Entre os indicados à 29ª edição do D.I.C.E. AwardS 2026, anunciados em 8 de janeiro, um nome chama atenção justamente por fugir do circuito mais popular de divulgação: Öoo. O jogo aparece na categoria Realização Excepcional em Design de Jogo, disputando espaço com produções de maior orçamento e visibilidade, como Arc Raiders, Hades II e Kingdom Come: Deliverance II.
Este é um daqueles jogos que você provavelmente não viu sendo comentado em vídeos ou transmissões de streamers mais populares. Ainda assim, quando o assunto é desafio e criatividade, Öoo se destaca como uma das experiências mais interessantes do ano. Desenvolvido pelo japonês independente Nama Takahashi, o título aposta em um puzzle-platformer 2D que dispensa diálogos e explicações diretas, confiando totalmente na interação do jogador com suas mecânicas.
À primeira vista, o nome pode não despertar curiosidade imediata. No entanto, basta alguns minutos de jogo para perceber que se trata de uma surpresa agradável. O design dos personagens e dos cenários é simples, mas muito bem pensado. Mesmo com uma proposta pixelada e minimalista, o conjunto visual consegue ser expressivo e instigante, criando identidade própria sem recorrer a excessos técnicos. Aproveitei para gravar uma breve gameplay da demonstração disponível na Steam, que evidencia o nível técnico e estratégico exigido para avançar pelas fases. O vídeo completo pode ser conferido no início desta publicação.
O jogo “Öoo” que você provavelmente nunca ouviu falar foi indicado ao D.I.C.E. Awards 2026 3O jogo “Öoo” que você provavelmente nunca ouviu falar foi indicado ao D.I.C.E. Awards 2026 4
O conceito das mecânicas do jogo Öoo
A mecânica central gira em torno da exploração e da resolução de enigmas por meio de explosões, exigindo observação, timing e experimentação das possibilidades. É justamente essa clareza de conceito aliada à execução precisa que torna Öoo tão interessante. Cada desafio parece cuidadosamente desenhado para ensinar algo novo ao jogador, sem a necessidade de tutoriais invasivos.
Esse cuidado no design explica a indicação ao D.I.C.E. Awards 2026. A premiação, vista por muitos como um equivalente mais técnico e profissional dentro da indústria, costuma valorizar decisões criativas e soluções de design que impactam diretamente a experiência de jogo. Embora o The Game Awards tenha hoje maior alcance midiático no Ocidente, o D.I.C.E. mantém um peso respeitável entre desenvolvedores e especialistas do setor.
Öoo prova que não é preciso grande orçamento ou campanhas de marketing agressivas para se destacar. Às vezes, uma boa ideia bem executada é suficiente para colocar um jogo independente ao lado de produções muito maiores — e ser reconhecido por isso. Com mais de 4 mil avaliações na Steam, o jogo mantém 95% de análises positivas.
O anime Sentenced To Be a Hero estreou em 3 de janeiro de 2026 com um episódio especial de 60 minutos que apresentou um mundo brutal, onde criminosos condenados são enviados ao front de batalha para lutar contra demônios sob o título irônico de “heróis”.
Adaptada das light novel premiadas de Rocket Shokai, a série se diferencia de outros isekais ao abandonar qualquer noção de glória ou redenção, colocando a sobrevivência como o único objetivo real. Agora, o episódio 2 se prepara para dar continuidade à narrativa sombria estabelecida na estreia.
O episódio 02 de Sentenced To Be a Hero será exibido no dia 15 de janeiro de 2026, às 22h (horário do Japão), com transmissão pela Tokyo MX e simulcast pela Crunchyroll. A série seguirá um cronograma semanal ao longo da temporada de inverno, mantendo o ritmo intenso apresentado no primeiro capítulo.
A brutalidade do campo de batalha aumenta
O segundo episódio já começa em meio a um novo confronto. A Unidade Penal 9004 é enviada para cobrir a retirada dos Cavaleiros Sagrados, que enfrentam forças élficas corrompidas. A narrativa aprofunda a hierarquia militar do mundo da série, deixando claro o desprezo dos soldados regulares pelos chamados heróis penais, tratados como recursos descartáveis em uma guerra sem piedade.
