Cronograma completo de episódios de O Cavaleiro dos Sete Reinos – Temporada 1

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A primeira temporada de O Cavaleiro dos Sete Reinos série dentro do universo de Game of Thrones terá 6 episódios, lançados semanalmente. A estreia acontece no Brasil na virada do dia 18 para 19 de janeiro de 2026, considerando o horário de Brasília, por conta da diferença de fuso em relação aos Estados Unidos.

Até o momento, a HBO e o Max não confirmaram um horário fixo para a liberação dos episódios no Brasil. Por isso, o cronograma abaixo considera apenas o dia de estreia, que pode sofrer ajustes ao longo da temporada.

Cada episódio deve ter duração aproximada entre 35 e 40 minutos, com pequenas variações conforme a exibição.

Cronograma de episódios de “O Cavaleiro dos Sete Reinos” (A Knight of the Seven Kingdoms) – Temporada 1

Episódio 1
Título original: The Hedge Knight
Data de lançamento (EUA): 18 de janeiro de 2026
Duração aproximada: 42 minutos
Observação: estreia da série

Episódio 2
Título original: Hard Salt Beef
Data de lançamento (EUA): 25 de janeiro de 2026
Duração aproximada: 33 minutos

Episódio 3
Título original: a confirmar (a confirmar)
Data de lançamento (EUA): 1 de fevereiro de 2026
Duração aproximada: 31 minutos

Episódio 4
Título original: a confirmar (a confirmar)
Data de lançamento (EUA): 8 de fevereiro de 2026
Duração aproximada: 34 minutos
Observação: a data pode sofrer alteração por conta do Super Bowl, com possibilidade de antecipação ou ajuste no cronograma

Episódio 5
Título original: a confirmar (a confirmar)
Data de lançamento (EUA): 15 de fevereiro de 2026
Duração aproximada: 37 minutos

Episódio 6
Título original: a confirmar (a confirmar)
Data de lançamento (EUA): 22 de fevereiro de 2026
Duração aproximada: 31 minutos
Observação: final da temporada

A possibilidade de alteração no cronograma por causa do Super Bowl não é inédita. Durante a primeira temporada de The Last of Us, a HBO antecipou a exibição de um episódio para a sexta-feira, evitando a concorrência direta com o evento esportivo, que concentra grande parte da audiência nos Estados Unidos.

Por esse motivo, as datas listadas acima devem ser consideradas sujeitas a ajustes. À medida que novas informações forem divulgadas, este cronograma será atualizado com as datas definitivas para o Brasil, além dos títulos oficiais dos episódios em português do Brasil e das sinopses completas de cada capítulo.

Sangue, tempo e sobrevivência: Code Vein 2 eleva o soulslike de anime

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Após o impacto do primeiro jogo, Code Vein 2 surge como uma evolução natural — mais ambicioso, mais sombrio e muito mais instigante. Ao menos é o que os desenvolvedores da Bandai Namco deixaram no ar para os fãs do jogo. O novo título adentra em um universo inédito, com uma atmosfera ainda mais pesada, onde a sobrevivência depende não só da força, como das escolhas feitas ao longo do tempo.

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Ao enredo gira em torno da capacidade de manipular o tempo como uma arma, permitindo ao jogador explorar versões passadas e presentes dos mesmos cenários. Essa mecânica ela vai além de uma mecânica básica, na verdade influencia diretamente a história, os vínculos entre personagens e o destino do mundo.

Code Vein 2 personagens com luta com chefão
(Reprodução)

Uma nova ameaça surge no horizonte. A misteriosa Prole Cega da Ressurgência, entidade que intensifica o tom trágico e sangrento da jornada. Entre paradoxos temporais, laços impactantes e batalhas frenéticas, o jogo aposta em um drama mais maduro e carregado de tensão.

No gameplay de visão geral exibido, as características do jogo original permanece firme. Exibindo combate intenso, chefes colossais e um sistema profundo de personalização continuam sendo pilares da experiência. O sistema de absorção de sangue, marca registrada da franquia, retorna repaginado, trazendo novas habilidades, efeitos visuais mais impactantes e mecânicas que ampliam melhor as estratégicas.

