A adaptação em série de God of War recebeu uma atualização importante com a confirmação de Ryan Hurst no elenco. O ator, conhecido por Sons of Anarchy, foi anunciado como o intérprete de Kratos na produção live-action desenvolvida pela Santa Monica Studio, Prime Video e Sony Pictures Television.
A escolha marca o retorno de Hurst ao universo da franquia, já que ele participou de God of War Ragnarök dando vida a Thor, personagem que enfrentou Kratos em um dos momentos mais marcantes do jogo. Diferente do trabalho realizado nos games, a série contará com atuação tradicional diante das câmeras, e não apenas voz ou captura de movimentos.
A narrativa da produção será baseada nos dois jogos mais recentes da série, ambientados na mitologia nórdica. Nessa fase da história, Kratos abandona seu passado na Grécia Antiga e passa a viver em terras dominadas por deuses nórdicos, enquanto tenta criar e proteger seu filho, Atreus, em meio a conflitos que colocam pai e filho no centro de uma nova jornada.
(Reprodução/Santa Monica Studio)
Esse é um dos motivos para a escolha de um ator com aparência mais madura, e não tão jovem, caso o live-action opte por percorrer os arcos do primeiro jogo, período em que Atreus e sua última esposa ainda não existiam na vida de Kratos.
No último ano, recebemos a informação de que a Riot Games havia desistido do desenvolvimento de Hytale, título inspirado em blocos pixelados no estilo Minecraft. O projeto, iniciado há cerca de 11 anos, em 2015, acabou ficando em segundo plano devido à prioridade que a criadora de League of Legendspassou a dar às produções dentro do universo de sua principal franquia.
O que parecia ser o fim de Hytale tomou outro rumo quando o estúdio Hypixel Studios, presidido por Simon Collins-Laflamme, recomprou os direitos do jogo e reabriu o estúdio. A equipe prometeu que o acesso antecipado chegaria no início de janeiro de 2026.
A continuação do desenvolvimento do jogo de blocos pixelados mistura RPG de ação com mundo aberto e traz uma forte sensação de nostalgia para fãs de títulos como Minecraft e outros do gênero. Isso ajudou a criar um grande hype entre os jogadores, especialmente por conta do envolvimento inicial da Riot Games no projeto. Em outras palavras, havia a expectativa de que algo especial pudesse surgir. Por esse motivo, o mundo de Orbis, como é conhecido o universo do jogo, passou a chamar ainda mais atenção.
O trailer de Hytale se tornou um verdadeiro fenômeno no YouTube. O vídeo de anúncio ultrapassou a marca de 62 milhões de visualizações ao longo de sete anos. Além disso, desde o lançamento do acesso antecipado, em 13 de janeiro de 2026, o título acumulou milhões de visualizações em dezenas de vídeos e transmissões ao vivo feitas por criadores de conteúdo na plataforma.
O próprio desenvolvedor afirmou que a pré-venda foi fundamental para financiar o projeto e permitir que a equipe trabalhasse com mais tranquilidade pelos próximos dois anos. Agora, com a divulgação massiva, a expectativa é de um faturamento ainda maior, o que deve aliviar qualquer tensão financeira para a equipe envolvida.
Agradecimento do desenvolvedor do jogo
Sobre o sucesso no YouTube, Simon agradeceu aos criadores de conteúdo e aos usuários que estão divulgando o jogo. Segundo ele, ainda há um longo caminho a percorrer para alcançar todos os objetivos do projeto, mas a reação positiva do público superou as expectativas. O desenvolvedor afirmou que não esperava tamanho apoio e compreensão, destacando que leu feedbacks e sugestões recentemente. Muitas das ideias apontadas, inclusive, já faziam parte dos planos da equipe, o que reforçou sua confiança no futuro do jogo.
Simon também explicou que a versão exibida atualmente é uma build de quatro anos atrás, reconstruída em poucos meses. Naquele estágio, o modo de exploração ainda não existia, assim como sistemas fundamentais, como ciclo de criação, sistema de memórias, progressão, portais ancestrais, NPCs em quantidade relevante, templos esquecidos e progressão de crafting. Segundo ele, praticamente não havia conteúdo estruturado.
(Reprodução)
O desenvolvedor destacou ainda que tantos bugs foram corrigidos e tantas funcionalidades adicionadas que a equipe acabou desistindo de manter notas de atualização. Por fim, Simon afirmou que passará o dia acompanhando vídeos, lendo feedbacks e anotando sugestões. Ele agradeceu novamente todo o apoio recebido e reforçou que não se arrepende de ter salvado o desenvolvimento de Hytale há dois meses.
Conferi que o jogo Hytale está custando menos de R$ 61 no site oficial. Uma versão para consoles está prevista para chegar em breve.
A primeira temporada de Tougen Anki apresenta Shiki Ichinose (Kazuki Ura), um jovem que se vê envolvido em uma guerra milenar entre os Onis e os descendentes do herói humano Momotaro. Ao descobrir que pode ter um papel central nesse conflito, Shiki automaticamente se torna um alvo, dando início a uma jornada marcada por violência, revelações e treinamento sobrenatural. Nossa análise consiste em uma crítica técnica baseada em todos os episódios desta temporada.
Nesta publicação você encontra:
Apesar de um ponto de partida promissor, a série rapidamente deixa claro que seguirá um caminho extremamente familiar para quem conhece o gênero battle shonen. Do evento traumático que introduz Shiki ao mundo dos Onis até o encerramento da temporada, a narrativa raramente surpreende, apoiando-se quase exclusivamente em arquétipos já desgastados. Essa falta de originalidade aumenta a expectativa por execução técnica e narrativa, algo que a produção não consegue sustentar.
Um protagonista pouco carismático e mal desenvolvido, ambiente escolar e professor mal explorados
Grande parte dos problemas da temporada começa com o próprio Shiki. Impulsivo, barulhento e frequentemente irritante, o protagonista demonstra pouca capacidade de reflexão, resolvendo conflitos quase sempre por instinto. Sua evolução emocional é superficial, e a constante sensação de “armadura de roteiro” dificulta criar qualquer tensão real em torno de seus desafios.
A situação se agrava quando a série abandona rapidamente a proposta de azarão. Em poucos episódios, Shiki é revelado como herdeiro de uma linhagem poderosa, recebendo um nível de força que o coloca acima da maioria dos personagens. Embora exista a ideia de que ele não controla totalmente esse poder, a narrativa ignora essa limitação sempre que conveniente, enfraquecendo ainda mais o impacto de seus conflitos.
Após os eventos iniciais, incluindo a morte de seu pai adotivo, Shiki é enviado a uma escola de Onis para aprender a dominar suas habilidades. Lá, ele passa a treinar sob a tutela de Mudano (Hiroshi Kamiya), um professor rígido, frio à primeira vista, mas secretamente preocupado com seus alunos.
Mudano é a personificação de um arquétipo amplamente explorado em obras do gênero: o mentor severo que força seus alunos ao limite para prepará-los para ameaças maiores. A série parece acreditar que exagerar esse comportamento o tornará mais interessante, mas o resultado é apenas mais um personagem previsível, sem qualquer diferencial relevante.
Colegas de classe rasos e excessivamente irritantes, vilões desorganizados e pouco ameaçadores
O elenco de apoio é composto por colegas de classe que rapidamente se resumem a caricaturas de traço único. Personalidades exageradas, que variam da agressividade constante à proteção sufocante, dominam cada cena, tornando a convivência com esses personagens cansativos ao longo da temporada.
Embora alguns momentos de combate tentem dar destaque individual a certos membros do grupo, isso não é suficiente para compensar sua falta de profundidade. Pior ainda, esses personagens ocupam tempo excessivo de tela, frequentemente entrando em pânico ou atrapalhando o andamento da trama até que, convenientemente, conseguem resolver a situação no último instante.
Os antagonistas, os Momotaro, são apresentados como um grupo de indivíduos violentos e instáveis, mas sua completa desorganização compromete qualquer sensação de ameaça real. Constantemente brigando entre si e incapazes de manter uma postura estratégica, eles levantam uma questão inevitável: como um grupo tão caótico consegue dominar essa guerra há tanto tempo?
A ausência de vilões consistentes enfraquece ainda mais os conflitos, tornando as batalhas menos impactantes do ponto de vista narrativo.
Ação visual é o maior acerto da temporada, porém a narração excessiva prejudica
Se existe um ponto em que Tougen Anki realmente se destaca, ele está nos visuais das batalhas. As habilidades dos Onis, todas relacionadas à manipulação de sangue, permitem uma variedade criativa de poderes e efeitos visuais marcantes. Alguns confrontos impressionam visualmente e ajudam a sustentar o interesse do espectador.
No entanto, o desfecho dessas lutas depende frequentemente de soluções convenientes, como poderes nunca apresentados ou reviravoltas pouco justificadas. Isso reforça a sensação de previsibilidade e elimina qualquer suspense genuíno.
Outro elemento que compromete seriamente a narrativa é o uso constante de um narrador. Além de explicar habilidades e regras do universo, algo que já seria discutível, a narração frequentemente surge para detalhar sentimentos e eventos que acabaram de acontecer em cena.
Essa escolha demonstra uma clara falta de confiança na capacidade do público de interpretar o que está sendo mostrado. Em uma série que já carece de sutileza, a narração excessiva se torna redundante, condescendente e, em muitos momentos, francamente irritante.
Gamerdito review: a 1ª temporada de Tougen Anki vale a pena?
No melhor dos cenários, a primeira temporada de Tougen Anki é uma obra genérica e previsível dentro do battle shonen. Em seus piores momentos, ela se torna um conjunto de personagens irritantes, vilões pouco convincentes e uma narrativa que insiste em explicar o óbvio. Apesar de algumas sequências de ação visualmente interessantes, o resultado final dificilmente se justifica diante da vasta oferta de produções mais competentes no gênero.
