Prévia do 12º episódio da 3ª temporada de Spy x Family

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O episódio 12 da terceira temporada de Spy x Family chega em um momento decisivo da narrativa, marcando a reta final do Arco de Wheeler e elevando consideravelmente o nível de tensão da série. Embora a comédia familiar e os momentos cotidianos ainda estejam presentes, o anime assume um tom cada vez mais sério, com forte carga política e foco nas ameaças que cercam Loid Forger. A pressão sobre sua identidade como Twilight, o avanço da SSS e os riscos à missão tornam este capítulo um dos mais importantes da temporada.

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A estreia do episódio 12 de Spy x Family está confirmada para o dia 20 de dezembro, às 23h no horário do Japão. A exibição internacional acontece de forma simultânea, com disponibilidade no Brasil por meio de plataformas como a Crunchyroll, a partir das 12h30 da manhã (horário de Brasília), permitindo que os fãs acompanhem o episódio quase em tempo real.

No capítulo anterior, intitulado “Situação de Nível Extremo 3”, a série contrastou o humor inocente de Anya e Becky durante uma visita ao zoológico com a realidade fria da espionagem vivida por Loid e Yuri. A sequência envolvendo o hospital e a armadilha armada pela SSS colocou Twilight em sua posição mais vulnerável até agora, com sua identidade seriamente ameaçada e a segurança da família Forger em risco. O episódio deixou claro que a SSS deixou de agir de forma improvisada e passou a operar com estratégias bem definidas e de longo prazo, tornando o confronto entre as agências de inteligência ainda mais perigoso.

Prévia do 12º episódio da 3ª temporada de Spy x Family
Imagem: WIT Studio/CloverWorks

Para o episódio 12, a expectativa é de uma continuação direta dessa crise. Loid deve recorrer a medidas mais agressivas de contrainteligência para escapar da vigilância intensa da SSS, enquanto lida com o desgaste emocional provocado pela dificuldade crescente de separar sua vida como espião de sua fachada familiar. A narrativa tende a aprofundar esse conflito interno, indicando que Twilight pode ser forçado a tomar decisões frias e dolorosas para garantir o sucesso da missão.

Além disso, o episódio deve reforçar o peso geopolítico da Operação Strix, mostrando que o conflito entre Ostania e Westalis vai além do pano de fundo e influencia diretamente os acontecimentos. Com a SSS cada vez mais próxima da verdade e Loid encurralado, o episódio 12 de Spy x Family tem potencial para se tornar um verdadeiro ponto de virada da temporada, com consequências duradouras para os personagens e para o rumo da história.

Prévia do 12º episódio da 3ª temporada de Spy x Family
Imagem: WIT Studio/CloverWorks

Data e horário de estreia

O episódio 12 de Spy x Family estreia no próximo sábado, dia 20 de dezembro. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá às 12h30 (horário de Brasília — BRT). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.

  • Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
  • A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.

Além de Spy x Family, o catálogo inclui títulos consagrados como One PieceJujustsu KaisenNarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do 12º episódio da 3ª temporada de Spy x Family
Imagem: WIT Studio/CloverWorks

Aviso de transparência

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Jogo grátis: Jotunnslayer: Hordes of Hel na Epic Games Store

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A Epic Games Store liberou mais um jogo gratuito como parte do Mystery Games 2025, campanha que vai distribuir 17 títulos ao longo da ação deste ano. A cada 24 horas, um novo jogo é revelado e fica disponível por tempo limitado, substituindo o anterior.

O jogo da vez é Jotunnslayer: Hordes of Hel, que pode ser resgatado gratuitamente entre 18 e 19 de dezembro. Após o resgate, o título fica vinculado permanentemente à conta do usuário na Epic Games Store.

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Sobre Jotunnslayer: Hordes of Hel
Jotunnslayer: Hordes of Hel é um jogo roguelike no estilo horde survivor ambientado nos reinos sombrios da mitologia nórdica. O jogador enfrenta ondas de inimigos, desbloqueia bênçãos concedidas por deuses nórdicos, explora cenários hostis e encara chefes poderosos ao longo da progressão.

Requisitos de sistema — Jotunnslayer: Hordes of Hel

Mínimos

  • Sistema operacional: Windows 10 (64 bits)
  • Processador: Intel Core i7-6700 ou AMD Ryzen 5 2600X
  • Memória: 8 GB de RAM
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 960 ou Intel Arc A380
  • DirectX: Versão 11
  • Armazenamento: 15 GB de espaço disponível
  • Observação: Os requisitos podem sofrer alterações conforme o desenvolvimento do jogo

Recomendados

  • Sistema operacional: Windows 10 (64 bits)
  • Processador: Intel Core i7-8700 ou AMD Ryzen 7 3700X
  • Memória: 8 GB de RAM
  • Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1060 ou Intel Arc A580
  • Armazenamento: 15 GB de espaço disponível
  • Observação: Os requisitos podem sofrer alterações conforme o desenvolvimento do jogo

Período de disponibilidade

  • Disponível a partir de: 18 de dezembro
  • Válido até: 19 de dezembro
  • Tempo para resgate: 24 horas

Após esse período, a Epic Games Store libera um novo título misterioso.

Imagem surpesa mystery games
(Reprodução)

Como resgatar o jogo gratuito

  1. Acesse a Epic Games Store (site ou aplicativo)
  2. Faça login com sua conta
  3. Localize: Jotunnslayer: Hordes of Hel
  4. Clique em “Obter”
  5. Conclua o resgate sem custo

O jogo ficará disponível permanentemente na biblioteca após a confirmação.