CODE VEIN II - Overview Trailer

Por fim, Code Vein II tem lançamento marcado para 30 de janeiro de 2026, chegando ao PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam.

‘O Cavaleiro dos Sete Reinos’ estreia à meia-noite na HBO Max

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A HBO Max confirmou que O Cavaleiro dos Sete Reinos, nova série do universo de Game of Thrones, estreia no Brasil em 19 de janeiro, à 0h, na madrugada de domingo para segunda-feira. O horário incomum foge do padrão adotado no país e ocorre devido à ausência do horário de verão, o que impacta a sincronização com o lançamento internacional. Para assistir é necessário possuir uma conta ativa e acessar o catálogo completo nessa página.

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Protagonizada por Peter Claffey (Sor Duncan, o Alto) e Dexter Sol Ansell (Egg), a série ganhou destaque no fim de 2025, quando seus atores participaram de um painel exclusivo na CCXP25, onde comentaram sobre a ambientação, os personagens e a proposta mais intimista da nova fase de Westeros.

Escrita e produzida por George R. R. Martin e Ira Parker, a produção expande o universo da Guerra dos Tronos ao acompanhar dois viajantes improváveis em uma era marcada por torneios, estradas abertas e um código de honra em constante teste. A estreia acontece simultaneamente na HBO Max e no canal HBO. Ao todo, seis episódios estão confirmados para esta primeira temporada da série.

O Cavaleiro dos Sete Reinos | Trailer Oficial Dublado | HBO Max

Primeiras impressões | My Hero Academia: Vigilantes (2ª temporada)

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A segunda temporada de My Hero Academia: Vigilantes estreia com um episódio que reafirma a força do spin-off ao explorar um dos lados mais instigantes e moralmente ambíguos do universo My Hero Academia.

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Longe do brilho e da institucionalização dos heróis licenciados, a série volta a destacar aqueles que escolhem agir por senso de justiça, mesmo sem reconhecimento oficial, e essa proposta já se mostra bem definida desde os primeiros minutos.

My Hero Academia: Vigilantes (2ª temporada), personagem importante feliz
(Reprodução)

Ambientada alguns anos antes dos eventos centrais da obra principal, cuja adaptação animada foi concluída em 2025, a narrativa segue acompanhando personagens que operam à margem do sistema heroico. Koichi Haimawari retorna como protagonista, ainda em busca de seu próprio propósito como vigilante, movido mais por altruísmo do que por prestígio ou validação legal. Essa perspectiva mantém a identidade da série e reforça o contraste com a trajetória dos heróis profissionais.

O episódio inicial da nova temporada demonstra cuidado em respeitar os acontecimentos anteriores, ao mesmo tempo em que amplia o escopo da história. Novos conflitos começam a ser delineados, as motivações dos personagens ganham mais camadas e a tensão entre seguir regras ou agir de acordo com a própria consciência se torna cada vez mais evidente. Essa construção gradual torna a experiência acessível tanto para fãs veteranos quanto para quem acompanha o universo de My Hero Academia de forma mais casual.

A produção segue nas mãos do estúdio BONES Film, divisão do consagrado estúdio Bones, conhecido por trabalhos como Fullmetal Alchemist, Mob Psycho 100 e o próprio My Hero Academia. Tecnicamente, o episódio apresenta animação fluida, cenas de ação bem coreografadas e um visual que equilibra o clima urbano com os elementos superpoderosos. A química entre Koichi e Pop☆Step é bem explorada, enquanto referências sutis ao universo maior ajudam a expandir o contexto sem roubar o protagonismo da narrativa.

My Hero Academia: Vigilantes (2ª temporada), personagem em posição para exibir seu potencial
© Vigilante: Boku no Hero Academia Illegals 2nd Season

Há também indícios de conexões indiretas com o mundo dos heróis licenciados, o que aumenta a curiosidade sobre como essas histórias paralelas poderão se cruzar no futuro. Mesmo possuindo uma individualidade considerada modesta dentro dos padrões heroicos, Koichi continua se destacando pelo carisma e pela evolução pessoal, consolidando-se como o verdadeiro núcleo emocional da série.