No centro desse cenário está Xylo Forbartz, líder da unidade, que atua de forma fria, calculista e eficiente. Moldado por traições e por um sistema que o condenou, o protagonista representa a essência da “pena de heroísmo”: liderança pragmática, poucas palavras e decisões tomadas exclusivamente para garantir a sobrevivência do grupo.
Imagem: Studio KAI
Ação intensa e atmosfera opressiva
Tecnicamente, o episódio 2 mantém o foco nas cenas de combate coreografadas, destacando o uso de facas explosivas, ataques rápidos e confrontos em meio à fumaça e aos destroços. A animação reforça o tom pesado e realista da guerra, priorizando impacto visual e brutalidade, sem concessões a momentos de alívio cômico.
Personagens como Dotta, Venetim e Patausche retornam e continuam sendo desenvolvidos de forma orgânica. Suas personalidades não são explicadas em diálogos expositivos, mas reveladas por suas atitudes no campo de batalha. A dinâmica do grupo é baseada exclusivamente na necessidade de sobreviver, não em laços afetivos ou camaradagem tradicional.
O que esperar do episódio 02 de Sentenced To Be A Hero?
Com o despertar de Teoritta, o segundo episódio deve avançar na exploração do papel das entidades divinas e de sua influência direta nas guerras e nas unidades penais. Conceitos apresentados na estreia, como armas sagradas, mecânicas de ressurreição e a submissão dos heróis a uma deusa, tendem a ser aprofundados, conectando melhor as engrenagens desse mundo cruel.
Não há indícios de desaceleração narrativa. Pelo contrário, a expectativa é de uma escalada do conflito e de um maior aprofundamento da relação entre os Cavaleiros Sagrados, as entidades superiores e o sistema que transforma punição em heroísmo forçado. Esse embate ideológico e estrutural deve se tornar um dos pilares centrais da série a partir daqui.
Imagem: Studio KAI
Data e horário de estreia do episódio do episódio 02 de Sentenced To Be A Hero
A transmissão está prevista para ocorrer por volta das 11h (horário de Brasília). Como de costume, a disponibilização da legenda em português pode sofrer pequenos atrasos, variando de alguns minutos até algumas horas após a exibição original. Com transmissão oficial pela Crunchyroll.
A partir do dia 1º de janeiro, a Crunchyroll encerrou o modelo gratuito e agora para poder acessar o catálogo do streaming é apenas por meio de assinatura dos seus planos pagos, que são: Fan (R$ 14,99/mês) e Mega Fan, que tem as modalidades mensal (R$ 19,99/mês) e anual (R$ 199,99/ano, equivalente a R$ 16,66/mês).
Além de Sentenced To Be A Hero, o catálogo inclui títulos consagrados como One Piece, Jujustsu Kaisen, Naruto, Demon Slayer, Dragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.
Aviso de transparência
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a One Piece e a outros animes.
A Gravity deu início a um novo evento especial em Ragnarök Online LATAM, focado em jogadores que buscam progressão acelerada e recompensas de alto valor. Batizada de Maratona 175, a ação celebra a atualização do Nível Máximo e vai premiar participantes com Nintendo Switch 2, aumentando o incentivo para quem pretende alcançar o topo do jogo em um curto período de tempo.
O evento acontece entre os dias 12 e 16 de janeiro de 2026 e convida os jogadores a evoluírem seus personagens até o nível 175, limite máximo atual do servidor. Durante esse período, a progressão será acompanhada oficialmente, servindo como base para as rifas competitivas e de participação.
Como funcionam as premiações
A Maratona 175 é dividida em duas rodadas de premiação. Na Primeira Rodada, os jogadores que estiverem entre os 10% com maior progressão de nível em cada classe se classificam para uma rifa, organizada em dois grupos:
Grupo A – Aventureiros: Cavaleiro Rúnico, Guardião Real, Mecânico, Bioquímico, Shura, Sicário, Renegado, Sentinela, Insurgente e Invocador.
Grupo B – Desafiantes: Arcano, Feiticeiro, Arcebispo, Trovador/Musa, Kagerou/Oboro e Superaprendiz EX.
