Início Site Página 10

Anna Tsuchiya anuncia primeira turnê na América Latina com show único no Brasil

0

Um momento histórico para fãs de anime, música japonesa e cultura pop finalmente se torna realidade. Anna Tsuchiya, cantora, atriz e voz responsável por algumas das trilhas mais icônicas do anime NANA, anunciou oficialmente sua primeira turnê pela América Latina.

Leia também:

Intitulada ANNA TSUCHIYA WORLD TOUR 2026 – BLVCK PHOENIX, a série de shows passará por países como México, Chile, Argentina e terá uma apresentação exclusiva no Brasil, marcada para o dia 14 de abril de 2026, em São Paulo, no Cine Joia. A turnê marca um momento especial na carreira da artista e atende a um pedido antigo dos fãs latino-americanos, que acompanham sua trajetória desde os anos 2000.

Ingressos e informações do show no Brasil

Os ingressos para o show em São Paulo já estão disponíveis para compra por meio da plataforma Sympla, com valores a partir de R$ 200. A expectativa é de que as entradas se esgotem rapidamente, especialmente entre o público que cresceu acompanhando NANA e se conectou emocionalmente às músicas interpretadas por Anna Tsuchiya.

A apresentação no Cine Joia será a única data da artista no Brasil, tornando o evento ainda mais aguardado.

ANNA TSUCHIYA WORLD TOUR 2026 – BLVCK PHOENIX
(Reprodução)

O legado de Anna Tsuchiya em NANA e Kamen Rider

Mesmo quem não é fã de anime provavelmente já ouviu falar de NANA, uma das obras mais cultuadas dos anos 2000. Baseado no mangá de Ai Yazawa, o anime acompanha a história de duas jovens chamadas Nana, uma roqueira intensa e rebelde e outra romântica e sonhadora, que se encontram em Tóquio e constroem uma amizade marcada por arte, amadurecimento e escolhas difíceis.

Anna Tsuchiya foi responsável por dar voz à Nana Osaki nas músicas da adaptação animada, interpretando faixas que se tornaram verdadeiros marcos da cultura pop japonesa. Canções como “rose”, “kuroi namida” e “Lucy” ajudaram a definir a identidade emocional da série, misturando melancolia, rebeldia e paixão.

Essas músicas atravessaram gerações e foram fundamentais para popularizar o rock japonês fora do Japão, especialmente entre fãs de anime ao redor do mundo.

Além disso, a cantora também conhecida pelos fãs de tokusatsu no país, já que ela é a responsável por “Switch On!”, a abertura da série Kamen Rider Fourze. E também por “Voyagers”, o tema de encerramento do filme Kamen Rider Fourze the Movie: Everyone! Let’s Feel The Universe!.

ANNA TSUCHIYA WORLD TOUR 2026 – BLVCK PHOENIX, com músicas icônicas dos animes
Imagem criada por Marcus Vinicius

O que esperar da turnê BLVCK PHOENIX

A BLVCK PHOENIX Tour promete ser uma celebração completa da carreira de Anna Tsuchiya. O repertório deve combinar clássicos de NANA com músicas de diferentes fases de sua trajetória musical, oferecendo uma experiência tanto nostálgica quanto atual.

Conhecida por sua presença de palco intensa e apresentações carregadas de emoção, Anna costuma entregar shows que equilibram força, vulnerabilidade e uma conexão genuína com o público. Segundo a produtora W+ Entertainment, responsável pela turnê, o espetáculo foi pensado para ser uma experiência imersiva, valorizando não apenas as músicas, mas também o impacto cultural e artístico da cantora.

ANNA TSUCHIYA WORLD TOUR 2026
Divulgação

Um encontro aguardado pelos fãs brasileiros

A chegada de Anna Tsuchiya ao Brasil representa mais do que um simples show: é o encontro entre uma artista marcante e um público que a acompanha há anos, mesmo à distância. Para fãs de NANA, da música japonesa e da cultura pop dos anos 2000, a apresentação em São Paulo promete ser um evento memorável.

A ANNA TSUCHIYA WORLD TOUR 2026 – BLVCK PHOENIX consolida o reconhecimento internacional da artista e reforça a força do mercado latino-americano para artistas japoneses, que cada vez mais encontram aqui um público apaixonado e fiel.


Observação: Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e jornalístico. Não possuímos qualquer vínculo comercial, promocional ou institucional com as marcas, artistas, produtoras ou eventos citados. As informações são apresentadas com o objetivo de informar os leitores do site sobre acontecimentos relevantes da cultura pop, música e entretenimento.

Review DLC Galaxy & LBX de Inazuma Eleven: Victory Road

0

A nova expansão (DLC) de Inazuma Eleven: Victory Road entrega finalmente a rota que faltava à experiência completa do jogo com Galaxy & LBX. Ao unir o arco de Galaxy com o crossover de Danball Senki W (LBX), a expansão vai além de um simples complemento narrativo e funciona como uma verdadeira correção histórica para a franquia, resgatando personagens que ficaram de fora das versões anteriores de Chrono Stone e Galaxy. Recentemente, publicamos nossa análise da versão base do jogo que pode ser conferida nesta página.

Por isso, posso dizer que essas novas equipes e personagens de peso é um ponto positivo para Level-5. A adição da equipe Demon Horn, junto aos times Vamper e Luna, amplia de forma instigante o leque de opções disponíveis ao jogador. A presença das equipes Acrous e Sages também traz o aspecto competitivo esperado pelos fãs do arco Galaxy. O vídeo oficial da maior atualização até momento, você confere no início desta publicação.

No sistema de jogo, o BB Stadium merece destaque ao permitir a utilização das equipes A, B e C da Nagomuhara, garantindo que personagens escolhidos logo no início da jornada não fiquem esquecidos e tenham espaço relevante no elenco final.

O domínio de Basara em campo

Tecnicamente, o grande destaque da DLC é Basara. Considerado pela comunidade como um personagem “quebrado”, ele impressiona tanto no visual quanto nos atributos base extremamente elevados. Seu maior diferencial está na liberdade estratégica: Basara aceita qualquer configuração, permitindo alterações completas de técnicas, Keshins, Souls e Despertares.

Para equilibrar esse poder, o jogo impõe um sistema de “farm” bastante exigente, o que demanda tempo e paciência do jogador para alcançar todo o potencial do personagem. Aquele que não possui muito tempo pode ficar frustrado.

Apesar das melhorias técnicas, a localização deixa a desejar. Na minha visão é um Ponto de crítica é: tradução e escolhas questionáveis. Traduções como Pharamobius para “Falam Medius” soam estranhas, assim como alterações desnecessárias nos nomes das equipes Latnique e Gadon. Alguns diálogos também apresentam erros que passam a sensação de conteúdo apressado, prejudicando a imersão narrativa. Ou talvez, utilizaram um tradutor automático para ficar algo literal.

Outro ponto discutível é a escolha do personagem ícone da DLC. Kusaka recebeu o destaque principal, mas a impressão é de que Zanakuro teria sido uma escolha mais coerente e representativa para os fãs.

Imagem da DLC Galaxy & LBX de Inazuma Eleven Victory Road com personagens do jogo
(Divulgação)

Gamerdito (Veredito) para DLC Galaxy & LBX

Mesmo com os problemas de tradução e ajustes narrativos questionáveis, a DLC Galaxy & LBX é tecnicamente competente e altamente recomendada para os fãs da franquia. Além de enriquecer Victory Road, ela prepara o terreno para a futura DLC de Ares, que visa um reboot da saga clássica após o confronto contra a Orpheus.

Enfim, um conteúdo sólido e divertido, que cumpre seu papel, mas que poderia ter alcançado um brilho maior com mais cuidado na adaptação e apresentação. Provavelmente, instigados pelas boas vendas deste título, sua desenvolvedora pode ter apressado este lançamento.

Finalizo esta análise com uma nota: De 0 a 10, a nota para Inazuma Eleven: Victory Road: DLC Galaxy & LBX é 7,0/10. Essa atualização gratuito chegou oficialmente em 21 de dezembro de 2025 nas plataformas de PlayStation, Xbox, Nintendo Switch e PC Windows.


Review realizada com base na versão PC Windows, jogada via Steam, com cópia de Inazuma Eleven: Victory Road edição Deluxe, adquirida particularmente sem apoio da LEVEL-5. Este conteúdo não sofre qualquer influência das desenvolvedoras ou da publisher do jogo. O nosso site mantém total liberdade editorial para expressar opiniões diretas, precisas e imparciais, independentemente de tendências do mercado. Com base na confiança dos nossos leitores, que reconhecem o caráter objetivo de nossas análises, este artigo tem como objetivo avaliar se o título em questão realmente vale ou não a experiência de jogo.

Review do jogo Killing Floor 3 — poderia mais

0

Killing Floor 3 é o terceiro título da franquia da Tripwire Interactive, conhecida por sua proposta focada em ação cooperativa contra hordas de zeds e chefes. O jogo chega à nova geração, com versões para PC via Steam, Xbox Series e PlayStation 5, após um período de beta que dividiu a opinião dos fãs.

Mesmo com um adiamento para tentar atender aos feedbacks recebidos durante os testes, o lançamento oficial, em 24 de julho de 2025, não conseguiu entregar as inovações esperadas. O resultado final acaba sendo um jogo que pouco evolui em relação ao antecessor e, em alguns aspectos, representa até uma regressão. No início desta publicação você pode conferir ao trailer oficial do jogo.

A estrutura da experiência continua baseada em partidas rápidas, nas quais o jogador enfrenta ondas de inimigos em mapas fechados. Ao final de cada rodada, é possível comprar equipamentos, melhorar armas e ajustar o loadout utilizando o dinheiro acumulado durante o combate. O jogo conta com um hub principal interativo, que centraliza as opções disponíveis nos menus tradicionais, além de permitir partidas solo ou cooperativas. Minha análise é baseada na versão de PlayStation 5.

