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Resident Evil: o legado dos 30 anos em evidência

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Quando a Capcom lançou Resident Evil (Biohazard), em 22 de março de 1996, para PlayStation 1, foi uma mudança radical na forma como conhecemos jogos com temática sombria. Concebido pela primeira vez pelo produtor Tokuro Fujiwara como uma recriação de seu antigo jogo de terror Sweet Home (1989), o desenvolvimento de Resident Evil foi liderado por Shinji Mikami.

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Dito isto, a ideia deste artigo não é sobre a história do jogo, mas mostrar o quanto ele ainda continua relevante mesmo após 3 décadas do lançamento oficial da franquia. O lançamento foi tão avassalador por trazer atores em momentos de live-action e gráficos tridimensionais que, para a época, podemos dizer que eram os mais realistas.

Os cenários e cenas que impactam, horripilando mentes mais sensíveis, elevaram o pavor de jogar o título de survival horror da Capcom. Por sinal, este era um gênero pouco difundido na indústria dos games ou com grande popularidade. Provavelmente, predominavam títulos em plataforma, sem essa intensidade de atrocidades em cena.

Não posso esquecer de Clock Tower e sua famosa tesoura, mas sua saga original ainda não era totalmente em 3D quando foi publicada, para não parecer leviano da minha parte. E, claro, Alone in the Dark, que abriu o gênero, mas não conseguiu emplacar uma consistência para atrair os mais diferentes públicos em 1992.

Os infectados, termo mais utilizado nos jogos da atualidade, davam lugar aos zumbis e outras criaturas horripilantes. Os principais personagens jogáveis em Resident Evil (1996) no PS1 são Jill Valentine e Chris Redfield, cada um com campanhas, dificuldades e parceiros distintos. Rebecca Chambers também é controlável brevemente durante a campanha de Chris.

Tela de seleção de personagens de Resident Evil com Jill Valentine e Chris Redfield no jogo original marcando os 30 anos da franquia
(Reprodução)

O que é interessante é que jogar com Chris é uma abordagem mais complicada, e muitos evitavam finalizar o jogo utilizando este personagem. Há também aqueles, na minha memória afetiva nos tempos de locadora, que acreditavam que Jill Valentine era a única protagonista jogável do primeiro jogo.

A verdade é que o gênero do survival horror ficou popular mundialmente depois de Resident Evil, trazendo com ele jogos como Silent Hill, Fatal Frame, Dino Crisis, Parasite Eve, Overblood, The Thing, Cold Fear e outros. Fora franquias mais atuais que existem hoje, Resident Evil foi responsável por sua existência na indústria.

Podemos dizer que outro título poderia ter tomado essa dianteira? Há possibilidade, mas sem esta imersão. A Umbrella Corporation e seu acidente biológico conseguiram trazer personagens icônicos como Albert Wesker, um dos grandes algozes da franquia, Tyrant (Mr. X), Nemesis, Licker e os cachorros infectados, algumas das criaturas inesquecíveis.

Sem mencionar os personagens criados ao longo dos mais de 30 jogos da linha principal e seus spin-offs. O que parecia ser impossível na indústria, com temáticas, gêneros e mecânicas saturadas, era que uma franquia tão longeva iria conseguir bater novos recordes de venda.

Pois a gigante japonesa conseguiu emplacar outro protagonista, Leon S. Kennedy, no segundo título, que ofuscou até mesmo Jill Valentine e Chris. Digo que ofuscou devido ao fato de que, nas versões em que Leon é o protagonista central, as vendas dos jogos alavancam e o hype aumenta à espera do lançamento.

Visto que ele retornou no último jogo intitulado Resident Evil Requiem, o jogo vendeu mais de 5 milhões de cópias gerais em apenas 5 dias, quebrando o recorde da franquia em vendas e em tempo de lançamento. Além de picos de jogadores que atingiram mais de 344.214 jogadores simultâneos somente na plataforma Steam para PC, sem mencionar PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2.

