Pelo segundo fim de semana, Crimson Desert quebra recorde

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Após ter recebido críticas negativas e polêmicas envolvendo egos entre jornalistas e criadores de conteúdo, Crimson Desert vem recuperando sua reputação. A Pearl Abyss, como já havíamos mencionado em nosso site, possui reconhecimento por ajustar seus jogos à medida que os usuários deixam feedback. Isso ocorre com Black Desert e não é diferente com o agora deserto carmesim.

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Com atualizações constantes de melhorias e muitos gigas para download, aos poucos os problemas técnicos estão sendo corrigidos. Podemos observar nos números que, pelo segundo fim de semana, houve um crescimento de praticamente 30 mil novos usuários simultâneos, com picos de 276 mil, em relação aos 248 mil do primeiro fim de semana. Além disso, os comentários nas análises deixadas na página do Steam, que estavam abaixo de 70%, saltaram para 80%, revigorando seu grande potencial, especialmente se considerarmos um jogo solo.

Crimson Desert novos dados de usuários no SteamDB
Dados oficiais no Steamdb

Como a Pearl Abyss criou um spin-off — se pudermos dizer assim — com base em seu vasto conhecimento, não é impossível imaginar que, no futuro, eles criem um modo cooperativo, como visto em Ghost of Tsushima e Elden Ring. Na minha visão, isso aumentaria o engajamento e atrairia jogadores que preferem jogar com amigos, mesmo que isso pudesse competir diretamente com Black Desert, que possui proposta diferente. Na atual geração, em que os usuários exigem novidades para se manterem interessados, não seria surpresa se essa possibilidade fosse explorada no futuro para esta nova propriedade intelectual da empresa.

Afinal, o sucesso está nos números, ainda mais para um jogo que não é para todos, já que sua temática envolve não apenas ação, mas também dedução e criatividade para concluir puzzles, no melhor estilo de The Legend of Zelda: Breath of the Wild, da Nintendo.

Por fim, se Crimson Desert continuar com essas atualizações, poderá alcançar bons números nos próximos dias e semanas. Quando normalmente ocorre o contrário — com jogadores abandonando o game após a primeira semana —, nesta jornada de Klitt, o número de usuários continua aumentando.

O jogo oferece mais de 100 horas de exploração e centenas de quests para o jogador conhecer melhor esse universo, o que é interessante para usuários que buscam completar 100% do jogo, platinando suas conquistas.

Crimson Desert está disponível desde 19 de março de 2026 nos consoles PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Windows), via Steam.


Fique ciente de que este artigo tem o intuito de informar nossos leitores sobre jogos em potencial para serem conhecidos. Não recebemos qualquer tipo de compensação por esta matéria, tampouco uma chave do jogo da desenvolvedora para fins de divulgação.

Cairn surpreende ao transformar escalada em um jogo de superação

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Quando joguei a demonstração gratuita de Cairn, confesso que não era um expert na modalidade que a The Game Bakers estava apresentando. Após ter jogado Furi e Haven, sabia que o estúdio francês faria um bom trabalho nesta nova empreitada. Quando tive o primeiro vislumbre do jogo no Steam Next Fest do ano passado, ele despertou minha atenção pela maneira como é apresentado e pela imersão proposta. O vazio de estar em uma montanha que todos querem escalar é algo sem palavras para aqueles que só podem observar pelos televisores e monitores.

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As minhas primeiras impressões talvez não tenham sido tão precisas quanto o que aprendi depois de jogar Cairn, já que alguns movimentos da protagonista Aava, que sonha em escalar o Monte Kami, me deixaram cético quanto à possibilidade de alguém fazer o mesmo na vida real. Então, fui ver com os meus próprios olhos para observar o quanto eles conseguiram trazer de realismo, se comparado às escaladas de bouldering, que exigem dinamismo e resistência do competidor. Para quem não acredita nos movimentos apresentados, adicionei um link no YouTube com performances impressionantes desses atletas de alto desempenho.

Em Cairn, há uma romantização no visual do cenário, com uma estética que lembra uma fotografia. Se fosse um filme, seria perfeita. As movimentações são tão intensas que você consegue sentir como se estivesse escalando de verdade, mesmo quando tenta encontrar o melhor ponto de acesso ao topo do objetivo. O modo como as mecânicas de jogo são trabalhadas, assim como as escolhas do jogador, dizem muito sobre o sucesso da subida. O desgaste físico é intenso, exigindo decisões rápidas, pois, dependendo da forma como se escala, a personagem sentirá o esforço em seu corpo.

