CEO do estúdio de Maneater é criticado ao defender à proibição do aborto

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No último fim de semana, o CEO da Tripwire Interactive, John Gibson, tuitou que estava “Orgulho pela suprema corte do estado do Texas, ter aprovado a proibição do aborto com mais de seis semanas do feto”. Ainda ressaltou “Como artista, não sou político com frequência…eu senti que era importante declarar-me como um desenvolvedor de jogos pró-vida”.

O problema que o comentário deveria ser apenas para expressar sua opinião e, acabou virando ataques pessoais, inclusive de personalidades influentes na indústria dos games. Foi o caso do atual diretor de God of War, Cory Barlog, questionando se os homens mandam nas mulheres, “Sério, como alguém pode se orgulhar de expressar domínio sobre as liberdades pessoais de uma mulher?”, disse Barlog. Outro importante desenvolvedor da indústria Cliff Bleszinski, conhecido por Gears of War, também criticou John, “você pode parar de seguir-me agora, obrigado”. Já Alanah Pearce, jornalista e escritora sendo uma das influenciadoras atuais do mundo dos games mencionou “E suponho que você tenha feito uma vasectomia antes de twittar isso?”.

O maior impacto ocorreu com o estúdio parceiro Shipwright Studios, que trabalhou com a Tripwire em dois jogos recentes, Maneater e Chivalry 2. Após as declarações o estúdio relatou em comunicado que trabalhar com a liderança atual, é insustentável devido suas convicções. “Começaremos o cancelamento de nossos contratos existentes imediatamente. “. Embora, as críticas tenham sido por um determinado grupo, muitos usuários do Twitter também foram a seu favor.

A nova lei proíbe os provedores de aborto de realizar abortos assim que o batimento cardíaco fetal for detectado. A lei também autoriza qualquer cidadão a processar os envolvidos no aborto, bem como os seus cúmplices. Além disso, uma recompensa de US$ 10.000 é oferecida caso o processo seja vencido, por quem denunciou.

Gamernéfilos, esse é um dos assuntos mais debatidos nos últimos anos em diversos meios. O problema é que envolvem circunstâncias extremas como religião, política, estupro, entre outras coisas. Que no fim, fica, complexo para determinar se o aborto, é por um problema maior ou simples desprezo pela vida que está sendo gerada. O que vocês acharam do comentário do CEO da Tripwire Interactive, ele agiu certo ou acabou se equivocando em sua opinião.

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