A saga ficou tão popular que adentrou outras mídias, como em Hollywood, com filmes protagonizados por Milla Jovovich interpretando Alice, uma mulher misteriosa que passou por diversos procedimentos da Umbrella. Também conta com animações e séries dentro do universo, como a mais recente na Netflix.

Leon S. Kennedy, personagem central da franquia de Resident Evil 2 e outros títulos da saga.
(Imagem reprodução)

Fora os licenciamentos de produtos, com action figures, vestuário, moda, mochilas e muito mais. Seja qual for o vírus, como T-Virus, G-Virus ou qualquer outro, quando ouvimos sobre um novo jogo desta saga é motivo para aguardar o que eles vão surpreender.

Por isso, este é um dos jogos mais valiosos da indústria dos games, e posso adicioná-lo ao top 10 das franquias de jogos mais importantes. Logo, parabenizo os envolvidos que tiveram grande influência em seu desenvolvimento e a Capcom por acreditar nesse projeto.

Nas suas redes oficiais, o produtor executivo da série Resident Evil, Jun Takeuchi, deixou uma mensagem em agradecimento aos fãs.

Mensagem do produtor executivo da série Resident Evil, Jun Takeuchi.
Reprodução/X

São 30 anos completados em 22 de março de 2026, continuando a trazer nostalgia para os usuários veteranos e os novos que estão conhecendo agora. Que venham muitos outros jogos para agregar e expandir seu alcance, e que daqui a pouco sejam cinquenta anos.

Mesmo com problemas, Crimson Desert supera seu recorde

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O jogo Crimson Desert, da Pearl Abyss, tinha potencial para figurar entre os jogos do ano caso tivesse sido lançado sem os problemas relatados por seus usuários. No entanto, o foco aqui não é detalhar as falhas deste “Deserto Carmesim”, mas sim entender como, mesmo diante de críticas, o título conseguiu atrair ainda mais jogadores.

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No dia 19 de março de 2026, o jogo foi lançado alcançando mais de 239 mil usuários simultâneos nas primeiras horas. Porém, esse número não havia sido superado até então — até que, no fim de semana, o título atingiu a marca de 243 mil jogadores simultâneos. Vale destacar que esses dados se referem exclusivamente à versão de PC Windows, sem incluir métricas de consoles como PlayStation 5 e Xbox Series X and Series S.

Steam Charts do jogo Crimson Desert
Imagem do SteamDB

Inicialmente, parecia improvável que esses números crescessem, considerando o estado atual do jogo e os relatos da comunidade. A própria desenvolvedora segue trabalhando em atualizações, incluindo um patch Day One de 22 GB no PS5, o que indica ajustes relevantes já no lançamento.

Um ponto curioso é que, mesmo com uma proposta de gameplay interessante, o jogo mantém menos de 70% de aprovação entre mais de 48 mil análises na Steam. Ainda assim, consegue manter os jogadores engajados em seu mundo. A experiência pode ultrapassar facilmente as 100 horas para quem busca explorar e compreender toda a narrativa.

Tratando-se da Pearl Abyss, criadora de Black Desert Online, não é incomum ver lançamentos acompanhados de ajustes e atualizações iniciais. A empresa tem histórico de ouvir a comunidade para corrigir problemas e evoluir a experiência ao longo do tempo. Os números iniciais reforçam que o novo universo conseguiu, ao menos neste começo, prender a atenção dos jogadores.

Agora, resta observar por quanto tempo esse engajamento será mantido.

Mesmo sendo um jogo focado na experiência solo, Crimson Desert consegue aprofundar seu universo e instigar o jogador a conhecer mais sobre sua trama. Para quem deseja experimentar o título, ele está disponível para PC Windows, PS5, Xbox Series e também no Mac.

Congress Brazil Mobile 2026: a procura por inovação nos dispositivos com auxílio das IAs

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Com o avanço das inteligências artificiais nos dispositivos móveis, a Congress Brazil Mobile 2026 intensificou o debate sobre como as novas tecnologias estão ajudando fabricantes, lojistas e consumidores. Ao longo dos três dias, o palco do auditório da CBM trouxe inúmeros palestrantes para comentar como a tecnologia é uma aliada, e não uma vilã, no cenário atual.

