O aguardado longa Scarlet, nova animação dirigida por Mamoru Hosoda, deve estrear nos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira (16). Apesar da data já constar em plataformas de venda de ingressos, como o Ingresso.com, ainda não há confirmação oficial sobre as redes exibidoras que receberão o filme no país.
Outro ponto que permanece indefinido é a presença de dublagem em português, já que a Sony Pictures do Brasil, responsável pela distribuição, ainda não divulgou informações detalhadas sobre o lançamento nacional.
Mesmo com a ausência de uma campanha oficial mais robusta, a data de estreia já aparece listada em serviços de venda de ingressos. Além disso, o longa recebeu classificação indicativa para maiores de 16 anos, indicando que a narrativa deve abordar temas mais maduros.
A expectativa é de que novas informações sobre salas, horários e formatos de exibição sejam divulgadas mais próximas da estreia.
Scarlet é uma obra original escrita e dirigida por Mamoru Hosoda, um dos nomes mais reconhecidos da animação japonesa contemporânea. O cineasta é conhecido por títulos aclamados como Crianças Lobo, Guerras de Verão, Mirai e BELLE.
O filme também é produzido pelo Studio Chizu, estúdio fundado pelo próprio Hosoda e responsável por suas produções mais recentes.
Na trama, acompanhamos a jornada de Scarlet, uma princesa que falha em sua missão de vingar a morte de seu pai. Após esse evento, ela desperta em um mundo misterioso conhecido como Terra dos Monstros, onde passa a enfrentar novos desafios.
Durante essa jornada, Scarlet conta com a companhia de Hijiri, um homem originário do Japão contemporâneo, criando um contraste entre realidades distintas e ampliando as possibilidades narrativas da obra.
Imagem: Studio Chizu
Trajetória internacional e premiações de Scarlet
Antes de sua chegada ao Brasil, Scarlet teve sua estreia mundial durante o Festival de Veneza, em setembro de 2025. Posteriormente, o longa foi lançado oficialmente nos cinemas japoneses em novembro do mesmo ano.
O filme participou de premiações importantes, concorrendo em categorias como Filme Independente, Direção e Roteiro, embora não tenha conquistado prêmios nessas disputas.
Além disso, a produção também figura entre os indicados ao Crunchyroll Anime Awards, na categoria de Filme do Ano, reforçando seu destaque no cenário recente da animação.
A possível estreia de Scarlet nos cinemas brasileiros gera grande expectativa, especialmente entre fãs do trabalho de Mamoru Hosoda. Conhecido por narrativas emocionais e visualmente marcantes, o diretor costuma explorar temas como família, identidade e amadurecimento, elementos que podem novamente estar presentes neste novo projeto.
Ainda que faltem detalhes oficiais sobre a distribuição, a inclusão do filme em plataformas de ingressos indica que o lançamento está próximo de acontecer.
Informamos que não possuímos nenhum vínculo com as marcas citadas neste artigo. Porém, como parte do nosso compromisso com nossos leitores, as mencionamos para facilitar a busca por locais que ofereçam sessões de cinema com os filmes em cartaz de seu interesse.
uando a primeira temporada de Frieren e a Jornada para o Além (Sousou no Frieren) chegou ao fim com seus 28 episódios, uma dúvida inevitável tomou conta dos fãs: haveria continuidade para a adaptação? Apesar do mangá ainda estar em publicação com material suficiente para novas temporadas, a ausência de um anúncio imediato gerou insegurança, especialmente considerando o histórico do estúdio Madhouse, conhecido por produzir primeiras temporadas marcantes sem garantir uma sequência rápida. A seguir, confira nossa crítica sobre esta produção da temporada 2 de Frieren e a Jornada para o Além.
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Para aumentar ainda mais a incerteza, o primeiro ano do anime encerrou com uma sensação de conclusão narrativa, fechando um ciclo importante da história. Esse desfecho, embora satisfatório, deixou no ar a possibilidade de que a obra pudesse não retornar tão cedo.