A primeira temporada de Tougen Anki já está disponível na Crunchyroll, Netflix e Prime Vídeo, com opções dublada e legendada.
Este texto reflete exclusivamente a opinião de seu autor e não representa, necessariamente, a posição do MeuGamer. Além disso, o site não mantém qualquer vínculo com as marcas ou plataformas mencionadas nesta crítica.
Mesmo avançando em ritmo contido, Spy x Family segue demonstrando por que se consolidou como uma das séries mais queridas dos últimos anos. Em sua terceira temporada, o anime reafirma sua habilidade rara de transitar entre gêneros com naturalidade, equilibrando espionagem, comédia, ação e drama familiar sem perder identidade, uma verdadeira especialista em trocar de “disfarces”, assim como seus protagonistas.
Desde a estreia do mangá em 2019, a obra de Tatsuya Endo conquistou status de fenômeno, impulsionada ainda mais pela adaptação em anime realizada pelos estúdios WIT Studio e CloverWorks. O grande diferencial da série sempre esteve na forma como combina tons distintos: cenas de ação dignas de um thriller de espionagem convivem com humor pastelão, subtexto romântico e, sobretudo, uma narrativa calorosa sobre família e pertencimento. É, essencialmente, uma sitcom disfarçada de missão secreta para evitar uma guerra mundial. Nesta crítica, analiso os pontos mais relevantes da temporada e avalio se a série evoluiu — ou não — mantendo a qualidade da trama.
A trama se passa em Berlint, uma versão fictícia de Berlim em plena tensão de Guerra Fria, onde Westalis e Ostania mantêm uma paz instável. Nesse cenário, o espião de elite Twilight recebe a missão de se infiltrar em Ostania e se aproximar do político Donovan Desmond, figura central em possíveis planos belicistas. Para isso, ele assume a identidade de Loid Forger, adota a pequena Anya e entra em um casamento de fachada com Yor, ambos igualmente envolvidos em vidas duplas. Anya, por sua vez, é uma criança telepata fruto de experimentos científicos, enquanto Yor atua secretamente como uma assassina profissional. Apenas Anya conhece toda a verdade… além de Bond, o cachorro capaz de prever o futuro.
Imagem: WIT Studio/CloverWorks
A terceira temporada aprofunda essa dinâmica ao apostar em arcos narrativos mais densos. Entre eles, destacam-se uma situação de sequestro envolvendo crianças, a exploração do passado traumático de Twilight e um confronto direto com um espião rival de altíssimo nível. Embora o avanço da missão principal continue lento, esses arcos adicionam peso emocional e ajudam a expandir o universo da série sem abandonar o humor característico.
O arco focado no passado de Twilight é particularmente relevante. Ao mostrar de forma mais detalhada as perdas sofridas por ele durante a guerra, a narrativa contextualiza sua motivação central: evitar novos conflitos a qualquer custo. Essa construção transforma o protagonista em algo mais do que um agente frio e eficiente, enriquecendo o drama ao revelar o ceticismo que ele desenvolveu tanto em relação a Ostania quanto à liderança de Westalis.
Já o arco protagonizado por Anya, que envolve o sequestro de alunos, evidencia a força da série em equilibrar tons contrastantes. Mesmo diante de uma situação potencialmente sombria, Spy x Family consegue inserir humor sem banalizar o perigo, muito graças ao carisma da personagem e à excelente atuação de Atsumi Tanezaki. Anya continua sendo o coração cômico da obra, com suas interpretações equivocadas e reações exageradas rendendo alguns dos momentos mais memoráveis da temporada.
Imagem: WIT Studio/CloverWorks
No campo da ação, o encerramento da temporada entrega um intenso jogo de gato e rato entre Twilight e um dos agentes mais perigosos de Ostania. A animação se destaca pela fluidez e impacto físico das lutas, reforçando o nível quase sobre-humano desses personagens. Mesmo com Yor tendo menos destaque desta vez, suas breves cenas ainda conseguem impressionar e manter sua aura de força absoluta.
O ponto central desse arco final, no entanto, está na reafirmação do tema principal da série: embora a família Forger tenha nascido de uma farsa, seus laços são autênticos. O antagonista funciona como um espelho distorcido de Twilight, mostrando o que ele poderia se tornar caso renunciasse a sua humanidade em nome da missão. É nesse contraste que Spy x Family encontra sua maior força emocional.
Imagem: WIT Studio/CloverWorks
Gamerdito (Veredito): A 3ª temporada de Spy x Family é boa?
Ainda assim, a temporada não escapa de uma crítica recorrente: o avanço excessivamente lento da Operação Strix. Apesar de pequenos progressos, como conquistas acadêmicas de Anya e maior envolvimento de Yor, a narrativa segue distante de qualquer resolução concreta. Esse problema parece refletir tanto o ritmo do mangá quanto a decisão da adaptação de não acelerar eventos, criando um certo conflito entre a estrutura episódica descontraída e a promessa de um grande objetivo final.
Mesmo com esse paradoxo narrativo, o saldo permanece amplamente positivo. As aventuras semanais continuam tão envolventes que o ritmo arrastado da trama principal se torna mais um incômodo secundário do que um real obstáculo. Ao conseguir abordar temas mais pesados sem perder o humor e a sensibilidade, Spy x Family prova mais uma vez sua maturidade criativa e reafirma sua posição como uma das séries mais consistentes da atualidade.
A 3ª temporada de Spy x Family está disponível na Crunchyroll e conta com as opções dublada e legendada.
A Apple acaba de divulgar o mais novo trailer da segunda temporada de Monarch – Legado de Monstros, série ambientada no universo dos monstros mais icônicos da cultura pop. O teaser antecipa uma nova ameaça e sugere que os eventos da próxima fase serão ainda maiores do que tudo o que já foi visto.
No início desta publicação, já é possível conferir o novo teaser da 2ª temporada.
O vídeo traz um clima tenso desde os primeiros segundos, com diálogos enigmáticos que indicam que algo está prestes a mudar drasticamente o equilíbrio do mundo. “O mundo mudou”, diz Lee, enquanto Cate reforça: “Tem alguma coisa acontecendo”. Logo fica claro que a ameaça não envolve Kong nem Godzilla. Segundo Lee, trata-se de “algo ainda maior”.
O mistério aumenta quando Keiko revela que “ele abriu a fenda… pra outro mundo”, levantando a possibilidade de uma conexão com realidades desconhecidas. Hiroshi alerta que tudo isso foi um erro, enquanto a trilha sonora dramática, sirenes e sons de monstros reforçam o clima de urgência. A pergunta final — “Então, e agora?” — é respondida de forma direta: “Consequências”.
O kaiju que aparece no fim do teaser lembra bastante o Kraken, um dos grandes inimigos de Kong. Se será ele, ainda é um mistério. Talvez o trailer final revele mais detalhes — ou apenas a estreia da série traga as respostas.
Uma nova ameaça na trama(Reprodução)
A segunda temporada de Monarch – Legado de Monstros promete expandir ainda mais o universo da série, aprofundando seus conflitos e introduzindo novos perigos que podem mudar tudo.
A estreia está marcada para 27 de fevereiro, exclusivamente no Apple TV+.
Durante uma transmissão ao vivo, o diretor da série Inazuma Eleven revelou várias novidades sobre o futuro da franquia. Aproveitando o bom momento e o sucesso de Inazuma Eleven: Victory Road, a LEVEL-5 anunciou um novo jogo focado no público mobile: Inazuma Eleven: Cross.
O título será lançado para iOS e Android, ainda sem data definida. O jogo será gratuito, com compras dentro do aplicativo. Diferente de Victory Road, Cross traz uma história totalmente original e um novo protagonista, substituindo Sasanami Unmei (Destin Bellows).
Em Inazuma Eleven: Cross, o jogador assume o papel de treinador, sendo responsável por montar, gerenciar e definir as estratégias da equipe. As partidas não são controladas jogador a jogador. O resultado depende das decisões táticas do treinador, com a opção de deixar os jogos ocorrerem de forma automática.
(Reprodução/Level-5)(Reprodução)(Reprodução)
A LEVEL-5 também confirmou que as inscrições para o teste beta fechado já estão abertas no Japão, com limite de 20 mil participantes. Os selecionados poderão experimentar o jogo antes do lançamento oficial. Um teaser trailer que apresenta o novo protagonista de Inazuma Eleven: Cross pode ser conferido no início desta publicação.
A empresa também deixou claro que o progresso de Victory Road não poderá ser transferido para Cross. Por outro lado, esses dados não serão descartados e podem voltar a ser úteis em uma futura continuação de Victory Road.
A Capcom confirmou um novo Resident Evil Showcase para o dia 15 de janeiro, às 19h (horário de Brasília). O evento trará novidades e gameplay exclusivo de Resident Evil Requiem, próximo título principal da franquia.
O anúncio foi feito pelas redes oficiais da empresa, acompanhado de um teaser que exibindo o clima mais sombrio e intenso do jogo. Segundo a Capcom, Resident Evil Requiem marca o início de uma nova fase para a série de survival horror.
O jogo já tem data de lançamento definida: 27 de fevereiro de 2026, com versões confirmadas para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2, Steam e Epic Games Store.
Imagem reprodução
O que esperar do evento
Embora a Capcom ainda não tenha detalhado tudo o que será mostrado, os fãs aguardam um showcase com trechos inéditos de gameplay e traga mais informações sobre a proposta do jogo, ambientação e possíveis mudanças na fórmula da franquia.
