A Epic Games Store disponibilizou gratuitamente o jogo We Were Here Together por apenas 24 horas, como parte de sua tradicional campanha especial de Natal. O título pode ser resgatado até o dia 27 de dezembro, às 13h (horário de Brasília), sem qualquer custo para os jogadores de PC.
Após o resgate, o jogo fica vinculado permanentemente à conta, permitindo que seja baixado e jogado a qualquer momento no futuro.
We Were Here Together é o terceiro título da série cooperativa de puzzles We Were Here, conhecida por sua proposta única baseada em comunicação constante entre dois jogadores. A experiência é totalmente cooperativa e deve ser jogada em dupla, seja com amigos ou familiares.
O jogo é apresentado em primeira pessoa e se passa em um ambiente ártico, isolado e misterioso, onde os jogadores são separados em áreas diferentes e precisam resolver enigmas assimétricos para progredir.
Divulgação: Epic Games Store
Comunicação é a chave da experiência
O grande diferencial de We Were Here Together está no fato de que cada jogador vê informações diferentes. Não é possível resolver os puzzles sozinho: o avanço depende da troca clara de informações, descrições precisas e coordenação constante por voz.
O jogo não exige reflexos rápidos ou habilidades mecânicas avançadas. Em vez disso, o foco está em:
Observação
Lógica
Trabalho em equipe
Comunicação eficiente
Essa abordagem torna o título acessível e, ao mesmo tempo, desafiador.
História e ambientação
A narrativa acompanha uma expedição ao Ártico que rapidamente sai do controle. O que começa como uma missão aparentemente simples se transforma em uma jornada cheia de mistérios, estruturas antigas e situações cada vez mais estranhas.
A história é contada de forma ambiental, incentivando os jogadores a explorarem o cenário enquanto resolvem os enigmas.
Divulgação: Epic Games Store
Precisa jogar os anteriores?
Apesar de fazer parte de uma franquia que inclui:
We Were Here (2017)
We Were Here Too (2018)
We Were Here Together pode ser jogado de forma independente, sem a necessidade de conhecimento prévio dos títulos anteriores.
Pronto! O jogo ficará disponível permanentemente no seu perfil.
Promoção de Natal da Epic Games Store
Após o fim desta oferta, a Epic Games Store revelará um novo jogo gratuito, dando continuidade à sua promoção natalina, que tradicionalmente oferece um título diferente por dia durante o período festivo.
Para quem gosta de experiências cooperativas e puzzles inteligentes, We Were Here Together é uma excelente adição à biblioteca, especialmente por estar disponível gratuitamente por tempo limitado.
O anime de My Hero Academia chegou ao seu fim, após um épico arco da Guerra Final entre os heróis do Japão contra os vilões liderados por Tomura Shigaraki e o All For One. Nessa review, vamos falar sobre os acontecimentos dessa temporada final e o legado deixado pela obra.
Nesta publicação de My Hero Academia “Final Season” você encontra:
My Hero Academia, ou Boku no Hero Academia, é um mangá de 42 volumes, escrito e ilustrado por Kohei Horikoshi. O primeiro capítulo foi lançado em 2014 na Weekly Shonen Jump e encerrado em 2024, com 430 capítulos e, alguns meses depois, quando o volume final foi encadernado, um capítulo extra foi adicionado à obra, totalizando 431 capítulos na obra. No Brasil, o mangá foi publicado pela Editora JBC, com os seus 42 volumes completos. A história se passa em um mundo onde quase todos têm superpoderes (“Individualidades”), acompanhando Midoriya (Deku), um garoto sem poderes que sonha em ser herói como seu ídolo, All Might. Após um encontro com All Might, Izuku herda a Individualidade do herói e ingressa na Academia U.A., uma escola de heróis, onde treina com outros estudantes para se tornar um grande herói, enfrentando vilões e aprendendo sobre coragem, amizade e os desafios do heroísmo.
Em determinado momento da publicação do mangá, a obra veio a ser tornar o anticristo dos shonen, sem muita explicação ou contexto, tudo relacionado a My Hero Academia acabou se tornando uma das piores coisas já feitas, de acordo com aqueles que acompanhavam a história, as críticas e reclamações não faziam muito sentido com o que a história mostrou e mostrava. Não sabemos se isso aconteceu devido à “queda” dos filmes e séries de super-heróis, como Marvel e DC, e isso respingou em My Hero Academia ou se simplesmente a obra sofreu com o que mangás shonen, em sua maioria, ou outros mangás sofrem. Os fãs criam teorias ou uma certa expectativa para o futuro da obra e, quando nada disso é atendido, passam a criticar e minimizar tudo o que foi criado até então.
Bom, já passamos os contextos históricos e polêmicas envolvendo a história geral de My Hero Academia, vamos agora analisar os últimos episódios do anime. Antes de começarmos, fique bem claro que sim, haverá spoilers, então, se não assistiu ainda, recomendamos que assista primeiro os episódios da última temporada e depois volte para ler nossa review. A última temporada adapta o final do Final War Arc, focado nas três últimas lutas do mangá: All Might vs. All For One, Bakugo vs. All For One e Midoriya vs. Shigaraki. E o Epilogue Arc, onde o objetivo é mostrar as consequências do arco anterior e o futuro da turma 1-A. De uma forma bem direta, o final de My Hero Academia foi bem honesto à proposta inicial da obra, entregando um bom encerramento para os personagens e a obra, algo muito difícil nesse ramo.