Demo de Final Fantasy VII Remake Intergrade é libertada no Nintendo Switch 2

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A Square Enix decidiu encerrar o ano em grande estilo para os jogadores da Nintendo. A pouco mais de um mês do lançamento oficial de Final Fantasy VII Remake Intergrade no Nintendo Switch 2, marcado para 22 de janeiro de 2026, a empresa surpreendeu ao liberar uma versão demo jogável do título no console.

A iniciativa permite que os fãs tenham um primeiro contato com a aguardada adaptação antes da estreia oficial e, mais importante, todo o progresso realizado na demo poderá ser transferido para a versão completa do jogo. Dessa forma, os jogadores já podem iniciar sua jornada por Midgar sem a necessidade de recomeçar quando o título for lançado definitivamente.

Uma nova experiência em Midgar

Final Fantasy VII Remake é o primeiro capítulo da ambiciosa trilogia que reimagina um dos RPGs mais icônicos da história dos videogames. O jogo recria a cidade de Midgar com visuais modernos, cenários detalhados e uma narrativa significativamente expandida em relação ao título original de 1997.

O sistema de combate é um dos grandes destaques da experiência. Ele combina ação em tempo real com elementos estratégicos clássicos do gênero RPG, permitindo que o jogador alterne entre personagens durante as batalhas, gerencie a barra de ATB e utilize habilidades, magias e itens de forma tática para maximizar o desempenho em combate.

A história de Cloud Strife e a luta contra a Shinra

Na narrativa, o mundo é dominado pela Shinra Electric Power Company, uma megacorporação que explora a energia vital do planeta para manter seu poder e influência. O jogador assume o papel de Cloud Strife, um ex-membro da SOLDIER que agora atua como mercenário.

Cloud acaba se envolvendo com o grupo de resistência Avalanche, que realiza ataques contra a Shinra em uma tentativa de impedir a destruição do planeta. O que começa como uma simples missão de sabotagem rapidamente se transforma em um conflito de proporções muito maiores, envolvendo conspirações, memórias fragmentadas e o destino de todo o mundo.

Conteúdo extra com Yuffie em Intergrade

A edição Intergrade inclui ainda o conteúdo adicional FF7R Episode INTERmission, uma campanha inédita protagonizada pela ninja Yuffie Kisaragi. Na expansão, a personagem se infiltra em Midgar com a missão de roubar uma poderosa matéria da Shinra, oferecendo uma nova perspectiva dos acontecimentos paralelos à história principal.

O episódio adicional apresenta novas mecânicas de combate, personagens inéditos e amplia o universo do remake, reforçando o valor da edição Intergrade para novos jogadores e veteranos da franquia.

Demo já disponível no Nintendo Switch 2

A demo de Final Fantasy VII Remake Intergrade já pode ser baixada no Nintendo Switch 2, oferecendo um recorte robusto da experiência completa. Com a possibilidade de transferência de progresso, a iniciativa se mostra uma excelente oportunidade para conhecer o jogo antes do lançamento oficial e começar a aventura em Midgar desde já.

Com essa estratégia, a Square Enix reforça sua aposta no novo console da Nintendo e aquece o público para uma das estreias mais aguardadas de 2026.

Limp Bizkit: Um Retorno Ao Brasil Para Trazer Nostalgia

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O ano era 1998, um ano um tanto complicado para minha pessoa, quando passei por cirurgias e, ao mesmo tempo, estava em uma fase de buscar novas experiências musicais. Ao ouvir Sour, um trailer de uma banda que misturava rap com rock, o propulsor do nu metal, aquilo despertou meu interesse. Mesmo ainda adolescente, já vibrava com o cenário dos acordes e riffs pesados que iriam me guiar por toda a vida. Naquela época, um menino, não dei muita bola, já que essa canção estava em um trailer aleatório de uma madrugada qualquer de insônia.

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Mais tarde, quase como uma repetição, surgiria do nada Nookie. Era um êxtase, diferente de tudo o que havia visto na época, ainda trazendo o rock revoltado com o sistema. Novamente perdi a oportunidade de imortalizar isso na minha memória. Infelizmente, naquele período, o estilo grave e agressivo das letras não era tão popular nas rádios e também nos programas focados em música.

Minha vibração foi nas alturas, pois estava acostumado com rock ou metal tradicionais e nada com adições de sintetizadores, tech, entre outros elementos. Porém, foi em 2000 o verdadeiro ano da explosão mundial do nu metal. Contudo, não foi por isso meu vislumbre por uma das bandas mais consagradas do gênero. Como fã do agente secreto da MI5, Ethan Hunt, interpretado pelo astro do cinema Tom Cruise, quando em meus tímpanos passaram, filtrando todas as harmonias, Take A Look Around, canção tema de Missão: Impossível 2. Ali, de fato, nunca mais deixei de memorizar quem realmente era o responsável por uma das canções mais icônicas de trilha sonora para um filme de Hollywood.

Uma mistura de estrela do mar, cachorro-quente e um gosto de chocolate

Esse fato trouxe abertura global até para pessoas que não davam oportunidade ao rock and roll aceitarem ouvir algo experimental. Chocolate Starfish and the Hot Dog Flavored Water, o álbum mais bem-sucedido da banda Limp Bizkit, vendeu milhões de cópias só no seu ano de lançamento, além de ficar no top 10 de diversos lugares do mundo. Os hits se imortalizaram com tanta força que todos daquele período, mesmo quem não era fã, sabiam cantar.