Killing Floor 3 no PS5 com combate intenso contra hordas de inimigos em cenário sombrio
Imagem reprodução/Tripwire Interactive

O sistema de classes oferece seis especialistas, cada um com funções distintas. Há personagens mais equilibrados, outros focados em resistência, suporte ou armadilhas. Cada classe possui uma progressão própria, com habilidades passivas que podem ser desbloqueadas conforme o jogador avança de nível. Além disso, cada especialista conta com uma habilidade especial que também pode ser aprimorada.

O tradicional Zed Time retorna, sendo ativado a partir de ações específicas, como tiros na cabeça (headshots). Nesse modo, o tempo desacelera, a câmera entra em slow motion e os inimigos ficam mais destacados, especialmente nos momentos finais das ondas.

Comparando aos títulos anteriores

Comparado aos títulos anteriores, Killing Floor 3 não entrega ao que lhe deu uma base de fãs ativos. O segundo jogo havia conseguido consolidar a identidade da franquia, trazendo evolução em relação ao primeiro. Já o terceiro título não consegue avançar nessa base e acaba perdendo parte do que tornava a série única. Em vários aspectos, a sensação é de que se trata de uma versão inferior de Killing Floor 2.

Graficamente, há melhorias técnicas e a promessa de um sistema de desmembramento mais detalhado, com aumento do “gore“. No entanto, isso não se traduz em impacto durante a jogabilidade. As animações dos inimigos, das armas e do próprio personagem são pouco expressivas, e os combates carecem de peso e feedback visual. As armas não transmitem impacto, e o confronto com as hordas raramente gera tensão.

Os mapas seguem um padrão visual genérico. Embora a franquia nunca tenha sido fortemente baseada em narrativa, Killing Floor 3 apresenta ainda menos cuidado nesse aspecto. A história é pouco relevante, podendo ser facilmente ignorada ou limitada a documentos opcionais dentro do jogo.

A falta de inovação, somada a decisões que representam retrocessos em relação ao segundo título, torna o jogo difícil de recomendar. Para jogadores que não são fãs da franquia ou que não possuem um grupo fixo para jogar em cooperação, a experiência tende a se tornar repetitiva rapidamente. O jogo passa uma sensação pouco inspiração e carece de polimento, mesmo após o feedback recebido no beta, especialmente em elementos centrais da jogabilidade, apenas foram adicionadas nas atualizações futuras.

O título conta com um passe de batalha, com foco majoritariamente em itens cosméticos, além de alguns equipamentos. Ainda assim, esse sistema não é suficiente para compensar os problemas estruturais da experiência.

A maldição do terceiro jogo

Contudo, Killing Floor 3 também parece sofrer da chamada “maldição do terceiro jogo”. O primeiro título apresentou a franquia, o segundo consolidou suas ideias, e o terceiro demonstra sinais claros de desgaste da fórmula. Como é comum no MeUGamer, também analisamos comparações de picos de usuários. O segundo título alcançou quase 70 mil jogadores simultâneos apenas na versão para PC (Windows), via SteamDB. Já o jogo atual registra cerca de 30 mil usuários, ficando apenas 6 mil à frente do primeiro título. São números abaixo do esperado, especialmente considerando que havia potencial para superar esse patamar e figurar entre os jogos mais jogados do ano.

Comparativo do jogo Killing Floor 3 no SteamDB
Comparativo de usuários dados via SteamDB.

A trilha sonora mantém o metal pesado característico da série, funcionando como um dos poucos elementos que ainda remetem à identidade original da franquia. Em contrapartida, os efeitos sonoros das armas, inimigos e personagens são esquecíveis. Mesmo os chefes, que apresentam visuais mais impactantes, raramente causam a sensação de urgência ou desespero esperada em confrontos contra hordas. É possível ouvir a trilha sonora oficial completa nas principais plataformas digitais de música, incluindo o Spotify, totalizando 34 faixas, com composições assinadas por Rockay Gray e zYnthetic.

A experiência cooperativa continua sendo a melhor forma de jogar. Partidas solo sofrem com balanceamento inconsistente, enquanto grupos muito experientes podem tornar o jogo fácil demais. Encontrar um equilíbrio é essencial para aproveitar o título.

No fim das contas, Killing Floor 3 merecia mais

No geral, Killing Floor 3 é mais indicado para fãs da franquia que pretendem jogar em grupo. Para novos jogadores, a recomendação é começar por Killing Floor 2 ou até mesmo pelo primeiro título. Este terceiro capítulo acaba soando genérico e pouco memorável.

O título diverte por um curto período, mas rapidamente se torna repetitivo. Seu futuro depende fortemente do conteúdo que ainda será lançado. Resta saber se a desenvolvedora conseguirá, dentro do possível, aprimorar a experiência e entregar novidades que justifiquem a continuidade da franquia.

Finalizo esta análise com uma nota: De 0 a 10, a nota para Killing Floor 3 é 6/10.

Vale destacar que esta é minha opinião. Ainda assim, para quem é fã de jogos com hordas e tiro em primeira pessoa, trata-se de uma experiência que pode render boas horas de diversão e ajudar a aliviar o estresse do dia a dia.


Review realizada com base na versão PlayStation 5, jogada via mídia digital, com cópia de Killing Floor 3 disponibilizada pela desenvolvedora e sua assessoria. Este conteúdo não sofre qualquer influência das desenvolvedoras ou da publisher do jogo. O nosso site mantém total liberdade editorial para expressar opiniões diretas, precisas e imparciais, independentemente de tendências do mercado. Com base na confiança dos nossos leitores, que reconhecem o caráter objetivo de nossas análises, este artigo tem como objetivo avaliar se o título em questão realmente vale ou não a experiência de jogo.

Review | Solo Leveling: Arise Overdrive – Não promete nada… E entrega menos que isso

0

Jogos baseados em animes e mangás, ou webtoon nesse caso, costumam carregar uma expectativa curiosa: às vezes conseguem superar a obra original, outras vezes tropeçam justamente por depender demais dela. No caso de Solo Leveling: Arise Overdrive, lançado em 24 de novembro de 2025, o jogo até tenta se apresentar como uma versão mais robusta da experiência mobile, mas acaba esbarrando nos mesmos limites narrativos e estruturais que já acompanham a franquia desde o início.

A adaptação segue fielmente os acontecimentos da webtoon Solo Leveling, apresentando um mundo onde portais interdimensionais surgem aleatoriamente, liberando masmorras cheias de monstros e recompensas. Caçadores humanos entram nesses locais para coletar recursos valiosos, em um sistema que funciona quase como um emprego, arriscado, repetitivo e altamente exploratório. O conceito é funcional, mas dificilmente surpreende.

A história acompanha Sung Jin-woo, o famoso “caçador mais fraco da humanidade”, cuja motivação inicial é simples e até interessante: sustentar a família e o tratamento médico da mãe. Após um incidente em uma masmorra dupla, ele recebe acesso ao misterioso Sistema, que permite evoluir sozinho, quebrando as regras do mundo. Essa virada, embora eficiente como ponto de partida, rapidamente se torna previsível e pouco profunda conforme a narrativa avança.

Solo Leveling: Arise Overdrive é, essencialmente, uma versão expandida de Solo Leveling: ARISE, lançado para dispositivos móveis. A retirada de mecânicas como gacha e auto battle é positiva, assim como os ajustes gráficos e de controle. No PC e Xbox Series, o jogo roda melhor, tem visual mais limpo e introduz mecânicas como parry no combate. Ainda assim, essas melhorias não chegam a transformar a experiência em algo realmente marcante, apenas tornam o jogo mais “correto”.

Review Solo Leveling: Arise Overdrive, cena do jogo
(Reprodução)

Single-player funcional, co-op quase obrigatório

Embora a proposta da obra seja focada em uma jornada solitária, o modo cooperativo online acaba se tornando a forma mais prática de jogar. Em dificuldades mais altas, jogar sozinho tende a ser cansativo e frustrante, especialmente durante o grinding repetitivo de masmorras.

O co-op para até quatro jogadores agiliza o progresso e torna as partidas menos monótonas. É um sistema bem integrado e, curiosamente, uma das partes mais interessantes do jogo, ainda que pareça contraditório com a essência do protagonista.

Solo Leveling: Arise Overdrive, combate intenso
(Reprodução)

Progressão engessada e estrutura confusa

O jogo começa com um prólogo chamativo, mostrando Jin-woo poderoso e cercado por sombras, antes de voltar ao início da história. A partir daí, o jogador escolhe entre quatro estilos de combate: Assassino, Duelista, Elementarista ou Governante; que influenciam armas e atributos iniciais, mas não chegam a alterar drasticamente a experiência.

O saguão central concentra praticamente tudo: missões, lojas, criação de equipamentos, gerenciamento de caçadores e personalização. A quantidade de opções é grande, mas a organização deixa a desejar, com menus confusos e uma hierarquia pouco intuitiva que atrapalha o fluxo do jogo.

Solo Leveling: Arise Overdrive, arvore de melhorias
Imagem: Netmarble Neo

Combate intenso, mas excessivamente repetitivo

O combate é rápido e visualmente carregado, lembrando jogos no estilo musou (gênero de jogos de ação focado em combates massivos). Em vários momentos, a quantidade de inimigos e efeitos dificulta a leitura da ação. O sistema de builds até oferece certa liberdade, mas essa variedade acaba sendo desperdiçada em conteúdos muito parecidos entre si.

São 10 capítulos no total, com inimigos que se repetem constantemente, goblins, golems, homens-lagarto e criaturas gigantes, apenas com números maiores. A possibilidade de revisitar conteúdos em dificuldades mais altas estende a duração do jogo, mas também deixa evidente o quanto ele depende da repetição para se sustentar.