No conjunto, a estreia da segunda temporada entrega uma abertura segura, envolvente e cheia de potencial. My Hero Academia: Vigilantes demonstra estar pronta para aprofundar discussões sobre identidade, moralidade e o real significado de ser um herói, mantendo um ritmo consistente e alto nível técnico. Para quem já acompanhava a série, o retorno confirma que o spin-off segue relevante e confiante; para novos espectadores, o episódio funciona como uma excelente porta de entrada para uma obra com personalidade própria dentro de um universo já consagrado.

O anime de My Hero Academia: Vigilantes está disponível na Crunchyroll, com as opções dublada e legendada. Com novos episódios chegando todas as segundas-feira.

Primeiras impressões | Golden Kamuy (Temporada Final)

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A insanidade característica de Golden Kamuy finalmente está de volta para sua quinta e última temporada. Embora a série nunca tenha figurado entre os animes mais populares do grande público, sua trajetória até aqui é surpreendente. Em um mercado onde obras consideradas “underground” raramente ultrapassam uma segunda temporada, porém, está produção chega ao seu desfecho completo, um feito impulsionado, em grande parte, pelo forte reconhecimento internacional.

O anime de Golden Kamuy está disponível na Crunchyroll, com a opção legendada. Com novos episódios todas as segundas-feira. Fique ciente que a plataforma disponibiliza um teste gratuito de 7 dias.

Dito isso, prosseguimos com nossas impressões da temporada final do anime.

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Animes históricos que fogem do eixo tradicional, especialmente aqueles que não se chamam Kingdom, costumam encontrar maior acolhimento fora do Japão, sobretudo entre espectadores interessados na cultura e na história do país. Nesse contexto, Golden Kamuy se destaca por ir além da ilha de Honshu e abordar um tema raramente explorado na animação japonesa: a relação do governo japonês com o povo Ainu. Esse recorte histórico, aliado a uma comédia excêntrica e muitas vezes absurda, transforma a obra em algo verdadeiramente singular dentro do meio.

Primeiras impressões | Golden Kamuy (Temporada Final) personagem do anime
© Brain’s Base/

Expectativas para a temporada final de Golden Kamuy

Tecnicamente, Golden Kamuy nunca foi uma produção de destaque absoluto. A força do anime sempre esteve em sua narrativa e em seus personagens, enquanto a direção se encarregava de valorizar momentos-chave e extrair o máximo da comédia peculiar da obra. No entanto, já no primeiro episódio desta temporada final, é perceptível um ritmo mais acelerado do que o habitual, até mesmo quando comparado ao encerramento da temporada anterior.

Essa mudança sugere uma tentativa clara de condensar toda a história restante em uma temporada de aproximadamente 13 episódios. Embora compreensível do ponto de vista de produção, esse ritmo mais apressado levanta preocupações sobre como determinados eventos e arcos narrativos serão adaptados até o desfecho.

Primeiras impressões | Golden Kamuy (Temporada Final)
© Brain’s Base/

O arco de Sapporo e o clímax da narrativa

Tudo indica que o arco de Sapporo servirá como o grande clímax da obra. Um dos maiores méritos de Golden Kamuy sempre foi sua habilidade de entrelaçar ficção e história real de forma orgânica. A narrativa coloca lado a lado figuras improváveis: um veterano da Guerra Russo-Japonesa, uma descendente do povo Ainu em busca de autonomia, o último samurai do período Edo sonhando com a República de Ezo e um oficial militar de alta patente conspirando um golpe de Estado.

Essa corrida pelo ouro, carregada de ambições conflitantes, é constantemente equilibrada por uma comédia que alterna entre o físico, o nonsense e o absolutamente imprevisível, uma marca registrada da série que impede a história de se tornar excessivamente pesada, mesmo em seus momentos mais tensos.

Golden Kamuy (Temporada Final) cena de impacto do anime
(Reprodução)

Vale a pena começar agora?

