Invincible VS: beta aberto começa nesta quinta-feira (9)

0

A Skybound Games confirmou que Invincible VS entra em fase de Beta Aberto gratuito a partir desta quinta-feira, 9 de abril, com testes liberados até o domingo, dia 12. O período será uma oportunidade direta para jogadores conhecerem o título antes da estreia oficial, especialmente quem acompanha a série animada Invincível, disponível no Prime Video.

Leia também:

O teste estará disponível para PlayStation 5 e Xbox Series X|S, com início às 13h (horário de Brasília) e encerramento às 01h do dia 12. Compreendo que deve está se questionando nesse momento sobre um teste na versão de PC Windows. Contudo, o jogo já é um dos mais aguardados de luta deste ano.

Durante o Beta, serão liberados 10 personagens jogáveis, incluindo nomes centrais como Invencível, Omni-Man e Eve Atômica. Entre outros como À Prova de Balas, Thula, Rex Explosão, Fera de Batalha, Robô, Menina Monstro, Allen, o Alienígena. No lançamento completo, o elenco sobe para 18 lutadores, com mais quatro previstos ao longo do ano.

invincible vs jogo beta aberto personagens detalhes 2026
Invincible VS: beta aberto começa nesta quinta-feira (9) 4

O conteúdo de testes inclui três modos principais:

  • Tutorial, voltado para adaptação aos comandos e sistemas de luta
  • Modo Treino, para experimentação de personagens
  • Modo Ranqueado, com progressão baseada em Pontos da Liga

Os 20 melhores jogadores do ranking durante o Beta terão seus nomes incluídos nos créditos do jogo como “Bestas do Beta”.

Outro destaque do período de testes é uma skin especial de Omni-Man, baseada em uma versão mais recente vista na série, disponível para todos que participarem.

Desenvolvido pela Quarter Up, estúdio com profissionais envolvidos em Killer Instinct (2013), o jogo aposta em combates 3v3, violência gráfica alinhada ao material original e foco em fidelidade ao universo criado pela Skybound Entertainment.

O título já está em pré-venda para consoles e PC, com distribuição nas principais plataformas digitais da América Latina, incluindo Steam, Microsoft Store e PlayStation Store. Fique ciente que durante o período de teste é interessante relatar ao máximo feedbacks de melhorias e possíveis bugs aos desenvolvedores.

Crítica | Jujutsu Kaisen (3ª temporada)

0

Não é exagero afirmar que a demografia shounen domina o cenário dos animes e mangás há décadas. Com uma base de fãs consolidada e enorme apelo comercial, esse tipo de obra recebe uma quantidade massiva de lançamentos a cada temporada. No entanto, essa abundância também traz um efeito colateral: a saturação de títulos medianos e a constante busca do público por histórias que realmente se destaquem. A seguir, confira nossa review sobre esta produção da temporada 3 de Jujutsu Kaisen.

Foi justamente nesse contexto que Jujutsu Kaisen surgiu, em março de 2018, como uma das obras que conseguiram romper essa barreira. Criado por Gege Akutami, o título apresenta a jornada de Yuji Itadori, um jovem que, ao entrar em contato com um objeto amaldiçoado, é lançado em um universo repleto de maldições, feiticeiros e conflitos sobrenaturais.

Agora, em sua terceira temporada, o anime produzido pelo estúdio Mappa reafirma seu status como um dos maiores sucessos recentes da indústria. Ainda assim, em vez de se acomodar na fórmula que já funciona, a obra opta por arriscar, uma decisão que pode dividir opiniões, mas que também eleva o nível da narrativa.

Review | Jujutsu Kaisen (3ª temporada), cena da temporada vigente
Imagem: MAPPA

O início do arco Migração à Extinção

A nova temporada adapta o aguardado arco Migração à Extinção, também conhecido entre fãs como “Jogo do Abate”. Nessa fase da história, o antagonista Kenjaku dá início a um jogo mortal que envolve diversos personagens importantes da trama.

Yuji Itadori, Megumi Fushiguro, Panda e Yuta Okkotsu estão entre os participantes que entram nessa disputa com o objetivo de conter, ou ao menos reduzir, o número de vítimas. À primeira vista, a premissa parece seguir o padrão clássico do shounen: personagens poderosos reunidos em uma competição perigosa, com batalhas intensas e habilidades impressionantes. Entretanto, Jujutsu Kaisen decide subverter essa expectativa logo no início do arco.

Um episódio que divide opiniões

Um dos momentos mais comentados da temporada acontece no terceiro episódio, intitulado “Sobre a Migração à Extinção”. Em vez de avançar diretamente para a ação, o anime dedica um episódio inteiro para explicar as regras do jogo criado por Kenjaku.

