Deadpool 2: Entrada para menores de 18 anos será proibida

O longa mudou sua classificação indicativa para maiores de 18 anos

Pois é. Poucos dias antes de seu lançamento, Deadpool 2 tem sua classificação indicativa alterada. O Ministério da Justiça informou que agora apenas maiores de 18 anos podem assistir ao filme no cinema. O primeiro longa, lançado em 2016, tinha classificação para 16 anos.  Atualização: 10:50:01 AM – 18/05/2018 [NOTA JUSTIÇA RESOLVEU LIBERAR A CLASSIFICAÇÃO PARA 16 ANOS].

A notícia tem chocado vários fãs jovens que já haviam garantido seu ingresso. Quando se trata de classificação para maiores de 18 anos, os que não se enquadram neste grupo não podem comparecer à sala de cinema nem mesmo com acompanhante maior de idade. Por conta disso, várias redes já estão solicitando que os que já compraram seu ingresso na pré-estreia mas ainda não fizeram 18 anos peçam o reembolso.

 

 

Poucos filmes blockbuster aqui no Brasil ganham classificação indicativa para maiores de 18 anos. Para vocês terem uma ideia, Cinquenta Tons de Cinza foi permitido para maiores de 16 anos. A decisão do Ministério da Justiça veio acompanhada da justificativa de que Deadpool 2 apresenta “drogas, violência extrema e conteúdo impactante”.

De fato, as primeiras críticas que saíram sobre o filme apontam que Deadpool 2 é um dos lançamentos mais violentos e sanguinários dos últimos tempos.

Esta mudança, além de gerar uma revolta comovente entre os fãs mais jovens, significa que Deadpool 2 sofrerá um prejuízo extremamente significativo. O filme está previsto para arrecadar entre 125 a 150 milhões de dólares (cerca de 522 milhões de reais) só no primeiro fim de semana, o que faria de Deadpool 2 a maior estreia norte-americana da história da Fox. O filme também bateu recorde de ingresso na pré-venda para maiores de 16 anos, passando de Cinquenta Tons de Cinza e ficando em terceiro lugar em relação aos lançamentos de 2018 (atrás apenas de Os Vingadores e Pantera Negra).

No entanto, após a decisão do Ministério da Justiça, o prejuízo será inevitável e algumas das previsões provavelmente irão mudar. Só no Brasil, em 2016, Deadpool arrecadou quase 21 milhões de dólares. Será que com a nova classificação indicativa de Deadpool 2 eles vão conseguir superar esse número? Tantos trailers e tanto dinheiro direcionado ao marketing de Deadpool 2 aqui no Brasil para, no final, ter prejuízo? Essa decisão tem gerado muita controvérsia e, por isso, alguns acreditam que a situação irá se reverter nos próximos dias.

Deadpool 2 tem roteiro de Drew Goddard (Perdido em Marte) e direção de David Leitch (Atômica). O longa estreia amanhã, 17 de maio.

Confira a sinopse do filme e, em seguida, o novo trailer em inglês:

“Após sobreviver a um quase fatal ataque bovino, o desfigurado chefe de cafeteria Wade Wilson luta para realizar seu sonho de se tornar o mais gostoso bartender do Mayberry’s enquanto também aprende a superar a sua perda de paladar. Procurando reconquistar seu tempero para a vida, assim como um capacitor de fluxo, Wade deve enfrentar ninjas, a Yakuza, e uma matilha de cães sexualmente agressivos, enquanto percorre o mundo para descobrir a importância da família, amizade e do sabor… encontrando um novo gosto para aventuras e ganhando o titulo de Melhor Amante do Mundo”.

https://www.youtube.com/watch?v=Jiy4ZadFNFc

Crítica | Paris 8

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Paris 8 surge como uma realidade melancólica sobre a produção de filmes

 

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Dirigido por Jean-Paul Civeyrac, Paris 8 é uma experiência impactante sobre cinema. O filme traz o espectador para a realidade por trás do sonho de ser cineasta e, de modo muito provocador, questiona o glamour dos filmes franceses e da própria cidade de Paris. Mesmo sempre ponderando para os dois lados da moeda, Paris 8 deixa claro que este filme se trata de uma declaração de amor ao cinema clássico.