Solo Leveling: Arise Overdrive, confronto instigante
Imagem: Netmarble

Visual bonito, problemas persistentes

Visualmente, Solo Leveling: Arise Overdrive cumpre bem o papel. O cel shading combina com a estética da obra, e a trilha sonora ajuda a manter o ritmo das batalhas, embora não chegue perto do impacto do anime. Atualizações recentes melhoraram alguns aspectos técnicos, mas ainda restam problemas como bugs ocasionais, tradução em português incompleta e uma interface pouco amigável.

Solo Leveling: Arise Overdrive não é exatamente ruim, mas também está longe de ser memorável. É um jogo competente, feito para fãs da obra, que entrega ação constante e um pacote tecnicamente aceitável. No entanto, sua narrativa rasa, estrutura repetitiva e falta de identidade própria fazem com que ele se torne mais um título esquecível no já saturado catálogo de jogos baseados em animes.

Funciona, diverte por algumas horas, mas dificilmente deixa saudade.

Solo Leveling: Arise Overdrive, imagem profunda de cenário épico
Imagem: Netmarble Neo

Gamerdito (Veredito): Vale a pena jogar Solo Leveling: Arise Overdrive?

Para fãs do anime e da web novel, Solo Leveling: Arise Overdrive entrega uma experiência fiel, com momentos marcantes da história e algumas liberdades criativas bem-vindas. Apesar do preço elevado para uma adaptação originalmente mobile, o volume de conteúdo e as melhorias justificam o investimento para quem busca uma experiência mais completa.

Agora, para quem não conhece muito da obra e espera algo um pouco acima da média, esse jogo não é a recomendação. Os problemas que existem no jogo afastam aqueles que esperam uma experiência mais divertida. Jogar a campanha solo vai ser muito difícil e cansativo, já que depois de 2 horas de jogo, tudo fica repetitivo. O co-op parece a saída desse problema, porém, não é muito amigável se for jogar com desconhecidos, já que o jogo não balanceia os níveis daqueles que irão compor a party. Parece ser divertido para jogar entre os amigos, mas não compensa muito com gente que não conhece.

Por fim, Solo Leveling: Arise Overdrive como jogo lembra em muito o anime, onde muito se promete sobre o que vai acontecer no decorrer da história, mas, o resultado é algo sem graça e pouco carismático.

Com isso, finalizo minha experiência que, mesmo em acesso antecipado e jogado até o final antes e depois das atualizações, posso dizer que minha satisfação com as mecânicas, enredo e jogabilidade é de nota 6/10. Uma versão para PlayStatio 5 está em desenvolvimento e chegará apenas em 2026.


Agradecemos à Netmarble e a sua assessoria pela liberação da chave do jogo, proporcionando-nos a oportunidade de realizar uma análise de Solo Leveling: Arise Overdrive no PC Windows via Steam. Esta review pretende orientar nossos leitores sobre se vale a pena ou não jogar.

Tron: Ares chega oficialmente ao Disney+ em 7 de janeiro de 2026

0

A mais recente aventura da saga, Tron: Ares, ganhará sua estreia oficial na plataforma de streaming Disney+ no dia 7 de janeiro de 2026. Agora, o novo desafio transcendeu a Grade e desembarcou no mundo real. Os assinantes da plataforma já podem adicionar em seu calendário para assistir na íntegra.

Leia também:

Depois de sua passagem pelos cinemas em 2025 e de chegar às plataformas de vídeo sob demanda e mídia física no início de janeiro, Tron: Ares chega ao Disney+ como parte do catálogo de 2026. A data marca um momento aguardado pelos fãs, que poderão finalmente assistir à sequência da icônica saga sem sair do conforto da sala.

O que esperar de Tron: Ares

Tron: Ares é a mais recente produção da franquia iniciada com o clássico Tron (1982) e seguida por Tron: Legacy (2010). O filme mistura ação, tecnologia e uma narrativa que expande ainda mais o universo virtual conhecido como a Grade. A trama gira em torno de um programa sofisticado chamado Ares, que cruza os limites entre o mundo digital e o real, desencadeando um confronto entre humanos e inteligência artificial. Além da estreia no Disney+, o título também estará disponível em formatos físicos como Blu-ray e 4K Ultra HD, oferecendo opções para diferentes formas de aproveitar a nova aventura.

Sua trilha sonora instigante foi composta pelos músicos do Nine Inch Nails, com sua canção tema indicada ao Grammy 2026 na categoria de Melhor Canção Escrita para Mídia Visual pela música “As Alive As You Need Me To Be“.

Com isso, Tron: Ares encerra a trilogia iniciada há mais de 40 anos nos cinemas. Um dos pontos positivos desta franquia são os efeitos visuais de ponta e uma imersão ainda maior no universo digital que marcou gerações.

Como resgatar Trine Classic Collection, o 14º jogo grátis da Epic Games Store

0

A Epic Games Store liberou Trine Classic Collection como o 14º jogo gratuito da campanha Mystery Games. A coleção reúne os primeiros títulos da franquia Trine e fica disponível sem custo por tempo limitado, seguindo o padrão tradicional da ação de fim de ano da plataforma. No total, 17 jogos estão incluídos no evento de jogos grátis do fim de ano de 2025.

Para resgatar Trine Classic Collection, o processo é simples. Primeiro, acesse a Epic Games Store pelo navegador ou pelo aplicativo oficial no PC. Em seguida, faça login com a sua conta Epic Games. Caso ainda não possua uma conta, será necessário criar uma antes de prosseguir com o resgate.

Após entrar na loja, localize a seção de jogos gratuitos na página inicial. Trine Classic Collection aparece em destaque como parte da campanha Mystery Games. Ao clicar sobre o jogo, selecione a opção “Obter”. Mesmo sendo gratuito, a Epic Games Store solicita a confirmação do pedido, funcionando como uma compra comum, porém com o valor final zerado.

Concluído o resgate, Trine Classic Collection é adicionado automaticamente à biblioteca do usuário e passa a fazer parte da conta de forma permanente. Isso significa que, mesmo após o encerramento da promoção, o jogo continuará disponível para download sempre que o jogador desejar.

Não é obrigatório instalar o jogo no momento do resgate. Basta garantir que ele seja adicionado à biblioteca dentro do prazo da oferta. A instalação pode ser feita posteriormente, sem qualquer custo adicional.

Trine Classic Collection fica disponível gratuitamente por apenas 24 horas. Após esse período, a Epic Games Store substitui a oferta pelo próximo jogo da campanha Mystery Games. Por isso, é recomendável realizar o resgate o quanto antes para não perder a oportunidade.

A campanha Mystery Games é uma ação tradicional da Epic Games Store, conhecida por liberar jogos misteriosos diariamente durante o período promocional. Ao longo do evento, a loja costuma oferecer desde títulos independentes até coleções consagradas, ampliando o acesso dos jogadores a diferentes experiências.

Anime Tougen Anki tem 2ª temporada confirmada

0

Um dos animes mais comentados de 2025, Tougen Anki teve oficialmente sua 2ª temporada anunciada. Os novos episódios irão adaptar o arco das cataratas de Nikko Kegon, dando continuidade direta aos acontecimentos do mangá criado por Yura Urushibara. O anúncio veio acompanhado de uma prévia visual inédita, que apresenta o design do personagem Hayate Todoroki.

Leia também:

Conforme o comunicado oficial, Tougen Anki é baseado no mangá serializado na Weekly Shōnen Champion, da Akita Shoten, e já ultrapassou a marca de 4 milhões de cópias em circulação. A obra se destaca por reinterpretar o conto folclórico japonês de Momotaro sob uma perspectiva mais sombria, colocando em lados opostos aqueles que carregam o sangue dos demônios e os herdeiros da linhagem do lendário herói.

A produção da animação está a cargo do Studio Hibari, conhecido por trabalhos como After-School Hanako-kun. Com a direção do projeto é assinada por Ato Nonaka, enquanto o roteiro fica sob responsabilidade de Yukie Sugawara, que já atuou em títulos como The Idolm@ster SideM, No Guns Life e The Unwanted Undead Adventurer. O design de personagens foi desenvolvido por Ryoko Amisaki, reconhecida por seu trabalho em Kino’s Journey – The Beautiful World. A trilha sonora é produzida pela Pony Canyon, garantindo um acompanhamento musical de alto nível.

Anime Tougen Anki tem 2ª temporada confirmada
Divulgação: © Yura Urushibara (Akita Shoten)

O mangá começou em junho de 2020 e segue em publicação no Japão. Até o momento, a série conta com 27 volumes encadernados, sendo o mais recente lançado em 8 de dezembro. No Brasil, Tougen Anki é publicado pela Panini, ampliando sua base de leitores no país.

Atualmente, o anime está disponível tanto na Netflix quanto na Crunchyroll, e a confirmação da segunda temporada reforça o investimento contínuo na franquia, que segue conquistando espaço entre os shonens de ação mais populares da nova geração.

Review do jogo R-Type Delta: HD Boosted — a dificuldade que espanta

0

A franquia R-Type é um dos shoot ’em ups que fazem jogadores terem arrepios ao jogar, devido à sua dinâmica única. Diferente de outros títulos, o jogo sempre procurou não ser uma cópia direta, mesmo tendo coletado inspirações de outros títulos do gênero. Com R-Type Delta: HD Boosted, uma remasterização baseada no original de 1998, traz o quesito nostalgia para quem vivenciou aquele momento. Publicado em 20 de novembro de 2025, a versão aprimorou os gráficos e também suas mecânicas de gameplay para os dispositivos modernos. Ainda assim, ao jogar para esta análise, ele continua com desafios que exigem atenção em cada movimento para não ser um alvo fácil.