(Reprodução)
All Might vs. All For One: O fim de uma era, e…
A temporada se inicia com esse confronto, que vinha sendo trabalhado desde a 3ª temporada do anime. Naquele contexto, All Might deu tudo o que ainda tinha do seu One For All para derrotar o vilão, o custo disso foi ter sua carreira encerrada e o posto de herói número ficou vago. Além disso, o mundo já não tinha mais o seu Símbolo da Paz e isso desestabilizou o equilíbrio que aquele mundo possuía. Sem mais esse símbolo, um vácuo de poder foi criado e, com isso, os vilões puderam agir mais livremente e assim, o mundo passou a encarar uma nova era de caos.
Porém, após os vilões escaparem da prisão Tartarus e colocarem em prática o plano deles, de dominação mundial, não demorou muito para que o destino colocasse All Might e All For One frente a frente para a última e derradeira batalha. Na última vez, o herói venceu, mas o custo disso foi alto demais e assim, a vitória teve mais um gosto de derrota e agora, vamos ao último confronto entre aqueles que iniciaram todo esse confronto que o anime estava mostrando.
Essa luta é a que abre a temporada final, onde vemos que All For One está em direção a Tomura Shigaraki para poder completar a união entre os dois. Os heróis estavam perdidos e sem esperanças, onde todos não aguentavam mais. Mas, entre All For One e Shigaraki, surge All Might, decidido a encerrar esse confronto e derrotar aquele que tirou tudo dele, sua mestra, sua saúde, seus poderes e o seu sonho de continuar sendo o maior herói do mundo. Toda essa luta é carregada de simbolismo, aqui vemos o vilão lutando para derrotar seu maior rival e o herói usando tudo o que aprendeu com os seus alunos, da turma 1-A, para pôr fim aos planos do vilão.
A carga dramática que essa luta carrega é intensa, pois até mesmo vemos a “origem” do sonho de All Might e como sua mãe foi importante para isso. Mas, mesmo com isso tudo sendo mostrado e trabalhado, a luta não é algo fácil para alguém sem poderes e com a saúde tão debilitada quanto a de All Might. E nesse momento que ressurge alguém vital para a história, Stain, o personagem que é o principal ponto de virada para a ascensão dos vilões e queda dos heróis, surge como um contraponto interessante nesse ponto da luta.
A luta mostra o ápice da animação e roteiro que esse momento precisa, a virada entre a quase vitória para uma derrota e a alternação que isso vem carregando. E o momento final, onde achamos que esse será o fim de All Might, a trilha sobe, a cena vai cortando para todos que acompanham com apreensão, onde estão visivelmente chocados com essa conclusão. Tudo apontava para um trágico fim para o herói e a visão de Nighteye finalmente aconteceria, até que…
Imagem: Bones Film.
Katsuki Bakugo vs. All For One: …O começo
Bom, se a luta entre All Might e All For One simbolizava o fim de uma era, essa luta demonstra o que seguirá: novos heróis tomando o lugar daqueles que os antecederam e, com isso, continuando seu trabalho. Diferente da carga emocional que a luta anterior trazia, essa é sobre ser capaz de estar à altura de um desafio que parecia impossível até para o maior herói que já existiu.
Bakugo salva seu herói, seu ídolo e, ao mesmo tempo, ainda tem que aguentar as consequências de sua quase morte. Salvo por um triz pelo herói Edgeshot, o jovem agora se vê diante de um desafio capaz de abalar até os maiores que esse mundo já mostrou. Enquanto isso, vemos o quão debilitado está All For One. Na sua anterior, vemos que o plano de All Might não consistia em apenas derrotá-lo, mas sim enfraquecê-lo também. Em algum momento, o herói não achou que poderia vencer, mas acreditou que conseguiria criar uma chance para que outro pudesse.
A luta está sendo acompanhada pelos pais de Bakugo, onde seu pai não consegue assistir e sua mãe o convence a acreditar no filho, pois é exatamente assim que ele é. Alguém disposto a encarar o impossível para realizar o desejo, mesmo que isso signifique encarar um dos maiores vilões que já existiu. Todo o contexto de heroísmo é posto à prova nesse momento, alguém se jogar em frente ao perigo para salvar aqueles que não podem, lutar com tudo o que tem com um sorriso no rosto, nesse momento Bakugo se tornou aquilo que sempre quis ser desde o começo, o Grande Deus da Explosão Assassina Dynamight.
Nesse momento, vemos o auge do crescimento do personagem, mostrando que desde o começo, por mais complicada que seja sua personalidade, o que ele sempre quis se tornar era um herói, não só um herói, o maior herói que já existiu. E então, o encerramento da luta não se torna apenas um grande alívio para aqueles que acompanhavam pelo mundo, mas também se torna um ponto de virada a esse conflito, porque, mesmo com os heróis ganhando ou perdendo, Bakugo conseguiu fazer com que uma antiga era terminasse e uma nova se iniciasse.
