No fim da noite deste sábado (6), a Netflix e o canal oficial da Riot Games, exibiram em simultâneo o primeiro episódio da série animada Arcane. A série derivada do jogo League of Legends do gênero MOBA, traz uma atmosfera sombria das regiões de Piltover e Zaun. Além disso, a série foca nas histórias de origem dos personagens dessas regiões. O universo de Runeterra se expande e poderá ficar pequeno para o que há de vir no futuro!

A primeira parte é centrada na adolescência de Violet (Hailee Steinfeld) ou apenas Vi, e sua irmã Jinx (Powder). E como Vi, com sua (gang) de desajustados desencadearam uma revolução sem precedentes ao furtarem um elemento importante.

Arcane, traz um trabalho de design gráfico interessante com personagens interessantes e plano de fotografia de bom-tom. O que era já era previsto pela qualidade dos vários teaser e cinemática que a Riot sempre apresentou em suas produções no game. Observamos essa qualidade no submundo da cidade ao vislumbrar o cenário com uma mescla de cyberpunk e tecnologia steampunk.

Ao assistir os três primeiros episódios disponíveis pela Netflix, percebemos que ela conta como foi desenvolvido o início da aceitação da magia no mundo de League of Legends. Além da criação da famosa e influente Hextech. O que certamente deve ter deixado os fãs de LOL contentes! O problema é como o enredo se desenrola, um clichê atrás de clichês com Deus ex machina.

Inspirado em Caverna do Dragão?

Sabe quando você assistia Caverna do Dragão em sua infância na televisão aberta com um grupo de jovens tentado retornar para seu mundo. Existia a carismática e indefesa unicórnio “Uni” na animação, podemos citar que a Powder (Mia Sinclair Jenness) é sua personificação humana na série. Quando cito, é para uma visão que o eredo será reso de modo linear. Já que Vi, é uma jovem sem poderes, mas seu rancor do mundo parece simplesmente a colocar com força sobre-humana. Para derrotar brutamontes entre outros campeões muito mais treinados que ela, — é a única explicação.

A construção dos acontecimentos exceto pelo momento que os cientistas tentam conjurar o controle da magia através da tecnologia. Essas partes e os diálogos com as explicações são positivas, como o desconhecido provoca medo nas pessoas. É se Galileu Galilei, tivesse dito que agora ele tem a fórmula para conjurar os elementos, e fosse jogado na fogueira, por isso!

É claro que os showrunners Christian Linke e Alex Yee, colaboradores de longa data da Riot Games, tentaram explorar situações socioeconômicas. Onde colocam a ideia de ricos cada vez mais ricos e pobres cada vez mais pobre, logo deveriam incluí-los.

Os personagens

Os primeiros episódios nos apresenta personagens que vão ser importantes para seguimento da trama, para causar a inspiração de uma futura vingança.

Se há um personagem que convenceu e teve boas cenas de diálogos e até ação é Vander (JB Blanc). Ele é uma espécie de “paizão” para os órfãos de Zaun e um mentor para todos da cidade. Vander foi criado exclusivamente para essa animação, é um que deveria correr por toda história, sendo aquele que o espectador mais aguarda ansiosamente as cenas. Silco é um cidadão de Zaun, ele é o que podemos descrever que se aproveita da fraqueza, dor e também medo das outras pessoas. Mesmo não sendo um vilão tão original em sua essência e motivações. É marcante com decisões impiedosas e com cicatriz intimidadora no rosto. Bebendo do ódio do passado, enraizado pelo seu irmão Vander, logo, quer causar grande conflito e terror para os moradores de Piltover.

Os cientistas Viktor (Harry Lloyd) e Jayce (Kevin Alejandro), são como Nikola Tesla e Thomas Edison. O sonho de uma ambição que nas mãos erradas são perversas. Os outros personagens terão maiores participações na próxima fase quando as protagonistas crescerem!

A minha experiência é a mesma de vocês, tive acesso aos 3 episódios iniciais, dessa vez, não pedi screeners a Netflix para assistir em antecipado. Entretanto, os demais episódios vão revelar a fase adulta das irmãs, e como se comportarão após o desfecho do prelúdio.

Gamervito (Veredito)

Para fãs de League of Legends, Arcane é como uma nostalgia de dez anos de trabalho. Com diversos curtas-metragens histórias e mais de 100 milhões de usuários ativos globalmente. Os clichês e as ordens para ocorrerem no momento programado, pode ser algo chato. Por outro lado, o trabalho da produção e capricho faz você querer assistir para saber o que ocorrerá em seguida.

A série animada derivada de League of Legends levará os jogadores para dentro de Runaterra de uma visão que jamais imaginavam. Com seu jeito dramático e explicações para interligar o universo de LOL, funcionam como algo autêntico e inspirador.

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