Para quem ainda considera acompanhar Golden Kamuy, a recomendação é clara: comece desde o primeiro episódio. Diferente de outras obras que permitem entradas tardias, Golden Kamuy possui uma narrativa linear bem definida, apesar de dividir sua trama em três grandes núcleos. Esta temporada marca o encerramento definitivo da história, e a insanidade atinge seu ápice absoluto.

Mesmo com escolhas técnicas discutíveis, como o famoso urso em CGI, a série entrega uma história sobre sobrevivência, união e identidade cultural. Uma união tão intensa que, metaforicamente, faz você se sentir confortável até dividindo uma sauna com esses personagens. Para quem aprecia designs detalhados, humor excêntrico e uma abordagem histórica fora do comum, Golden Kamuy continua sendo uma experiência altamente recomendada até seu último episódio.

Primeiras impressões | You and I Are Polar Opposites

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A adaptação em anime de You and I Are Polar Opposites (Seihantai na Kimi no Boku) chega carregada de expectativa, especialmente para quem acompanha a obra desde seus primeiros capítulos. O anúncio da animação naturalmente gerou entusiasmo, ainda mais com as confirmações posteriores, incluindo a dublagem em português, descoberta apenas no próprio dia da estreia. Antes mesmo de assistir ao primeiro episódio, havia um misto de empolgação e cautela: o estúdio e a equipe criativa são conhecidos por abordagens mais experimentais, o que levantava dúvidas sobre como a leveza e a delicadeza do mangá seriam traduzidas para a animação.

O anime de You and I Are Polar Opposites está disponível na Crunchyroll, com as opções dublada e legendada. Com novos episódios chegando todos os domingos. Fique ciente que a plataforma disponibiliza um teste gratuito de 7 dias.

Dito isso, prosseguimos com nossa primeira impressão para temporada de estreia do anime.

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Esse receio inicial, no entanto, se dissipa rapidamente após o episódio de estreia. A staff demonstra uma compreensão sólida do material original, captando com precisão a essência da obra e já sinalizando, de forma sutil, as dinâmicas que irão se desenvolver ao longo da narrativa. Um dos maiores acertos está na apresentação dos protagonistas: Suzuki tem sua energia vibrante e expansiva estabelecida logo nos primeiros segundos de cena, enquanto a personalidade reservada e discreta de Tani é igualmente bem definida em sua primeira aparição. Essa clareza imediata facilita a conexão com os personagens e reforça o tom intimista da história.

Primeiras impressões | You and I Are Polar Opposites
© Lapin Track/Seihantai na Kimi no Boku

Para quem já conhece o mangá, fica evidente que You and I Are Polar Opposites não busca conflitos românticos exagerados ou grandes reviravoltas dramáticas. Assim como obras no estilo de Horimiya, o foco está menos no drama intenso e mais no cotidiano agridoce de um grupo de estudantes que constroem laços de amizade e afeto durante a vida escolar. Ainda assim, a série se diferencia por privilegiar o slice of life e a observação sensível das relações humanas, usando momentos pontuais, tanto cômicos quanto emocionais, para dar ritmo e profundidade ao roteiro.

Uma questão que permanece em aberto é o formato da adaptação. Com o mangá já finalizado em oito volumes e capítulos relativamente curtos, a história poderia ser adaptada confortavelmente em cerca de 24 episódios, permitindo arcos bem definidos e pausas naturais entre eles. Esse ritmo mais contemplativo faz da série uma opção ideal para quem busca uma experiência leve e reconfortante, especialmente em exibições semanais, ainda mais com a dublagem, que amplia o alcance do público.

Primeiras impressões | You and I Are Polar Opposites
© Lapin Track/Seihantai na Kimi no Boku

No geral, You and I Are Polar Opposites se apresenta como uma escolha certeira para fãs de romance adolescente e narrativas cotidianas. A paleta de cores suaves, alinhada ao espírito do mangá, e a linguagem jovem ajudam a retratar com sensibilidade um período da vida com o qual grande parte do público se identifica. Sem a pretensão de ser disruptiva, a obra entrega exatamente o que promete: uma história acolhedora, honesta e agradável, perfeita para acompanhar aos domingos e recarregar as energias para a semana.