E não são poucas regras.

Com uma abordagem extremamente detalhada, e, para muitos, excessivamente verborrágica, o episódio apresenta uma série de condições, exceções e mecânicas que regem o funcionamento do jogo. Para quem já conhecia o mangá, a curiosidade estava em ver como essa explicação seria adaptada. Já para quem esperava apenas mais ação, o resultado pode ter sido frustrante.

Ainda assim, há um ponto interessante nessa decisão criativa: apesar da complexidade apresentada, não é necessário compreender cada detalhe para aproveitar a temporada. O anime se encarrega de relembrar as informações mais relevantes ao longo dos episódios, permitindo que o espectador acompanhe a narrativa sem se perder completamente.

Essa escolha levanta uma questão curiosa: por que interromper o ritmo da história para uma explicação tão extensa? A resposta não é simples, mas é possível interpretar esse momento como um convite para o público desacelerar e se envolver com o universo da obra de forma mais completa, mesmo que isso exija paciência.

Review | Jujutsu Kaisen (3ª temporada), protagonista
(Reprodução)

A recompensa: ação e experimentação visual

Superada a etapa mais expositiva, Jujutsu Kaisen retoma sua essência e entrega uma sequência de episódios marcados por intensidade e criatividade.

O episódio “Preparação Perfeita”, por exemplo, destaca a personagem Maki Zenin em uma das sequências mais impactantes da temporada. Sua evolução e protagonismo resultam em cenas de ação brutais e visualmente impressionantes.

Outro destaque é a luta entre Yuji Itadori e Kinji Hakari, que ganha vida por meio do uso de rotoscopia, uma técnica que confere maior realismo aos movimentos. O resultado é uma das batalhas mais dinâmicas e diferenciadas do anime até agora.

Além disso, personagens como Hiromi Higuruma trazem novas camadas à narrativa, com habilidades únicas e conceitos criativos. Já o episódio final, ambientado na Colônia de Sendai, eleva o nível visual da produção, consolidando o trabalho do estúdio Mappa como um dos mais ambiciosos da atualidade.

Caos narrativo e conflitos internos

Um dos aspectos mais interessantes da terceira temporada é a sensação constante de caos. Essa característica não está presente apenas na estrutura da narrativa, mas também nos conflitos enfrentados pelos personagens.

Yuji continua lidando com as consequências das ações de Sukuna, carregando um peso emocional significativo. Ao mesmo tempo, o futuro do clã Zenin permanece incerto, adicionando tensão ao desenvolvimento da história.

A ausência de Satoru Gojo também é um elemento fundamental. Sua falta impacta diretamente o equilíbrio de forças dentro do universo da obra, intensificando a sensação de urgência e vulnerabilidade.

Essa combinação de fatores cria um ritmo acelerado, reforçado por cortes rápidos e uma trilha sonora envolvente. Como resultado, a temporada transmite a impressão de estar sempre correndo contra o tempo, uma escolha que pode fazer com que os episódios pareçam passar mais rápido do que o esperado.

Review | Jujutsu Kaisen (3ª temporada), embate mortal
(Reprodução)

Entre ação e poesia

Apesar de ser amplamente reconhecido por suas cenas de combate, Jujutsu Kaisen demonstra, nesta temporada, uma preocupação maior com aspectos estéticos e simbólicos.

Desde a abertura, repleta de referências artísticas, até a construção de cenas específicas, como aquelas centradas em Maki, o anime busca transmitir emoções que vão além da ação. Há um esforço claro em transformar cada momento em algo visualmente significativo.

Esse cuidado também se reflete no episódio final, que combina intensidade narrativa com uma abordagem quase poética. O resultado é uma experiência que recompensa o espectador que se permite ir além das lutas e prestar atenção nos detalhes.

Gamerdito: Vale a pena assistir  Jujutsu Kaisen (3ª temporada)?

A terceira temporada de Jujutsu Kaisen não é perfeita, e talvez nem tente ser. A decisão de incluir um episódio inteiro de exposição, a complexidade das regras e a ausência de um clímax mais tradicional são pontos que podem gerar críticas.

Ainda assim, esses mesmos elementos reforçam a identidade da obra como algo disposto a experimentar e fugir do convencional. Em um cenário onde muitos shounens seguem fórmulas previsíveis, essa ousadia se torna um diferencial importante.

Independentemente das opiniões, é inegável que o anime continua despertando fortes reações do público, seja através de elogios, críticas ou debates. E, no fim das contas, essa capacidade de engajar é um dos maiores trunfos da franquia.