Logo da Congress Brazil Mobile em destaque na entrada do evento no Distrito Anhembi
Imagem Reprodução — Créditos: Rodrigo Fernandes

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Especialistas apontam IA como aliada no crescimento do setor

Cada convidado trouxe o melhor de sua expertise para orientar os visitantes, atentos ao conteúdo apresentado em seus momentos de palco. Entre os nomes, estiveram Thiago Nigro (Primo Rico), Alfredo Soares, Eduardo Feldberg (Primo Pobre), Monique Evelle (Shark Tank Brasil), Bruno Lopes (TikTok), entre outros. Todos com bagagem para explicar o que seus negócios têm de melhor.

Convidados e especialistas confirmados para o Congress Brazil Mobile & Expo 2026 que discutem mobilidade digital, tecnologia e negócios
(Divulgação)

Como Bruno Lopes, responsável pela área do TikTok Shop no Brasil, que explicou o crescimento massivo de conversões desde a liberação da função no território nacional. Isso aumentou oportunidades para empreendedores emergentes, ao mesmo tempo em que fortaleceu a conexão com lojas tradicionais brasileiras. O mais interessante é que a Inteligência Artificial tem ajudado bastante na criatividade dos usuários, permitindo uma identificação mais precisa com o público da plataforma de vídeo.

Empresas como Samsung, Xiaomi, Oppo e Motorola vêm investindo pesado em IAs para continuarem no topo, seja no auxílio ao consumidor final, seja no ambiente corporativo. A visão de que dispositivos servem apenas para uso casual já ficou para trás. Com a velocidade da informação e o imediatismo, quanto mais rápido circulam os dados, melhores são os resultados, inclusive em lucratividade. Mesmo com a ideia de restringir o uso de smartphones no trabalho, hoje é praticamente impossível não depender deles, dependendo do ramo de atuação.

Evidentemente, não se deve confundir trabalho com vida pessoal, especialmente no horário da jornada, para não comprometer decisões dentro da empresa. Um ponto interessante foi a palestra da Canva, com Luan Alves, que destacou a preocupação da empresa com quem não domina edição. O trabalho contínuo para ajudar empreendedores a alcançar seus objetivos é notório na ferramenta, principalmente quando clientes utilizam dispositivos móveis. Tudo para agregar valor e criar uma simbiose entre qualidade e entrega, atraindo o nicho com impacto nas informações.

Thiago Nigro durante sua palestra no Congress Brazil Mobile 2026
Thiago Nigro durante sua palestra no Congress Brazil Mobile 2026 — Créditos; Rodrigo Fernandes

Mercado competitivo exige inovação funcional e adaptação constante

Um fator que considero relevante, e bastante abordado nas palestras, é a concorrência. O mercado possui inúmeros players, e a inovação é o que dita tendências entre os consumidores. Não adianta lançar tecnologias que não sejam funcionais na prática para a maioria. Seja com auxílio das inteligências artificiais ou com ideias bem executadas, o que importa é a aplicação real.

Assim como os celulares evoluíram, a informação também passou a ser distribuída de forma descentralizada. O mesmo ocorre com as IAs: ao longo dos próximos anos, será quase impossível viver sem elas. Alguns ainda têm receio do futuro, mas o que vi na Congress Brazil Mobile 2026 é que quem resistir demais pode acabar ficando para trás.

O mundo já mostrou que tudo pode ser adaptado, mesmo que leve tempo. Aqueles que conseguiram acompanhar essa evolução hoje têm negócios mais estáveis, mesmo em um cenário como o do Brasil, marcado por instabilidade econômica.

Como sempre reforço aos leitores, é essencial não ser imediatista e analisar o mercado com cautela. É semelhante ao universo dos jogos, onde existem múltiplos caminhos: finais bons, ruins e o chamado “correto”. Avaliar cada cenário é fundamental para tomar decisões mais estratégicas.

