Top 10 Jogos Trash Recentes para Jogar – No Nível do King Kong

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Nem todo jogo que chega ao mercado entrega o que promete. Alguns aparecem com nomes fortes, orçamento alto ou boas ideias e acabam lembrados pelos motivos errados. Seja por problemas técnicos, decisões de design questionáveis ou simplesmente por serem entediantes, esses títulos se destacaram negativamente e viraram assunto entre jogadores.

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Contudo, isso não significa que não existam pessoas que gostem desses jogos. Há inúmeros jogadores que até preferem títulos com otimização problemática, seja pelo desafio extra, seja pelo interesse em platinar nos consoles ou conquistar achievements no PC.

Vale lembrar que a comunidade espera que os jogos sejam bem finalizados, assim como os próprios profissionais envolvidos no desenvolvimento. Ainda assim, por diferentes motivos internos de direção e produção, muitos projetos não chegam ao mercado da forma como o público imaginava.

É por isso que listamos dez jogos para quem tiver interesse em conhecê-los ou experimentá-los. A seleção inclui tanto títulos independentes quanto produções de grande orçamento que, em teoria, deveriam ter figurado entre os concorrentes a jogo do ano nas principais premiações da indústria, algo que não aconteceu pelos motivos citados acima.

Vale destacar que todos os jogos listados foram testados por autores do site ou pelo próprio autor desta publicação.

Os top 10 jogos trash entre 2023 a 2026

Skull Island: Rise of Kong é um dos exemplos mais citados quando o assunto é jogo mal executado. A proposta de controlar o King Kong soa interessante no papel, mas o combate travado, os cenários vazios e a inteligência artificial inconsistente tornam a experiência cansativa rapidamente. Os gráficos datados e o level design repetitivo reforçam a sensação de produto inacabado. Até há uma publicação em nosso site sobre este jogo nesta página.

Eleito o Pior Jogo de 2023, Título Está em Oferta no Steam para PC Windows.
Imagem reprodução/Gamermill Entertainment

Suicide Squad: Kill the Justice League tentou combinar personagens populares com um modelo de jogo focado em progressão contínua. O resultado foi uma campanha pouco inspirada, missões repetitivas e diversos problemas técnicos no lançamento. Mesmo com atualizações posteriores, o jogo ficou marcado como um projeto que não encontrou sua identidade.

Para ameniar problemas dos servidores de Suicide Squad: Kill the Justice League, jogadores ganharam recompensas
Imagem reprodução/Rocksteady

Skull and Bones passou anos em desenvolvimento e chegou com grandes expectativas. No entanto, o combate naval simplificado, a progressão lenta e a falta de variedade de atividades fizeram com que a experiência se tornasse repetitiva em pouco tempo. A sensação geral é de uma ideia que nunca foi totalmente desenvolvida. Olha que é considerado um dos jogos mais caros desenvolvidos pela Ubisoft e também da indústria dos games.

O beta aberto do jogo de piratas da Ubisoft está com teste disponível até 11 de fevereiro.
Imagem jogo Skull and Bones divulgação/Ubi

The Lord of the Rings: Gollum apostou em uma abordagem diferente dentro do universo da Terra-média, focando em furtividade e narrativa. Na prática, a movimentação estranha, o stealth mal ajustado e o visual abaixo do esperado comprometeram o jogo. Ele acabou sendo lembrado mais pelos problemas do que pela proposta. Fique ciente que o jogo havia sido adiado algumas vezes e, ainda assim, não entregou o prometido.

gollum 3
Top 10 Jogos Trash Recentes para Jogar – No Nível do King Kong 11

Dustborn apresenta uma road trip distópica com foco em personagens e diálogos, mas sofre com ritmo irregular e jogabilidade pouco envolvente. O mundo é vazio, o combate não empolga e a tentativa de ser estiloso acaba soando forçada em vários momentos. Ele também foi indicado ao Lemon Game Awards do nosso site e acabou vencendo na categoria do Impacto que não foi. Devido não ter agradado até mesmo usuários que vibram com jogos de Impacto social.

Dustborn image jogo gameplay
(Reprodução)

Quantum Error foi anunciado como uma experiência de terror psicológico intensa, mas mistura gêneros de forma confusa. O jogo alterna entre horror e tiro em primeira pessoa sem conseguir equilíbrio, além de apresentar problemas de desempenho e design inconsistente. A atmosfera funciona em partes, mas não sustenta a experiência completa. Como um jogo exclusivo na plataforma de PlayStation 5 em seu lançamento, acabou frustrando fãs do console que aguardaram algo imersivo.

Quantum Error jogo decepciona crítica especializada
Quantum Error — divulgação TeamKill Media

Forspoken chamou atenção pelo visual e pela movimentação mágica, mas perdeu força com um mundo aberto pouco vivo e atividades repetitivas. A narrativa e os diálogos dividiram opiniões, e muitos jogadores sentiram que o potencial apresentado não foi aproveitado. Além de diversos problemas de glichts que geraram “memes” na web fazendo a Square Enix deixar esta franquia no Limbo.

Forspoken imagem de gameplay do jogo
(Divulgação)

Ambulance Life: A Paramedic Simulator: A Nacon tem apostado em diversos títulos na tentativa de emplacar um jogo com apelo global. O problema é que suas iniciativas ao financiar ou publicar alguns jogos independentes não têm gerado a satisfação esperada dos jogadores, nem a rentabilidade financeira desejada. No simulador presente nesta lista, o jogador assume o papel de um paramédico, mas a experiência entrega mecânicas rasas e tarefas excessivamente repetitivas. Os problemas técnicos e a falta de profundidade fazem com que o jogo se torne cansativo em pouco tempo.