Cairn é um sucesso de vendas para um jogo focado em um público específico

À medida que vamos escalando a tão desejada montanha, algumas dicas são deixadas para orientar o jogador. Mas este artigo não é apenas sobre como o jogo é instigante ou memorável, e sim sobre como ele conseguiu ter uma boa estreia no Steam; chegando a quase 15 mil usuários simultâneos tentando alcançar o cume e provar suas habilidades em estratégia de escalada. Contudo, o jogo não se trata apenas disso: ele mostra o quanto uma pessoa consegue superar desafios por seus ideais e provar sua capacidade quando menos se espera.

Cairn, gráfico oficial de jogadores em simultâneos na plataforma Steam
Dados de jogadores

A protagonista sabe que é um caminho sem volta. A partir de determinado ponto, ela precisa seguir adiante, e cada passo pode ser o último. Com pés e mãos calejados e estratégias de sobrevivência, cada centímetro conta para continuar. Não se trata mais apenas de um objetivo, mas de mostrar que, ao olhar para trás nos pontos de descanso, é possível perceber o quanto evoluímos.

A intensidade de traçar uma estratégia para cada novo obstáculo é semelhante à vida real. Traçamos caminhos para chegar onde desejamos, e muitas vezes eles não são os melhores. Como em Cairn, os caminhos aparentemente mais fáceis podem ser os mais difíceis. Ao longo da jornada, a estratégia se torna cada vez mais essencial, já que o talento e a superação dão lugar à dor e ao cansaço, algo muito próximo do cotidiano das pessoas.

Quando a The Game Bakers conseguiu trazer esse sentimento ao jogo, algo que parecia uma simples escalada — já explorada em outros títulos —, conseguiu prender os jogadores de forma impressionante. É de se parabenizar o estúdio francês, que, na minha opinião, merece um olhar mais atento da indústria. Este artigo foi iniciado uma semana após o lançamento, mas acabou ficando guardado por um tempo, o que se mostrou interessante. Agora, com dois meses desde o lançamento oficial, o número de jogadores simultâneos se mantém na casa dos mil usuários, raramente ficando abaixo disso. Isso mostra como o fator replay incentiva o retorno dos jogadores e atrai novos públicos.

Provando que a jornada de Aava consegue prender mais jogadores do que títulos publicados por empresas renomadas da indústria com seus blockbusters, Cairn se destaca. Um jogo que muitos poderiam considerar simples pela temática mostrou-se mais impactante que diversos jogos AAA recém-lançados. Além disso, não é um título com preço elevado no Brasil, sendo vendido por R$ 88,99 (PC), e ainda assim conta com críticas muito positivas na Steam. Segundo o SteamDB, mais de 94% das mais de 16 mil avaliações são positivas, o que reforça a qualidade do jogo.

Outro ponto relevante é que o jogo também recebeu indicações e venceu premiações de jogos independentes antes mesmo de seu lançamento oficial. Agora, resta aguardar 2026 para ver se o título será lembrado em premiações maiores, pois, com o número de avaliações positivas, é inegável que merece estar entre os destaques do ano. Mesmo sendo uma produção mais nichada, ela encontra seu público, especialmente entre aqueles que buscam uma experiência mais introspectiva ou um momento de recomeço.

Quando chegarem ao topo e vislumbrarem toda a paisagem do Monte Kami, entenderão exatamente o que estou dizendo, acompanhado por uma trilha sonora suave que instiga a sensação de vitória e satisfação. Por fim, Cairn está disponível para PC (Windows) via Steam e também para o console PlayStation 5. Vale destacar que os dados de jogadores simultâneos citados referem-se apenas à versão de computador, sem incluir os números do console.

Dispatch: sucesso novel de 2025 — será que funciona no Xbox?

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Quem acompanhou o Xbox Partner Showcase do último dia 26 de março sabe que a Adhoc Studio anunciou o lançamento oficial para os consoles Xbox Series X|S. O jogo foi aclamado por trazer um estilo narrativo único, no melhor formato de graphic novel, apresentando vilões em busca de redenção dentro de uma agência de heróis — ou anti-heróis.