Existe também a possibilidade de a empresa anunciar uma demo jogável, algo que já aconteceu em lançamentos recentes da série. Normalmente, a Capcom costuma liberar uma demo primeiro no PlayStation 5 e, posteriormente, expandir o acesso para as demais plataformas. No entanto, até o momento, não há confirmação oficial sobre a liberação de uma versão de teste.
O Resident Evil Showcase será transmitido online, com exibição no canal oficial da empresa no YouTube. Nosso site trará as principais informações do evento assim que ele ocorrer.
Nem todo jogo que chega ao mercado entrega o que promete. Alguns aparecem com nomes fortes, orçamento alto ou boas ideias e acabam lembrados pelos motivos errados. Seja por problemas técnicos, decisões de design questionáveis ou simplesmente por serem entediantes, esses títulos se destacaram negativamente e viraram assunto entre jogadores.
Contudo, isso não significa que não existam pessoas que gostem desses jogos. Há inúmeros jogadores que até preferem títulos com otimização problemática, seja pelo desafio extra, seja pelo interesse em platinar nos consoles ou conquistar achievements no PC.
Vale lembrar que a comunidade espera que os jogos sejam bem finalizados, assim como os próprios profissionais envolvidos no desenvolvimento. Ainda assim, por diferentes motivos internos de direção e produção, muitos projetos não chegam ao mercado da forma como o público imaginava.
É por isso que listamos dez jogos para quem tiver interesse em conhecê-los ou experimentá-los. A seleção inclui tanto títulos independentes quanto produções de grande orçamento que, em teoria, deveriam ter figurado entre os concorrentes a jogo do ano nas principais premiações da indústria, algo que não aconteceu pelos motivos citados acima.
Vale destacar que todos os jogos listados foram testados por autores do site ou pelo próprio autor desta publicação.
Os top 10 jogos trash entre 2023 a 2026
Skull Island: Rise of Kong é um dos exemplos mais citados quando o assunto é jogo mal executado. A proposta de controlar o King Kong soa interessante no papel, mas o combate travado, os cenários vazios e a inteligência artificial inconsistente tornam a experiência cansativa rapidamente. Os gráficos datados e o level design repetitivo reforçam a sensação de produto inacabado. Até há uma publicação em nosso site sobre este jogo nesta página.
Imagem reprodução/Gamermill Entertainment
Suicide Squad: Kill the Justice League tentou combinar personagens populares com um modelo de jogo focado em progressão contínua. O resultado foi uma campanha pouco inspirada, missões repetitivas e diversos problemas técnicos no lançamento. Mesmo com atualizações posteriores, o jogo ficou marcado como um projeto que não encontrou sua identidade.
Imagem reprodução/Rocksteady
Skull and Bones passou anos em desenvolvimento e chegou com grandes expectativas. No entanto, o combate naval simplificado, a progressão lenta e a falta de variedade de atividades fizeram com que a experiência se tornasse repetitiva em pouco tempo. A sensação geral é de uma ideia que nunca foi totalmente desenvolvida. Olha que é considerado um dos jogos mais caros desenvolvidos pela Ubisoft e também da indústria dos games.
Imagem jogo Skull and Bones divulgação/Ubi
The Lord of the Rings: Gollum apostou em uma abordagem diferente dentro do universo da Terra-média, focando em furtividade e narrativa. Na prática, a movimentação estranha, o stealth mal ajustado e o visual abaixo do esperado comprometeram o jogo. Ele acabou sendo lembrado mais pelos problemas do que pela proposta. Fique ciente que o jogo havia sido adiado algumas vezes e, ainda assim, não entregou o prometido.
Top 10 Jogos Trash Recentes para Jogar – No Nível do King Kong 26
Dustborn apresenta uma road trip distópica com foco em personagens e diálogos, mas sofre com ritmo irregular e jogabilidade pouco envolvente. O mundo é vazio, o combate não empolga e a tentativa de ser estiloso acaba soando forçada em vários momentos. Ele também foi indicado ao Lemon Game Awards do nosso site e acabou vencendo na categoria do Impacto que não foi. Devido não ter agradado até mesmo usuários que vibram com jogos de Impacto social.
(Reprodução)
Quantum Error foi anunciado como uma experiência de terror psicológico intensa, mas mistura gêneros de forma confusa. O jogo alterna entre horror e tiro em primeira pessoa sem conseguir equilíbrio, além de apresentar problemas de desempenho e design inconsistente. A atmosfera funciona em partes, mas não sustenta a experiência completa. Como um jogo exclusivo na plataforma de PlayStation 5 em seu lançamento, acabou frustrando fãs do console que aguardaram algo imersivo.
Quantum Error — divulgação TeamKill Media
Forspoken chamou atenção pelo visual e pela movimentação mágica, mas perdeu força com um mundo aberto pouco vivo e atividades repetitivas. A narrativa e os diálogos dividiram opiniões, e muitos jogadores sentiram que o potencial apresentado não foi aproveitado. Além de diversos problemas de glichts que geraram “memes” na web fazendo a Square Enix deixar esta franquia no Limbo.
(Divulgação)
Ambulance Life: A Paramedic Simulator: A Nacon tem apostado em diversos títulos na tentativa de emplacar um jogo com apelo global. O problema é que suas iniciativas ao financiar ou publicar alguns jogos independentes não têm gerado a satisfação esperada dos jogadores, nem a rentabilidade financeira desejada. No simulador presente nesta lista, o jogador assume o papel de um paramédico, mas a experiência entrega mecânicas rasas e tarefas excessivamente repetitivas. Os problemas técnicos e a falta de profundidade fazem com que o jogo se torne cansativo em pouco tempo.
(Reprodução)
MindsEye apostou em uma abordagem cinematográfica e futurista, mas falhou em execução. A história confusa, o gameplay básico e o desempenho irregular prejudicam a imersão, fazendo com que o jogo passasse quase despercebido pouco tempo após o lançamento. Eles lançaram em 2025, uma versão gratuita para os usuários poderem conhecer um pouco mais da trama. Algo que mesmo com esta oferta não atraiu jogadores. O que deveria ser uma versão de GTA futurista acabou tornando-se o pior jogo com orçamento AAA.
Imagemreprodução
Code Violet, que inspirou este artigo publicado. Lançado em 10 de janeiro de 2026, acabou não entregando o que muitos esperavam de um suposto sucessor espiritual de Dino Crisis. O jogo foi alvo de críticas negativas intensas, chegando a ser ainda pior avaliado do que Concord. Este último só não aparece na lista por não ser mais jogável, já que se trata de um título online com servidores desligados, mas que certamente mereceria ao menos uma menção honrosa. Uma curiosidade é que o jogo Code Violet foi desenvolvido pela TeamKill Media, o mesmo estúdio responsável por Quantum Error, formando assim uma dobradinha nesta publicação.
Imagem reprodução/TeamKill Media
Por fim, esses jogos mostram que boas ideias, franquias conhecidas ou altos investimentos não garantem uma experiência de qualidade. Ainda assim, todos eles despertam curiosidade e acabam sendo lembrados como exemplos de projetos que deram errado, seja para análise, entretenimento involuntário ou simples curiosidade do jogador.
Os títulos citados podem ser encontrados nas mais diversas plataformas como PlayStation (PS Store), Xbox (Microsoft Store), Nintendo Switch (Nintendo eShop) e PC Windows (Steam, Epic Games Store, GoG).
Fique claro que o Top 10 jogos trash da geração atual não tem o intuito de menosprezar os profissionais que trabalharam nessas produções, tampouco de ofender sua honra. A proposta é servir como um alerta para a indústria, mostrando que, fora dos bastidores, existe uma comunidade que aguarda ansiosamente por enredos instigantes, mundos vastos para explorar e histórias capazes de prender o jogador por horas.
No fim da noite de domingo, 11 de janeiro, atravessando a madrugada da segunda-feira, 12, a 83ª edição do Globo de Ourorevelou os vencedores da premiação de 2026. A cerimônia foi apresentada por Nikki Glaser e premiou nomes já consolidados da indústria, além de destacar atuações que se firmaram como revelações da temporada, ajudando a desenhar o cenário inicial da corrida pelo Oscar.
Antes mesmo da entrega do primeiro troféu, Glaser abriu a noite com um monólogo bem-humorado, que arrancou risadas do público ao abordar, de forma irônica, alguns temas sensíveis e controversos do momento, estabelecendo um clima mais leve para a cerimônia. Ao longo do evento, produções de diferentes países dividiram o protagonismo, exibindo o caráter internacional do Globo de Ouro. O Brasil também marcou presença entre os indicados com O Agente Secreto, levando o cinema nacional a uma das principais vitrines do calendário de premiações.
O principal prêmio da cerimônia ficou com Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, que se consolidou como um grande destaque do Globo de Ouro 2026. A vitória coroa uma trajetória consistente ao longo da temporada e posiciona o longa como um dos títulos mais fortes do ano, tanto em reconhecimento crítico como para indicações ao Oscar.
Para os brasileiros, a noite foi histórica, pois o longa-metragem nacional O Agente Secreto ganhou duas das três premiações que disputou: a primeira como Melhor Filme em Língua Não Inglesa e a segunda como Melhor Ator em Drama, para Wagner Moura, perdendo apenas na categoria de Melhor Filme em Drama.
A série Adolescência levou no Globo de Ouro de 2026 ao conquistar quatro estatuetas, igualando o desempenho de Uma Batalha Após a Outra, que também levou quatro prêmios na cerimônia. Ambas as produções se destacaram entre os vencedores da noite, mostrando força tanto na televisão quanto no cinema.