O usuário pode escolher até três espaçonaves iniciais para iniciar sua jornada única por uma cidade desolada por combates frenéticos. O ano de 2164 jamais será o mesmo quando se deparar com diversos inimigos prontos para impedir seu progresso. O jogo é o primeiro da franquia que foi redesenhado em 3D, seguindo em plataforma 2.5D, algo diferente para a época, porém inspirado pelo jogo RayStorm, da Taito.

r type delta original comparativo 2025r type delta hd boosted remaster 2025
Comparativo da versão original com o remaster

A Irem Software, que nos últimos anos vem relançando seus clássicos, sabia que o momento de Delta era inevitável. Na minha opinião, sua remasterização é contundente e não retira o glamour que os jogadores estavam habituados a presenciar. Existe uma diferença gráfica visível; no entanto, ela respeita todo o legado do título. HD Boosted está disponível via mídia digital no Nintendo Switch, PS4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S e PC.

Uma chegada para quem prefere desafios de alto fator replay

Aos usuários que não dominam o gênero, cautela é necessária. Tentar acelerar suas ações é pedir para recomeçar o jogo. Não há dezenas de projéteis na tela dos quais você deve desviar, mas a velocidade dos inimigos é um ponto positivo. Ao invés de disparos alucinados dos oponentes, aqui você necessita ser mais rápido para não dar reação de contra-ataque. A nave consegue ir melhorando seus disparos à medida que vai coletando itens deixados pelos inimigos derrotados. Também há um drone que nos auxilia como arma de apoio para a retaguarda e frontal.

Com poucos continues, finalizar na primeira tentativa, dependendo do nível escolhido, é quase uma missão impossível. Minha recomendação ao jogar R-Type Delta: HD Boosted é colocar sua concentração por completo no jogo. Esse título foi desenvolvido, como toda a franquia, para jogadores que gostam de um desafio constante; em outras palavras, quanto mais intenso, melhor.

No cenário atual, são poucas as empresas que se arriscam com esta dinâmica, já que a geração atual prefere títulos menos audaciosos no quesito dificuldade. Um dos últimos que presenciei que tentou foi Chorus, da Deep Silver, que no final acabou não conseguindo a recepção esperada. Mesmo assim, recebeu críticas positivas na plataforma Steam, além de adição ao Xbox Game Pass.

Tente e tente novamente

R-Type Delta: HD Boosted é o típico jogo em que, já nos primeiros minutos, você pode precisar pegar um continue para conseguir progredir. A dinâmica das ações é instigante; cada desvio é uma vitória para continuar derrotando todos os inimigos. Os chefes são criaturas exóticas que misturam tecnologias extraterrestres, inspiradas em seres que reconhecemos na própria Terra.

Ao término de cada estágio, são contabilizados o nosso progresso e desempenho. Não fique desapontado se, nas primeiras tentativas, gastar todos os continues na primeira fase — isso é mais normal do que se imagina. Falando nas fases, a remasterização exibe como alguns inimigos eram bizarros e os cenários, tenebrosos, por sua concepção de utilizar seres que causam arrepios. Alguns são como cérebros humanos, outros lagartos, bebês alienígenas, até inimigos no melhor estilo visual de Attack on Titan, sem suas peles.

Cenário futurista de R-Type Delta: HD Boosted com estruturas destruídas e atmosfera sombria
(Divulgação)

Se me perguntarem sobre o que Delta: HD Boosted contribuiu para atiçar novos jogadores, é: um jogo que perpetua todo o legado original da franquia. Quando joguei pela primeira vez, foi no PlayStation 1. Após isso, muitos outros jogos foram lançados da franquia, recebendo remakes. Minha animação para jogar este título foi imediata, uma nostalgia em que você se frustrava pela dificuldade, mas tinha prazer no efeito replay, para mostrar que era capaz.

Enfim… O que esperar desse remaster de R-Type Delta: HD Boosted?

O mesmo aconteceu ao jogar esta nova versão, que trouxe melhorias consideráveis, ação frenética e o melhor de um gênero que hoje é raro na indústria dos games. Essa versão é publicada pela Clear River Games, com CITY CONNECTION e TAKE×0FF responsáveis pelo port da remasterização. Infelizmente, não há localização no idioma do português do Brasil, apesar do título não possuir diálogos, é importante uma interface e legendas nativas.

Para finalizar com uma conclusão justa, minha nota final é 8.0/10 para a review de R-Type Delta: HD Boosted.

R-Type Delta: HD Boosted - Nightmares Launch Trailer

Agradecemos à publicadora e desenvolvedora, além da assessoria, pela chave do jogo na versão PC Windows, através da plataforma Steam.

Fique ciente de que esta análise não possui nenhuma influência dos envolvidos pelo título e muito menos sugestão de como prosseguir em nossa análise. Ela é baseada na experiência do autor deste artigo, para que os leitores consigam ter um melhor entendimento se vale a pena jogar ou não.

Viewfinder é o novo jogo grátis da Epic Games Store no Mystery Games

0

A Epic Games Store anunciou mais um presente para a comunidade gamer, o décimo terceiro título gratuito da série Mystery Games é Viewfinder. A promoção já está ativa e você pode resgatar o jogo gratuitamente até 30 de dezembro de 2025, com prazo final às 12h59 (horário de Brasília).

Mais uma vez, o MeuGamer saiu na frente e foi o primeiro site brasileiro a publicar essa informação globalmente na plataforma X (antigo Twitter), antecipando o anúncio para o público nacional e internacional. No total, 17 jogos estão incluídos no evento de jogos grátis do fim de ano de 2025.

Viewfinder é um jogo de quebra-cabeças criativo e inovador que combina fotografia com manipulação de cenários. A proposta é simples: você tira fotos de ambientes e objetos, e essas imagens se tornam parte do mundo jogável, criando caminhos, plataformas e soluções para avançar nos desafios. A mecânica única transforma cada fotografia em um elemento ativo do gameplay, exigindo raciocínio espacial e experimentação instigante.

Por que resgatar agora

  • É gratuito, sem necessidade de compra ou assinatura.
  • Adiciona um título com conceito original à sua biblioteca.
  • Faz parte da série Mystery Games, ação especial da Epic que tem entregado jogos de destaque ao longo de 2025.
  • Você pode baixá-lo e jogá-lo mesmo depois do fim da promoção.

Como resgatar

  1. Acesse a Epic Games Store no PC, App ou via navegador.
  2. Faça login com sua conta.
  3. Procure por Viewfinder ou pela seção Mystery Games.
  4. Resgate gratuitamente antes das 12h59 de 30 de dezembro de 2025.

Requisitos de sistema

Mínimos:

  • Requer processador e sistema operacional de 64 bits
  • Sistema operacional: Windows 10
  • Processador: Intel i5-9600K ou AMD Ryzen 5
  • Memória: 8 GB de RAM
  • Placa de vídeo: GeForce GTX 970
  • DirectX: Versão 11
  • Armazenamento: 20 GB de espaço disponível

Recomendados:

  • Requer processador e sistema operacional de 64 bits

Não perca essa chance de garantir mais um jogo na sua coleção sem gastar nada.

Marvel Vazando de Propósito? Como Doomsday Está Usando os Heróis Clássicos para Reconquistar os Fãs

0

A Marvel está claramente apostando pesado na nostalgia para reconquistar o público depois de uma fase bem irregular. Em 2025, os filmes como Capitão America: Admirável Mundo Novo, Thunderbolts e Quarteto Fantástico: Primeiros Passos tiveram desempenhos bem abaixo do esperado na bilheteria (nenhum passou dos US$ 550 milhões, e o total combinado mal chega perto do que um único filme como Deadpool & Wolverine fez em 2024). Isso gerou uma fadiga geral, críticas a escolhas criativas e uma sensação de que o MCU (Universo Cinematográfico Marvel) perdeu o brilho pós-Vingadores Ultimato.

Agora, com Vingadores: Doomsday “Vingadores: Doutor Destino” (previsto para 17 de dezembro de 2026), eles estão trazendo de volta personagens icônicos dos Vingadores originais e até dos X-Men da era Fox:

  • Teasers focados em Steve Rogers (Chris Evans) com família,
  • Thor (Chris Hemsworth) com sua filha Love,
  • e o terceiro vazado mostrando Cyclops (James Marsden), Professor X (Patrick Stewart) e Magneto (Ian McKellen) em uniformes fiéis aos quadrinhos.

Tudo isso gritando “volta às raízes” com Robert Downey Jr., como Doutor Doom no centro —; sem especulação do retorno como Homem de Ferro. Quanto aos vazamentos: eles estão acontecendo porque a Marvel optou por uma estratégia de teasers exclusivos nos cinemas (antes de Avatar: Fogo e Cinzas), rodando um por semana para incentivar idas repetidas ao cinema. Mas, óbvio, em 2025 isso vaza na hora – gravações de celular, capturas em HD, etc.

A Disney até tenta remover com copyright strikes no YouTube, Meta e X (antigo Twitter) e outros; contudo os compartilhamento chegam aos milhões gerando um enorme engajamento. Para os fãs e até os insiders, teorias da conspiração geram especulações como parte disso é “vazamento controlado” para criar hype orgânico sem gastar em campanha oficial ainda; considerando que o filme está a um ano de distância.

No final das contas, sim, mostrar esses heróis clássicos é uma forma esperta (ou desesperada, dependendo do ponto de vista) de fazer os fãs voltarem a empolgar com o MCU. Está funcionando? Pelo barulho nas redes, pelo menos está gerando conversa e curiosidade novamente. E você, achou os teasers instigantes ou acha que é só nostalgia para passar confiança?


Este artigo tem como base teasers que circularam inicialmente de forma não oficial e que, posteriormente, foram publicados oficialmente pela Marvel Studios em seus canais de mídia.

Vingadores: Doutor Destino | Teaser Oficial

Anna Tsuchiya anuncia primeira turnê na América Latina com show único no Brasil

0
Anna Tsuchiya anuncia primeira turnê na América Latina com show único no Brasil
Imagem criada por Marcus Vinicius

Um momento histórico para fãs de anime, música japonesa e cultura pop finalmente se torna realidade. Anna Tsuchiya, cantora, atriz e voz responsável por algumas das trilhas mais icônicas do anime NANA, anunciou oficialmente sua primeira turnê pela América Latina.