Imagem: Bones Film.
Izuku Midoriya vs. Tomura Shigaraki: O maior herói da história vs. o maior vilão da história
Vamos ao embate mais aguardado da obra, algo que vinha sendo trabalhado desde o começo da história e que, aos poucos, à medida que os personagens evoluíam, cresciam e se moldavam, a rivalidade ia ganhando mais camadas. Enquanto Midoriya ganhava mais relevância e experiência como herói, o seu árduo caminho para enfrentar All For One e Shigaraki. Em contraponto, vemos Shigaraki crescendo como vilão e querendo superar o seu mestre, o seu objetivo final ganha forma e agora o que o mundo pode fazer é apenas assistir e rezar para que o mundo não seja destruído com o seu poder.
A luta entre os dois não se prende apenas ao bem contra o mal, o certo contra o errado, mas à clássica razão entre um herói tentando salvar alguém em perigo. Desde que a rivalidade entre os dois começou, Midoriya sempre acreditou que conseguiria salvar o vilão, pois não o enxergava como uma ameaça e sim, como uma pessoa perdida e precisando de ajuda. Isso consegue ser melhor trabalhado na temporada anterior, onde, mesmo com os antecessores do One For All aconselhando Midoriya a matar Shigaraki para salvar o mundo. O jovem não consegue acreditar que esse seja o caminho que um herói faria.
A luta entre os dois leva cada um a mostrar o que sabe e não sabe para superar o rival. Em determinado momento, a luta deixa de ser física e passar a ser no subconsciente de Shigaraki, onde, na minha opinião, a história comete um erro estranho, aqui descobrimos a verdade sobre a origem do vilão. Descobrimos que desde o começo tudo o que houve com ele, foi planejado por All For One. Se a história tivesse se mantido com o peso de Shigaraki fosse o vilão por conta da sociedade atual dos heróis e como eles tratam aqueles que são “diferentes”, salvar ele seria algo mais impactante e memorável. Porém, tirar isso dele, planta que o maior vilão da história segue sendo o primeiro vilão desse mundo.
Então, o verdadeiro vilão a ser derrotado será o All for One, no corpo de Shigaraki. Nesse momento o que vemos são todos os heróis que ainda conseguem lutar, indo até o local para auxiliar Midoriya nesse momento decisivo e aqui vamos citar alguns paralelos que o 8º episódio tem com o que já ocorreu com a obra, o episódio qual adapta a sequência do mangá onde todos torcem para Midoriya dizendo: “Você consegue!”. Ao mesmo em tudo isso é animado, temos tocando a soundtrack “You Say Run”, a música tema do herói.
No episódio 4, vemos todos que estão fazendo o teste para entrar na U.A. correndo de um robô que se descontrolou, deixando para trás Midoriya e Uraraka. Mas, dessa vemos todos se mantendo ao lado dele e o incentivando a continuar o seu caminho até o vilão. Outro ponto importante, é a conversa dos heróis antes da guerra, não acreditando que haja alguém capaz de derrotar tal ameaça. Porém, agora vemos todos acreditando em Deku e torcendo por ele.
O discurso de All Mighty sobre o que significa ser um herói, para agora ser um sobre Midoriya ser o maior herói. A frase que abre essa review é o final desse momento no anime. Mas, a parte mais emocionante do episódio, é cena em a mãe de Midoriya corre, da mesma maneira que seu filho correu para salvar Bakugo no primeiro episódio, e finalmente encontra forças para torcer, ao invés de se preocupar com o garoto.
Em contra ponto temos All For One, finalmente, entendo o que torna Midoriya quem ele é. O seu monólogo sobre a fraqueza de Midoriya ser sua força e ser algo que All Might não possuía, é o que deixa todos os heróis, que ainda resistem contra ele, seguirem se levantando e continuar a lutar. E assim, o vilão, os heróis e nós espectadores, compreendemos que neste exato momento Deku se tornou tudo aquilo que sonhava, um herói capaz de inspirar o melhor nos outros, de fazer com mesmo que pareça difícil e sem esperança, se você ainda acreditar que pode salvar alguém, se ainda te restar forças para lutar, você consegue ser um herói.
Nesse momento, temos o primeiro golpe que quase derrota o vilão, é emocionante, belíssimo, tudo parecia que ia acabar bem. Mas, então vemos que ainda não acabou e por isso, ainda resta mais um momento resolução para a série. E esse é o momento em que tudo fica claro, na visão de Midoriya, All For One não é um grande vilão, ou o Rei Demônio, mas apenas um homem solitário, que nunca conseguiu compreender a vida. E a cena final, da derrota do vilão chega ser emblemática demais para obra. Após isso, temo 3 episódios para encerrar algumas pontas abertas e mostrar as consequências da guerra.
