O Oscar 2026 revelou seus vencedores na noite deste domingo (15), durante a cerimônia realizada no Teatro Dolby, em Los Angeles, nos Estados Unidos. O grande prêmio da noite, Melhor Filme, ficou com Uma Batalha Após a Outra, que também venceu em outras categorias importantes da premiação.
Entre os destaques da edição também esteve Pecadores, que saiu como um dos filmes mais premiados da noite, incluindo a vitória em Melhor Roteiro Original e Melhor Trilha Sonora Original. Além do primeiro prêmio de Melhor Ator para Michael B. Jordan por sua atuação em Pecadores. Já Frankenstein se destacou nas categorias técnicas, conquistando prêmios como Melhor Figurino, Melhor Direção de Arte e Melhor Maquiagem e Penteado.
Apesar das cinco indicações, o Brasil acabou não levando nenhuma estatueta nesta edição. O principal destaque entre os representantes do país foi O Agente Secreto, que igualou o número de indicações de uma produção nacional com Cidade de Deus (2002) e chegou a disputar categorias importantes, como Melhor Filme Internacional e Melhor Ator, com Wagner Moura.
A quinta indicação brasileira ficou com o fotógrafo Adolpho Veloso, reconhecido por seu trabalho em Sonhos de Trem, produção da Netflix que também teve uma curta passagem pelos cinemas.
Mesmo sem vitórias, o número de indicações marca um momento relevante para o cinema nacional. Foram necessárias duas décadas para que o Brasil voltasse a atingir esse patamar de presença na principal premiação da indústria cinematográfica mundial, ainda que parte das indicações esteja ligada à participação de profissionais brasileiros em produções internacionais.
Confira os vencedores do Oscar 2026
A seguir, veja a lista completa com os vencedores do Oscar 2026, anunciados durante a cerimônia realizada em Los Angeles.
Melhor Filme
Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Pecadores
Marty Supreme
Frankenstein
Valor Sentimental
Sonhos de Trem
O Agente Secreto
Bugonia
F1: O Filme
Melhor Filme Internacional
O Agente Secreto (Brasil)
Valor Sentimental (Noruega) — Vencedor
Foi Apenas um Acidente (França)
Sirât (Espanha)
A Voz de Hind Rajab (Tunísia)
Melhor Escalação de Elenco
Pecadores
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Marty Supreme
O Agente Secreto
Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Melhor Ator
Timothée Chalamet (Marty Supreme)
Leonardo DiCaprio (Uma Batalha Após a Outra)
Wagner Moura (O Agente Secreto)
Michael B. Jordan (Pecadores) — Vencedor
Ethan Hawke (Blue Moon)
Melhor Atriz
Rose Byrne (Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria)
Jessie Buckley (Hamnet: A Vida Antes de Hamlet) — Vencedora
Renate Reinsve (Valor Sentimental)
Emma Stone (Bugonia)
Kate Hudson (Song Song Blue)
Melhor Atriz Coadjuvante
Teyana Taylor (Uma Batalha Após a Outra)
Amy Madigan (A Hora do Mal) — Vencedora
Inga Ibsdotter Lilleaas (Valor Sentimental)
Elle Fanning (Valor Sentimental)
Wunmi Mosaku (Pecadores)
Melhor Ator Coadjuvante
Stellan Skarsgård (Valor Sentimental)
Jacob Elordi (Frankenstein)
Benicio Del Toro (Uma Batalha Após a Outra)
Sean Penn (Uma Batalha Após a Outra) — Vencedor
Delroy Lindo (Pecadores)
Melhor Direção
Paul Thomas Anderson (Uma Batalha Após a Outra) — Vencedor
Ryan Coogler (Pecadores)
Chloé Zhao (Hamnet: A Vida Antes de Hamlet)
Joachim Trier (Valor Sentimental)
Josh Safdie (Marty Supreme)
Melhor Roteiro Adaptado
Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Sonhos de Trem
Bugonia
Frankenstein
Melhor Roteiro Original
Pecadores — Vencedor
Valor Sentimental
Marty Supreme
Foi Apenas um Acidente
Blue Moon
Melhor Canção Original
Golden — Guerreiras do K-Pop — Vencedor
Dear Me — Diane Warren: Relentless
I Lied to You — Pecadores
Sweet Dreams of Joy — Viva Verdi!
Train Dreams — Sonhos de Trem
Melhor Trilha Sonora Original
Bugonia
Frankenstein
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores — Vencedor
Melhor Animação
Guerreiras do K-Pop — Vencedor
Arco
Zootopia 2
A Pequena Amélie
Elio
Melhor Documentário
Alabama: Presos do Sistema
Embaixo da Luz Neon
Cutting Through Rocks
Um Zé Ninguém Contra Putin — Vencedor
A Vizinha Perfeita
Melhor Figurino
Frankenstein — Vencedor
Pecadores
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Marty Supreme
Avatar: Fogo e Cinzas
Melhor Direção de Arte
Frankenstein — Vencedor
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Melhor Maquiagem e Penteado
Frankenstein — Vencedor
Kokuho
Pecadores
Coração de Lutador
A Meia-Irmã Feia
Melhor Som
Frankenstein
F1: O Filme — Vencedor
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Sirât
Melhor Montagem
Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Pecadores
F1: O Filme
Marty Supreme
Valor Sentimental
Melhor Fotografia
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores — Vencedor
Sonhos de Trem
Frankenstein
Marty Supreme
Destaque: a categoria conta com o brasileiro Adolpho Veloso, por Sonhos de Trem.