Cada grupo terá um Nintendo Switch 2 como prêmio, totalizando dois consoles nesta etapa. É permitida apenas uma participação por conta, e qualquer comportamento considerado anormal poderá resultar em desclassificação.
Já a Segunda Rodada é voltada para a participação geral. Todos os jogadores que atingirem o nível 175, exceto os vencedores da primeira fase, concorrem a mais um Nintendo Switch 2, ampliando as chances de quem se dedicou ao evento, mesmo sem alcançar o topo do ranking.
Regras de participação
O evento é exclusivo para residentes da América Latina, com exceção de Venezuela, Cuba e Nicarágua. Para participar, é necessário possuir contas válidas da GnJoy LATAM e do Ragnarök Online LATAM.
Outro ponto importante é que o jogador deve criar um novo personagem a partir do início do evento, escolhendo entre as 16 classes elegíveis, sendo permitido apenas um personagem por conta. Todas as classificações e validações serão feitas com base nos registros oficiais do servidor.
Os prêmios não são transferíveis nem substituíveis, e a entrega do console será realizada em até 90 dias após a confirmação dos dados dos vencedores, com os custos de envio assumidos pela Gravity.
Todas as informações completas, incluindo detalhes técnicos e regras adicionais, estão disponíveis napágina oficial de notas do evento no site do Ragnarök Online LATAM.
A Academia de Artes e Ciências Interativas divulgou os indicados para a 29ª edição da DICE Awards. Ao todo 64 jogos receberam indicações em 23 categorias, com 5 indicados por categoria na maioria. Clair Obscur: Expedition 33 e Ghost of Yōtei lideram com 8 indicações cada, seguidos por Arc Raiders e Dispatch com 6. Se desejar saber mais sobre os quatro títulos com o maior número de indicações ao prêmio, há matérias em nosso site sobre cada um deles.
A grande surpresa do jogo do Ano é que Hollow Knight: Silksong ficou de fora.
Segundo os organizadores da cerimônia, o DICE Awards 2026 será apresentado pelo veterano Greg Miller, fundador da Kinda Funny. A premiada personalidade da mídia Stella Chung também retorna como apresentadora, mais uma vez no Aria Resort, em Las Vegas. A premiação deste ano acontece no dia 12 de fevereiro e também prestará homenagem a Evan Wells. O DICE Awards (Design, Innovate, Communicate, Entertain) é realizado anualmente pela Academy of Interactive Arts & Sciences (AIAS), que reúne mais de 30 mil membros da indústria.
Fique atento ao fuso horário do D.IC.E. Awards: entre Brasília e Las Vegas, nos Estados Unidos, a diferença é de cinco horas neste período. Para o público brasileiro, a cerimônia deve começar apenas na madrugada do dia 13 de fevereiro de 2026.
A seguir confira todos os indicados ao DICE Awards 2026
Realização Excepcional em Animação
Death Stranding 2: On the Beach (Kojima Productions / Sony Interactive Entertainment)
Ghost of Yōtei (Sucker Punch Productions / Sony Interactive Entertainment)
Monster Hunter Wilds (CAPCOM)
South of Midnight (Compulsion Games / Xbox Game Studios)
É impossível ignorar o clima de desconfiança que se formou em torno da marca Xbox nos últimos anos. A aposta agressiva da Microsoft em cloud gaming, serviços e ecossistema acabou empurrando o console tradicional para um papel secundário — ou até terciário — na percepção de parte do público. Enquanto isso, o foco recente em hardware híbrido, como o ASUS ROG Ally com selo Xbox, reforçou a sensação de que o console de mesa deixou de ser prioridade dentro da estratégia da empresa.
Ainda assim, 2026 não é um ano qualquer para a divisão Xbox. A marca completa 25 anos e, segundo Phil Spencer, essa celebração não deve passar em branco. O executivo prometeu “novidades profundas” envolvendo franquias que estavam há bastante tempo sem atualizações relevantes — algo que, convenhamos, o público vem cobrando com insistência. O próximo Developer_Direct surge justa mente como o primeiro grande passo dessa comemoração, trazendo sinais de que a Microsoft quer, ao menos neste momento simbólico, recolocar seus estúdios e seus jogos no centro da conversa. A Transmissão do Developer_Direct, vai ao ar na quinta-feira, 22 de janeiro, às 15h (horário de Brasília).
