A Epic Games Store liberou neste domingo (28) o SKALD: Against the Black Priory, o 12º jogo gratuito da campanha Mystery Games 2025. O título, que pode ser resgatado gratuitamente por tempo limitado e ficará permanentemente na biblioteca do usuário após a ativação.
O resgate está disponível entre 28 e 29 de dezembro de 2025, com encerramento da oferta às 12h59 (horário de Brasília). Após esse período, um novo jogo gratuito será liberado pela plataforma. No total, 17 jogos estão incluídos no evento de jogos grátis do fim de ano de 2025.
Sobre o que é este jogo:
SKALD: Against the Black Priory é um RPG com forte inspiração nos jogos de computador dos anos 1980 e início dos anos 1990. O título aposta em uma estética retrô, com gráficos em pixel art e interface clássica, combinados a uma narrativa sombria e focada em escolhas do jogador.
O jogo oferece combates em turnos, exploração em um mundo aberto e uma história guiada por decisões, com influências claras de RPGs de mesa tradicionais. A ambientação é marcada por elementos de horror e fantasia sombria, reforçando o clima opressivo da campanha.
(Reprodução)SKALD: Against the Black Priory é o 12º jogo gratuito dos Mystery Games da Epic Games Store 2025 3
Durante o período promocional, o jogo pode ser adicionado à conta sem qualquer custo, sem necessidade de assinatura ou pagamento adicional.
Como resgatar SKALD: Against the Black Priory na Epic Games Store
Para resgatar o jogo gratuito, siga os passos abaixo:
Faça login com sua conta Epic Games (ou crie uma gratuitamente)
Localize SKALD: Against the Black Priory na página inicial ou na seção de jogos gratuitos
Clique em “Obter”
Confirme o pedido (o valor exibido será R$ 0,00)
Após a confirmação, o jogo ficará permanentemente disponível na biblioteca do usuário.
Requisitos de sistema de SKALD: Against the Black Priory
Requisitos mínimos: Sistema operacional: Windows 10 Processador: Intel i5 ou equivalente da AMD Memória: 4 GB de RAM Placa de vídeo: Intel Iris, AMD Vega ou equivalente DirectX: Versão 10 Armazenamento: 500 MB de espaço disponível
Requisitos recomendados: Sistema operacional: Windows 10 Processador: Intel de 7ª geração ou equivalente da AMD Memória: 8 GB de RAM Placa de vídeo: Nvidia série GTX 10 ou gráficos integrados equivalentes DirectX: Versão 10 Armazenamento: 500 MB de espaço disponível
Marvel Cosmic Invasion é aquele tipo de jogo que deixa claro, logo nos primeiros minutos, qual é a sua proposta. Ele não tenta reinventar o gênero, não busca ser revolucionário e nem se preocupa em seguir tendências modernas de design. O foco aqui é outro: entregar uma experiência nostálgica, direta e divertida, resgatando a essência dos clássicos jogos de plataforma e beat ‘em up que marcaram os anos 80, 90 e o início dos anos 2000.
Lançado oficialmente no dia 1º de dezembro de 2025, Marvel Cosmic Invasion chegou ao PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox One, Xbox Series, Nintendo Switch e PC (Windows) via Steam e Epic Games Store. O jogo é publicado pela Dotemu e desenvolvido pela Tribute Games, um estúdio que já mostrou diversas vezes que entende profundamente esse estilo de jogo e sabe como atualizar o passado sem descaracterizá-lo.
Para quem acompanha o mercado, o nome da Tribute Games já traz certa confiança. O estúdio esteve envolvido em projetos como o reboot de Tartarugas Ninja e também trabalhou em títulos que seguem essa mesma linha retrô, sempre respeitando a identidade original, mas adaptando mecânicas e acessibilidade para o público atual. Em Marvel Cosmic Invasion, essa experiência fica bem evidente. Nesta review, meu foco é explorar como os jogos clássicos conseguem atrair um novo público e manter os veteranos animados.
Neste artigo você encontra:
A trama é simples, quando Annihilus (Aniquilador), o vilão da Zona Negativa, lança a Onda de Aniquilação, uma invasão massiva de insetos Arthrosianos e aliados (como Klaw, Sauron, Thanos, Hela e até um Galactus controlado) que ameaça destruir a galáxia, começando por Nova York e se espalhando pelo espaço.
(Reprodução)Review de MARVEL Cosmic Invasion: Mesclando nostalgia 12
Um retorno consciente às raízes do beat ‘em up
A sensação de nostalgia presente em Marvel Cosmic Invasion não vem do nada. O jogo bebe claramente da fonte de alguns dos maiores clássicos do gênero beat ‘em up. É impossível jogar sem lembrar de títulos como Cadillacs and Dinosaurs, Streets of Rage, Captain Commando, entre outros nomes que marcaram época nos fliperamas e nos consoles antigos. A estrutura das fases, o ritmo dos combates, a quantidade de inimigos na tela e até mesmo a forma como os golpes especiais funcionam remetem diretamente a esses jogos.
A Tribute Games não esconde essas inspirações e, na verdade, faz questão de homenageá-las. O resultado é um jogo que respeita essas raízes, mas que ao mesmo tempo se adapta ao público atual, trazendo melhorias de acessibilidade, modos cooperativos modernos e sistemas de progressão que simplesmente não existiam naquela época. Para quem viveu essa fase dos games, o sentimento é imediato. Para quem não viveu, Marvel Cosmic Invasion acaba funcionando como uma porta de entrada para entender por que esse estilo fez tanto sucesso.
Combates, personagens e progressão
O título aposta em uma ação frenética, com batalhas intensas e personagens que fazem parte do imaginário de qualquer fã da Marvel. Ao todo, é possível escolher cerca de 15 super-heróis jogáveis, todos retirados de diferentes partes do vasto universo da editora. Cada personagem possui habilidades próprias, estilos de combate distintos e golpes especiais que ajudam a variar bastante a jogabilidade.
Review de MARVEL Cosmic Invasion: Mesclando nostalgia 13
Conforme você avança pelas fases, a história vai sendo contada aos poucos. Não é nada extremamente complexo, mas funciona dentro da proposta. O enredo serve como pano de fundo para justificar os confrontos, apresentar vilões e desbloquear novos personagens que fazem sentido dentro do contexto da trama.
Durante a campanha de MARVEL Cosmic Invasion, você acaba jogando com personagens como Tempestade, Nova, Capitão América, Pantera Negra, Mulher-Hulk, Rocket, Surfista Prateado, Wolverine, Homem-Aranha, Homem de Ferro e outros nomes conhecidos. Cada um tem sua própria identidade no combate, o que evita que o jogo se torne repetitivo rapidamente. Para ficar melhor compreendido: o Número de personagens jogáveis: São 15 heróis jogáveis no total (11 iniciais e 4 desbloqueáveis pela campanha); incluindo Capitão América, Pantera Negra, Homem de Ferro, Homem-Aranha, Nova, Wolverine, Tempestade, Rocket Raccoon, Bill Raio Beta, Motoqueiro Fantasma Cósmico, Mulher-Hulk, Fênix, Phyla-Vell, Surfista Prateado e Venom.
(Reprodução — Todos os heróis do jogo)
Um ponto interessante em MARVEL Cosmic Invasion está na forma como o jogo incentiva o uso estratégico dos personagens. Em determinados momentos, faz sentido utilizar heróis específicos contra certos inimigos, como enfrentar o Venom usando o Homem-Aranha ou levar o Wolverine para confrontos ligados à Fênix. Essas escolhas não são obrigatórias, mas ajudam a criar uma conexão maior com o enredo e desbloqueiam algumas conquistas.
Mecânicas e modos de jogo
As mecânicas não são inéditas, mas são bem executadas. É possível escolher dois personagens por vez e alternar entre eles durante o combate. Essa troca não serve apenas como variação visual, mas também como recurso estratégico. Se você estiver sendo agarrado por inimigos ou em uma situação complicada, trocar de personagem pode salvar o momento e ainda abrir espaço para um golpe conjunto.
O jogo permite partidas com até quatro jogadores, seja em modo local ou online, utilizando servidores abertos ou privados. Quando a tela fica cheia de personagens, inimigos e efeitos, pode acontecer de você perder a noção exata de quem está atacando quem, algo comum nesse tipo de jogo. Ainda assim, esse caos faz parte do charme e da identidade do gênero.
(Reprodução)
Ademais Marvel Cosmic Invasion oferece dois modos principais: Campanha e Arcade. O modo Campanha é mais estruturado, com progressão, história e desbloqueios salvos. Já o modo Arcade é claramente inspirado na experiência dos fliperamas antigos, com vidas limitadas, continuações restritas e nenhum progresso salvo, proporcionando aquela sensação clássica de desafio instigante.
Conteúdos extras e sistemas de progressão
Além da jogabilidade principal, o jogo traz sistemas extras que incentivam o jogador a continuar jogando. Um deles é a seção chamada Arquivos da Tropa, onde você desbloqueia informações sobre heróis e vilões conforme avança. São dezenas de arquivos que ajudam a expandir o contexto do universo apresentado.
Outro sistema interessante é a Matriz Cósmica, um cubo de recompensas que libera roupas alternativas, arquivos adicionais, músicas e outros extras visuais. Esse sistema funciona como um incentivo de progresso, recompensando o jogador por continuar avançando, completar desafios e alcançar conquistas.
Imagem reprodução)Review de MARVEL Cosmic Invasion: Mesclando nostalgia 14
O Laboratório de Heróis complementa essa experiência, permitindo visualizar golpes, habilidades e entender melhor como cada personagem funciona, algo que ajuda bastante quem quer dominar o combate.
Impressões pessoais e desempenho dos personagens
Todos os personagens possuem suas particularidades. Alguns são mais rápidos, outros mais fortes, alguns focam em dano em área e outros em golpes diretos. Entre os que mais se destacaram durante a jogatina estão o Bill Raio Beta, extremamente forte e eficiente, e o Nova, que também se mostrou muito poderoso e versátil.
A Fênix é interessante, o Wolverine é sempre divertido de usar, e a Mulher-Hulk pode ser devastadora nas mãos de quem sabe aproveitar bem suas habilidades. Existe também a possibilidade de manter combos praticamente infinitos em certas situações, algo que pode dividir opiniões, mas que remete diretamente aos macetes clássicos do gênero.
Trama, trilha sonora e apresentação visual
A história é simples, mas funcional. Há invasões, destruição em larga escala e ameaças cósmicas envolvendo vilões como Galactus e Thanos. O Surfista Prateado aparece inicialmente como antagonista antes de se tornar jogável, ele tem um papel interessante no enredo.
Visualmente, o jogo aposta em um estilo retrô bem definido, com sprites detalhados e animações que remetem diretamente aos desenhos e jogos dos anos 80 e 90. A abertura é um destaque à parte, trazendo uma estética inspirada nos desenhos animados da época e ajudando a criar aquela vontade imediata de continuar jogando. Bem como, aos leitores de quadrinhos (Hqs), que se identificarem com o título.
A trilha sonora de MARVEL Cosmic Invasion acompanha bem a ação, exibindo o clima clássico e mantendo o ritmo intenso durante os combates.
Gamerdito (Veredito) será que vale a pena jogar Marvel Cosmic Invasion?
Enfim, Marvel Cosmic Invasion não é um jogo inovador, e nem pretende ser. A inteligência artificial dos inimigos, em alguns momentos, é simples demais, com comportamentos previsíveis. Ainda assim, isso não compromete a diversão geral.