No Brasil, todas as temporadas de Jujutsu Kaisen estão disponíveis na Crunchyroll. O primeiro ano do anime também pode ser encontrado em plataformas como Netflix, HBO Max e Globoplay.

O mangá, criado por Gege Akutami, foi publicado entre 2018 e 2024 e chegou ao país pela editora Panini. Para os fãs, a boa notícia é que a 4ª temporada já foi confirmada, garantindo a continuidade dessa jornada intensa e imprevisível.

Samsung atualiza Galaxy XR com suporte corporativo e melhorias de uso

0

A Samsung lançou nesta terça-feira (7) uma atualização de software para o Galaxy XR, headset de realidade mista lançado em outubro de 2025. A novidade mais expressiva é a integração com o Android Enterprise, plataforma de gerenciamento já conhecida em dispositivos móveis corporativos. Com isso, o equipamento passa a ser gerenciável remotamente por equipes de TI — o que inclui definição de políticas de senha, restrição de funções, instalação de aplicativos e até limpeza remota do dispositivo.

Leia também:

Samsung Galaxy XR, nova atualização em abril de 2026
(Reprodução)

O suporte ao Android Enterprise também permite que empresas registrem os aparelhos via QR Code ou provisionamento automático, facilitando implantações em larga escala. A Samsung fortalece o Galaxy XR como ferramenta para setores como treinamento, saúde, manufatura e varejo. O sistema conta ainda com a camada de segurança Samsung Knox, presente em outros dispositivos da linha corporativa da empresa.

Além dos recursos voltados ao mercado empresarial, a atualização traz melhorias práticas para o dia a dia. O teclado virtual passou a permitir que o usuário salve sua posição preferida no espaço. O modo desktop agora reabre automaticamente até três aplicativos usados anteriormente, com o mesmo layout, após uma reinicialização. Em acessibilidade, há novidades como o rastreamento ocular com um único olho e personalização do ponteiro. Também foi adicionado um guia de alinhamento para posicionar painéis em superfícies verticais, e a função de espacialização automática de vídeos e fotos 2D chegou ao Google Chrome e ao YouTube.

Funcionalidades do dispositivo do Galaxy XR
(Reprodução)

A atualização começa a ser distribuída hoje para usuários do Galaxy XR. O aparelho não tem previsão de chegada ao Brasil.

OPPO lança A6 Pro no Brasil com foco no desempenho

0

A OPPO lançou na última semana no Brasil o novo A6 Pro, modelo intermediário que aposta em bateria de alta capacidade, tela com taxa de atualização elevada e conjunto de câmeras com apoio de inteligência artificial.

Leia também:

O smartphone chega com preço sugerido de R$ 2.999 e mira usuários que usam o celular de forma mais intensa ao longo do dia, incluindo redes sociais, vídeo e multitarefa. Lojas digitais, como o agregador de lojistas online do Mercado Livre, já possuem o aparelho à venda.

Tela, desempenho e construção

O A6 Pro traz tela AMOLED de 6,57 polegadas com resolução FHD+ e taxa de atualização de até 120 Hz. A proposta é oferecer navegação mais fluida em apps e jogos.

Por dentro, o modelo vem com:

  • Processador MediaTek Dimensity 6300
  • 8 GB de RAM (com expansão virtual de até 16 GB)
  • 256 GB de armazenamento interno

O aparelho também conta com certificações IP66, IP68 e IP69, com resistência à poeira e água, incluindo submersão controlada e jatos de água quente sob condições específicas de teste.

Câmeras com foco em redes sociais

O conjunto de câmeras inclui:

  • Sensor principal de 50 MP
  • Câmera frontal de 16 MP

Entre os recursos, o destaque vai para funções baseadas em IA, como:

  • Modo Retrato com desfoque de fundo
  • Modo Noturno com ajuste automático de luz
  • Ferramentas de correção facial em fotos de grupo

A proposta é facilitar a captura de imagens prontas para redes sociais, com menos necessidade de edição manual.

Bateria é o principal destaque

OPPO A6 Pro Smartphone aposta em bateria de 7.000 mAh
(Divulgação)

O principal diferencial do A6 Pro é a bateria de 7.000 mAh, acima da média da categoria.

Segundo a fabricante, o aparelho pode chegar a até dois dias de uso moderado, dependendo do padrão de uso.