Primeiras impressões | Fire Force (3ª temporada – parte 2)

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O segundo cour da temporada final de Fire Force marca o retorno da série em um momento decisivo de sua narrativa, retomando os acontecimentos exatamente de onde o anime havia sido interrompido. A reestreia aposta em um início mais contemplativo, utilizando imagens fragmentadas de pessoas e lugares como recurso narrativo, elementos que, embora inicialmente enigmáticos, sinalizam mistérios que serão esclarecidos ao longo dos próximos episódios.

O anime de Fire Force está disponível na Crunchyroll, com as opções dublada e legendada. Com novos episódios chegando todas as sextas-feira. Fique ciente que a plataforma disponibiliza um teste gratuito de 7 dias.

Dito isso, prosseguimos com nossas primeiras impressões do início da temporada 3 do anime.

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Logo no começo, acompanhamos Shinra Kusakabe despertando amarrado a uma cama, apenas para descobrir que três meses se passaram sem que ele tenha qualquer lembrança do período. Essa lacuna temporal desloca o foco da ação imediata para o aprofundamento dos mistérios centrais da obra, especialmente aqueles ligados ao Adolla Link e às forças que operam nos bastidores do conflito.

primeiras impressoes fire force 3 pt 2 imagem 001
(Reprodução)

A revelação de que Shinra foi substituído por um Doppelgänger, que assumiu sua vida durante esse intervalo, adiciona uma camada intrigante à narrativa. Curiosamente, Arthur Boyle foi o único a notar que algo estava errado, um detalhe que rende momentos de humor involuntário, graças à dinâmica peculiar entre os dois personagens. As mudanças deixadas pela versão alternativa de Shinra, como o cabelo loiro e tatuagens nas pernas, reforçam o estranhamento e ajudam a diferenciar visualmente essa fase da história.

Mesmo com parte do desfecho do mangá já conhecida por muitos fãs, o interesse agora recai sobre como o estúdio irá traduzir esse arco final para a animação, equilibrando revelações, desenvolvimento de personagens e encerramento temático.

Fire Force (3ª temporada - parte 2) personagens em embate épico
© Fire Force 3ª temporada parte 2

Expectativas para o segundo cour de Fire Force

Este retorno opta por um ritmo mais contido, priorizando diálogos, investigações e interações entre os personagens em vez de confrontos constantes. Após um primeiro cour considerado irregular por parte do público, a expectativa é que a reta final de Fire Force apresente uma progressão mais envolvente, capaz de valorizar os elementos centrais da trama e entregar uma adaptação consistente e satisfatória do material original.

Com os mistérios de Adolla e do Evangelista se aproximando de suas resoluções, o segundo cour tem a oportunidade de redefinir a percepção da temporada final e encerrar a jornada de Shinra de forma mais impactante.

Primeiras impressões | Hana-Kimi (Hanazakari no Kimitachi e)

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Hana-Kimi, ou Hanazakari no Kimitachi e, é um dos grandes clássicos do shoujo japonês, publicado entre o final dos anos 1990 e o início dos anos 2000. Apesar de sua enorme popularidade no Japão, a obra permaneceu relativamente desconhecida no Ocidente, em grande parte por nunca ter recebido uma adaptação em anime até agora, ficando marcada principalmente por suas versões em dorama, amplamente reconhecidas como algumas das mais icônicas da televisão japonesa. Os episódios de Hana-Kimi estão disponíveis na Crunchyroll, com as opções dublada e legendada. Os novos episódios chegam todo domingo. Fique ciente que a plataforma disponibiliza um teste gratuito de 7 dias.

Dito isso, prosseguimos com nossas primeiras impressões do início da temporada 1 do anime.

Nesta adaptação animada, o primeiro episódio segue de forma bastante fiel o mangá original, apostando em uma narrativa romântica clássica que dialoga diretamente com fãs de títulos como Fruits Basket e outros shoujos da mesma era. Ao mesmo tempo, a série também se apoia fortemente no fator nostalgia, conquistando o público japonês que cresceu acompanhando o dorama.