O jogo funciona muito bem em sessões solo, mas se destaca ainda mais no multijogador (multiplayer). Jogar com amigos torna tudo mais intenso, caótico e divertido. Quanto mais jogadores, mais inimigos surgem, aumentando o desafio.
Imagem reprodução dos usuários em multijogador
No geral, esta aventura é um jogo que agrega aos títulos da Marvel na indústria dos games, sendo divertido e fiel à sua proposta. Ele entrega nostalgia, bons combates, personagens carismáticos e várias horas de gameplay. Para fãs da Marvel e para quem gosta de beat ‘em ups clássicos, é uma experiência que vale a pena.
Finalizo esta análise com uma nota: De 0 a 10, a nota para Marvel Cosmic Invasion é 7,5/10.
Review realizada com base na versão PC Windows, jogada via Steam, com cópia de MARVEL Cosmic Invasion disponibilizada pela desenvolvedora e sua assessoria. Este conteúdo não sofre qualquer influência das desenvolvedoras ou da publisher do jogo. O nosso site mantém total liberdade editorial para expressar opiniões diretas, precisas e imparciais, independentemente de tendências do mercado. Com base na confiança dos nossos leitores, que reconhecem o caráter objetivo de nossas análises, este artigo tem como objetivo avaliar se o título em questão realmente vale ou não a experiência de jogo.
O anime de One Piece se aproxima de um de seus momentos mais importantes com o encerramento do Arco de Egghead, considerado o grande ponto de virada da fase final da obra. Após confrontos intensos e situações aparentemente sem saída na chamada “ilha do futuro”, a tripulação dos Chapéus de Palha finalmente consegue deixar Egghead para trás e segue rumo a Elbaph, um dos destinos mais aguardados pelos fãs da série.
Além das batalhas e revelações envolvendo o Governo Mundial, um dos acontecimentos que mais repercutiu entre o público foi a descoberta de que York, uma das satélites de Vegapunk, foi a responsável por roubar a Mother Flame. A revelação levou Vegapunk, Shaka e Pythagoras a colocarem em prática um plano extremo para garantir que a verdade viesse à tona.
(Reprodução)
O plano de Vegapunk e a transmissão ao mundo
Após confirmarem a traição de York, Vegapunk, Shaka e Pythagoras decidiram gravar uma mensagem destinada a ser transmitida para o mundo inteiro após a morte de Stella. Para assegurar que o plano não fosse descoberto ou sabotado, os três optaram por apagar voluntariamente as memórias das duas semanas anteriores.
Essa decisão fazia parte de uma estratégia maior: garantir que a transmissão fosse exibida sem qualquer tipo de interferência, mesmo que isso significasse sacrificar informações pessoais e colocar suas próprias vidas em risco. O plano reforça o tom mais político e dramático que marca a reta final do arco de Egghead.
Data e horário de estreia do episódio 1155 de One Piece
Com o Arco de Egghead chegando aos seus momentos finais, o anime se prepara para mais um episódio decisivo antes de entrar em um novo hiato. O episódio 1155 de One Piece, intitulado “O Horizonte Prometido, Rumo à Tão Esperada Elbaph”, será exibido no domingo, 28 de dezembro de 2025.
A transmissão está prevista para ocorrer por volta das 12h15 (horário de Brasília). Como de costume, a disponibilização da legenda em português pode sofrer pequenos atrasos, variando de alguns minutos até algumas horas após a exibição original. Com transmissão oficial pela Crunchyroll.
Este será o último episódio inédito antes do hiato de três meses, programado para acontecer entre janeiro e março de 2026, período tradicionalmente utilizado para ajustes de produção e planejamento dos próximos arcos.
Enquanto o anime original se aproxima de mais uma pausa, muitos fãs aguardavam novidades sobre o remake de One Piece, que está sendo desenvolvido pela Netflix. No entanto, as expectativas para uma estreia em 2026 começam a diminuir.
Mesmo após três anos desde o anúncio oficial do projeto, o reboot segue sem uma data definida. De acordo com Kyoji Asano, designer de personagens da franquia, o desenvolvimento do remake está em andamento, porém em um ritmo mais lento do que o inicialmente esperado.
Esse avanço gradual, sem explicações detalhadas por parte da equipe, indica que a nova adaptação ainda deve levar mais tempo para ficar pronta. Com isso, a possibilidade de lançamento em 2026 se torna cada vez mais improvável, frustrando parte do público que aguardava uma releitura moderna da obra desde seus primeiros capítulos.
Com o encerramento de Egghead e a iminente chegada a Elbaph, One Piece entra definitivamente em sua fase final, prometendo revelar segredos antigos, aprofundar conflitos globais e redefinir o destino dos Chapéus de Palha. Mesmo com o hiato se aproximando, o momento atual marca um dos períodos mais decisivos da história criada por Eiichiro Oda, consolidando Egghead como um dos arcos mais impactantes da série.
Aviso de transparência
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a One Piece e a outros animes.
A Epic Games Store liberou Cassette Beasts como o décimo primeiro jogo gratuito da campanha Jogos Misteriosos de 2025. O título pode ser resgatado até o dia 28 de dezembro, ficando disponível por apenas 24 horas. Após o resgate, o jogo permanece para sempre na biblioteca do usuário.
Lançado originalmente como um RPG independente, Cassette Beasts aposta em uma proposta que mistura exploração em mundo aberto, batalhas por turnos e um sistema próprio de fusão de criaturas. Diferente de jogos do gênero que seguem fórmulas tradicionais, aqui o jogador grava monstros em fitas cassete e pode combiná-los livremente, criando variações únicas durante os combates.
(Reprodução)(Reprodução)
Outro ponto relevante é o suporte a multiplayer online, permitindo que a experiência seja compartilhada, algo que não estava presente em muitos RPGs do mesmo estilo quando o jogo surgiu.
Em Cassette Beasts, o jogador explora a ilha de New Wirral, um local habitado por criaturas estranhas que podem ser gravadas, transformadas e combinadas. O sistema de fusão permite unir qualquer dois monstros, criando novas formas e habilidades, o que impacta diretamente as estratégias de batalha.
O jogo se destaca pelo foco em experimentação, tanto na construção dos personagens quanto na forma como o mundo é explorado, sem depender de progressões engessadas.
Como resgatar Cassette Beasts gratuitamente na Epic Games Store
Pronto. O jogo será adicionado permanentemente à sua biblioteca, mesmo após o fim da promoção.
Requisitos de sistema para PC
Mínimos
Sistema operacional: Windows 10 (64 bits)
Processador: Intel Core i5 ou equivalente
Memória RAM: 8 GB
Placa de vídeo: GPU compatível com DirectX 11
Armazenamento: 4 GB de espaço disponível
Recomendados
Sistema operacional: Windows 10 ou 11 (64 bits)
Processador: Intel Core i7 ou equivalente
Memória RAM: 16 GB
Placa de vídeo: GPU dedicada com melhor desempenho em DirectX 11
Armazenamento: 4 GB de espaço disponível
Por fim, Cassette Beasts fica disponível gratuitamente por tempo limitado, seguindo o padrão da campanha dos Jogos Misteriosos. Como de costume, quem perder a janela de 24 horas não conseguirá resgatar o título depois.
O episódio 13 da terceira temporada de Spy x Family já tem data confirmada e promete encerrar o atual arco da série com importantes desdobramentos para a família Forger. Após uma temporada marcada por tensão política, missões perigosas e conflitos internos, o capítulo final deve trazer consequências diretas das escolhas feitas por Loid Forger, além de preparar o terreno para os próximos eventos da história.
O episódio 13 da temporada 3 de Spy x Family será lançado no dia 27 de dezembro de 2025, funcionando como o final oficial da temporada. A exibição seguirá o cronograma regular do anime, com transmissão simultânea para o público internacional por meio das plataformas oficiais de streaming.
Assim como os episódios anteriores, o capítulo final da terceira temporada estará disponível na Crunchyroll, com legendas em português logo após a exibição japonesa. No Japão, o episódio vai ao ar pela TV Tokyo e emissoras afiliadas, mantendo o padrão de distribuição da série.
Imagem: WIT Studio/CloverWorks
O que esperar do episódio 13 de Spy x Family?
O episódio 13 deve dar continuidade direta aos acontecimentos do arco Wheeler, que trouxe uma abordagem mais séria e política à narrativa. A pressão exercida pela State Security Service (SSS) continua sendo uma ameaça constante, colocando em risco não apenas a missão de Twilight, mas também a estabilidade da família Forger.
Loid Forger deve enfrentar as consequências emocionais de suas decisões recentes, especialmente no que diz respeito ao equilíbrio entre sua identidade como espião e o vínculo cada vez mais forte que desenvolveu com Yor e Anya. A série deve explorar esse conflito interno, reforçando um dos temas centrais de Spy x Family: a linha tênue entre dever e sentimentos genuínos.
Além disso, o episódio final pode trazer momentos importantes para Yor, que segue lidando com sua dupla vida como assassina, e para Anya, cuja percepção única da situação pode influenciar diretamente o desfecho do arco.
Imagem: WIT Studio/CloverWorks
Final da 3ª temporada prepara novos caminhos para a série
Como encerramento de temporada, o episódio 13 deve oferecer um fechamento satisfatório para os conflitos atuais, ao mesmo tempo, em que deixa ganchos narrativos para o futuro. A expectativa é que Spy x Family mantenha seu equilíbrio característico entre ação, drama e humor, mesmo em um contexto mais tenso e maduro.
Com isso, a terceira temporada se consolida como uma das fases mais intensas da obra, aprofundando personagens e expandindo o universo político da série, sem perder o charme que conquistou fãs ao redor do mundo.
Imagem: WIT Studio/CloverWorks
Data e horário de estreia
O episódio 12 de Spy x Family estreia no próximo sábado, dia 20 de dezembro. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá às 12h30 (horário de Brasília — BRT). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.
Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.
Além de Spy x Family, o catálogo inclui títulos consagrados como One Piece, Jujustsu Kaisen, Naruto, Demon Slayer, Dragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.
Imagem: WIT Studio/CloverWorks
Aviso de transparência
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro para esta produção e a outros animes.
A Epic Games Store disponibilizou gratuitamente o jogo We Were Here Together por apenas 24 horas, como parte de sua tradicional campanha especial de Natal. O título pode ser resgatado até o dia 27 de dezembro, às 13h (horário de Brasília), sem qualquer custo para os jogadores de PC.
Após o resgate, o jogo fica vinculado permanentemente à conta, permitindo que seja baixado e jogado a qualquer momento no futuro.
We Were Here Together é o terceiro título da série cooperativa de puzzles We Were Here, conhecida por sua proposta única baseada em comunicação constante entre dois jogadores. A experiência é totalmente cooperativa e deve ser jogada em dupla, seja com amigos ou familiares.
O jogo é apresentado em primeira pessoa e se passa em um ambiente ártico, isolado e misterioso, onde os jogadores são separados em áreas diferentes e precisam resolver enigmas assimétricos para progredir.
Divulgação: Epic Games Store
Comunicação é a chave da experiência
O grande diferencial de We Were Here Together está no fato de que cada jogador vê informações diferentes. Não é possível resolver os puzzles sozinho: o avanço depende da troca clara de informações, descrições precisas e coordenação constante por voz.
O jogo não exige reflexos rápidos ou habilidades mecânicas avançadas. Em vez disso, o foco está em:
Observação
Lógica
Trabalho em equipe
Comunicação eficiente
Essa abordagem torna o título acessível e, ao mesmo tempo, desafiador.