Pelos corredores, conversando com expositores, distribuidores e lojistas, um consenso ficou claro: a procura por periféricos e manutenção de aparelhos cresceu bastante. Com a flutuação da moeda e a carga de impostos, os custos aumentam e são repassados ao consumidor. No universo de tecnologia e games, desempenho alto custa caro. Smartphones premium estão acima do ticket médio do brasileiro, o que força o consumidor a investir em manutenção preventiva —; capas mais resistentes, proteção de tela (“blindagem”) e até baterias premium — para prolongar a vida útil do aparelho e evitar gastos desnecessários.

Corredor movimentado com visitantes e estandes de tecnologia durante evento do setor mobile
(Reprodução)

Nesse sentido, o mercado de prevenção, na minha visão e com base nos relatos dos empreendedores, ganhou força e não deve desacelerar tão cedo, especialmente considerando o cenário econômico atual do país.

Por fim, a Congress Brazil Mobile (CBM 2026) revelou um verdadeiro ponto de encontro para lojistas de todo o Brasil, que buscam trocar experiências e conhecer novidades do setor e fechar negócios. Ao observar que a venda de smartphones supera a de televisores, a tendência segue positiva, mesmo que as margens sejam menores em alguns segmentos.

Portanto, se você não esteve presente nesta edição, realizada entre os dias 20 e 22 de março de 2026, no Distrito Anhembi, vale reservar espaço no calendário para a próxima, em 2027.

Skaiky leva sua nova marca Diamaz para a CBM 2026

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Skaiky, marca conhecida por sua atuação em baterias homologadas para celular com longa durabilidade, levou para o Congress Brazil Mobile (CBM 2026) a Diamaz, sua nova marca que expande seus negócios. A empresa, que retorna ao evento desde o ano anterior e trabalha com baterias de alto desempenho, exibiu sua novidade aos visitantes que circulavam pelos estandes dos expositores do congresso.

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Além de palestras com convidados ilustres, o evento possui um setor voltado para marcas exporem seus produtos em estandes e gerarem negócios durante todo o evento. Nesse contexto, a empresa ampliou seu alcance com fones de ouvido bluetooth com custo-benefício e qualidade — conforme testamos durante a feira e já conhecido por usuários —, bem como smartwatches, carregadores, entre outros. Principalmente ao público gamer, que muitas das vezes joga títulos de alto desempenho e as baterias acabam descarregando rapidamente, demorando uma eternidade para carregar novamente. A Skaiky é conhecida por trazer produtos de alta performance e com carregamento superior aos padrões das baterias que já vêm com os smartphones.

Um produto pensado para todos os públicos

Contudo, para minha surpresa ao adentrar no estande que, desta vez, estava maior em relação ao ano anterior, encontrei novos itens que fogem do seu conceito base. A empresa trouxe a Diamaz com foco em garrafas e copos térmicos, item que retornou com força nos últimos anos. Com a grande crescente do movimento fitness, esses acessórios representam grande utilidade para diversos momentos: para quem deseja manter sua proteína aquecida, como sopas, caldos e até mesmo chás e águas (natural, morna ou gelada).

A abordagem é que não se limitaram ao básico, que agradaria apenas adultos e pessoas que, com a correria do cotidiano, ficariam nesse padrão alternando nas cores do produto. Foram além para começar a despertar a atenção dos mais jovens e das crianças, com garrafas temáticas de personagens. Seja na preferência pelas cores azul ou rosa, há um charme nas personalizações disponíveis, que vão desde a capa de uma coelhinha até um cromo estampado no formato da personagem.

Esses adereços fazem diferença na escolha do produto quando o cliente busca algo que tenha qualidade e também um design que não seja apenas minimalista. A marca adentra em um mercado sabendo que inovação e durabilidade são necessárias para agradar o público exigente, considerando que a concorrência é vasta. Porém, não é só o preço que sustenta a aquisição, mas também o “boca a boca” de dizer que um produto é instigante para a escolha final.