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Em Dispatch, os jogadores assumem o papel de Robert Robertson III, anteriormente conhecido como Mecha Man, cujo traje mecânico é destruído em uma batalha contra seu nêmesis. Ele agora é forçado a aceitar um emprego em uma central de despacho de super-heróis — não como um herói, mas como um controlador de ocorrências (Dispatch). Os usuários precisam administrar corretamente quais personagens serão enviados para cada chamada de urgência, lidando com lacaios, resgates, pedidos de ajuda e outros tipos de problemas.

Dispatch: sucesso novel de 2025, pronto para o Xbox Series
(Reprodução)

Tudo isso já havia chamado atenção quando o jogo foi lançado para PC (Windows) e PlayStation 5, além de receber um port para o Nintendo Switch 2. Dito isso, a Adhoc Studio preparou uma versão para os consoles da Microsoft com lançamento previsto para o verão americano deste ano (equivalente ao inverno brasileiro). O título chegará como Xbox Play Anywhere, ou seja, compatível com Series X|S, Cloud Gaming e também com PC.

Na minha visão, este será o momento ideal para a desenvolvedora — formada por ex-integrantes da Telltale Games — apostar em conteúdo adicional. Isso poderia despertar ainda mais interesse dos jogadores que já possuem o game em outras plataformas, como PS5, Nintendo Switch 2 e PC, incentivando uma nova experiência.

Em outras palavras, o engajamento e o potencial de vendas poderiam crescer ainda mais com esse valor agregado, ampliando a margem já positiva de uma franquia que vendeu milhões de cópias nos dois primeiros meses de 2025. Considerando que as escolhas impactam diretamente os oito episódios, afetando a narrativa e os personagens, um conteúdo extra — como um prelúdio —; poderia expandir esse universo sem revelar tudo de uma possível sequência (Dispatch 2), criando expectativa de forma inteligente.

Se você acompanha o site há mais tempo, provavelmente viu nossas análises sobre os episódios, que geraram forte engajamento nos comentários e trouxe o interesse do público pelo jogo.

Por fim, o sucesso de 2025 chega a uma nova plataforma em 2026 e, com uma atualização relevante, pode alcançar resultados ainda mais expressivos. Prepare-se para controlar personagens icônicos, com uma dublagem de destaque em inglês, além de interface e legendas em português do Brasil — facilitando o acesso para quem não domina o idioma original.

O elenco conta com nomes como Aaron Paul (Breaking Bad), Jeffrey Wright (The Batman), Laura Bailey (The Last of Us Part II), Erin Yvette (Hades II), Travis Willingham, Matthew Mercer e também criadores conhecidos da comunidade gamer, como Jacksepticeye, MoistCr1TiKaL e Alanah Pearce.

3ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além chega em 2027

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Logo após a conclusão da fase mais recente de Frieren e a Jornada para o Além (Sousou no Frieren), foi oficialmente anunciada a produção da terceira temporada do anime. A continuação já tem previsão de estreia para outubro de 2027 e dará sequência direta à história com a adaptação do aguardado arco da Terra Dourada.

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Junto com o anúncio, também foi divulgado um novo pôster promocional, destacando o personagem Macht, figura importante na próxima etapa da narrativa. A arte antecipa o tom mais intenso e dramático que deve marcar os novos episódios.

A segunda temporada de Frieren chegou ao fim no dia 27, encerrando uma fase importante da jornada da protagonista. Ao longo dos episódios mais recentes, o anime adaptou eventos relacionados às viagens pelo Planalto do Norte, além do desenvolvimento do arco O Divino Revolte.

Essa etapa consolidou ainda mais o sucesso da obra, que continua sendo reconhecida por sua narrativa sensível, ritmo contemplativo e construção de personagens.

3ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além chega em 2027
Imagem: Madhouse

A nova temporada manteve a produção sob responsabilidade do estúdio Madhouse, conhecido pela alta qualidade técnica e fidelidade às obras originais. No entanto, houve uma mudança importante na equipe criativa.

A direção da fase mais recente ficou a cargo de Tomoya Kitagawa, que assumiu o posto anteriormente ocupado por Keiichirou Saitou. Apesar da substituição, Saitou permaneceu envolvido no projeto, atuando no suporte à direção, o que contribuiu para a manutenção da identidade visual e narrativa do anime.