O filme acompanha a jornada de Étienne (Andranic Manet), um jovem francês que sai de uma cidade pequena para estudar cinema em Paris (na Universidade Paris 8). Étienne larga sua família e sua namorada em busca dessa sua nova identidade e, na cidade grande, se aproxima de dois colegas da faculdade: Jean-Nöel (Gonzague Van Bervesseles) e Mathias (Corentin Fila).

Jean-Nöel é o tipo de pessoa “mediana”: é esforçado, faz seu trabalho direito, é inteligente e um bom amigo – mas não se destaca entre os demais. Mathias, por outro lado, é um aluno brilhante e é admirado por uns e odiado por outros. Isso porque, quando se trata de cinema, ele é extremamente exigente; para Mathias, o cinema atual perdeu sua originalidade – não se fazem mais filmes como antigamente, filmes que representam sentimentos reais, não simplesmente literais. Mathias está sempre buscando a perfeição e, para ele, o cinema é sua vida.

Étienne coloca Mathias em um pedestal: está pronto para defende-lo em qualquer ocasião e necessita desesperadamente de sua aprovação. Só a opinião de Mathias vale algo e o protagonista não hesita em jogar fora meses de trabalho caso seu amigo critique qualquer detalhe de suas produções. Assim, de um modo que chega a ser até obsessivo, Étienne constrói uma personalidade que chega um pouco mais perto da realidade: no meio de pessoas realmente talentosas, o protagonista se vê inseguro com seu próprio trabalho. Étienne saiu de uma cidade pequena e, na cidade grande, tomou um banho de realidade – e descobriu que ela é frustrante.

Paris 8 se utiliza de uma história aparentemente banal para introduzir uma discussão muito mais profunda: o que é o cinema? Qual é o intuito de fazer filmes? Os filmes podem salvar o mundo? Em uma das primeiras cenas de Étienne em sua nova sala de aula, o espectador tem a impressão de estar de fato assistindo à aula. Ao longo do filme, Paris 8 expande esse conceito para a própria narrativa, revelando ser exatamente isto: uma aula sobre cinema.

 

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O longa constrói diálogos extremamente elaborados e provocativos – o que é, sem sombra de dúvidas, o verdadeiro charme do filme. Desde o começo até o final, os diálogos entre os personagens provocam no espectador dilemas sobre o próprio mundo do cinema (entre outros assuntos, como relacionamentos e traição). Esses dilemas não são esclarecidos ao longo do filme, uma vez que o propósito de Paris 8 é expor, não responder.

Ao contrário dos diálogos, o enredo não impressiona. O longa traz detalhes desnecessários sobre a vida do protagonista. Isso torna Paris 8 maçante e faz com que o espectador se desconecte das discussões fenomenais que o filme nos proporciona. É compreensível que o longa explore a vida de um adolescente que, ao sair de uma cidade pequena, torna-se vulnerável aos acontecimentos a sua volta, encantando-se com o novo. Mas esses acontecimentos e reviravoltas possuem uma carga de presença muito forte, tirando um pouco da beleza e naturalidade dos diálogos importantes. Além disso, é um filme pouco focado no que quer passar: mesmo que seu intuito seja justamente plantar dúvidas, questionamentos e discussões na cabeça do espectador, Paris 8 falha em deixar claro tal intuito (como faz, por exemplo, Antes do Amanhecer, de Richard Linklater), uma vez que o filme dá muito peso aos acontecimentos, fazendo com que o espectador esteja sempre esperando uma conclusão.