Felizmente, a confirmação veio meses depois, e o resultado não poderia ser melhor. A segunda temporada não apenas manteve a qualidade apresentada anteriormente, como também elevou o nível da produção, entregando uma experiência visual refinada e uma narrativa ainda mais madura, fiel à essência contemplativa que tornou a obra tão especial.
A jornada continua: simplicidade que encanta
Com Fern agora reconhecida como uma maga de Primeira Classe, a jornada ao lado de Frieren e Stark segue em direção a Ende. No caminho, o grupo atravessa vilarejos isolados, regiões perigosas e áreas dominadas por demônios, culminando na chegada ao temido Planalto do Norte, um dos pontos mais marcantes desta nova fase.
Apesar do sucesso expressivo da primeira temporada e da crescente popularidade dos personagens, a produção opta por não alterar sua identidade. Em vez de acelerar o ritmo ou apostar em mudanças bruscas, o anime mantém sua abordagem calma e introspectiva, uma escolha que se mostra acertada.
Cada episódio se inicia com uma sensação de tranquilidade que, longe de representar lentidão, funciona como um convite à contemplação. O espectador é incentivado a observar os cenários, absorver os diálogos e refletir sobre os pequenos detalhes que compõem a narrativa.
Imagem: Madhouse
O valor do cotidiano e a passagem do tempo
Um dos grandes méritos da segunda temporada de Frieren está na forma como ela transforma situações simples em momentos significativos. Em diversos episódios, temas aparentemente cotidianos são explorados com profundidade, como o apego ao lar, a dificuldade de mudança e o medo do desconhecido.
Há histórias de personagens que se recusam a abandonar suas casas, mesmo diante de perigos iminentes. Em outros momentos, o foco recai sobre os próprios protagonistas, que passam por situações que misturam leveza, humor e emoção de maneira equilibrada.
Esse tipo de abordagem se destaca ainda mais quando comparado ao ritmo acelerado da sociedade atual, marcada pela necessidade constante de produtividade e controle. Frieren surge como um contraponto a essa lógica, oferecendo uma experiência que valoriza o tempo, o silêncio e os momentos aparentemente comuns.
A mensagem é clara: são os dias simples, muitas vezes considerados “monótonos”, que constroem uma vida significativa.
Desenvolvimento de personagens e conexões emocionais
A evolução dos personagens continua sendo um dos pilares da obra. Ao longo da jornada, fica evidente como Fern e Stark amadureceram, tanto em termos de habilidades quanto de compreensão emocional.
Ao mesmo tempo, a própria Frieren apresenta mudanças sutis, mas profundas. Se antes a elfa parecia distante e focada apenas em seus objetivos, agora ela demonstra maior sensibilidade em relação às pessoas ao seu redor.
Essa transformação é reforçada pelos constantes flashbacks que conectam a jornada atual com o passado ao lado do antigo Grupo de Heróis. Diferente de outras produções, esses momentos não interrompem a narrativa, pelo contrário, eles a enriquecem, oferecendo novas perspectivas e ampliando o impacto emocional das cenas.
Um exemplo marcante é a forma como Frieren passa a reconhecer sentimentos que antes ignorava. Sua percepção sobre a relação entre Fern e Stark, por exemplo, resulta em momentos delicados e até mesmo bem-humorados, como quando ela ajuda Stark a planejar um encontro ideal.
Essa mudança de postura evidencia o crescimento da personagem e reforça um dos temas centrais da obra: a importância de estar presente e valorizar as conexões humanas.
Imagem: Madhouse
Estética, trilha sonora e narrativa visual
Se a primeira temporada já se destacava pela qualidade técnica, a segunda eleva ainda mais esse padrão. A direção, animação e trilha sonora trabalham em conjunto para criar uma experiência imersiva e emocionalmente impactante.
As cenas são cuidadosamente compostas, com atenção especial à iluminação, enquadramento e ritmo. Em determinados momentos, o anime assume um tom quase poético, convidando o espectador a interpretar as imagens e sentimentos apresentados.
Sequências específicas, como aquelas que mostram Frieren sob a perspectiva de outros personagens, oferecem uma nova camada de profundidade à narrativa. São momentos raros, mas extremamente significativos, que permanecem na memória do público.