Térmicas que chamam atenção nas gôndolas

Durante minha visita, pude manusear esses produtos e, ao tocá-los, surge o vislumbre de querer levá-los para casa. Em outras palavras, as térmicas foram pensadas para o cliente que está buscando um produto que satisfaça suas necessidades naquele momento. O fato de trazer um produto mais acessível e pensar em diversos públicos é um ponto positivo para um efeito de alcance ampliado. O lojista atual enfrenta precificações inconstantes e conseguir entregar ao consumidor um item com acesso facilitado é algo que amplia possibilidades.

A Diamaz, submarca da Skaiky — que já possui nome reconhecido no mercado de baterias para dispositivos móveis premium, seja Android ou iOS —, se vê em uma competição cujos próximos passos permitirão mensurar esta entrada no segmento de garrafas e copos térmicos. O primeiro passo foi dado: os visitantes, em sua maioria lojistas e distribuidores, conseguiram o primeiro contato que, de outra forma, só seria possível por catálogos ou amostras enviadas pela empresa.

Por ora, o Congress Brazil Mobile 2026 novamente aproximou fabricantes e importadores de lojistas e distribuidores, abrindo novas opções de consumo no Brasil, que necessita de novidades para seus comércios. O congresso — ou feira, se assim preferir chamar — é um grande polo para a cidade de São Paulo, que este ano retornou ao Distrito Anhembi, e para o território nacional como um todo. A CBM 2026 ocorreu entre os dias 20 a 22 de março no Distrito Anhembi.

A visibilidade dos jogos indies na gamescom latam

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Os jogos indie, ou independentes, são desenvolvidos por pequenos estúdios ou até mesmo por criadores solo, geralmente com orçamentos reduzidos e maior liberdade criativa. Diferente das grandes produções AAA, esses jogos não dependem necessariamente de grandes editoras, o que permite explorar ideias originais, narrativas ousadas e mecânicas inovadoras.

Um dos grandes eventos de jogos independentes acontece no Brasil e, neste ano, reforça ainda mais a liberdade criativa dos estúdios: a gamescom Latam. O evento ocorre entre os dias 30 de abril e 3 de maio, marcando o início da temporada de exibições quando pensamos na indústria brasileira de games.

É por isso que estamos dedicando este artigo para comentar sobre a importância e a qualidade das produções de jogos indie.

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Essa autonomia criativa é justamente o que tem impulsionado a visibilidade dos jogos indie. Ao apostar em experiências únicas, esses títulos conseguem se destacar em um mercado saturado por fórmulas repetidas.

NdO crescimento dos jogos indie está diretamente ligado à evolução das plataformas digitais, especialmente a Steam. Com a democratização da distribuição, desenvolvedores independentes passaram a alcançar públicos globais sem a necessidade de grandes intermediários.

Nos últimos anos, esse movimento deixou de ser nichado e passou a ocupar um espaço relevante no mercado. Dados recentes mostram que os jogos indie representam uma parcela significativa da receita total de plataformas digitais, competindo diretamente com grandes lançamentos.

Além disso, redes sociais, streamers e comunidades online ampliaram ainda mais essa visibilidade, permitindo que jogos menores viralizem rapidamente e alcancem milhões de jogadores.

Jogos Indies de sucesso global
Imagem: Jogos Indies

Inovação como principal diferencial

Um dos principais fatores por trás do sucesso dos jogos indie é a capacidade de inovar. Sem as pressões comerciais típicas de grandes estúdios, desenvolvedores independentes exploram:

  • Narrativas profundas e emocionais;
  • Estilos artísticos únicos;
  • Mecânicas experimentais;
  • Temas sociais e psicológicos;
  • Interação mais próxima com a comunidade.

Jogos como Hollow Knight, Celeste, Stardew Valley, Undertale e Hades exemplificam como a criatividade pode superar limitações técnicas e orçamentárias, conquistando público e crítica.

A crescente visibilidade dos jogos indie tem provocado mudanças importantes na indústria de games. Grandes estúdios passaram a observar mais atentamente essas produções, seja para se inspirar em novas ideias ou até adquirir pequenos estúdios promissores.