É difícil listar quais faixas mais marcaram. Com certeza, a mais lembrada é My Way, por seu icônico videoclipe, trazendo nostalgia como um timelapse da evolução humana. My Way foi tão icônica que eu sabia todas as coreografias que os músicos elaboravam no vídeo — saudade é o nome disso. São hits incríveis, de Rollin’ à enigmática Boiler, com uma mensagem social que tornava impossível dizer qual é a melhor.

Após o megassucesso do álbum de 2000, a banda retornou aos estúdios lançando Results May Vary. Tentando repetir o sucesso do antecessor, até conseguiu emplacar alguns singles, como Eat You Alive e Behind Blue Eyes, porém parou por aí. Não sei se era pressão do estúdio para conseguir trazer um frescor como Chocolate Starfish, mas acabou não agradando o público raiz. Por ironia do destino, Behind Blue Eyes manteve o nome do grupo nas paradas, apesar de apenas o vocalista Fred Durst ter se destacado no videoclipe oficial ao lado da atriz Halle Berry, que naquele período vivia seu auge em Hollywood.

A canção era uma versão escrita por Pete Townshend para a banda inglesa The Who, lançada em 1971 no álbum Who’s Next. Até os dias atuais, o cantor e a banda são lembrados por esse hit.

Com The Unquestionable Truth, de 2005, houve uma tentativa de retomar o que eles haviam perdido, e a resposta não foi tão promissora quanto se esperava. Esse era um momento de pausa para buscar novos ares e inspirações. A reunião do grupo para Gold Cobra, em 2011, sem levar sua turnê aos Estados Unidos, causou estranheza. Quando você ouvia, tentava soar como os primórdios, mas ainda sem a inspiração e a produção acústica de Chocolate Starfish and the Hot Dog Flavored Water. Nesse período, a banda desembarcava pela primeira vez no Brasil. Como os fãs ainda lembravam do grupo por seus hits épicos, os brasileiros foram tomados por uma grande explosão de vibração e bate-cabeça com a banda.

O Chinese Democracy do nu metal, assim era conhecido o interminável álbum Stampede of the Disco Elephants, que simplesmente virou Still Sucks. Esse trabalho gerou questionamentos internos entre os integrantes principais, já que Durst parecia não gostar de nada do que gravava, gerando um atrito desagradável entre os músicos. Anunciado entre 2012 e 2013, somente no Halloween de 2021 os fãs puderam conhecer o material completo. Se de fato é o material original, fica a dúvida, já que Wes Borland, guitarrista conhecido por suas pinturas exóticas e enigmáticas nas performances com a banda, relatou ter gravado dezenas de compilações instrumentais. Aparentemente, nada desse material foi aproveitado pelo vocalista.

A reviravolta para um novo recomeço para Limp Bizkit

Em 12 de setembro, foi lançado o single Making Love To Morgan Wallen nas redes sociais da banda e também nas plataformas digitais. Esse som estava mais próximo do que os fãs estavam acostumados, remetendo ao período em que a banda liderava as paradas musicais no início dos anos 2000.

Entretanto, um mês após o lançamento, uma notícia abalaria o grupo, o mundo do rock e os fãs. Sam Rivers, membro original da banda, veio a falecer por complicações de saúde, pegando todos de surpresa. Eles já estavam prontos para turnês globais. Rivers deixou eternizadas as notas de baixo de My Way, um dos maiores hinos da banda, perceptível até no trailer de seu maior hit, entre os mais animados.

Atualmente, a banda tem feito tributos emocionantes nos shows, como vídeos em homenagem com mensagens do tipo “Sam Rivers, nosso irmão para sempre”. O Brasil está no caminho do Limp Bizkit no dia 20 de dezembro de 2025, com uma apresentação épica no Allianz Parque, marcada para encerrar o ano com muito peso. Mesmo após o retorno recente como headliner no Lollapalooza Brasil de 2024, em São Paulo, o público do show solo espera algo ainda mais intenso, com uma recepção completamente diferente da vivida no Lolla.

Em sua quinta apresentação no país, os apaixonados por rock esperam algo único, jamais visto em suas visitas ao Brasil. Para quem sempre gostou da vibe underground, nomes como Bullet For My Valentine estão confirmados como abertura do show.

A seguir, confira as bandas que se apresentarão como atrações de abertura antes da apresentação apoteótica do Limp Bizkit, com sua turnê “LOSERVILLE: GRINGO PAPI TOUR 2025”. Podem aguardar uma setlist recheada de clássicos da banda!


Sobre o evento: ingressos e horário do show

LIMP BIZKIT
Data: 20/12/2025

  • Abertura dos portões: 14h
  • Slay Squad: 16h
  • Riff Raff: 16h50
  • Ecca Vandal: 17h20
  • 311: 18h15
  • Bullet For My Valentine: 19h30
  • Limp Bizkit: 21h05
LOSERVILLE: GRINGO PAPI TOUR 2025 lineup
(Reprodução)

Local: Allianz Parque
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo – SP, 05001-200
Classificação etária: Entrada e permanência de crianças e adolescentes de 5 a 15 anos acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Setores e preços

  • Cadeira Superior: R$ 182,50 (meia) | R$ 365,00 (inteira)
  • Pista: R$ 247,50 (meia) | R$ 495,00 (inteira)
  • Cadeira Inferior: R$ 332,50 (meia) | R$ 665,00 (inteira)
  • Pista Premium: R$ 447,50 (meia) | R$ 895,00 (inteira)

A Eventim é a responsável pela aquisição dos ingressos para quem estiver interessado em assistir presencialmente e viver muito rock e metal. Alé, da realização da 30e.

