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Ubisoft adia Assassin’s Creed Shadows para fevereiro de 2025: Sinal de Crise na desenvolvedora francesa?

O adiamento de Assassin’s Creed Shadows, originalmente previsto para novembro de 2024, com nova data para fevereiro de 2025, levanta questões importantes sobre o estado atual da indústria dos games. Embora frustre os fãs da franquia, essa decisão pode ser um indicativo de que as desenvolvedoras estão reagindo à crescente pressão de um mercado mais exigente e competitivo.

Problemas de Qualidade?

Nos últimos anos, a indústria vem enfrentando uma tendência preocupante: jogos lançados de forma inacabada, sem a otimização adequada e com sérios problemas de desempenho. Muitos títulos recentes não conseguem sequer manter uma taxa estável de 60 FPS, o que deveria ser o padrão mínimo para consoles de última geração como PlayStation 5 e Xbox Series X/S. A própria Sony anunciou o lançamento do PS5 PRO para novembro deste ano e o Xbox possui planos para um novo console.

Além dos problemas técnicos, a qualidade dos enredos e personagens também tem decepcionado. Muitos jogadores percebem que as histórias e o design não são mais inspiradoras, gerando uma desconexão com franquias antes tão admiradas, como Assassin’s Creed, conhecida por seus cenários históricos e narrativas detalhadas.

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A Decisão da Ubisoft

Ao adiar Assassin’s Creed Shadows, a Ubisoft parece finalmente estar ouvindo seu público. A empresa havia planejado uma grande apresentação do jogo na Tokyo Game Show 2024, mas decidiu em última hora por não transmitir, talvez para evitar críticas ao produto ainda inacabado. No entanto, essa decisão pode ter motivações que vão além dos ajustes técnicos.

As vendas abaixo do esperado de Star Wars Outlaws, por exemplo, podem ter influenciado o adiamento. A Ubisoft, temendo que Assassin’s Creed Shadows sofresse o mesmo destino, optou por dar mais tempo para ajustes, buscando evitar um fracasso comercial.

Polêmica com Personagens Históricos

Outro ponto relevante no adiamento envolve as controvérsias sobre os personagens do jogo, especialmente Fujibayashi Naoe e Yasuke. Yasuke, figura histórica do Japão feudal, foi um dos primeiros negros registrados no país e serviu como possível guarda-costas de Oda Nobunaga. Contudo, sua história está envolta em mistério, gerando debates sobre a fidelidade histórica que o jogo deveria seguir.

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Ubisoft adia Assassin's Creed Shadows para fevereiro de 2025: Sinal de Crise na desenvolvedora francesa? 7

A introdução de um personagem ocidental como protagonista também gerou críticas. Apesar de fazer sentido dentro da narrativa da franquia, baseada na Ordem dos Assassinos e dos Templários, alguns fãs prefeririam um protagonista japonês. A polêmica pode ter levado a Ubisoft a revisar o enredo e representar melhor os personagens, influenciando o adiamento.

Expectativas do Mercado Saturado

O receio da Ubisoft em lançar um jogo com vendas abaixo do esperado também pesa. A pré-venda de Assassin’s Creed Shadows não alcançou o desempenho desejado, o que pode ter servido de alerta. No atual cenário, onde grandes lançamentos são cercados de altíssimas expectativas, um jogo inacabado pode prejudicar gravemente a reputação de uma franquia. Um caso recente é Concord, jogo multiplayer da Playstation Studios, que deveria ser um jogo Games as a Service (GaaS), o formato live service ou simplesmente jogos como serviço. Acabou se tornando o pior fracasso em vendas de todos os tempos publicado por uma empresa com status de lançar títulos blockbusters (AAA).

Essa situação reflete um problema maior: a indústria parece mais focada em metas financeiras do que na experiência do jogador. Lançamentos apressados, sem a devida atenção à qualidade, são cada vez mais comuns, prejudicando a relação entre desenvolvedoras e fãs.

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O Que Esperar de Assassin’s Creed Shadows?

Apesar da decepção, a Ubisoft promete compensar os jogadores que já adquiriram o jogo na pré-venda com uma expansão gratuita. Isso sugere que o tempo extra será usado para melhorar a qualidade do produto final, incluindo ajustes nos gráficos, mecânicas e talvez no enredo e design dos personagens.

Entretanto, a grande questão é se o adiamento resultará em um jogo que realmente corresponda às expectativas dos fãs. A franquia Assassin’s Creed possui uma base leal de jogadores, e a Ubisoft precisa garantir uma experiência imersiva e historicamente autêntica para manter essa confiança. Se o tempo extra levar a essas melhorias, a espera poderá valer a pena. O último título oficial da saga antes de Shadows foi Mirage, no qual tive a oportunidade de conhecer os produtores envolvidos no jogo e até desenvolver uma análise em nosso site. Essa obra, que celebrava os 15 anos da franquia, me convenceu ao mesclar elementos clássicos com mecânicas atuais de RPG de ação.

O título será salvo?

O adiamento de Assassin’s Creed Shadows reflete as tensões crescentes dentro da indústria dos games, que enfrenta o desafio de equilibrar as demandas do público com as pressões dos acionistas. Embora a Ubisoft tenha optado por dar mais tempo ao jogo, resta ver se isso será suficiente para reconquistar a confiança dos fãs.

No cenário atual, as desenvolvedoras precisam voltar a focar na experiência do jogador, em vez de priorizar apenas metas financeiras. Caso contrário, a desconexão com a base de fãs pode se aprofundar ainda mais. Em 14 de fevereiro de 2025, saberemos se Assassin’s Creed Shadows conseguirá quebrar esse ciclo e entregar a qualidade esperada. É o momento em que Naoe e Yasuke realmente serão testados: se vieram para marcar uma geração de usuários ou se serão colocados no limbo infinito!

Peaky Blinders: 6ª temporada já disponível na Netflix!

Peaky Blinders já se encontra disponível no catálogo da Netflix. Na temporada da série, acompanhamos Tommy passando por momentos importantes em sua vida, decisivos para o destino de todos envolvidos.