Ação na medida certa
Embora seja conhecido por seu ritmo contemplativo, Frieren não deixa de lado a ação. A segunda temporada reserva espaço para cenas mais dinâmicas, especialmente durante a passagem pelo Planalto do Norte.
As batalhas são bem coreografadas e visualmente impressionantes, destacando a evolução de Fern e Stark como combatentes. O entrosamento entre os personagens também se torna mais evidente, reforçando a sensação de progresso ao longo da jornada.
Essas sequências conseguem equilibrar intensidade e clareza, proporcionando momentos de tensão sem comprometer a identidade da obra.
Imagem: Madhouse
Gamerdito: Vale a pena assistir Frieren e a Jornada para o Além (2ª temporada)?
Ao término da segunda temporada, Frieren e a Jornada para o Além entrega mais uma conclusão satisfatória, mas deixa espaço para o que está por vir. Diferente do sentimento de incerteza após o primeiro ano, agora os fãs já têm a confirmação de uma nova temporada.
Esse cenário muda completamente a forma como a obra é consumida. Em vez de ansiedade por continuidade, surge uma sensação de tranquilidade, quase como um reflexo da própria proposta do anime.
O espectador passa a valorizar cada episódio, cada cena e cada detalhe, sabendo que a jornada continuará. E, com a próxima temporada prevista para 2027, há tempo suficiente para absorver tudo o que a obra tem a oferecer.
Atualmente, as duas temporadas de Frieren e a Jornada para o Além estão disponíveis na Crunchyroll, com opções dubladas e legendadas. A primeira temporada também pode ser encontrada em plataformas como Netflix e HBO Max.
O mangá original é publicado no Brasil pela Panini, permitindo que os fãs acompanhem a história além da adaptação em anime.
O State of Decay 3 foi anunciado pela primeira vez há mais de seis anos. À época do anúncio, conforme explicado por Philip Holt um dos desenvolvedores, o jogo sequer estava em produção — a revelação funcionou mais como uma declaração de intenção do que uma confirmação de desenvolvimento ativo. Em entrevista ao canal Sunny Games, ele admitiu dizendo que o jogo existia apenas em um documento Word, com apenas quatro ou cinco pessoas na equipe. O que parecia que seria uma espera de poucos anos para a chegada ao Xbox Game Pass acabou se transformando em meia década de silêncio quase total.
Agora, a Undead Labs abriu as inscrições para os primeiros playtests do jogo — e a movimentação, por mais positiva que pareça, não apaga o calendário vazio. Não há data oficial de lançamento. Se o estúdio está apenas começando a abrir testes com a comunidade, a leitura mais realista aponta para um ou dois anos adicionais antes de um lançamento comercial. Pode ser mais. Fique ciente que em 2024 durante o Xbox Showcase, um trailer cinematográfico do jogo foi exibido.
Na comunicação oficial, o estúdio reforça que a primeira leva de testes será limitada como teste alfa (alpha), e que quem não for selecionado agora terá outras oportunidades ao longo do ano. A mensagem também ressalta o papel histórico da comunidade no desenvolvimento da franquia — uma narrativa que a Undead Labs claramente quer manter para este terceiro capítulo.
O ponto de inflexão aqui é simples, playtest para tentar acalmar os fãs que desejam por mais informações do título. A iniciativa indica que o desenvolvimento chegou a um estágio jogável o suficiente para exposição externa, o que é relevante depois de anos sem qualquer material concreto. Mas a ausência de uma janela de lançamento — nem mesmo uma genérica como “2027” — diz mais do que o comunicado desse teste alfa.
Como participar do playstest alfa de State of Decay 3?
Para quem acompanha a franquia desde o primeiro jogo, a cautela é o posicionamento mais racional. As inscrições para o playtest estão disponíveis em playtest.stateofdecay.com. É necessário possuir uma conta ativa na plataforma do Discord para efetuar sua inscrição oficial.
Uma geração inteira que cresceu assistindo vídeos no YouTube vai ver um rosto conhecido ganhar as telonas, Marco Túlio, criador do canal Authentic Games. Agora estrela seu próprio filme: Authentic Games no Império Desconectado, com estreia marcada para 30 de abril nos cinemas brasileiros. O trailer oficial pode ser assistido no topo desta publicação ou na plataforma do YouTube.