Durante a exibição da segunda temporada, Frieren recebeu uma série de homenagens especiais de artistas renomados ligados à revista Shonen Sunday. Diversos ilustradores contribuíram com artes comemorativas, celebrando o impacto da obra no cenário atual dos mangás e animes.

Entre os participantes, destacam-se nomes como:

  • Gosho Aoyama, criador de Detetive Conan;
  • Oda Tomohito, autor de Komi Can’t Communicate;
  • Kotoyama, responsável por Canções da Noite;
3ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além chega em 2027
Ilustração de Rumiko Takahashi para ‘Frieren e a Jornada para o Além’. | Divulgação/Shogakukan

Para o episódio final, duas figuras lendárias da indústria ficaram encarregadas das ilustrações especiais: Rumiko Takahashi, conhecida por obras como Ranma ½ e InuYasha, e Mitsuru Adachi, autor de títulos consagrados como Touch e Cross Game.

As homenagens reforçam o reconhecimento de Frieren como uma das produções mais relevantes dos últimos anos.

O mangá original de Frieren e a Jornada para o Além encontra-se atualmente em hiato desde outubro do ano passado. A pausa foi motivada por questões de saúde dos autores, e até o momento não há uma previsão oficial para o retorno da publicação.

Na ocasião do anúncio da interrupção, foi mencionado que a equipe editorial estuda possíveis mudanças no ritmo de lançamento da obra. Como se trata de um título originalmente publicado em revista semanal, ajustes podem ser necessários para garantir a continuidade com qualidade.

Vale destacar que o mangá já passou por outros períodos de hiato ao longo de sua serialização, o que não é incomum em produções de grande escala.

3ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além chega em 2027
Ilustração de Mitsuru Adachi para ‘Frieren e a Jornada para o Além’ | Divulgação/Shogakukan

Expectativas para a 3ª temporada Frieren e a Jornada para o Além

Com a confirmação da terceira temporada, a expectativa dos fãs se volta para a adaptação do arco da Terra Dourada, que promete expandir ainda mais o universo da obra e aprofundar temas já explorados anteriormente, como memória, passagem do tempo e relações humanas.

A introdução de personagens como Macht também indica uma possível mudança no tom da narrativa, trazendo conflitos mais intensos e desafiadores para Frieren e seus companheiros.

Mesmo com a estreia ainda distante, o anúncio reforça o compromisso da produção em dar continuidade à história com o mesmo nível de cuidado e qualidade que conquistou o público.

4ª temporada de Jujutsu Kaisen é anunciada

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Logo após a exibição do episódio final da terceira temporada, Jujutsu Kaisen teve oficialmente sua 4ª temporada confirmada pela equipe responsável pelo anime. O anúncio foi realizado por meio das redes sociais oficiais da franquia, reforçando a continuidade da adaptação do mangá de Gege Akutami.

De acordo com a publicação divulgada no Twitter/X, os novos episódios serão classificados como quarta temporada e darão sequência direta aos acontecimentos recentes da história. A próxima fase da narrativa será intitulada como Parte 2 do arco Migração à Extinção, aprofundando ainda mais os eventos desse intenso conflito.

“Obrigado por assistir ‘A Colônia de Sendai’, o final da 3ª temporada. A batalha mortal continua. O destino de Itadori e seus companheiros, que lutam para tornar o jogo mais pacífico, será revelado na 4ª temporada, ‘Migração à Extinção Parte 2’. Fiquem ligados para mais novidades.”

A terceira temporada de Jujutsu Kaisen iniciou imediatamente após os acontecimentos do arco Incidente em Shibuya, um dos momentos mais impactantes da obra até agora. A partir daí, a trama evolui para o chamado Migração à Extinção, onde um jogo mortal é instaurado pelo vilão Kenjaku.

Nesse cenário, personagens centrais como Yuji Itadori, Megumi Fushiguro, Yuta Okkotsu e Panda são forçados a participar de uma disputa de vida ou morte. O objetivo é sobreviver e, ao mesmo tempo, tentar conter o caos gerado pelo jogo, que coloca diversos indivíduos em confronto direto.

A confirmação da nova temporada indica que o anime seguirá explorando esse arco, que ainda possui muitos desdobramentos importantes e momentos aguardados pelos fãs.