O evento carrega o peso de um teste de confiança. Para uma comunidade que se sente deixada de lado em meio a discursos sobre nuvem, multiplataforma e serviços. A empresa necessita mostrar jogos fortes, progresso real e motivos concretos para acreditar que o Xbox ainda tem identidade própria — especialmente em um ano que deveria celebrar tudo o que construiu essa marca ao longo de um quarto de século.
(Reprodução)
Até o momento, a Microsoft já confirmou que a apresentação trará novidades de Fable, Forza Horizon 6 e Beast of Reincarnation, três projetos que, cada um à sua maneira, representam apostas importantes para o futuro da marca. No entanto, considerando o peso simbólico dos 25 anos de Xbox e o próprio vídeo com falas de Phil Spencer, cresce a expectativa de que o evento pode surpreender — seja com atualizações de títulos que estavam em silêncio há tempos ou até mesmo com anúncios mantidos sob sigilo para causar impacto. Mesmo não sendo o evento comemorativo de aniversário, é um esquenta para os fãs do console. A marca fará 25 anos em 15 de novembro de 2001.
A Epic Games voltou a provar que, no Fortnite, praticamente não existem limites quando o assunto é crossover. Desta vez, o universo caótico e irreverente de South Park desembarcou oficialmente no battle royale, trazendo personagens icônicos, novos conteúdos e até ajustes específicos para se adequar às regras do jogo.
Com o slogan “Tudo é possível com o poder da imaginação!”, a colaboração permite que os jogadores incorporem Cartman, Kenny, Stan, Kyle e Butters por meio de trajes disponíveis na Loja. Além disso, a chegada do evento Chegada do Caos garante itens gratuitos do Passe, ampliando ainda mais o apelo para fãs da animação e jogadores assíduos de Fortnite. O vídeo comemorativo da novidade pode ser conferido no início desta publicação.
Passe Born in Chaos é gratuito
O Born in Chaos Pass pode ser acessado pela aba específica dentro do Fortnite e não exige V-Bucks. O passe é totalmente gratuito e permite desbloquear recompensas temáticas de South Park ao completar missões do evento.
Ao todo, são 13 itens que podem ser obtidos apenas jogando e concluindo os desafios relacionados ao crossover, reforçando o caráter acessível do evento para todos os jogadores.
(Reprodução)(Reprodução)(Divulgação)Crossover de South Park no Fortnite adiciona skins e modo Quintetos 14Crossover de South Park no Fortnite adiciona skins e modo Quintetos 15
Outro destaque do crossover é a possibilidade de explorar a Cartmanlândia, um espaço temático que traduz o humor ácido da série para dentro do jogo. Para complementar a experiência, a Epic também liberou uma nova lista de partidas chamada Quintetos, voltada para equipes de até cinco jogadores, algo que dialoga diretamente com a proposta coletiva e caótica do evento. O pacote promocional ficará disponível até o próximo dia 5 de fevereiro de 2026.
Adaptações necessárias aos personagens de South Park
No entanto, como Fortnite é um jogo que envolve combates armados e o uso de itens bélicos, a Epic Games precisou adotar uma solução já conhecida em colaborações anteriores. Assim como aconteceu na parceria com Os Simpsons, em que Bart apareceu utilizando um traje robótico, os personagens de South Park também passaram por adaptações visuais.
O motivo é claro: Cartman, Kenny, Stan, Kyle e Butters são personagens canonicamente menores de idade. Para atender às diretrizes internas, questões legais e critérios éticos, a Epic optou por representá-los com trajes mecanizados/robóticos, evitando a associação direta de crianças ao uso de armamentos em um ambiente de combate.
Imagem reprodução/EGS
Essa abordagem mantém a identidade dos personagens, mas respeita os limites necessários para que o crossover seja viável dentro do ecossistema do Fortnite, algo que já se tornou prática recorrente em colaborações desse tipo.
Lembrando que no Capítulo 7 conta com novidades interessantes, colaboração e parcerias com franquias icônicas da cultura pop. Principalmente em “A Vingança de Yuki”, que traz Beatrix Kiddo, do longa-metragem Kill Bill, interpretada por Uma Thurman. Além de inspiração no icônico “De Volta para o Futuro”.