Melhores Efeitos Visuais
Avatar: Fogo e Cinzas — Vencedor
F1
Jurassic World: O Recomeço
Pecadores
O Ônibus Perdido
Melhor Curta-Metragem
Os Cantores — Vencedor
O Drama Menstrual de Jane Austen
Duas Pessoas Trocando Saliva — Vencedor
Butcher’s Stain
Um Amigo de Dorothy
Melhor Curta de Animação
Borboleta
Forevergreen
Retirement Plan
A Garota que Chorava Pérolas — Vencedor
As Três Irmãs
Melhor Curta Documentário
Quartos Vazios — Vencedor
Armado Com Uma Câmera: Vida e Morte de Brent Renaud
A cerimônia do Academy Awards, conhecida mundialmente como Oscar 2026, acontece neste domingo, 15 de março, reunindo nomes da indústria cinematográfica no tradicional Dolby Theatre, em Los Angeles, nos Estados Unidos. Novamente o comediante e apresentador Conan O’Brien, retorna ao comando da premiação após ter conduzido a edição anterior. Conhecido por programas como Late Night with Conan O’Brien e Conan, o apresentador volta ao palco para liderar a 98ª edição do Academy Awards, trazendo novamente seu estilo de humor característico para a maior noite do cinema.
No Brasil, a premiação está programada para começar às 21h (horário de Brasília). Antes da cerimônia principal, o público também poderá acompanhar a cobertura do tradicional tapete vermelho, que costuma iniciar por volta das 18h30, com entrevistas, chegada dos artistas e os preparativos para a entrega das estatuetas.
Onde assistir ao Oscar 2026 ao vivo no Brasil
A transmissão da cerimônia estará disponível em diferentes plataformas. Na televisão aberta, a exibição será realizada pela TV Globo, permitindo que o público acompanhe gratuitamente o evento.
Já na TV por assinatura, o Oscar também será transmitido pelo canal TNT, que tradicionalmente realiza a cobertura completa da premiação com tradução simultânea e comentários durante a cerimônia.
Para quem prefere assistir online, a transmissão também estará disponível via streaming na plataforma Hbo Max, permitindo acompanhar a cerimônia em tempo real pela internet.
A edição deste ano do Academy Awards também chama atenção do público brasileiro por conta da presença de profissionais e produções do país entre os indicados da noite. Com isso, além de acompanhar os vencedores das principais categorias, muitos espectadores no Brasil também estarão na torcida pelos representantes nacionais durante a premiação. O principal destaque brasileiro é o filme O Agente Secreto, que aparece entre os indicados em Melhor Filme, Melhor Filme Internacional (representando o Brasil) e também na categoria de Melhor Escalação de Elenco. Além disso, o ator Wagner Moura concorre em Melhor Ator por sua atuação no longa.
Imagem reprodução
Outro nome do Brasil na lista é o fotógrafo Adolpho Veloso, indicado na categoria de Melhor Fotografia pelo trabalho em Sonhos de Trem, produção distribuída pela Netflix.
Entre os destaques da edição está o filme Pecadores, que lidera a corrida deste ano após acumular 16 indicações, tornando-se a produção com maior número de nomeações na premiação de 2026. Outros títulos que também aparecem entre os comentados na disputa pelas principais estatuetas incluem Uma Batalha Após a Outra e Frankenstein, que chegam à cerimônia cercados de expectativa após ganhar espaço na temporada de premiações.
Agora, façam suas torcidas para ver se o seu filme favorito será o grande vencedor da noite.
A franquia de survival horror retorna com um novo capítulo em Resident Evil Requiem, título que representa o nono jogo principal da série da Capcom. A proposta do jogo mistura duas abordagens que marcaram diferentes fases da franquia: o survival horror clássico e a ação mais cinematográfica introduzida nos capítulos modernos.
Lançado em 27 de fevereiro de 2026 para plataformas de consoles como PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switc 2 e PC Windows via Steam e Epic Games Store. O título aposta em uma narrativa dividida entre dois protagonistas com estilos de jogabilidade bastante distintos. Essa escolha permite explorar diferentes ritmos de gameplay ao longo da campanha, alternando momentos de tensão e sobrevivência com sequências mais intensas de combate. Como nas perspectivas em primeira pessoa e terceira pessoa, tudo para agradar os diferentes públicos da franquia.
O resultado é uma experiência que tenta dialogar tanto com fãs antigos quanto com jogadores que passaram a acompanhar a série a partir dos jogos mais recentes.
Nesta publicação você encontra:
Antes que eu me esqueça, esta review de Resident Evil Requiem foi realizada na versão de PlayStation 5, utilizada como base para avaliar a experiência no console. A cópia foi adquirida integralmente, não sendo cedida pela desenvolvedora para esta plataforma.
(Reprodução)
História: dois protagonistas e um mistério ligado a Raccoon City
A enredo acompanha dois personagens principais são eles: Grace Ashcroft e o veterano protagonista Leon S. Kennedy.
Grace é apresentada como uma analista do FBI e filha da jornalista Alyssa Ashcroft, uma das sobreviventes do desastre biológico ocorrido em Raccoon City. Sua investigação começa após uma série de mortes misteriosas envolvendo pessoas que sobreviveram aos eventos da cidade anos atrás.
Durante a investigação, Grace acaba sendo levada a um caso muito maior do que imaginava. As pistas apontam para Victor Gideon, um cientista com conexões antigas com a Umbrella e com possíveis planos envolvendo experimentos biológicos.
Paralelamente, Leon também está em busca de Gideon. No entanto, sua motivação vai além de uma simples missão. O personagem enfrenta consequências relacionadas à exposição ao vírus durante os eventos passados da franquia, o que adiciona momento dramático à sua jornada.
(Reprodução)
A estrutura narrativa é dividida em três atos principais. O início apresenta um prólogo em um hotel intulado “Wrenwood Hotel” que serve como introdução para os acontecimentos. Em seguida, boa parte da campanha se concentra em um centro médico sanatório chamado “Rhodes Hill Chronic Care Center“, local que remete bastante à exploração clássica de mansões presente nos primeiros jogos da série. Por fim, a história avança para áreas relacionadas a Raccoon City devastada e culmina em laboratórios subterrâneos — elemento tradicional da franquia.