Hana-Kimi (Hanazakari no Kimitachi e) personagem instigante
(Reprodução)

A história apresenta uma premissa típica dos romances dos anos 2000: uma jovem decide se passar por um garoto para ingressar em uma escola exclusivamente masculina, tudo para ficar mais próxima de seu ídolo, um talentoso atleta de salto em altura. A partir disso, a narrativa se desenvolve em torno das situações cômicas, dos conflitos emocionais e das tentativas constantes da protagonista de esconder sua verdadeira identidade enquanto se aproxima cada vez mais de quem admira.

No aspecto técnico, o estúdio Signal.MD entrega uma animação competente e adequada ao ritmo da obra. Por se tratar de um romance focado em interações e desenvolvimento de personagens, a série não exige sequências de ação elaboradas, permitindo uma execução visual consistente. O design de personagens, embora atualizado, preserva traços que remetem ao estilo do mangá original dos anos 90, reforçando o apelo nostálgico.

Hana-Kimi (Hanazakari no Kimitachi e) dois protagonistas
© Hanazakari no Kimitachi e

Expectativas

Para quem já conhece a história por meio do dorama, esta adaptação em anime surge como uma nova oportunidade de revisitar um romance querido sob outra perspectiva. A fidelidade ao material original e o tom leve apresentado até aqui indicam que Hana-Kimi e tem tudo para agradar fãs de shoujo e romances clássicos. Para os apaixonados pelo gênero, trata-se de um título promissor para acompanhar.

Primeiras impressões | Hell’s Paradise: Jigokuraku (2ª temporada)

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Retornar a Hell’s Paradise: Jigokuraku é como revisitar um território tão fascinante quanto letal. A estreia da segunda temporada demonstra maturidade ao evitar excessos e impactos artificiais, optando por algo muito mais eficaz: reconduzir o espectador, com segurança e tensão, a um mundo hostil onde o perigo é constante e a sobrevivência nunca é garantida. O episódio inicial compreende o peso de seu próprio legado e respeita a força narrativa construída anteriormente, sem pressa ou exageros desnecessários.

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Mais uma vez, a ilha assume o papel central da experiência. Seu visual continua impressionando não apenas pela estética exuberante, mas pelo contraste perturbador entre o belo e o grotesco. Paisagens quase paradisíacas, repletas de cores vibrantes e vegetação exuberante, coexistem com violência extrema, morte e criaturas inquietantes. Essa dualidade visual reforça a identidade da série e cria uma atmosfera de desconforto constante. A direção utiliza com precisão enquadramentos e ritmo: planos abertos destacam a imponência e a estranheza do ambiente, enquanto closes intensificam o horror, a dor e o desespero dos personagens. Cada cena é cuidadosamente construída para provocar fascínio, inquietação ou ambos.

Hell's Paradise: Jigokuraku nova temporada
(Reprodução)

No campo narrativo, o episódio avança com confiança. Não há esforço em reintroduzir conceitos já estabelecidos, o que permite que a história siga adiante mantendo o tom sombrio e brutal que definiu a obra desde sua estreia. A sensação é clara: a jornada será ainda mais pesada, violenta e emocionalmente desgastante. Hell’s Paradise não suaviza sua proposta, trata-se de uma narrativa sobre sobrevivência, fé, desespero e os limites da humanidade diante da morte.

A animação, novamente sob responsabilidade do estúdio MAPPA, que também trabalha simultaneamente em outras grandes produções da temporada, mantém um padrão técnico elevado. As cenas de ação apresentam fluidez, impacto e clareza, aspectos fundamentais para uma obra marcada pela violência intensa. Os golpes transmitem peso real, a coreografia é precisa e as transições entre cenas preservam a imersão. Fora dos combates, a animação continua eficiente ao explorar gestos sutis, expressões faciais e movimentos contidos, aprofundando o estado psicológico dos personagens e reforçando a tensão constante.