Os fãs de Peaky Blinders tiveram que lidar com vários ajustes durante as temporadas. Enquanto acompanhamos a dinâmica e as dificuldades da família Shelby, que lidera a gangue no início de 1900, a sexta temporada e última, ramifica um dos principais membros da série.

Ela envia Thomas ” Tommy Shelby (Cillian Murphy) para a América, enquanto a gangue tenta encontrar outras maneiras de fazer dinheiro. Nesse meio tempo, Tommy se mete em problemas sérios com políticos e gangues de rua em Boston. Algo extremamente perigoso e ele irá descobrir em breve.

A sexta temporada também marcou a saída de Elizabeth Gray, cuja atriz faleceu em 2021.

Peaky Blinders | Temporada 6 | Trailer Oficial | Netflix Brasil

Um filme chega em 2023, fechando de vez a história dos Shelby. Como resultado, no elenco temos: Cillian Murpphy, Paul Andeson, Finn Cole, Natasha O’Keefe, Anya Taylor-Joy , Sophie Rundle, entre outros.

Por fim, acompanhe nossa cobertura completa sobre as séries da Netflix aqui pelo site!

Pokémon Champions já está disponível no Nintendo Switch e Switch 2 — de graça

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Sim, chegamos um pouco atrasados nessa — mas se você é gamernéfilo de carteirinha e apaixonado por Pokémon, pode ser que nem tenha percebido. Pokémon Champions desembarcou no Nintendo Switch e no Nintendo Switch 2.

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O jogo está disponível gratuitamente na Nintendo eShop desde 8 de abril. Quem quiser vantagem extra pode comprar o bundle Pokémon Champions + Starter Pack. Ele inclui espaço adicional de armazenamento, uma música de batalha extra e outros benefícios. Jogadores do Nintendo Switch 2 têm ainda uma atualização gratuita disponível. Ela melhora a qualidade gráfica e deixa tudo mais nítido na nova geração.

Batalhas clássicas com novidades

A proposta são batalhas por turnos com mecânicas conhecidas. Tipos, habilidades e movimentos estão todos presentes. A versão mobile também está a caminho, com suporte a cross-platform entre Switch e celular.

A integração com o Pokémon HOME também está confirmada. É possível importar Pokémon de jogos anteriores da série e até do Pokémon GO.

Mega Evoluções inéditas

Três Pokémon de Pokémon Legends: Z-A chegam com habilidades nunca vistas:

  • Mega Meganium tem Mega Sol — age como se o clima fosse de sol forte
  • Mega Emboar possui Mold Breaker — ignora as habilidades do adversário
  • Mega Feraligatr traz Dragonize — transforma ataques Normais em Dragon e aumenta o poder em 20%

Quem tem Chesnaught, Delphox, Greninja ou Eternal Flower Floette no HOME também pode resgatar as Mega Stones deles. Basta trazê-los como visitantes e verificar a caixa de correio do jogo.

Bônus por tempo limitado

Acesse Pokémon Champions até 31 de agosto de 2026 e ganhe um Dragonite e 100 Quick Coupons. Pelo Battle Pass da primeira temporada, dá para desbloquear a Dragoninite Stone. Com ela, o Dragonite pode realizar a Mega Evolução.

Competitivo oficial

O torneio Warm-up Challenge já está rolando. As inscrições ficam abertas até 12 de abril. Dispute ao menos três partidas com uma vitória ou derrota e resgate um Gardevoir e 100 Quick Coupons.

magem oficial de Pokémon Champions, equipe para montar
(Reprodução)

No circuito oficial, Champions estreia no Campeonato Regional de Indianápolis de 29 a 31 de maio. Na sequência vem o Campeonato Internacional da América do Norte, de 12 a 14 de junho.

Enfim, por fim, Pokémon Champions está disponível gratuitamente na Nintendo eShop para Nintendo Switch e Nintendo Switch 2.

Pokémon Pokopia ganha atualização 1.0.3 com correção de bugs graves

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A The Pokémon Company lançou nesta semana a versão 1.0.3 de Pokémon Pokopia, exclusivo do Nintendo Switch 2. A atualização corrige uma série de bugs que bloqueavam o avanço em missões específicas e causavam falhas visuais durante a jogatina.

O patch chega cerca de um mês após a versão 1.0.2 e é o terceiro update do jogo desde o lançamento.

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O que muda na versão 1.0.3

A principal melhoria resolve um problema no Pokédex: Pokémon cujos habitats haviam desaparecido não eram encontrados pela função de busca, mesmo estando disponíveis no jogo.

Além disso, os seguintes bugs foram corrigidos:

  • Viajar para uma Ilha dos Sonhos em certas condições redirecionava o jogador para a Cidade de Pallet sem possibilidade de retorno
  • A tela ficava completamente escura ao trocar de cidade ou com a virada da data no jogo
  • Certas ações impediam a realocação de habitats de Pokémon permanentemente
  • Construções ficavam presas e só avançavam com a mudança de data
  • Na Praia Sombria, uma sequência específica travava a missão “Fortaleça a estação de recarga!”
  • Nas Terras Celestes Brilhantes, o Pokémon auxiliar de construção desaparecia, bloqueando a missão de reconstrução do grande edifício
  • Nas Ilhas de Nuvem, Pokémon sazonais sumiam da cidade após determinadas ações
  • A criação de novas Ilhas de Nuvem retornava erro e não concluía o processo

Um bug de vibração contínua do controle foi parcialmente corrigido — a frequência diminuiu, mas o problema ainda não foi totalmente resolvido.

A Pokémon Company confirma que jogadores que já se depararam com essas situações terão os problemas resolvidos automaticamente ao instalar o update. Pokémon Pokopia está disponível exclusivamente desde 6 de março de 2026 para Nintendo Switch 2.