Assim como em outros títulos da saga, grande parte da trama é construída por meio de documentos, arquivos espalhados pelo cenário e revelações progressivas sobre os experimentos biológicos. Evidentemente, os famosos quebra-cabeças (puzzles) ajudam a tornar esta saga mítica. É curioso que, mesmo após décadas, ainda encontremos enigmas perdidos pela delegacia.
Jogabilidade: terror com Grace, ação com Leon
Um dos principais diferenciais de Resident Evil Requiem é a forma como cada protagonista possui uma abordagem completamente distinta de gameplay.
Imagem reprodução/Capcom
As seções com Grace são voltadas para o survival horror clássico. Recursos são escassos, o ainventário é limitado e muitas situações incentivam o jogador a evitar confrontos diretos com os inimigos. A exploração e o gerenciamento de recursos são fundamentais para avançar.
Já as partes protagonizadas por Leon seguem uma proposta mais próxima da ação apresentada em Resident Evil 4. O personagem possui mais opções de combate, maior mobilidade e acesso a equipamentos que tornam os confrontos mais diretos e intensos.
Essa dualidade cria uma dinâmica interessante ao longo da campanha. Enquanto Grace precisa agir com cautela, Leon funciona como o lado mais ofensivo da experiência.
Outro detalhe importante é que o jogo permite alternar entre primeira e terceira pessoa. Embora seja possível jogar com qualquer perspectiva, o próprio design do jogo sugere uma abordagem específica: primeira pessoa para Grace, aumentando a tensão e a imersão, e terceira pessoa para Leon, valorizando o combate e a movimentação do personagem.
Mas preciso deixar uma observação: em locais estreitos, parece ser quase impossível escapar sem levar dano quando você está na perspectiva em primeira pessoa com Grace. Até mesmo com nosso eterno policial — agora agente — os movimentos de esquiva parecem travados, algo que em jogos anteriores tinha um controle melhor.
(Reprodução)
Ainda que Resident Evil sempre tenha apresentado controles diferentes na hora de locomover os personagens, essa escolha acabava criando uma espécie de memória no jogador, evitando que ele fosse para o lado oposto do comando no momento da ação.
Progressão e sistemas de melhoria
Cada protagonista também possui sistemas de progressão diferentes.
Grace utiliza um sistema baseado em moedas antigas, mecânica introduzida em Resident Evil 7: Biohazard. Essas moedas podem ser usadas para desbloquear cofres e melhorias como aumento de vida, expansão do inventário e melhorias de combate.
Leon, por sua vez, utiliza um sistema de pontos obtidos ao derrotar inimigos ou encontrar itens específicos durante a exploração. Esses pontos permitem melhorar armas, adicionar acessórios como silenciadores e ampliar a capacidade de equipamentos.
(Reprodução)
A presença de amuletos também adiciona pequenas vantagens de gameplay. No caso de Grace, esses itens funcionam quando permanecem no inventário. Já Leon pode anexá-los diretamente às armas.
O ritmo da história ao longo da campanha
Apesar da proposta interessante de dois protagonistas, a estrutura na trama apresenta alguns problemas de ritmo.
Diversos trechos da história acontecem em paralelo. Isso faz com que, em determinados momentos, o jogador acompanhe um evento com Grace e depois retorne no tempo para ver o mesmo acontecimento sob a perspectiva de Leon.
Essa escolha narrativa acaba criando a sensação de que a história demora mais do que deveria para avançar. Mesmo que a alternância funcione bem do ponto de vista de gameplay, ela prejudica um pouco a progressão na dinâmica.
Ainda assim, a campanha apresenta diversas reviravoltas e mantém o interesse até os momentos finais. Principalmente, se o usuário for um fã de longa data, pegará referências de jogos passados.
(Reprodução)
Fan service e conexões com a franquia
Para quem acompanha a série há anos, Resident Evil Requiem traz uma grande quantidade de referências ao universo da franquia.
Entre os elementos presentes estão:
retorno de locais ligados a Raccoon City
menções a personagens clássicos da saga
participação de Sherry Birkin auxiliando Leon
referências a Albert Wesker e aos experimentos da Umbrella
Essas conexões ajudam estimular os jogadores e observar todo legado da série e funcionam como um aceno direto para os fãs mais antigos.
Como o jogo se sai tecnicamente
Do ponto de vista técnico, o jogo representa mais uma evolução da RE Engine, motor gráfico utilizado pela Capcom nos títulos recentes da franquia.
Os ambientes apresentam alto nível de detalhamento, iluminação avançada e excelente uso de efeitos de sombra. A ambientação contribui muito para a ambientação de terror, principalmente nas seções protagonizadas por Grace.
O design de som também merece destaque. O áudio espacial é utilizado de forma eficiente para indicar a presença de inimigos próximos, aumentando a tensão durante a exploração. Inclusive, a introdução de uma zumbi que ainda mantém características de quem era antes de se transformar em um morto-vivo traz sons quase líricos, capazes de provocar arrepios. A aplicação do efeito atmosférico binaural faz parecer que ela está bem atrás de você, cantando próximo ao ouvido. Isso aumenta a tensão e pode causar certo desconforto em pessoas mais sensíveis, justamente pela sensação de realismo aplicada à parte sonora.
(Reprodução)
Nas sequências de ação, os efeitos sonoros das armas e das explosões ajudam a criar momentos mais cinematográficos, enquanto a trilha sonora mantém uma abordagem discreta na maior parte do tempo, exibindo o clima de suspense. A trilha sonora está, de fato, mais hollywoodiana, trazendo aquela sensação constante de que algo pode acontecer a qualquer momento.
Sobre a dublagem do jogo em português brasileiro, ela é instigante. Contudo, devo relatar que a Capcom erra ao colocar a protagonista o tempo inteiro gaguejando, grunhindo e reclamando — mesmo quando ela já demonstra coragem suficiente para enfrentar os infectados. Em certos momentos, os sustos acabam acontecendo muito mais por conta da histeria da personagem do que por um zumbi ou alguma anomalia que surja inesperadamente.