Outros pontos incluem:

  • Carregamento rápido de 80W (carga completa em cerca de 1 hora)
  • Aproximadamente 50% de carga em 26 minutos
  • Carregamento reverso via cabo (funciona como powerbank)

Extras e software

O modelo roda o sistema ColorOS (baseado em Android) e inclui recursos como:

  • Sistema de resfriamento para uso prolongado
  • AI LinkBoost 3.0 para estabilidade de conexão
  • Modo Ar Livre 2.0 (ajustes automáticos de brilho e áudio)
  • Suporte a toque com luvas de até 5 mm

Disponibilidade

O OPPO A6 Pro já está disponível no Brasil em canais online e varejistas parceiros, além de lojas físicas selecionadas. A distribuição inclui e-commerce e operadoras, com expansão prevista nas próximas semanas.

FalleN assume papel de embaixador da AGON by AOC

0

Gabriel “FalleN” Toledo, referência mundial do Counter-Strike (CSGO), é o novo embaixador da AGON by AOC. Conhecido como “Professor” por sua visão estratégica e liderança dentro dos jogos, FalleN chega para reforçar o vínculo da marca com o cenário do eSports e a alta demanda.

Leia também:

Um dos ídolos brasileiros no competitivo, é um verdadeiro mentor no universo dos e-sports. Com uma carreira marcada por títulos e pela consolidação do Brasil como potência no Counter-Strike, o jogador também se dedica a formar novos talentos, influenciando gerações de atletas e fortalecendo o ecossistema competitivo.

Na AGON by AOC, FalleN será o único atleta profissional em atividade do squad. Essa vivência prática no topo da competição traz uma perspectiva real sobre como a tecnologia impacta a performance de quem compete sob pressão. Monitores, precisão e velocidade não são apenas características técnicas: para o “Professor”, eles fazem parte da rotina de quem busca excelência.

“FalleN representa excelência competitiva e evolução constante. Ele vive o jogo no mais alto nível e traduz exatamente o que buscamos entregar com nossos produtos”, afirma Bruno Morari, diretor de Marketing e Produtos da AGON by AOC.

Além do papel de embaixador, a parceria inclui experiências que vão além do digital. Está prevista uma visita de FalleN à fábrica da AOC em Manaus, onde poderá acompanhar a produção dos monitores e produzir conteúdos inéditos mostrando como tecnologia e performance se conectam na prática.

Para FalleN, essa união não é apenas simbólica: “Fazer parte do squad AGON by AOC é estar ao lado de uma marca que entende o que é competir de verdade. No fim do dia, são os detalhes que fazem a diferença, e ter a tecnologia certa é parte disso.”

Com essa movimentação, a AGON by AOC traz um novo olhar dos fãs do eSports em seus equipamentos. Além de apoiar talentos, investe em tecnologia e contribui para o crescimento da modalidade, tanto no Brasil quanto no cenário internacional.

Humble Choice de abril traz Valhalla e mais seis jogos

0

O pacote do Humble Choice de abril está no ar e olhando para essa seleção fica difícil não considerar. São R$ 78 por mês — USD 14,99 na cotação de hoje — e o pacote vem com Assassin’s Creed Valhalla, Daemon X Machina: Titanic Scion e The Lord of the Rings: Return to Moria já nos títulos principais. Só o Valhalla na Steam fica em torno de R$ 199 na versão padrão sem preço promocional. Ou seja, o Humble Bundle traz esses pacotes interessantes mensalmente.

Leia também:

Para entrar é por aqui e você ainda escolhe quais jogos quer manter de vez na sua biblioteca — não é aluguel, é seu. Pois alguns títulos podem expirar se não resgatar no prazo determinado.

7 jogos por R$ 78, com Valhalla e mais títulos
(Reprodução)

O Valhalla para quem não conhece é aquele RPG viking da Ubisoft que virou referência de mundo aberto enorme. Você joga como Eivor, lidera um clã norueguês e conquista a Inglaterra pedaço por pedaço. São facilmente 60, 80 horas de jogo principal, sem contar exploração. É o tipo de jogo que some com seu fim de semana sem pedir licença. Se você ainda não jogou, receber ele num pacote de R$ 78 junto com mais seis títulos é uma das melhores relações custo-benefício que você vai ver no ano.

O Daemon X Machina: Titanic Scion é ação em mechs no estilo anime, aquele jogo que parece feito para quem cresceu assistindo Gundam e nunca esqueceu. Combates rápidos, customização absurda de armadura e uma atmosfera que vai direto ao ponto. The Lord of the Rings: Return to Moria é mais contemplativo — exploração, sobrevivência e construção nas profundezas de Moria, com visuais que respeitam o universo tolkieniano de verdade. Para fã da saga é difícil resistir.

Mas o recheio do mês é onde mora a surpresa de verdade. Planet of Lana é uma aventura visual linda e silenciosa, daquelas que dispensam texto para contar história. Você acompanha uma menina e sua criaturinha companheira tentando sobreviver num mundo tomado por máquinas frias. É curto, é bonito, é o tipo de jogo que você termina numa tarde e fica um tempo processando. Artisan TD parece simples na screenshot mas não é — tower defense com foco pesado em construção de labirintos e posicionamento estratégico, do tipo que faz você reiniciar a fase por vontade própria para ver se consegue fazer mais bonito.