Ambulance Life: A Paramedic Simulator jogo  de simulação
(Reprodução)

MindsEye apostou em uma abordagem cinematográfica e futurista, mas falhou em execução. A história confusa, o gameplay básico e o desempenho irregular prejudicam a imersão, fazendo com que o jogo passasse quase despercebido pouco tempo após o lançamento. Eles lançaram em 2025, uma versão gratuita para os usuários poderem conhecer um pouco mais da trama. Algo que mesmo com esta oferta não atraiu jogadores. O que deveria ser uma versão de GTA futurista acabou tornando-se o pior jogo com orçamento AAA.

Imagem de MindsEye mostrando personagens e ambiente urbano do jogo gratuito que não conquistou o público
Imagemreprodução

Code Violet, que inspirou este artigo publicado. Lançado em 10 de janeiro de 2026, acabou não entregando o que muitos esperavam de um suposto sucessor espiritual de Dino Crisis. O jogo foi alvo de críticas negativas intensas, chegando a ser ainda pior avaliado do que Concord. Este último só não aparece na lista por não ser mais jogável, já que se trata de um título online com servidores desligados, mas que certamente mereceria ao menos uma menção honrosa. Uma curiosidade é que o jogo Code Violet foi desenvolvido pela TeamKill Media, o mesmo estúdio responsável por Quantum Error, formando assim uma dobradinha nesta publicação.

A imagem é do jogo Code Violet sobre sua nota da crítica
Imagem reprodução/TeamKill Media

Por fim, esses jogos mostram que boas ideias, franquias conhecidas ou altos investimentos não garantem uma experiência de qualidade. Ainda assim, todos eles despertam curiosidade e acabam sendo lembrados como exemplos de projetos que deram errado, seja para análise, entretenimento involuntário ou simples curiosidade do jogador.

Os títulos citados podem ser encontrados nas mais diversas plataformas como PlayStation (PS Store), Xbox (Microsoft Store), Nintendo Switch (Nintendo eShop) e PC Windows (Steam, Epic Games Store, GoG).


Fique claro que o Top 10 jogos trash da geração atual não tem o intuito de menosprezar os profissionais que trabalharam nessas produções, tampouco de ofender sua honra. A proposta é servir como um alerta para a indústria, mostrando que, fora dos bastidores, existe uma comunidade que aguarda ansiosamente por enredos instigantes, mundos vastos para explorar e histórias capazes de prender o jogador por horas.

Globo de Ouro 2026: Todos os vencedores da premiação

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No fim da noite de domingo, 11 de janeiro, atravessando a madrugada da segunda-feira, 12, a 83ª edição do Globo de Ouro revelou os vencedores da premiação de 2026. A cerimônia foi apresentada por Nikki Glaser e premiou nomes já consolidados da indústria, além de destacar atuações que se firmaram como revelações da temporada, ajudando a desenhar o cenário inicial da corrida pelo Oscar.

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Antes mesmo da entrega do primeiro troféu, Glaser abriu a noite com um monólogo bem-humorado, que arrancou risadas do público ao abordar, de forma irônica, alguns temas sensíveis e controversos do momento, estabelecendo um clima mais leve para a cerimônia. Ao longo do evento, produções de diferentes países dividiram o protagonismo, exibindo o caráter internacional do Globo de Ouro. O Brasil também marcou presença entre os indicados com O Agente Secreto, levando o cinema nacional a uma das principais vitrines do calendário de premiações.

O principal prêmio da cerimônia ficou com Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, que se consolidou como um grande destaque do Globo de Ouro 2026. A vitória coroa uma trajetória consistente ao longo da temporada e posiciona o longa como um dos títulos mais fortes do ano, tanto em reconhecimento crítico como para indicações ao Oscar.

Para os brasileiros, a noite foi histórica, pois o longa-metragem nacional O Agente Secreto ganhou duas das três premiações que disputou: a primeira como Melhor Filme em Língua Não Inglesa e a segunda como Melhor Ator em Drama, para Wagner Moura, perdendo apenas na categoria de Melhor Filme em Drama.

A série Adolescência levou no Globo de Ouro de 2026 ao conquistar quatro estatuetas, igualando o desempenho de Uma Batalha Após a Outra, que também levou quatro prêmios na cerimônia. Ambas as produções se destacaram entre os vencedores da noite, mostrando força tanto na televisão quanto no cinema.