Epic Games Store: cronograma dos 17 jogos Mystery Games grátis de 2025

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A Epic Games Store abriu o Mystery Games 2025 desejando feliz Natal e próspero Ano Novo do jeito dela: liberando Hogwarts Legacy gratuitamente por uma semana. Como vocês devem ter acompanhado em nossas redes sociais, como o X (antigo Twitter), fomos o primeiro portal brasileiro a divulgar qual seria o primeiro jogo gratuito do evento, horas antes do anúncio oficial.

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Com o primeiro jogo já liberado, começa agora o acompanhamento do cronograma completo dos 17 títulos gratuitos que serão disponibilizados na plataforma da criadora de Fortnite. Como de costume, surgem rumores sobre quais jogos podem aparecer ao longo do evento. Em edições anteriores, títulos AAA dividiram espaço com produções independentes e jogos de médio orçamento.

Entre as apostas da comunidade, Lords of the Fallen (2023) aparece com frequência. O título ganhou força nos rumores por ter a Epic Games Store como publicadora exclusiva da continuação prevista para 2026. Caso se confirme, entraria para a lista de jogos gratuitos que costumam movimentar os jogadores, especialmente no Brasil, onde muitos usuários nem sempre têm acesso a lançamentos de grande porte.

O evento costuma alternar entre jogos independentes aclamados, produções intermediárias e blockbusters, padrão que se repetiu nas edições anteriores. Conforme novos títulos forem revelados ou caso surjam informações antecipadas, a lista será atualizada até a liberação do último jogo.

Vale lembrar que, com exceção do primeiro e do décimo sétimo título, que ficam disponíveis por uma semana, todos os demais jogos poderão ser resgatados por apenas 24 horas. Recomendo acompanhar diariamente para não perder nenhuma adição e ampliar o catálogo de jogos na plataforma. Detalhe que o anúncio do primeiro jogo ocorreu durante o The Game Awards 2025.

Jogos grátis misteriosos (Mystery Games) da Epic Games Store

Hogwarts Legacy na Epic Games está gratuito por tempo limitado
Imagem reprodução

O resgate dos jogos deve ser efetuado na página oficial dos Jogos grátis.

Epic Games Store Holiday Sale 🤝 The Game Awards

“Avatar: Fogo e Cinzas” UCI apresenta Fan Event, com brindes e combo especial

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UCI realiza no dia 17 de dezembro a pré-estreia de “Avatar: Fogo e Cinzas”, um dia antes do lançamento oficial do filme nos cinemas, marcado para 18 de dezembro. A sessão faz parte de um Fan Event voltado aos fãs da franquia e acontece em salas especiais da rede. Os ingressos já estão à venda no site oficial e nas bilheterias.

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Quem participar da pré-estreia recebe brindes exclusivos. Todos os clientes ganham um pôster oficial do filme e um ticket IMAX numerado. Participantes do programa de fidelidade UCI Unique também recebem um pin colecionável. Durante o evento, o público poderá comprar o combo oficial do longa, que inclui copo temático.

O novo filme chega à UCI com exibição em diferentes formatos premium. As salas IMAX, nas quais o longa foi filmado, contam com tela de grandes proporções e sistema de som de alta potência. As salas XPLUS oferecem áudio Dolby Atmos, enquanto as VIP DE LUX têm poltronas reclináveis, atendimento diferenciado e cardápio exclusivo. Já as salas 4DX, disponíveis no UCI New York City Center, no Rio de Janeiro, e no UCI Anália Franco, em São Paulo, incluem movimentos nas cadeiras e efeitos sensoriais como vento, chuva, aromas e vibrações.

Sequência de “Avatar: O Caminho da Água”, vencedor do Oscar 2023 de Melhores Efeitos Visuais e terceira maior bilheteria da história do cinema, “Avatar: Fogo e Cinzas” dá continuidade à história da família Sully. O enredo acompanha Jake, Neytiri e seus filhos lidando com a guerra contra a RDA, o luto pela perda do filho mais velho e uma nova ameaça em Pandora. O filme apresenta o bioma vulcânico do planeta e o clã Na’vi conhecido como Povo das Cinzas, liderado por Varang, personagem interpretada por Oona Chaplin.

Mais informações sobre valores, sessões e programação estão disponíveis no site UCI. Clientes Unique têm direito à meia-entrada em qualquer dia e sessão. O programa é voltado a maiores de 18 anos e oferece um ingresso cortesia para novos associados, válido de segunda a quinta-feira, inclusive feriados.

Para os fãs, o longa-metragem e todos seus demais filmes são uma boa escolha para encerrar 2025

Fortnite: como ganhar a mochila de Hogwarts Legacy gratuitamente

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Durante a promoção de fim de ano de 2025 da Epic Games Store, jogadores têm a chance de desbloquear um item cosmético exclusivo no Fortnite inspirado no universo de Hogwarts Legacy. A recompensa é a Mochila do Chocolate Frog, e o processo para obtê-la é simples — mas exige atenção a alguns requisitos. Embora essa colaboração possa não parecer tão mágica, a criadora do battle royale mais famoso do mundo também disponibilizou o jogo gratuitamente por tempo limitado.

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Requisitos para desbloquear a mochila no Fortnite

Para garantir a mochila temática de Hogwarts Legacy dentro do Fortnite, é necessário cumprir apenas uma condição principal:

  • Jogar no mínimo duas horas de Hogwarts Legacy na Epic Games Store
  • O tempo de jogo precisa ser registrado até 18 de dezembro
Mochila de Hogwarts Legacy no Fortnite: requisitos e prazo para resgate
(Reprodução/EGS)

Não importa se o jogador iniciou uma nova campanha agora ou se já possuía o título anteriormente. Quem já acumulou duas horas ou mais de gameplay também será elegível para receber o item. Em outras palavras, novatos e veteranos possuem as mesmas oportunidades, principalmente se for fã desse mundo inspirado em Harry Potter.