Quanto tempo dura a campanha e o fator replay
A primeira campanha pode ser concluída em cerca de 12 a 15 horas, dependendo do nível de exploração e da dificuldade escolhida.
O jogo também incentiva novas jogadas por meio de desafios adicionais, desbloqueio de armas especiais, roupas extras e recompensas obtidas através do sistema de pontos de conclusão.
(Imagem reprodução)
Além disso, o título apresenta dois finais diferentes, incentivando o jogador a revisitar a campanha para descobrir todas as variações possíveis da história. Talvez você esteja se perguntando se existe um final bom, um final ruim ou qual deles seria o canônico. A verdade é que o desfecho considerado “correto” costuma ser aquele que a desenvolvedora julga mais viável para futuras continuações. Afinal, a indústria dos games também depende de retorno financeiro e, mesmo que os jogadores prefiram um caminho específico, o peso do investimento e do potencial de lucro costuma falar mais alto.
Gamerdito: Vale a pena jogar Resident Evil Requiem?
Resident Evil Requiem consegue equilibrar duas identidades da franquia, o terror clássico que marcou os primeiros jogos e a ação mais intensa introduzida nos capítulos posteriores. Apesar de alguns problemas de ritmo na narrativa, o jogo entrega uma campanha segura, tecnicamente impressionante e repleta de referências ao legado da série.
Os novos usuários com certeza vão sentir que jogaram um dos jogos de survival horror da vida pela temática e como o enredo é contato. Contando, com a parte gráfica e técnica aplicada nas expressões faciais dos personagens e dos zumbis que dão arrepios intensos. Ao longo da minha jornada, para desenvolver análise do meu veridito final nesta review, não encontrei problemas de bugs, que comprometesse minha experiência.
Para os fãs da franquia, trata-se de um capítulo importante na continuidade do universo da série e de um dos lançamentos mais relevantes do gênero survival horror nos últimos anos. Por esse motivo, encerro esta review com a nota final 9/10. Acredito que o jogo ainda deve concorrer a diversos prêmios ao longo de 2026.
A compra de Resident Evil Requiem (RE9) pode ser feita no Brasil em mídia física para PlayStation 5, além das versões digitais no PC (Steam e Epic Games) e nas lojas Nintendo eShop, PlayStation Store e Xbox Store.
Há algum tempo tenho utilizado a nuvem para jogar diversos jogos, poupando espaço do meu SSD e a espera na hora de baixar os jogos. Evidentemente, exceto quando preciso baixar os títulos com acesso antecipado que as desenvolvedoras liberam para análise no site do MeUGamer. Alguns meses atrás havia recebido uma notificação no Reddit sobre a Boosteroid adicionar servidores oficiais na região da América do Sul e no Brasil. Isso havia atiçado minha curiosidade, mas já havia utilizado o Cloud Gaming do Xbox e também da Nvidia.
Pois bem, resolvi dar uma oportunidade a este serviço e saber o que teria a me oferecer em relação aos demais que já havia testado, como mencionei anteriormente. Assim como os serviços citados, ele permite ser utilizado através da plataforma dos browsers como Google Chrome, Microsoft Edge, Opera e Firefox. Além do próprio aplicativo — que está em fase beta — para usar no PC e dispositivos móveis com sistema operacional Android e iOS. Aparelhos como Chromecast e Amazon Firestick — dependendo do modelo — podem suportar rodar o jogo, e algumas Smart TVs suportam o aplicativo. Infelizmente, na Roku Streaming Stick não consegui ativar a opção devido à sua engenharia em evitar dispositivos de terceiros que necessitam de modificações.
Boosteroid funciona bem no Brasil? Testei o serviço por 5 meses
Naturalmente, vai variar conforme a conexão para uma jogatina satisfatória e estável. Esse é um dos motivos pelos quais eles recomendam primeiramente testar a conexão no “Teste de Conexão“, que se comunica diretamente com seus servidores baseado na localidade do usuário. Como estou no Brasil, eles buscam prioridade na nossa região; caso esteja intermitente, o balanceamento de carga deles (load balance) efetua a conexão por uma mais próxima. Sempre focando no menor ping para estabilizar a imersão do usuário — ao menos foi isso que percebi no meu teste primário.
(Reprodução)
Testei o serviço por 5 meses para ter uma análise segura sobre se os leitores do site deveriam aproveitar esta plataforma. Minha conexão nunca foi das melhores, com uma internet de 300 MB que muito mal chegava ao patamar suficiente, sempre oscilando entre 70 MB e 150 MB — o que poderia me causar um desempenho ruim nesse teste. Pude jogar inúmeros jogos, desde independentes com menos de 100 MB até títulos acima de 100 GB de armazenamento em disco. Posso afirmar que foi satisfatório em relação a alguns serviços nas nuvens que são populares na comunidade de jogadores no Brasil.
Precisa de internet rápida para usar o Boosteroid?
A maioria das vezes em que senti problemas técnicos foi na minha própria infraestrutura — descobri que meu cabo de fibra estava corrompido e a performance ficava comprometida em alguns momentos. No quesito de lags, jogos que exigem dinamismo na resposta, como Fortnite, Call of Duty, Battlefield e Counter-Strike 2, entre outros com conexão direta online, o resultado foi positivo. Consegui melhorar minha classificação nos jogos mesmo utilizando a opção nas nuvens, se comparada à opção do jogo instalado localmente em meu PC.
Até mesmo o atual lançamento da Capcom, Resident Evil Requiem, aproveitei para testar o potencial do Cloud, e ele entregou um desempenho instigante. Devo confessar que o Boosteroid funciona bem; a qualidade da imagem é um pouco inferior ao que o GFN oferece, mas a estabilidade é melhor para mim. Os desenvolvedores explicaram que estão investindo cada vez mais em infraestrutura para entregar tecnologias mais diversificadas aos jogadores. Em outro artigo abordado em nosso site, justificaram que o último ajuste no valor mensal do serviço são para cobrir os gastos desses investimentos.