The Procession to Calvary é point-and-click feito inteiramente com pinturas renascentistas reais e humor completamente fora da curva — absurdo, engraçado do jeito errado e certo ao mesmo tempo. E Buddy Simulator 1984 fecha o pacote parecendo um joguinho retrô fofo sobre uma IA que quer ser seu melhor amigo, e vai descendo por um caminho perturbador que você não vê chegando.

Por fim, todos esses jogos estão custando no pacote do Humble Choice o preço de R$ 78, três títulos que sozinhos já justificariam o preço. Abril está generoso em relação aos títulos do mesmo serviço de março.

Brasil Game Show 2026 abre venda de ingressos com descontos

0

A Brasil Game Show 2026 (BGS 2026), maior feira de games das Américas, deu início em 6 de abril de 2026, a venda de ingressos para sua 17ª edição, com descontos de até 45 % no primeiro lote. O evento está programado para acontecer de 9 a 12 de outubro de 2026, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

Leia também:

Nesta fase inicial de vendas, os bilhetes podem ser adquiridos a partir de R$ 149, na modalidade de ingresso individual para um dos dias de público geral. Os bilhetes podem ser adquiridos como meia-entrada solidária que dá 50% de desconto sobre o valor inteiro do ingresso mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível na entrada da feira.

Período do evento:
09/10/2026 – Dia de imprensa e abertura oficial
10/10/2026 – Primeiro dia de público geral
11/10/2026 – Segundo dia
12/10/2026 – Último dia da feira e “Dia das Crianças” (programação completa ao público)

Tipos de ingresso disponíveis no lote inicial: BGS 2026
(Reprodução)

Ingressos e lotes liberados:
O lote inicial foi liberado em 6 de abril, com preços promocionais válidos enquanto durarem os ingressos dessa etapa. Os valores variam conforme o tipo de ingresso e dia escolhido, sendo possível garantir entradas para dias específicos ou passaportes para múltiplos dias.

Tipos de ingresso disponíveis no lote inicial:
Ingresso Dia Único – acesso ao evento em um dia à escolha.
Passaporte (3 dias) – acesso aos três dias de público geral com melhor custo‑benefício.
• Outras modalidades incluem opções premium, business e camarote, cada uma com benefícios adicionais como entrada antecipada ou área exclusiva.

Os ingressos estão disponíveis no site oficial da BGS 2026, e a organização recomenda a compra antecipada, pois os valores promocionais são limitados ao primeiro lote.

Review | Tojima Wants To Be a Kamen Rider

0

A cada nova temporada de animes, fica ainda mais evidente que não existem limites criativos dentro da indústria. Histórias sobre temas improváveis, que vão desde máquinas de venda até mundos paralelos extremamente excêntricos, já se tornaram comuns. Ainda assim, de tempos em tempos, surge uma obra que consegue se destacar justamente por abraçar o absurdo de maneira única. É exatamente esse o caso de Tojima Wants To Be a Kamen Rider. A seguir, confira nossa crítica sobre esta produção.

Ao longo de seus 24 episódios, divididos em dois cours, o anime constrói uma narrativa que mistura humor nonsense, momentos de vergonha alheia e uma realidade levemente distorcida. O resultado é uma experiência curiosa e, surpreendentemente, envolvente, especialmente para quem estiver disposto a embarcar na proposta sem questionar demais.

Uma proposta diferente: A crise dos 40 nos animes

Um dos primeiros pontos que diferenciam Tojima Wants To Be a Kamen Rider de tantas outras produções está em seu protagonista. Em vez de seguir o padrão clássico de um jovem herói, a história acompanha Tojima Tanzaburo, um homem de 40 anos que cresceu assistindo à franquia Kamen Rider em sua época de ouro.

Como muitos fãs, Tanzaburo guarda lembranças de infância marcadas por brincadeiras em frente à televisão, imitando poses e golpes icônicos. No entanto, ao chegar à vida adulta, ele se depara com uma rotina comum e pouco inspiradora. É justamente nesse contexto que surge sua decisão mais improvável: tornar-se um Kamen Rider na vida real.

Essa abordagem dialoga com uma tendência recente na indústria, que tem explorado protagonistas mais velhos e temas ligados à crise existencial da vida adulta. Diferente do tradicional arquétipo shounen, aqui temos um personagem lidando com frustrações, sonhos não realizados e a busca por propósito, algo que pode ressoar especialmente com um público mais maduro.