É bom ressaltar que nesse momento, Midoriya se tornou o símbolo da paz, o seu desejo de querer salvar alguém, que para todos era impossível de ser salvo, se arriscar a ponto de perder os próprios poderes pelo bem maior, mostra os impactos que ele deixou no mundo e continuarão a reverberará na história. Isso, é visto na cena de uma criança que foi deixada presa em sua própria casa, pela sua família, por conta da sua Individualidade fora do comum. E assim, aquela mesma senhora que não ajudou Shigaraki no passado, retorna novamente em um mesmo dilema que teve, agora vemos que ela se arrepende de ter ajudado. E por conta disso, para não cometer o mesmo erro, ela decide que vai ajudar o jovem. Mostrando que isso é o que um herói faz, mesmo sem poderes se você estender sua mão para quem precisa de ajuda, uma vida será salva e isso é o que significa ser um herói.
Imagem: Bones Film.
Gamerdito (Veredito): A temporada final de My Hero Academia é boa?
O anime de My Hero Academia chegou oficialmente ao fim no último sábado, encerrando uma jornada que acompanhou fãs por quase uma década. Para quem seguiu apenas a adaptação animada, o desfecho foi marcado por emoção, senso de conclusão e, sobretudo, uma recepção muito mais positiva do que aquela vista no encerramento do mangá no ano anterior. Diferente das reações divididas da publicação impressa, o final do anime conseguiu dialogar melhor com o público e consolidar My Hero Academia como um dos shonen com conclusão mais bem executada dos últimos anos.
Acompanhar um mangá semanalmente cria uma relação intensa entre obra e leitor. Ao longo dos anos, teorias, expectativas e desejos do fandom passam a coexistir com a narrativa original do autor. Muitas vezes, a frustração com um final não está ligada à qualidade da história em si, mas ao choque entre o que foi entregue e o que parte do público esperava ver. Foi exatamente esse fenômeno que cercou o fim do mangá de My Hero Academia, gerando críticas que, com o distanciamento do tempo, se mostram menos relacionadas à execução e mais às expectativas acumuladas.
Analisando a obra como um todo, é inegável que My Hero Academia não é isenta de falhas. Há arcos que poderiam ter sido mais bem desenvolvidos e personagens com potencial subaproveitado. Ainda assim, o arco final se destaca como um dos pontos mais fortes da série. Kohei Horikoshi construiu uma guerra derradeira de grande escala, envolvendo praticamente todo o elenco, resgatando personagens importantes e reforçando o impacto das conexões criadas ao longo da trajetória de Izuku Midoriya.
O conflito final entregou exatamente o que se espera de um grande shonen: reviravoltas impactantes, sacrifícios, perdas inesperadas e momentos de esperança. Diferente de outras obras do gênero, como Naruto Shippuden, cuja guerra final dividiu opiniões, My Hero Academia conseguiu equilibrar emoção, clareza narrativa e peso dramático, mantendo o envolvimento do público até o último episódio.
O desfecho da série é essencialmente positivo e coerente com tudo o que foi construído desde o início. A mensagem de amadurecimento, legado e heroísmo cotidiano se mantém intacta, e o destino de Midoriya reflete com precisão sua jornada desde o garoto inseguro até o símbolo que inspirou toda uma geração. Encerrar um mangá semanal após anos de publicação já é um desafio monumental; fazê-lo de forma consistente, emocionante e fiel à proposta original é ainda mais raro.
Com o fim do anime, My Hero Academia se despede deixando um legado sólido no gênero shonen. Mais do que batalhas espetaculares, a obra se consolida como uma história sobre crescimento, escolhas e o verdadeiro significado de ser um herói, e seu final reforça exatamente isso.
Lembrando que todos os episódios da temporada final de My Hero Academia, estão disponíveis na Crunchyroll.
A Epic Games Store liberou Disco Elysium – The Final Cut como o nono jogo gratuito do Mystery Games 2025, parte da tradicional promoção de fim de ano. O jogo especial do Dia de Natal fica disponível para resgate até 26 de dezembro de 2025, e depois disso permanece para sempre na sua biblioteca. No total, 17 jogos estão incluídos no evento de jogos grátis do fim de ano de 2025.
Disco Elysium é um RPG aclamado pela crítica, vencedor de vários prêmios e frequentemente citado como um dos melhores jogos narrativos já feitos. Vale destacar que o MeUGamer foi, novamente, o primeiro site brasileiro de língua portuguesa a divulgar com exclusividade a disponibilidade gratuita deste título por 24 horas na EGS, por meio do X (antigo Twitter).
O que é Disco Elysium – The Final Cut
Você controla um detetive sem memória, tentando resolver um assassinato em uma cidade decadente. Não há combates tradicionais. Tudo gira em torno de diálogos, escolhas, investigação e decisões morais.
O sistema de habilidades é diferente: suas próprias ideias, emoções e traços de personalidade falam com você o tempo todo. Dependendo das escolhas, você pode ser um herói improvável ou um completo desastre humano.