História e ambientação
A narrativa acompanha uma expedição ao Ártico que rapidamente sai do controle. O que começa como uma missão aparentemente simples se transforma em uma jornada cheia de mistérios, estruturas antigas e situações cada vez mais estranhas.
A história é contada de forma ambiental, incentivando os jogadores a explorarem o cenário enquanto resolvem os enigmas.
Divulgação: Epic Games Store
Precisa jogar os anteriores?
Apesar de fazer parte de uma franquia que inclui:
We Were Here (2017)
We Were Here Too (2018)
We Were Here Together pode ser jogado de forma independente, sem a necessidade de conhecimento prévio dos títulos anteriores.
Pronto! O jogo ficará disponível permanentemente no seu perfil.
Promoção de Natal da Epic Games Store
Após o fim desta oferta, a Epic Games Store revelará um novo jogo gratuito, dando continuidade à sua promoção natalina, que tradicionalmente oferece um título diferente por dia durante o período festivo.
Para quem gosta de experiências cooperativas e puzzles inteligentes, We Were Here Together é uma excelente adição à biblioteca, especialmente por estar disponível gratuitamente por tempo limitado.
O anime de My Hero Academia chegou ao seu fim, após um épico arco da Guerra Final entre os heróis do Japão contra os vilões liderados por Tomura Shigaraki e o All For One. Nessa review, vamos falar sobre os acontecimentos dessa temporada final e o legado deixado pela obra.
Nesta publicação de My Hero Academia “Final Season” você encontra:
My Hero Academia, ou Boku no Hero Academia, é um mangá de 42 volumes, escrito e ilustrado por Kohei Horikoshi. O primeiro capítulo foi lançado em 2014 na Weekly Shonen Jump e encerrado em 2024, com 430 capítulos e, alguns meses depois, quando o volume final foi encadernado, um capítulo extra foi adicionado à obra, totalizando 431 capítulos na obra. No Brasil, o mangá foi publicado pela Editora JBC, com os seus 42 volumes completos. A história se passa em um mundo onde quase todos têm superpoderes (“Individualidades”), acompanhando Midoriya (Deku), um garoto sem poderes que sonha em ser herói como seu ídolo, All Might. Após um encontro com All Might, Izuku herda a Individualidade do herói e ingressa na Academia U.A., uma escola de heróis, onde treina com outros estudantes para se tornar um grande herói, enfrentando vilões e aprendendo sobre coragem, amizade e os desafios do heroísmo.
Em determinado momento da publicação do mangá, a obra veio a ser tornar o anticristo dos shonen, sem muita explicação ou contexto, tudo relacionado a My Hero Academia acabou se tornando uma das piores coisas já feitas, de acordo com aqueles que acompanhavam a história, as críticas e reclamações não faziam muito sentido com o que a história mostrou e mostrava. Não sabemos se isso aconteceu devido à “queda” dos filmes e séries de super-heróis, como Marvel e DC, e isso respingou em My Hero Academia ou se simplesmente a obra sofreu com o que mangás shonen, em sua maioria, ou outros mangás sofrem. Os fãs criam teorias ou uma certa expectativa para o futuro da obra e, quando nada disso é atendido, passam a criticar e minimizar tudo o que foi criado até então.
Bom, já passamos os contextos históricos e polêmicas envolvendo a história geral de My Hero Academia, vamos agora analisar os últimos episódios do anime. Antes de começarmos, fique bem claro que sim, haverá spoilers, então, se não assistiu ainda, recomendamos que assista primeiro os episódios da última temporada e depois volte para ler nossa review. A última temporada adapta o final do Final War Arc, focado nas três últimas lutas do mangá: All Might vs. All For One, Bakugo vs. All For One e Midoriya vs. Shigaraki. E o Epilogue Arc, onde o objetivo é mostrar as consequências do arco anterior e o futuro da turma 1-A. De uma forma bem direta, o final de My Hero Academia foi bem honesto à proposta inicial da obra, entregando um bom encerramento para os personagens e a obra, algo muito difícil nesse ramo.
(Reprodução)
All Might vs. All For One: O fim de uma era, e…
A temporada se inicia com esse confronto, que vinha sendo trabalhado desde a 3ª temporada do anime. Naquele contexto, All Might deu tudo o que ainda tinha do seu One For All para derrotar o vilão, o custo disso foi ter sua carreira encerrada e o posto de herói número ficou vago. Além disso, o mundo já não tinha mais o seu Símbolo da Paz e isso desestabilizou o equilíbrio que aquele mundo possuía. Sem mais esse símbolo, um vácuo de poder foi criado e, com isso, os vilões puderam agir mais livremente e assim, o mundo passou a encarar uma nova era de caos.
Porém, após os vilões escaparem da prisão Tartarus e colocarem em prática o plano deles, de dominação mundial, não demorou muito para que o destino colocasse All Might e All For One frente a frente para a última e derradeira batalha. Na última vez, o herói venceu, mas o custo disso foi alto demais e assim, a vitória teve mais um gosto de derrota e agora, vamos ao último confronto entre aqueles que iniciaram todo esse confronto que o anime estava mostrando.
Essa luta é a que abre a temporada final, onde vemos que All For One está em direção a Tomura Shigaraki para poder completar a união entre os dois. Os heróis estavam perdidos e sem esperanças, onde todos não aguentavam mais. Mas, entre All For One e Shigaraki, surge All Might, decidido a encerrar esse confronto e derrotar aquele que tirou tudo dele, sua mestra, sua saúde, seus poderes e o seu sonho de continuar sendo o maior herói do mundo. Toda essa luta é carregada de simbolismo, aqui vemos o vilão lutando para derrotar seu maior rival e o herói usando tudo o que aprendeu com os seus alunos, da turma 1-A, para pôr fim aos planos do vilão.
A carga dramática que essa luta carrega é intensa, pois até mesmo vemos a “origem” do sonho de All Might e como sua mãe foi importante para isso. Mas, mesmo com isso tudo sendo mostrado e trabalhado, a luta não é algo fácil para alguém sem poderes e com a saúde tão debilitada quanto a de All Might. E nesse momento que ressurge alguém vital para a história, Stain, o personagem que é o principal ponto de virada para a ascensão dos vilões e queda dos heróis, surge como um contraponto interessante nesse ponto da luta.
A luta mostra o ápice da animação e roteiro que esse momento precisa, a virada entre a quase vitória para uma derrota e a alternação que isso vem carregando. E o momento final, onde achamos que esse será o fim de All Might, a trilha sobe, a cena vai cortando para todos que acompanham com apreensão, onde estão visivelmente chocados com essa conclusão. Tudo apontava para um trágico fim para o herói e a visão de Nighteye finalmente aconteceria, até que…
Imagem: Bones Film.
Katsuki Bakugo vs. All For One: …O começo
Bom, se a luta entre All Might e All For One simbolizava o fim de uma era, essa luta demonstra o que seguirá: novos heróis tomando o lugar daqueles que os antecederam e, com isso, continuando seu trabalho. Diferente da carga emocional que a luta anterior trazia, essa é sobre ser capaz de estar à altura de um desafio que parecia impossível até para o maior herói que já existiu.
Bakugo salva seu herói, seu ídolo e, ao mesmo tempo, ainda tem que aguentar as consequências de sua quase morte. Salvo por um triz pelo herói Edgeshot, o jovem agora se vê diante de um desafio capaz de abalar até os maiores que esse mundo já mostrou. Enquanto isso, vemos o quão debilitado está All For One. Na sua anterior, vemos que o plano de All Might não consistia em apenas derrotá-lo, mas sim enfraquecê-lo também. Em algum momento, o herói não achou que poderia vencer, mas acreditou que conseguiria criar uma chance para que outro pudesse.
A luta está sendo acompanhada pelos pais de Bakugo, onde seu pai não consegue assistir e sua mãe o convence a acreditar no filho, pois é exatamente assim que ele é. Alguém disposto a encarar o impossível para realizar o desejo, mesmo que isso signifique encarar um dos maiores vilões que já existiu. Todo o contexto de heroísmo é posto à prova nesse momento, alguém se jogar em frente ao perigo para salvar aqueles que não podem, lutar com tudo o que tem com um sorriso no rosto, nesse momento Bakugo se tornou aquilo que sempre quis ser desde o começo, o Grande Deus da Explosão Assassina Dynamight.
Nesse momento, vemos o auge do crescimento do personagem, mostrando que desde o começo, por mais complicada que seja sua personalidade, o que ele sempre quis se tornar era um herói, não só um herói, o maior herói que já existiu. E então, o encerramento da luta não se torna apenas um grande alívio para aqueles que acompanhavam pelo mundo, mas também se torna um ponto de virada a esse conflito, porque, mesmo com os heróis ganhando ou perdendo, Bakugo conseguiu fazer com que uma antiga era terminasse e uma nova se iniciasse.
Imagem: Bones Film.
Izuku Midoriya vs. Tomura Shigaraki: O maior herói da história vs. o maior vilão da história
Vamos ao embate mais aguardado da obra, algo que vinha sendo trabalhado desde o começo da história e que, aos poucos, à medida que os personagens evoluíam, cresciam e se moldavam, a rivalidade ia ganhando mais camadas. Enquanto Midoriya ganhava mais relevância e experiência como herói, o seu árduo caminho para enfrentar All For One e Shigaraki. Em contraponto, vemos Shigaraki crescendo como vilão e querendo superar o seu mestre, o seu objetivo final ganha forma e agora o que o mundo pode fazer é apenas assistir e rezar para que o mundo não seja destruído com o seu poder.
A luta entre os dois não se prende apenas ao bem contra o mal, o certo contra o errado, mas à clássica razão entre um herói tentando salvar alguém em perigo. Desde que a rivalidade entre os dois começou, Midoriya sempre acreditou que conseguiria salvar o vilão, pois não o enxergava como uma ameaça e sim, como uma pessoa perdida e precisando de ajuda. Isso consegue ser melhor trabalhado na temporada anterior, onde, mesmo com os antecessores do One For All aconselhando Midoriya a matar Shigaraki para salvar o mundo. O jovem não consegue acreditar que esse seja o caminho que um herói faria.
A luta entre os dois leva cada um a mostrar o que sabe e não sabe para superar o rival. Em determinado momento, a luta deixa de ser física e passar a ser no subconsciente de Shigaraki, onde, na minha opinião, a história comete um erro estranho, aqui descobrimos a verdade sobre a origem do vilão. Descobrimos que desde o começo tudo o que houve com ele, foi planejado por All For One. Se a história tivesse se mantido com o peso de Shigaraki fosse o vilão por conta da sociedade atual dos heróis e como eles tratam aqueles que são “diferentes”, salvar ele seria algo mais impactante e memorável. Porém, tirar isso dele, planta que o maior vilão da história segue sendo o primeiro vilão desse mundo.
Então, o verdadeiro vilão a ser derrotado será o All for One, no corpo de Shigaraki. Nesse momento o que vemos são todos os heróis que ainda conseguem lutar, indo até o local para auxiliar Midoriya nesse momento decisivo e aqui vamos citar alguns paralelos que o 8º episódio tem com o que já ocorreu com a obra, o episódio qual adapta a sequência do mangá onde todos torcem para Midoriya dizendo: “Você consegue!”. Ao mesmo em tudo isso é animado, temos tocando a soundtrack “You Say Run”, a música tema do herói.