Enquanto, no mundo real, mudanças como começar a frequentar a academia ou adotar novos hobbies costumam marcar esse tipo de fase, o universo do anime opta por um caminho bem mais excêntrico. Ele mistura elementos realistas com fantasia, permitindo que Tanzaburo enfrente ameaças reais com base apenas em treinamento, determinação e um forte senso de idealismo.

Tojima Wants To Be a Kamen Rider
Imagem: ©LIDENFILMS/Toujima Tanzaburou wa Kamen Rider ni Naritai

Muito além do protagonista: Uma narrativa compartilhada

Embora Tanzaburo seja o ponto de partida da história, o anime não se limita a ele. Pelo contrário, Tojima Wants To Be a Kamen Rider expande seu universo ao apresentar diversos personagens que ganham destaque ao longo da trama, em alguns momentos, inclusive, com o protagonista ficando ausente por episódios inteiros.

Entre os principais nomes, está Yuriko Okada, uma professora que leva uma vida aparentemente comum, mas que nutre o desejo de se tornar Tackle, uma personagem clássica do universo Kamen Rider. Assim como Tanzaburo, ela precisa equilibrar sua identidade secreta com as responsabilidades do cotidiano.

Outros personagens, como Ichiyo Shimamura, que assume o papel de Kamen Rider V3, e Mitsuba Shimamura, focado em se tornar Riderman, ajudam a compor um grupo diverso e inesperado. Apesar da premissa incomum, adultos interpretando heróis de infância no mundo real, o anime consegue construir relações genuínas entre eles.

Essa dinâmica reforça uma das mensagens centrais da obra: por mais peculiar que alguém possa parecer, sempre existe a possibilidade de encontrar pessoas com interesses semelhantes e formar conexões significativas.

Entre o absurdo e o coração: O tom da narrativa

Grande parte do charme de Tojima Wants To Be a Kamen Rider está na forma como ele equilibra elementos aparentemente contraditórios. De um lado, temos cenas que beiram o absurdo, como treinamentos interrompidos por situações completamente aleatórias. Do outro, há momentos de ação, desenvolvimento emocional e até conflitos internos bem construídos.

O anime apresenta batalhas, treinos e dilemas pessoais, mas tudo isso é envolto em uma estética peculiar: adultos usando fantasias em ambientes cotidianos, enfrentando inimigos que, de alguma forma, coexistem com a realidade, como os vilões da organização Shocker.

Essa mistura cria uma experiência única, que pode causar estranhamento em um primeiro momento. No entanto, ao aceitar suas regras, o espectador encontra uma narrativa que, apesar de caótica, possui coerência interna e entrega momentos genuinamente divertidos.

Além disso, a obra carrega um forte elemento de nostalgia. Referências à franquia original de Kamen Rider aparecem constantemente, seja na trilha sonora, em recriações de cenas clássicas ou em pequenos detalhes espalhados pelos episódios. Ainda assim, mesmo quem não tem familiaridade com a série consegue compreender a proposta e se conectar com os personagens.

Review | Tojima Wants To Be a Kamen Rider
Imagem: ©LIDENFILMS/Toujima Tanzaburou wa Kamen Rider ni Naritai

Persistência e identificação: O coração da história

Um dos aspectos mais marcantes do anime é a forma como retrata a persistência de seu protagonista. Mesmo diante de desafios que parecem impossíveis, Tanzaburo continua tentando, levantando-se repetidamente após cada derrota.

Essa postura remete a um idealismo clássico dos heróis, mas aplicado a um contexto mais próximo da realidade. Em muitos aspectos, a jornada do personagem funciona como uma metáfora para os momentos em que tudo parece dar errado, mas seguir em frente ainda é a única opção.

Esse equilíbrio entre humor, absurdo e emoção é o que dá profundidade à obra. Por trás das situações inusitadas, existe uma narrativa sobre propósito, amadurecimento e a importância de não abandonar aquilo que nos faz felizes.

Pontos negativos: Excessos que destoam

Apesar de suas qualidades, Tojima Wants To Be a Kamen Rider não está isento de críticas. Um dos principais problemas está na forma como algumas personagens femininas são retratadas em determinados momentos. Embora figuras como Yuriko possuam motivações próprias e relevância dentro da história, há escolhas visuais que acabam apelando para uma sexualização desnecessária.

Certas cenas destacam atributos físicos ou utilizam enquadramentos que não contribuem para a narrativa, gerando uma quebra de tom em relação ao restante da obra. Esse tipo de abordagem não compromete completamente a experiência, mas causa desconforto e passa a sensação de que tais elementos poderiam ter sido evitados sem prejuízo algum à história.