Quando a mochila será liberada

A Epic Games informou que a liberação da Mochila do Chocolate Frog não é imediata. Após o fim do período da promoção, a empresa fará a verificação do tempo jogado nas contas elegíveis.

  • A recompensa pode levar entre 24 e 48 horas para aparecer automaticamente na coleção do Fortnite
  • O item será vinculado à mesma conta Epic utilizada para jogar Hogwarts Legacy

O que fazer se a mochila não aparecer

Caso a mochila não seja adicionada à conta dentro do prazo informado, a recomendação é verificar manualmente o tempo de jogo:

  1. Acesse a Biblioteca da Epic Games Store
  2. Clique nos três pontos ao lado de Hogwarts Legacy
  3. Confira o campo “Tempo jogado”

Se o tempo mínimo de duas horas estiver correto e a recompensa ainda não tiver sido entregue, o próximo passo é entrar em contato com o Suporte ao Jogador da Epic Games para análise do caso.

Integração entre Hogwarts Legacy e Fortnite

A ação faz parte da estratégia da Epic de integrar grandes franquias ao do Fortnite, utilizando recompensas cosméticas como incentivo de engajamento entre jogos da loja. A Mochila do Chocolate Frog é um item exclusivamente visual, mas carrega forte apelo para fãs do universo Harry Potter.

Para quem acompanha esse tipo de crossover, a dica é simples: jogue pelo menos duas horas e aguarde a validação da Epic. Cumprido o requisito, a mochila será adicionada automaticamente ao Fortnite.

Vale ficar atento: durante o tradicional Festival Invernal de 2025, os trajes das casas de Hogwarts — Grifinória, Sonserina, Corvinal e Lufa-Lufa — estarão disponíveis para resgate. Normalmente, esse tipo de colaboração exige o uso de V-Bucks para aquisição por meio do passe do festival.

Prévia do episódio 23 do anime Gachiakuta

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O episódio 23 de Gachiakuta já tem data confirmada e promete dar sequência direta aos acontecimentos mais chocantes da temporada. O novo capítulo será lançado no domingo, 14 de dezembro de 2025, com exibição internacional via Crunchyroll, incluindo legendas em português disponíveis logo após a estreia. A narrativa entra em uma fase decisiva, marcada por perdas irreversíveis, revelações importantes e a expansão do universo da obra.

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No episódio anterior, a história atingiu um de seus pontos mais sombrios com a morte de Noerde, que foi devorada pela entidade conhecida como Vigia, guardiã da fronteira entre a Esfera e o Chão. Junto dela, seu Instrumento de Vitalidade também foi consumido, tornando esse um dos momentos mais impactantes da temporada. Em paralelo, Guita revelou sua verdadeira habilidade ao assumir a forma de um kaiju gigante, usando sua roupa de pelúcia para salvar os Limpeza após o confronto com a Besta do Lixo. Apesar de conseguirem chegar à cidade fortificada, o grupo encontrou um cenário devastado pela tempestade, indicando que os desafios estão longe de acabar.

Prévia do episódio 23 do anime Gachiakuta
© Kei Urana, Hideyoshi Andou and KODANSHA/ GACHIAKUTA Production Committee

Para o episódio 23, a expectativa é que a trama comece explorando o paradeiro de Amo, desaparecida após o ataque dos Invasores. O fato de Rudo ter recuperado suas botas sugere um possível reencontro ou até mesmo uma missão de resgate em meio ao caos. Também deve ganhar destaque o mistério envolvendo a relação entre Amo e os Invasores, especialmente após as falas enigmáticas de Bundus, que indicam que Rudo pode desconhecer verdades cruciais sobre esse grupo.

Outro eixo central do episódio será o aprofundamento do papel do Vigia, a entidade colossal que controla a travessia entre territórios e devora tudo aquilo que tem valor quando alguém tenta cruzar a fronteira sem proteção adequada. A ligação entre os Itens da Série Vigia e a sobrevivência de Rudo em sua queda inicial deve ser esclarecida, reforçando a importância desses artefatos dentro da mitologia de Gachiakuta.

Mantendo o alto nível técnico do estúdio Bones, o episódio 23 promete intensificar os conflitos emocionais e narrativos, ampliando os mistérios centrais da obra e preparando o terreno para o clímax do arco. As próximas decisões dos personagens devem redefinir alianças, revelar segredos e conduzir a história para um desfecho cada vez mais tenso.

Prévia do episódio 23 do anime Gachiakuta
© Kei Urana, Hideyoshi Andou and KODANSHA/ GACHIAKUTA Production Committee

Data e horário de estreia

O lançamento do episódio ocorre no próximo domingo, dia 14 de dezembro, na Crunchyroll. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá às 11h30 da manhã (horário de Brasília). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.

  • Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
  • A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.

Além dessa produção do anime, o catálogo inclui títulos consagrados como One PieceNarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do episódio 23 do anime Gachiakuta
© Kei Urana, Hideyoshi Andou and KODANSHA/ GACHIAKUTA Production Committee

Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro para esta produção e a outros animes.