Um crossover para intensificar a identidade do Fortnite
A chegada de South Park exibe mais uma vez a proposta do Fortnite como um jogo de battle royale em constante atualizações, pensando nos fãs de diversos gêneros da indústria do entretenimento. Ao mesmo tempo em que celebra franquias populares, o jogo demonstra cuidado em adaptar conteúdos sensíveis sem descaracterizar completamente a obra original.
Para quem é fã da série ou apenas curioso para ver como esse universo foi reinterpretado, o evento está disponível em 9 de janeiro de 2026. Mais detalhes podem ser conferidos no site oficial da Epic Games e também em nosso site com adição do passe completo dessa colaboração. Como o título é gratuito, basta instalar nas mais diversas plataformas como nos consoles de PlayStation, Xbox, Nintendo Switch, PC Windows e nos dispositivos móveis com sistema operacional Android e iOS.
O Bob’s anunciou Fernanda Rimbano como nova Diretora de Vendas Digitais e TI, cargo criado para centralizar dados, tecnologia e canais digitais da rede. A executiva está há cinco anos na empresa e passa a liderar a integração entre operações físicas e digitais, em um cenário marcado pelo crescimento do delivery e do autoatendimento no Brasil.
A nova diretoria surge com o objetivo de organizar a tomada de decisão baseada em dados, unificando indicadores, processos e plataformas digitais. A área passa a atuar com squads focados em Data & Analytics, Tecnologia e Vendas Digitais, trabalhando de forma transversal com as franquias e áreas estratégicas da companhia.
Na prática, a mudança impacta diretamente a operação das lojas, com dashboards unificados, acompanhamento de KPIs e modelos escaláveis que permitem decisões mais rápidas e padronizadas em toda a rede. A proposta é transformar dados em ações operacionais quase em tempo real.
Fernanda Rimbano tem experiência em transformação digital, operações e canais digitais. É formada em Direito, com especializações em gestão de projetos, omnicanalidade, inteligência artificial e data science. Ao longo da carreira, liderou projetos de delivery e digitalização em empresas como Starbucks, Grupo Lufthansa e Brinks.
Heartopia é um jogo de simulador de vida, inspirado em jogos como Animal Crossing e outros que existem no mercado. Ele não está para inventar a roda, mas para os usuários relaxarem e jogarem sem o compromisso de jogos mais dinâmicos. A ideia é explorar a vida, interagir com seu vilarejo e ir enfrentando desafios e missões.
São diversas tarefas para ir melhorando sua casa. Como ele é gratuito, a monetização, na minha investigação, é baseada nos itens que o jogador deseja possuir. Ou ele terá que jogar muito para ir evoluindo, e os usuários acabam optando por comprar pacotes. Contudo, ao acessar a versão do jogo na Google Play Store, verifiquei reclamações dos usuários sobre os servidores apresentarem carregamento infinito e não entrarem no jogo. O problema é que alguns não perceberam que o jogo só ficaria disponível em 8 de janeiro, gerando uma série de reviews negativas devido desatenção. Lembrando que a data oficial ao menos que inicialmente passada era em 7 de janeiro de 2026.
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Lembrando, como mencionei, é natural que um jogo gratuito em seu lançamento obtenha uma quantidade massiva de usuários simultâneos. O problema é que isso gera uma primeira impressão que pode afastar para sempre os jogadores do jogo.
Mas por qual motivo estou escrevendo este artigo? Como tenho criado conteúdos sobre os lançamentos do mês de janeiro, gosto de conferir jogos que estão despertando curiosidades dos jogadores. Ao entrar na plataforma Steam, os desenvolvedores da XD informaram que a versão para PC Windows ainda não está pronta e que estão trabalhando arduamente para um polimento satisfatório, limitando, neste momento, apenas aos dispositivos móveis, nos smartphones com sistema operacional Android e iOS (iPhone/iPad). Esse é um adiamento que na minha opinião usuários da plataforma não estavam prevendo.