(Reprodução)Disco Elysium – The Final Cut é o nono jogo gratuito do Mystery Games 2025 da Epic Games Store 9
Como resgatar o jogo na Epic Games Store
Abra o Epic Games Launcher no PC ou acesse o site da Epic Games Store
Faça login na sua conta (ou crie uma, se não tiver)
Procure por Disco Elysium – The Final Cut na página inicial da promoção
Clique em “Obter”
Confirme o pedido (o valor será zero)
Pronto. O jogo ficará salvo na sua conta para sempre.
Requisitos reais de PC para jogar Disco Elysium – The Final Cut
Requisitos mínimos
Sistema: Windows 7 64-bit
Processador: Intel Core i3-530 ou AMD Phenom II X4 965
Memória: 4 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 460 ou AMD Radeon HD 6970
DirectX: Versão 11
Armazenamento: 20 GB de espaço livre
Requisitos recomendados
Sistema: Windows 10 64-bit
Processador: Intel Core i5-750 ou AMD FX-8350
Memória: 8 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 560 Ti ou AMD Radeon R7 370
DirectX: Versão 11
Armazenamento: 20 GB de espaço livre
Para quem gosta de jogos focados em história, escolhas e personagens marcantes, esse é um daqueles títulos que valem muito a pena resgatar, ainda mais de graça.
A prévia oficial do episódio 24 do anime Tougen Anki, o último episódio da temporada, foi divulgada, antecipando um confronto carregado de tensão e revelações decisivas. Determinado a deter o Shiki Ichinose fora de controle, Mikado recorre a um ataque extremo, colocando em jogo tudo o que ainda lhe resta de força.
Após esgotar completamente seu poder, Mikado se vê vulnerável e atônito diante da chegada inesperada de Naito Mudano, que surpreende ao declarar que não pretende dar o golpe final. Esse momento de hesitação abre espaço para verdades até então ocultas virem à tona.
Confrontado com as reais intenções de Mudano e dos demais envolvidos, Mikado passa a refletir profundamente sobre seu papel, suas escolhas e o significado de carregar o Sangue de Momotaro. O episódio promete não apenas ação intensa, mas também um forte desenvolvimento emocional e ideológico dos personagens, marcando um ponto de virada importante na narrativa de Tougen Anki.
O episódio final será a resolução do confronto entre Shiki e Mikado, aonde as dúvidas geradas durante a luta dos dois devem afetar o futuro de Mikado na organização Momotaro. Além disso, o episódio também servirá como o encerramento do atual arco adaptado, o Arco de Nerima.
O episódio 24 de Tougen Anki estreia na próxima sexta-feira, dia 26 de dezembro. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá por volta das 13h da tarde (horário de Brasília). Vale lembrar que a Crunchyroll libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.
Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 26 de dezembro de 2025, no Japão.
Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.
Além de Tougen Anki, o catálogo inclui títulos consagrados como One Piece, Naruto, Demon Slayer, Dragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro para esta produção e a outros animes.
A Epic Games Store traz mais um título gratuito para os jogos misteriosos de fim de ano, e o presente da véspera de Natal (24 de dezembro de 2025) é The Callisto Protocol. Esse é o oitavo título dos jogos grátis que totalizará 17 ao término do evento! Desenvolvido pela Striking Distance Studios, fundada por Glen Schofield (criador de Dead Space), esse survival horror no espaço é perfeito para quem gosta de terror intenso, combates brutais e uma atmosfera sufocante. Observe que não é a primeira vez que o título fica gratuito na plataforma.
O gameplay mistura tiros precisos com combate corpo a corpo visceral – use bastões elétricos para esmagar inimigos, manipule a gravidade para jogá-los contra obstáculos e vasculhe o ambiente em busca de armas, upgrades e equipamentos. A ameaça só cresce na “Lua Morta de Júpiter”.
Como Resgatar Gratuitamente
O jogo fica de graça por apenas 24 horas! Resgate até 25 de dezembro de 2025, às 12h59 (horário aproximado de Brasília; a troca geralmente ocorre às 13h).
É fácil:
Acesse o site da Epic Games Store (store.epicgames.com) ou o launcher no PC. Faça login na sua conta (ou crie uma gratuita). Na página inicial, o jogo gratuito do dia aparece em destaque na promoção de Natal. Clique em The Callisto Protocol, depois em “Obter” (é totalmente grátis). Confirme e ele fica na sua biblioteca para sempre!
(Reprodução)
Não perca tempo: acesse logo para garantir esse terror espacial de alta qualidade como presente de Natal. Bons sustos e Feliz Natal! Aguarde para saber qual será o nono jogo que chegará ao natal da Epic Games Store.
Anaconda (2025), dirigido por Tom Gormican (Um Tira da Pesada 4: Axel Foley), chega aos cinemas como um reboot inesperado e bastante diferente do thriller de 1997. Em vez de repetir a fórmula séria da caça à cobra gigante, o filme transforma a premissa em uma comédia de ação autoconsciente, na qual um grupo de amigos em crise de meia-idade decide realizar o sonho de refilmar, de forma amadora, o “clássico” Anaconda na floresta amazônica. Esta crítica se baseia no que esse recomeço consegue, de fato, entregar.