No episódio 4, vemos todos que estão fazendo o teste para entrar na U.A. correndo de um robô que se descontrolou, deixando para trás Midoriya e Uraraka. Mas, dessa vemos todos se mantendo ao lado dele e o incentivando a continuar o seu caminho até o vilão. Outro ponto importante, é a conversa dos heróis antes da guerra, não acreditando que haja alguém capaz de derrotar tal ameaça. Porém, agora vemos todos acreditando em Deku e torcendo por ele.
O discurso de All Mighty sobre o que significa ser um herói, para agora ser um sobre Midoriya ser o maior herói. A frase que abre essa review é o final desse momento no anime. Mas, a parte mais emocionante do episódio, é cena em a mãe de Midoriya corre, da mesma maneira que seu filho correu para salvar Bakugo no primeiro episódio, e finalmente encontra forças para torcer, ao invés de se preocupar com o garoto.
Em contra ponto temos All For One, finalmente, entendo o que torna Midoriya quem ele é. O seu monólogo sobre a fraqueza de Midoriya ser sua força e ser algo que All Might não possuía, é o que deixa todos os heróis, que ainda resistem contra ele, seguirem se levantando e continuar a lutar. E assim, o vilão, os heróis e nós espectadores, compreendemos que neste exato momento Deku se tornou tudo aquilo que sonhava, um herói capaz de inspirar o melhor nos outros, de fazer com mesmo que pareça difícil e sem esperança, se você ainda acreditar que pode salvar alguém, se ainda te restar forças para lutar, você consegue ser um herói.
Nesse momento, temos o primeiro golpe que quase derrota o vilão, é emocionante, belíssimo, tudo parecia que ia acabar bem. Mas, então vemos que ainda não acabou e por isso, ainda resta mais um momento resolução para a série. E esse é o momento em que tudo fica claro, na visão de Midoriya, All For One não é um grande vilão, ou o Rei Demônio, mas apenas um homem solitário, que nunca conseguiu compreender a vida. E a cena final, da derrota do vilão chega ser emblemática demais para obra. Após isso, temo 3 episódios para encerrar algumas pontas abertas e mostrar as consequências da guerra.
É bom ressaltar que nesse momento, Midoriya se tornou o símbolo da paz, o seu desejo de querer salvar alguém, que para todos era impossível de ser salvo, se arriscar a ponto de perder os próprios poderes pelo bem maior, mostra os impactos que ele deixou no mundo e continuarão a reverberará na história. Isso, é visto na cena de uma criança que foi deixada presa em sua própria casa, pela sua família, por conta da sua Individualidade fora do comum. E assim, aquela mesma senhora que não ajudou Shigaraki no passado, retorna novamente em um mesmo dilema que teve, agora vemos que ela se arrepende de ter ajudado. E por conta disso, para não cometer o mesmo erro, ela decide que vai ajudar o jovem. Mostrando que isso é o que um herói faz, mesmo sem poderes se você estender sua mão para quem precisa de ajuda, uma vida será salva e isso é o que significa ser um herói.
Imagem: Bones Film.
Gamerdito (Veredito): A temporada final de My Hero Academia é boa?
O anime de My Hero Academia chegou oficialmente ao fim no último sábado, encerrando uma jornada que acompanhou fãs por quase uma década. Para quem seguiu apenas a adaptação animada, o desfecho foi marcado por emoção, senso de conclusão e, sobretudo, uma recepção muito mais positiva do que aquela vista no encerramento do mangá no ano anterior. Diferente das reações divididas da publicação impressa, o final do anime conseguiu dialogar melhor com o público e consolidar My Hero Academia como um dos shonen com conclusão mais bem executada dos últimos anos.
Acompanhar um mangá semanalmente cria uma relação intensa entre obra e leitor. Ao longo dos anos, teorias, expectativas e desejos do fandom passam a coexistir com a narrativa original do autor. Muitas vezes, a frustração com um final não está ligada à qualidade da história em si, mas ao choque entre o que foi entregue e o que parte do público esperava ver. Foi exatamente esse fenômeno que cercou o fim do mangá de My Hero Academia, gerando críticas que, com o distanciamento do tempo, se mostram menos relacionadas à execução e mais às expectativas acumuladas.
Analisando a obra como um todo, é inegável que My Hero Academia não é isenta de falhas. Há arcos que poderiam ter sido mais bem desenvolvidos e personagens com potencial subaproveitado. Ainda assim, o arco final se destaca como um dos pontos mais fortes da série. Kohei Horikoshi construiu uma guerra derradeira de grande escala, envolvendo praticamente todo o elenco, resgatando personagens importantes e reforçando o impacto das conexões criadas ao longo da trajetória de Izuku Midoriya.
O conflito final entregou exatamente o que se espera de um grande shonen: reviravoltas impactantes, sacrifícios, perdas inesperadas e momentos de esperança. Diferente de outras obras do gênero, como Naruto Shippuden, cuja guerra final dividiu opiniões, My Hero Academia conseguiu equilibrar emoção, clareza narrativa e peso dramático, mantendo o envolvimento do público até o último episódio.
O desfecho da série é essencialmente positivo e coerente com tudo o que foi construído desde o início. A mensagem de amadurecimento, legado e heroísmo cotidiano se mantém intacta, e o destino de Midoriya reflete com precisão sua jornada desde o garoto inseguro até o símbolo que inspirou toda uma geração. Encerrar um mangá semanal após anos de publicação já é um desafio monumental; fazê-lo de forma consistente, emocionante e fiel à proposta original é ainda mais raro.
Com o fim do anime, My Hero Academia se despede deixando um legado sólido no gênero shonen. Mais do que batalhas espetaculares, a obra se consolida como uma história sobre crescimento, escolhas e o verdadeiro significado de ser um herói, e seu final reforça exatamente isso.
Lembrando que todos os episódios da temporada final de My Hero Academia, estão disponíveis na Crunchyroll.
A Epic Games Store liberou Disco Elysium – The Final Cut como o nono jogo gratuito do Mystery Games 2025, parte da tradicional promoção de fim de ano. O jogo especial do Dia de Natal fica disponível para resgate até 26 de dezembro de 2025, e depois disso permanece para sempre na sua biblioteca. No total, 17 jogos estão incluídos no evento de jogos grátis do fim de ano de 2025.
Disco Elysium é um RPG aclamado pela crítica, vencedor de vários prêmios e frequentemente citado como um dos melhores jogos narrativos já feitos. Vale destacar que o MeUGamer foi, novamente, o primeiro site brasileiro de língua portuguesa a divulgar com exclusividade a disponibilidade gratuita deste título por 24 horas na EGS, por meio do X (antigo Twitter).
O que é Disco Elysium – The Final Cut
Você controla um detetive sem memória, tentando resolver um assassinato em uma cidade decadente. Não há combates tradicionais. Tudo gira em torno de diálogos, escolhas, investigação e decisões morais.
O sistema de habilidades é diferente: suas próprias ideias, emoções e traços de personalidade falam com você o tempo todo. Dependendo das escolhas, você pode ser um herói improvável ou um completo desastre humano.
(Reprodução)Disco Elysium – The Final Cut é o nono jogo gratuito do Mystery Games 2025 da Epic Games Store 33
Como resgatar o jogo na Epic Games Store
Abra o Epic Games Launcher no PC ou acesse o site da Epic Games Store
Faça login na sua conta (ou crie uma, se não tiver)
Procure por Disco Elysium – The Final Cut na página inicial da promoção
Clique em “Obter”
Confirme o pedido (o valor será zero)
Pronto. O jogo ficará salvo na sua conta para sempre.
Requisitos reais de PC para jogar Disco Elysium – The Final Cut
Requisitos mínimos
Sistema: Windows 7 64-bit
Processador: Intel Core i3-530 ou AMD Phenom II X4 965
Memória: 4 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 460 ou AMD Radeon HD 6970
DirectX: Versão 11
Armazenamento: 20 GB de espaço livre
Requisitos recomendados
Sistema: Windows 10 64-bit
Processador: Intel Core i5-750 ou AMD FX-8350
Memória: 8 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 560 Ti ou AMD Radeon R7 370
DirectX: Versão 11
Armazenamento: 20 GB de espaço livre
Para quem gosta de jogos focados em história, escolhas e personagens marcantes, esse é um daqueles títulos que valem muito a pena resgatar, ainda mais de graça.
A prévia oficial do episódio 24 do anime Tougen Anki, o último episódio da temporada, foi divulgada, antecipando um confronto carregado de tensão e revelações decisivas. Determinado a deter o Shiki Ichinose fora de controle, Mikado recorre a um ataque extremo, colocando em jogo tudo o que ainda lhe resta de força.
Após esgotar completamente seu poder, Mikado se vê vulnerável e atônito diante da chegada inesperada de Naito Mudano, que surpreende ao declarar que não pretende dar o golpe final. Esse momento de hesitação abre espaço para verdades até então ocultas virem à tona.
Confrontado com as reais intenções de Mudano e dos demais envolvidos, Mikado passa a refletir profundamente sobre seu papel, suas escolhas e o significado de carregar o Sangue de Momotaro. O episódio promete não apenas ação intensa, mas também um forte desenvolvimento emocional e ideológico dos personagens, marcando um ponto de virada importante na narrativa de Tougen Anki.
O episódio final será a resolução do confronto entre Shiki e Mikado, aonde as dúvidas geradas durante a luta dos dois devem afetar o futuro de Mikado na organização Momotaro. Além disso, o episódio também servirá como o encerramento do atual arco adaptado, o Arco de Nerima.
O episódio 24 de Tougen Anki estreia na próxima sexta-feira, dia 26 de dezembro. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá por volta das 13h da tarde (horário de Brasília). Vale lembrar que a Crunchyroll libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.
Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 26 de dezembro de 2025, no Japão.
Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.
Além de Tougen Anki, o catálogo inclui títulos consagrados como One Piece, Naruto, Demon Slayer, Dragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro para esta produção e a outros animes.
A Epic Games Store traz mais um título gratuito para os jogos misteriosos de fim de ano, e o presente da véspera de Natal (24 de dezembro de 2025) é The Callisto Protocol. Esse é o oitavo título dos jogos grátis que totalizará 17 ao término do evento! Desenvolvido pela Striking Distance Studios, fundada por Glen Schofield (criador de Dead Space), esse survival horror no espaço é perfeito para quem gosta de terror intenso, combates brutais e uma atmosfera sufocante. Observe que não é a primeira vez que o título fica gratuito na plataforma.
O gameplay mistura tiros precisos com combate corpo a corpo visceral – use bastões elétricos para esmagar inimigos, manipule a gravidade para jogá-los contra obstáculos e vasculhe o ambiente em busca de armas, upgrades e equipamentos. A ameaça só cresce na “Lua Morta de Júpiter”.
Como Resgatar Gratuitamente
O jogo fica de graça por apenas 24 horas! Resgate até 25 de dezembro de 2025, às 12h59 (horário aproximado de Brasília; a troca geralmente ocorre às 13h).
É fácil:
Acesse o site da Epic Games Store (store.epicgames.com) ou o launcher no PC. Faça login na sua conta (ou crie uma gratuita). Na página inicial, o jogo gratuito do dia aparece em destaque na promoção de Natal. Clique em The Callisto Protocol, depois em “Obter” (é totalmente grátis). Confirme e ele fica na sua biblioteca para sempre!
(Reprodução)
Não perca tempo: acesse logo para garantir esse terror espacial de alta qualidade como presente de Natal. Bons sustos e Feliz Natal! Aguarde para saber qual será o nono jogo que chegará ao natal da Epic Games Store.