Samson: um jogo que deveria ter sido lançado no acesso antecipado

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Tyndalston não é uma cidade de Driver ou de Grand Theft Auto (GTA), mas também Samson não é dos escritos antigos que chegou aos PCs. O jogo criado por Christopher Sundberg (ex-Just Cause), responsável pelo estúdio Liquid Swords, fez parece que ex-desenvolvedores não estão acertando. Acessando o Metacritic, agregador de reviews de jogos, os críticos não foram generosos, atribuindo nota 48/100 com base em 15 análises de veículos especializados. Enquanto isso, na plataforma SteamDB, que reúne estatísticas de jogos, Samson registrou apenas 2.7 mil jogadores simultâneos.

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Se pegar dez desenvolvedores que, ao sair de estúdios que trouxeram para a indústria dos jogos títulos consagrados e aclamados, tentaram um “go-solo”, pouquíssimos conseguiram acertar no primeiro título. Exemplo: John Romero, um dos dinossauros da indústria — após Doom, Quake e Wolfenstein 3D na época da id Software —, nunca mais conseguiu emplacar nada na indústria que fizesse seu nome na geração atual. Tentou Daikatana em 2000, que parecia mais o lendário álbum Chinese Democracy do Guns N’ Roses que demorou mais de uma década para ser lançado, como já abordamos aqui em alguma publicação do nosso site.

Imagem de destaque do jogo Samson, cenário interno de um bar
(Reprodução)

Comparativo com outros desenvolvedores consagrados

E Romero não foi o único. Bill Roper, um dos rostos por trás de Diablo, fundou a Flagship Studios e entregou Hellgate: London em 2007 — saiu incompleto, cheio de bugs, e o estúdio faliu em menos de um ano. Peter Molyneux, criador de Populous e Fable, prometeu revolucionar os god games com Godus em 2013, arrecadou mais de meio milhão de libras no Kickstarter e entregou um jogo que nunca saiu do Early Access, sendo removido da Steam dez anos depois sem cerimônia.

Glen Schofield, pai de Dead Space, investiu mais de US$ 160 milhões em The Callisto Protocol em 2022 — precisava de 5 milhões de cópias para lucrar, vendeu 2 milhões, e deixou o próprio estúdio menos de um ano depois. Tim Morten e Tim Campbell, veteranos de StarCraft II e Warcraft III, levantaram US$ 43 milhões, prometeram o sucessor espiritual de StarCraft com Stormgate e no pico tiveram 5.000 jogadores simultâneos no Steam — dois meses depois mal passavam de 200, e em 2026 os servidores foram encerrados.

Ian Bell, criador da série Project CARS, fundou a Straight4 Studios e lançou Project Motor Racing em novembro de 2025 com avaliações “Muito Negativas” no Steam — menos de duas semanas depois já demitiria parte do staff. Os fundadores da Rocksteady, responsáveis pela trilogia Batman: Arkham, passaram sete anos fazendo Suicide Squad: Kill the Justice League e entregaram um prejuízo de US$ 200 milhões para a Warner em 2024. No mesmo ano, ex-desenvolvedores da Bungie lançaram Concord pela PlayStation — oito anos de desenvolvimento, 14 dias no ar, 25 mil cópias vendidas no total, estúdio fechado.

Fiona Sperry e Alex Ward, criadores do Burnout na Criterion, tentaram reviver a franquia com Wreckreation em 2025 — pico de 199 jogadores no Steam, todo o staff em aviso de demissão dois meses depois. E fechando a lista por enquanto, Leslie Benzies, produtor histórico de GTA, despejou £233 milhões em MindsEye — Metacritic 37, 160 mil cópias vendidas, 250 funcionários demitidos e o fundador culpando sabotadores em reunião geral.

Este é apenas um dos exemplos clássicos e recentes da indústria dos games, quando seus desenvolvedores acreditam mais nos próprios sonhos do que nas reais possibilidades.

A questão de Samson é: como ele deveria ter sido lançado no atual estágio?

Quem jogou percebe que graficamente o jogo não é feio no estilo visual com seu pano de fundo. Contudo, ao olhar para o jogo, sua otimização parece instigante. O problema é que bugs claros são observáveis. Nos confrontos de corpo a corpo, há momentos em que o personagem é uma mistura de Chuck Norris com o ex-jogador italiano Andreas Pirlo — ele continua na posição de combate mesmo após o término dos confrontos. Mas isso são detalhes, considerando que os jogos AAA de hoje são lançados com inúmeros problemas, recebendo gigas de atualizações de day one e nos meses que sucedem o lançamento.

Imagem de destaque do jogo Samson, problemas do jogo e seus bugs
(Reprodução)

A vontade do seu desenvolvedor de tentar trazer uma separação do Just Cause — ao qual é conhecido — acabou não resultando em um jogo com identidade própria, ficando muito similar a títulos como o clássico Driver, com pequenas inspirações em Mafia, Sleeping Dogs e Grand Theft Auto. O preço do jogo é justo pelo que é entregue, mas infelizmente ele entrará, se não houver modificações urgentes, no mesmo patamar de MindsEye. Seria mais justo se o estúdio tivesse realmente colocado o título no Acesso antecipado no Steam — não é desculpa, pois há milhares de jogos que fazem isso e vendem muito bem.

O acesso antecipado tem uma lista longa de sucessos que provam que o modelo funciona quando feito com honestidade. DayZ entrou no Early Access em 2013 vendendo 400 mil cópias na primeira semana — era um jogo de sobrevivência bugado que praticamente inventou o gênero battle royale antes do battle royale existir, e mais de dez anos depois ainda quebra recordes de jogadores simultâneos. Rust entrou no acesso antecipado em dezembro de 2013 como um clone confessado de DayZ e, ainda na fase de pré-lançamento, já tinha vendido mais de 5 milhões de cópias em 2017.

ARK: Survival Evolved chegou ao Early Access em 2015 montado em dinossauros — literalmente — e vendeu 1 milhão de cópias em menos de um mês, atingindo mais de 16 milhões de unidades no Steam ao longo dos anos. Kerbal Space Program entrou no Early Access do Steam em 2013 como um simulador de foguetes criado por um estúdio mexicano independente, foi adotado pela comunidade científica e por educadores no mundo inteiro e acabou sendo comprado pela Take-Two Interactive. RimWorld ficou cinco anos em Early Access — de 2013 a 2018 — desenvolvido por praticamente uma pessoa só e se tornou um dos simuladores de colônia mais vendidos e melhor avaliados da história do Steam.