Leia também:

Intitulada ANNA TSUCHIYA WORLD TOUR 2026 – BLVCK PHOENIX, a série de shows passará por países como México, Chile, Argentina e terá uma apresentação exclusiva no Brasil, marcada para o dia 14 de abril de 2026, em São Paulo, no Cine Joia. A turnê marca um momento especial na carreira da artista e atende a um pedido antigo dos fãs latino-americanos, que acompanham sua trajetória desde os anos 2000.

Ingressos e informações do show no Brasil

Os ingressos para o show em São Paulo já estão disponíveis para compra por meio da plataforma Sympla, com valores a partir de R$ 200. A expectativa é de que as entradas se esgotem rapidamente, especialmente entre o público que cresceu acompanhando NANA e se conectou emocionalmente às músicas interpretadas por Anna Tsuchiya.

A apresentação no Cine Joia será a única data da artista no Brasil, tornando o evento ainda mais aguardado.

ANNA TSUCHIYA WORLD TOUR 2026 – BLVCK PHOENIX
(Reprodução)

O legado de Anna Tsuchiya em NANA e Kamen Rider

Mesmo quem não é fã de anime provavelmente já ouviu falar de NANA, uma das obras mais cultuadas dos anos 2000. Baseado no mangá de Ai Yazawa, o anime acompanha a história de duas jovens chamadas Nana, uma roqueira intensa e rebelde e outra romântica e sonhadora, que se encontram em Tóquio e constroem uma amizade marcada por arte, amadurecimento e escolhas difíceis.

Anna Tsuchiya foi responsável por dar voz à Nana Osaki nas músicas da adaptação animada, interpretando faixas que se tornaram verdadeiros marcos da cultura pop japonesa. Canções como “rose”, “kuroi namida” e “Lucy” ajudaram a definir a identidade emocional da série, misturando melancolia, rebeldia e paixão.

Essas músicas atravessaram gerações e foram fundamentais para popularizar o rock japonês fora do Japão, especialmente entre fãs de anime ao redor do mundo.

Além disso, a cantora também conhecida pelos fãs de tokusatsu no país, já que ela é a responsável por “Switch On!”, a abertura da série Kamen Rider Fourze. E também por “Voyagers”, o tema de encerramento do filme Kamen Rider Fourze the Movie: Everyone! Let’s Feel The Universe!.

ANNA TSUCHIYA WORLD TOUR 2026 – BLVCK PHOENIX, com músicas icônicas dos animes
Imagem criada por Marcus Vinicius

O que esperar da turnê BLVCK PHOENIX

A BLVCK PHOENIX Tour promete ser uma celebração completa da carreira de Anna Tsuchiya. O repertório deve combinar clássicos de NANA com músicas de diferentes fases de sua trajetória musical, oferecendo uma experiência tanto nostálgica quanto atual.

Conhecida por sua presença de palco intensa e apresentações carregadas de emoção, Anna costuma entregar shows que equilibram força, vulnerabilidade e uma conexão genuína com o público. Segundo a produtora W+ Entertainment, responsável pela turnê, o espetáculo foi pensado para ser uma experiência imersiva, valorizando não apenas as músicas, mas também o impacto cultural e artístico da cantora.

ANNA TSUCHIYA WORLD TOUR 2026
Divulgação

Um encontro aguardado pelos fãs brasileiros

A chegada de Anna Tsuchiya ao Brasil representa mais do que um simples show: é o encontro entre uma artista marcante e um público que a acompanha há anos, mesmo à distância. Para fãs de NANA, da música japonesa e da cultura pop dos anos 2000, a apresentação em São Paulo promete ser um evento memorável.

A ANNA TSUCHIYA WORLD TOUR 2026 – BLVCK PHOENIX consolida o reconhecimento internacional da artista e reforça a força do mercado latino-americano para artistas japoneses, que cada vez mais encontram aqui um público apaixonado e fiel.


Observação: Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e jornalístico. Não possuímos qualquer vínculo comercial, promocional ou institucional com as marcas, artistas, produtoras ou eventos citados. As informações são apresentadas com o objetivo de informar os leitores do site sobre acontecimentos relevantes da cultura pop, música e entretenimento.

Review DLC Galaxy & LBX de Inazuma Eleven: Victory Road

0

A nova expansão (DLC) de Inazuma Eleven: Victory Road entrega finalmente a rota que faltava à experiência completa do jogo com Galaxy & LBX. Ao unir o arco de Galaxy com o crossover de Danball Senki W (LBX), a expansão vai além de um simples complemento narrativo e funciona como uma verdadeira correção histórica para a franquia, resgatando personagens que ficaram de fora das versões anteriores de Chrono Stone e Galaxy. Recentemente, publicamos nossa análise da versão base do jogo que pode ser conferida nesta página.

Por isso, posso dizer que essas novas equipes e personagens de peso é um ponto positivo para Level-5. A adição da equipe Demon Horn, junto aos times Vamper e Luna, amplia de forma instigante o leque de opções disponíveis ao jogador. A presença das equipes Acrous e Sages também traz o aspecto competitivo esperado pelos fãs do arco Galaxy. O vídeo oficial da maior atualização até momento, você confere no início desta publicação.

No sistema de jogo, o BB Stadium merece destaque ao permitir a utilização das equipes A, B e C da Nagomuhara, garantindo que personagens escolhidos logo no início da jornada não fiquem esquecidos e tenham espaço relevante no elenco final.

O domínio de Basara em campo

Tecnicamente, o grande destaque da DLC é Basara. Considerado pela comunidade como um personagem “quebrado”, ele impressiona tanto no visual quanto nos atributos base extremamente elevados. Seu maior diferencial está na liberdade estratégica: Basara aceita qualquer configuração, permitindo alterações completas de técnicas, Keshins, Souls e Despertares.

Para equilibrar esse poder, o jogo impõe um sistema de “farm” bastante exigente, o que demanda tempo e paciência do jogador para alcançar todo o potencial do personagem. Aquele que não possui muito tempo pode ficar frustrado.

Apesar das melhorias técnicas, a localização deixa a desejar. Na minha visão é um Ponto de crítica é: tradução e escolhas questionáveis. Traduções como Pharamobius para “Falam Medius” soam estranhas, assim como alterações desnecessárias nos nomes das equipes Latnique e Gadon. Alguns diálogos também apresentam erros que passam a sensação de conteúdo apressado, prejudicando a imersão narrativa. Ou talvez, utilizaram um tradutor automático para ficar algo literal.

Outro ponto discutível é a escolha do personagem ícone da DLC. Kusaka recebeu o destaque principal, mas a impressão é de que Zanakuro teria sido uma escolha mais coerente e representativa para os fãs.

Imagem da DLC Galaxy & LBX de Inazuma Eleven Victory Road com personagens do jogo
(Divulgação)

Gamerdito (Veredito) para DLC Galaxy & LBX

Mesmo com os problemas de tradução e ajustes narrativos questionáveis, a DLC Galaxy & LBX é tecnicamente competente e altamente recomendada para os fãs da franquia. Além de enriquecer Victory Road, ela prepara o terreno para a futura DLC de Ares, que visa um reboot da saga clássica após o confronto contra a Orpheus.

Enfim, um conteúdo sólido e divertido, que cumpre seu papel, mas que poderia ter alcançado um brilho maior com mais cuidado na adaptação e apresentação. Provavelmente, instigados pelas boas vendas deste título, sua desenvolvedora pode ter apressado este lançamento.

Finalizo esta análise com uma nota: De 0 a 10, a nota para Inazuma Eleven: Victory Road: DLC Galaxy & LBX é 7,0/10. Essa atualização gratuito chegou oficialmente em 21 de dezembro de 2025 nas plataformas de PlayStation, Xbox, Nintendo Switch e PC Windows.


Review realizada com base na versão PC Windows, jogada via Steam, com cópia de Inazuma Eleven: Victory Road edição Deluxe, adquirida particularmente sem apoio da LEVEL-5. Este conteúdo não sofre qualquer influência das desenvolvedoras ou da publisher do jogo. O nosso site mantém total liberdade editorial para expressar opiniões diretas, precisas e imparciais, independentemente de tendências do mercado. Com base na confiança dos nossos leitores, que reconhecem o caráter objetivo de nossas análises, este artigo tem como objetivo avaliar se o título em questão realmente vale ou não a experiência de jogo.

Review do jogo Killing Floor 3 — poderia mais

0

Killing Floor 3 é o terceiro título da franquia da Tripwire Interactive, conhecida por sua proposta focada em ação cooperativa contra hordas de zeds e chefes. O jogo chega à nova geração, com versões para PC via Steam, Xbox Series e PlayStation 5, após um período de beta que dividiu a opinião dos fãs.

Mesmo com um adiamento para tentar atender aos feedbacks recebidos durante os testes, o lançamento oficial, em 24 de julho de 2025, não conseguiu entregar as inovações esperadas. O resultado final acaba sendo um jogo que pouco evolui em relação ao antecessor e, em alguns aspectos, representa até uma regressão. No início desta publicação você pode conferir ao trailer oficial do jogo.

A estrutura da experiência continua baseada em partidas rápidas, nas quais o jogador enfrenta ondas de inimigos em mapas fechados. Ao final de cada rodada, é possível comprar equipamentos, melhorar armas e ajustar o loadout utilizando o dinheiro acumulado durante o combate. O jogo conta com um hub principal interativo, que centraliza as opções disponíveis nos menus tradicionais, além de permitir partidas solo ou cooperativas. Minha análise é baseada na versão de PlayStation 5.

Killing Floor 3 no PS5 com combate intenso contra hordas de inimigos em cenário sombrio
Imagem reprodução/Tripwire Interactive

O sistema de classes oferece seis especialistas, cada um com funções distintas. Há personagens mais equilibrados, outros focados em resistência, suporte ou armadilhas. Cada classe possui uma progressão própria, com habilidades passivas que podem ser desbloqueadas conforme o jogador avança de nível. Além disso, cada especialista conta com uma habilidade especial que também pode ser aprimorada.