O longa mistura live-action com animação e leva para o cinema um universo que muitos fãs reconhecem de cara. Mesmo sem ligação oficial, é difícil não associar a estética e a proposta ao fenômeno Minecraft, que marcou a infância e adolescência de milhões de pessoas.
Uma aventura fora da internet
Na história, Marco Túlio é sequestrado e levado para um mundo sem internet, dominado pelo chamado Império Desconectado. Ao chegar lá, ele se transforma em seu avatar, Authentic, e precisa embarcar em uma jornada para salvar a Família Craft e enfrentar o imperador. A trama aposta em elementos clássicos de aventura, com humor, ação e aquele tom leve que fez o canal crescer ao longo dos anos.
Do YouTube para o cinema
Com mais de 20 milhões de inscritos e bilhões de visualizações, Authentic Games não é só um canal, é parte da memória digital de quem cresceu na era dos criadores de conteúdo. O filme também traz nomes conhecidos do público jovem, como Spok, Cauê, Natan Lopes e Thay Bergamim, além do cachorro Shake, ampliando essa sensação de comunidade que sempre foi marca do projeto.
(Reprodução)(Reprodução)
Nostalgia nas telonas de cinema
A adaptação em live-action do filme funciona como um retrato de uma geração. Aquelas tardes vendo vídeos, acompanhando séries dentro de jogos e criando vínculos com criadores agora ganham uma nova forma.
Mesmo para quem já não acompanha tanto o canal hoje, existe um fator curioso, revisitar esse universo, com estrutura de cinema, efeitos tridimensionais e trama leve para família.
Por fim, Authentic Games no Império Desconectado aposta justamente em nostalgia dos fãs que agora são adultos e da nova geração que acompanha o trabalho de Marco Túlio. Provavelmente, levarei meu pequeno para acompanhar este filme, já que ele adora o personagem.
Então, em 30 de abril de 2026, aproveite para ir aos cinemas brasileiros e conferir esta produção nacional. O longa-metragem conta com distribuição da Imagem Filmes.
A Skybound Games confirmou que Invincible VS entra em fase de Beta Aberto gratuito a partir desta quinta-feira, 9 de abril, com testes liberados até o domingo, dia 12. O período será uma oportunidade direta para jogadores conhecerem o título antes da estreia oficial, especialmente quem acompanha a série animada Invincível, disponível no Prime Video.
O teste estará disponível para PlayStation 5 e Xbox Series X|S, com início às 13h (horário de Brasília) e encerramento às 01h do dia 12. Compreendo que deve está se questionando nesse momento sobre um teste na versão de PC Windows. Contudo, o jogo já é um dos mais aguardados de luta deste ano.
Durante o Beta, serão liberados 10 personagens jogáveis, incluindo nomes centrais como Invencível, Omni-Man e Eve Atômica. Entre outros como À Prova de Balas, Thula, Rex Explosão, Fera de Batalha, Robô, Menina Monstro, Allen, o Alienígena. No lançamento completo, o elenco sobe para 18 lutadores, com mais quatro previstos ao longo do ano.
Invincible VS: beta aberto começa nesta quinta-feira (9) 12
O conteúdo de testes inclui três modos principais:
Tutorial, voltado para adaptação aos comandos e sistemas de luta
Modo Treino, para experimentação de personagens
Modo Ranqueado, com progressão baseada em Pontos da Liga
Os 20 melhores jogadores do ranking durante o Beta terão seus nomes incluídos nos créditos do jogo como “Bestas do Beta”.
Outro destaque do período de testes é uma skin especial de Omni-Man, baseada em uma versão mais recente vista na série, disponível para todos que participarem.
Invincible VS: beta aberto começa nesta quinta-feira (9) 13Invincible VS: beta aberto começa nesta quinta-feira (9) 14
Desenvolvido pela Quarter Up, estúdio com profissionais envolvidos em Killer Instinct (2013), o jogo aposta em combates 3v3, violência gráfica alinhada ao material original e foco em fidelidade ao universo criado pela Skybound Entertainment.