Sobre os usuários do Brasil, o título possui idioma localizado para o português brasileiro nas legendas e interface, o que ajuda os jogadores a compreenderem a trama e os desafios propostos. Pesquisei nas páginas oficiais do jogo sobre possível data de lançamento no PC, mas não havia nenhuma informação da desenvolvedora.
Embora tenham acontecido esses problemas iniciais, o título é um passatempo para pessoas que querem um jogo casual. Principalmente para aposentados que adoram passar horas jogando com esse nível de temática; eles ainda dizem não serem gamers. Por fim, Heartopia está disponível oficialmente desde 8 de janeiro de 2026. Quando o jogo for lançado oficialmente na versão para PC Windows, atualizaremos em nosso site.
Dragon Quest VII Reimagined é uma versão aprimorada do clássico Dragon Quest VII: Fragments of the Forgotten Past, lançado no Ocidente em 2001. O título no original contou com o design dos personagens do saudoso Akira Toriyama, que nos deixou em março de 2024. Nesta nova versão o mangaká também recebe os créditos pela criação dos personagens. Naquele período, a Square Soft e a Enix ainda não haviam se fundido para se transformar no que conhecemos atualmente como Square Enix.
O primeiro título originário possui uma riqueza de detalhes únicos e acrescentava para o enredo. Seus personagens como Kiefer, Maribel, Ruff, Maeve e outros são sempre cativantes. Nosso protagonista, apesar de não ter um nome fixo, visto que podemos alterar para o nosso, ficou conhecido como Auster e Arus, dependendo da mídia que foi publicada.
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No dia 7 de janeiro de 2026, a Square Enix publicou oficialmente uma demonstração gratuita nas plataformas de PlayStation, Xbox, Nintendo Switch e PC Windows via Steam. Tudo para que os fãs e novos usuários pudessem conhecer essa nova reimaginação do jogo, que está previsto para o próximo dia 5 de fevereiro de 2026 nos respectivos consoles e PC anteriormente citados. Essa prévia é baseada na versão de PC Windows via plataforma Steam, ao qual analisei os gráficos, mecânicas, trilha sonora e comparação com clássico e o atual. Sobre os requisitos de sistema, publiquei em outro artigo nessa página.
Quem jogou o primeiro sabe o quanto a história era longa e havia diversos desafios e quebra-cabeças para os jogadores irem se aventurando. A história é simples.”O pai do protagonista encontra um mapa que supostamente mostra que os continentes, em algum momento, eram separados. Isso instiga ele e o príncipe Kiefer, ao lado de seus companheiros de jornada, a descobrir toda a verdade”.
Da nostalgia à atualidade gráfica em DRAGON QUEST VII Reimagined
Para ter um vislumbre de comparação, tive que adentrar no clássico para lembrar de memórias afetivas desse remake. Percebi que eles tentaram recriar cada frame, com algumas alterações interessantes. Só o que vou mencionar aqui pode causar estranheza. Tecnicamente, os cenários do jogo original, mesmo em art pixel, são mais chamativos que os atuais. Não significa que o novo jogo esteja menos glamouroso. Pelo contrário, os personagens, inimigos e os cenários estão estilizados com grande capricho e utilização de muito cel shading.
(Divulgação) (Reprodução)Imagem reprodução
Pelo tempo de um jogo para outro, que é de 25 anos, considerando que foi lançado no Japão em 2000, os vilarejos teriam mais elementos e detalhes, mas fizeram a simplicidade do original. Acredito que, nesse ponto, eles deveriam enriquecer mais o mundo do jogo. Embora perceba que a intenção é deixar como um jogo de role-playing game (RPG) raiz, como todos nós conhecemos. Se essa é a verdadeira intenção de fato, eles estão no caminho correto.
Graficamente, o jogo está estilizado de modo consistente. Durante meu teste no jogo, não presenciei problemas de queda de frame ou lags que causariam problemas na minha experiência. Desde os cenários e seus personagens, sejam os heróis ou as criaturas, o trabalho está à altura da franquia Dragon Quest. Bem como a interface, apesar de simples, ela está de acordo; sua tipografia traduz toda a temática dos elementos. Um quesito que eles poderiam ter melhorado é o ângulo da câmera, que algumas vezes me atrapalhou. Além disso, percebi que a sensibilidade padrão do controle no direcional estava muito veloz, já que, nos quebra-cabeças, o personagem passava direto e tinha que tocar devagar para posicionar corretamente. Mas isso é só um detalhe que eles devem corrigir com feedback dos usuários que testaram o jogo.