A seguir, confira todos os vencedores do Globo de Ouro de 2026
Categorias de Cinema
Melhor Filme – Drama
Frankenstein
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet — Vencedor
It Was Just an Accident
O Agente Secreto
Valor Sentimental
Pecadores
Melhor Filme – Musical ou Comédia
Blue Moon
Bugonia
Marty Supreme
No Other Choice
Nouvelle Vague
Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Melhor Filme – Animação
Arco
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito
Elio
Guerreiras do K-Pop — Vencedor
Little Amélie or the Character of Rain
Zootopia 2
Melhor Filme – Língua Não Inglesa
It Was Just an Accident
No Other Choice
O Agente Secreto — Vencedor
Valor Sentimental
Sirât
The Voice of Hind Rajab
Melhor Atriz em Filme – Drama
Jessie Buckley – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet — Vencedora
Jennifer Lawrence – Morra, Amor
Renate Reinsve – Valor Sentimental
Julia Roberts – Depois da Caçada
Tessa Thompson – Hedda
Eva Victor – Sorry, Baby
Melhor Ator em Filme – Drama
Joel Edgerton – Sonhos de Trem
Oscar Isaac – Frankenstein
Dwayne Johnson – Coração de Lutador
Michael B. Jordan – Pecadores
Wagner Moura – O Agente Secreto — Vencedor
Jeremy Allen White – Springsteen: Deliver Me From Nowhere
Melhor Atriz em Filme – Musical ou Comédia
Rose Byrne – Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria — Vencedor
Cynthia Erivo – Wicked: For Good
Kate Hudson – Song Sung Blue – Um Sonho a Dois
Chase Infiniti – Uma Batalha Após a Outra
Amanda Seyfried – O Testamento de Ann Lee
Emma Stone – Bugonia
Melhor Ator em Filme – Musical ou Comédia
Timothée Chalamet – Marty Supreme — Vencedor
George Clooney – Jay Kelly
Leonardo DiCaprio – Uma Batalha Após a Outra
Ethan Hawke – Blue Moon
Lee Byung-Hun – No Other Choice
Jesse Plemons – Bugonia
Melhor Atriz Coadjuvante em Qualquer Filme
Teyana Taylor – Uma Batalha Após a Outra — Vencedora
Emily Blunt – Coração de Lutador
Elle Fanning – Valor Sentimental
Ariana Grande – Wicked: For Good
Inga Ibsdotter Lilleaas – Valor Sentimental
Amy Madigan – A Hora do Mal
Melhor Ator Coadjuvante em Qualquer Filme
Stellan Skarsgård – Valor Sentimental — Vencedor
Benicio Del Toro – Uma Batalha Após a Outra
Jacob Elordi – Frankenstein
Paul Mescal – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Sean Penn – Uma Batalha Após a Outra
Adam Sandler – Jay Kelly
Melhor Diretor – Filme
Paul Thomas Anderson – Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Ryan Coogler – Pecadores
Guillermo del Toro – Frankenstein
Jafar Panahi – It Was Just an Accident
Joachim Trier – Valor Sentimental
Chloé Zhao – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Melhor Roteiro – Filme
Paul Thomas Anderson – Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Ronald Bronstein, Josh Safdie – Marty Supreme
Ryan Coogler – Pecadores
Jafar Panahi – It Was Just an Accident
Eskil Vogt, Joachim Trier – Valor Sentimental
Chloé Zhao, Maggie O’Farrell – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Melhor Trilha Sonora Original – Filme
Alexandre Desplat – Frankenstein
Ludwig Göransson – Pecadores — Vencedor
Jonny Greenwood – Uma Batalha Após a Outra
Kanding Ray – Sirât
Max Richter – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Hans Zimmer – F1: O Filme
Melhor Canção Original – Filme
Golden – Guerreiras do K-Pop — Vencedor
Dream as One – Avatar: Fogo e Cinzas
I Lied to You – Pecadores
No Place Like Home – Wicked: For Good
The Girl in the Bubble – Wicked: For Good
Train Dreams – Sonhos de Trem
Conquista Cinematográfica e de Bilheteria
Avatar: Fogo e Cinzas
F1: O Filme
Guerreiras do K-Pop
Missão: Impossível – A Sentença Final
Pecadores — Vencedor
A Hora do Mal
Wicked: For Good
Zootopia 2
Categorias de Televisão e Outras
Melhor Série de Televisão – Drama
A Diplomata
The Pitt — Vencedor
Pluribus
Ruptura
Cavalos Lentos
The White Lotus
Melhor Série de Televisão – Musical ou Comédia
Abbott Elementary
O Urso
Hacks
Ninguém Quer Isso
Só Assassinatos no Prédio
The Studio — Vencedor
Melhor Série Limitada, Série Antológica ou Filme para Televisão
Adolescência — Vencedor
All Her Fault
O Monstro em Mim
Black Mirror
Morrendo por Sexo
A Namorada
Melhor Atriz em Série de Televisão – Drama
Kathy Bates – Matlock
Britt Lower – Ruptura
Helen Mirren – Mobland
Bella Ramsey – The Last of Us
Keri Russell – A Diplomata
Rhea Seehorn – Pluribus — Vencedora
Melhor Ator em Série de Televisão – Drama
Noah Wyle – The Pitt — Vencedor
Sterling K. Brown – Paradise
Diego Luna – Andor
Gary Oldman – Cavalos Lentos
Mark Ruffalo – Task
Adam Scott – Ruptura
Melhor Atriz em Série de Televisão – Musical ou Comédia
Jean Smart – Hacks — Vencedora
Kristen Bell – Ninguém Quer Isso
Ayo Edebiri – O Urso
Selena Gomez – Só Assassinatos no Prédio
Natasha Lyonne – Poker Face
Jenna Ortega – Wandinha
Melhor Atriz em Série Limitada, Série Antológica ou Filme para Televisão
Claire Danes – O Monstro em Mim
Rashida Jones – Black Mirror
Amanda Seyfried – Long Bright River
Sarah Snook – All Her Fault
Michelle Williams – Morrendo por Sexo — Vencedor
Robin Wright – A Namorada
Melhor Ator em Série de Televisão – Musical ou Comédia
Seth Rogen – The Studio — Vencedor
Adam Brody – Ninguém Quer Isso
Steve Martin – Só Assassinatos no Prédio
Glen Powell – Chad Powers
Martin Short – Só Assassinatos no Prédio
Jeremy Allen White – O Urso
Melhor Atriz Coadjuvante na Televisão
Carrie Coon – The White Lotus
Erin Doherty – Adolescência — Vencedora
Hannah Einbinder – Hacks
Catherine O’Hara – The Studio
Parker Posey – The White Lotus
Aimee-Lou Wood – The White Lotus
Melhor Ator em Série Limitada, Série Antológica ou Filme para Televisão
Jacob Elordi – The Narrow Road to the Deep North
Paul Giamatti – Black Mirror
Stephen Graham – Adolescência — Vencedor
Charlie Hunnam – Monster: The Ed Gein Story
Jude Law – Black Rabbit
Matthew Rhys – O Monstro em Mim
Melhor Ator Coadjuvante na Televisão
Owen Cooper – Adolescência — Vencedor
Billy Crudup – The Morning Show
Walton Goggins – The White Lotus
Jason Isaacs – The White Lotus
Tramell Tillman – Ruptura
Ashley Walters – Adolescência
Melhor Performance em Stand-Up Comedy na Televisão
Bill Maher – Is Anyone Else Seeing This?
Brett Goldstein – The Second Best Night of Your Life
Quando publicamos os lançamentos de janeiro de 2026 na indústria dos games, citamos CODE VIOLET (Código Violeta, em português do Brasil). O título, que é o primeiro exclusivo do ano para PlayStation 5, teve divulgação da Sony, mas parece que o jogo não foi testado antes para essa avaliação de campanha de marketing.
Pois, a própria crítica especializada, que requisitou o jogo antes do lançamento oficial em 10 de janeiro de 2026, parece não ter gostado do título. O jogo deveria ser um sucessor espiritual de Dino Crisis, devido à sua temática e proposta prometida, o que pode frustrar muitos jogadores.
(Divulgação)(Divulgação)
Separei algumas citações de veículos que testaram o jogo:
COGconnected – 55/100 “Embora tenha alguns bons momentos e ambientes bem trabalhados, não consegue criar inimigos que realmente assustem, e bugs prejudicam a experiência.”
SpazioGames – 45/100 “Um produto tímido e confuso, que se apoia na nostalgia sem conseguir gerar medo ou identidade própria.”
IGN – 40/100 “Não é o sucessor de Dino Crisis que esperávamos. Inimigos fracos, história confusa e bugs constantes prejudicam ritmo e equilíbrio.”
Push Square – 40/100 “Combate ruim, exploração tediosa e problemas técnicos tornam difícil recomendar o jogo, mesmo com apenas seis horas de duração.”
Ou seja, todos relatam problemas de bugs, embora hoje todos os jogos da indústria possuam algum tipo de problema de desempenho. CODE VIOLET parece sofrer de falhas recorrentes da desenvolvedora TeamKill Media, como títulos lançados anteriormente, como Quantum Error(2023), que também foi duramente criticado.
Média das notas nas reviews de Code Violet
No MetaCritic, agregador de notas de sites especializados e comunidade, o jogo recebeu 3,8/10, e pelos usuários 2,9/10. Enquanto o Concord (2024) conseguiu uma nota melhor, 6,2/10, e só perdeu para os usuários, que deram 1,7/10. É importante considerar que, normalmente, os sites de crítica costumam atribuir notas menos agressivas. Contudo, em Code Violet, os problemas técnicos são tão aparentes, pelo que citam, que nem isso parece ter sido possível. A seguir, confira uma comparação das métricas das reviews dos dois jogos.
(Reprodução)(Reprodução)
Por fim, o jogo está disponível exclusivamente para o console da Sony, no PlayStation 5. Se você é fã de jogos trash, é uma das opções para jogar e adentrar em um universo que deveria trazer uma nostalgia jurássica.