O que começa como uma produção caótica e de baixo orçamento se transforma em um pesadelo real quando uma anaconda de verdade — além de outras situações extremas — entra em cena, misturando perseguição, sobrevivência e uma dose generosa de humor absurdo. A descrição chega a lembrar Trovão Tropical (2008), filme que também recebeu críticas mistas e contou com Jack Black em seu elenco.
O que para alguns fãs poderia parecer uma forma da Sony Pictures “estragar” a franquia acaba se tornando um grande trunfo. A pitada de humor dita o ritmo do filme do começo ao fim. Não se trata de uma comédia escrachada que ignora o suspense: os jump scares são genuínos, as cenas de perseguição na selva mantêm a tensão característica do gênero, e tudo é temperado com piadas afiadas, situações absurdas e uma autocrítica do cinema dos anos 1990. Do início ao fim, o filme funciona como uma montanha-russa de risadas e sustos, ideal para quem busca diversão.
O elenco conta com Jack Black (Doug McCallister), Paul Rudd (Ronald Griff), Steve Zahn (Jenny Trent) e Thandiwe Newton (Claire Simons), além do destaque para a presença de atores brasileiros no elenco principal. Selton Mello brilha como Carlos Santiago, o domador de cobras local que se junta à trupe ao lado de Heitor, sua cobra de estimação, trazendo carisma irresistível e um timing cômico impecável. Sua performance é natural, divertida e cheia de energia, provando mais uma vez por que ele é uma referência do cinema nacional. Além disso, Rui Ricardo Diaz aparece como um policial, adicionando ainda mais peso do audiovisual brasileiro a essa produção hollywoodiana. As cenas em português conferem autenticidade, inclusive com exibição legendada no exterior, enriquecendo a experiência global sem perder espontaneidade.
A nostalgia é outro acerto. Jennifer Lopez e Ice Cube fazem participações especiais que remetem ao filme original de 1997, criando um elo nostálgico para os fãs. São aparições rápidas, mas carregadas de afeto pelo cult classic, sem exageros. Também merecem destaque as sátiras sutis à própria Sony, produtora do longa. Em diversos momentos, o roteiro “cutuca” o estúdio de forma inteligente, com piadas sobre orçamentos apertados, remakes desnecessários e o caos das produções hollywoodianas, tornando a narrativa ainda mais afiada e autorreferencial.
Alguns espectadores podem receber de forma positiva as mensagens que o filme busca transmitir, enquanto outros talvez não consigam digerir completamente essas escolhas narrativas.
Sobre Black e Rudd, os dois apresentam uma química interessante. Ambos são mestres do exagero — algo que agrada a alguns e incomoda outros. Contudo, esses filmes são recheados de excessos que arrancam risadas justamente pelo nonsense, mas que aqui é trabalhado de forma interessante.
Afinal, o que esperar de Anaconda (2025)?
No fim das contas, Anaconda é uma surpresa tanto para os fãs da franquia quanto para os apreciadores do gênero. Sem tentar ser melhor que o original, o filme opta por entreter de forma irreverente, entregando diversão pura, um elenco carismático, efeitos visuais competentes para a cobra em CGI e uma energia contagiante. Para quem gosta de comédia misturada com aventura, trata-se de uma ótima pedida para os cinemas, com risadas do início ao fim e sustos que mantêm o coração acelerado.
E não saia da sala antes do fim dos créditos: há uma cena especial que merece ser vista.
A nota final desta crítica para Anaconda (2025) é 4/5. Durante a CCXP25 o filme ganhou um painel especial com Shelton Mello sendo um dos destaques.
O longa-metragem estreia nos cinemas brasileiros em 25 de dezembro de 2025, no dia de Natal.
A Epic Games Store revelou o sétimo jogo do evento Mystery Games de 2025, e o título escolhido é Bloodstained: Ritual of the Night, um dos jogos indie mais importantes da última década. O jogo ficará gratuito por tempo limitado, entre 23 e 24 de dezembro de 2025, até 12h59, coincidindo com a véspera de Natal.
Desenvolvido sob a direção de Koji Igarashi, figura central por trás dos clássicos Castlevania, o jogo representa o verdadeiro retorno do gênero conhecido pelos fãs como Igavania — daí o slogan que muitos utilizam: “Igavania Returns!”.
História e ambientação
No jogo, o jogador assume o papel de Miriam, uma órfã marcada por uma maldição alquímica que lentamente cristaliza seu corpo. Para salvar a humanidade — e a si mesma — ela precisa atravessar um castelo repleto de criaturas demoníacas e enfrentar Gebel, o invocador responsável pelo caos que ameaça o mundo.
A trama adentra em fantasia sombria, alquimia e tragédia pessoal, aprofundando-se conforme o jogador explora o castelo e descobre fragmentos da história por meio de personagens, documentos e eventos opcionais.