A seguir, confira todos os vencedores do Globo de Ouro de 2026

Categorias de Cinema

Melhor Filme – Drama

  • Frankenstein
  • Hamnet: A Vida Antes de Hamlet — Vencedor
  • It Was Just an Accident
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Pecadores

Melhor Filme – Musical ou Comédia

  • Blue Moon
  • Bugonia
  • Marty Supreme
  • No Other Choice
  • Nouvelle Vague
  • Uma Batalha Após a Outra — Vencedor

Melhor Filme – Animação

  • Arco
  • Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito
  • Elio
  • Guerreiras do K-Pop — Vencedor
  • Little Amélie or the Character of Rain
  • Zootopia 2

Melhor Filme – Língua Não Inglesa

  • It Was Just an Accident
  • No Other Choice
  • O Agente Secreto — Vencedor
  • Valor Sentimental
  • Sirât
  • The Voice of Hind Rajab

Melhor Atriz em Filme – Drama

  • Jessie Buckley – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet — Vencedora
  • Jennifer Lawrence – Morra, Amor
  • Renate Reinsve – Valor Sentimental
  • Julia Roberts – Depois da Caçada
  • Tessa Thompson – Hedda
  • Eva Victor – Sorry, Baby

Melhor Ator em Filme – Drama

  • Joel Edgerton – Sonhos de Trem
  • Oscar Isaac – Frankenstein
  • Dwayne Johnson – Coração de Lutador
  • Michael B. Jordan – Pecadores
  • Wagner Moura – O Agente Secreto — Vencedor
  • Jeremy Allen White – Springsteen: Deliver Me From Nowhere

Melhor Atriz em Filme – Musical ou Comédia

  • Rose Byrne – Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria — Vencedor
  • Cynthia Erivo – Wicked: For Good
  • Kate Hudson – Song Sung Blue – Um Sonho a Dois
  • Chase Infiniti – Uma Batalha Após a Outra
  • Amanda Seyfried – O Testamento de Ann Lee
  • Emma Stone – Bugonia

Melhor Ator em Filme – Musical ou Comédia

  • Timothée Chalamet – Marty Supreme — Vencedor
  • George Clooney – Jay Kelly
  • Leonardo DiCaprio – Uma Batalha Após a Outra
  • Ethan Hawke – Blue Moon
  • Lee Byung-Hun – No Other Choice
  • Jesse Plemons – Bugonia

Melhor Atriz Coadjuvante em Qualquer Filme

  • Teyana Taylor – Uma Batalha Após a Outra — Vencedora
  • Emily Blunt – Coração de Lutador
  • Elle Fanning – Valor Sentimental
  • Ariana Grande – Wicked: For Good
  • Inga Ibsdotter Lilleaas – Valor Sentimental
  • Amy Madigan – A Hora do Mal

Melhor Ator Coadjuvante em Qualquer Filme

  • Stellan Skarsgård – Valor Sentimental — Vencedor
  • Benicio Del Toro – Uma Batalha Após a Outra
  • Jacob Elordi – Frankenstein
  • Paul Mescal – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
  • Sean Penn – Uma Batalha Após a Outra
  • Adam Sandler – Jay Kelly

Melhor Diretor – Filme

  • Paul Thomas Anderson – Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
  • Ryan Coogler – Pecadores
  • Guillermo del Toro – Frankenstein
  • Jafar Panahi – It Was Just an Accident
  • Joachim Trier – Valor Sentimental
  • Chloé Zhao – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet

Melhor Roteiro – Filme

  • Paul Thomas Anderson – Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
  • Ronald Bronstein, Josh Safdie – Marty Supreme
  • Ryan Coogler – Pecadores
  • Jafar Panahi – It Was Just an Accident
  • Eskil Vogt, Joachim Trier – Valor Sentimental
  • Chloé Zhao, Maggie O’Farrell – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet

Melhor Trilha Sonora Original – Filme

  • Alexandre Desplat – Frankenstein
  • Ludwig Göransson – Pecadores — Vencedor
  • Jonny Greenwood – Uma Batalha Após a Outra
  • Kanding Ray – Sirât
  • Max Richter – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
  • Hans Zimmer – F1: O Filme

Melhor Canção Original – Filme

  • Golden – Guerreiras do K-Pop — Vencedor
  • Dream as One – Avatar: Fogo e Cinzas
  • I Lied to You – Pecadores
  • No Place Like Home – Wicked: For Good
  • The Girl in the Bubble – Wicked: For Good
  • Train Dreams – Sonhos de Trem

Conquista Cinematográfica e de Bilheteria

  • Avatar: Fogo e Cinzas
  • F1: O Filme
  • Guerreiras do K-Pop
  • Missão: Impossível – A Sentença Final
  • Pecadores — Vencedor
  • A Hora do Mal
  • Wicked: For Good
  • Zootopia 2

Categorias de Televisão e Outras

Melhor Série de Televisão – Drama

  • A Diplomata
  • The Pitt — Vencedor
  • Pluribus
  • Ruptura
  • Cavalos Lentos
  • The White Lotus

Melhor Série de Televisão – Musical ou Comédia

  • Abbott Elementary
  • O Urso
  • Hacks
  • Ninguém Quer Isso
  • Só Assassinatos no Prédio
  • The Studio — Vencedor

Melhor Série Limitada, Série Antológica ou Filme para Televisão

  • Adolescência — Vencedor
  • All Her Fault
  • O Monstro em Mim
  • Black Mirror
  • Morrendo por Sexo
  • A Namorada

Melhor Atriz em Série de Televisão – Drama

  • Kathy Bates – Matlock
  • Britt Lower – Ruptura
  • Helen Mirren – Mobland
  • Bella Ramsey – The Last of Us
  • Keri Russell – A Diplomata
  • Rhea Seehorn – Pluribus — Vencedora

Melhor Ator em Série de Televisão – Drama

  • Noah Wyle – The Pitt — Vencedor
  • Sterling K. Brown – Paradise
  • Diego Luna – Andor
  • Gary Oldman – Cavalos Lentos
  • Mark Ruffalo – Task
  • Adam Scott – Ruptura