Review | Winds of Arcana: Ruination é inspirado nos clássicos

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Winds of Arcana: Ruination surge como um metroidvania acessível e convidativo, especialmente pensado para quem gosta do gênero, mas também aprecia uma experiência menos punitiva que a média. O desenvolvido pelo estúdio Brewed Games, surge meio tímido em meio a tantos lançamentos, mas ganha destaque por sua personalidade e nostalgia. Nossa review é baseada na imersão que o jogo proporciona aos jogadores e imersão principalmente na versão de PC Windows. Provavelmente, você não deve ter ouvido falar desse lançamento, mas ajudaremos instigar sua curiosidade. No início desta publicação você acompanha o vídeo de lançamento do jogo.

O jogo começa sem muitas explicações, assumindo o papel de Aryn, um mercenário determinado que parte em uma jornada após o desaparecimento de sua família de mercenários, que desapareceram quando uma missão saiu completamente do controle. Ambientado em um mundo sombrio e misterioso, destruído por forças antigas e poderosas, o jogo acompanha a busca de Aryn não apenas por seus aliados, mas também pela verdade por trás do colapso de sua realidade, e sobre o seu próprio destino.

A aventura combina ação guiada pela narrativa, exploração e elementos de plataforma, desafiando o jogador a utilizar magias poderosas e armas místicas para enfrentar inimigos, superar obstáculos e desvendar os segredos ocultos nesse universo em ruínas. Ao avançar, cada descoberta aproxima Aryn de seus companheiros desaparecidos e do mistério que envolve a destruição de seu mundo.

Winds of Arcana: Ruination cena do jogo
(Reprodução)

A jogabilidade é notavelmente fácil de assimilar, os comandos respondem bem, os movimentos fluem com naturalidade e as batalhas não exigem um domínio profundo de técnicas complexas. Para muitos jogadores, isso funciona como uma porta de entrada agradável para o estilo, tornando a progressão menos frustrante e mais focada no ritmo da exploração. Há também uma inspiração clara em Prince of Persia: The Lost Crown, seja na cadência dos saltos, na leitura de padrões inimigos ou na forma como o jogo integra mobilidade acrobática ao design das fases.

A trilha sonora merece destaque por contribuir fortemente para a imersão. As músicas acompanham o clima de cada região, alternando entre composições mais suaves, que reforçam sensação de mistério, e faixas marcantes durante confrontos importantes. Nada é exagerado; pelo contrário, a trilha funciona como um pano de fundo emocional, que ajuda o jogador a “sentir” o mundo sem competir por sua atenção. Esse cuidado sonoro dá vida aos ambientes e reforça a atmosfera fantasiosa de Arcana.

O design de personagens é outro ponto em que o jogo brilha. As silhuetas são bem definidas, os trajes carregam elementos visuais que dialogam com suas histórias e habilidades, e há um cuidado especial nas animações. Cada figura parece ter uma identidade própria, e isso enriquece não apenas a narrativa, mas também a sensação de progressão: encontrar novos aliados ou adversários sempre desperta interesse pelo visual e pelo que eles representam dentro do universo do jogo.

Gameplay para o review do jogo Winds of Arcana: Ruination
(Divulgação)

As missões secundárias funcionam como pequenas expansões do mundo, oferecendo objetivos que variam desde tarefas simples até desafios um pouco mais elaborados. Embora nem todas sejam memoráveis, muitas delas ajudam a construir o lore e premiam o jogador com itens úteis ou melhorias bem-vindas. São atividades que complementam a jornada principal sem parecerem “encheção de linguiça”, ainda que algumas pudessem explorar melhor o potencial narrativo do cenário.

No entanto, Winds of Arcana: Ruination não está livre de problemas. Em certos momentos, o level design pode parecer repetitivo, especialmente em áreas onde os desafios não evoluem de maneira muito criativa. A dificuldade reduzida, embora seja um ponto positivo para muitos, pode fazer com que jogadores veteranos sintam falta de confrontos mais complexos. Além disso, pequenos bugs de colisão e falhas ocasionais de detecção de plataformas podem quebrar o ritmo da exploração, ainda que não prejudiquem a experiência de forma séria.

No conjunto, Winds of Arcana: Ruination é uma experiência cativante, visualmente bem cuidada e acessível, que abraça suas influências e as transforma em um metroidvania acolhedor e agradável. Pode não reinventar o gênero, mas entrega uma aventura sólida, com personalidade e charme suficientes para conquistar quem busca algo leve, envolvente e visualmente inspirador.

Winds of Arcana: Ruination cenário
(Divulgação)

Gamerdito (Veredito): Vale a pena jogar Winds of Arcana: Ruination?

Sim, especialmente para quem procura um metroidvania mais acessível, com progressão leve e foco na imersão narrativa. O jogo não reinventa o gênero, mas apresenta uma atmosfera nostálgica e um mundo bem construído, acompanhado por uma trilha sonora imersiva que reforça cada momento da jornada. A jogabilidade é fluida e fácil de assimilar, tornando a experiência acolhedora até mesmo para iniciantes, enquanto o design de personagens se destaca pela personalidade e pelo cuidado visual aplicado em cada figura. As missões secundárias também cumprem bem seu papel, expandindo o lore sem se tornarem cansativas.

No entanto, Winds of Arcana: Ruination não está livre de limitações. O level design pode se tornar repetitivo em alguns trechos, a baixa dificuldade pode decepcionar jogadores mais experientes e pequenos bugs de colisão ou detecção podem interromper brevemente o ritmo da exploração.

Ainda assim, o veredito é positivo. Se você busca um metroidvania visualmente agradável, narrativamente envolvente e mais leve que os títulos tradicionalmente desafiadores do gênero, Winds of Arcana: Ruination vale a sua atenção. É uma aventura charmosa, acessível e ideal tanto para novos jogadores quanto para quem deseja uma experiência mais tranquila e imersiva.