Principais destaques
Forte inspiração nos clássicos Castlevania
Sistema profundo de habilidades baseadas em fragmentos (Shards)
Grande variedade de armas, armaduras e magias
Exploração não linear com backtracking estratégico
Trilha sonora marcante e direção artística detalhada
Como resgatar Bloodstained: Ritual of the Night na Epic Games Store
Siga o passo a passo abaixo para garantir o jogo gratuitamente:
Acesse o site ou aplicativo da Epic Games Store
Faça login com sua conta Epic Games (ou crie uma gratuitamente)
Na data do evento, procure por Bloodstained: Ritual of the Night na página inicial ou na seção de jogos gratuitos
Clique no jogo e depois em “Obter”
Confirme o pedido (o valor será R$ 0,00)
Pronto — o jogo ficará para sempre na sua biblioteca
Importante: o resgate deve ser feito até 12h59 do dia 24 de dezembro de 2025. Após esse horário, a promoção será encerrada.
Para quem gosta de Castlevania e metroidvanias, Bloodstained: Ritual of the Night é uma escolha interessante. O jogo entrega exploração, combate e uma atmosfera clássica que lembra os melhores títulos do gênero. Se ainda não jogou, essa é a hora.
A Sega ATLUS lançou uma atualização intitulada “update 1.03” para os usuários que possuem Persona 3 Reload no console do Nintendo Switch 2, aprimorando a imersão dos jogadores nesta trama fantástica da saga Persona. Agora, o desempenho proporciona suporte a 60 FPS no Modo Performance (disponível apenas no Modo TV). Um resultado considerável para quem prefere ter uma maior imersão, com gráficos mais detalhados.
A taxa de quadros também é um ponto considerável, que exibe um desempenho satisfatório para quem ainda se questionava sobre a entrega do jogo no console. O título, que fez grande sucesso em 2024 e foi indicado aos mais diversos prêmios, é um remake com uma abordagem intensa, que conseguiu atrair milhões de jogadores globalmente.
A seguir, confira as principais mudanças do aprimoramento adicionado nesta versão atualizada do jogo.
Versão 1.03 – Detalhes
Modo Performance (disponível apenas no Modo TV) – suporte a 60 FPS
Modo TV e Modo Portátil – melhorias na estabilidade da taxa de quadros
A atualização para o Nintendo Switch 2 referente à demo gratuita será lançada nos próximos dias (horário exato a ser definido).
Como estamos no período natalino, os jogadores que estão na dúvida se vão adquirir o jogo no Switch 2 podem aproveitar um desconto de 15% na compra do jogo, sendo esta a primeira vez que a oferta é aplicada desde o lançamento oficial no console. A ATLUS confia tanto no desempenho desta versão que disponibilizou uma demo gratuita para todos os detentores do console Nintendo Switch 2, possibilitando testar o jogo antes da compra oficial.
Esta oferta é válida até 4 de janeiro de 2026, exclusiva na Nintendo eShop. Fique ciente de que o título Persona 3 Reload está disponível para consoles da PlayStation, Xbox, Switch e PC (Windows via Steam).
Ainda, Persona 3 Reload está em oferta no Nintendo Switch 2 pela primeira vez, bem a tempo para uma última comprinha de fim de ano. Adquira o jogo com 15% OFF na Nintendo eShop até 4 de janeiro de 2026. Caso queira testar antes de comprar, uma demo gratuita está disponível, e os dados salvos são carregados para o jogo completo.
O Jump Festa 2026, realizado nos dias 20 e 21 de dezembro, no Makuhari Messe, em Chiba (Japão), reafirmou sua posição como o evento mais relevante da indústria de anime e mangá. Com uma programação robusta distribuída entre três palcos, Jump Super Stage, Jump Studio e o estreante Jump Station, o evento entregou uma avalanche de anúncios, trailers inéditos, confirmações de temporadas e projetos completamente novos.
Ao longo de dois dias, fãs do mundo inteiro acompanharam revelações envolvendo algumas das maiores franquias da Shonen Jump, consolidando o Jump Festa como o principal termômetro do futuro do anime.
Imagem: Divulgação
My Hero Academia celebra 10 anos com episódio especial
Mesmo com a história principal encerrada, My Hero Academia continua a expandir seu universo. Durante o evento, foi anunciado um episódio especial intitulado “More”, que adapta o capítulo 43 do mangá, com estreia marcada para 2 de maio de 2026, como parte das comemorações de 10 anos da franquia.
O anúncio contou com a presença do elenco principal, incluindo Daiki Yamashita, Ayane Sakura, Nobuhiko Okamoto, Yuki Kaji e Kenta Miyake, além da revelação de um logotipo comemorativo e um novo visual promocional.
Após uma estreia de grande sucesso, o anime Sakamoto Days teve sua segunda temporada oficialmente confirmada. O anúncio veio acompanhado de um teaser trailer e um novo visual, com a presença dos dubladores Tomokazu Sugita, Nobunaga Shimazaki, Daisuke Namikawa e Koki Uchiyama no palco.
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Mr. Clice ganha adaptação para anime
O mangá Mr. Clice, de Osamu Akimoto, criador de KochiKame, receberá uma adaptação para anime. Embora poucos detalhes tenham sido revelados, o projeto promete manter o humor característico que consagrou o autor.