Confirmada a 4ª temporada de Jujutsu Kaisen
Imagem: MAPPA

O encerramento da terceira temporada foi disponibilizado no streaming na última quinta-feira (26), com o episódio intitulado “A Colônia de Sendai”. Diferente do padrão habitual, o capítulo contou com duração estendida de aproximadamente 28 minutos, entregando uma conclusão mais robusta para essa etapa da história.

Mesmo com esse fechamento, diversos elementos da narrativa permanecem em aberto, o que reforça a necessidade de continuidade imediata, agora confirmada com o anúncio da quarta temporada.

Até o momento, no entanto, não há uma data oficial de estreia para os novos episódios.

No Brasil, Jujutsu Kaisen está disponível com transmissão pela plataforma Crunchyroll, que oferece todas as temporadas do anime com opções dubladas e legendadas.

Confirmada a 4ª temporada de Jujutsu Kaisen
Imagem: MAPPA

Além disso, a primeira temporada também pode ser encontrada em outros serviços de streaming, como Netflix, HBO Max e Globoplay, ampliando o acesso para novos espectadores.

A obra original, criada por Gege Akutami, foi publicada entre 2018 e 2024, conquistando grande popularidade mundial ao longo de sua serialização. No Brasil, o mangá de Jujutsu Kaisen é distribuído pela editora Panini, que trouxe todos os volumes para o público nacional.

Com a confirmação da quarta temporada, a adaptação em anime segue avançando sobre a história original, mantendo o alto nível de expectativa dos fãs para os próximos acontecimentos.

Prévia do episódio 24 da 3ª temporada do anime Fire Force

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O episódio 24 da terceira temporada de Fire Force marca um momento decisivo na reta final do anime, aproximando a história de seu desfecho e elevando ainda mais a tensão entre as forças em conflito.

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Com a narrativa avançando para o confronto final, o novo capítulo promete entregar grandes revelações, batalhas intensas e o aprofundamento dos acontecimentos que vêm moldando o destino do mundo. O episódio 24 da 3ª temporada de Fire Force está previsto para ser lançado em breve, seguindo o cronograma semanal da série.

A exibição continuará ocorrendo nas plataformas oficiais, como Crunchyroll, que disponibilizam os episódios com legendas pouco após a transmissão original. Como de costume, a dublagem deve ser lançada posteriormente, em lotes.

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Imagem: David Production Inc.

O episódio 23 trouxe momentos cruciais para a narrativa, intensificando o conflito principal e preparando o terreno para o clímax da temporada. Entre os destaques, vimos confrontos de alto nível envolvendo personagens importantes, além de revelações que ampliam o mistério em torno dos eventos ligados ao Adolla e ao verdadeiro objetivo dos antagonistas.

Outro ponto relevante foi o avanço das ameaças globais, colocando o mundo à beira do colapso e reforçando o senso de urgência para os protagonistas. O episódio 24 deve dar continuidade direta aos eventos recentes, focando no avanço do confronto final e nas consequências das batalhas anteriores.

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Imagem: David Production Inc.

A expectativa é que o capítulo:

  • Desenvolva ainda mais o embate decisivo entre heróis e antagonistas;
  • Traga respostas para mistérios centrais da história;
  • Destaque o papel de Shinra Kusakabe no desfecho da trama;
  • Eleve o nível das batalhas, com sequências ainda mais intensas.

Além disso, o episódio deve consolidar os elementos narrativos construídos ao longo da temporada, preparando o terreno para o encerramento definitivo da série. Com poucos episódios restantes, Fire Force entra em sua fase mais importante, onde cada capítulo se torna essencial para a conclusão da história.

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Imagem: David Production Inc.

A terceira temporada vem aumentando gradualmente a escala dos conflitos, e tudo indica que o episódio 24 será um dos mais impactantes até aqui. Para os fãs, o momento é de expectativa máxima, afinal, o desfecho promete reunir ação, emoção e respostas aguardadas há muito tempo.

Data e horário de estreia do 24º episódio da 3ª temporada de Fire Force

A estreia do episódio 24 já está confirmada e não há previsão de atrasos.

  • Data de lançamento: 28 de março de 2026;
  • Horário: 14h30 (horário de Brasília).

A segunda parte da 3ª temporada de Fire Force está sendo exibida oficialmente no Brasil pela Crunchyroll, em formato simulcast, com os episódios disponibilizados logo após a exibição no Japão.


Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a Fire Force e a outros animes.

Prévia do episódio 10 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além

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A segunda temporada de Frieren e a Jornada para o Além segue aprofundando sua narrativa emocional e contemplativa, e o episódio 10 (episódio 38 no total) promete entregar mais uma jornada marcante. Com a divulgação oficial da sinopse e imagens promocionais, já é possível antecipar os principais acontecimentos do próximo capítulo.

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O episódio será centrado em uma gigantesca ponte construída ao longo de mais de 200 anos pelo anão Gehen. Localizada sobre o Vale de Toa, a estrutura guarda mais do que apenas sua imponência: existe uma história oculta que conecta diretamente Gehen ao lendário herói Himmel.

Ao longo do episódio, Frieren reencontra Gehen, revivendo memórias de sua antiga jornada ao lado de Himmel e seus companheiros. Esse reencontro deve trazer revelações importantes e reforçar o tom nostálgico que marca a obra.

Prévia do episódio 10 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além
Imagem: Madhouse

Após os eventos na ponte, Frieren e seu grupo seguem viagem até os Campos Nevados de Schmal. Nesse novo cenário, a equipe aceita uma missão de extermínio de monstros com o objetivo de garantir recursos para continuar a jornada.

Esse arco deve equilibrar momentos de ação com a tradicional reflexão da série, explorando não apenas o combate, mas também as experiências adquiridas ao longo do caminho. Enquanto o grupo avança em sua jornada, a narrativa também introduz um novo elemento: a aparição de um misterioso mago de primeira classe, que visita um local ainda não revelado.

Prévia do episódio 10 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além
Imagem: Madhouse

Esse detalhe sugere o desenvolvimento de uma nova trama paralela, ampliando o universo da série e preparando terreno para eventos futuros. O episódio 38 deve combinar elementos clássicos da obra:

  • Exploração de memórias e conexões com o passado;
  • Desenvolvimento emocional dos personagens;
  • Introdução de novos mistérios;
  • Cenários ricos e atmosferas imersivas.

Com isso, Frieren e a Jornada para o Além continua entregando uma narrativa sensível, que vai além da fantasia tradicional, focando em legado, tempo e relações humanas.

Prévia do episódio 10 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além
Imagem: Madhouse

Data e horário de lançamento

O episódio 10, 38 na contagem total, de Frieren e a Jornada para o Além será transmitido oficialmente às 12h (horário de Brasília) em 20 de março de 2026, com áudio original e legendas em português na Crunchyroll. Vale lembrar que a segunda temporada está sendo exibida em simulcast, ou seja, os episódios chegam ao Brasil praticamente ao mesmo tempo em que são transmitidos no Japão.

Por esse motivo, inicialmente, os novos capítulos estão disponíveis apenas com legendas. A versão dublada será disponibilizada posteriormente, seguindo o cronograma habitual de lançamentos da plataforma.


Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a Frieren e a Jornada para o Além e a outros animes.

POCO X8 Pro Series tenta chamar atenção de quem joga no celular

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A POCO oficializou no Brasil o lançamento do POCO X8 Pro e Max, novo modelo da linha focada em desempenho. O aparelho voltado para uso intenso, principalmente em jogos mobile.

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Entre os destaques, o modelo traz o chip Dimensity 8500-Ultra, que aparece como um salto em relação à geração anterior, além de suporte a recursos mais avançados em jogos, como ray tracing. Esses números que chamam atenção, mas que ainda dependem de testes reais para mostrar diferença no dia a dia.

Outro ponto que chama atenção é a bateria de 6.500 mAh com carregamento de 100W. Para quem joga por longos períodos, esse tipo de combinação costuma pesar mais do que só potência bruta, principalmente quando o uso vai além de partidas rápidas.

No restante, o aparelho segue o pacote já esperado: tela com alto brilho, sistema de resfriamento dedicado, som estéreo e construção mais resistente. Nada exatamente fora da curva, mas alinhado com o que esse segmento vem entregando.

A POCO também aposta em recursos de otimização para jogos, visando maior estabilidade e menos quedas de desempenho. Esse tipo de software ajuda, mas costuma variar bastante dependendo do jogo e da própria otimização dos títulos.