A série cai nessas armadilhas que shounen fazem para causar impacto visual e trazer a atenção do público jovem masculino para a série, de uma maneira totalmente errada. Tojima Wants To Be a Kamen Rider tem uma coisa que outros shounen não carregam desde a sua estreia, o poder da nostalgia, Kamen Rider é, definitivamente, o maior herói para uma boa parte do público japonês, tanto que segue com séries anuais até hoje.

Então, usar um personagem que representa esse público que cresceu assistindo a série, traz uma camada a mais de interesse a uma porcentagem da audiência que não acompanha tanto anime, mas, ao utilizar ecchi em excesso faz com que esse público só se afaste cada vez mais de obras assim. Existe um nicho a ser explorado em animes baseados em tokusatsu, mas se continuarem a optar por ser um caminho convencional, pode ser que esse nicho não se interesse por esse tipo de obra.

Review | Tojima Wants To Be a Kamen Rider
Imagem: ©LIDENFILMS/Toujima Tanzaburou wa Kamen Rider ni Naritai

Gamerdito: Vale a pena assistir Tojima Wants To Be a Kamen Rider?

No fim das contas, Tojima Wants To Be a Kamen Rider se destaca como uma das produções mais curiosas e imprevisíveis dos últimos tempos. Não é um anime convencional, nem pretende ser. Sua proposta exige uma certa abertura por parte do público, especialmente para aceitar o absurdo como parte fundamental da experiência.

Para quem busca algo diferente, com doses de humor, ação e uma pitada de reflexão sobre a vida adulta, a obra pode ser uma grata surpresa. Por outro lado, aqueles que preferem narrativas mais tradicionais podem encontrar dificuldades em se conectar com o tom da série.

A temporada completa, com 24 episódios, está disponível na Crunchyroll, com opções dubladas e legendadas.

Mass Effect na Amazon: série terá liberdade criativa ou sofrerá influência externa?

0

Recentemente, comentei sobre o novo chefe global de TV da Amazon, Peter Friedlander, que simplesmente decidiu ignorar os fãs. Segundo ele, a série não deveria focar apenas nos fãs, mas ampliar o seu alcance. Dito isso, o assunto me fez repensar o quanto a trama poderia continuar tendo a mesma liberdade criativa que a trilogia original de Mass Effect conseguiu.

Leia também:

Sabemos que a saga possui uma trama questionável por envolver temas atuais que vão desde gênero, religião e política, apesar de o foco estar mais centrado na exploração espacial e no existencialismo. Meu questionamento é: apesar do acordo com a Electronic Arts ter vigorado antes do anúncio da aquisição pela Public Investment Fund (PIF), que ainda está em processo de trâmite e é um fundo saudita controlado pelo príncipe Mohammed bin Salman, isso poderia, de certa forma, impedir a criatividade da franquia?

Embora eu já tenha desenvolvido um artigo sobre o jogo e sobre se os árabes poderiam salvar o legado de Mass Effect e o pouco que restou da BioWare, a questão talvez não seja tão pessimista quanto estou pensando neste momento. Uma das grandes queixas dos fãs é que Mass Effect: Andromeda perdeu a essência da trilogia. Por esse ponto, pode ser que os novos donos da Electronic Arts, caso toda a negociação seja aprovada, consigam colocar a BioWare novamente no eixo.

Mass Effect trailer novo jogo
(Divulgação / BioWare)

Parece uma percepção sem sentido, mas é nesse momento que paramos para analisar: o quinto jogo continua em desenvolvimento. Um erro de escolha poderá colocar a saga no limbo por muitos anos, já que em 2027 fará uma década desde que Andromeda foi lançado. Não houve grandes novidades da franquia, no máximo uma remasterização da trilogia original, alguns produtos licenciados e nada mais. Até o próprio N7 Day, data comemorativa do jogo, está passando em branco, sem nada que cause entusiasmo na comunidade.

A questão que fica é se Friedlander pediu para que o roteiro fosse modificado de fato para deixar a série live-action produzida pela Amazon MGM Studios mais atraente ao público, ou se já existe uma influência dos possíveis novos acionistas que controlariam a EA e, consequentemente, a BioWare. Menciono essas hipóteses pela abordagem já citada aqui: a franquia, que explora o espaço profundo pela galáxia, aborda temas sensíveis. Relacionamentos LGBTQIAPN+ e romances entre raças alienígenas são comuns nesse universo. Além disso, o jogo também traz críticas a fanatismos religiosos e ideologias imperialistas, com narrativas que exploram dilemas éticos e existenciais sem filtros.