Hell's Paradise: Jigokuraku personagem da tempoada 2
© Jigokuraku 2ª temporada

Expectativas para a 2ª temporada de Hell’s Paradise: Jigokuraku

A segunda temporada de Hell’s Paradise não tenta reinventar sua fórmula, e essa decisão se mostra acertada. A série retorna confiante, consistente e artisticamente segura, reforçando tudo o que a tornou um dos animes mais impactantes dos últimos anos. Com direção sólida, identidade visual marcante, trilha sonora eficiente e animação de alto nível, os próximos episódios prometem intensificar ainda mais a brutalidade e a beleza da obra. Mais do que um sucesso momentâneo, Hell’s Paradise segue firme como uma produção que continua a elevar o padrão do anime contemporâneo.

O anime de Hell’s Paradise está disponível na Crunchyroll, com a opção legendada, porém como a 1ª temporada recebeu uma dublagem, provavelmente, no futuro cheguem os episódios dublados na plataforma. Os novos episódios estreiam todo domingo.

Pré-Party do Bangers Open Air 2026 abre o festival com noite exclusiva de metal em São Paulo

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A pré-party oficial do Bangers Open Air 2026 já tem data, local e programação definidos — e funciona, na prática, como um esquenta privilegiado para quem garantiu ingresso antecipado. Em outras palavras, é quase um spoiler night do festival, antecipando o clima, o peso sonoro e a experiência que o público encontrará nos dias principais.

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Marcada para sexta-feira, 24 de abril de 2026, a pré-party acontece na Audio, em São Paulo, espaço já conhecido por receber grandes shows de rock e metal. A proposta é reunir fãs, artistas e influenciadores em uma noite especial, exclusiva e sem venda de ingressos avulsos, exibindo o caráter de confraternização para quem acreditou no festival desde o início.

Um aquecimento à altura do Bangers Open Air

A programação da noite deixa evidente que o evento não será tratado como algo secundário. Pelo contrário. O line-up reúne nomes conhecidos e propostas distintas dentro do metal, criando uma experiência variada, mas coesa:

  • Primal Fear (Alemanha)
  • Tankard (Alemanha)
  • Matanza Ritual (Brasil)
  • Seven Spires (feat. Roy Khan) (Estados Unidos)
  • Trovão (Brasil)
  • DJ set
  • Sorteios, promoções e ativações especiais
Pré-Party do Bangers Open Air 2026 pôster oficial
(Reprodução)

Essa combinação transforma a pré-party em um evento vip do Bangers Open Air, com apresentações que já entregam intensidade, identidade e diversidade sonora, sem a pressão de um “show principal”, mas com o mesmo comprometimento artístico.

Evento exclusivo para Bangers Lovers

O acesso à pré-party é exclusivo para os chamados Bangers Lovers — fãs que adquiriram os ingressos nas modalidades Blind Ticket, Blind Ticket Lounge e Early Bird.

Vale destacar que não haverá venda de ingressos para a pré-party. A partir do dia 09 de março, os participantes elegíveis receberão um e-mail com as instruções para o resgate do ticket digital, que será feito exclusivamente online.

A própria organização deixa claro o tom da iniciativa: trata-se de uma forma de reconhecimento aos fãs que confiaram no projeto desde os primeiros anúncios como citamos no início desta publicação.

Ao apostar em uma noite dedicada, com estrutura, atrações relevantes e clima de celebração, o Bangers Open Air reforça sua proposta de ir além do palco principal — construindo uma experiência que começa antes mesmo do primeiro dia oficial.


Serviço – Pré-Party Oficial do Bangers Open Air 2026

  • Cidade: São Paulo/SP
  • Local: Audio
  • Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Barra Funda, CEP 05001-100
  • Data: Sexta-feira, 24 de abril de 2026
  • Abertura dos portões: 19h
  • Início dos shows: 20h

Realização: Bangers Open Air
Resgate do ticket digital: a partir de 09 de março, pelo site oficial
https://www.clubedoingresso.com/evento/bangersopenairbrasil2026

Para quem estará no festival, a pré-party já se desenha como o primeiro impacto — intenso, direto e sem rodeios — do que o Bangers Open Air promete entregar em 2026.