O POCO X8 Pro chega ao Brasil pelo preço sugerido de R$ 6.999, em versão com 12GB de RAM e 512GB de armazenamento. É um valor que coloca o aparelho em uma faixa onde o consumidor começa a comparar com outras opções mais consolidadas do mercado. Contudo, para quem um usuário diário, principalmente em jogos de competitivos é uma alternativa interessante.

A seguir, você confere todas as especificações do novo smartphone da POCO que chega ao Brasil.

POCO X8 Pro e Pro Max — Especificações (lançamento 2026)

POCO X8 Pro — Especificações

CategoriaDetalhes
TelaAMOLED 6,59”, 1.5K (2756×1268), 120Hz, até 3.500 nits
ProcessadorMediaTek Dimensity 8500 Ultra
RAM8 GB ou 12 GB (LPDDR5X)
Armazenamento256 GB ou 512 GB (UFS 4.1)
Câmera traseira50 MP (principal com OIS) + 8 MP (ultrawide)
Câmera frontal20 MP
Bateria6.500 mAh
Carregamento100W + 27W reverso
SistemaAndroid 16 com HyperOS 3
Conectividade5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 6.0, NFC, IR Blaster
SegurançaLeitor digital sob a tela
ÁudioAlto-falantes estéreo
ProteçãoIP68 / IP69 / IP69K
Dimensões157,53 x 75,19 x 8,38 mm
Peso201 g

POCO X8 Pro Max — Especificações

CategoriaDetalhes
TelaAMOLED 6,83”, 1.5K (2772×1280), 120Hz, até 3.500 nits
ProcessadorMediaTek Dimensity 9500s
RAM12 GB (LPDDR5X)
Armazenamento256 GB ou 512 GB (UFS 4.1)
Câmera traseira50 MP (principal com OIS) + 8 MP (ultrawide)
Câmera frontal20 MP
Bateria8.500 mAh
Carregamento100W + 27W reverso
SistemaAndroid 16 com HyperOS 3
Conectividade5G (com eSIM), Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, NFC, IR Blaster
SegurançaLeitor digital ultrassônico
ÁudioAlto-falantes estéreo
ProteçãoIP68 / IP69 / IP69K
Dimensões162,9 x 77,9 x 8,2 mm
Peso218 g

No fim, o lançamento exibe o movimento das fabricantes em mirar o público mobile, que segue forte no país. E junto disso, a marca também se aproxima do cenário gamer — incluindo uma parceria recente com a LOUD, que você pode conferir no link relacionado.


As informações apresentadas foram divulgadas pela própria fabricante, e este conteúdo tem como objetivo informar nossos leitores. Caso a empresa tenha interesse, o site também se mantém disponível para realizar testes e reviews, ajudando o público a avaliar se o smartphone vale a pena na prática.

POCO aposta na LOUD para ganhar espaço entre jogadores mobile

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A POCO anunciou uma parceria com a LOUD para 2026, focada principalmente no cenário mobile. Na prática, a marca passa a patrocinar o time de Free Fire da organização, além de aparecer nos conteúdos e redes da equipe.

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O movimento também serve como vitrine para o novo smartphone da empresa, o POCO X8 Pro, que chega com proposta voltada para jogos, trazendo bateria de longa duração e carregamento rápido — pontos que fazem diferença para quem joga direto no celular.

Não é exatamente uma surpresa ver esse tipo de parceria. O mobile segue forte no Brasil, principalmente com jogos como Free Fire, e organizações como a LOUD ajudam a dar visibilidade para esse público. Para a POCO, é uma forma direta de se posicionar entre jogadores sem precisar de muito rodeio.

Equipe oficial da Loud de Free Fire
(Divulgação)

A LOUD representa a energia e a paixão da comunidade gamer brasileira. Para a POCO, essa parceria é uma forma de fortalecer nossa conexão com esse universo e mostrar como tecnologia e desempenho podem elevar a experiência de jogo”, afirma Luciano Barbosa, head de operações da DL, distribuidora oficial da Xiaomi no Brasil.
De acordo com Bruno Bittencourt, CEO da LOUD, “Os jogos mobile estão no centro de como milhões de pessoas vivenciam os games hoje, especialmente no Brasil. A LOUD nasceu dentro dessa comunidade, e parcerias como esta nos permitem continuar impulsionando essa cultura. Com a POCO, estamos conectando tecnologia de alto desempenho com a paixão dos nossos fãs e jogadores.