Melhor Atriz em Série de Televisão – Musical ou Comédia

  • Jean Smart – Hacks — Vencedora
  • Kristen Bell – Ninguém Quer Isso
  • Ayo Edebiri – O Urso
  • Selena Gomez – Só Assassinatos no Prédio
  • Natasha Lyonne – Poker Face
  • Jenna Ortega – Wandinha

Melhor Atriz em Série Limitada, Série Antológica ou Filme para Televisão

  • Claire Danes – O Monstro em Mim
  • Rashida Jones – Black Mirror
  • Amanda Seyfried – Long Bright River
  • Sarah Snook – All Her Fault
  • Michelle Williams – Morrendo por Sexo — Vencedor
  • Robin Wright – A Namorada

Melhor Ator em Série de Televisão – Musical ou Comédia

  • Seth Rogen – The Studio — Vencedor
  • Adam Brody – Ninguém Quer Isso
  • Steve Martin – Só Assassinatos no Prédio
  • Glen Powell – Chad Powers
  • Martin Short – Só Assassinatos no Prédio
  • Jeremy Allen White – O Urso

Melhor Atriz Coadjuvante na Televisão

  • Carrie Coon – The White Lotus
  • Erin Doherty – Adolescência — Vencedora
  • Hannah Einbinder – Hacks
  • Catherine O’Hara – The Studio
  • Parker Posey – The White Lotus
  • Aimee-Lou Wood – The White Lotus

Melhor Ator em Série Limitada, Série Antológica ou Filme para Televisão

  • Jacob Elordi – The Narrow Road to the Deep North
  • Paul Giamatti – Black Mirror
  • Stephen Graham – Adolescência — Vencedor
  • Charlie Hunnam – Monster: The Ed Gein Story
  • Jude Law – Black Rabbit
  • Matthew Rhys – O Monstro em Mim

Melhor Ator Coadjuvante na Televisão

  • Owen Cooper – Adolescência — Vencedor
  • Billy Crudup – The Morning Show
  • Walton Goggins – The White Lotus
  • Jason Isaacs – The White Lotus
  • Tramell Tillman – Ruptura
  • Ashley Walters – Adolescência

Melhor Performance em Stand-Up Comedy na Televisão

  • Bill Maher – Is Anyone Else Seeing This?
  • Brett Goldstein – The Second Best Night of Your Life
  • Kevin Hart – Acting My Age
  • Kumail Nanjiani – Night Thoughts
  • Ricky Gervais – Mortality — Vencedor
  • Sarah Silverman – Sarah Silverman: PostMortem

Melhor Podcast

  • Good Hang with Amy Poehler — Vencedora
  • Armchair Expert with Dax Shepard
  • Call Her Daddy
  • The Mel Robbins Podcast
  • SmartLess
  • Up First from NPR

CODE VIOLET recebe notas piores que Concord pela crítica

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Quando publicamos os lançamentos de janeiro de 2026 na indústria dos games, citamos CODE VIOLET (Código Violeta, em português do Brasil). O título, que é o primeiro exclusivo do ano para PlayStation 5, teve divulgação da Sony, mas parece que o jogo não foi testado antes para essa avaliação de campanha de marketing.

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Pois, a própria crítica especializada, que requisitou o jogo antes do lançamento oficial em 10 de janeiro de 2026, parece não ter gostado do título. O jogo deveria ser um sucessor espiritual de Dino Crisis, devido à sua temática e proposta prometida, o que pode frustrar muitos jogadores.

Separei algumas citações de veículos que testaram o jogo:

COGconnected – 55/100
“Embora tenha alguns bons momentos e ambientes bem trabalhados, não consegue criar inimigos que realmente assustem, e bugs prejudicam a experiência.”

SpazioGames – 45/100
“Um produto tímido e confuso, que se apoia na nostalgia sem conseguir gerar medo ou identidade própria.”

IGN – 40/100
“Não é o sucessor de Dino Crisis que esperávamos. Inimigos fracos, história confusa e bugs constantes prejudicam ritmo e equilíbrio.”

Push Square – 40/100
“Combate ruim, exploração tediosa e problemas técnicos tornam difícil recomendar o jogo, mesmo com apenas seis horas de duração.”

Ou seja, todos relatam problemas de bugs, embora hoje todos os jogos da indústria possuam algum tipo de problema de desempenho. CODE VIOLET parece sofrer de falhas recorrentes da desenvolvedora TeamKill Media, como títulos lançados anteriormente, como Quantum Error (2023), que também foi duramente criticado.

Média das notas nas reviews de Code Violet

No MetaCritic, agregador de notas de sites especializados e comunidade, o jogo recebeu 3,8/10, e pelos usuários 2,9/10. Enquanto o Concord (2024) conseguiu uma nota melhor, 6,2/10, e só perdeu para os usuários, que deram 1,7/10. É importante considerar que, normalmente, os sites de crítica costumam atribuir notas menos agressivas. Contudo, em Code Violet, os problemas técnicos são tão aparentes, pelo que citam, que nem isso parece ter sido possível. A seguir, confira uma comparação das métricas das reviews dos dois jogos.

Por fim, o jogo está disponível exclusivamente para o console da Sony, no PlayStation 5. Se você é fã de jogos trash, é uma das opções para jogar e adentrar em um universo que deveria trazer uma nostalgia jurássica.