Deep Rock Galactic entrou no acesso antecipado em 2018 como um shooter cooperativo de anões minerando em cavernas alienígenas e, ao sair do Early Access em 2020, já tinha construído uma base sólida — chegando a 8 milhões de cópias vendidas nos anos seguintes.

Valheim foi lançado em Early Access em fevereiro de 2021 por um time de cinco pessoas e vendeu 3 milhões de cópias nos primeiros 17 dias, com quase 500 mil jogadores simultâneos no Steam; superando GTA V e Apex Legends. Hades ficou quase dois anos em Early Access na Epic Games Store sendo refinado com feedback direto da comunidade antes de sair completo em 2020 — virou um dos jogos mais premiados da história e referência absoluta de como o modelo deveria funcionar.

Baldur’s Gate 3 entrou no Early Access em outubro de 2020 com apenas um ato disponível e inacabado — mesmo assim vendeu 2,5 milhões de cópias antes do lançamento completo em agosto de 2023. Hoje tem mais de 20 milhões de cópias e Metacritic 96.

E Schedule 1 é o mais recente da lista — entrou no Early Access em março de 2025 custando menos de R$ 60, praticamente o mesmo preço de Samson, desenvolvido por uma pessoa só, e em poucos dias já tinha mais de 400 mil jogadores simultâneos no Steam. Tornando-se um dos maiores lançamentos em acesso antecipado da plataforma.

magem de destaque do jogo Samson, cena do jogo com carros
(Reprodução)

O preço de lançamento está excelente e, com certeza, se fosse informado que não se tratava de uma versão final — considerando os desenvolvedores envolvidos —, certamente receberia apoio. Evidentemente, estratégias de prazos apertados e pressão pelo lucro fazem com que estúdios acabem lançando antes do tempo. Entretanto, lançar betas e demos para receber feedbacks teria proporcionado melhor visibilidade e uma maior “empatia” da comunidade com o jogo. Agora, reanimar o interesse dos futuros jogadores que poderiam comprar este título pode não ter a mesma aclamação. Se não pouparam críticas para Cyberpunk 2077 — que até a PlayStation Store utilizou de reembolsos —, o que dirá um jogo de estúdio desconhecido receber respeito dos usuários?

A Liquid Swords terá que correr contra o tempo para ajustar todos os feedbacks dos jogadores no PC — e a Steam está repleta de comentários. Para sobreviver, está é a única solução! Como mencionei, estúdios AAA lançam seus blockbusters com problemas. Aqui o caso é outro: quando um título lança com problemas de desempenhos, ajustes como o recente Crimson Desert e a desenvolvedora sabe desses problemas mas as vendas foram boas, eles praticamente acabam ajustando quase todos os bugs —; e sabemos que não são todos resolvidos. Agora, se é uma empresa que talvez tenha hipotecado seus próprios imóveis para lançar o jogo dos seus sonhos, a história muda.

samson jogo gameplay luta detalhes 2026
Samson: um jogo que deveria ter sido lançado no acesso antecipado 19

Desejamos que tudo seja resolvido e que os jogadores consigam aproveitar Samson — que aqui não possui cabelo tão longo e cujas forças parecem não vir dele. Mantenha-se vivo e vire uma franquia para se eternizar na indústria dos jogos. O título está disponível para PC Windows desde 8 de abril de 2026 na plataforma Steam.

Scarlet, novo filme de Mamoru Hosoda, chega aos cinemas do Brasil

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O aguardado longa Scarlet, nova animação dirigida por Mamoru Hosoda, deve estrear nos cinemas brasileiros na próxima quinta-feira (16). Apesar da data já constar em plataformas de venda de ingressos, como o Ingresso.com, ainda não há confirmação oficial sobre as redes exibidoras que receberão o filme no país.

Outro ponto que permanece indefinido é a presença de dublagem em português, já que a Sony Pictures do Brasil, responsável pela distribuição, ainda não divulgou informações detalhadas sobre o lançamento nacional.

Mesmo com a ausência de uma campanha oficial mais robusta, a data de estreia já aparece listada em serviços de venda de ingressos. Além disso, o longa recebeu classificação indicativa para maiores de 16 anos, indicando que a narrativa deve abordar temas mais maduros.

A expectativa é de que novas informações sobre salas, horários e formatos de exibição sejam divulgadas mais próximas da estreia.

【予告1】『果てしなきスカーレット』<11月21日(金)公開>

Scarlet é uma obra original escrita e dirigida por Mamoru Hosoda, um dos nomes mais reconhecidos da animação japonesa contemporânea. O cineasta é conhecido por títulos aclamados como Crianças Lobo, Guerras de Verão, Mirai e BELLE.

O filme também é produzido pelo Studio Chizu, estúdio fundado pelo próprio Hosoda e responsável por suas produções mais recentes.

Na trama, acompanhamos a jornada de Scarlet, uma princesa que falha em sua missão de vingar a morte de seu pai. Após esse evento, ela desperta em um mundo misterioso conhecido como Terra dos Monstros, onde passa a enfrentar novos desafios.

Durante essa jornada, Scarlet conta com a companhia de Hijiri, um homem originário do Japão contemporâneo, criando um contraste entre realidades distintas e ampliando as possibilidades narrativas da obra.

Scarlet, novo filme de Mamoru Hosoda, chega aos cinemas do Brasil
Imagem: Studio Chizu

Trajetória internacional e premiações de Scarlet

Antes de sua chegada ao Brasil, Scarlet teve sua estreia mundial durante o Festival de Veneza, em setembro de 2025. Posteriormente, o longa foi lançado oficialmente nos cinemas japoneses em novembro do mesmo ano.

O filme participou de premiações importantes, concorrendo em categorias como Filme Independente, Direção e Roteiro, embora não tenha conquistado prêmios nessas disputas.