Esse movimento cria um ciclo positivo: enquanto os indies inovam, os AAA se adaptam. Como resultado, toda a indústria evolui, oferecendo experiências mais diversas e criativas para os jogadores.

Além disso, os jogos indie também têm ganhado espaço em cenários competitivos e eventos, reforçando sua relevância cultural e econômica.

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Imagem: Jogos Indies

Os desafios por trás da visibilidade

Apesar do crescimento, a visibilidade ainda é um dos maiores desafios para desenvolvedores indie. A grande quantidade de jogos lançados diariamente torna difícil se destacar.

Estatísticas mostram que:

  • A maioria dos jogos indie gera receitas modestas;
  • Apenas uma pequena parcela alcança grande sucesso financeiro;
  • Menos de 5% dos títulos atingem lucros expressivos.

Isso evidencia que, embora existam casos de sucesso, eles representam uma minoria. A competição é intensa, e fatores como marketing, timing e engajamento da comunidade são decisivos.

A visibilidade dos jogos indie também depende fortemente do apoio da comunidade. Jogadores, criadores de conteúdo e plataformas digitais desempenham um papel essencial na divulgação desses títulos.

Feedback direto, financiamento coletivo e acesso antecipado são estratégias comuns que aproximam desenvolvedores e público, criando uma relação mais colaborativa e engajada.

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Imagem: Jogos Indies

O futuro da visibilidade dos jogos indie

O cenário aponta para um crescimento contínuo. Com tecnologias mais acessíveis e ferramentas de desenvolvimento cada vez mais avançadas, a tendência é que novos criadores entrem no mercado.

Ao mesmo tempo, o público demonstra interesse crescente por experiências autênticas e inovadoras, exatamente o que os jogos indie oferecem.

A visibilidade dos jogos indie deixou de ser limitada e hoje representa uma força significativa na indústria de games. Mesmo enfrentando desafios, esses títulos continuam a redefinir padrões, impulsionar inovação e provar que criatividade e autenticidade são tão importantes quanto grandes orçamentos.

Mais do que uma tendência, os jogos indie se consolidam como um pilar essencial do futuro dos videogames. Por fim, para ganhar visibilidade, é essencial ficar de olho em eventos que abrem espaço para projetos, como a gamescom Latam e outros.

Prévia do episódio 23 da 3ª temporada do anime Fire Force

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A terceira temporada de Fire Force entra em sua reta decisiva com o aguardado episódio 23, que será lançado no dia 20 de março de 2026. Com a narrativa caminhando para o clímax, o anime intensifica os conflitos e prepara o terreno para o confronto final contra o grande antagonista da obra.

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O novo episódio estará disponível simultaneamente nas plataformas Netflix e Crunchyroll, que exibem a temporada final. Após os eventos recentes, a expectativa do público aumentou consideravelmente, já que a história elevou suas apostas a um nível crítico.

O episódio anterior foi marcado por sequências intensas de ação e revelações impactantes que mudaram o rumo da trama. Um dos destaques foi o embate entre Shinmon Benimaru e seu doppelgänger. Apesar da alta expectativa em torno da luta, o confronto teve um desfecho rápido, resolvido com um único golpe decisivo, o que reforça o poder absoluto do personagem.

Prévia do episódio 23 da 3ª temporada do anime Fire Force
Imagem: David Production Inc.

Outro ponto crucial foi a reviravolta envolvendo Sister Iris. Foi revelado que a personagem que acompanhava os protagonistas não era a verdadeira Iris, mas sim uma cópia. A versão original encontra-se aprisionada dentro do reator Amaterasu, adicionando uma nova camada de tensão à narrativa.

Além disso, o episódio avançou significativamente o conflito central quando Faerie tenta provocar uma catástrofe ao lançar a lua contra a Terra. Em um momento decisivo, Shinra surge de Adolla e impede a destruição do planeta ao desviar a lua de volta para o espaço, estabelecendo o cenário para os confrontos finais.