Review | Winds of Arcana: Ruination
Imagem: Brewed Games

Com isso, finalizo minha experiência que, mesmo em acesso antecipado, posso dizer que minha satisfação com as mecânicas, enredo e jogabilidade é de nota 8/10.


Agradecemos à Brewed Games e a sua assessoria pela liberação da chave do jogo, proporcionando-nos a oportunidade de realizar uma análise de Winds of Arcana: Ruination no PC Windows via Steam. Esta review tem como objetivo orientar nossos leitores sobre se vale a pena ou não jogar.

A Ascensão de “Dispatch”: quando o mercado força uma mudança estratégica na indústria dos games

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A indústria de games, outrora um farol de inovação e bilheterias estratosféricas, atravessa um dos seus momentos mais turbulentos. Demissões em massa, fechamento de estúdios icônicos e lançamentos que “flopam” como dominós – tudo isso não é segredo. Como noticiamos em nosso site, mais de 10 mil profissionais foram demitidos nos últimos 12 meses, com gigantes como a Epic Games, Xbox, Sony, Unity cortando equipes inteiras. Mas o que está por trás dessa crise? Muitos apontam para uma agenda “woke” e progressista que, segundo críticos, prioriza narrativas ideológicas em detrimento de mecânicas sólidas e apelo comercial.

Banner oficial do jogo Dispatch
(Reprodução)

Consultorias como a Sweet Baby Inc., acusadas de injetar pautas de diversidade forçada em roteiros, tornou-se o bode expiatório perfeito para flops como Concord (que vendeu míseros 25 mil cópias) e Dustborn. No entanto, um que resplandece e brilha no horizonte: Dispatch. Com mais de 131 mil jogadores simultâneos no Steam em seu lançamento inicial, o jogo da Adhoc Studio – fundada por ex-veteranos da Telltale Games – parece desafiar essa previsão. E se o sucesso de Dispatch for a prova de que até os mais “progressistas” estão se adaptando ao que o público realmente quer? Essa é a teoria que exploro aqui: uma rendição sutil às demandas do mercado, onde ideais pessoais são engolidos pelo imperativo do lucro.

Fique ciente de que esta publicação não possui qualquer tipo de viés ideológico, político ou pessoal. O conteúdo apresenta uma análise editorial baseada exclusivamente nos profissionais envolvidos — atores e desenvolvedores do projeto Dispatch —, bem como em informações públicas, recepção do público e no sucesso inesperado refletido na aprovação da comunidade gamer. Todas as observações aqui descritas têm caráter informativo e analítico, sem a intenção de promover ou desmerecer qualquer indivíduo ou grupo.

Observe que o artigo foi escrito no dia do lançamento dos episódios 7 e 8, encerrando o cronograma de lançamento da primeira temporada do jogo. No entanto, aguardei um tempo para publicar o conteúdo, pois o título foi indicado à categoria de Melhor Estreia Indie no The Game Awards 2025, prêmio vencido por Clair Obscur: Expedition 33.

A Crise da Indústria: Quando o “Woke” Virou Veneno?

Vamos aos fatos frios. A era pós-2020 viu um boom de narrativas inclusivas em games, impulsionado por movimentos como #MeToo e Black Lives Matter (BLM).

Estúdios como a BioWare e a Obsidian Entertainment abraçaram isso com unhas e dentes, —; a própria BioWare sempre foi mais liberal um dos motivos de Mass Effect ser o meu jogo favorito da era moderna da indústia dos games — resultando em títulos como Dragon Age: The Veilguard (lançado em 2024 e criticado por diálogos ruins e trama desgastante); Avowed (da Obsidian, que prometia profundidade, mas entregou mecânicas rasas e foco excessivo narrativas pouco interessante) e South of Midnight (da Compulsion Games, que misturou folclore sulista com pautas ambientais e raciais de forma que soou forçada para muitos). Sem citar Concord, considerado um dos maiores fracassos de vendas entre jogos classificados como AAA na indústria contemporânea dos games.

Esses jogos não foram os únicos que usuários os colocaram como vilões; Suicide Squad: Kill the Justice League e Forspoken também patinaram, acumulando críticas não só por bugs, mas por roteiros que pareciam lições de aula de sociologia em vez de aventuras épicas. Todos esses relatos são de trechos que poderiam ser encontrados em diversas redes sociais como Reddit, X, Facebook, Instagram e outros.

No centro dessa polêmica está a Sweet Baby Inc., uma consultoria de narrativa que trabalhou em projetos como God of War Ragnarök (sucesso relativo) e Alan Wake 2, mas é vilanizada por supostamente “estragar” jogos com quotas de diversidade —; o conceito de pluralidade sempre deve existir. Há argumentas que isso afasta o público jovem – o maior consumidor de games AAA –, priorizando representações andróginas, personagens “sem gênero definido” e mensagens anti-capitalistas que soam como propaganda. Resultado? Baixa adesão na aquisição e estúdios como a Arkane (de Redfall) fechando as portas.

Contudo, e se isso não for só teoria da conspiração? Dados do SteamDB mostram que jogos com apelo “tradicional” – pense em Black Myth: Wukong —, que desenvolvedores foram acusados de misoginia — trouxe heróis musculosos e mitologia sem estenótipos – explodiram em 2024, enquanto os “politicamente correto” parece afundar.