Review de Gachiakuta: quando a sujeira define o ritmo

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Quando o estúdio Bones Film foi anunciado como responsável pela adaptação em anime de Gachiakuta, um dos mangás battle shonen mais comentados dos últimos anos, a expectativa do público aumentou imediatamente. Não por acaso: o estúdio carrega um histórico sólido no gênero, com produções consagradas como Fullmetal Alchemist: Brotherhood, Mob Psycho 100, Soul Eater e My Hero Academia. Felizmente, a nova adaptação confirma essa confiança e entrega uma obra que potencializa os pontos fortes do material original criado por Kei Urana. Nesta crítica, apresentamos os pontos que nos levaram a uma conclusão instigante sobre a primeira temporada do anime.

Desde os primeiros episódios, Gachiakuta se destaca pela força de sua animação e pela forma como traduz para a tela a estética urbana, punk e suja do mangá. A direção valoriza o peso dos golpes, a brutalidade dos confrontos e, principalmente, a fúria contida de seu protagonista, Rudo, um jovem marcado pela injustiça e pelo abandono. O que inicialmente pode parecer apenas mais uma narrativa movida por raiva adolescente evolui gradualmente para algo mais complexo, acompanhando o amadurecimento emocional do personagem e explorando o conflito entre ódio, pertencimento e identidade.

A trajetória de Rudo é cruel desde o início. Criado em uma comunidade à margem de uma metrópole opulenta, ele carrega o estigma de ser filho de um criminoso condenado. Após perder a única pessoa que lhe oferecia afeto, Rudo é falsamente acusado de assassinato e descartado como lixo humano em um abismo conhecido como O Poço. O que deveria ser sua sentença de morte se transforma no ponto de partida para uma nova realidade: um vasto deserto de resíduos, abaixo da cidade flutuante chamada Esfera, habitado por monstros formados a partir do próprio lixo da sociedade.

Gachiakuta cenário interessante entre os protagonistas
© Kei Urana, Hideyoshi Andou and KODANSHA/ GACHIAKUTA Production Committee

É nesse cenário hostil que Rudo conhece Enjin, um guerreiro que o introduz aos Zeladores, um grupo responsável por enfrentar essas criaturas usando armas especiais conhecidas como Instrumento Personalíssimo, objetos que manifestam poderes a partir do vínculo emocional de seus usuários. Ao despertar sua própria habilidade, Rudo se junta ao grupo não por heroísmo, mas por vingança: seu objetivo é sobreviver, retornar à Esfera e destruir aqueles que o condenaram.

A série constrói sua narrativa a partir desse ódio profundo, expresso tanto na direção de arte quanto na animação agressiva, marcada por cortes secos e olhares carregados de violência. No entanto, Gachiakuta não glorifica essa raiva de forma simplista. Pelo contrário, o anime reflete sobre os perigos desse tipo de mentalidade, especialmente comum em jovens marginalizados. Conforme Rudo passa a conviver com os membros dos Zeladores, surge um conflito interno: o apego crescente ao grupo desafia sua visão de mundo e transforma sua fúria, que passa a se manifestar de maneiras mais complexas e, por vezes, ainda mais destrutivas.

O elenco de apoio também é um dos grandes trunfos da adaptação. Os design chamam atenção imediatamente, com cortes de cabelo marcantes, figurinos dusterpunk e armas improváveis que reforçam a identidade visual do mundo. Há uma coesão estética que remete a um pós-apocalipse estilizado, onde grafites, arte de rua e senso de comunidade contrastam com a violência e a desigualdade social. Kei Urana se destaca, mais uma vez, na construção de personagens femininas fortes e visualmente impactantes, algo ainda pouco comum no battle shonen tradicional.

Gachiakuta personagens do jogo
(Reprodução)

Mesmo quando alguns personagens funcionam inicialmente como alívio ou coadjuvantes, a série encontra espaço para desenvolver histórias de fundo relevantes, muitas vezes integradas às próprias cenas de ação. Isso garante que os confrontos, especialmente os mais longos da segunda metade da temporada, não sejam apenas espetáculo, mas também momentos de aprofundamento emocional.

Evolução técnica da produção

No aspecto técnico, a Bones Film entrega exatamente o que se espera. As batalhas envolvendo os Instrumentos Vitais equilibram coreografias impactantes com elementos táticos, explorando as habilidades específicas de cada personagem. Embora não alcance o nível de excentricidade de títulos como JoJo’s Bizarre Adventure, o anime aposta nos tradicionais jogos mentais do gênero, em que estratégia e leitura do adversário são tão importantes quanto força bruta.

Em seus momentos mais intensos, a produção conta com nomes de peso da animação japonesa, como Yutaka Nakamura, responsável por sequências de ação visualmente impressionantes, repletas de fluidez, impacto e destruição de cenário. Nem todas as cenas atingem esse ápice, mas o padrão geral se mantém alto. Além disso, a direção consegue integrar emoção e simbolismo visual às lutas, garantindo que elas avancem a narrativa e não se limitem a puro exibicionismo técnico.

Se há um ponto fraco em Gachiakuta, ele está no ritmo inicial. A série demora um pouco para alcançar seus momentos mais explosivos, tanto em termos de ação quanto de desenvolvimento dramático. A apresentação do mundo e das desigualdades sociais é interessante, mas a conexão emocional com Rudo e os Zeladores leva tempo para se consolidar. Algumas mudanças bruscas de tom também podem causar estranhamento, incluindo um episódio particularmente pesado que aborda temas sensíveis e poderia ter sido tratado com maior profundidade.

