Ghost Recon Breakpoint: Terminator – Análise do evento

Ghost Recon Breakpoint: Terminator - Análise do evento

Ghost Recon Breakpoint está com novo evento, chamado de Terminator Live Event. Trata-se, basicamente, de um evento para ser jogado desde o dia 29 de janeiro até 6 de fevereiro, que revela um crossover entre o game Ghost Recon Breakpoint e a franquia de filmes do The Terminator, conhecido no Brasil como “O Exterminador do Futuro” estralado pelo ator Arnold Schwarzenegger.

Terminator — 20th Century Fox / Divulgação

Como já se sabe, a história de Breakpoint se passa na ilha de Auroa, onde foram realizados diversos avanços tecnológicos, sendo produzidos “drones” com inteligência artificial, que também aparecem na Raid (evento end game), que tem drones avançados como Boss, ou comumente chamados de chefões, que, quando derrotados, liberam itens, equipamentos únicos, diferenciados.

Enfim, a história de Breakpoint centrada no uso da tecnologia para controlar o ser humano, tecnologia com inteligência artificial, está diretamente ligada à história de “O Exterminador do Futuro”, em que um andróide dotado de inteligência artificial adaptativa viaja ao passado para destruir a resistência da guerra que ocorre no futuro.

Terminator — 20th Century Fox / Divulgação

Novas Missões diárias, novas armas, novas recompensas

Assim, o gamer, ao ativar as missões do evento do Exterminador no jogo, acaba tendo como missões iniciais liberar uma prisioneira de nome Rasa, que veio do futuro, enviada pela Resistência, para encontrar Nomad, personagem principal de Breakpoint, para lhe entregar uma arma especial para liquidar com T-800, androide vindo do futuro.

Além de ter de resgatar Rasa, Nomad acaba possuindo diversas missões, tendo de enfrentar alguns T-800 em algumas dessas missões.

É apresentado um T-800 como Androide Exterminador da Humanidade

Logo na primeira missão, em que tem de resgatar Rasa, ela fala para Nomad de T-800:

 

“Ele pensa por si só. Ele programa o próprio código. E rastreia os alvos. Ele se disfarça te pega de surpresa. E ele não vai parar mesmo, nunca, até matar você!”. “Isso não é coisa da Skell. É uma unidade de invasão: parte humana, parte máquina. Foram feitos por uma IA, a Skynet, uns 40 anos no futuro”.

Nomad fica descrente com a possibilidade de ser realizada uma viagem no tempo, viagem do futuro ao passado. Rasa explica que se trata de uma possibilidade de futuro, dizendo que em Auroa, no futuro, desenvolveram armas capazes de combater o T-800, possuindo, como missão, fazer uma dessas armas para Nomad.

Assim, Rasa entrega uma arma especial, que ainda deverá ter melhorias, uma MK14 modificada, denominada de MK 14 Termination, para que Nomad possa combater os T-800, uma vez que armas comuns, segundo Rasa, não lhe fazem efeito algum.

Como jogadores, passamos a realizar missões de interceptação e eliminação de alguns T-800. E essas missões funcionam de forma diferente das missões comuns da história e da Raid de Ghost Recon Breakpoint.

E como as missões funcionam? Como se comporta a inteligência artificial do T-800 e dos soldados da “Sentinel”?

Quando chegamos em um local de uma missão em que haverá confronto com um ou mais T-800, podem ocorrer duas situações, pelo menos: ou é possível limpar a base eliminando soldados da Sentinel para depois confrontar o T-800, o que pode ser feito em Stealth algumas vezes, isto é, de forma furtiva; ou ao adentrar no perímetro da base ocorre uma percepção dos inimigos quanto à nossa presença, tanto da Sentinel, quanto do T-800, e se o jogador estava se infiltrando em Stealth, de forma furtiva, o Stealth é frustrado havendo combate franco com trocação de tiros.

Durante o confronto com o T-800, soldados da Sentinel simplesmente brotam muito próximos da posição do jogador, mesmo que antes o jogador tenha eliminado todos os soldados que estavam no local. Isso ocorre tanto ao se jogar sozinho, como ao se jogar em equipe, forçando os jogadores a fazerem uso do hud (aquelas informações na tela como minimapa, localização de itens, inimigos, aliados, companheiros de equipe), pois, sem essas informações, os jogadores ficam sem saber as posições dos inimigos e podem sofrer dificuldades em cumprir a missão.

Quando chegamos próximo da localização do T-800, basicamente ocorre de o T-800 saber da presença do jogador e se deslocar para a posição dele, até mesmo correndo, empunhando duas armas que causam alto dano. E, como fica um alerta de nossa presença, esse alerta também faz com que cheguem reforços da Sentinel, a pé, com uso de veículo terrestre, ou mesmo de helicóptero, literalmente aparecendo do nada, dificultando o combate contra o exterminador.