Dispatch: O Antídoto Inesperado

Aqui entra Dispatch, o jogo de ação e narrativa da Adhoc Studio que, em poucas semanas, cativou 220 mil almas simultâneas – números que rivalizam com indies como Hades 2 e superam flops AAA recentes. O que torna Dispatch especial? Seus personagens. Não estamos falando de corpos hiper-realistas ou fan-service qualquer (embora haja apelo visual), mas de carisma puro: heróis definidos fisicamente, com personalidades magnéticas que não se perdem em ambiguidades andróginas ou monólogos sobre privilégio branco.

Robert Robertson (dublado por Aaron Paul) é um anti-herói cínico e frio; Chase (Jeffrey Wright) traz gravitas sem vitimismo; Invisiva (Laura Bailey) é feroz e sedutora, sem precisar de rótulos — mesmo que seja uma personagem que esteja questionando o capitalismo. É “gooner” no sentido bom: atraente, cativante, o tipo de elenco que faz você se importar com a história em vez de pausar para debater política.

O sucesso não é coincidência. Dispatch vendeu como pão quente na chapa porque entrega o que o público anseia: diversão escapista, com toques de profundidade que não forçam a barra. Há diálogos “woke” – menções sutis a igualdade e diversidade –, mas eles fluem organicamente, como tempero em vez de ingrediente principal. Nada de sermões intermináveis como em The Veilguard. Isso exibe a tese: o mercado falou alto. Com 220k jogadores, fica claro que “belo e carismático” vence “aulas de sociologia”.

Embora eu me considere bastante liberal e distante de qualquer viés conservador em minhas atitudes. Ainda assim, identifiquei uma tática clara do estúdio para impulsionar o sucesso comercial; resgatar mecânicas de hits passados, agora temperadas com mensagens sociais do mundo atual.

Um dos fatores determinantes é a capacidade de criar um laço sentimental com personagens que, outrora, eram mafiosos envolvidos em latrocínio, lavagem de dinheiro, golpes e outras atividades ilícitas. Em tese, isso soaria tenebroso para qualquer jogador, mas o estúdio conseguiu o oposto; o público não se importa com o passado sombrio desses agora heróis, mas sim em redimi-los, torcendo para que cada um tenha sua história de redenção e um final feliz.

O Elenco concorda com essa diretriz Estratégica da Adhoc Studio?

Agora, o plot twist que amarra a teoria. Grande parte do time de dubladores e colaboradores de Dispatch tem histórico de engajamento em causas sociais inclusivas. Aaron Paul, voz de Robert Robertson/Mecha Man, é conhecido por seu apoio a iniciativas de impacto. Jeffrey Wright (Chase) é reconhecido por seu ativismo em prol da sociedade de minorias. Matthew Mercer e Laura Bailey (Shroud e Invisigal), do Critical Role, participam de ações beneficentes variadas. MoistCr1TiKaL (Sonar) e Jacksepticeye defendem algumas abordagens de modo mais sarcásticas quando o assunto são os “conservadores”. Alanah Pearce completa o quadro como uma voz ativa contra injustiças na comunidade gamer envolvendo mulheres.

Equipe de super-heróis de Dispatch com o protagonista Mecha Man - Robert Robertson
(Divulgação)

Mas a Adhoc Studio – nascida das cinzas da Telltale, que faliu em 2018 após flops como The Walking Dead: The Final Season – aprendeu a lição. Seus fundadores, ex-Telltale, viram de perto como roteiros ideológicos podem afundar navios. Dispatch parece um cálculo frio: contratar vozes conhecidas para credibilidade (e marketing positivo), mas podar as arestas radicais para apelar ao mainstream. Diálogos inclusivos? Sim, mas sutis – “negados” em prol do carisma.

É como se o estúdio dissesse “Temos nossas convicções, mas o aluguel não se paga com tweets virtuosos“. Resultado? Sucesso comercial que valida a teoria: ideais pessoais dobram-se ao imperativo do lucro quando o risco de falência bate à porta. Um milhão de cópias vendidas em menos de dez dias, mesmo sem todos os episódios disponíveis, demonstrou o desejo e a ansiedade dos jogadores por personagens que realmente conversam com o público. Agora já ultrapassaram mais de 2 milhões e com certeza, vão chegar aos 3 milhões.

Conclusão: O Fim do Dogma ou Apenas uma Pausa?

Enfim, Dispatch não é uma revolução como se esperava, mas soa como uma adaptação darwiniana. A indústria de games, sangrando com demissões e fracassos, está forçando até os mais ideológicos a recuar. Agências de roteiros podem continuar consultando, mas o público dita as regras, os jogadores querem personagens e heróis carismáticos, não aulas de moral. Se Adhoc e outros seguirem esse caminho, talvez vejamos menos estúdios fechando em 2026. Ou será só uma tática temporária, até o próximo ciclo de “pautas seguras”? Uma coisa é certa: com 220k jogadores simultâneos apenas no Steam provando o ponto, o mercado ganhou essa rodada. E você, leitor? Prefere carisma ou catequese em seus games?

O jogo está disponível para PlayStation 5 e PC (Windows), via Steam. Seu sucesso foi tão expressivo que não houve necessidade de uma versão para Nintendo Switch, tampouco para Xbox Series, incluindo o Game Pass.

Luminar, Invisiva e Robert Robertson conversando em Dispatch
(Divulgação)

Fontes: SteamDB para dados de jogadores; entrevistas em Polygon e Variety sobre o elenco; relatórios da ESA sobre demissões na indústria. Opinião do autor, baseada em tendências observadas.

O conteúdo tem caráter informativo e analítico, não refletindo, necessariamente, a linha editorial do site.