola “NiKo” Kovač, um dos principais nomes da história competitiva de Counter-Strike 2.
A coleção marca um ano da entrada de NiKo no Team Razer e leva a assinatura do atleta em uma série baseada na linha profissional da marca. O lançamento ocorre dias após o jogador conquistar o décimo prêmio de MVP da HLTV nas finais presenciais da BLAST Bounty 2026 Season 1, em Malta.
Entre os produtos anunciados estão o mouse Razer DeathAdder V4 Pro NiKo Edition, o mousepad Razer Gigantus V2 Pro NiKo Edition, o teclado Razer Huntsman V3 Pro TKL 8KHz NiKo Edition e o headset Razer BlackShark V3 Pro NiKo Edition. Os equipamentos trazem visual inspirado em chamas — referência ao estilo agressivo do jogador — e mantêm as especificações voltadas ao cenário competitivo, como polling rate de até 8.000 Hz e tecnologia HyperSpeed Wireless de segunda geração.
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Segundo a empresa, os dispositivos seguem o padrão utilizado por atletas profissionais em torneios internacionais, com foco em precisão, baixa latência e personalização de comandos. A coleção também foi apresentada ao público durante evento da PGL em Cluj-Napoca.
NiKo soma dez aparições no Top 20 anual da HLTV ao longo da carreira e é reconhecido como um dos riflers mais consistentes do cenário competitivo. A parceria com a Razer amplia a estratégia da marca de desenvolver produtos em colaboração direta com jogadores profissionais.
A NiKo Collection já foi oficializada globalmente, com detalhes sobre disponibilidade e preços variando conforme o mercado. Ainda não há previsão de uma data com lançamento oficial no Brasil.
A FaZe Clan é campeã do Six Invitational 2026. A equipe brasileira venceu a Team Secret por 3 a 1 no último domingo (15), em Paris na França, e conquistou o bicampeonato mundial de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege. No início desta publicação você acompanha o ponto decisivo que consagrou a equipe brasileira.
Com o resultado, a FaZe se torna a primeira equipe a vencer duas edições consecutivas do torneio — repetindo o título de 2025 — e também a primeira organização brasileira a alcançar dois troféus do Invitational. A campanha rendeu US$ 1 milhão em premiação, cerca de R$ 5,2 milhões.
A final começou equilibrada no mapa Consulado, mas a FaZe encaixou a defesa na segunda metade e fechou em 7 a 4. Em Banco, o time brasileiro controlou a partida do início ao fim e venceu por 7 a 2, abrindo vantagem na série.
A Team Secret reagiu em Fortaleza. Após levar o confronto ao overtime, os europeus venceram por 11 a 9 e diminuíram a diferença. Em Fronteira, o jogo voltou a ser decidido na prorrogação. Desta vez, a FaZe levou por 10 a 8 e confirmou o título.
A equipe brasileira chegou à decisão com apenas uma derrota em todo o campeonato e permaneceu na chave superior durante os playoffs. Foi a terceira final consecutiva da organização no Six Invitational.
A Team Secret, que havia eliminado o Fluxo W7M na chave inferior, chegou embalada pelo título da Esports World Cup e fez uma campanha de recuperação até a decisão.
Com a vitória, o Brasil passa a somar quatro títulos de Six Invitational. Além dos dois da FaZe, o país venceu com a Ninjas in Pyjamas, em 2021, e com a w7m esports, em 2024.
O torneio foi realizado na Adidas Arena e reuniu 20 equipes. Entre os brasileiros, o Fluxo W7M terminou em quarto lugar, a FURIA ficou em sexto, enquanto a Black Dragons e a NiP completaram a participação nacional. Agora, o Brasil chega ao tetracampeonato do Six Invitational após mais uma conquista épica.
O Brasil estará representado na decisão do Six Invitational 2026. A FaZe Clan enfrenta a Team Secret neste domingo (15), às 14h (horário de Brasília), na final do principal torneio mundial de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege, disputado em Paris.
A FaZe chega à terceira final consecutiva do Invitational. Atual campeã, a equipe brasileira avançou pelos playoffs sem cair para a chave inferior e garantiu vaga direta na decisão. Se vencer, o Brasil alcança o quarto título da história no campeonato.
Já a Team Secret construiu sua trajetória pela lower bracket e foi responsável por encerrar a campanha da Fluxo W7M, outra representante brasileira no torneio. A equipe europeia venceu os brasileiros por 2 a 0 antes de superar também a Team Falcons e confirmar presença na final. Se o resultado contra o Fluxo tivesse sido diferente, o campeonato poderia ter uma decisão totalmente brasileira.
O Brasil soma três títulos de Six Invitational: com a Ninjas in Pyjamas, em 2021, com a w7m esports, em 2024, e com a própria FaZe na edição anterior.
A final terá transmissão nos canais oficiais da Ubisoft na Twitch e no YouTube.