O tradicional Zed Time retorna, sendo ativado a partir de ações específicas, como tiros na cabeça (headshots). Nesse modo, o tempo desacelera, a câmera entra em slow motion e os inimigos ficam mais destacados, especialmente nos momentos finais das ondas.

Comparando aos títulos anteriores

Comparado aos títulos anteriores, Killing Floor 3 não entrega ao que lhe deu uma base de fãs ativos. O segundo jogo havia conseguido consolidar a identidade da franquia, trazendo evolução em relação ao primeiro. Já o terceiro título não consegue avançar nessa base e acaba perdendo parte do que tornava a série única. Em vários aspectos, a sensação é de que se trata de uma versão inferior de Killing Floor 2.

Graficamente, há melhorias técnicas e a promessa de um sistema de desmembramento mais detalhado, com aumento do “gore“. No entanto, isso não se traduz em impacto durante a jogabilidade. As animações dos inimigos, das armas e do próprio personagem são pouco expressivas, e os combates carecem de peso e feedback visual. As armas não transmitem impacto, e o confronto com as hordas raramente gera tensão.

Os mapas seguem um padrão visual genérico. Embora a franquia nunca tenha sido fortemente baseada em narrativa, Killing Floor 3 apresenta ainda menos cuidado nesse aspecto. A história é pouco relevante, podendo ser facilmente ignorada ou limitada a documentos opcionais dentro do jogo.

A falta de inovação, somada a decisões que representam retrocessos em relação ao segundo título, torna o jogo difícil de recomendar. Para jogadores que não são fãs da franquia ou que não possuem um grupo fixo para jogar em cooperação, a experiência tende a se tornar repetitiva rapidamente. O jogo passa uma sensação pouco inspiração e carece de polimento, mesmo após o feedback recebido no beta, especialmente em elementos centrais da jogabilidade, apenas foram adicionadas nas atualizações futuras.

O título conta com um passe de batalha, com foco majoritariamente em itens cosméticos, além de alguns equipamentos. Ainda assim, esse sistema não é suficiente para compensar os problemas estruturais da experiência.

A maldição do terceiro jogo

Contudo, Killing Floor 3 também parece sofrer da chamada “maldição do terceiro jogo”. O primeiro título apresentou a franquia, o segundo consolidou suas ideias, e o terceiro demonstra sinais claros de desgaste da fórmula. Como é comum no MeUGamer, também analisamos comparações de picos de usuários. O segundo título alcançou quase 70 mil jogadores simultâneos apenas na versão para PC (Windows), via SteamDB. Já o jogo atual registra cerca de 30 mil usuários, ficando apenas 6 mil à frente do primeiro título. São números abaixo do esperado, especialmente considerando que havia potencial para superar esse patamar e figurar entre os jogos mais jogados do ano.

Comparativo do jogo Killing Floor 3 no SteamDB
Comparativo de usuários dados via SteamDB.

A trilha sonora mantém o metal pesado característico da série, funcionando como um dos poucos elementos que ainda remetem à identidade original da franquia. Em contrapartida, os efeitos sonoros das armas, inimigos e personagens são esquecíveis. Mesmo os chefes, que apresentam visuais mais impactantes, raramente causam a sensação de urgência ou desespero esperada em confrontos contra hordas. É possível ouvir a trilha sonora oficial completa nas principais plataformas digitais de música, incluindo o Spotify, totalizando 34 faixas, com composições assinadas por Rockay Gray e zYnthetic.

A experiência cooperativa continua sendo a melhor forma de jogar. Partidas solo sofrem com balanceamento inconsistente, enquanto grupos muito experientes podem tornar o jogo fácil demais. Encontrar um equilíbrio é essencial para aproveitar o título.

No fim das contas, Killing Floor 3 merecia mais

No geral, Killing Floor 3 é mais indicado para fãs da franquia que pretendem jogar em grupo. Para novos jogadores, a recomendação é começar por Killing Floor 2 ou até mesmo pelo primeiro título. Este terceiro capítulo acaba soando genérico e pouco memorável.

O título diverte por um curto período, mas rapidamente se torna repetitivo. Seu futuro depende fortemente do conteúdo que ainda será lançado. Resta saber se a desenvolvedora conseguirá, dentro do possível, aprimorar a experiência e entregar novidades que justifiquem a continuidade da franquia.

Finalizo esta análise com uma nota: De 0 a 10, a nota para Killing Floor 3 é 6/10.

Vale destacar que esta é minha opinião. Ainda assim, para quem é fã de jogos com hordas e tiro em primeira pessoa, trata-se de uma experiência que pode render boas horas de diversão e ajudar a aliviar o estresse do dia a dia.


Review realizada com base na versão PlayStation 5, jogada via mídia digital, com cópia de Killing Floor 3 disponibilizada pela desenvolvedora e sua assessoria. Este conteúdo não sofre qualquer influência das desenvolvedoras ou da publisher do jogo. O nosso site mantém total liberdade editorial para expressar opiniões diretas, precisas e imparciais, independentemente de tendências do mercado. Com base na confiança dos nossos leitores, que reconhecem o caráter objetivo de nossas análises, este artigo tem como objetivo avaliar se o título em questão realmente vale ou não a experiência de jogo.

Review | Solo Leveling: Arise Overdrive – Não promete nada… E entrega menos que isso

0
Review | Solo Leveling: Arise Overdrive - Não promete nada... E entrega menos que isso
Imagem: Netmarble Neo

Jogos baseados em animes e mangás, ou webtoon nesse caso, costumam carregar uma expectativa curiosa: às vezes conseguem superar a obra original, outras vezes tropeçam justamente por depender demais dela. No caso de Solo Leveling: Arise Overdrive, lançado em 24 de novembro de 2025, o jogo até tenta se apresentar como uma versão mais robusta da experiência mobile, mas acaba esbarrando nos mesmos limites narrativos e estruturais que já acompanham a franquia desde o início.

A adaptação segue fielmente os acontecimentos da webtoon Solo Leveling, apresentando um mundo onde portais interdimensionais surgem aleatoriamente, liberando masmorras cheias de monstros e recompensas. Caçadores humanos entram nesses locais para coletar recursos valiosos, em um sistema que funciona quase como um emprego, arriscado, repetitivo e altamente exploratório. O conceito é funcional, mas dificilmente surpreende.

A história acompanha Sung Jin-woo, o famoso “caçador mais fraco da humanidade”, cuja motivação inicial é simples e até interessante: sustentar a família e o tratamento médico da mãe. Após um incidente em uma masmorra dupla, ele recebe acesso ao misterioso Sistema, que permite evoluir sozinho, quebrando as regras do mundo. Essa virada, embora eficiente como ponto de partida, rapidamente se torna previsível e pouco profunda conforme a narrativa avança.

Solo Leveling: Arise Overdrive é, essencialmente, uma versão expandida de Solo Leveling: ARISE, lançado para dispositivos móveis. A retirada de mecânicas como gacha e auto battle é positiva, assim como os ajustes gráficos e de controle. No PC e Xbox Series, o jogo roda melhor, tem visual mais limpo e introduz mecânicas como parry no combate. Ainda assim, essas melhorias não chegam a transformar a experiência em algo realmente marcante, apenas tornam o jogo mais “correto”.

Review Solo Leveling: Arise Overdrive, cena do jogo
(Reprodução)

Single-player funcional, co-op quase obrigatório

Embora a proposta da obra seja focada em uma jornada solitária, o modo cooperativo online acaba se tornando a forma mais prática de jogar. Em dificuldades mais altas, jogar sozinho tende a ser cansativo e frustrante, especialmente durante o grinding repetitivo de masmorras.

O co-op para até quatro jogadores agiliza o progresso e torna as partidas menos monótonas. É um sistema bem integrado e, curiosamente, uma das partes mais interessantes do jogo, ainda que pareça contraditório com a essência do protagonista.

Solo Leveling: Arise Overdrive, combate intenso
(Reprodução)

Progressão engessada e estrutura confusa

O jogo começa com um prólogo chamativo, mostrando Jin-woo poderoso e cercado por sombras, antes de voltar ao início da história. A partir daí, o jogador escolhe entre quatro estilos de combate: Assassino, Duelista, Elementarista ou Governante; que influenciam armas e atributos iniciais, mas não chegam a alterar drasticamente a experiência.

O saguão central concentra praticamente tudo: missões, lojas, criação de equipamentos, gerenciamento de caçadores e personalização. A quantidade de opções é grande, mas a organização deixa a desejar, com menus confusos e uma hierarquia pouco intuitiva que atrapalha o fluxo do jogo.

Solo Leveling: Arise Overdrive, arvore de melhorias
Imagem: Netmarble Neo

Combate intenso, mas excessivamente repetitivo

O combate é rápido e visualmente carregado, lembrando jogos no estilo musou (gênero de jogos de ação focado em combates massivos). Em vários momentos, a quantidade de inimigos e efeitos dificulta a leitura da ação. O sistema de builds até oferece certa liberdade, mas essa variedade acaba sendo desperdiçada em conteúdos muito parecidos entre si.

São 10 capítulos no total, com inimigos que se repetem constantemente, goblins, golems, homens-lagarto e criaturas gigantes, apenas com números maiores. A possibilidade de revisitar conteúdos em dificuldades mais altas estende a duração do jogo, mas também deixa evidente o quanto ele depende da repetição para se sustentar.

Solo Leveling: Arise Overdrive, confronto instigante
Imagem: Netmarble

Visual bonito, problemas persistentes

Visualmente, Solo Leveling: Arise Overdrive cumpre bem o papel. O cel shading combina com a estética da obra, e a trilha sonora ajuda a manter o ritmo das batalhas, embora não chegue perto do impacto do anime. Atualizações recentes melhoraram alguns aspectos técnicos, mas ainda restam problemas como bugs ocasionais, tradução em português incompleta e uma interface pouco amigável.