Curiosamente, se nos afastamos, ficando fora de combate com o T-800, em uma certa distância, o T-800 pode parar de nos seguir, e se tiver soldados da Sentinel, eles trocam tiros com o Exterminador. Assim, até como parte de estratégia, o jogador pode iniciar o confronto com o T-800 e, após aparecerem soldados da Sentinel, deixar que eles fiquem trocando tiros, porém sendo necessário sempre cuidar para que soldados da Sentinel não cheguem até à sua posição.


Outro fato curioso é que Rasa, ao nos entregar a MK14 Termination para confrontar o T-800, nos diz que esta é a única arma capaz de causar dano a ele. Porém, ao confrontá-lo, se usarmos lança foguetes, vemos que eles causam dano e tiram energia do T-800. A cada lançamento bem aplicado o Exterminador chega a cair no chão. Lançando um três foguetes, praticamente todo o dano necessário é realizado para que depois se utilize a MK14 Termination para matar o T-800.

A cada missão cumprida recebemos itens especiais, como a skin do Exterminador, tanto da versão sem danos, chamada de motoqueiro, como da versão danificada, bem como emblemas, itens cosméticos, sendo que do corpo abatido coletamos diversos itens como peças de armas avançadas, peças de armas melhoradas, lentes ópticas, e peças de armas comuns.

Considerações finais: O evento do exterminador cumpre o que promete?

O evento diverte, cativa, pela temática de “O Exterminador do Futuro” ser utilizada e ainda estando de acordo com a temática de Ghost Recon Breakpoint em que a tecnologia passou a ser utilizada contra o ser humano. Então, nesse quesito, cumpre a sua proposta.

Já vimos crossovers como este em Ghost Recon Wildlands, em que enfrentamos o Predador, tendo de estabelecer estratégias para confrontá-lo devido a sua excelente capacidade em combate e uso de tecnologias alienígenas que lhe favorecem no combate.

O mesmo ocorre, de certa forma, no combate com o Exterminador, em que temos de estabelecer estratégias para atingi-lo com MK14 Termination dada por Rasa, sem ser abatido por ele ou por soldados da Sentinel que aparecem durante o confronto.

O confronto franco com o T-800 é arriscado demais, podendo fazer com o que jogador falhe na sua missão, morrendo, tendo de voltar do zero para confrontá-lo, o que pode se tornar algo até mesmo irritante quando se é abatido por soldados da Sentinel que ficam aparecendo do nada durante o confronto fazendo com que o jogador tenha de reiniciar a missão toda vez que isso ocorrer.

Após cumprir uma das missões, recebemos a skin do T-800, mas o nosso personagem não caminha do mesmo jeito que o Exterminador e também não empunha duas armas ao mesmo tempo como ele faz, o que seria muito legal se ocorresse, pois certamente nenhum fã reclamaria.

Um fato ainda mais curioso é que, após matar um T-800, seus corpos ficam no local em que foram abatidos, o que faz com que a tecnologia deles fique acessível no presente. Porém, o que vemos nos filmes de “O Exterminador do Futuro” é a preocupação de que nenhuma peça deles fique disponível no passado para que não seja utilizada no futuro.

Assim, o evento do Exterminador em Ghost Recon Brealpoint acusa uma falta de lógica e coerência com a temática de “O Exterminador do Futuro”.

E certamente seria muito bom ver outros modelos de T-800, de preferência um com a skin do ator Arnold Schwarzenegger que imortalizou os filmes do Exterminador do Futuro.

E seria ainda mais impactante se pudéssemos confrontar também o modelo T-1000, um ciborgue mimético, completamente feito de metal líquido se adaptando durante o combate, personificando pessoas e transformando partes do corpo em armas.

Terminator — 20th Century Fox / Divulgação

Bugs resolvido em Ghost Recon Breakpoint: Terminator?

Quanto aos bugs, bem, em se tratando de Ubisoft, desde Assassin’s Creed Unity a empresa tem entregue, no lançamento, jogos com bugs e esse é o caso de Ghost Recon Breakpoint, tano na história principal, como na Raid, como no evento do Exterminador.

A experiência de problemas no evento do Exterminador mesmo foi o de soldados da Sentinel brotarem do nada no mapa muito próximo da nossa localização, e bugs ocorreram com o T-800, mas, felizmente, após ter derrotado ele, como na figura abaixo em que o corpo do Exterminador flutua acima de nosso personagem.

O Evento entretém, cativa, e estará disponível em Ghost Recon Breakpoint até o dia 06/02/2020, tendo sido garantido que todas as recompensas das missões diárias, como itens cosméticos como roupas, armas, ficaram com os jogadores, sendo necessário realizar todas as missões para ter acesso a todos os itens disponibilizados.

Assim, após terminado o evento, poderemos trazer novas notícias e análises sobre o mesmo.

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