Uma coisa é certa: Paris 8 faz um trabalho notável ao ilustrar o amor pela arte e pelo cinema clássico. O filme gira em torno da música, do livro e do cinema. Paris 8 intercala essas três esferas de um modo muito natural, trazendo uma riqueza de conteúdo que não é novidade, mas impressiona. Ainda, celebrando o cinema clássico, o longa é inteiro em preto e branco, as transições de cena são quase sempre feitas com fade out, o filme é dividido em capítulos e a trilha sonora é extremamente teatral, dando ao filme um ar mais dramático e clássico.

Assim, Paris 8 faz um bom trabalho em celebrar – e ao mesmo tempo questionar – o cinema clássico francês e o glamour de Paris. Acima de tudo, esse é um filme que se preocupa em definir o que é cinema sem de fato definir: com performances naturais e intensas, Paris 8 nos mostra a expectativa e a realidade crua de trabalhar com filmes, mas também usa uma paixão muito transparente para dizer que, de fato, o cinema pode não salvar o mundo, mas com certeza o deixa melhor.

Filme de Freddy Mercury estreia em dezembro, confira o trailer

A história da banda Queen e a vida de Freddy Mercury farão parte das telas de cinema

“A única coisa mais extraordinária que sua música é sua história”

A grande novidade do cinema está levando todo mundo à loucura! A Fox divulgou nesta terça-feira (15) o primeiro trailer de Bohemian Rhapsody, o tão esperado filme do Freddie Mercury e de sua banda Queen.

O trailer conta com vários hits da banda e possui imagens icônicas de Rami Malek interpretando a lenda humana, Freddie Mercury. O filme irá mostrar o grupo durante os anos 70 e, ao mesmo tempo, focará na vida de Mercury – que, naquele momento, estava uma loucura. Aparentemente Bohemian Rhapsody irá mostrar a vida do cantor em seu momento de ascensão, antes d’ele contrair AIDS. 

Para os fãs de carteirinha, como é de se esperar, a cinebiografia mostrará um pouco de tudo: a formação da banda (com seus outros membros interpretados por Joseph Mazzello, Ben Hardy e Gwilym Lee), a construção de seu sucesso, os shows (inclusive o show no Live Aid, considerado um momento histórico para o rock), os bastidores e, claro, a vida – as batalhas e as vitórias – de Freddy Mercury.

Bohemian Rhapsody agora é dirigido por Dexter Fletcher. Fletcher, que dirigiu Voando Alto, substituiu Bryan Singer (X-Men) depois que o diretor se afastou da equipe por supostos problemas de saúde e por estar envolvido com casos de assédio.

Será que o renomado Rami Malek irá fazer juz à personalidade marcante do cantor Freddy Mercury? Vamos descobrir na estreia do filme aqui no Brasil, marcada para o dia 27 de dezembro.

Confira aqui o primeiro trailer de Bohemian Rhapsody:

'Bohemian Rhapsody' Trailer

Crítica | Chega de Fiu Fiu

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Documentário brasileiro discute sobre assédio e traz a realidade das mulheres

 

“Naquela noite, voltando do trabalho, metrô lotado, senti algo quente na minha calça. Quando olhei para trás, deparei com um cara com o zíper aberto. Comecei a debater com ele, comecei a bater no rosto dele (…). Gritava feito uma louca dentro do metrô, com esperança que alguém segurasse, impedisse que ele fechasse a calça, mas ninguém ajudou.”

 

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Um olhar que intimida e incomoda; um assovio que constrange; uma palavra que traz desconforto; um toque indesejado que dá medo. Praticamente toda mulher já passou por isso ou por coisas piores. O assédio nas ruas sempre foi algo normalizado – até mesmo por algumas mulheres que são assediadas, mas que não têm noção de que isso é, de fato, assédio. O documentário Chega de Fiu Fiu aparece como uma resistência que pretende mudar isso.