No fim, é mais um acordo que mistura marca e cenário competitivo, algo que já virou padrão no mercado. Resta ver se o produto em si acompanha o discurso na prática, porque só patrocínio não segura jogador por muito tempo.


Ficamos abertos a testar o aparelho e compartilhar com nossos leitores como ele se comporta em jogos mobile, caso a POCO disponibilize uma unidade.

Como a Niantic enganou os jogadores de Pokémon Go para treinar sua Inteligência Artificial

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A Niantic, responsável pelo fenômeno Pokémon Go, vem expandindo sua atuação para além do entretenimento ao transformar dados urbanos em combustível para inteligência artificial. Em uma parceria estratégica com a Coco Robotics, a empresa passou a utilizar informações coletadas por jogadores para treinar sistemas avançados de navegação voltados a robôs de entrega.

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Nos últimos anos, milhões de usuários contribuíram, de “forma opcional”, com escaneamentos de ambientes reais dentro dos jogos da Niantic. Esses registros alimentam um robusto modelo geoespacial desenvolvido pela divisão Niantic Spatial, que já reúne bilhões de imagens capturadas em diferentes partes do mundo.

Pokémon Go e IA
Imagem: Niantic

O grande diferencial dessa base de dados está na forma como ela foi construída. Ao contrário dos métodos tradicionais, que dependem de veículos equipados com sensores e câmeras, as imagens coletadas pela Niantic são feitas a partir da perspectiva de pedestres. Isso permite mapear com alto nível de precisão locais como calçadas, praças, parques e áreas de difícil acesso para carros, ampliando significativamente o entendimento do espaço urbano.

Essa riqueza de detalhes se torna essencial na aplicação prática da tecnologia. Com a parceria firmada, os robôs da Coco Robotics passam a utilizar um sistema baseado em visão computacional, que compara o ambiente ao redor com o banco de dados previamente construído. Na prática, isso funciona como um “mapa vivo”, capaz de identificar com precisão a localização do robô em tempo real.

Esse modelo geoespacial surge como uma alternativa mais eficiente ao GPS tradicional, que frequentemente apresenta falhas em áreas urbanas densas, especialmente devido à interferência de prédios altos e outros obstáculos. Ao utilizar referências visuais do ambiente, os robôs conseguem navegar com maior segurança, desviando de obstáculos e interagindo melhor com o fluxo de pedestres.

Como a Niantic enganou os jogadores de Pokémon Go para treinar sua Inteligência Artificial
Imagem: Niantic

Outro ponto relevante é a diversidade e atualização constante das imagens. Como os dados são coletados por uma base massiva de usuários, diferentes locais são escaneados repetidas vezes, sob variadas condições de iluminação, clima e movimento. Isso permite que a inteligência artificial desenvolva uma compreensão mais dinâmica e realista das cidades, acompanhando mudanças com maior rapidez do que sistemas convencionais.

Além de Pokémon Go, outros jogos da empresa, como Ingress, também contribuíram para a formação desse enorme banco de dados. Juntos, esses títulos ajudaram a consolidar uma das maiores infraestruturas de imagens urbanas do mundo, com aplicações que vão muito além do universo dos games.

Apesar dos avanços, a iniciativa também levanta debates importantes sobre privacidade e transparência. Embora a Niantic destaque que a participação dos usuários é opcional e que os dados passam por processo de anonimização, especialistas questionam se os jogadores tinham plena clareza sobre o uso futuro dessas informações, especialmente em aplicações comerciais.

Como a Niantic enganou os jogadores de Pokémon Go para treinar sua Inteligência Artificial
Imagem: Niantic

A transformação de dados coletados em um contexto de entretenimento em um ativo estratégico para setores como logística e robótica evidencia uma mudança relevante na forma como informações digitais são valorizadas. Esse cenário reforça a necessidade de políticas mais claras e acessíveis, garantindo que os usuários compreendam como suas contribuições podem ser utilizadas.

No fim das contas, a iniciativa demonstra o potencial da integração entre jogos, mobilidade e inteligência artificial para resolver desafios reais das cidades. Ao mesmo tempo, destaca a importância de equilibrar inovação tecnológica com responsabilidade no uso de dados, sobretudo quando milhões de pessoas participam, direta ou indiretamente, desse processo.