A adaptação em série de God of War recebeu uma atualização importante com a confirmação de Ryan Hurst no elenco. O ator, conhecido por Sons of Anarchy, foi anunciado como o intérprete de Kratos na produção live-action desenvolvida pela Santa Monica Studio, Prime Video e Sony Pictures Television.
A escolha marca o retorno de Hurst ao universo da franquia, já que ele participou de God of War Ragnarök dando vida a Thor, personagem que enfrentou Kratos em um dos momentos mais marcantes do jogo. Diferente do trabalho realizado nos games, a série contará com atuação tradicional diante das câmeras, e não apenas voz ou captura de movimentos.
A narrativa da produção será baseada nos dois jogos mais recentes da série, ambientados na mitologia nórdica. Nessa fase da história, Kratos abandona seu passado na Grécia Antiga e passa a viver em terras dominadas por deuses nórdicos, enquanto tenta criar e proteger seu filho, Atreus, em meio a conflitos que colocam pai e filho no centro de uma nova jornada.
(Reprodução/Santa Monica Studio)
Esse é um dos motivos para a escolha de um ator com aparência mais madura, e não tão jovem, caso o live-action opte por percorrer os arcos do primeiro jogo, período em que Atreus e sua última esposa ainda não existiam na vida de Kratos.
No último ano, recebemos a informação de que a Riot Games havia desistido do desenvolvimento de Hytale, título inspirado em blocos pixelados no estilo Minecraft. O projeto, iniciado há cerca de 11 anos, em 2015, acabou ficando em segundo plano devido à prioridade que a criadora de League of Legendspassou a dar às produções dentro do universo de sua principal franquia.
O que parecia ser o fim de Hytale tomou outro rumo quando o estúdio Hypixel Studios, presidido por Simon Collins-Laflamme, recomprou os direitos do jogo e reabriu o estúdio. A equipe prometeu que o acesso antecipado chegaria no início de janeiro de 2026.
A continuação do desenvolvimento do jogo de blocos pixelados mistura RPG de ação com mundo aberto e traz uma forte sensação de nostalgia para fãs de títulos como Minecraft e outros do gênero. Isso ajudou a criar um grande hype entre os jogadores, especialmente por conta do envolvimento inicial da Riot Games no projeto. Em outras palavras, havia a expectativa de que algo especial pudesse surgir. Por esse motivo, o mundo de Orbis, como é conhecido o universo do jogo, passou a chamar ainda mais atenção.
O trailer de Hytale se tornou um verdadeiro fenômeno no YouTube. O vídeo de anúncio ultrapassou a marca de 62 milhões de visualizações ao longo de sete anos. Além disso, desde o lançamento do acesso antecipado, em 13 de janeiro de 2026, o título acumulou milhões de visualizações em dezenas de vídeos e transmissões ao vivo feitas por criadores de conteúdo na plataforma.
O próprio desenvolvedor afirmou que a pré-venda foi fundamental para financiar o projeto e permitir que a equipe trabalhasse com mais tranquilidade pelos próximos dois anos. Agora, com a divulgação massiva, a expectativa é de um faturamento ainda maior, o que deve aliviar qualquer tensão financeira para a equipe envolvida.
Agradecimento do desenvolvedor do jogo
Sobre o sucesso no YouTube, Simon agradeceu aos criadores de conteúdo e aos usuários que estão divulgando o jogo. Segundo ele, ainda há um longo caminho a percorrer para alcançar todos os objetivos do projeto, mas a reação positiva do público superou as expectativas. O desenvolvedor afirmou que não esperava tamanho apoio e compreensão, destacando que leu feedbacks e sugestões recentemente. Muitas das ideias apontadas, inclusive, já faziam parte dos planos da equipe, o que reforçou sua confiança no futuro do jogo.
Simon também explicou que a versão exibida atualmente é uma build de quatro anos atrás, reconstruída em poucos meses. Naquele estágio, o modo de exploração ainda não existia, assim como sistemas fundamentais, como ciclo de criação, sistema de memórias, progressão, portais ancestrais, NPCs em quantidade relevante, templos esquecidos e progressão de crafting. Segundo ele, praticamente não havia conteúdo estruturado.
(Reprodução)
O desenvolvedor destacou ainda que tantos bugs foram corrigidos e tantas funcionalidades adicionadas que a equipe acabou desistindo de manter notas de atualização. Por fim, Simon afirmou que passará o dia acompanhando vídeos, lendo feedbacks e anotando sugestões. Ele agradeceu novamente todo o apoio recebido e reforçou que não se arrepende de ter salvado o desenvolvimento de Hytale há dois meses.
Conferi que o jogo Hytale está custando menos de R$ 61 no site oficial. Uma versão para consoles está prevista para chegar em breve.
A primeira temporada de Tougen Anki apresenta Shiki Ichinose (Kazuki Ura), um jovem que se vê envolvido em uma guerra milenar entre os Onis e os descendentes do herói humano Momotaro. Ao descobrir que pode ter um papel central nesse conflito, Shiki automaticamente se torna um alvo, dando início a uma jornada marcada por violência, revelações e treinamento sobrenatural. Nossa análise consiste em uma crítica técnica baseada em todos os episódios desta temporada.
Nesta publicação você encontra:
Apesar de um ponto de partida promissor, a série rapidamente deixa claro que seguirá um caminho extremamente familiar para quem conhece o gênero battle shonen. Do evento traumático que introduz Shiki ao mundo dos Onis até o encerramento da temporada, a narrativa raramente surpreende, apoiando-se quase exclusivamente em arquétipos já desgastados. Essa falta de originalidade aumenta a expectativa por execução técnica e narrativa, algo que a produção não consegue sustentar.
Um protagonista pouco carismático e mal desenvolvido, ambiente escolar e professor mal explorados
Grande parte dos problemas da temporada começa com o próprio Shiki. Impulsivo, barulhento e frequentemente irritante, o protagonista demonstra pouca capacidade de reflexão, resolvendo conflitos quase sempre por instinto. Sua evolução emocional é superficial, e a constante sensação de “armadura de roteiro” dificulta criar qualquer tensão real em torno de seus desafios.
A situação se agrava quando a série abandona rapidamente a proposta de azarão. Em poucos episódios, Shiki é revelado como herdeiro de uma linhagem poderosa, recebendo um nível de força que o coloca acima da maioria dos personagens. Embora exista a ideia de que ele não controla totalmente esse poder, a narrativa ignora essa limitação sempre que conveniente, enfraquecendo ainda mais o impacto de seus conflitos.
Após os eventos iniciais, incluindo a morte de seu pai adotivo, Shiki é enviado a uma escola de Onis para aprender a dominar suas habilidades. Lá, ele passa a treinar sob a tutela de Mudano (Hiroshi Kamiya), um professor rígido, frio à primeira vista, mas secretamente preocupado com seus alunos.
Mudano é a personificação de um arquétipo amplamente explorado em obras do gênero: o mentor severo que força seus alunos ao limite para prepará-los para ameaças maiores. A série parece acreditar que exagerar esse comportamento o tornará mais interessante, mas o resultado é apenas mais um personagem previsível, sem qualquer diferencial relevante.
Colegas de classe rasos e excessivamente irritantes, vilões desorganizados e pouco ameaçadores
O elenco de apoio é composto por colegas de classe que rapidamente se resumem a caricaturas de traço único. Personalidades exageradas, que variam da agressividade constante à proteção sufocante, dominam cada cena, tornando a convivência com esses personagens cansativos ao longo da temporada.
Embora alguns momentos de combate tentem dar destaque individual a certos membros do grupo, isso não é suficiente para compensar sua falta de profundidade. Pior ainda, esses personagens ocupam tempo excessivo de tela, frequentemente entrando em pânico ou atrapalhando o andamento da trama até que, convenientemente, conseguem resolver a situação no último instante.
Os antagonistas, os Momotaro, são apresentados como um grupo de indivíduos violentos e instáveis, mas sua completa desorganização compromete qualquer sensação de ameaça real. Constantemente brigando entre si e incapazes de manter uma postura estratégica, eles levantam uma questão inevitável: como um grupo tão caótico consegue dominar essa guerra há tanto tempo?
A ausência de vilões consistentes enfraquece ainda mais os conflitos, tornando as batalhas menos impactantes do ponto de vista narrativo.
Ação visual é o maior acerto da temporada, porém a narração excessiva prejudica
Se existe um ponto em que Tougen Anki realmente se destaca, ele está nos visuais das batalhas. As habilidades dos Onis, todas relacionadas à manipulação de sangue, permitem uma variedade criativa de poderes e efeitos visuais marcantes. Alguns confrontos impressionam visualmente e ajudam a sustentar o interesse do espectador.
No entanto, o desfecho dessas lutas depende frequentemente de soluções convenientes, como poderes nunca apresentados ou reviravoltas pouco justificadas. Isso reforça a sensação de previsibilidade e elimina qualquer suspense genuíno.
Outro elemento que compromete seriamente a narrativa é o uso constante de um narrador. Além de explicar habilidades e regras do universo, algo que já seria discutível, a narração frequentemente surge para detalhar sentimentos e eventos que acabaram de acontecer em cena.
Essa escolha demonstra uma clara falta de confiança na capacidade do público de interpretar o que está sendo mostrado. Em uma série que já carece de sutileza, a narração excessiva se torna redundante, condescendente e, em muitos momentos, francamente irritante.
Gamerdito review: a 1ª temporada de Tougen Anki vale a pena?
No melhor dos cenários, a primeira temporada de Tougen Anki é uma obra genérica e previsível dentro do battle shonen. Em seus piores momentos, ela se torna um conjunto de personagens irritantes, vilões pouco convincentes e uma narrativa que insiste em explicar o óbvio. Apesar de algumas sequências de ação visualmente interessantes, o resultado final dificilmente se justifica diante da vasta oferta de produções mais competentes no gênero.