Dirigido por Amanda Kamanchek e Fernanda Frazão, Chega de Fiu Fiu é um documentário que trata de algo corriqueiro que praticamente toda mulher sente: a insegurança em ocupar o espaço público. Qual é o papel da mulher nas cidades? Será que a cidade é mesmo pensada para todos? Para explorar este assunto o longa conta com uma diversidade muito rica de mulheres, o que serve para mostrar que, independente de suas diferenças, mulher é mulher e todas elas sofrem com o peso de seu gênero.

O documentário tem sua narrativa principal moldada pelos depoimentos de três mulheres: Rosa, uma mulher transexual; Raquel, mulher negra, gorda e lésbica e Teresa, mulher branca e de classe média. A diversidade dessas mulheres é um ponto extremamente importante da obra porque sai um pouco do que chamamos de “feminismo branco”. Mulheres trans e/ou mulheres negras, por exemplo, enfrentam problemas e preconceitos diferentes e muitas vezes isso não é explorado quando vamos falar de feminismo. Chega de Fiu Fiu expõe essa diferença – traçando, é claro, um ponto em comum entre essas três mulheres: nenhuma delas, por serem mulheres, se sentem seguras na cidade onde vivem.

A introdução de Chega de Fiu Fiu mostra as ruas das cidades gravadas de cima ao mesmo tempo que ouvimos relatos de mulheres que sofreram assédio (como um homem que ejaculou em uma das vítimas no metrô ou outra mulher que sofreu assédio sexual de seu uber enquanto ela estava bêbada) – o que nos dá a impressão (verídica) de que o documentário quer nos mostrar que esse tipo de coisa pode acontecer em qualquer rua, de qualquer cidade, com qualquer mulher.

Outro ponto interessante da introdução é o fato de que em um primeiro momento ouvimos depoimentos singulares de cada mulher; depois disso, várias delas começam a falar ao mesmo tempo, até que fica difícil compreender o que elas têm a dizer – mostrando que o assédio é algo contínuo que acontece com praticamente todas as mulheres. Isso mostra também que elas têm muito a dizer e que, por mais que elas digam, dificilmente elas são ouvidas. O papel de Chega de Fiu Fiu é este: fazer com que o espectador ouça e entenda.

 

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A narrativa do documentário também tem em sua composição uma diversidade de fontes: ele conta com os depoimentos de três personagens, a utilização de óculos com uma microcâmera escondida (utilizado por mulheres em seu dia-a-dia para mostrar o assédio escancarado dos homens), o diálogo com especialistas (historiadora, filósofa, ex ministra da secretaria de política para as mulheres e criadora da campanha “Chega de Fiu Fiu”), dados atuais sobre assédio, uso de vídeos gravados pelas próprias personagens em momentos de assédio e, por fim, uma roda de homens que discutem essa questão e expõem suas opiniões.

A escolha de dar voz também aos homens foi interessante porque, ao mesmo tempo que o assunto é discutido por ambos os lados (os oprimidos x os opressores), o documentário mostra como é importante ter esse diálogo com os homens. O feminismo ainda é um assunto muito mal visto pelas pessoas; é uma “palavra feia” que ninguém quer ouvir e entender o que ela representa. O diálogo com os homens é necessário para que eles consigam pensar além de seu horizonte e enxergar um problema sério, causado por eles, que ainda é muito enraizado em nossa sociedade. Como disse um dos homens do documentário: “Eu nunca tinha pensado que isso seria um problema e muito menos que ele precisaria ser resolvido. Agora o fato de você conversar sobre o assunto, você já ‘opa…’”.

Assim, utilizando-se de uma narrativa forte ao lado de músicas (prioritariamente cantadas por mulheres) impactantes, Chega de Fiu Fiu expõe uma verdade inquestionável: As cidades não foram feitas para as mulheres. Elas estão sempre um passo atrás – quando a mulher finalmente consegue conquistar o mesmo espaço público que o homem, ela ainda é intimidada, não recebe o mesmo salário que o homem, tem menos oportunidades, maior restrição e exigência em relação a trabalho e, acima de tudo, a mulher está constantemente recebendo assédio.