Além disso, a produção também figura entre os indicados ao Crunchyroll Anime Awards, na categoria de Filme do Ano, reforçando seu destaque no cenário recente da animação.

A possível estreia de Scarlet nos cinemas brasileiros gera grande expectativa, especialmente entre fãs do trabalho de Mamoru Hosoda. Conhecido por narrativas emocionais e visualmente marcantes, o diretor costuma explorar temas como família, identidade e amadurecimento, elementos que podem novamente estar presentes neste novo projeto.

Ainda que faltem detalhes oficiais sobre a distribuição, a inclusão do filme em plataformas de ingressos indica que o lançamento está próximo de acontecer.


Informamos que não possuímos nenhum vínculo com as marcas citadas neste artigo. Porém, como parte do nosso compromisso com nossos leitores, as mencionamos para facilitar a busca por locais que ofereçam sessões de cinema com os filmes em cartaz de seu interesse.

Crítica | Frieren e a Jornada para o Além (2ª temporada)

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uando a primeira temporada de Frieren e a Jornada para o Além (Sousou no Frieren) chegou ao fim com seus 28 episódios, uma dúvida inevitável tomou conta dos fãs: haveria continuidade para a adaptação? Apesar do mangá ainda estar em publicação com material suficiente para novas temporadas, a ausência de um anúncio imediato gerou insegurança, especialmente considerando o histórico do estúdio Madhouse, conhecido por produzir primeiras temporadas marcantes sem garantir uma sequência rápida. A seguir, confira nossa crítica sobre esta produção da temporada 2 de Frieren e a Jornada para o Além.

Para aumentar ainda mais a incerteza, o primeiro ano do anime encerrou com uma sensação de conclusão narrativa, fechando um ciclo importante da história. Esse desfecho, embora satisfatório, deixou no ar a possibilidade de que a obra pudesse não retornar tão cedo.

Felizmente, a confirmação veio meses depois, e o resultado não poderia ser melhor. A segunda temporada não apenas manteve a qualidade apresentada anteriormente, como também elevou o nível da produção, entregando uma experiência visual refinada e uma narrativa ainda mais madura, fiel à essência contemplativa que tornou a obra tão especial.

A jornada continua: simplicidade que encanta

Com Fern agora reconhecida como uma maga de Primeira Classe, a jornada ao lado de Frieren e Stark segue em direção a Ende. No caminho, o grupo atravessa vilarejos isolados, regiões perigosas e áreas dominadas por demônios, culminando na chegada ao temido Planalto do Norte, um dos pontos mais marcantes desta nova fase.

Apesar do sucesso expressivo da primeira temporada e da crescente popularidade dos personagens, a produção opta por não alterar sua identidade. Em vez de acelerar o ritmo ou apostar em mudanças bruscas, o anime mantém sua abordagem calma e introspectiva, uma escolha que se mostra acertada.

Cada episódio se inicia com uma sensação de tranquilidade que, longe de representar lentidão, funciona como um convite à contemplação. O espectador é incentivado a observar os cenários, absorver os diálogos e refletir sobre os pequenos detalhes que compõem a narrativa.

Frieren e a Jornada para o Além (2ª temporada), momentos importantes da personagem
Imagem: Madhouse

O valor do cotidiano e a passagem do tempo

Um dos grandes méritos da segunda temporada de Frieren está na forma como ela transforma situações simples em momentos significativos. Em diversos episódios, temas aparentemente cotidianos são explorados com profundidade, como o apego ao lar, a dificuldade de mudança e o medo do desconhecido.

Há histórias de personagens que se recusam a abandonar suas casas, mesmo diante de perigos iminentes. Em outros momentos, o foco recai sobre os próprios protagonistas, que passam por situações que misturam leveza, humor e emoção de maneira equilibrada.

Esse tipo de abordagem se destaca ainda mais quando comparado ao ritmo acelerado da sociedade atual, marcada pela necessidade constante de produtividade e controle. Frieren surge como um contraponto a essa lógica, oferecendo uma experiência que valoriza o tempo, o silêncio e os momentos aparentemente comuns.

A mensagem é clara: são os dias simples, muitas vezes considerados “monótonos”, que constroem uma vida significativa.

Desenvolvimento de personagens e conexões emocionais

A evolução dos personagens continua sendo um dos pilares da obra. Ao longo da jornada, fica evidente como Fern e Stark amadureceram, tanto em termos de habilidades quanto de compreensão emocional.

Ao mesmo tempo, a própria Frieren apresenta mudanças sutis, mas profundas. Se antes a elfa parecia distante e focada apenas em seus objetivos, agora ela demonstra maior sensibilidade em relação às pessoas ao seu redor.

Essa transformação é reforçada pelos constantes flashbacks que conectam a jornada atual com o passado ao lado do antigo Grupo de Heróis. Diferente de outras produções, esses momentos não interrompem a narrativa, pelo contrário, eles a enriquecem, oferecendo novas perspectivas e ampliando o impacto emocional das cenas.

Um exemplo marcante é a forma como Frieren passa a reconhecer sentimentos que antes ignorava. Sua percepção sobre a relação entre Fern e Stark, por exemplo, resulta em momentos delicados e até mesmo bem-humorados, como quando ela ajuda Stark a planejar um encontro ideal.

Essa mudança de postura evidencia o crescimento da personagem e reforça um dos temas centrais da obra: a importância de estar presente e valorizar as conexões humanas.

Crítica | Frieren e a Jornada para o Além (2ª temporada)
Imagem: Madhouse

Estética, trilha sonora e narrativa visual

Se a primeira temporada já se destacava pela qualidade técnica, a segunda eleva ainda mais esse padrão. A direção, animação e trilha sonora trabalham em conjunto para criar uma experiência imersiva e emocionalmente impactante.

As cenas são cuidadosamente compostas, com atenção especial à iluminação, enquadramento e ritmo. Em determinados momentos, o anime assume um tom quase poético, convidando o espectador a interpretar as imagens e sentimentos apresentados.