A primeira temporada de Tougen Anki já está disponível na Crunchyroll, Netflix e Prime Vídeo, com opções dublada e legendada.
Este texto reflete exclusivamente a opinião de seu autor e não representa, necessariamente, a posição do MeuGamer. Além disso, o site não mantém qualquer vínculo com as marcas ou plataformas mencionadas nesta crítica.
Mesmo avançando em ritmo contido, Spy x Family segue demonstrando por que se consolidou como uma das séries mais queridas dos últimos anos. Em sua terceira temporada, o anime reafirma sua habilidade rara de transitar entre gêneros com naturalidade, equilibrando espionagem, comédia, ação e drama familiar sem perder identidade, uma verdadeira especialista em trocar de “disfarces”, assim como seus protagonistas.
Desde a estreia do mangá em 2019, a obra de Tatsuya Endo conquistou status de fenômeno, impulsionada ainda mais pela adaptação em anime realizada pelos estúdios WIT Studio e CloverWorks. O grande diferencial da série sempre esteve na forma como combina tons distintos: cenas de ação dignas de um thriller de espionagem convivem com humor pastelão, subtexto romântico e, sobretudo, uma narrativa calorosa sobre família e pertencimento. É, essencialmente, uma sitcom disfarçada de missão secreta para evitar uma guerra mundial. Nesta crítica, analiso os pontos mais relevantes da temporada e avalio se a série evoluiu — ou não — mantendo a qualidade da trama.
A trama se passa em Berlint, uma versão fictícia de Berlim em plena tensão de Guerra Fria, onde Westalis e Ostania mantêm uma paz instável. Nesse cenário, o espião de elite Twilight recebe a missão de se infiltrar em Ostania e se aproximar do político Donovan Desmond, figura central em possíveis planos belicistas. Para isso, ele assume a identidade de Loid Forger, adota a pequena Anya e entra em um casamento de fachada com Yor, ambos igualmente envolvidos em vidas duplas. Anya, por sua vez, é uma criança telepata fruto de experimentos científicos, enquanto Yor atua secretamente como uma assassina profissional. Apenas Anya conhece toda a verdade… além de Bond, o cachorro capaz de prever o futuro.
Imagem: WIT Studio/CloverWorks
A terceira temporada aprofunda essa dinâmica ao apostar em arcos narrativos mais densos. Entre eles, destacam-se uma situação de sequestro envolvendo crianças, a exploração do passado traumático de Twilight e um confronto direto com um espião rival de altíssimo nível. Embora o avanço da missão principal continue lento, esses arcos adicionam peso emocional e ajudam a expandir o universo da série sem abandonar o humor característico.
O arco focado no passado de Twilight é particularmente relevante. Ao mostrar de forma mais detalhada as perdas sofridas por ele durante a guerra, a narrativa contextualiza sua motivação central: evitar novos conflitos a qualquer custo. Essa construção transforma o protagonista em algo mais do que um agente frio e eficiente, enriquecendo o drama ao revelar o ceticismo que ele desenvolveu tanto em relação a Ostania quanto à liderança de Westalis.
Já o arco protagonizado por Anya, que envolve o sequestro de alunos, evidencia a força da série em equilibrar tons contrastantes. Mesmo diante de uma situação potencialmente sombria, Spy x Family consegue inserir humor sem banalizar o perigo, muito graças ao carisma da personagem e à excelente atuação de Atsumi Tanezaki. Anya continua sendo o coração cômico da obra, com suas interpretações equivocadas e reações exageradas rendendo alguns dos momentos mais memoráveis da temporada.
Imagem: WIT Studio/CloverWorks
No campo da ação, o encerramento da temporada entrega um intenso jogo de gato e rato entre Twilight e um dos agentes mais perigosos de Ostania. A animação se destaca pela fluidez e impacto físico das lutas, reforçando o nível quase sobre-humano desses personagens. Mesmo com Yor tendo menos destaque desta vez, suas breves cenas ainda conseguem impressionar e manter sua aura de força absoluta.
O ponto central desse arco final, no entanto, está na reafirmação do tema principal da série: embora a família Forger tenha nascido de uma farsa, seus laços são autênticos. O antagonista funciona como um espelho distorcido de Twilight, mostrando o que ele poderia se tornar caso renunciasse a sua humanidade em nome da missão. É nesse contraste que Spy x Family encontra sua maior força emocional.
Imagem: WIT Studio/CloverWorks
Gamerdito (Veredito): A 3ª temporada de Spy x Family é boa?
Ainda assim, a temporada não escapa de uma crítica recorrente: o avanço excessivamente lento da Operação Strix. Apesar de pequenos progressos, como conquistas acadêmicas de Anya e maior envolvimento de Yor, a narrativa segue distante de qualquer resolução concreta. Esse problema parece refletir tanto o ritmo do mangá quanto a decisão da adaptação de não acelerar eventos, criando um certo conflito entre a estrutura episódica descontraída e a promessa de um grande objetivo final.
Mesmo com esse paradoxo narrativo, o saldo permanece amplamente positivo. As aventuras semanais continuam tão envolventes que o ritmo arrastado da trama principal se torna mais um incômodo secundário do que um real obstáculo. Ao conseguir abordar temas mais pesados sem perder o humor e a sensibilidade, Spy x Family prova mais uma vez sua maturidade criativa e reafirma sua posição como uma das séries mais consistentes da atualidade.
A 3ª temporada de Spy x Family está disponível na Crunchyroll e conta com as opções dublada e legendada.
A Apple acaba de divulgar o mais novo trailer da segunda temporada de Monarch – Legado de Monstros, série ambientada no universo dos monstros mais icônicos da cultura pop. O teaser antecipa uma nova ameaça e sugere que os eventos da próxima fase serão ainda maiores do que tudo o que já foi visto.
No início desta publicação, já é possível conferir o novo teaser da 2ª temporada.
O vídeo traz um clima tenso desde os primeiros segundos, com diálogos enigmáticos que indicam que algo está prestes a mudar drasticamente o equilíbrio do mundo. “O mundo mudou”, diz Lee, enquanto Cate reforça: “Tem alguma coisa acontecendo”. Logo fica claro que a ameaça não envolve Kong nem Godzilla. Segundo Lee, trata-se de “algo ainda maior”.
O mistério aumenta quando Keiko revela que “ele abriu a fenda… pra outro mundo”, levantando a possibilidade de uma conexão com realidades desconhecidas. Hiroshi alerta que tudo isso foi um erro, enquanto a trilha sonora dramática, sirenes e sons de monstros reforçam o clima de urgência. A pergunta final — “Então, e agora?” — é respondida de forma direta: “Consequências”.
O kaiju que aparece no fim do teaser lembra bastante o Kraken, um dos grandes inimigos de Kong. Se será ele, ainda é um mistério. Talvez o trailer final revele mais detalhes — ou apenas a estreia da série traga as respostas.
Uma nova ameaça na trama(Reprodução)
A segunda temporada de Monarch – Legado de Monstros promete expandir ainda mais o universo da série, aprofundando seus conflitos e introduzindo novos perigos que podem mudar tudo.
A estreia está marcada para 27 de fevereiro, exclusivamente no Apple TV+.
Durante uma transmissão ao vivo, o diretor da série Inazuma Eleven revelou várias novidades sobre o futuro da franquia. Aproveitando o bom momento e o sucesso de Inazuma Eleven: Victory Road, a LEVEL-5 anunciou um novo jogo focado no público mobile: Inazuma Eleven: Cross.
O título será lançado para iOS e Android, ainda sem data definida. O jogo será gratuito, com compras dentro do aplicativo. Diferente de Victory Road, Cross traz uma história totalmente original e um novo protagonista, substituindo Sasanami Unmei (Destin Bellows).
Em Inazuma Eleven: Cross, o jogador assume o papel de treinador, sendo responsável por montar, gerenciar e definir as estratégias da equipe. As partidas não são controladas jogador a jogador. O resultado depende das decisões táticas do treinador, com a opção de deixar os jogos ocorrerem de forma automática.
(Reprodução/Level-5)(Reprodução)(Reprodução)
A LEVEL-5 também confirmou que as inscrições para o teste beta fechado já estão abertas no Japão, com limite de 20 mil participantes. Os selecionados poderão experimentar o jogo antes do lançamento oficial. Um teaser trailer que apresenta o novo protagonista de Inazuma Eleven: Cross pode ser conferido no início desta publicação.
A empresa também deixou claro que o progresso de Victory Road não poderá ser transferido para Cross. Por outro lado, esses dados não serão descartados e podem voltar a ser úteis em uma futura continuação de Victory Road.
A Capcom confirmou um novo Resident Evil Showcase para o dia 15 de janeiro, às 19h (horário de Brasília). O evento trará novidades e gameplay exclusivo de Resident Evil Requiem, próximo título principal da franquia.
O anúncio foi feito pelas redes oficiais da empresa, acompanhado de um teaser que exibindo o clima mais sombrio e intenso do jogo. Segundo a Capcom, Resident Evil Requiem marca o início de uma nova fase para a série de survival horror.
O jogo já tem data de lançamento definida: 27 de fevereiro de 2026, com versões confirmadas para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2, Steam e Epic Games Store.
Imagem reprodução
O que esperar do evento
Embora a Capcom ainda não tenha detalhado tudo o que será mostrado, os fãs aguardam um showcase com trechos inéditos de gameplay e traga mais informações sobre a proposta do jogo, ambientação e possíveis mudanças na fórmula da franquia.