O título já está em pré-venda para consoles e PC, com distribuição nas principais plataformas digitais da América Latina, incluindo Steam, Microsoft Store e PlayStation Store. Fique ciente que durante o período de teste é interessante relatar ao máximo feedbacks de melhorias e possíveis bugs aos desenvolvedores.
Não é exagero afirmar que a demografia shounen domina o cenário dos animes e mangás há décadas. Com uma base de fãs consolidada e enorme apelo comercial, esse tipo de obra recebe uma quantidade massiva de lançamentos a cada temporada. No entanto, essa abundância também traz um efeito colateral: a saturação de títulos medianos e a constante busca do público por histórias que realmente se destaquem. A seguir, confira nossa review sobre esta produção da temporada 3 de Jujutsu Kaisen.
Foi justamente nesse contexto que Jujutsu Kaisen surgiu, em março de 2018, como uma das obras que conseguiram romper essa barreira. Criado por Gege Akutami, o título apresenta a jornada de Yuji Itadori, um jovem que, ao entrar em contato com um objeto amaldiçoado, é lançado em um universo repleto de maldições, feiticeiros e conflitos sobrenaturais.
Agora, em sua terceira temporada, o anime produzido pelo estúdio Mappa reafirma seu status como um dos maiores sucessos recentes da indústria. Ainda assim, em vez de se acomodar na fórmula que já funciona, a obra opta por arriscar, uma decisão que pode dividir opiniões, mas que também eleva o nível da narrativa.
Imagem: MAPPA
O início do arco Migração à Extinção
A nova temporada adapta o aguardado arco Migração à Extinção, também conhecido entre fãs como “Jogo do Abate”. Nessa fase da história, o antagonista Kenjaku dá início a um jogo mortal que envolve diversos personagens importantes da trama.
Yuji Itadori, Megumi Fushiguro, Panda e Yuta Okkotsu estão entre os participantes que entram nessa disputa com o objetivo de conter, ou ao menos reduzir, o número de vítimas. À primeira vista, a premissa parece seguir o padrão clássico do shounen: personagens poderosos reunidos em uma competição perigosa, com batalhas intensas e habilidades impressionantes. Entretanto, Jujutsu Kaisen decide subverter essa expectativa logo no início do arco.
Um episódio que divide opiniões
Um dos momentos mais comentados da temporada acontece no terceiro episódio, intitulado “Sobre a Migração à Extinção”. Em vez de avançar diretamente para a ação, o anime dedica um episódio inteiro para explicar as regras do jogo criado por Kenjaku.
E não são poucas regras.
Com uma abordagem extremamente detalhada, e, para muitos, excessivamente verborrágica, o episódio apresenta uma série de condições, exceções e mecânicas que regem o funcionamento do jogo. Para quem já conhecia o mangá, a curiosidade estava em ver como essa explicação seria adaptada. Já para quem esperava apenas mais ação, o resultado pode ter sido frustrante.
Ainda assim, há um ponto interessante nessa decisão criativa: apesar da complexidade apresentada, não é necessário compreender cada detalhe para aproveitar a temporada. O anime se encarrega de relembrar as informações mais relevantes ao longo dos episódios, permitindo que o espectador acompanhe a narrativa sem se perder completamente.
Essa escolha levanta uma questão curiosa: por que interromper o ritmo da história para uma explicação tão extensa? A resposta não é simples, mas é possível interpretar esse momento como um convite para o público desacelerar e se envolver com o universo da obra de forma mais completa, mesmo que isso exija paciência.
(Reprodução)
A recompensa: ação e experimentação visual
Superada a etapa mais expositiva, Jujutsu Kaisen retoma sua essência e entrega uma sequência de episódios marcados por intensidade e criatividade.
O episódio “Preparação Perfeita”, por exemplo, destaca a personagem Maki Zenin em uma das sequências mais impactantes da temporada. Sua evolução e protagonismo resultam em cenas de ação brutais e visualmente impressionantes.
Outro destaque é a luta entre Yuji Itadori e Kinji Hakari, que ganha vida por meio do uso de rotoscopia, uma técnica que confere maior realismo aos movimentos. O resultado é uma das batalhas mais dinâmicas e diferenciadas do anime até agora.