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MASHLE: MAGIC AND MUSCLES retorna em 2027
A comédia MASHLE: MAGIC AND MUSCLES foi renovada para uma terceira temporada, com estreia prevista para 2027. O anúncio foi feito no palco por Chiaki Kobayashi, Reiji Kawashima e Kaito Ishikawa.
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Kaiju No. 8 anuncia arco final e anime focado em Gen Narumi
O painel de Kaiju No. 8 revelou que um arco final está oficialmente em produção. Além disso, foi confirmado um anime curto centrado em Gen Narumi, expandindo o universo da série. O elenco principal esteve presente para comentar as novidades.
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KochiKame celebra 50 anos com novo projeto anime
O clássico KochiKame: Tokyo Beat Cops terá um novo projeto em anime para celebrar seu 50º aniversário, em setembro de 2026. Também foi anunciado um jogo de simulação inspirado na obra.
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Chainsaw Man: Arco dos Assassinos é oficialmente confirmado
Um dos anúncios mais aguardados do evento aconteceu no segundo dia: o Arco dos Assassinos de Chainsaw Man foi confirmado como o próximo projeto anime da franquia, funcionando como sequência direta do filme Reze Arc.
O teaser apresenta Makima em uma sala de cinema enquanto sombras de assassinos surgem, seguido por cenas de Denji e dos novos antagonistas. O arco adapta os capítulos 53 a 70 do mangá e é considerado um dos mais aclamados pelos fãs.
Ainda não foi confirmado se o projeto será uma nova temporada ou outro filme.
『チェンソーマン 刺客篇』ティザーPV/Chainsaw Man – Assassins Arc Official Teaser
O anime Kindergarten Wars apresentou o seu primeiro visual oficial e revelou os principais nomes da equipa de produção, embora ainda sem data de estreia definida.
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Principais trailers, datas e renovações anunciadas
Entre os destaques adicionais do Jump Festa 2026, estão:
O evento também revelou projetos paralelos e especiais, como:
CHOPPER’s: mini-anime estrelado por Tony Tony Chopper (estreia em janeiro de 2026);
One Piece live-action – Temporada 2: estreia em 10 de março de 2026 e novo trailer divulgado;
Undead Unluck: especial anime com história original (dezembro de 2025);
Assassination Classroom: filme com histórias inéditas (março de 2026);
Moriarty the Patriot: novo musical de palco;
Blue Exorcist: gameplay de Alterna Vvelt Another Story.
Impacto e números do Jump Festa 2026
O Jump Festa 2026 foi transmitido ao vivo em três canais oficiais no YouTube, com mais de 40 apresentações distribuídas entre os palcos. O evento manteve um equilíbrio eficaz entre anúncios esperados e grandes surpresas, garantindo atenção constante do público.
Com estreias marcadas entre 2026 e 2027, o evento deixou claro que os próximos anos serão extremamente promissores para fãs de anime e mangá.
A Epic Games Store revelou o quinto jogo do Mystery Games 2025, e o título da vez é Sorry We’re Closed, um survival horror single-player com estilo nostálgico. O jogo já está disponível gratuitamente por tempo limitado e pode ser resgatado até 22 de dezembro de 2025, às 12h59 (horário de Brasília).
Para quem gosta de experiências mais densas, com história bem construída e ambientação perturbadora, este é um daqueles jogos que merecem atenção.
O que é Sorry We’re Closed?
Sorry We’re Closed é um jogo de terror de sobrevivência focado em narrativa, personagens profundos e múltiplos finais. A proposta mistura câmeras fixas, exploração de cenários inquietantes e uma mecânica central chamada Third Eye, que permite ao jogador enxergar entre mundos diferentes.
Ao longo da jornada, o jogador precisa:
Explorar locais estranhos e cheios de segredos
Resolver quebra-cabeças ambientais
Tomar decisões que influenciam diretamente o desfecho da história
Enfrentar situações psicológicas intensas, mais voltadas à tensão do que à ação
O visual aposta em uma estética retrô, remetendo aos clássicos do gênero, mas com identidade própria e foco narrativo bem marcado.
Como resgatar Sorry We’re Closed gratuitamente na Epic Games Store
O resgate é simples e segue o padrão dos jogos grátis da Epic Games Store. Veja o passo a passo:
Após isso, o jogo ficará para sempre em sua biblioteca, mesmo depois do fim da promoção.
Até quando o jogo fica disponível?
Disponível até: 22 de dezembro de 2025
Horário limite: 12h59 (horário de Brasília)
Depois desse período, o jogo deixa de ser gratuito e volta ao preço normal na loja.
Vale a pena resgatar?
Mesmo para quem não é fã assíduo de terror, Sorry We’re Closed chama atenção pela proposta diferenciada, foco em narrativa e clima psicológico. Por ser gratuito, é uma excelente oportunidade para experimentar algo fora do padrão, especialmente para quem aprecia histórias com múltiplos caminhos e finais alternativos.
A Epic Games Store segue mantendo o mistério e o ritmo diário de surpresas em seu evento de fim de ano, e este quinto título reforça a variedade de gêneros oferecidos.