Existe também a possibilidade de a empresa anunciar uma demo jogável, algo que já aconteceu em lançamentos recentes da série. Normalmente, a Capcom costuma liberar uma demo primeiro no PlayStation 5 e, posteriormente, expandir o acesso para as demais plataformas. No entanto, até o momento, não há confirmação oficial sobre a liberação de uma versão de teste.
O Resident Evil Showcase será transmitido online, com exibição no canal oficial da empresa no YouTube. Nosso site trará as principais informações do evento assim que ele ocorrer.
Nem todo jogo que chega ao mercado entrega o que promete. Alguns aparecem com nomes fortes, orçamento alto ou boas ideias e acabam lembrados pelos motivos errados. Seja por problemas técnicos, decisões de design questionáveis ou simplesmente por serem entediantes, esses títulos se destacaram negativamente e viraram assunto entre jogadores.
Contudo, isso não significa que não existam pessoas que gostem desses jogos. Há inúmeros jogadores que até preferem títulos com otimização problemática, seja pelo desafio extra, seja pelo interesse em platinar nos consoles ou conquistar achievements no PC.
Vale lembrar que a comunidade espera que os jogos sejam bem finalizados, assim como os próprios profissionais envolvidos no desenvolvimento. Ainda assim, por diferentes motivos internos de direção e produção, muitos projetos não chegam ao mercado da forma como o público imaginava.
É por isso que listamos dez jogos para quem tiver interesse em conhecê-los ou experimentá-los. A seleção inclui tanto títulos independentes quanto produções de grande orçamento que, em teoria, deveriam ter figurado entre os concorrentes a jogo do ano nas principais premiações da indústria, algo que não aconteceu pelos motivos citados acima.
Vale destacar que todos os jogos listados foram testados por autores do site ou pelo próprio autor desta publicação.
Os top 10 jogos trash entre 2023 a 2026
Skull Island: Rise of Kong é um dos exemplos mais citados quando o assunto é jogo mal executado. A proposta de controlar o King Kong soa interessante no papel, mas o combate travado, os cenários vazios e a inteligência artificial inconsistente tornam a experiência cansativa rapidamente. Os gráficos datados e o level design repetitivo reforçam a sensação de produto inacabado. Até há uma publicação em nosso site sobre este jogo nesta página.
Imagem reprodução/Gamermill Entertainment
Suicide Squad: Kill the Justice League tentou combinar personagens populares com um modelo de jogo focado em progressão contínua. O resultado foi uma campanha pouco inspirada, missões repetitivas e diversos problemas técnicos no lançamento. Mesmo com atualizações posteriores, o jogo ficou marcado como um projeto que não encontrou sua identidade.
Imagem reprodução/Rocksteady
Skull and Bones passou anos em desenvolvimento e chegou com grandes expectativas. No entanto, o combate naval simplificado, a progressão lenta e a falta de variedade de atividades fizeram com que a experiência se tornasse repetitiva em pouco tempo. A sensação geral é de uma ideia que nunca foi totalmente desenvolvida. Olha que é considerado um dos jogos mais caros desenvolvidos pela Ubisoft e também da indústria dos games.
Imagem jogo Skull and Bones divulgação/Ubi
The Lord of the Rings: Gollum apostou em uma abordagem diferente dentro do universo da Terra-média, focando em furtividade e narrativa. Na prática, a movimentação estranha, o stealth mal ajustado e o visual abaixo do esperado comprometeram o jogo. Ele acabou sendo lembrado mais pelos problemas do que pela proposta. Fique ciente que o jogo havia sido adiado algumas vezes e, ainda assim, não entregou o prometido.
Top 10 Jogos Trash Recentes para Jogar – No Nível do King Kong 56
Dustborn apresenta uma road trip distópica com foco em personagens e diálogos, mas sofre com ritmo irregular e jogabilidade pouco envolvente. O mundo é vazio, o combate não empolga e a tentativa de ser estiloso acaba soando forçada em vários momentos. Ele também foi indicado ao Lemon Game Awards do nosso site e acabou vencendo na categoria do Impacto que não foi. Devido não ter agradado até mesmo usuários que vibram com jogos de Impacto social.
(Reprodução)
Quantum Error foi anunciado como uma experiência de terror psicológico intensa, mas mistura gêneros de forma confusa. O jogo alterna entre horror e tiro em primeira pessoa sem conseguir equilíbrio, além de apresentar problemas de desempenho e design inconsistente. A atmosfera funciona em partes, mas não sustenta a experiência completa. Como um jogo exclusivo na plataforma de PlayStation 5 em seu lançamento, acabou frustrando fãs do console que aguardaram algo imersivo.
Quantum Error — divulgação TeamKill Media
Forspoken chamou atenção pelo visual e pela movimentação mágica, mas perdeu força com um mundo aberto pouco vivo e atividades repetitivas. A narrativa e os diálogos dividiram opiniões, e muitos jogadores sentiram que o potencial apresentado não foi aproveitado. Além de diversos problemas de glichts que geraram “memes” na web fazendo a Square Enix deixar esta franquia no Limbo.
(Divulgação)
Ambulance Life: A Paramedic Simulator: A Nacon tem apostado em diversos títulos na tentativa de emplacar um jogo com apelo global. O problema é que suas iniciativas ao financiar ou publicar alguns jogos independentes não têm gerado a satisfação esperada dos jogadores, nem a rentabilidade financeira desejada. No simulador presente nesta lista, o jogador assume o papel de um paramédico, mas a experiência entrega mecânicas rasas e tarefas excessivamente repetitivas. Os problemas técnicos e a falta de profundidade fazem com que o jogo se torne cansativo em pouco tempo.
(Reprodução)
MindsEye apostou em uma abordagem cinematográfica e futurista, mas falhou em execução. A história confusa, o gameplay básico e o desempenho irregular prejudicam a imersão, fazendo com que o jogo passasse quase despercebido pouco tempo após o lançamento. Eles lançaram em 2025, uma versão gratuita para os usuários poderem conhecer um pouco mais da trama. Algo que mesmo com esta oferta não atraiu jogadores. O que deveria ser uma versão de GTA futurista acabou tornando-se o pior jogo com orçamento AAA.
Imagemreprodução
Code Violet, que inspirou este artigo publicado. Lançado em 10 de janeiro de 2026, acabou não entregando o que muitos esperavam de um suposto sucessor espiritual de Dino Crisis. O jogo foi alvo de críticas negativas intensas, chegando a ser ainda pior avaliado do que Concord. Este último só não aparece na lista por não ser mais jogável, já que se trata de um título online com servidores desligados, mas que certamente mereceria ao menos uma menção honrosa. Uma curiosidade é que o jogo Code Violet foi desenvolvido pela TeamKill Media, o mesmo estúdio responsável por Quantum Error, formando assim uma dobradinha nesta publicação.
Imagem reprodução/TeamKill Media
Por fim, esses jogos mostram que boas ideias, franquias conhecidas ou altos investimentos não garantem uma experiência de qualidade. Ainda assim, todos eles despertam curiosidade e acabam sendo lembrados como exemplos de projetos que deram errado, seja para análise, entretenimento involuntário ou simples curiosidade do jogador.
Os títulos citados podem ser encontrados nas mais diversas plataformas como PlayStation (PS Store), Xbox (Microsoft Store), Nintendo Switch (Nintendo eShop) e PC Windows (Steam, Epic Games Store, GoG).
Fique claro que o Top 10 jogos trash da geração atual não tem o intuito de menosprezar os profissionais que trabalharam nessas produções, tampouco de ofender sua honra. A proposta é servir como um alerta para a indústria, mostrando que, fora dos bastidores, existe uma comunidade que aguarda ansiosamente por enredos instigantes, mundos vastos para explorar e histórias capazes de prender o jogador por horas.
No fim da noite de domingo, 11 de janeiro, atravessando a madrugada da segunda-feira, 12, a 83ª edição do Globo de Ourorevelou os vencedores da premiação de 2026. A cerimônia foi apresentada por Nikki Glaser e premiou nomes já consolidados da indústria, além de destacar atuações que se firmaram como revelações da temporada, ajudando a desenhar o cenário inicial da corrida pelo Oscar.
Antes mesmo da entrega do primeiro troféu, Glaser abriu a noite com um monólogo bem-humorado, que arrancou risadas do público ao abordar, de forma irônica, alguns temas sensíveis e controversos do momento, estabelecendo um clima mais leve para a cerimônia. Ao longo do evento, produções de diferentes países dividiram o protagonismo, exibindo o caráter internacional do Globo de Ouro. O Brasil também marcou presença entre os indicados com O Agente Secreto, levando o cinema nacional a uma das principais vitrines do calendário de premiações.
O principal prêmio da cerimônia ficou com Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, que se consolidou como um grande destaque do Globo de Ouro 2026. A vitória coroa uma trajetória consistente ao longo da temporada e posiciona o longa como um dos títulos mais fortes do ano, tanto em reconhecimento crítico como para indicações ao Oscar.
Para os brasileiros, a noite foi histórica, pois o longa-metragem nacional O Agente Secreto ganhou duas das três premiações que disputou: a primeira como Melhor Filme em Língua Não Inglesa e a segunda como Melhor Ator em Drama, para Wagner Moura, perdendo apenas na categoria de Melhor Filme em Drama.
A série Adolescência levou no Globo de Ouro de 2026 ao conquistar quatro estatuetas, igualando o desempenho de Uma Batalha Após a Outra, que também levou quatro prêmios na cerimônia. Ambas as produções se destacaram entre os vencedores da noite, mostrando força tanto na televisão quanto no cinema.