Chega de Fiu Fiu faz um trabalho maravilhoso ao evidenciar que o espaço público sempre foi de posse do homem e, por conta do ambiente hostil e intimidador que eles conservam, as mulheres simplesmente têm medo de sair de casa. O documentário aponta que isso não é algo normal e que deve parar de ser visto como tal. Apesar de ter seu foco nesse assédio que se limita ao “fiu fiu”, ou seja, a cantada, o longa não deixa de explorar também questões como o estupro, além de deixar a narrativa ainda mais rica com alguns fatos históricos.

Em suma, Chega de Fiu Fiu não é um documentário que simplesmente aponta o erro. Não é apenas uma denúncia (apesar de funcionar perfeitamente como uma). É um documentário que ensina. Que dá voz a mulher para que ela tenha um espaço para queixar-se e para educar os outros: tanto os homens que têm (ou não tem) consciência do quão grave pode ser um olhar, uma cantada ou um toque, quanto as mulheres que pensam em assédio como algo banal. O documentário aponta o erro, mas também aponta diversas soluções que precisam ser levadas a sério e colocadas em prática o quanto antes. Chega de Fiu Fiu é, portanto, a conscientização de um problema e um dos primeiros passos para consertá-lo.

Devolver Digital lançará jogo que satiriza a indústria de games

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O jogo será lançado apenas para o Super Nintendo e lucros irão para a caridade

A Devolver Digital deu um passo importante no mundo dos games. A distribuidora criou um jogo que irá não só ensinar aos jogadores como as coisas funcionam dentro da empresa, mas também expor os problemas e criticá-los através de sátiras.

Desenvolvido pela Mega Cat Studios, o jogo Fork Parker’s Crunch Out permite que o jogador tenha uma experiência que ele provavelmente nunca teve antes: a de participar da criação de videogames. Se esse trabalho já parece algo difícil, imagine trabalhar sob a ameaça de uma nova empresa no mercado. É isso que o jogo proporciona ao jogador: a luta, muitas vezes desumana, de uma empresa de games independente para que cresça o número de vendas.

Em Fork Parker’s Crunch Out o jogador assume o papel do diretor executivo de uma indústria de games e ele terá que tomar decisões difíceis em nome das vendas. Essas decisões incluem, por exemplo, acabar com a liberdade criativa dos trabalhadores, acabar também com a jogabilidade atraente em nome da eficiência, tratar os funcionários por meio de terapia de choque e contratar estagiários não-remunerados para aumentar a produtividade.

Segundo a descrição do jogo, “O CFO da Devolver Digital, Fork Parker, gozava de uma vida de luxo e passava os dias vendo o dinheiro rolar de sua empresa de games independentes. Porém, uma nova publisher ameaça tomar sua amada ‘market share’, forçando o belo executivo a resolver o assunto com suas próprias mãos e começar a motivar seus desenvolvedores de games de qualquer maneira possível” E tem mais: “Elementos inúteis como ‘integridade artística’ e ‘jogabilidade engajante’ são ignorados agora que eficiência e prazos ditam cada decisão do estúdio – bem vindo ao ‘crunch time’”.

A genialidade de Fork Parker’s Crunch Out é de satirizar situações que são extremamente reais e corriqueiras em qualquer empresa que tenha que trabalhar com vendas e prazos. O jogo nos coloca a par do “crunch time”, que nada mais é do que a prática de fazer com que os funcionários trabalhem de modo desumano para que o trabalho seja entregue a tempo. Essa prática implica, por exemplo, na falta de segurança trabalhista e até mesmo na saúde mental dos trabalhadores.

Como se já não bastasse o jogo com alta crítica social, todo o lucro de Fork Parker’s Crunch Out será doado para a Take This, organização com o propósito de educar as pessoas sobre os transtornos mentais e quebrar o estigma por trás desse assunto.