(Reprodução)
Claro que no catálogo de jogos, o Boosteroid oferece mais de mil títulos — já ultrapassou 1.500 em atualizações recentes —, o que resulta em uma biblioteca bastante ampla. Eles adotam uma abordagem mais aberta; adicionam os jogos ao catálogo inicialmente (especialmente aqueles que o usuário já possui em plataformas como Steam, Epic Games etc.) e, em seguida, confirmam com as publishers. Se não houver objeção, o título permanece disponível.
Caso a publisher solicite a remoção, o Boosteroid remove o jogo da biblioteca principal de forma imediata — isso já ocorreu com alguns títulos no passado e, em certos casos, eles são transferidos para a categoria “Install and Play” em vez de serem excluídos completamente. Acredito que seja um modo de continuarem competitivos frente aos demais concorrentes.
Quanto custa o Boosteroid no Brasil em 2026?
Em relação aos valores, os preços são cobrados em euros: no plano anual, o Ultra sai a partir de €7,49 por mês e o Ultra Pro por €8,97 por mês (valor original €14,89) — ambos cobrados de uma vez no ato da assinatura. Optando pelo plano mensal, o Ultra sai por €12,89 e o Ultra Pro pelo valor cheio de €14,89, sem o desconto promocional.
Na cotação atual do real — por volta de R$ 6,05 por euro —, o mensal básico fica em aproximadamente R$ 78, enquanto o anual resulta em cerca de R$ 46 mensais (valores aproximados). Vale destacar que não há opção de parcelamento; o pagamento é feito à vista, via cartão internacional ou métodos locais como PIX e Boleto. Antes de confirmar a assinatura, o próprio checkout exibe o montante final em reais, o que já inclui eventuais encargos como IOF e taxas adicionais — recomendo sempre verificar esse valor antes de finalizar a compra.
Apesar de o MeUGamer possuir afiliados para a plataforma, minha análise é abertamente livre para quaisquer comentários e observações de pauta negativa, pois não recebemos para falar deste teste ou algo referente —; apenas indicar alternativas aos leitores que não podem, na atual circunstância, montar um setup robusto para jogar. Visto que os valores das memórias, placas-mãe e placas de vídeo estão com preços exorbitantes em nosso país, opções nas nuvens são uma saída até que nossa economia retome os eixos e os usuários possam montar seu computador dos sonhos.
Saiba também, que o plano Ultra Pro entrega na prática: resolução 4K para quem busca o máximo em qualidade visual, servidores baseados em CPUs AMD EPYC 9374F e GPUs AMD Radeon RX 7900 XT, além de sessões de jogo infinitas, sem limites de tempo ou interrupções. Para quem quer o melhor que o Cloud Gaming pode oferecer, é sem dúvida o plano mais completo da plataforma.
Para comprovar na prática, realizei um teste de 10 horas contínuas com o jogo ativo e em nenhum momento minha sessão caiu, mesmo nos instantes em que minha internet ficou instável. O único ponto de atenção é que, caso o sistema identifique 15 minutos de inatividade na plataforma, um aviso é exibido informando que a sessão será encerrada — o que é bastante justo para evitar desperdício de recursos.
(Reprodução)
Enfim, se estiver pensando em jogar títulos que antes não conseguiria devido às suas limitações, o Boosteroid possui nosso aval como uma plataforma que funciona. Eles estão evoluindo nas questões técnicas, na performance e na satisfação dos jogadores, e também olhando para o Brasil — já que seu serviço possui uma versão demo com interface parcialmente localizada em português do Brasil. Dependendo de quando estiver acessando este artigo, uma versão final pode já ter sido lançada. Lembrando que é possível utilizar os serviços de Cloud Gaming pelos navegadores compatíveis, smartphones com Android ou iOS (iPhone/iPad) e modelos Samsung de Smart TV, entre outros.
WWE 2K é uma franquia de jogo de luta que traz os míticos lutadores do World Wrestling Entertainment. A cada ano, a série recebe novas versões publicadas pela 2K Games. No dia 13 de março de 2026, a edição WWE 2K26 chegou para os fãs das lutas sincronizadas e de lutadores que parecem ter saído de atuações dos filmes da The Asylum.
Evidentemente, ao longo das décadas muitos desses lutadores/atores receberam reconhecimento mundial por suas performances e atuações em filmes de Hollywood, seja em produções de grande orçamento como protagonistas, seja em papéis intermediários como vilões para aumentar sua popularidade em outras mídias.
Alguns desses lutadores brilharam tanto dentro da WWE como fora, seja de modo positivo ou controverso. A verdade é que os americanos — sim, não vou citar como “estadunidenses”, já que cresci ouvindo “norte-americanos” — são apaixonados por esse clímax.
Dito isso, desde a época do Super Nintendo Entertainment System (SNES/Super Famicom), quando ainda era conhecido como World Wrestling Federation e ganhou o jogo publicado pela Acclaim Entertainment intitulado WWF WrestleMania: The Arcade Game, comecei a acompanhar essa franquia, que depois foi sucedida por lançamentos em outras gerações de consoles e PC.
Foi com a 2K, no entanto, que a franquia recebeu uma repaginada em sua gameplay e dinâmica, já que a empresa se especializou em focar em jogos de esportes. Ainda assim, diferente das versões passadas dos consoles — nas quais sentia ter controle total dos personagens —, nas versões modernas eles tentam deixar tudo tão parecido com a sincronia real que dá a impressão de que o computador controla por nós.
Se você não tiver o timing correto dos botões, fica quase impossível reagir. A liberdade de movimentação parece algo linear, que segue uma sequência de combinações.