A Epic Games Store liberou neste domingo (28) o SKALD: Against the Black Priory, o 12º jogo gratuito da campanha Mystery Games 2025. O título, que pode ser resgatado gratuitamente por tempo limitado e ficará permanentemente na biblioteca do usuário após a ativação.
O resgate está disponível entre 28 e 29 de dezembro de 2025, com encerramento da oferta às 12h59 (horário de Brasília). Após esse período, um novo jogo gratuito será liberado pela plataforma. No total, 17 jogos estão incluídos no evento de jogos grátis do fim de ano de 2025.
Sobre o que é este jogo:
SKALD: Against the Black Priory é um RPG com forte inspiração nos jogos de computador dos anos 1980 e início dos anos 1990. O título aposta em uma estética retrô, com gráficos em pixel art e interface clássica, combinados a uma narrativa sombria e focada em escolhas do jogador.
O jogo oferece combates em turnos, exploração em um mundo aberto e uma história guiada por decisões, com influências claras de RPGs de mesa tradicionais. A ambientação é marcada por elementos de horror e fantasia sombria, reforçando o clima opressivo da campanha.
(Reprodução)SKALD: Against the Black Priory é o 12º jogo gratuito dos Mystery Games da Epic Games Store 2025 39
Durante o período promocional, o jogo pode ser adicionado à conta sem qualquer custo, sem necessidade de assinatura ou pagamento adicional.
Como resgatar SKALD: Against the Black Priory na Epic Games Store
Para resgatar o jogo gratuito, siga os passos abaixo:
Faça login com sua conta Epic Games (ou crie uma gratuitamente)
Localize SKALD: Against the Black Priory na página inicial ou na seção de jogos gratuitos
Clique em “Obter”
Confirme o pedido (o valor exibido será R$ 0,00)
Após a confirmação, o jogo ficará permanentemente disponível na biblioteca do usuário.
Requisitos de sistema de SKALD: Against the Black Priory
Requisitos mínimos: Sistema operacional: Windows 10 Processador: Intel i5 ou equivalente da AMD Memória: 4 GB de RAM Placa de vídeo: Intel Iris, AMD Vega ou equivalente DirectX: Versão 10 Armazenamento: 500 MB de espaço disponível
Requisitos recomendados: Sistema operacional: Windows 10 Processador: Intel de 7ª geração ou equivalente da AMD Memória: 8 GB de RAM Placa de vídeo: Nvidia série GTX 10 ou gráficos integrados equivalentes DirectX: Versão 10 Armazenamento: 500 MB de espaço disponível
Marvel Cosmic Invasion é aquele tipo de jogo que deixa claro, logo nos primeiros minutos, qual é a sua proposta. Ele não tenta reinventar o gênero, não busca ser revolucionário e nem se preocupa em seguir tendências modernas de design. O foco aqui é outro: entregar uma experiência nostálgica, direta e divertida, resgatando a essência dos clássicos jogos de plataforma e beat ‘em up que marcaram os anos 80, 90 e o início dos anos 2000.
Lançado oficialmente no dia 1º de dezembro de 2025, Marvel Cosmic Invasion chegou ao PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox One, Xbox Series, Nintendo Switch e PC (Windows) via Steam e Epic Games Store. O jogo é publicado pela Dotemu e desenvolvido pela Tribute Games, um estúdio que já mostrou diversas vezes que entende profundamente esse estilo de jogo e sabe como atualizar o passado sem descaracterizá-lo.
Para quem acompanha o mercado, o nome da Tribute Games já traz certa confiança. O estúdio esteve envolvido em projetos como o reboot de Tartarugas Ninja e também trabalhou em títulos que seguem essa mesma linha retrô, sempre respeitando a identidade original, mas adaptando mecânicas e acessibilidade para o público atual. Em Marvel Cosmic Invasion, essa experiência fica bem evidente. Nesta review, meu foco é explorar como os jogos clássicos conseguem atrair um novo público e manter os veteranos animados.
Neste artigo você encontra:
A trama é simples, quando Annihilus (Aniquilador), o vilão da Zona Negativa, lança a Onda de Aniquilação, uma invasão massiva de insetos Arthrosianos e aliados (como Klaw, Sauron, Thanos, Hela e até um Galactus controlado) que ameaça destruir a galáxia, começando por Nova York e se espalhando pelo espaço.
(Reprodução)Review de MARVEL Cosmic Invasion: Mesclando nostalgia 48
Um retorno consciente às raízes do beat ‘em up
A sensação de nostalgia presente em Marvel Cosmic Invasion não vem do nada. O jogo bebe claramente da fonte de alguns dos maiores clássicos do gênero beat ‘em up. É impossível jogar sem lembrar de títulos como Cadillacs and Dinosaurs, Streets of Rage, Captain Commando, entre outros nomes que marcaram época nos fliperamas e nos consoles antigos. A estrutura das fases, o ritmo dos combates, a quantidade de inimigos na tela e até mesmo a forma como os golpes especiais funcionam remetem diretamente a esses jogos.
A Tribute Games não esconde essas inspirações e, na verdade, faz questão de homenageá-las. O resultado é um jogo que respeita essas raízes, mas que ao mesmo tempo se adapta ao público atual, trazendo melhorias de acessibilidade, modos cooperativos modernos e sistemas de progressão que simplesmente não existiam naquela época. Para quem viveu essa fase dos games, o sentimento é imediato. Para quem não viveu, Marvel Cosmic Invasion acaba funcionando como uma porta de entrada para entender por que esse estilo fez tanto sucesso.
Combates, personagens e progressão
O título aposta em uma ação frenética, com batalhas intensas e personagens que fazem parte do imaginário de qualquer fã da Marvel. Ao todo, é possível escolher cerca de 15 super-heróis jogáveis, todos retirados de diferentes partes do vasto universo da editora. Cada personagem possui habilidades próprias, estilos de combate distintos e golpes especiais que ajudam a variar bastante a jogabilidade.
Review de MARVEL Cosmic Invasion: Mesclando nostalgia 49
Conforme você avança pelas fases, a história vai sendo contada aos poucos. Não é nada extremamente complexo, mas funciona dentro da proposta. O enredo serve como pano de fundo para justificar os confrontos, apresentar vilões e desbloquear novos personagens que fazem sentido dentro do contexto da trama.
Durante a campanha de MARVEL Cosmic Invasion, você acaba jogando com personagens como Tempestade, Nova, Capitão América, Pantera Negra, Mulher-Hulk, Rocket, Surfista Prateado, Wolverine, Homem-Aranha, Homem de Ferro e outros nomes conhecidos. Cada um tem sua própria identidade no combate, o que evita que o jogo se torne repetitivo rapidamente. Para ficar melhor compreendido: o Número de personagens jogáveis: São 15 heróis jogáveis no total (11 iniciais e 4 desbloqueáveis pela campanha); incluindo Capitão América, Pantera Negra, Homem de Ferro, Homem-Aranha, Nova, Wolverine, Tempestade, Rocket Raccoon, Bill Raio Beta, Motoqueiro Fantasma Cósmico, Mulher-Hulk, Fênix, Phyla-Vell, Surfista Prateado e Venom.
(Reprodução — Todos os heróis do jogo)
Um ponto interessante em MARVEL Cosmic Invasion está na forma como o jogo incentiva o uso estratégico dos personagens. Em determinados momentos, faz sentido utilizar heróis específicos contra certos inimigos, como enfrentar o Venom usando o Homem-Aranha ou levar o Wolverine para confrontos ligados à Fênix. Essas escolhas não são obrigatórias, mas ajudam a criar uma conexão maior com o enredo e desbloqueiam algumas conquistas.
Mecânicas e modos de jogo
As mecânicas não são inéditas, mas são bem executadas. É possível escolher dois personagens por vez e alternar entre eles durante o combate. Essa troca não serve apenas como variação visual, mas também como recurso estratégico. Se você estiver sendo agarrado por inimigos ou em uma situação complicada, trocar de personagem pode salvar o momento e ainda abrir espaço para um golpe conjunto.
O jogo permite partidas com até quatro jogadores, seja em modo local ou online, utilizando servidores abertos ou privados. Quando a tela fica cheia de personagens, inimigos e efeitos, pode acontecer de você perder a noção exata de quem está atacando quem, algo comum nesse tipo de jogo. Ainda assim, esse caos faz parte do charme e da identidade do gênero.
(Reprodução)
Ademais Marvel Cosmic Invasion oferece dois modos principais: Campanha e Arcade. O modo Campanha é mais estruturado, com progressão, história e desbloqueios salvos. Já o modo Arcade é claramente inspirado na experiência dos fliperamas antigos, com vidas limitadas, continuações restritas e nenhum progresso salvo, proporcionando aquela sensação clássica de desafio instigante.
Conteúdos extras e sistemas de progressão
Além da jogabilidade principal, o jogo traz sistemas extras que incentivam o jogador a continuar jogando. Um deles é a seção chamada Arquivos da Tropa, onde você desbloqueia informações sobre heróis e vilões conforme avança. São dezenas de arquivos que ajudam a expandir o contexto do universo apresentado.
Outro sistema interessante é a Matriz Cósmica, um cubo de recompensas que libera roupas alternativas, arquivos adicionais, músicas e outros extras visuais. Esse sistema funciona como um incentivo de progresso, recompensando o jogador por continuar avançando, completar desafios e alcançar conquistas.
Imagem reprodução)Review de MARVEL Cosmic Invasion: Mesclando nostalgia 50
O Laboratório de Heróis complementa essa experiência, permitindo visualizar golpes, habilidades e entender melhor como cada personagem funciona, algo que ajuda bastante quem quer dominar o combate.
Impressões pessoais e desempenho dos personagens
Todos os personagens possuem suas particularidades. Alguns são mais rápidos, outros mais fortes, alguns focam em dano em área e outros em golpes diretos. Entre os que mais se destacaram durante a jogatina estão o Bill Raio Beta, extremamente forte e eficiente, e o Nova, que também se mostrou muito poderoso e versátil.
A Fênix é interessante, o Wolverine é sempre divertido de usar, e a Mulher-Hulk pode ser devastadora nas mãos de quem sabe aproveitar bem suas habilidades. Existe também a possibilidade de manter combos praticamente infinitos em certas situações, algo que pode dividir opiniões, mas que remete diretamente aos macetes clássicos do gênero.
Trama, trilha sonora e apresentação visual
A história é simples, mas funcional. Há invasões, destruição em larga escala e ameaças cósmicas envolvendo vilões como Galactus e Thanos. O Surfista Prateado aparece inicialmente como antagonista antes de se tornar jogável, ele tem um papel interessante no enredo.
Visualmente, o jogo aposta em um estilo retrô bem definido, com sprites detalhados e animações que remetem diretamente aos desenhos e jogos dos anos 80 e 90. A abertura é um destaque à parte, trazendo uma estética inspirada nos desenhos animados da época e ajudando a criar aquela vontade imediata de continuar jogando. Bem como, aos leitores de quadrinhos (Hqs), que se identificarem com o título.
A trilha sonora de MARVEL Cosmic Invasion acompanha bem a ação, exibindo o clima clássico e mantendo o ritmo intenso durante os combates.
Gamerdito (Veredito) será que vale a pena jogar Marvel Cosmic Invasion?
Enfim, Marvel Cosmic Invasion não é um jogo inovador, e nem pretende ser. A inteligência artificial dos inimigos, em alguns momentos, é simples demais, com comportamentos previsíveis. Ainda assim, isso não compromete a diversão geral.
O jogo funciona muito bem em sessões solo, mas se destaca ainda mais no multijogador (multiplayer). Jogar com amigos torna tudo mais intenso, caótico e divertido. Quanto mais jogadores, mais inimigos surgem, aumentando o desafio.