Além disso, personagens como Hiromi Higuruma trazem novas camadas à narrativa, com habilidades únicas e conceitos criativos. Já o episódio final, ambientado na Colônia de Sendai, eleva o nível visual da produção, consolidando o trabalho do estúdio Mappa como um dos mais ambiciosos da atualidade.
Caos narrativo e conflitos internos
Um dos aspectos mais interessantes da terceira temporada é a sensação constante de caos. Essa característica não está presente apenas na estrutura da narrativa, mas também nos conflitos enfrentados pelos personagens.
Yuji continua lidando com as consequências das ações de Sukuna, carregando um peso emocional significativo. Ao mesmo tempo, o futuro do clã Zenin permanece incerto, adicionando tensão ao desenvolvimento da história.
A ausência de Satoru Gojo também é um elemento fundamental. Sua falta impacta diretamente o equilíbrio de forças dentro do universo da obra, intensificando a sensação de urgência e vulnerabilidade.
Essa combinação de fatores cria um ritmo acelerado, reforçado por cortes rápidos e uma trilha sonora envolvente. Como resultado, a temporada transmite a impressão de estar sempre correndo contra o tempo, uma escolha que pode fazer com que os episódios pareçam passar mais rápido do que o esperado.
(Reprodução)
Entre ação e poesia
Apesar de ser amplamente reconhecido por suas cenas de combate, Jujutsu Kaisen demonstra, nesta temporada, uma preocupação maior com aspectos estéticos e simbólicos.
Desde a abertura, repleta de referências artísticas, até a construção de cenas específicas, como aquelas centradas em Maki, o anime busca transmitir emoções que vão além da ação. Há um esforço claro em transformar cada momento em algo visualmente significativo.
Esse cuidado também se reflete no episódio final, que combina intensidade narrativa com uma abordagem quase poética. O resultado é uma experiência que recompensa o espectador que se permite ir além das lutas e prestar atenção nos detalhes.
Gamerdito: Vale a pena assistir Jujutsu Kaisen (3ª temporada)?
A terceira temporada de Jujutsu Kaisen não é perfeita, e talvez nem tente ser. A decisão de incluir um episódio inteiro de exposição, a complexidade das regras e a ausência de um clímax mais tradicional são pontos que podem gerar críticas.
Ainda assim, esses mesmos elementos reforçam a identidade da obra como algo disposto a experimentar e fugir do convencional. Em um cenário onde muitos shounens seguem fórmulas previsíveis, essa ousadia se torna um diferencial importante.
Independentemente das opiniões, é inegável que o anime continua despertando fortes reações do público, seja através de elogios, críticas ou debates. E, no fim das contas, essa capacidade de engajar é um dos maiores trunfos da franquia.
No Brasil, todas as temporadas de Jujutsu Kaisen estão disponíveis na Crunchyroll. O primeiro ano do anime também pode ser encontrado em plataformas como Netflix, HBO Max e Globoplay.
O mangá, criado por Gege Akutami, foi publicado entre 2018 e 2024 e chegou ao país pela editora Panini. Para os fãs, a boa notícia é que a 4ª temporada já foi confirmada, garantindo a continuidade dessa jornada intensa e imprevisível.
A Samsung lançou nesta terça-feira (7) uma atualização de software para o Galaxy XR, headset de realidade mista lançado em outubro de 2025. A novidade mais expressiva é a integração com o Android Enterprise, plataforma de gerenciamento já conhecida em dispositivos móveis corporativos. Com isso, o equipamento passa a ser gerenciável remotamente por equipes de TI — o que inclui definição de políticas de senha, restrição de funções, instalação de aplicativos e até limpeza remota do dispositivo.
O suporte ao Android Enterprise também permite que empresas registrem os aparelhos via QR Code ou provisionamento automático, facilitando implantações em larga escala. A Samsung fortalece o Galaxy XR como ferramenta para setores como treinamento, saúde, manufatura e varejo. O sistema conta ainda com a camada de segurança Samsung Knox, presente em outros dispositivos da linha corporativa da empresa.