A seguir, confira todos os vencedores do Globo de Ouro de 2026
Categorias de Cinema
Melhor Filme – Drama
Frankenstein
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet — Vencedor
It Was Just an Accident
O Agente Secreto
Valor Sentimental
Pecadores
Melhor Filme – Musical ou Comédia
Blue Moon
Bugonia
Marty Supreme
No Other Choice
Nouvelle Vague
Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Melhor Filme – Animação
Arco
Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo Infinito
Elio
Guerreiras do K-Pop — Vencedor
Little Amélie or the Character of Rain
Zootopia 2
Melhor Filme – Língua Não Inglesa
It Was Just an Accident
No Other Choice
O Agente Secreto — Vencedor
Valor Sentimental
Sirât
The Voice of Hind Rajab
Melhor Atriz em Filme – Drama
Jessie Buckley – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet — Vencedora
Jennifer Lawrence – Morra, Amor
Renate Reinsve – Valor Sentimental
Julia Roberts – Depois da Caçada
Tessa Thompson – Hedda
Eva Victor – Sorry, Baby
Melhor Ator em Filme – Drama
Joel Edgerton – Sonhos de Trem
Oscar Isaac – Frankenstein
Dwayne Johnson – Coração de Lutador
Michael B. Jordan – Pecadores
Wagner Moura – O Agente Secreto — Vencedor
Jeremy Allen White – Springsteen: Deliver Me From Nowhere
Melhor Atriz em Filme – Musical ou Comédia
Rose Byrne – Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria — Vencedor
Cynthia Erivo – Wicked: For Good
Kate Hudson – Song Sung Blue – Um Sonho a Dois
Chase Infiniti – Uma Batalha Após a Outra
Amanda Seyfried – O Testamento de Ann Lee
Emma Stone – Bugonia
Melhor Ator em Filme – Musical ou Comédia
Timothée Chalamet – Marty Supreme — Vencedor
George Clooney – Jay Kelly
Leonardo DiCaprio – Uma Batalha Após a Outra
Ethan Hawke – Blue Moon
Lee Byung-Hun – No Other Choice
Jesse Plemons – Bugonia
Melhor Atriz Coadjuvante em Qualquer Filme
Teyana Taylor – Uma Batalha Após a Outra — Vencedora
Emily Blunt – Coração de Lutador
Elle Fanning – Valor Sentimental
Ariana Grande – Wicked: For Good
Inga Ibsdotter Lilleaas – Valor Sentimental
Amy Madigan – A Hora do Mal
Melhor Ator Coadjuvante em Qualquer Filme
Stellan Skarsgård – Valor Sentimental — Vencedor
Benicio Del Toro – Uma Batalha Após a Outra
Jacob Elordi – Frankenstein
Paul Mescal – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Sean Penn – Uma Batalha Após a Outra
Adam Sandler – Jay Kelly
Melhor Diretor – Filme
Paul Thomas Anderson – Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Ryan Coogler – Pecadores
Guillermo del Toro – Frankenstein
Jafar Panahi – It Was Just an Accident
Joachim Trier – Valor Sentimental
Chloé Zhao – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Melhor Roteiro – Filme
Paul Thomas Anderson – Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Ronald Bronstein, Josh Safdie – Marty Supreme
Ryan Coogler – Pecadores
Jafar Panahi – It Was Just an Accident
Eskil Vogt, Joachim Trier – Valor Sentimental
Chloé Zhao, Maggie O’Farrell – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Melhor Trilha Sonora Original – Filme
Alexandre Desplat – Frankenstein
Ludwig Göransson – Pecadores — Vencedor
Jonny Greenwood – Uma Batalha Após a Outra
Kanding Ray – Sirât
Max Richter – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Hans Zimmer – F1: O Filme
Melhor Canção Original – Filme
Golden – Guerreiras do K-Pop — Vencedor
Dream as One – Avatar: Fogo e Cinzas
I Lied to You – Pecadores
No Place Like Home – Wicked: For Good
The Girl in the Bubble – Wicked: For Good
Train Dreams – Sonhos de Trem
Conquista Cinematográfica e de Bilheteria
Avatar: Fogo e Cinzas
F1: O Filme
Guerreiras do K-Pop
Missão: Impossível – A Sentença Final
Pecadores — Vencedor
A Hora do Mal
Wicked: For Good
Zootopia 2
Categorias de Televisão e Outras
Melhor Série de Televisão – Drama
A Diplomata
The Pitt — Vencedor
Pluribus
Ruptura
Cavalos Lentos
The White Lotus
Melhor Série de Televisão – Musical ou Comédia
Abbott Elementary
O Urso
Hacks
Ninguém Quer Isso
Só Assassinatos no Prédio
The Studio — Vencedor
Melhor Série Limitada, Série Antológica ou Filme para Televisão
Adolescência — Vencedor
All Her Fault
O Monstro em Mim
Black Mirror
Morrendo por Sexo
A Namorada
Melhor Atriz em Série de Televisão – Drama
Kathy Bates – Matlock
Britt Lower – Ruptura
Helen Mirren – Mobland
Bella Ramsey – The Last of Us
Keri Russell – A Diplomata
Rhea Seehorn – Pluribus — Vencedora
Melhor Ator em Série de Televisão – Drama
Noah Wyle – The Pitt — Vencedor
Sterling K. Brown – Paradise
Diego Luna – Andor
Gary Oldman – Cavalos Lentos
Mark Ruffalo – Task
Adam Scott – Ruptura
Melhor Atriz em Série de Televisão – Musical ou Comédia
Jean Smart – Hacks — Vencedora
Kristen Bell – Ninguém Quer Isso
Ayo Edebiri – O Urso
Selena Gomez – Só Assassinatos no Prédio
Natasha Lyonne – Poker Face
Jenna Ortega – Wandinha
Melhor Atriz em Série Limitada, Série Antológica ou Filme para Televisão
Claire Danes – O Monstro em Mim
Rashida Jones – Black Mirror
Amanda Seyfried – Long Bright River
Sarah Snook – All Her Fault
Michelle Williams – Morrendo por Sexo — Vencedor
Robin Wright – A Namorada
Melhor Ator em Série de Televisão – Musical ou Comédia
Seth Rogen – The Studio — Vencedor
Adam Brody – Ninguém Quer Isso
Steve Martin – Só Assassinatos no Prédio
Glen Powell – Chad Powers
Martin Short – Só Assassinatos no Prédio
Jeremy Allen White – O Urso
Melhor Atriz Coadjuvante na Televisão
Carrie Coon – The White Lotus
Erin Doherty – Adolescência — Vencedora
Hannah Einbinder – Hacks
Catherine O’Hara – The Studio
Parker Posey – The White Lotus
Aimee-Lou Wood – The White Lotus
Melhor Ator em Série Limitada, Série Antológica ou Filme para Televisão
Jacob Elordi – The Narrow Road to the Deep North
Paul Giamatti – Black Mirror
Stephen Graham – Adolescência — Vencedor
Charlie Hunnam – Monster: The Ed Gein Story
Jude Law – Black Rabbit
Matthew Rhys – O Monstro em Mim
Melhor Ator Coadjuvante na Televisão
Owen Cooper – Adolescência — Vencedor
Billy Crudup – The Morning Show
Walton Goggins – The White Lotus
Jason Isaacs – The White Lotus
Tramell Tillman – Ruptura
Ashley Walters – Adolescência
Melhor Performance em Stand-Up Comedy na Televisão
Bill Maher – Is Anyone Else Seeing This?
Brett Goldstein – The Second Best Night of Your Life
Quando publicamos os lançamentos de janeiro de 2026 na indústria dos games, citamos CODE VIOLET (Código Violeta, em português do Brasil). O título, que é o primeiro exclusivo do ano para PlayStation 5, teve divulgação da Sony, mas parece que o jogo não foi testado antes para essa avaliação de campanha de marketing.
Pois, a própria crítica especializada, que requisitou o jogo antes do lançamento oficial em 10 de janeiro de 2026, parece não ter gostado do título. O jogo deveria ser um sucessor espiritual de Dino Crisis, devido à sua temática e proposta prometida, o que pode frustrar muitos jogadores.
(Divulgação)(Divulgação)
Separei algumas citações de veículos que testaram o jogo:
COGconnected – 55/100 “Embora tenha alguns bons momentos e ambientes bem trabalhados, não consegue criar inimigos que realmente assustem, e bugs prejudicam a experiência.”
SpazioGames – 45/100 “Um produto tímido e confuso, que se apoia na nostalgia sem conseguir gerar medo ou identidade própria.”
IGN – 40/100 “Não é o sucessor de Dino Crisis que esperávamos. Inimigos fracos, história confusa e bugs constantes prejudicam ritmo e equilíbrio.”
Push Square – 40/100 “Combate ruim, exploração tediosa e problemas técnicos tornam difícil recomendar o jogo, mesmo com apenas seis horas de duração.”
Ou seja, todos relatam problemas de bugs, embora hoje todos os jogos da indústria possuam algum tipo de problema de desempenho. CODE VIOLET parece sofrer de falhas recorrentes da desenvolvedora TeamKill Media, como títulos lançados anteriormente, como Quantum Error(2023), que também foi duramente criticado.
Média das notas nas reviews de Code Violet
No MetaCritic, agregador de notas de sites especializados e comunidade, o jogo recebeu 3,8/10, e pelos usuários 2,9/10. Enquanto o Concord (2024) conseguiu uma nota melhor, 6,2/10, e só perdeu para os usuários, que deram 1,7/10. É importante considerar que, normalmente, os sites de crítica costumam atribuir notas menos agressivas. Contudo, em Code Violet, os problemas técnicos são tão aparentes, pelo que citam, que nem isso parece ter sido possível. A seguir, confira uma comparação das métricas das reviews dos dois jogos.
(Reprodução)(Reprodução)
Por fim, o jogo está disponível exclusivamente para o console da Sony, no PlayStation 5. Se você é fã de jogos trash, é uma das opções para jogar e adentrar em um universo que deveria trazer uma nostalgia jurássica.