Lembro que, na época de locadora, por permitir até quatro usuários jogando juntos, era um verdadeiro chamariz. O jogo possui suporte para jogar online, mas os servidores são desligados logo que lançam uma nova versão, o que acaba sendo frustrante.
Isso é algo relativamente comum quando pensamos em jogos que a Take-Two Interactive possui com serviço online como recurso de progresso.
Muitas empresas conseguiram fazer suas franquias ressurgirem das cinzas. É o caso da Capcom, que bateu recordes e vem superando cada novo lançamento. A Bandai Namco, com franquias que não eram populares no Ocidente, encontrou um novo público satisfatório. Até mesmo a Sega e a Atlus lançaram jogos que hoje estão no gosto popular.
Já ia esquecendo da própria Electronic Arts, que conseguiu trazer um novo fôlego para Battlefield com o último título da franquia, mesmo tendo perdido boa parte dos seus usuários com estratégias duvidosas no passado.
Mas por que será que a 2K não consegue fazer o mesmo com suas franquias, triplicando ou quadruplicando os jogadores?
Podemos dizer que esportes, dependendo da modalidade, sejam mais nichados. Mas minha visão é diferente e está mais atrelada ao mesmo problema que vemos em eFootballe EA Sports FC.
Essas franquias estão sempre na borda do faturamento e as licenças acabam sendo caras. Logo, preferem lançar novas versões todos os anos sem trabalhar novos fundamentos que realmente agradem a comunidade.
O NBA 2K23 e o NBA 2K25 conseguiram apresentar melhora de público em relação às edições anteriores. Já no caso da franquia de luta, o cenário é diferente. WWE 2K26 registrou apenas cerca de 500 usuários a mais que seu antecessor, permanecendo bem abaixo dos 9 mil jogadores que a edição de 2022 chegou a alcançar, além de também ficar atrás quando comparado a 2023.
(Reprodução)(Reprodução)
Na minha opinião, esse é um sinal preocupante e mostra que a empresa deveria rever suas estratégias de lançamento e de entrega do produto.
Fique ciente de que minha comparação está baseada nos números da versão de PC Windows, que são liberados na plataforma SteamDB. Nos consoles, esses dados normalmente não são revelados, seja no PlayStation ou no Xbox. Normalmente, esses jogos performam melhor para o público de consoles.
Ademais, essas franquias costumam ser alvos de memes quando dizem que são apenas skins e atualizações de elencos, enquanto a jogabilidade continua praticamente a mesma.
Não serei leviano ao afirmar que são apenas melhorias gráficas e atualizações periódicas de temporada. Eles até tentam trazer inovações, mas o curto espaço de tempo entre uma edição e outra faz parecer que não há mudanças realmente satisfatórias.
Muitas vezes só conseguimos perceber diferenças quando ficamos uns cinco anos sem experimentar aquela franquia.
A franquia WWE sabe bem como servir o tradicional “pão e circo”, colocando seus “gladiadores” do ringue para encenar batalhas que o público adora assistir.
Entretanto, a falta de liberdade para deixar a jogabilidade mais dinâmica, seja em simulação ou em arcade, acaba afastando jogadores em potencial. Há momentos em que parece que estamos apenas assistindo ao jogo, em vez de realmente participar do entretenimento. Se o jogador quiser apenas assistir, pode ver o espetáculo em qualquer canal que transmita a WWE, seja em streaming ou na televisão.
Concordo que muitos podem não concordar com minha abordagem, mas acredito que meu pensamento atinge uma parcela que possui essa mesma impressão.
(Divulgação)
Portanto, se querem ampliar o alcance e reconquistar jogadores que abandonaram a franquia, talvez seja melhor adicionar mais liberdade no controle da jogabilidade.
O WWE 2K26 está disponível desde 13 de março de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC (Windows) via Steam.
O evento Universal Fan Fest Nights, realizado no Universal Studios Hollywood, terá uma novidade especial para os fãs de anime em sua edição de 2026. A programação deste ano incluirá a exibição de um curta em computação gráfica inspirado no universo de Pretty Guardian Sailor Moon.
O vídeo se chama Pretty Guardian Sailor Moon The Miracle: Moon Palace Chapter Deluxe e foi apresentado originalmente em 2022 no Universal Studios Japan. Agora, a produção será exibida pela primeira vez fora do Japão, com legendas em inglês para o público internacional.
De acordo com o site oficial da franquia criada por Naoko Takeuchi, o curta apresenta uma narrativa original protagonizada por Usagi Tsukino e as demais Sailor Guardians.
Na trama, as heroínas precisam enfrentar um inimigo misterioso que planeja roubar o lendário Cristal de Prata durante um grande baile realizado no Palácio da Lua. A missão das guerreiras é impedir o plano e proteger um dos artefatos mais importantes da história da série.
Imagem: Naoko Takeuchi
Datas da exibição de Sailor Moon no Universal Studios Hollywood
A exibição especial do curta acontecerá durante o Universal Fan Fest Nights 2026, ao longo de 12 dias de programação.
As sessões ocorrerão nos finais de semana entre 23 de abril e 16 de maio, oferecendo aos visitantes do parque a oportunidade de assistir à produção como parte das atrações temáticas do evento.
Os ingressos para o Universal Fan Fest Nights já estão disponíveis para compra no site oficial do Universal Studios Hollywood.
Imagem: Naoko Takeuchi
Enquanto o curta ainda não possui previsão de exibição no Brasil, os fãs podem acompanhar diferentes produções da franquia por meio de plataformas de streaming. Alguns animes de Sailor Moon estão disponíveis na Netflix e também na Crunchyroll.
Além disso, o mangá da série está sendo republicado no país, em uma versão chamada Eternal Edition, uma edição definitiva com acabamento de colecionador.
As informações foram divulgadas inicialmente em uma live realizada com o canal Fora do Plástico no dia 5 e posteriormente confirmadas em uma transmissão oficial da editora no dia 11.