Solo Leveling: Arise Overdrive não é exatamente ruim, mas também está longe de ser memorável. É um jogo competente, feito para fãs da obra, que entrega ação constante e um pacote tecnicamente aceitável. No entanto, sua narrativa rasa, estrutura repetitiva e falta de identidade própria fazem com que ele se torne mais um título esquecível no já saturado catálogo de jogos baseados em animes.

Funciona, diverte por algumas horas, mas dificilmente deixa saudade.

Solo Leveling: Arise Overdrive, imagem profunda de cenário épico
Imagem: Netmarble Neo

Gamerdito (Veredito): Vale a pena jogar Solo Leveling: Arise Overdrive?

Para fãs do anime e da web novel, Solo Leveling: Arise Overdrive entrega uma experiência fiel, com momentos marcantes da história e algumas liberdades criativas bem-vindas. Apesar do preço elevado para uma adaptação originalmente mobile, o volume de conteúdo e as melhorias justificam o investimento para quem busca uma experiência mais completa.

Agora, para quem não conhece muito da obra e espera algo um pouco acima da média, esse jogo não é a recomendação. Os problemas que existem no jogo afastam aqueles que esperam uma experiência mais divertida. Jogar a campanha solo vai ser muito difícil e cansativo, já que depois de 2 horas de jogo, tudo fica repetitivo. O co-op parece a saída desse problema, porém, não é muito amigável se for jogar com desconhecidos, já que o jogo não balanceia os níveis daqueles que irão compor a party. Parece ser divertido para jogar entre os amigos, mas não compensa muito com gente que não conhece.

Por fim, Solo Leveling: Arise Overdrive como jogo lembra em muito o anime, onde muito se promete sobre o que vai acontecer no decorrer da história, mas, o resultado é algo sem graça e pouco carismático.

Com isso, finalizo minha experiência que, mesmo em acesso antecipado e jogado até o final antes e depois das atualizações, posso dizer que minha satisfação com as mecânicas, enredo e jogabilidade é de nota 6/10. Uma versão para PlayStatio 5 está em desenvolvimento e chegará apenas em 2026.


Agradecemos à Netmarble e a sua assessoria pela liberação da chave do jogo, proporcionando-nos a oportunidade de realizar uma análise de Solo Leveling: Arise Overdrive no PC Windows via Steam. Esta review pretende orientar nossos leitores sobre se vale a pena ou não jogar.

Tron: Ares chega oficialmente ao Disney+ em 7 de janeiro de 2026

0
Tron Ares em cena futurista com visual digital e luzes neon, destacando o universo tecnológico do filme
Imagem Reprodução/WDP

A mais recente aventura da saga, Tron: Ares, ganhará sua estreia oficial na plataforma de streaming Disney+ no dia 7 de janeiro de 2026. Agora, o novo desafio transcendeu a Grade e desembarcou no mundo real. Os assinantes da plataforma já podem adicionar em seu calendário para assistir na íntegra.

Leia também:

Depois de sua passagem pelos cinemas em 2025 e de chegar às plataformas de vídeo sob demanda e mídia física no início de janeiro, Tron: Ares chega ao Disney+ como parte do catálogo de 2026. A data marca um momento aguardado pelos fãs, que poderão finalmente assistir à sequência da icônica saga sem sair do conforto da sala.

O que esperar de Tron: Ares

Tron: Ares é a mais recente produção da franquia iniciada com o clássico Tron (1982) e seguida por Tron: Legacy (2010). O filme mistura ação, tecnologia e uma narrativa que expande ainda mais o universo virtual conhecido como a Grade. A trama gira em torno de um programa sofisticado chamado Ares, que cruza os limites entre o mundo digital e o real, desencadeando um confronto entre humanos e inteligência artificial. Além da estreia no Disney+, o título também estará disponível em formatos físicos como Blu-ray e 4K Ultra HD, oferecendo opções para diferentes formas de aproveitar a nova aventura.

Sua trilha sonora instigante foi composta pelos músicos do Nine Inch Nails, com sua canção tema indicada ao Grammy 2026 na categoria de Melhor Canção Escrita para Mídia Visual pela música “As Alive As You Need Me To Be“.

Com isso, Tron: Ares encerra a trilogia iniciada há mais de 40 anos nos cinemas. Um dos pontos positivos desta franquia são os efeitos visuais de ponta e uma imersão ainda maior no universo digital que marcou gerações.

Como resgatar Trine Classic Collection, o 14º jogo grátis da Epic Games Store

0
Trine Classic Collection disponível grátis na Epic Games Store como 14º jogo da campanha Mystery Games
Imagem reprodução

A Epic Games Store liberou Trine Classic Collection como o 14º jogo gratuito da campanha Mystery Games. A coleção reúne os primeiros títulos da franquia Trine e fica disponível sem custo por tempo limitado, seguindo o padrão tradicional da ação de fim de ano da plataforma. No total, 17 jogos estão incluídos no evento de jogos grátis do fim de ano de 2025.

Para resgatar Trine Classic Collection, o processo é simples. Primeiro, acesse a Epic Games Store pelo navegador ou pelo aplicativo oficial no PC. Em seguida, faça login com a sua conta Epic Games. Caso ainda não possua uma conta, será necessário criar uma antes de prosseguir com o resgate.

Após entrar na loja, localize a seção de jogos gratuitos na página inicial. Trine Classic Collection aparece em destaque como parte da campanha Mystery Games. Ao clicar sobre o jogo, selecione a opção “Obter”. Mesmo sendo gratuito, a Epic Games Store solicita a confirmação do pedido, funcionando como uma compra comum, porém com o valor final zerado.

Concluído o resgate, Trine Classic Collection é adicionado automaticamente à biblioteca do usuário e passa a fazer parte da conta de forma permanente. Isso significa que, mesmo após o encerramento da promoção, o jogo continuará disponível para download sempre que o jogador desejar.

Não é obrigatório instalar o jogo no momento do resgate. Basta garantir que ele seja adicionado à biblioteca dentro do prazo da oferta. A instalação pode ser feita posteriormente, sem qualquer custo adicional.

Trine Classic Collection fica disponível gratuitamente por apenas 24 horas. Após esse período, a Epic Games Store substitui a oferta pelo próximo jogo da campanha Mystery Games. Por isso, é recomendável realizar o resgate o quanto antes para não perder a oportunidade.

A campanha Mystery Games é uma ação tradicional da Epic Games Store, conhecida por liberar jogos misteriosos diariamente durante o período promocional. Ao longo do evento, a loja costuma oferecer desde títulos independentes até coleções consagradas, ampliando o acesso dos jogadores a diferentes experiências.

Anime Tougen Anki tem 2ª temporada confirmada

0
Anime Tougen Anki tem 2ª temporada confirmada
© Yura Urushibara (Akita Shoten)

Um dos animes mais comentados de 2025, Tougen Anki teve oficialmente sua 2ª temporada anunciada. Os novos episódios irão adaptar o arco das cataratas de Nikko Kegon, dando continuidade direta aos acontecimentos do mangá criado por Yura Urushibara. O anúncio veio acompanhado de uma prévia visual inédita, que apresenta o design do personagem Hayate Todoroki.

Leia também:

Conforme o comunicado oficial, Tougen Anki é baseado no mangá serializado na Weekly Shōnen Champion, da Akita Shoten, e já ultrapassou a marca de 4 milhões de cópias em circulação. A obra se destaca por reinterpretar o conto folclórico japonês de Momotaro sob uma perspectiva mais sombria, colocando em lados opostos aqueles que carregam o sangue dos demônios e os herdeiros da linhagem do lendário herói.

A produção da animação está a cargo do Studio Hibari, conhecido por trabalhos como After-School Hanako-kun. Com a direção do projeto é assinada por Ato Nonaka, enquanto o roteiro fica sob responsabilidade de Yukie Sugawara, que já atuou em títulos como The Idolm@ster SideM, No Guns Life e The Unwanted Undead Adventurer. O design de personagens foi desenvolvido por Ryoko Amisaki, reconhecida por seu trabalho em Kino’s Journey – The Beautiful World. A trilha sonora é produzida pela Pony Canyon, garantindo um acompanhamento musical de alto nível.

Anime Tougen Anki tem 2ª temporada confirmada
Divulgação: © Yura Urushibara (Akita Shoten)

O mangá começou em junho de 2020 e segue em publicação no Japão. Até o momento, a série conta com 27 volumes encadernados, sendo o mais recente lançado em 8 de dezembro. No Brasil, Tougen Anki é publicado pela Panini, ampliando sua base de leitores no país.

Atualmente, o anime está disponível tanto na Netflix quanto na Crunchyroll, e a confirmação da segunda temporada reforça o investimento contínuo na franquia, que segue conquistando espaço entre os shonens de ação mais populares da nova geração.

Review do jogo R-Type Delta: HD Boosted — a dificuldade que espanta

0
R-Type Delta: HD Boosted em ação com nave enfrentando inimigos em cenário futurista do shoot ’em up clássico
Imagem reprodução/IREM

A franquia R-Type é um dos shoot ’em ups que fazem jogadores terem arrepios ao jogar, devido à sua dinâmica única. Diferente de outros títulos, o jogo sempre procurou não ser uma cópia direta, mesmo tendo coletado inspirações de outros títulos do gênero. Com R-Type Delta: HD Boosted, uma remasterização baseada no original de 1998, traz o quesito nostalgia para quem vivenciou aquele momento. Publicado em 20 de novembro de 2025, a versão aprimorou os gráficos e também suas mecânicas de gameplay para os dispositivos modernos. Ainda assim, ao jogar para esta análise, ele continua com desafios que exigem atenção em cada movimento para não ser um alvo fácil.