Gachiakuta e um encontro marcante
© Kei Urana, Hideyoshi Andou and KODANSHA/ GACHIAKUTA Production Committee

Gamerdito review: a 1ª temporada de Gachiakuta vale a pena?

Ainda assim, o saldo é amplamente positivo. Gachiakuta se estabelece como um anime de ação estiloso e competente, que vai além da violência pela violência. A obra dialoga com questões atuais como exclusão social, raiva juvenil e desigualdade estrutural, abraçando de forma genuína a estética da contracultura, do grafite e da arte de rua, inclusive com a colaboração direta de um artista de grafite no mangá original.

Enquanto a Bones Film mantiver esse nível de produção e Kei Urana continuar expandindo esse universo com consistência, Gachiakuta tem tudo para se firmar como um dos battle shonen mais relevantes da atualidade, muito acima da média do gênero e longe de ser apenas mais um título perdido no “lixão” dos animes de ação.

A 1ª temporada do anime de Gachiakuta está disponível na Crunchyroll e conta com as opções dublada e legendada.


Este texto reflete exclusivamente a visão de seu autor e não representa, necessariamente, a posição do MeuGamer.

O Agente Secreto leva dois prêmios no Globo de Ouro 2026 e marca noite histórica para o Brasil

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O Agente Secreto encerrou sua participação no Globo de Ouro 2026 com duas vitórias. A produção brasileira saiu da cerimônia com os troféus destinados ao cinema internacional e à atuação dramática masculina, com Wagner Moura, sendo superada apenas na principal disputa da noite. Na madrugada desta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026, o mundo voltou a reconhecer um talento brasileiro, já conhecido por trabalhos em produções internacionais como Narcos, Elysium, Guerra Civil, e outras.

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O filme chegou ao 83º Globo de Ouro com presença em três frentes distintas da premiação e conseguiu converter duas indicações em reconhecimento direto do júri, figurando entre os títulos mais celebrados da edição. O longa-metragem conquistou os prêmios de Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme – Drama, com Wagner Moura.

Na corrida pelo prêmio máximo, o longa brasileiro acabou derrotado por Hamnet, escolhido como o melhor filme de drama do ano. Mesmo assim, o desempenho de O Agente Secreto marca um dos momentos mais expressivos do cinema nacional na história recente do Globo de Ouro.

A vitória marca o primeiro Globo de Ouro da carreira do ator baiano Wagner Moura, de 49 anos, colocando o ator ao lado de Fernanda Torres entre os brasileiros que já venceram a premiação.

Na edição anterior, o Brasil havia batido na trave na disputa internacional, quando Ainda Estou Aqui foi superado por Emilia Pérez. Em 2026, a combinação do prêmio internacional com o reconhecimento individual de Wagner Moura recoloca o país em posição de destaque entre os vencedores da cerimônia. Podemos dizer que é um forte candidato para o OSCAR 2026.

Guerreiras do K-Pop derrota Demon Slayer e conquista o Globo de Ouro em Melhor Filme de Animação

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Guerreiras do K-Pop venceu o Globo de Ouro na categoria Melhor Filme de Animação, superando Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito, um dos títulos mais populares da animação japonesa recente.

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Apesar de ser considerado uma das maiores produções japonesas de todos os tempos, Demon Slayer construiu uma base de fãs que ultrapassa o universo dos animes. A obra expandiu sua presença para diversas mídias e alcançou um patamar de popularidade comparável a franquias históricas como Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball e, mais recentemente, Naruto e One Piece. O longa, que levou o arco final da saga para os cinemas, chegou à premiação como um dos favoritos da categoria.

Ainda assim, a estatueta ficou com outra produção asiática que ganhou força global nos últimos meses. Guerreiras do K-Pop, lançada pela Netflix, conquistou projeção internacional ao combinar animação estilizada com uma trilha sonora que rapidamente viralizou nas plataformas digitais, ampliando seu alcance para além do público tradicional do gênero.

Com a estatueta de Melhor Filme de Animação, Guerreiras do K-Pop também acumulou vitórias em outras categorias da cerimônia, encerrando a noite como um dos títulos mais premiados do Globo de Ouro.

Toei divulga teaser de “Gozyuger VS Boonboomger”, novo crossover do Super Sentai

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A Toei Company revelou o teaser visual e o vídeo promocional de “Number One Sentai Gozyuger VS Boonboomger, novo filme da linha V-Cinext que reúne duas equipes do Super Sentai. A produção estreia nos cinemas japoneses em 20 de março, em exibição limitada, com trailer já disponível no YouTube oficial da franquia.

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O longa promove o encontro entre Number One Sentai Gozyuger, série comemorativa dos 50 anos do Super Sentai, e Bakuage Sentai Boonboomger, produção imediatamente anterior. O filme também marca os 30 anos da série de crossovers “VS”, iniciada em 1996.

Segundo a sinopse divulgada, a trama gira em torno de um colapso multiversal causado por um vilão conhecido como “Universe No.1”, que provoca a fusão de universos paralelos e força as duas equipes a unirem forças. O elenco inclui os atores principais de Gozyuger e Boonboomger, além da introdução de uma nova forma do personagem Goju Wolf, denominada Saint Goju Wolf, que terá papel central no conflito.