O jogo estará disponível apenas para o Super Nintendo e ainda não tem data de lançamento, mas já está em pré-venda na loja do Mega Cat Studios.

Os Incríveis 2 ganha novo comercial com foco nas crianças

Filme tem estreia marcada para o próximo mês

Os Incríveis 2 está chegando! Para você que não consegue esperar mais um mês sem nenhuma novidade, chegou um novo comercial do filme com foco nas crianças e em seus poderes.

Dessa vez, o filme focará na Helena (Mulher Elástica), já que ela foi a escolhida para trabalhar como heroína. Bob (Sr. Incrível) passa a ficar em casa cuidando das crianças – o que acaba virando algo mais difícil do que ele imaginava. Mas calma que tem trabalho heroico para todo mundo: a ameaça de um novo vilão faz com que a família e o Gelado se juntem para combater o crime novamente.

Confira o novo comercial:

https://www.youtube.com/watch?time_continue=18&v=kSkvFn7PCeQ

Os Incríveis 2 tem estreia marcada para o dia 28 de junho.

Netflix exclui de seu catálogo todas as temporadas de Supernatural

Além de Supernatural, outros títulos populares já foram removidos no mês de maio, confira

Pois é. Agora não será mais possível maratonar Supernatural no serviço de streaming. A Netflix removeu as 11 temporadas de seu catálogo: são ao todo 241 episódios. Atualmente a série se encontra em sua 13a temporada e foi renovada para a 14a.

Isso aconteceu principalmente porque a Warner Bros. decidiu não renovar o contrato com a Netflix. Além disso, a Fox também quebrou a parceiria com o serviço de streaming: agora não podemos mais maratonar na Netflix séries como How I Met Your Mother e Prison Break.

Pois é. A Netflix está mudando. Se antes já era difícil encontrar algo específico que você queria assistir, agora ficou ainda pior. O serviço pode até estar com dificuldade em renovar seus contratos, mas é fato que a Netflix é um sucesso e suas produções independentes são sempre recebidas de braços abertos pelo público. Por isso, a Netflix está focando cada vez mais em produzir seu próprio conteúdo.

Isso significa que a exclusão de filmes e séries populares está se tornando algo muito frequente, o que não agrada os assinantes do serviço de streaming. A remoção de Supernatural, por exemplo, gerou muita revolta online em todas as redes sociais.

Além das 11 temporadas de Supernatural, outros títulos mais conhecidos também foram removidos do catálogo da Netflix no começo de maio, como Ela, Jogos Vorazes, a segunda, terceira, quarta, quinta, sexta e sétima temporadas de RuPaul’s Drag Race, Os Simpsons – O Filme, entre outros.

Separamos também os títulos mais populares que ainda não foram retirados do catálogo, mas serão nesses próximos dias de maio. Confira:

12/05:
The Returned

15/05:
A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2
Quase 30

18/05:
A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1

20/05:
Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge.

Vamos aproveitar pra fazer uma maratona dos nossos filmes e séries preferidos enquanto ainda dá tempo!

O Predador: reboot ganha seu primeiro trailer, confira

O reboot da franquia original de 1987 ganha seu primeiro trailer e data de estreia

A Fox divulgou nesta quinta-feira (10) o primeiro trailer de O Predador e está muito bom! Pelo vídeo podemos ver que O Predador promete não sair do nível de qualidade de seu filme mais antigo.

Apesar de ter a história bem similar, o longa será uma espécie de continuação do primeiro filme, uma vez que um dos protagonistas terá ligação com Peter Keyes, personagem da versão de 1987.

Quem dirige o longa é o Shane Black (Homem de Ferro 3). Ainda, O Predador conta com nomes memoráveis como Olivia Munn, Sterling K. Brown, Trevante Rhodes e Jacob Tremblay, criança de 11 anos que ganhou o coração do mundo quando atuou no filme O Quarto de Jack.