Sequências específicas, como aquelas que mostram Frieren sob a perspectiva de outros personagens, oferecem uma nova camada de profundidade à narrativa. São momentos raros, mas extremamente significativos, que permanecem na memória do público.

Ação na medida certa

Embora seja conhecido por seu ritmo contemplativo, Frieren não deixa de lado a ação. A segunda temporada reserva espaço para cenas mais dinâmicas, especialmente durante a passagem pelo Planalto do Norte.

As batalhas são bem coreografadas e visualmente impressionantes, destacando a evolução de Fern e Stark como combatentes. O entrosamento entre os personagens também se torna mais evidente, reforçando a sensação de progresso ao longo da jornada.

Essas sequências conseguem equilibrar intensidade e clareza, proporcionando momentos de tensão sem comprometer a identidade da obra.

Crítica | Frieren e a Jornada para o Além (2ª temporada)
Imagem: Madhouse

Gamerdito: Vale a pena assistir Frieren e a Jornada para o Além (2ª temporada)?

Ao término da segunda temporada, Frieren e a Jornada para o Além entrega mais uma conclusão satisfatória, mas deixa espaço para o que está por vir. Diferente do sentimento de incerteza após o primeiro ano, agora os fãs já têm a confirmação de uma nova temporada.

Esse cenário muda completamente a forma como a obra é consumida. Em vez de ansiedade por continuidade, surge uma sensação de tranquilidade, quase como um reflexo da própria proposta do anime.

O espectador passa a valorizar cada episódio, cada cena e cada detalhe, sabendo que a jornada continuará. E, com a próxima temporada prevista para 2027, há tempo suficiente para absorver tudo o que a obra tem a oferecer.

Atualmente, as duas temporadas de Frieren e a Jornada para o Além estão disponíveis na Crunchyroll, com opções dubladas e legendadas. A primeira temporada também pode ser encontrada em plataformas como Netflix e HBO Max.

O mangá original é publicado no Brasil pela Panini, permitindo que os fãs acompanhem a história além da adaptação em anime.

Após polêmica, State of Decay 3 abre inscrições para playtest

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O State of Decay 3 foi anunciado pela primeira vez há mais de seis anos. À época do anúncio, conforme explicado por Philip Holt um dos desenvolvedores, o jogo sequer estava em produção — a revelação funcionou mais como uma declaração de intenção do que uma confirmação de desenvolvimento ativo. Em entrevista ao canal Sunny Games, ele admitiu dizendo que o jogo existia apenas em um documento Word, com apenas quatro ou cinco pessoas na equipe. O que parecia que seria uma espera de poucos anos para a chegada ao Xbox Game Pass acabou se transformando em meia década de silêncio quase total.

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Agora, a Undead Labs abriu as inscrições para os primeiros playtests do jogo — e a movimentação, por mais positiva que pareça, não apaga o calendário vazio. Não há data oficial de lançamento. Se o estúdio está apenas começando a abrir testes com a comunidade, a leitura mais realista aponta para um ou dois anos adicionais antes de um lançamento comercial. Pode ser mais. Fique ciente que em 2024 durante o Xbox Showcase, um trailer cinematográfico do jogo foi exibido.

Na comunicação oficial, o estúdio reforça que a primeira leva de testes será limitada como teste alfa (alpha), e que quem não for selecionado agora terá outras oportunidades ao longo do ano. A mensagem também ressalta o papel histórico da comunidade no desenvolvimento da franquia — uma narrativa que a Undead Labs claramente quer manter para este terceiro capítulo.

O ponto de inflexão aqui é simples, playtest para tentar acalmar os fãs que desejam por mais informações do título. A iniciativa indica que o desenvolvimento chegou a um estágio jogável o suficiente para exposição externa, o que é relevante depois de anos sem qualquer material concreto. Mas a ausência de uma janela de lançamento — nem mesmo uma genérica como “2027” — diz mais do que o comunicado desse teste alfa.

Como participar do playstest alfa de State of Decay 3?

Para quem acompanha a franquia desde o primeiro jogo, a cautela é o posicionamento mais racional. As inscrições para o playtest estão disponíveis em playtest.stateofdecay.com. É necessário possuir uma conta ativa na plataforma do Discord para efetuar sua inscrição oficial.

State of Decay 3, mensagem de inscrição para o teste do jogo
(Reprodução)

Authentic Games vira filme e estreia em 30 de abril nos cinemas

Uma geração inteira que cresceu assistindo vídeos no YouTube vai ver um rosto conhecido ganhar as telonas, Marco Túlio, criador do canal Authentic Games. Agora estrela seu próprio filme: Authentic Games no Império Desconectado, com estreia marcada para 30 de abril nos cinemas brasileiros. O trailer oficial pode ser assistido no topo desta publicação ou na plataforma do YouTube.

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O longa mistura live-action com animação e leva para o cinema um universo que muitos fãs reconhecem de cara. Mesmo sem ligação oficial, é difícil não associar a estética e a proposta ao fenômeno Minecraft, que marcou a infância e adolescência de milhões de pessoas.

Uma aventura fora da internet

Na história, Marco Túlio é sequestrado e levado para um mundo sem internet, dominado pelo chamado Império Desconectado. Ao chegar lá, ele se transforma em seu avatar, Authentic, e precisa embarcar em uma jornada para salvar a Família Craft e enfrentar o imperador. A trama aposta em elementos clássicos de aventura, com humor, ação e aquele tom leve que fez o canal crescer ao longo dos anos.

Do YouTube para o cinema

Com mais de 20 milhões de inscritos e bilhões de visualizações, Authentic Games não é só um canal, é parte da memória digital de quem cresceu na era dos criadores de conteúdo. O filme também traz nomes conhecidos do público jovem, como Spok, Cauê, Natan Lopes e Thay Bergamim, além do cachorro Shake, ampliando essa sensação de comunidade que sempre foi marca do projeto.

Nostalgia nas telonas de cinema

A adaptação em live-action do filme funciona como um retrato de uma geração. Aquelas tardes vendo vídeos, acompanhando séries dentro de jogos e criando vínculos com criadores agora ganham uma nova forma.