Imagem reprodução dos usuários em multijogador
No geral, esta aventura é um jogo que agrega aos títulos da Marvel na indústria dos games, sendo divertido e fiel à sua proposta. Ele entrega nostalgia, bons combates, personagens carismáticos e várias horas de gameplay. Para fãs da Marvel e para quem gosta de beat ‘em ups clássicos, é uma experiência que vale a pena.
Finalizo esta análise com uma nota: De 0 a 10, a nota para Marvel Cosmic Invasion é 7,5/10.
Review realizada com base na versão PC Windows, jogada via Steam, com cópia de MARVEL Cosmic Invasion disponibilizada pela desenvolvedora e sua assessoria. Este conteúdo não sofre qualquer influência das desenvolvedoras ou da publisher do jogo. O nosso site mantém total liberdade editorial para expressar opiniões diretas, precisas e imparciais, independentemente de tendências do mercado. Com base na confiança dos nossos leitores, que reconhecem o caráter objetivo de nossas análises, este artigo tem como objetivo avaliar se o título em questão realmente vale ou não a experiência de jogo.
O anime de One Piece se aproxima de um de seus momentos mais importantes com o encerramento do Arco de Egghead, considerado o grande ponto de virada da fase final da obra. Após confrontos intensos e situações aparentemente sem saída na chamada “ilha do futuro”, a tripulação dos Chapéus de Palha finalmente consegue deixar Egghead para trás e segue rumo a Elbaph, um dos destinos mais aguardados pelos fãs da série.
Além das batalhas e revelações envolvendo o Governo Mundial, um dos acontecimentos que mais repercutiu entre o público foi a descoberta de que York, uma das satélites de Vegapunk, foi a responsável por roubar a Mother Flame. A revelação levou Vegapunk, Shaka e Pythagoras a colocarem em prática um plano extremo para garantir que a verdade viesse à tona.
(Reprodução)
O plano de Vegapunk e a transmissão ao mundo
Após confirmarem a traição de York, Vegapunk, Shaka e Pythagoras decidiram gravar uma mensagem destinada a ser transmitida para o mundo inteiro após a morte de Stella. Para assegurar que o plano não fosse descoberto ou sabotado, os três optaram por apagar voluntariamente as memórias das duas semanas anteriores.
Essa decisão fazia parte de uma estratégia maior: garantir que a transmissão fosse exibida sem qualquer tipo de interferência, mesmo que isso significasse sacrificar informações pessoais e colocar suas próprias vidas em risco. O plano reforça o tom mais político e dramático que marca a reta final do arco de Egghead.
Data e horário de estreia do episódio 1155 de One Piece
Com o Arco de Egghead chegando aos seus momentos finais, o anime se prepara para mais um episódio decisivo antes de entrar em um novo hiato. O episódio 1155 de One Piece, intitulado “O Horizonte Prometido, Rumo à Tão Esperada Elbaph”, será exibido no domingo, 28 de dezembro de 2025.
A transmissão está prevista para ocorrer por volta das 12h15 (horário de Brasília). Como de costume, a disponibilização da legenda em português pode sofrer pequenos atrasos, variando de alguns minutos até algumas horas após a exibição original. Com transmissão oficial pela Crunchyroll.
Este será o último episódio inédito antes do hiato de três meses, programado para acontecer entre janeiro e março de 2026, período tradicionalmente utilizado para ajustes de produção e planejamento dos próximos arcos.
Enquanto o anime original se aproxima de mais uma pausa, muitos fãs aguardavam novidades sobre o remake de One Piece, que está sendo desenvolvido pela Netflix. No entanto, as expectativas para uma estreia em 2026 começam a diminuir.
Mesmo após três anos desde o anúncio oficial do projeto, o reboot segue sem uma data definida. De acordo com Kyoji Asano, designer de personagens da franquia, o desenvolvimento do remake está em andamento, porém em um ritmo mais lento do que o inicialmente esperado.
Esse avanço gradual, sem explicações detalhadas por parte da equipe, indica que a nova adaptação ainda deve levar mais tempo para ficar pronta. Com isso, a possibilidade de lançamento em 2026 se torna cada vez mais improvável, frustrando parte do público que aguardava uma releitura moderna da obra desde seus primeiros capítulos.
Com o encerramento de Egghead e a iminente chegada a Elbaph, One Piece entra definitivamente em sua fase final, prometendo revelar segredos antigos, aprofundar conflitos globais e redefinir o destino dos Chapéus de Palha. Mesmo com o hiato se aproximando, o momento atual marca um dos períodos mais decisivos da história criada por Eiichiro Oda, consolidando Egghead como um dos arcos mais impactantes da série.
Aviso de transparência
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a One Piece e a outros animes.
A Epic Games Store liberou Cassette Beasts como o décimo primeiro jogo gratuito da campanha Jogos Misteriosos de 2025. O título pode ser resgatado até o dia 28 de dezembro, ficando disponível por apenas 24 horas. Após o resgate, o jogo permanece para sempre na biblioteca do usuário.
Lançado originalmente como um RPG independente, Cassette Beasts aposta em uma proposta que mistura exploração em mundo aberto, batalhas por turnos e um sistema próprio de fusão de criaturas. Diferente de jogos do gênero que seguem fórmulas tradicionais, aqui o jogador grava monstros em fitas cassete e pode combiná-los livremente, criando variações únicas durante os combates.
(Reprodução)(Reprodução)
Outro ponto relevante é o suporte a multiplayer online, permitindo que a experiência seja compartilhada, algo que não estava presente em muitos RPGs do mesmo estilo quando o jogo surgiu.
Em Cassette Beasts, o jogador explora a ilha de New Wirral, um local habitado por criaturas estranhas que podem ser gravadas, transformadas e combinadas. O sistema de fusão permite unir qualquer dois monstros, criando novas formas e habilidades, o que impacta diretamente as estratégias de batalha.
O jogo se destaca pelo foco em experimentação, tanto na construção dos personagens quanto na forma como o mundo é explorado, sem depender de progressões engessadas.
Como resgatar Cassette Beasts gratuitamente na Epic Games Store
Pronto. O jogo será adicionado permanentemente à sua biblioteca, mesmo após o fim da promoção.
Requisitos de sistema para PC
Mínimos
Sistema operacional: Windows 10 (64 bits)
Processador: Intel Core i5 ou equivalente
Memória RAM: 8 GB
Placa de vídeo: GPU compatível com DirectX 11
Armazenamento: 4 GB de espaço disponível
Recomendados
Sistema operacional: Windows 10 ou 11 (64 bits)
Processador: Intel Core i7 ou equivalente
Memória RAM: 16 GB
Placa de vídeo: GPU dedicada com melhor desempenho em DirectX 11
Armazenamento: 4 GB de espaço disponível
Por fim, Cassette Beasts fica disponível gratuitamente por tempo limitado, seguindo o padrão da campanha dos Jogos Misteriosos. Como de costume, quem perder a janela de 24 horas não conseguirá resgatar o título depois.
O episódio 13 da terceira temporada de Spy x Family já tem data confirmada e promete encerrar o atual arco da série com importantes desdobramentos para a família Forger. Após uma temporada marcada por tensão política, missões perigosas e conflitos internos, o capítulo final deve trazer consequências diretas das escolhas feitas por Loid Forger, além de preparar o terreno para os próximos eventos da história.
O episódio 13 da temporada 3 de Spy x Family será lançado no dia 27 de dezembro de 2025, funcionando como o final oficial da temporada. A exibição seguirá o cronograma regular do anime, com transmissão simultânea para o público internacional por meio das plataformas oficiais de streaming.
Assim como os episódios anteriores, o capítulo final da terceira temporada estará disponível na Crunchyroll, com legendas em português logo após a exibição japonesa. No Japão, o episódio vai ao ar pela TV Tokyo e emissoras afiliadas, mantendo o padrão de distribuição da série.
Imagem: WIT Studio/CloverWorks
O que esperar do episódio 13 de Spy x Family?
O episódio 13 deve dar continuidade direta aos acontecimentos do arco Wheeler, que trouxe uma abordagem mais séria e política à narrativa. A pressão exercida pela State Security Service (SSS) continua sendo uma ameaça constante, colocando em risco não apenas a missão de Twilight, mas também a estabilidade da família Forger.
Loid Forger deve enfrentar as consequências emocionais de suas decisões recentes, especialmente no que diz respeito ao equilíbrio entre sua identidade como espião e o vínculo cada vez mais forte que desenvolveu com Yor e Anya. A série deve explorar esse conflito interno, reforçando um dos temas centrais de Spy x Family: a linha tênue entre dever e sentimentos genuínos.
Além disso, o episódio final pode trazer momentos importantes para Yor, que segue lidando com sua dupla vida como assassina, e para Anya, cuja percepção única da situação pode influenciar diretamente o desfecho do arco.
Imagem: WIT Studio/CloverWorks
Final da 3ª temporada prepara novos caminhos para a série
Como encerramento de temporada, o episódio 13 deve oferecer um fechamento satisfatório para os conflitos atuais, ao mesmo tempo, em que deixa ganchos narrativos para o futuro. A expectativa é que Spy x Family mantenha seu equilíbrio característico entre ação, drama e humor, mesmo em um contexto mais tenso e maduro.
Com isso, a terceira temporada se consolida como uma das fases mais intensas da obra, aprofundando personagens e expandindo o universo político da série, sem perder o charme que conquistou fãs ao redor do mundo.
Imagem: WIT Studio/CloverWorks
Data e horário de estreia
O episódio 12 de Spy x Family estreia no próximo sábado, dia 20 de dezembro. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá às 12h30 (horário de Brasília — BRT). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.
Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.
Além de Spy x Family, o catálogo inclui títulos consagrados como One Piece, Jujustsu Kaisen, Naruto, Demon Slayer, Dragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.
Imagem: WIT Studio/CloverWorks
Aviso de transparência
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro para esta produção e a outros animes.
A Epic Games Store disponibilizou gratuitamente o jogo We Were Here Together por apenas 24 horas, como parte de sua tradicional campanha especial de Natal. O título pode ser resgatado até o dia 27 de dezembro, às 13h (horário de Brasília), sem qualquer custo para os jogadores de PC.
Após o resgate, o jogo fica vinculado permanentemente à conta, permitindo que seja baixado e jogado a qualquer momento no futuro.
We Were Here Together é o terceiro título da série cooperativa de puzzles We Were Here, conhecida por sua proposta única baseada em comunicação constante entre dois jogadores. A experiência é totalmente cooperativa e deve ser jogada em dupla, seja com amigos ou familiares.
O jogo é apresentado em primeira pessoa e se passa em um ambiente ártico, isolado e misterioso, onde os jogadores são separados em áreas diferentes e precisam resolver enigmas assimétricos para progredir.
Divulgação: Epic Games Store
Comunicação é a chave da experiência
O grande diferencial de We Were Here Together está no fato de que cada jogador vê informações diferentes. Não é possível resolver os puzzles sozinho: o avanço depende da troca clara de informações, descrições precisas e coordenação constante por voz.
O jogo não exige reflexos rápidos ou habilidades mecânicas avançadas. Em vez disso, o foco está em:
Observação
Lógica
Trabalho em equipe
Comunicação eficiente
Essa abordagem torna o título acessível e, ao mesmo tempo, desafiador.