A diferença é que, no período de desenvolvimento do primeiro jogo, o mundo não estava tão polarizado como é perceptível hoje. Os enredos eram mais naturais e graduais. Já em Andromeda, houve uma queda de inspiração apontada pelos fãs. É nesse ponto que pode ocorrer uma reviravolta para a série retomar seus rumos e trazer a excelência que sempre teve. Se os novos detentores compreenderem que os roteiristas precisam de liberdade criativa, e que aqueles responsáveis pela produção saibam ouvir o feedback do público, fico confiante de que poderemos ter uma das séries baseadas em videogames mais marcantes dos últimos anos.

Orçamento e efeitos visuais para impressionar em Mass Effect

A Amazon Studios, quando lançou O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder em 2022, apresentou uma qualidade de efeitos visuais impressionante, como essa produção exige. Sabemos que, com Mass Effect, o orçamento será alto, mas também exigirá efeitos visuais de padrão elevado, principalmente pelo contraste entre humanos e raças alienígenas. Pela exigência do público que conhece a obra, será necessário um nível técnico alto. Com um orçamento mais limitado, eles poderiam focar mais nos diálogos, que já são um ponto forte do jogo, ou se limitar a ambientes fechados, o que talvez não seja a melhor ideia para esse universo, podendo afastar o público mais ansioso pela produção.

Eles também não podem deixar a série parecer uma cópia de outros universos já existentes na cultura popular. Trazer esses personagens e a forma como se conectam com o público é mais complexo do que adaptações como The Witcher, Fallout, Resident Evil, Street Fighter e Mortal Kombat. Por abordar questões com as quais muitos jogadores se identificam, o envolvimento emocional é maior, a ponto de gerar reações intensas tanto do público quanto dos desenvolvedores, como já discutido neste site.

Minha conclusão é que qualquer escolha que os produtores façam daqui para frente causará debates acalorados, sejam positivos ou negativos. A verdade é que os fãs querem ver essa franquia em outras mídias. Novidades devem surgir nos próximos meses, incluindo possíveis anúncios de elenco para o live-action de Mass Effect. Até lá, resta aguardar e torcer para que as decisões façam jus à grandiosidade da franquia também na indústria cinematográfica.

House Flipper, após ficar gratuito, bate recorde de usuários

0

House Flipper é o típico jogo para pessoas que gostam de passar o tempo relaxando, jogando sem compromisso. Lançado oficialmente em 2018, o jogo recebeu inúmeras atualizações e até mesmo um último conteúdo adicional (DLC), intitulado Dine Out, em 2024, que abriu caminho para o lançamento de House Flipper 2, trazendo um aprimoramento da franquia.

Leia também:

Sabendo disso, os desenvolvedores da Empyrean liberaram o primeiro título gratuitamente entre os dias 3 e 6 de abril de 2026, para que novos usuários conheçam mais da arte da limpeza. Isso mesmo: o jogo oferece a oportunidade de o jogador ser um faz-tudo, marido de aluguel ou até mesmo um profissional doméstico, resolvendo problemas manuais. Seja como encanador, jardineiro ou realizando serviços gerais, há trabalho o tempo todo — e o melhor: você pode montar sua própria gestão de prestação de serviços.

Aos jogadores que resgatarem o título dentro do prazo vigente da oferta, até 6 de abril, às 10h (horário de Brasília), ainda será possível obter os DLCs Apocalypse e Cyberpunk. Essa oferta, na minha análise, pode ser uma abertura para a versão remasterizada intitulada House Flipper Remastered Collection, planejada para o segundo trimestre de 2026. Normalmente, quando um jogo é liberado gratuitamente, basta ao usuário resgatá-lo. No entanto, ao consultar o SteamDB, constatei que o jogo teve um alto pico de jogadores simultâneos.

Batendo — e muito — o recorde oficial do título, o jogo chegou a 76.109 jogadores simultâneos. O máximo que costumava alcançar anteriormente era cerca de 16 mil jogadores. Se comparado a outros jogos, ele até possui um público fiel, mantendo-se sempre acima de dois mil usuários simultâneos — mais do que muitos títulos considerados AAA.

House Flipper, estatísticas de usuários no Steam, através do SteamDB
(Divulgação)

Reforme casas e locais que outrora pareciam não ter solução e mostre que você também possui criatividade e bom gosto. Além disso, todos os conteúdos adicionais lançados estão com descontos para quem desejar adquirir. O jogo pode ser resgatado gratuitamente na plataforma Steam, na versão para PC (Windows). Fique ciente de que, após o período promocional, o título retorna ao seu preço normal. Então, aproveite para garantir o jogo para sempre na sua biblioteca e jogar quando quiser.