Além dos recursos voltados ao mercado empresarial, a atualização traz melhorias práticas para o dia a dia. O teclado virtual passou a permitir que o usuário salve sua posição preferida no espaço. O modo desktop agora reabre automaticamente até três aplicativos usados anteriormente, com o mesmo layout, após uma reinicialização. Em acessibilidade, há novidades como o rastreamento ocular com um único olho e personalização do ponteiro. Também foi adicionado um guia de alinhamento para posicionar painéis em superfícies verticais, e a função de espacialização automática de vídeos e fotos 2D chegou ao Google Chrome e ao YouTube.
(Reprodução)
A atualização começa a ser distribuída hoje para usuários do Galaxy XR. O aparelho não tem previsão de chegada ao Brasil.
A OPPO lançou na última semana no Brasil o novo A6 Pro, modelo intermediário que aposta em bateria de alta capacidade, tela com taxa de atualização elevada e conjunto de câmeras com apoio de inteligência artificial.
O smartphone chega com preço sugerido de R$ 2.999 e mira usuários que usam o celular de forma mais intensa ao longo do dia, incluindo redes sociais, vídeo e multitarefa. Lojas digitais, como o agregador de lojistas online do Mercado Livre, já possuem o aparelho à venda.
Tela, desempenho e construção
(Reprodução)(Reprodução)
O A6 Pro traz tela AMOLED de 6,57 polegadas com resolução FHD+ e taxa de atualização de até 120 Hz. A proposta é oferecer navegação mais fluida em apps e jogos.
Por dentro, o modelo vem com:
Processador MediaTek Dimensity 6300
8 GB de RAM (com expansão virtual de até 16 GB)
256 GB de armazenamento interno
O aparelho também conta com certificações IP66, IP68 e IP69, com resistência à poeira e água, incluindo submersão controlada e jatos de água quente sob condições específicas de teste.
Câmeras com foco em redes sociais
O conjunto de câmeras inclui:
Sensor principal de 50 MP
Câmera frontal de 16 MP
Entre os recursos, o destaque vai para funções baseadas em IA, como:
Modo Retrato com desfoque de fundo
Modo Noturno com ajuste automático de luz
Ferramentas de correção facial em fotos de grupo
A proposta é facilitar a captura de imagens prontas para redes sociais, com menos necessidade de edição manual.
Bateria é o principal destaque
(Divulgação)
O principal diferencial do A6 Pro é a bateria de 7.000 mAh, acima da média da categoria.
Segundo a fabricante, o aparelho pode chegar a até dois dias de uso moderado, dependendo do padrão de uso.
Outros pontos incluem:
Carregamento rápido de 80W (carga completa em cerca de 1 hora)
Aproximadamente 50% de carga em 26 minutos
Carregamento reverso via cabo (funciona como powerbank)
Extras e software
O modelo roda o sistema ColorOS (baseado em Android) e inclui recursos como:
Sistema de resfriamento para uso prolongado
AI LinkBoost 3.0 para estabilidade de conexão
Modo Ar Livre 2.0 (ajustes automáticos de brilho e áudio)
Suporte a toque com luvas de até 5 mm
Disponibilidade
O OPPO A6 Pro já está disponível no Brasil em canais online e varejistas parceiros, além de lojas físicas selecionadas. A distribuição inclui e-commerce e operadoras, com expansão prevista nas próximas semanas.
Gabriel “FalleN” Toledo, referência mundial do Counter-Strike (CSGO), é o novo embaixador da AGON by AOC. Conhecido como “Professor” por sua visão estratégica e liderança dentro dos jogos, FalleN chega para reforçar o vínculo da marca com o cenário do eSports e a alta demanda.
Um dos ídolos brasileiros no competitivo, é um verdadeiro mentor no universo dos e-sports. Com uma carreira marcada por títulos e pela consolidação do Brasil como potência no Counter-Strike, o jogador também se dedica a formar novos talentos, influenciando gerações de atletas e fortalecendo o ecossistema competitivo.