De acordo com a empresa, os primeiros volumes das duas obras devem chegar às lojas em maio, com Cat’s Eye previsto para a segunda metade do mês.
Imagem: Weekly Shonen Jump
City Hunter
O mangá City Hunter, criado por Tsukasa Hojo, será publicado em uma edição especial semelhante à utilizada em Battle Royale, com volumes compilando aproximadamente três edições da publicação original.
A versão brasileira seguirá o modelo da chamada XYZ Edition, lançada no Japão para celebrar os 30 anos da obra, que reuniu a história em 12 volumes, em vez dos 35 da primeira encadernação.
Entre os detalhes do projeto gráfico estão:
Capa dura com sobrecapa;
Arte contínua na lombada (ainda em aprovação);
Verniz localizado;
Efeito de gofragem na capa.
Após o lançamento do primeiro volume em maio, a editora planeja publicar novos volumes a cada dois meses em 2026, com o seguinte cronograma inicial:
Volume 2 – julho;
Volume 3 – setembro;
Volume 4 – novembro.
A periodicidade bimestral faz parte de um compromisso contratual, mas a editora poderá reavaliar o ritmo de publicação a partir do próximo ano.
Imagem: Weekly Shonen Jump
A trama de City Hunter acompanha o carismático e mulherengo detetive particular Ryo Saeba, que atua combatendo o crime em Tóquio.
Utilizando o pseudônimo City Hunter, ele recebe pedidos de ajuda sempre que alguém escreve “XYZ” em um quadro negro na estação de Shinjuku, sinalizando que não há mais saída para a situação.
Após a morte de seu parceiro, Ryo passa a trabalhar ao lado de Kaori Makimura, irmã do antigo companheiro. Ela é conhecida por manter o detetive na linha, muitas vezes usando seu famoso martelo gigante.
O mangá foi publicado originalmente na revista Weekly Shonen Jump entre 1985 e 1991, gerando diversas adaptações ao longo dos anos.
Entre elas estão:
Um anime lançado em 1987;
Filmes animados;
Versões live-action, incluindo uma adaptação estrelada por Jackie Chan;
Um filme japonês lançado em 2024, distribuído mundialmente pela Netflix.
Imagem: Weekly Shonen Jump
Cat’s Eye
Seguindo o mesmo padrão de acabamento, Cat’s Eye também será publicado em capa dura com sobrecapa.
A edição brasileira será baseada na Complete Edition japonesa, que reuniu a obra em 15 volumes. No Brasil, porém, a coleção será condensada em sete volumes.
Cada edição reunirá dois volumes da versão japonesa, com exceção do último tomo, que será 3 em 1.
A periodicidade confirmada será trimestral, com previsão inicial de lançamento:
Volume 1 – maio;
Volume 2 – agosto;
Volume 3 – novembro.
O enredo de Cat’s Eye gira em torno das irmãs Rui Kisugi, Hitomi Kisugi e Ai Kisugi.
Durante o dia, elas administram um café chamado Cat’s Eye, mas à noite assumem uma identidade secreta como ladras especializadas em obras de arte. O objetivo é recuperar peças que pertenciam ao pai das três.
A obra foi publicada originalmente na Weekly Shonen Jump entre 1981 e 1985, sendo anterior a City Hunter.
Imagem: TF1 Production
Assim como outras obras de Tsukasa Hojo, Cat’s Eye também recebeu adaptações para outras mídias.
Entre os projetos baseados no mangá estão:
Um anime produzido pela TMS Entertainment, exibido entre 1983 e 1985, com 73 episódios;
Uma nova adaptação lançada em 2025 pelo Disney+;
O crossover animado Lupin III vs. Cat’s Eye, disponível no Prime Video.
Além disso, a franquia também recebeu uma série live-action francesa lançada em 2024.
A The Pokémon Company International confirmou oficialmente Chaos Rising, a próxima expansão da linha Mega Evolution do Pokémon Trading Card Game (TCG). O anúncio surge após diversos vazamentos que circularam em fevereiro e já apontavam a existência do terceiro conjunto planejado para 2026.
A nova coleção promete ampliar o foco nas Mega Evoluções, trazendo cartas inspiradas diretamente no universo de Pokémon Legends: Z-A e destacando criaturas icônicas em versões ainda mais poderosas.
Entre os principais destaques de Chaos Rising está Mega Floette ex, descrita como uma presença caótica que surge nas noites de Lumiose City. Além dela, outras Mega Evoluções também ganharão versões especiais no novo conjunto.
Entre os Pokémon confirmados estão:
Mega Greninja ex;
Mega Pyroar ex;
Mega Dragalge ex;
Essas cartas fazem parte da estratégia da franquia de reforçar a presença das Mega Evoluções dentro do Pokémon TCG, alinhando o jogo de cartas com os lançamentos mais recentes da série de videogames.
Imagem: Pokémon TCG
Quantidade de cartas e raridades
A expansão Chaos Rising promete um conjunto robusto para jogadores e colecionadores. Segundo as informações divulgadas, o set incluirá:
5 Mega Evolution Pokémon ex;
5 Pokémon ex adicionais;
11 cartas Illustration Rare;
18 cartas Ultra Rare de Pokémon e Treinadores;
6 cartas Special Illustration Rare, incluindo cartas de Supporter.
Essa variedade de raridades reforça o apelo tanto competitivo quanto colecionável da nova coleção.
A expansão Chaos Rising do Pokémon Trading Card Game será lançada oficialmente em 22 de maio de 2026. As pré-vendas devem abrir em breve no Pokémon Center e em lojas especializadas.
Também foi revelada a Elite Trainer Box da coleção, que terá Mega Greninja como Pokémon em destaque e chegará às lojas na mesma data do lançamento do set.
Imagem: Pokémon TCG
Próximos lançamentos do Pokémon TCG
Antes da chegada de Chaos Rising, o Pokémon TCG receberá outra expansão da linha Mega Evolution chamada Perfect Order, prevista para 27 de março de 2026.