O usuário pode escolher até três espaçonaves iniciais para iniciar sua jornada única por uma cidade desolada por combates frenéticos. O ano de 2164 jamais será o mesmo quando se deparar com diversos inimigos prontos para impedir seu progresso. O jogo é o primeiro da franquia que foi redesenhado em 3D, seguindo em plataforma 2.5D, algo diferente para a época, porém inspirado pelo jogo RayStorm, da Taito.

r type delta original comparativo 2025r type delta hd boosted remaster 2025
Comparativo da versão original com o remaster

A Irem Software, que nos últimos anos vem relançando seus clássicos, sabia que o momento de Delta era inevitável. Na minha opinião, sua remasterização é contundente e não retira o glamour que os jogadores estavam habituados a presenciar. Existe uma diferença gráfica visível; no entanto, ela respeita todo o legado do título. HD Boosted está disponível via mídia digital no Nintendo Switch, PS4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series X|S e PC.

Uma chegada para quem prefere desafios de alto fator replay

Aos usuários que não dominam o gênero, cautela é necessária. Tentar acelerar suas ações é pedir para recomeçar o jogo. Não há dezenas de projéteis na tela dos quais você deve desviar, mas a velocidade dos inimigos é um ponto positivo. Ao invés de disparos alucinados dos oponentes, aqui você necessita ser mais rápido para não dar reação de contra-ataque. A nave consegue ir melhorando seus disparos à medida que vai coletando itens deixados pelos inimigos derrotados. Também há um drone que nos auxilia como arma de apoio para a retaguarda e frontal.

Com poucos continues, finalizar na primeira tentativa, dependendo do nível escolhido, é quase uma missão impossível. Minha recomendação ao jogar R-Type Delta: HD Boosted é colocar sua concentração por completo no jogo. Esse título foi desenvolvido, como toda a franquia, para jogadores que gostam de um desafio constante; em outras palavras, quanto mais intenso, melhor.

No cenário atual, são poucas as empresas que se arriscam com esta dinâmica, já que a geração atual prefere títulos menos audaciosos no quesito dificuldade. Um dos últimos que presenciei que tentou foi Chorus, da Deep Silver, que no final acabou não conseguindo a recepção esperada. Mesmo assim, recebeu críticas positivas na plataforma Steam, além de adição ao Xbox Game Pass.

Tente e tente novamente

R-Type Delta: HD Boosted é o típico jogo em que, já nos primeiros minutos, você pode precisar pegar um continue para conseguir progredir. A dinâmica das ações é instigante; cada desvio é uma vitória para continuar derrotando todos os inimigos. Os chefes são criaturas exóticas que misturam tecnologias extraterrestres, inspiradas em seres que reconhecemos na própria Terra.

Ao término de cada estágio, são contabilizados o nosso progresso e desempenho. Não fique desapontado se, nas primeiras tentativas, gastar todos os continues na primeira fase — isso é mais normal do que se imagina. Falando nas fases, a remasterização exibe como alguns inimigos eram bizarros e os cenários, tenebrosos, por sua concepção de utilizar seres que causam arrepios. Alguns são como cérebros humanos, outros lagartos, bebês alienígenas, até inimigos no melhor estilo visual de Attack on Titan, sem suas peles.

Cenário futurista de R-Type Delta: HD Boosted com estruturas destruídas e atmosfera sombria
(Divulgação)

Se me perguntarem sobre o que Delta: HD Boosted contribuiu para atiçar novos jogadores, é: um jogo que perpetua todo o legado original da franquia. Quando joguei pela primeira vez, foi no PlayStation 1. Após isso, muitos outros jogos foram lançados da franquia, recebendo remakes. Minha animação para jogar este título foi imediata, uma nostalgia em que você se frustrava pela dificuldade, mas tinha prazer no efeito replay, para mostrar que era capaz.

Enfim… O que esperar desse remaster de R-Type Delta: HD Boosted?

O mesmo aconteceu ao jogar esta nova versão, que trouxe melhorias consideráveis, ação frenética e o melhor de um gênero que hoje é raro na indústria dos games. Essa versão é publicada pela Clear River Games, com CITY CONNECTION e TAKE×0FF responsáveis pelo port da remasterização. Infelizmente, não há localização no idioma do português do Brasil, apesar do título não possuir diálogos, é importante uma interface e legendas nativas.

Para finalizar com uma conclusão justa, minha nota final é 8.0/10 para a review de R-Type Delta: HD Boosted.

R-Type Delta: HD Boosted - Nightmares Launch Trailer

Agradecemos à publicadora e desenvolvedora, além da assessoria, pela chave do jogo na versão PC Windows, através da plataforma Steam.

Fique ciente de que esta análise não possui nenhuma influência dos envolvidos pelo título e muito menos sugestão de como prosseguir em nossa análise. Ela é baseada na experiência do autor deste artigo, para que os leitores consigam ter um melhor entendimento se vale a pena jogar ou não.

Viewfinder é o novo jogo grátis da Epic Games Store no Mystery Games

0
Imagem de destaque do jogo Viewfinder, 13º jogo gratuito da Epic Games Store Mystery Games
Imagem reprodução

A Epic Games Store anunciou mais um presente para a comunidade gamer, o décimo terceiro título gratuito da série Mystery Games é Viewfinder. A promoção já está ativa e você pode resgatar o jogo gratuitamente até 30 de dezembro de 2025, com prazo final às 12h59 (horário de Brasília).

Mais uma vez, o MeuGamer saiu na frente e foi o primeiro site brasileiro a publicar essa informação globalmente na plataforma X (antigo Twitter), antecipando o anúncio para o público nacional e internacional. No total, 17 jogos estão incluídos no evento de jogos grátis do fim de ano de 2025.

Viewfinder é um jogo de quebra-cabeças criativo e inovador que combina fotografia com manipulação de cenários. A proposta é simples: você tira fotos de ambientes e objetos, e essas imagens se tornam parte do mundo jogável, criando caminhos, plataformas e soluções para avançar nos desafios. A mecânica única transforma cada fotografia em um elemento ativo do gameplay, exigindo raciocínio espacial e experimentação instigante.

Por que resgatar agora

  • É gratuito, sem necessidade de compra ou assinatura.
  • Adiciona um título com conceito original à sua biblioteca.
  • Faz parte da série Mystery Games, ação especial da Epic que tem entregado jogos de destaque ao longo de 2025.
  • Você pode baixá-lo e jogá-lo mesmo depois do fim da promoção.

Como resgatar

  1. Acesse a Epic Games Store no PC, App ou via navegador.
  2. Faça login com sua conta.
  3. Procure por Viewfinder ou pela seção Mystery Games.
  4. Resgate gratuitamente antes das 12h59 de 30 de dezembro de 2025.

Requisitos de sistema

Mínimos:

  • Requer processador e sistema operacional de 64 bits
  • Sistema operacional: Windows 10
  • Processador: Intel i5-9600K ou AMD Ryzen 5
  • Memória: 8 GB de RAM
  • Placa de vídeo: GeForce GTX 970
  • DirectX: Versão 11
  • Armazenamento: 20 GB de espaço disponível

Recomendados:

  • Requer processador e sistema operacional de 64 bits

Não perca essa chance de garantir mais um jogo na sua coleção sem gastar nada.

Marvel Vazando de Propósito? Como Doomsday Está Usando os Heróis Clássicos para Reconquistar os Fãs

0
Vazamentos de Vingadores: Doomsday indicam uma virada decisiva para o MCU
Imagem reprodução/Marvel Studios

A Marvel está claramente apostando pesado na nostalgia para reconquistar o público depois de uma fase bem irregular. Em 2025, os filmes como Capitão America: Admirável Mundo Novo, Thunderbolts e Quarteto Fantástico: Primeiros Passos tiveram desempenhos bem abaixo do esperado na bilheteria (nenhum passou dos US$ 550 milhões, e o total combinado mal chega perto do que um único filme como Deadpool & Wolverine fez em 2024). Isso gerou uma fadiga geral, críticas a escolhas criativas e uma sensação de que o MCU (Universo Cinematográfico Marvel) perdeu o brilho pós-Vingadores Ultimato.

Agora, com Vingadores: Doomsday “Vingadores: Doutor Destino” (previsto para 17 de dezembro de 2026), eles estão trazendo de volta personagens icônicos dos Vingadores originais e até dos X-Men da era Fox:

  • Teasers focados em Steve Rogers (Chris Evans) com família,
  • Thor (Chris Hemsworth) com sua filha Love,
  • e o terceiro vazado mostrando Cyclops (James Marsden), Professor X (Patrick Stewart) e Magneto (Ian McKellen) em uniformes fiéis aos quadrinhos.

Tudo isso gritando “volta às raízes” com Robert Downey Jr., como Doutor Doom no centro —; sem especulação do retorno como Homem de Ferro. Quanto aos vazamentos: eles estão acontecendo porque a Marvel optou por uma estratégia de teasers exclusivos nos cinemas (antes de Avatar: Fogo e Cinzas), rodando um por semana para incentivar idas repetidas ao cinema. Mas, óbvio, em 2025 isso vaza na hora – gravações de celular, capturas em HD, etc.

A Disney até tenta remover com copyright strikes no YouTube, Meta e X (antigo Twitter) e outros; contudo os compartilhamento chegam aos milhões gerando um enorme engajamento. Para os fãs e até os insiders, teorias da conspiração geram especulações como parte disso é “vazamento controlado” para criar hype orgânico sem gastar em campanha oficial ainda; considerando que o filme está a um ano de distância.

No final das contas, sim, mostrar esses heróis clássicos é uma forma esperta (ou desesperada, dependendo do ponto de vista) de fazer os fãs voltarem a empolgar com o MCU. Está funcionando? Pelo barulho nas redes, pelo menos está gerando conversa e curiosidade novamente. E você, achou os teasers instigantes ou acha que é só nostalgia para passar confiança?


Este artigo tem como base teasers que circularam inicialmente de forma não oficial e que, posteriormente, foram publicados oficialmente pela Marvel Studios em seus canais de mídia.

Vingadores: Doutor Destino | Teaser Oficial