Além da exibição nos cinemas, o lançamento em Blu-ray e DVD está previsto para 29 de julho, incluindo edições especiais exclusivas para o mercado japonês. O vídeo promocional pode ser assistido no início desta publicação.

Elenco completo de Gozyuger e Boonboomger reunido no filme VS de aniversário de Super Sentai
(Reprodução/Toei)

O anúncio ocorre em meio à reformulação do tokusatsu da Toei com o novo selo PROJECT R.E.D., que passará a ocupar o horário tradicional do Super Sentai na televisão japonesa. Até o momento, não há previsão oficial de lançamento ou exibição do filme no Brasil.

Pathologic 3 ultrapassa 3 mil jogadores simultâneos: continuação, remake ou outra coisa?

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Pathologic 3 chega hoje, 9 de janeiro, ao público carregando uma bagagem curiosa. Mesmo antes do lançamento, o jogo já gerava discussões antigas sobre o que ele realmente é. Continuação direta? Remake? Uma nova versão da mesma história?

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Essa confusão não é exatamente um problema novo. Desde o primeiro Pathologic, a série sempre brincou com expectativas, pontos de vista e até com a própria ideia de narrativa linear.

Ao verificar os dados do SteamDB nas primeiras horas após o lançamento oficial, o jogo alcançou mais de 3 mil jogadores simultâneos. Em comparação com os títulos anteriores da franquia, o número representa aproximadamente o dobro do pico registrado por Pathologic 2. Isso indica que a série conseguiu atrair mais jogadores interessados na proposta, na trama e nos elementos instigantes do seu enredo.

Pathologic 3 dados oficiais do SteamDB
(Reprodução)

Novamente o jogo não possui localização para português do Brasil, mesmo com uma base brasileira de fãs que admiram esta franquia. Quem sabe no futuro com aumento das vendas o título possa ser localizado para os brasileiros.

Para quem está chegando agora, vale um pouco de contexto.

O Pathologic original apresentava a mesma tragédia sob a ótica de três personagens diferentes. Anos depois, Pathologic 2 recapitulou esse mundo focando apenas em um deles, no Artemy Burakh, conhecido como Haruspex. Apesar de muita gente chamar o jogo de remake, a própria Ice-Pick Lodge evitou esse termo, deixando claro que a ideia não era simplesmente refazer o original, mas reinterpretá-lo.

Pathologic 3 segue essa lógica. Agora, o foco está no Bachelor, Daniil Dankovsky, e tudo é reconstruído a partir da forma como ele enxerga a cidade, a praga e as pessoas ao seu redor. Isso não significa apenas trocar o protagonista, mas mudar a forma como o jogador interage com o mundo e toma decisões.

Quem já acompanhava o projeto sabia que o jogo se distanciaria bastante do que veio antes. Elementos tradicionais da série dão lugar a novas mecânicas, novas estruturas e uma abordagem diferente da mesma história. O cenário é familiar, mas a experiência não é.

No lançamento, Pathologic 3 já começa dividindo opiniões, algo quase esperado para a franquia. Não é um jogo que tenta agradar todo mundo, nem se explicar demais. Para quem já conhece a série, ele funciona como mais uma camada desse universo estranho e desconfortável. Para quem está chegando agora, é uma porta de entrada possível, ainda que exigente. O sistema de viagem no tempo é uma questão mirabolante, mas o jogador descobre informações interessantes ao longo de cada dia.

No fim das contas, Pathologic 3 não parece interessado em responder definitivamente o que ele é. Assim como os jogos anteriores, ele prefere levantar perguntas e deixar o jogador lidar com elas.

E talvez seja exatamente isso que os fãs esperavam. Preparem-se: a peste está se alastrando.

O jogo “Öoo” que você provavelmente nunca ouviu falar foi indicado ao D.I.C.E. Awards 2026

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Entre os indicados à 29ª edição do D.I.C.E. AwardS 2026, anunciados em 8 de janeiro, um nome chama atenção justamente por fugir do circuito mais popular de divulgação: Öoo. O jogo aparece na categoria Realização Excepcional em Design de Jogo, disputando espaço com produções de maior orçamento e visibilidade, como Arc Raiders, Hades II e Kingdom Come: Deliverance II.

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Este é um daqueles jogos que você provavelmente não viu sendo comentado em vídeos ou transmissões de streamers mais populares. Ainda assim, quando o assunto é desafio e criatividade, Öoo se destaca como uma das experiências mais interessantes do ano. Desenvolvido pelo japonês independente Nama Takahashi, o título aposta em um puzzle-platformer 2D que dispensa diálogos e explicações diretas, confiando totalmente na interação do jogador com suas mecânicas.

À primeira vista, o nome pode não despertar curiosidade imediata. No entanto, basta alguns minutos de jogo para perceber que se trata de uma surpresa agradável. O design dos personagens e dos cenários é simples, mas muito bem pensado. Mesmo com uma proposta pixelada e minimalista, o conjunto visual consegue ser expressivo e instigante, criando identidade própria sem recorrer a excessos técnicos. Aproveitei para gravar uma breve gameplay da demonstração disponível na Steam, que evidencia o nível técnico e estratégico exigido para avançar pelas fases. O vídeo completo pode ser conferido no início desta publicação.