Mesmo para quem já não acompanha tanto o canal hoje, existe um fator curioso, revisitar esse universo, com estrutura de cinema, efeitos tridimensionais e trama leve para família.

Por fim, Authentic Games no Império Desconectado aposta justamente em nostalgia dos fãs que agora são adultos e da nova geração que acompanha o trabalho de Marco Túlio. Provavelmente, levarei meu pequeno para acompanhar este filme, já que ele adora o personagem.

Então, em 30 de abril de 2026, aproveite para ir aos cinemas brasileiros e conferir esta produção nacional. O longa-metragem conta com distribuição da Imagem Filmes.

Invincible VS: beta aberto começa nesta quinta-feira (9)

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A Skybound Games confirmou que Invincible VS entra em fase de Beta Aberto gratuito a partir desta quinta-feira, 9 de abril, com testes liberados até o domingo, dia 12. O período será uma oportunidade direta para jogadores conhecerem o título antes da estreia oficial, especialmente quem acompanha a série animada Invincível, disponível no Prime Video.

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O teste estará disponível para PlayStation 5 e Xbox Series X|S, com início às 13h (horário de Brasília) e encerramento às 01h do dia 12. Compreendo que deve está se questionando nesse momento sobre um teste na versão de PC Windows. Contudo, o jogo já é um dos mais aguardados de luta deste ano.

Durante o Beta, serão liberados 10 personagens jogáveis, incluindo nomes centrais como Invencível, Omni-Man e Eve Atômica. Entre outros como À Prova de Balas, Thula, Rex Explosão, Fera de Batalha, Robô, Menina Monstro, Allen, o Alienígena. No lançamento completo, o elenco sobe para 18 lutadores, com mais quatro previstos ao longo do ano.

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Invincible VS: beta aberto começa nesta quinta-feira (9) 31

O conteúdo de testes inclui três modos principais:

  • Tutorial, voltado para adaptação aos comandos e sistemas de luta
  • Modo Treino, para experimentação de personagens
  • Modo Ranqueado, com progressão baseada em Pontos da Liga

Os 20 melhores jogadores do ranking durante o Beta terão seus nomes incluídos nos créditos do jogo como “Bestas do Beta”.

Outro destaque do período de testes é uma skin especial de Omni-Man, baseada em uma versão mais recente vista na série, disponível para todos que participarem.

Desenvolvido pela Quarter Up, estúdio com profissionais envolvidos em Killer Instinct (2013), o jogo aposta em combates 3v3, violência gráfica alinhada ao material original e foco em fidelidade ao universo criado pela Skybound Entertainment.

O título já está em pré-venda para consoles e PC, com distribuição nas principais plataformas digitais da América Latina, incluindo Steam, Microsoft Store e PlayStation Store. Fique ciente que durante o período de teste é interessante relatar ao máximo feedbacks de melhorias e possíveis bugs aos desenvolvedores.

Crítica | Jujutsu Kaisen (3ª temporada)

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Não é exagero afirmar que a demografia shounen domina o cenário dos animes e mangás há décadas. Com uma base de fãs consolidada e enorme apelo comercial, esse tipo de obra recebe uma quantidade massiva de lançamentos a cada temporada. No entanto, essa abundância também traz um efeito colateral: a saturação de títulos medianos e a constante busca do público por histórias que realmente se destaquem. A seguir, confira nossa review sobre esta produção da temporada 3 de Jujutsu Kaisen.

Foi justamente nesse contexto que Jujutsu Kaisen surgiu, em março de 2018, como uma das obras que conseguiram romper essa barreira. Criado por Gege Akutami, o título apresenta a jornada de Yuji Itadori, um jovem que, ao entrar em contato com um objeto amaldiçoado, é lançado em um universo repleto de maldições, feiticeiros e conflitos sobrenaturais.

Agora, em sua terceira temporada, o anime produzido pelo estúdio Mappa reafirma seu status como um dos maiores sucessos recentes da indústria. Ainda assim, em vez de se acomodar na fórmula que já funciona, a obra opta por arriscar, uma decisão que pode dividir opiniões, mas que também eleva o nível da narrativa.

Review | Jujutsu Kaisen (3ª temporada), cena da temporada vigente
Imagem: MAPPA

O início do arco Migração à Extinção

A nova temporada adapta o aguardado arco Migração à Extinção, também conhecido entre fãs como “Jogo do Abate”. Nessa fase da história, o antagonista Kenjaku dá início a um jogo mortal que envolve diversos personagens importantes da trama.

Yuji Itadori, Megumi Fushiguro, Panda e Yuta Okkotsu estão entre os participantes que entram nessa disputa com o objetivo de conter, ou ao menos reduzir, o número de vítimas. À primeira vista, a premissa parece seguir o padrão clássico do shounen: personagens poderosos reunidos em uma competição perigosa, com batalhas intensas e habilidades impressionantes. Entretanto, Jujutsu Kaisen decide subverter essa expectativa logo no início do arco.

Um episódio que divide opiniões

Um dos momentos mais comentados da temporada acontece no terceiro episódio, intitulado “Sobre a Migração à Extinção”. Em vez de avançar diretamente para a ação, o anime dedica um episódio inteiro para explicar as regras do jogo criado por Kenjaku.

E não são poucas regras.

Com uma abordagem extremamente detalhada, e, para muitos, excessivamente verborrágica, o episódio apresenta uma série de condições, exceções e mecânicas que regem o funcionamento do jogo. Para quem já conhecia o mangá, a curiosidade estava em ver como essa explicação seria adaptada. Já para quem esperava apenas mais ação, o resultado pode ter sido frustrante.

Ainda assim, há um ponto interessante nessa decisão criativa: apesar da complexidade apresentada, não é necessário compreender cada detalhe para aproveitar a temporada. O anime se encarrega de relembrar as informações mais relevantes ao longo dos episódios, permitindo que o espectador acompanhe a narrativa sem se perder completamente.