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A trilha sonora continua impecável, com o tema icônico e outros detalhes que lhe colocam em um período como se estivesse de fato no passado, visitando vilarejos onde a tecnologia é coisa do imaginável. As canções não enjoativas relaxam em diversos momentos; você até pode deixá-las correndo de fundo enquanto faz outras coisas e ainda assim não cansa de ouvir. Quando todas as faixas estiverem disponíveis, irei adicionar uma crítica sobre a trilha sonora oficial do jogo, já que elas devem receber diversos arranjos para o lançamento completo.
Enfim, a demo do jogo DRAGON QUEST 7 Reimagined é algo que todos deveriam testar enquanto ela estiver disponível, para conhecer o motivo desta franquia ser tão aclamada no Japão e em grande parte do mundo. Sendo uma saga ao lado de Chrono Trigger e Final Fantasy, que inspiram inúmeros desenvolvedores na indústria dos games ao lançar suas histórias.
Infelizmente, em território nacional, o jogo não é tão popular e uma versão localizada para o português brasileiro pode não acontecer, já que legendas e interface estavam em inglês, japonês e demais idiomas. Se as vendas forem boas, quem sabe, em uma atualização futura, eles repensem e adicionem. Os brasileiros, mesmo após décadas, ainda reconhecem esta franquia pelo famoso anime que foi exibido no SBT no fim dos anos 90, como Fly, derivado de Dragon Quest: Dai no Daibōken (Dragon Quest: The Adventure of Dai).
Estejam prontos para passar algumas horas jogando, e lembrando que seu progresso pode ser sincronizado com o jogo completo, caso opte por adquiri-lo. Os monstrengos slimes estarão na sua cola! Um traje “Vestido de Folga” para Maribel é uma recompensa para quem participar da demo.
Romance SaGa: Minstrel Song Remastered – International recebeu sua versão mais completa de um jogo que sempre dividiu opiniões. Trata-se de um remaster internacional de um remake, que por sua vez revisita o primeiro título da franquia SaGa, lançado originalmente no Super Famicom (SNES) e restrito ao Japão. Anos depois, o jogo ganhou uma releitura no PlayStation 2 e, agora, retorna aos consoles modernos — PS4, PS5, Nintendo Switch e PC —; finalmente acessível a um público global, ainda que com ressalvas importantes. Nossa análise é baseada na versão de PlayStation 5. Fique ciente que apesar do título ser uma franquia da Square Enix, esta versão foi disponibilizada ao nosso site pela Red Art Games.
Existe uma versão publicada de 2022 para os usuários de PC Windows via Steam, porém, não recebe adicional de “International” o que pode confundir alguns jogadores. Caso tenham curiosidade, publiquei um gameplay sem comentários da primeira hora do jogo, permitindo a avaliação dos gráficos, das mecânicas e da introdução da trama. Você pode assistir logo no início desta publicação.
Uma proposta diferente dos JRPGs tradicionais
Diferente de franquias mais populares da Square Enix, como Final Fantasy, Romance SaGa nunca se apoiou em narrativas lineares. Aqui, a liberdade é o pilar central da experiência. O jogador escolhe um entre oito personagens iniciais, cada um com seu próprio background, introdução e ponto de partida no mundo. Essa estrutura lembra bastante jogos modernos como Octopath Traveler, onde histórias se cruzam conforme a exploração avança.
Cada um possui habilidades únicas e linhagens próprias. São eles: Albert, Aisha, Gray, Claudia, Jamil, Sif, Hawke e Barbara, respectivamente, como mostrado na imagem. Ao escolher seu guerreiro, é possível modificar o nome pelo seu ou por outro de sua escolha.
Após a introdução, o jogo entra no chamado “cenário livre”. Não há uma ordem fixa de missões, nem caminhos obrigatórios. O progresso depende das cidades visitadas, das conversas com NPCs e dos personagens recrutados ao longo da jornada. A trama existe, mas funciona mais como pano de fundo do que como um fio condutor rígido.