O conceito das mecânicas do jogo Öoo

A mecânica central gira em torno da exploração e da resolução de enigmas por meio de explosões, exigindo observação, timing e experimentação das possibilidades. É justamente essa clareza de conceito aliada à execução precisa que torna Öoo tão interessante. Cada desafio parece cuidadosamente desenhado para ensinar algo novo ao jogador, sem a necessidade de tutoriais invasivos.

Esse cuidado no design explica a indicação ao D.I.C.E. Awards 2026. A premiação, vista por muitos como um equivalente mais técnico e profissional dentro da indústria, costuma valorizar decisões criativas e soluções de design que impactam diretamente a experiência de jogo. Embora o The Game Awards tenha hoje maior alcance midiático no Ocidente, o D.I.C.E. mantém um peso respeitável entre desenvolvedores e especialistas do setor.

Öoo prova que não é preciso grande orçamento ou campanhas de marketing agressivas para se destacar. Às vezes, uma boa ideia bem executada é suficiente para colocar um jogo independente ao lado de produções muito maiores — e ser reconhecido por isso. Com mais de 4 mil avaliações na Steam, o jogo mantém 95% de análises positivas.

Prévia do episódio 2 do anime Sentenced To Be A Hero

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O anime Sentenced To Be a Hero estreou em 3 de janeiro de 2026 com um episódio especial de 60 minutos que apresentou um mundo brutal, onde criminosos condenados são enviados ao front de batalha para lutar contra demônios sob o título irônico de “heróis”.

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Adaptada das light novel premiadas de Rocket Shokai, a série se diferencia de outros isekais ao abandonar qualquer noção de glória ou redenção, colocando a sobrevivência como o único objetivo real. Agora, o episódio 2 se prepara para dar continuidade à narrativa sombria estabelecida na estreia.

O episódio 02 de Sentenced To Be a Hero será exibido no dia 15 de janeiro de 2026, às 22h (horário do Japão), com transmissão pela Tokyo MX e simulcast pela Crunchyroll. A série seguirá um cronograma semanal ao longo da temporada de inverno, mantendo o ritmo intenso apresentado no primeiro capítulo.

A brutalidade do campo de batalha aumenta

O segundo episódio já começa em meio a um novo confronto. A Unidade Penal 9004 é enviada para cobrir a retirada dos Cavaleiros Sagrados, que enfrentam forças élficas corrompidas. A narrativa aprofunda a hierarquia militar do mundo da série, deixando claro o desprezo dos soldados regulares pelos chamados heróis penais, tratados como recursos descartáveis em uma guerra sem piedade.

No centro desse cenário está Xylo Forbartz, líder da unidade, que atua de forma fria, calculista e eficiente. Moldado por traições e por um sistema que o condenou, o protagonista representa a essência da “pena de heroísmo”: liderança pragmática, poucas palavras e decisões tomadas exclusivamente para garantir a sobrevivência do grupo.

O anime Sentenced To Be a Hero em cena época
Imagem: Studio KAI

Ação intensa e atmosfera opressiva

Tecnicamente, o episódio 2 mantém o foco nas cenas de combate coreografadas, destacando o uso de facas explosivas, ataques rápidos e confrontos em meio à fumaça e aos destroços. A animação reforça o tom pesado e realista da guerra, priorizando impacto visual e brutalidade, sem concessões a momentos de alívio cômico.

Personagens como Dotta, Venetim e Patausche retornam e continuam sendo desenvolvidos de forma orgânica. Suas personalidades não são explicadas em diálogos expositivos, mas reveladas por suas atitudes no campo de batalha. A dinâmica do grupo é baseada exclusivamente na necessidade de sobreviver, não em laços afetivos ou camaradagem tradicional.

O que esperar do episódio 02 de Sentenced To Be A Hero?

Com o despertar de Teoritta, o segundo episódio deve avançar na exploração do papel das entidades divinas e de sua influência direta nas guerras e nas unidades penais. Conceitos apresentados na estreia, como armas sagradas, mecânicas de ressurreição e a submissão dos heróis a uma deusa, tendem a ser aprofundados, conectando melhor as engrenagens desse mundo cruel.

Não há indícios de desaceleração narrativa. Pelo contrário, a expectativa é de uma escalada do conflito e de um maior aprofundamento da relação entre os Cavaleiros Sagrados, as entidades superiores e o sistema que transforma punição em heroísmo forçado. Esse embate ideológico e estrutural deve se tornar um dos pilares centrais da série a partir daqui.

Prévia do episódio 02 do anime Sentenced To Be A Hero
Imagem: Studio KAI

Data e horário de estreia do episódio do episódio 02 de Sentenced To Be A Hero

A transmissão está prevista para ocorrer por volta das 11h (horário de Brasília). Como de costume, a disponibilização da legenda em português pode sofrer pequenos atrasos, variando de alguns minutos até algumas horas após a exibição original. Com transmissão oficial pela Crunchyroll.

A partir do dia 1º de janeiro, a Crunchyroll encerrou o modelo gratuito e agora para poder acessar o catálogo do streaming é apenas por meio de assinatura dos seus planos pagos, que são: Fan (R$ 14,99/mês) e Mega Fan, que tem as modalidades mensal (R$ 19,99/mês) e anual (R$ 199,99/ano, equivalente a R$ 16,66/mês).

Além de Sentenced To Be A Hero, o catálogo inclui títulos consagrados como One PieceJujustsu KaisenNarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.


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