Essa escolha levanta uma questão curiosa: por que interromper o ritmo da história para uma explicação tão extensa? A resposta não é simples, mas é possível interpretar esse momento como um convite para o público desacelerar e se envolver com o universo da obra de forma mais completa, mesmo que isso exija paciência.

Review | Jujutsu Kaisen (3ª temporada), protagonista
(Reprodução)

A recompensa: ação e experimentação visual

Superada a etapa mais expositiva, Jujutsu Kaisen retoma sua essência e entrega uma sequência de episódios marcados por intensidade e criatividade.

O episódio “Preparação Perfeita”, por exemplo, destaca a personagem Maki Zenin em uma das sequências mais impactantes da temporada. Sua evolução e protagonismo resultam em cenas de ação brutais e visualmente impressionantes.

Outro destaque é a luta entre Yuji Itadori e Kinji Hakari, que ganha vida por meio do uso de rotoscopia, uma técnica que confere maior realismo aos movimentos. O resultado é uma das batalhas mais dinâmicas e diferenciadas do anime até agora.

Além disso, personagens como Hiromi Higuruma trazem novas camadas à narrativa, com habilidades únicas e conceitos criativos. Já o episódio final, ambientado na Colônia de Sendai, eleva o nível visual da produção, consolidando o trabalho do estúdio Mappa como um dos mais ambiciosos da atualidade.

Caos narrativo e conflitos internos

Um dos aspectos mais interessantes da terceira temporada é a sensação constante de caos. Essa característica não está presente apenas na estrutura da narrativa, mas também nos conflitos enfrentados pelos personagens.

Yuji continua lidando com as consequências das ações de Sukuna, carregando um peso emocional significativo. Ao mesmo tempo, o futuro do clã Zenin permanece incerto, adicionando tensão ao desenvolvimento da história.

A ausência de Satoru Gojo também é um elemento fundamental. Sua falta impacta diretamente o equilíbrio de forças dentro do universo da obra, intensificando a sensação de urgência e vulnerabilidade.

Essa combinação de fatores cria um ritmo acelerado, reforçado por cortes rápidos e uma trilha sonora envolvente. Como resultado, a temporada transmite a impressão de estar sempre correndo contra o tempo, uma escolha que pode fazer com que os episódios pareçam passar mais rápido do que o esperado.

Review | Jujutsu Kaisen (3ª temporada), embate mortal
(Reprodução)

Entre ação e poesia

Apesar de ser amplamente reconhecido por suas cenas de combate, Jujutsu Kaisen demonstra, nesta temporada, uma preocupação maior com aspectos estéticos e simbólicos.

Desde a abertura, repleta de referências artísticas, até a construção de cenas específicas, como aquelas centradas em Maki, o anime busca transmitir emoções que vão além da ação. Há um esforço claro em transformar cada momento em algo visualmente significativo.

Esse cuidado também se reflete no episódio final, que combina intensidade narrativa com uma abordagem quase poética. O resultado é uma experiência que recompensa o espectador que se permite ir além das lutas e prestar atenção nos detalhes.

Gamerdito: Vale a pena assistir  Jujutsu Kaisen (3ª temporada)?

A terceira temporada de Jujutsu Kaisen não é perfeita, e talvez nem tente ser. A decisão de incluir um episódio inteiro de exposição, a complexidade das regras e a ausência de um clímax mais tradicional são pontos que podem gerar críticas.

Ainda assim, esses mesmos elementos reforçam a identidade da obra como algo disposto a experimentar e fugir do convencional. Em um cenário onde muitos shounens seguem fórmulas previsíveis, essa ousadia se torna um diferencial importante.

Independentemente das opiniões, é inegável que o anime continua despertando fortes reações do público, seja através de elogios, críticas ou debates. E, no fim das contas, essa capacidade de engajar é um dos maiores trunfos da franquia.

No Brasil, todas as temporadas de Jujutsu Kaisen estão disponíveis na Crunchyroll. O primeiro ano do anime também pode ser encontrado em plataformas como Netflix, HBO Max e Globoplay.

O mangá, criado por Gege Akutami, foi publicado entre 2018 e 2024 e chegou ao país pela editora Panini. Para os fãs, a boa notícia é que a 4ª temporada já foi confirmada, garantindo a continuidade dessa jornada intensa e imprevisível.

Samsung atualiza Galaxy XR com suporte corporativo e melhorias de uso

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A Samsung lançou nesta terça-feira (7) uma atualização de software para o Galaxy XR, headset de realidade mista lançado em outubro de 2025. A novidade mais expressiva é a integração com o Android Enterprise, plataforma de gerenciamento já conhecida em dispositivos móveis corporativos. Com isso, o equipamento passa a ser gerenciável remotamente por equipes de TI — o que inclui definição de políticas de senha, restrição de funções, instalação de aplicativos e até limpeza remota do dispositivo.

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Samsung Galaxy XR, nova atualização em abril de 2026
(Reprodução)

O suporte ao Android Enterprise também permite que empresas registrem os aparelhos via QR Code ou provisionamento automático, facilitando implantações em larga escala. A Samsung fortalece o Galaxy XR como ferramenta para setores como treinamento, saúde, manufatura e varejo. O sistema conta ainda com a camada de segurança Samsung Knox, presente em outros dispositivos da linha corporativa da empresa.

Além dos recursos voltados ao mercado empresarial, a atualização traz melhorias práticas para o dia a dia. O teclado virtual passou a permitir que o usuário salve sua posição preferida no espaço. O modo desktop agora reabre automaticamente até três aplicativos usados anteriormente, com o mesmo layout, após uma reinicialização. Em acessibilidade, há novidades como o rastreamento ocular com um único olho e personalização do ponteiro. Também foi adicionado um guia de alinhamento para posicionar painéis em superfícies verticais, e a função de espacialização automática de vídeos e fotos 2D chegou ao Google Chrome e ao YouTube.

Funcionalidades do dispositivo do Galaxy XR
(Reprodução)

A atualização começa a ser distribuída hoje para usuários do Galaxy XR. O aparelho não tem previsão de chegada ao Brasil.