Assim como Chaos Rising, esse conjunto também é inspirado em Pokémon Legends: Z-A, trazendo Mega Zygarde ex como principal destaque.
No início do ano, o jogo de cartas já havia recebido o set Ascended Heroes, lançado no final de janeiro e que continua recebendo novos produtos derivados até abril.
Os jogadores interessados em testar Chaos Rising antes da estreia oficial poderão participar de torneios de pré-lançamento, que começam em 9 de maio de 2026 em lojas selecionadas.
Além disso, o suporte digital da expansão será disponibilizado no Pokémon TCG Live a partir de 21 de maio, um dia antes da chegada oficial do set físico.
Imagem: Pokémon TCG
Pokémon celebra 30 anos com novo set especial
Durante uma recente apresentação do Pokémon Presents, a The Pokémon Company também revelou que está preparando um conjunto especial do Pokémon TCG para comemorar o 30º aniversário da franquia.
Segundo a empresa, a coleção contará com uma linha empolgante de produtos, embora mais detalhes ainda não tenham sido divulgados.
Enquanto o Pokémon TCG segue expandindo seu catálogo, a franquia também continua forte no mercado de videogames. O recente lançamento Pokémon Pokopia registrou números impressionantes na Nintendo Switch 2, superando 2,2 milhões de cópias vendidas apenas no fim de semana de estreia.
O lançamento de Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection pela Capcom já começou movimentando a comunidade no Steam. Nas primeiras horas após a chegada da versão para PC, o jogo registrou mais de 27 mil jogadores simultâneos, segundo dados do SteamDB. O número chama atenção por colocar o novo capítulo da série entre os maiores picos recentes da subfranquia.
Quando comparado com outros títulos da linha Stories, o novo jogo ainda está em processo de formação do seu pico. Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection abriu com cerca de 27 mil jogadores simultâneos no Steam, enquanto Monster Hunter Stories 2: Wings of Ruin registrou aproximadamente 34 mil jogadores no pico de lançamento.
(Reprodução)
Como o novo título estreou durante a madrugada em várias regiões, o número tende a oscilar conforme mais jogadores entram ao longo do dia, o que deve definir melhor o pico real nas próximas horas.
Um novo capítulo da série Stories era algo que muitos jogadores pediam há anos. Diferente da linha principal de Monster Hunter, esses jogos seguem um formato de RPG por turnos, com coleta de monstros e progressão baseada em equipe, o que atrai um público diferente dentro da franquia.
Com o terceiro jogo finalmente disponível, os primeiros números mostram que o interesse por essa vertente da série continua alto entre os fãs.
Monster Hunter Stories 3: Twisted Reflection foi lançado em 13 de março de 2026 para PC (Steam), PlayStation 5, Xbox Series e Nintendo Switch 2.
Quando a Mega Crit lançou o primeiro título da franquia Slay the Spire, duvido muito que ela imaginaria que teria um sucesso considerado, mesmo em um público mais nichado. Porém, a saga conseguiu escalar para outras mídias. Recebendo versões como jogo de tabuleiro, que no Brasil é publicado pela editora “Grok.“, especializada em board games. Dito isto, chegou o momento de publicar uma continuação, já que fazem 7 anos desde o último título.
Como jogos de deck build necessitam de testes profundos para equilibrar cada naipe e não dar muita vantagem para determinado personagem da carta, isso faz todo sentido. Principalmente para que a comunidade tenha uma opinião mais precisa sobre o que precisa ser aprimorado ou equilibrado, os famosos “nerfs”.
Ainda assim, querendo chegar ao nível absoluto de qualidade, a desenvolvedora independente lançou o jogo em acesso antecipado (early access), para coletar o máximo de feedbacks possíveis. Não é possível saber quando a versão da atualização final “1.0” será lançada. Mas algo que já podemos afirmar é que Slay the Spire 2 deixou o estúdio milionário.
Sucesso do jogo da Mega Crit exibido nos números
Ao analisar os números, o jogo abriu com mais de 574.638 usuários simultâneos apenas no seu lançamento na plataforma Steam para PC Windows. Entrando no hall de um dos títulos mais bem-sucedidos da plataforma da Valve, além de também ser independente. Esta nova empreitada do estúdio já os coloca no patamar de uma empresa que se tornou milionária através dos seus esforços.
(Reprodução)
Vou fazer um cálculo rápido, sem excluir a porcentagem que a Valve exige nos títulos publicados em sua plataforma. Logo, Slay the Spire 2 conseguiu 42 milhões de reais, algo em torno de 8 milhões de dólares. Para um jogo que acredito que não tenha tido 5% desse orçamento.
Ele se junta a estúdios que foram competentes, como Team Cherry com Hollow Knight: Silksong, Megabonk do desenvolvedor solo de Vendinad, e também Clair Obscur: Expedition 33 da Sandfall Interactive. Além de Hytale, da Hypixel Studios. São sucessos recentes que agradaram o público. Em outras palavras, esses são jogos de desenvolvedoras independentes que conseguiram bater a casa dos 7 dígitos facilmente.
Isto não significa que a Mega Crit tenha deixado o status de um selo independente, já que o mercado atual da indústria está volátil. Porém, mostra que os jogadores ainda se interessam por títulos em que os desenvolvedores ouvem a comunidade. O que agrada toda sua base de jogadores, criando uma imersão mais satisfatória quando o quesito é compreender as nuances dos jogadores.
Por fim, Slay the Spire 2 está disponível em acesso antecipado desde 5 de março de 2026 para PC Windows. É um jogo que ainda tem muito para evoluir e mostrar que títulos bem desenvolvidos conseguem público e se tornam sucesso. Esta franquia agora é mais uma que deixou sua marca na indústria dos games. Representando a diversidade de como um estúdio independente consegue brilhar no meio dos jogos Triple-A.