História e ambientação
A narrativa acompanha uma expedição ao Ártico que rapidamente sai do controle. O que começa como uma missão aparentemente simples se transforma em uma jornada cheia de mistérios, estruturas antigas e situações cada vez mais estranhas.
A história é contada de forma ambiental, incentivando os jogadores a explorarem o cenário enquanto resolvem os enigmas.
Divulgação: Epic Games Store
Precisa jogar os anteriores?
Apesar de fazer parte de uma franquia que inclui:
We Were Here (2017)
We Were Here Too (2018)
We Were Here Together pode ser jogado de forma independente, sem a necessidade de conhecimento prévio dos títulos anteriores.
Pronto! O jogo ficará disponível permanentemente no seu perfil.
Promoção de Natal da Epic Games Store
Após o fim desta oferta, a Epic Games Store revelará um novo jogo gratuito, dando continuidade à sua promoção natalina, que tradicionalmente oferece um título diferente por dia durante o período festivo.
Para quem gosta de experiências cooperativas e puzzles inteligentes, We Were Here Together é uma excelente adição à biblioteca, especialmente por estar disponível gratuitamente por tempo limitado.
A temporada final de My Hero Academia encerra a jornada de Izuku Midoriya com batalhas decisivas, forte carga emocional e uma mensagem clara sobre legado, amadurecimento e o verdadeiro significado de ser um herói.
O anime de My Hero Academia chegou ao seu fim, após um épico arco da Guerra Final entre os heróis do Japão contra os vilões liderados por Tomura Shigaraki e o All For One. Nessa review, vamos falar sobre os acontecimentos dessa temporada final e o legado deixado pela obra.
Nesta publicação de My Hero Academia “Final Season” você encontra:
My Hero Academia, ou Boku no Hero Academia, é um mangá de 42 volumes, escrito e ilustrado por Kohei Horikoshi. O primeiro capítulo foi lançado em 2014 na Weekly Shonen Jump e encerrado em 2024, com 430 capítulos e, alguns meses depois, quando o volume final foi encadernado, um capítulo extra foi adicionado à obra, totalizando 431 capítulos na obra. No Brasil, o mangá foi publicado pela Editora JBC, com os seus 42 volumes completos. A história se passa em um mundo onde quase todos têm superpoderes (“Individualidades”), acompanhando Midoriya (Deku), um garoto sem poderes que sonha em ser herói como seu ídolo, All Might. Após um encontro com All Might, Izuku herda a Individualidade do herói e ingressa na Academia U.A., uma escola de heróis, onde treina com outros estudantes para se tornar um grande herói, enfrentando vilões e aprendendo sobre coragem, amizade e os desafios do heroísmo.
Em determinado momento da publicação do mangá, a obra veio a ser tornar o anticristo dos shonen, sem muita explicação ou contexto, tudo relacionado a My Hero Academia acabou se tornando uma das piores coisas já feitas, de acordo com aqueles que acompanhavam a história, as críticas e reclamações não faziam muito sentido com o que a história mostrou e mostrava. Não sabemos se isso aconteceu devido à “queda” dos filmes e séries de super-heróis, como Marvel e DC, e isso respingou em My Hero Academia ou se simplesmente a obra sofreu com o que mangás shonen, em sua maioria, ou outros mangás sofrem. Os fãs criam teorias ou uma certa expectativa para o futuro da obra e, quando nada disso é atendido, passam a criticar e minimizar tudo o que foi criado até então.
Bom, já passamos os contextos históricos e polêmicas envolvendo a história geral de My Hero Academia, vamos agora analisar os últimos episódios do anime. Antes de começarmos, fique bem claro que sim, haverá spoilers, então, se não assistiu ainda, recomendamos que assista primeiro os episódios da última temporada e depois volte para ler nossa review. A última temporada adapta o final do Final War Arc, focado nas três últimas lutas do mangá: All Might vs. All For One, Bakugo vs. All For One e Midoriya vs. Shigaraki. E o Epilogue Arc, onde o objetivo é mostrar as consequências do arco anterior e o futuro da turma 1-A. De uma forma bem direta, o final de My Hero Academia foi bem honesto à proposta inicial da obra, entregando um bom encerramento para os personagens e a obra, algo muito difícil nesse ramo.
(Reprodução)
All Might vs. All For One: O fim de uma era, e…
A temporada se inicia com esse confronto, que vinha sendo trabalhado desde a 3ª temporada do anime. Naquele contexto, All Might deu tudo o que ainda tinha do seu One For All para derrotar o vilão, o custo disso foi ter sua carreira encerrada e o posto de herói número ficou vago. Além disso, o mundo já não tinha mais o seu Símbolo da Paz e isso desestabilizou o equilíbrio que aquele mundo possuía. Sem mais esse símbolo, um vácuo de poder foi criado e, com isso, os vilões puderam agir mais livremente e assim, o mundo passou a encarar uma nova era de caos.
Porém, após os vilões escaparem da prisão Tartarus e colocarem em prática o plano deles, de dominação mundial, não demorou muito para que o destino colocasse All Might e All For One frente a frente para a última e derradeira batalha. Na última vez, o herói venceu, mas o custo disso foi alto demais e assim, a vitória teve mais um gosto de derrota e agora, vamos ao último confronto entre aqueles que iniciaram todo esse confronto que o anime estava mostrando.
Essa luta é a que abre a temporada final, onde vemos que All For One está em direção a Tomura Shigaraki para poder completar a união entre os dois. Os heróis estavam perdidos e sem esperanças, onde todos não aguentavam mais. Mas, entre All For One e Shigaraki, surge All Might, decidido a encerrar esse confronto e derrotar aquele que tirou tudo dele, sua mestra, sua saúde, seus poderes e o seu sonho de continuar sendo o maior herói do mundo. Toda essa luta é carregada de simbolismo, aqui vemos o vilão lutando para derrotar seu maior rival e o herói usando tudo o que aprendeu com os seus alunos, da turma 1-A, para pôr fim aos planos do vilão.
A carga dramática que essa luta carrega é intensa, pois até mesmo vemos a “origem” do sonho de All Might e como sua mãe foi importante para isso. Mas, mesmo com isso tudo sendo mostrado e trabalhado, a luta não é algo fácil para alguém sem poderes e com a saúde tão debilitada quanto a de All Might. E nesse momento que ressurge alguém vital para a história, Stain, o personagem que é o principal ponto de virada para a ascensão dos vilões e queda dos heróis, surge como um contraponto interessante nesse ponto da luta.
A luta mostra o ápice da animação e roteiro que esse momento precisa, a virada entre a quase vitória para uma derrota e a alternação que isso vem carregando. E o momento final, onde achamos que esse será o fim de All Might, a trilha sobe, a cena vai cortando para todos que acompanham com apreensão, onde estão visivelmente chocados com essa conclusão. Tudo apontava para um trágico fim para o herói e a visão de Nighteye finalmente aconteceria, até que…
Imagem: Bones Film.
Katsuki Bakugo vs. All For One: …O começo
Bom, se a luta entre All Might e All For One simbolizava o fim de uma era, essa luta demonstra o que seguirá: novos heróis tomando o lugar daqueles que os antecederam e, com isso, continuando seu trabalho. Diferente da carga emocional que a luta anterior trazia, essa é sobre ser capaz de estar à altura de um desafio que parecia impossível até para o maior herói que já existiu.
Bakugo salva seu herói, seu ídolo e, ao mesmo tempo, ainda tem que aguentar as consequências de sua quase morte. Salvo por um triz pelo herói Edgeshot, o jovem agora se vê diante de um desafio capaz de abalar até os maiores que esse mundo já mostrou. Enquanto isso, vemos o quão debilitado está All For One. Na sua anterior, vemos que o plano de All Might não consistia em apenas derrotá-lo, mas sim enfraquecê-lo também. Em algum momento, o herói não achou que poderia vencer, mas acreditou que conseguiria criar uma chance para que outro pudesse.
A luta está sendo acompanhada pelos pais de Bakugo, onde seu pai não consegue assistir e sua mãe o convence a acreditar no filho, pois é exatamente assim que ele é. Alguém disposto a encarar o impossível para realizar o desejo, mesmo que isso signifique encarar um dos maiores vilões que já existiu. Todo o contexto de heroísmo é posto à prova nesse momento, alguém se jogar em frente ao perigo para salvar aqueles que não podem, lutar com tudo o que tem com um sorriso no rosto, nesse momento Bakugo se tornou aquilo que sempre quis ser desde o começo, o Grande Deus da Explosão Assassina Dynamight.
Nesse momento, vemos o auge do crescimento do personagem, mostrando que desde o começo, por mais complicada que seja sua personalidade, o que ele sempre quis se tornar era um herói, não só um herói, o maior herói que já existiu. E então, o encerramento da luta não se torna apenas um grande alívio para aqueles que acompanhavam pelo mundo, mas também se torna um ponto de virada a esse conflito, porque, mesmo com os heróis ganhando ou perdendo, Bakugo conseguiu fazer com que uma antiga era terminasse e uma nova se iniciasse.
Imagem: Bones Film.
Izuku Midoriya vs. Tomura Shigaraki: O maior herói da história vs. o maior vilão da história
Vamos ao embate mais aguardado da obra, algo que vinha sendo trabalhado desde o começo da história e que, aos poucos, à medida que os personagens evoluíam, cresciam e se moldavam, a rivalidade ia ganhando mais camadas. Enquanto Midoriya ganhava mais relevância e experiência como herói, o seu árduo caminho para enfrentar All For One e Shigaraki. Em contraponto, vemos Shigaraki crescendo como vilão e querendo superar o seu mestre, o seu objetivo final ganha forma e agora o que o mundo pode fazer é apenas assistir e rezar para que o mundo não seja destruído com o seu poder.
A luta entre os dois não se prende apenas ao bem contra o mal, o certo contra o errado, mas à clássica razão entre um herói tentando salvar alguém em perigo. Desde que a rivalidade entre os dois começou, Midoriya sempre acreditou que conseguiria salvar o vilão, pois não o enxergava como uma ameaça e sim, como uma pessoa perdida e precisando de ajuda. Isso consegue ser melhor trabalhado na temporada anterior, onde, mesmo com os antecessores do One For All aconselhando Midoriya a matar Shigaraki para salvar o mundo. O jovem não consegue acreditar que esse seja o caminho que um herói faria.
A luta entre os dois leva cada um a mostrar o que sabe e não sabe para superar o rival. Em determinado momento, a luta deixa de ser física e passar a ser no subconsciente de Shigaraki, onde, na minha opinião, a história comete um erro estranho, aqui descobrimos a verdade sobre a origem do vilão. Descobrimos que desde o começo tudo o que houve com ele, foi planejado por All For One. Se a história tivesse se mantido com o peso de Shigaraki fosse o vilão por conta da sociedade atual dos heróis e como eles tratam aqueles que são “diferentes”, salvar ele seria algo mais impactante e memorável. Porém, tirar isso dele, planta que o maior vilão da história segue sendo o primeiro vilão desse mundo.
Então, o verdadeiro vilão a ser derrotado será o All for One, no corpo de Shigaraki. Nesse momento o que vemos são todos os heróis que ainda conseguem lutar, indo até o local para auxiliar Midoriya nesse momento decisivo e aqui vamos citar alguns paralelos que o 8º episódio tem com o que já ocorreu com a obra, o episódio qual adapta a sequência do mangá onde todos torcem para Midoriya dizendo: “Você consegue!”. Ao mesmo em tudo isso é animado, temos tocando a soundtrack “You Say Run”, a música tema do herói.