Mecânicas profundas e um sistema de tempo implacável
Um dos sistemas mais marcantes de Romance SaGa é o gerenciamento de tempo. O jogo possui um relógio interno que avança conforme as batalhas são vencidas. Esse detalhe afeta diretamente o mundo: algumas quests só aparecem em momentos específicos, enquanto outras podem ser perdidas caso o tempo avance demais.
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O problema é que o jogo não explica isso de forma clara. Jogar sem guias é possível, mas extremamente arriscado. Decisões equivocadas podem deixar o jogador fraco demais para determinados trechos, travando a progressão e forçando recomeços. Não à toa, o jogo permite salvar a qualquer momento — uma concessão necessária diante de sua estrutura punitiva.
Combate, progressão e dificuldade elevada
O sistema de batalhas é baseado em turnos, mas a progressão foge do tradicional “upar de nível”. Os atributos evoluem conforme as ações realizadas em combate, e o crescimento do grupo depende muito mais dos personagens recrutados e dos equipamentos adquiridos do que de níveis propriamente ditos.
Tudo isso contribui para uma curva de aprendizado íngreme. Romance SaGa é difícil, exigente e, em vários momentos, frustrante. Não é um RPG que perdoa erros, nem um jogo pensado para agradar todos os públicos. Trata-se claramente de uma experiência de nicho, voltada para jogadores que apreciam sistemas complexos e estão dispostos a lidar com tentativa e erro.
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Conteúdo extra e melhorias do remaster
A versão internacional adiciona quatro novos personagens jogáveis e novas quests, além de ajustes de qualidade de vida. É possível acelerar o jogo em até três vezes, o que ajuda bastante em um título carregado de diálogos e exploração. Sistemas de save, inventário e identificação de missões também receberam melhorias sutis, tornando a experiência menos opaca do que nas versões antigas.
Em relação aos diálogos, se não estiver habituado a jornadas de JRPG, fique ciente de que haverá conversas longas para compreender profundamente esta trama. Os jogos, principalmente os desenvolvidos por estúdios japoneses nos anos 90, eram conhecidos pelo foco no enredo de cada título. Esse foi um dos motivos para tornar essas franquias marcantes, que até os dias de hoje sobrevivem mesmo com o declínio de bons roteiros na indústria dos games.
Visualmente, o jogo mantém a identidade do PlayStation 2, com personagens estilizados que remetem à estética clássica da série. Não é um remaster que impressiona graficamente, mas preserva bem a essência do material original. A trilha sonora, por outro lado, continua sendo um dos pontos mais fortes, carregada de nostalgia e qualidade técnica.
Localização ainda é um obstáculo
Apesar de ser chamada de “versão internacional”, a ausência do idioma português pesa. O jogo oferece opções como inglês, francês e alemão, mas o inglês utilizado é mais arcaico e pode dificultar a compreensão para quem não tem domínio do idioma. Jogar em espanhol pode ser uma alternativa, mas ainda assim é uma barreira considerável.
Existe a possibilidade de uma futura atualização com legendas em português, considerando o histórico recente da Square Enix, mas até o momento isso não passa de especulação. Como esta franquia não é popular no Brasil em relação aos títulos como Final Fantasy e Kingdom Hearts. Somente se a gigante japonesa dos JRPG reformular esta saga para no futuro uma versão localizada seja lançada.
Gamerdito (Veredito final) do jogo Romancing SaGa -Minstrel Song- Remastered International
Capa oficial do jogo
Romance SaGa: Minstrel Song Remastered – International entrega exatamente o que promete. Um RPG profundamente livre, complexo e desafiador. Ao mesmo tempo, é um jogo pouco acessível, punitivo e que exige paciência, estudo e, muitas vezes, o auxílio de guias externos.
Para fãs da franquia SaGa ou jogadores em busca de um JRPG mais raiz, a experiência pode valer a pena. Para quem prefere narrativas guiadas e progressão mais clara, a frustração provavelmente falará mais alto.
Por fim, confirmo que o jogo é competente e fiel à sua identidade, mas que continua distante de ser uma experiência para todos. Dito isto, finalizo minha análise desta review com uma Nota final: 7,5/10.