Na AGON by AOC, FalleN será o único atleta profissional em atividade do squad. Essa vivência prática no topo da competição traz uma perspectiva real sobre como a tecnologia impacta a performance de quem compete sob pressão. Monitores, precisão e velocidade não são apenas características técnicas: para o “Professor”, eles fazem parte da rotina de quem busca excelência.
“FalleN representa excelência competitiva e evolução constante. Ele vive o jogo no mais alto nível e traduz exatamente o que buscamos entregar com nossos produtos”, afirma Bruno Morari, diretor de Marketing e Produtos da AGON by AOC.
Além do papel de embaixador, a parceria inclui experiências que vão além do digital. Está prevista uma visita de FalleN à fábrica da AOC em Manaus, onde poderá acompanhar a produção dos monitores e produzir conteúdos inéditos mostrando como tecnologia e performance se conectam na prática.
Para FalleN, essa união não é apenas simbólica: “Fazer parte do squad AGON by AOC é estar ao lado de uma marca que entende o que é competir de verdade. No fim do dia, são os detalhes que fazem a diferença, e ter a tecnologia certa é parte disso.”
Com essa movimentação, a AGON by AOC traz um novo olhar dos fãs do eSports em seus equipamentos. Além de apoiar talentos, investe em tecnologia e contribui para o crescimento da modalidade, tanto no Brasil quanto no cenário internacional.
O pacote do Humble Choice de abril está no ar e olhando para essa seleção fica difícil não considerar. São R$ 78 por mês — USD 14,99 na cotação de hoje — e o pacote vem com Assassin’s Creed Valhalla, Daemon X Machina: Titanic Scion e The Lord of the Rings: Return to Moria já nos títulos principais. Só o Valhalla na Steam fica em torno de R$ 199 na versão padrão sem preço promocional. Ou seja, o Humble Bundle traz esses pacotes interessantes mensalmente.
Para entrar é por aqui e você ainda escolhe quais jogos quer manter de vez na sua biblioteca — não é aluguel, é seu. Pois alguns títulos podem expirar se não resgatar no prazo determinado.
(Reprodução)
O Valhalla para quem não conhece é aquele RPG viking da Ubisoft que virou referência de mundo aberto enorme. Você joga como Eivor, lidera um clã norueguês e conquista a Inglaterra pedaço por pedaço. São facilmente 60, 80 horas de jogo principal, sem contar exploração. É o tipo de jogo que some com seu fim de semana sem pedir licença. Se você ainda não jogou, receber ele num pacote de R$ 78 junto com mais seis títulos é uma das melhores relações custo-benefício que você vai ver no ano.
O Daemon X Machina: Titanic Scion é ação em mechs no estilo anime, aquele jogo que parece feito para quem cresceu assistindo Gundam e nunca esqueceu. Combates rápidos, customização absurda de armadura e uma atmosfera que vai direto ao ponto. The Lord of the Rings: Return to Moria é mais contemplativo — exploração, sobrevivência e construção nas profundezas de Moria, com visuais que respeitam o universo tolkieniano de verdade. Para fã da saga é difícil resistir.
Mas o recheio do mês é onde mora a surpresa de verdade. Planet of Lana é uma aventura visual linda e silenciosa, daquelas que dispensam texto para contar história. Você acompanha uma menina e sua criaturinha companheira tentando sobreviver num mundo tomado por máquinas frias. É curto, é bonito, é o tipo de jogo que você termina numa tarde e fica um tempo processando. Artisan TD parece simples na screenshot mas não é — tower defense com foco pesado em construção de labirintos e posicionamento estratégico, do tipo que faz você reiniciar a fase por vontade própria para ver se consegue fazer mais bonito.
The Procession to Calvary é point-and-click feito inteiramente com pinturas renascentistas reais e humor completamente fora da curva — absurdo, engraçado do jeito errado e certo ao mesmo tempo. E Buddy Simulator 1984 fecha o pacote parecendo um joguinho retrô fofo sobre uma IA que quer ser seu melhor amigo, e vai descendo por um caminho perturbador que você não vê chegando.
Por fim, todos esses jogos estão custando no pacote do Humble Choice o preço de R$ 78, três títulos que sozinhos já justificariam o preço. Abril está generoso em relação aos títulos do mesmo serviço de março.