Confira o trailer:

O Predador | Trailer Oficial | Legendado HD

O Predador estreia dia 14 de setembro nos Estados Unidos. Ainda não se tem data de lançamento aqui no Brasil.

Razer Fighting League tem estreia marcada para este mês, saiba mais

A competição organizada pela Razer é de Street Fighter V e começa dia 16 de maio

A Razer Fighting League está para começar! A liga de jogos organizada pela Razer acontecerá entre 16 de maio e 4 de julho e reunirá até 512 jogadores. A competição será de Street Fighter V, um dos jogos de luta mais populares do mundo. Mais para frente, ainda, podemos esperar outros campeonatos de outros games.

“A Razer Fighting League é uma maneira que a Razer encontrou para fomentar ainda mais a cultura dos eSports no Brasil. Sempre incentivamos o cenário competitivo de esportes eletrônicos e acreditamos muito no potencial dos jogadores do país”, disse Vitor Martins, diretor da Razer Brasil.

O campeonato de Street Fighter será uma disputa online e será dividido em oito etapas, uma por semana. O torneio será feito por sistema de eliminatória dupla e a cada final de disputa os participantes somarão os pontos de acordo com sua colação. Naturalmente, o jogador com a melhor pontuação vence o campeonato. É importante lembrar que os jogadores podem se inscrever para qualquer etapa até 48 horas antes do seu início e o número de vagas é limitado a 64 por semana.

Para quem se interessou, tem mais: A liga organizada pela Razer irá premiar os melhores competidores com produtos da marca. O melhor jogador ganhará um headset Razer Kraken Pro V2, o vice-campeão ficará com o teclado Razer Cyclosa e o mouse Abyssus de 1800 dpi e, por fim, o terceiro colocado será premiado com um mousepad Razer Sphex V2.

As inscrições para a Razer Fighting League já começaram! Os interessados podem se inscrever gratuitamente pelo grupo oficial do torneiro no Facebook. Lembrando que, para isso, é preciso ter mais de 12 anos.

Boa sorte!

 

PES 2019: Jogo será lançado em agosto e conta com novo trailer

A Konami anunciou a data oficial do lançamento do jogo e outras novidades

Pro Evolution Soccer (PES) é considerado um dos melhores games de futebol e sua versão de 2019 promete se superar. A Konami anunciou nesta quarta-feira (9) que o PES 2019 será lançado dia 28 de agosto nos Estados Unidos e dia 30 de agosto aqui no Brasil. PES 2019 estará disponível para PS4, Xbox One e PC.

O novo trailer do PES 2019 nos mostra que os dois grandes destaques serão os jogadores Philippe Coutinho e David Beckham (este na versão especial do jogo). Segundo a Konami, a principal novidade está no modo MyClub, que terá “a maior reformulação até o momento”. Nesse modo, o jogador poderá montar sua equipe de um modo diferente, já que será possível aguardar os atletas de alto desempenho. Isso porque o modo MyClub contará com um novo sistema de exibição do placar.

Além disso, podemos esperar maior jogabilidade e melhorias gráficas: a resolução poderá chegar a 4K, os detalhes serão muito mais nítidos – tanto da torcida quanto da grama, que terá uma textura mais realista – e o jogo promete a volta do efeito de neve. Quanto aos jogadores, novas habilidades serão implementadas, os mecanismos de chute irão considerar a física da bola e um aspecto interessante: o PES 2019 contará com um novo recurso de fadiga, ou seja, os jogadores irão mostrar de um modo mais claro quando eles estiverem cansados (com pouco rendimento).

Gostou das novidades? A Konami também anunciou que o jogo contará com mais campeonatos e estádios licenciados, além de jogadores lendários que ainda não foram anunciados. Para saber sobre as próximas novidades, fique atento ao MeuGamer!

Vem conferir o novo trailer do jogo:

PES 2019 Announcement Trailer