No episódio 4, vemos todos que estão fazendo o teste para entrar na U.A. correndo de um robô que se descontrolou, deixando para trás Midoriya e Uraraka. Mas, dessa vemos todos se mantendo ao lado dele e o incentivando a continuar o seu caminho até o vilão. Outro ponto importante, é a conversa dos heróis antes da guerra, não acreditando que haja alguém capaz de derrotar tal ameaça. Porém, agora vemos todos acreditando em Deku e torcendo por ele.
O discurso de All Mighty sobre o que significa ser um herói, para agora ser um sobre Midoriya ser o maior herói. A frase que abre essa review é o final desse momento no anime. Mas, a parte mais emocionante do episódio, é cena em a mãe de Midoriya corre, da mesma maneira que seu filho correu para salvar Bakugo no primeiro episódio, e finalmente encontra forças para torcer, ao invés de se preocupar com o garoto.
Em contra ponto temos All For One, finalmente, entendo o que torna Midoriya quem ele é. O seu monólogo sobre a fraqueza de Midoriya ser sua força e ser algo que All Might não possuía, é o que deixa todos os heróis, que ainda resistem contra ele, seguirem se levantando e continuar a lutar. E assim, o vilão, os heróis e nós espectadores, compreendemos que neste exato momento Deku se tornou tudo aquilo que sonhava, um herói capaz de inspirar o melhor nos outros, de fazer com mesmo que pareça difícil e sem esperança, se você ainda acreditar que pode salvar alguém, se ainda te restar forças para lutar, você consegue ser um herói.
Nesse momento, temos o primeiro golpe que quase derrota o vilão, é emocionante, belíssimo, tudo parecia que ia acabar bem. Mas, então vemos que ainda não acabou e por isso, ainda resta mais um momento resolução para a série. E esse é o momento em que tudo fica claro, na visão de Midoriya, All For One não é um grande vilão, ou o Rei Demônio, mas apenas um homem solitário, que nunca conseguiu compreender a vida. E a cena final, da derrota do vilão chega ser emblemática demais para obra. Após isso, temo 3 episódios para encerrar algumas pontas abertas e mostrar as consequências da guerra.
É bom ressaltar que nesse momento, Midoriya se tornou o símbolo da paz, o seu desejo de querer salvar alguém, que para todos era impossível de ser salvo, se arriscar a ponto de perder os próprios poderes pelo bem maior, mostra os impactos que ele deixou no mundo e continuarão a reverberará na história. Isso, é visto na cena de uma criança que foi deixada presa em sua própria casa, pela sua família, por conta da sua Individualidade fora do comum. E assim, aquela mesma senhora que não ajudou Shigaraki no passado, retorna novamente em um mesmo dilema que teve, agora vemos que ela se arrepende de ter ajudado. E por conta disso, para não cometer o mesmo erro, ela decide que vai ajudar o jovem. Mostrando que isso é o que um herói faz, mesmo sem poderes se você estender sua mão para quem precisa de ajuda, uma vida será salva e isso é o que significa ser um herói.
Imagem: Bones Film.
Gamerdito (Veredito): A temporada final de My Hero Academia é boa?
O anime de My Hero Academia chegou oficialmente ao fim no último sábado, encerrando uma jornada que acompanhou fãs por quase uma década. Para quem seguiu apenas a adaptação animada, o desfecho foi marcado por emoção, senso de conclusão e, sobretudo, uma recepção muito mais positiva do que aquela vista no encerramento do mangá no ano anterior. Diferente das reações divididas da publicação impressa, o final do anime conseguiu dialogar melhor com o público e consolidar My Hero Academia como um dos shonen com conclusão mais bem executada dos últimos anos.
Acompanhar um mangá semanalmente cria uma relação intensa entre obra e leitor. Ao longo dos anos, teorias, expectativas e desejos do fandom passam a coexistir com a narrativa original do autor. Muitas vezes, a frustração com um final não está ligada à qualidade da história em si, mas ao choque entre o que foi entregue e o que parte do público esperava ver. Foi exatamente esse fenômeno que cercou o fim do mangá de My Hero Academia, gerando críticas que, com o distanciamento do tempo, se mostram menos relacionadas à execução e mais às expectativas acumuladas.
Analisando a obra como um todo, é inegável que My Hero Academia não é isenta de falhas. Há arcos que poderiam ter sido mais bem desenvolvidos e personagens com potencial subaproveitado. Ainda assim, o arco final se destaca como um dos pontos mais fortes da série. Kohei Horikoshi construiu uma guerra derradeira de grande escala, envolvendo praticamente todo o elenco, resgatando personagens importantes e reforçando o impacto das conexões criadas ao longo da trajetória de Izuku Midoriya.
O conflito final entregou exatamente o que se espera de um grande shonen: reviravoltas impactantes, sacrifícios, perdas inesperadas e momentos de esperança. Diferente de outras obras do gênero, como Naruto Shippuden, cuja guerra final dividiu opiniões, My Hero Academia conseguiu equilibrar emoção, clareza narrativa e peso dramático, mantendo o envolvimento do público até o último episódio.
O desfecho da série é essencialmente positivo e coerente com tudo o que foi construído desde o início. A mensagem de amadurecimento, legado e heroísmo cotidiano se mantém intacta, e o destino de Midoriya reflete com precisão sua jornada desde o garoto inseguro até o símbolo que inspirou toda uma geração. Encerrar um mangá semanal após anos de publicação já é um desafio monumental; fazê-lo de forma consistente, emocionante e fiel à proposta original é ainda mais raro.
Com o fim do anime, My Hero Academia se despede deixando um legado sólido no gênero shonen. Mais do que batalhas espetaculares, a obra se consolida como uma história sobre crescimento, escolhas e o verdadeiro significado de ser um herói, e seu final reforça exatamente isso.
Lembrando que todos os episódios da temporada final de My Hero Academia, estão disponíveis na Crunchyroll.
A Epic Games Store liberou Disco Elysium – The Final Cut como o nono jogo gratuito do Mystery Games 2025, parte da tradicional promoção de fim de ano. O jogo especial do Dia de Natal fica disponível para resgate até 26 de dezembro de 2025, e depois disso permanece para sempre na sua biblioteca. No total, 17 jogos estão incluídos no evento de jogos grátis do fim de ano de 2025.
Disco Elysium é um RPG aclamado pela crítica, vencedor de vários prêmios e frequentemente citado como um dos melhores jogos narrativos já feitos. Vale destacar que o MeUGamer foi, novamente, o primeiro site brasileiro de língua portuguesa a divulgar com exclusividade a disponibilidade gratuita deste título por 24 horas na EGS, por meio do X (antigo Twitter).
O que é Disco Elysium – The Final Cut
Você controla um detetive sem memória, tentando resolver um assassinato em uma cidade decadente. Não há combates tradicionais. Tudo gira em torno de diálogos, escolhas, investigação e decisões morais.
O sistema de habilidades é diferente: suas próprias ideias, emoções e traços de personalidade falam com você o tempo todo. Dependendo das escolhas, você pode ser um herói improvável ou um completo desastre humano.
(Reprodução)Disco Elysium – The Final Cut é o nono jogo gratuito do Mystery Games 2025 da Epic Games Store 69
Como resgatar o jogo na Epic Games Store
Abra o Epic Games Launcher no PC ou acesse o site da Epic Games Store
Faça login na sua conta (ou crie uma, se não tiver)
Procure por Disco Elysium – The Final Cut na página inicial da promoção
Clique em “Obter”
Confirme o pedido (o valor será zero)
Pronto. O jogo ficará salvo na sua conta para sempre.
Requisitos reais de PC para jogar Disco Elysium – The Final Cut
Requisitos mínimos
Sistema: Windows 7 64-bit
Processador: Intel Core i3-530 ou AMD Phenom II X4 965
Memória: 4 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 460 ou AMD Radeon HD 6970
DirectX: Versão 11
Armazenamento: 20 GB de espaço livre
Requisitos recomendados
Sistema: Windows 10 64-bit
Processador: Intel Core i5-750 ou AMD FX-8350
Memória: 8 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 560 Ti ou AMD Radeon R7 370
DirectX: Versão 11
Armazenamento: 20 GB de espaço livre
Para quem gosta de jogos focados em história, escolhas e personagens marcantes, esse é um daqueles títulos que valem muito a pena resgatar, ainda mais de graça.
A prévia oficial do episódio 24 do anime Tougen Anki, o último episódio da temporada, foi divulgada, antecipando um confronto carregado de tensão e revelações decisivas. Determinado a deter o Shiki Ichinose fora de controle, Mikado recorre a um ataque extremo, colocando em jogo tudo o que ainda lhe resta de força.
Após esgotar completamente seu poder, Mikado se vê vulnerável e atônito diante da chegada inesperada de Naito Mudano, que surpreende ao declarar que não pretende dar o golpe final. Esse momento de hesitação abre espaço para verdades até então ocultas virem à tona.
Confrontado com as reais intenções de Mudano e dos demais envolvidos, Mikado passa a refletir profundamente sobre seu papel, suas escolhas e o significado de carregar o Sangue de Momotaro. O episódio promete não apenas ação intensa, mas também um forte desenvolvimento emocional e ideológico dos personagens, marcando um ponto de virada importante na narrativa de Tougen Anki.
O episódio final será a resolução do confronto entre Shiki e Mikado, aonde as dúvidas geradas durante a luta dos dois devem afetar o futuro de Mikado na organização Momotaro. Além disso, o episódio também servirá como o encerramento do atual arco adaptado, o Arco de Nerima.
O episódio 24 de Tougen Anki estreia na próxima sexta-feira, dia 26 de dezembro. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá por volta das 13h da tarde (horário de Brasília). Vale lembrar que a Crunchyroll libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.
Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 26 de dezembro de 2025, no Japão.
Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.
Além de Tougen Anki, o catálogo inclui títulos consagrados como One Piece, Naruto, Demon Slayer, Dragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro para esta produção e a outros animes.
A Epic Games Store traz mais um título gratuito para os jogos misteriosos de fim de ano, e o presente da véspera de Natal (24 de dezembro de 2025) é The Callisto Protocol. Esse é o oitavo título dos jogos grátis que totalizará 17 ao término do evento! Desenvolvido pela Striking Distance Studios, fundada por Glen Schofield (criador de Dead Space), esse survival horror no espaço é perfeito para quem gosta de terror intenso, combates brutais e uma atmosfera sufocante. Observe que não é a primeira vez que o título fica gratuito na plataforma.
O gameplay mistura tiros precisos com combate corpo a corpo visceral – use bastões elétricos para esmagar inimigos, manipule a gravidade para jogá-los contra obstáculos e vasculhe o ambiente em busca de armas, upgrades e equipamentos. A ameaça só cresce na “Lua Morta de Júpiter”.
Como Resgatar Gratuitamente
O jogo fica de graça por apenas 24 horas! Resgate até 25 de dezembro de 2025, às 12h59 (horário aproximado de Brasília; a troca geralmente ocorre às 13h).
É fácil:
Acesse o site da Epic Games Store (store.epicgames.com) ou o launcher no PC. Faça login na sua conta (ou crie uma gratuita). Na página inicial, o jogo gratuito do dia aparece em destaque na promoção de Natal. Clique em The Callisto Protocol, depois em “Obter” (é totalmente grátis). Confirme e ele fica na sua biblioteca para sempre!
(Reprodução)
Não perca tempo: acesse logo para garantir esse terror espacial de alta qualidade como presente de Natal. Bons sustos e Feliz Natal! Aguarde para saber qual será o nono jogo que chegará ao natal da Epic Games Store.