Com poucos episódios restantes, o capítulo 23 deve aprofundar ainda mais os desdobramentos dessas revelações e intensificar o confronto entre as forças envolvidas.

Prévia do episódio 23 da 3ª temporada do anime Fire Force
Imagem: David Production Inc.

A tendência é que a narrativa avance diretamente para o embate final, explorando não apenas o poder dos personagens, mas também os mistérios que cercam Adolla, os doppelgängers e o verdadeiro plano por trás do caos instaurado.

Além das batalhas, o episódio também deve focar nas consequências emocionais e estratégicas dos acontecimentos recentes, consolidando o caminho para o encerramento da história.

O episódio 23 de Fire Force promete ser um dos momentos mais importantes da temporada, funcionando como ponte direta para o desfecho da obra. Com revelações impactantes, combates decisivos e uma narrativa cada vez mais intensa, o anime se encaminha para um final que deve marcar os fãs da franquia.

Prévia do episódio 23 da 3ª temporada do anime Fire Force
Imagem: David Production Inc.

Data e horário de estreia do 23º episódio da 3ª temporada de Fire Force

A estreia do episódio 23 já está confirmada e não há previsão de atrasos.

  • Data de lançamento: 21 de março de 2026;
  • Horário: 14h30 (horário de Brasília).

A segunda parte da 3ª temporada de Fire Force está sendo exibida oficialmente no Brasil pela Crunchyroll, em formato simulcast, com os episódios disponibilizados logo após a exibição no Japão.


Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a Fire Force e a outros animes.

Prévia do episódio 9 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além

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A segunda temporada de Frieren e a Jornada para o Além segue conquistando o público com sua narrativa sensível e reflexiva. Com a chegada do episódio 9, a expectativa é de mais uma jornada repleta de magia, descobertas e momentos emocionantes envolvendo a elfa Frieren e seus companheiros.

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O novo capítulo deve expandir ainda mais o universo da obra, explorando diferentes cenários e aprofundando temas como memória, propósito e a passagem do tempo. A história do episódio 9 se divide em dois momentos distintos, ambos carregados de significado.

Inicialmente, Frieren e seu grupo chegam a uma vila habitada por moradores que se recusam a abandonar suas terras, mesmo diante da constante ameaça de dragões. A situação evidencia a coragem e o apego dos habitantes ao seu lar, levantando reflexões sobre identidade, pertencimento e sacrifício.

Na sequência, a jornada leva os personagens até uma cidade portuária localizada às margens do Lago Korridor. No entanto, surge um novo obstáculo: a falta de dinheiro para pagar a travessia de balsa.

Prévia do episódio 9 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além, personagem
(Reprodução)

Para resolver a situação, um barqueiro propõe um acordo inusitado: em troca da travessia, o grupo deve recuperar a misteriosa “Autobiografia de Himmel”, escondida em um mosteiro localizado em uma ilha próxima.

O pedido não apenas impulsiona a narrativa, como também abre espaço para explorar o legado de Himmel, um dos heróis mais importantes do passado de Frieren.

A missão promete envolver:

  • Exploração de ambientes desconhecidos;
  • Enigmas e desafios;
  • Revelações sobre o passado do herói.

Esses elementos aumentam a expectativa para um episódio que deve equilibrar ação, emoção e desenvolvimento de personagens. A adaptação em anime continua sendo produzida pelo estúdio MADHOUSE, conhecido por sua excelência técnica.

Prévia do episódio 9 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além
Imagem: Madhouse

A direção fica por conta de Tomoya Kitagawa, enquanto a composição da série é assinada por Tomohiro Suzuki. O design de personagens segue nas mãos de Yuri Fujinaka, Keisuke Kojima e Maru Takase, mantendo fidelidade ao material original.

Já a trilha sonora, composta por Evan Call, continua sendo um dos pontos altos da série, reforçando a atmosfera melancólica e contemplativa da narrativa. O anime é baseado no mangá escrito por Kanehito Yamada e ilustrado por Tsukasa Abe, publicado na revista Weekly Shonen Sunday desde 2020.

A obra acompanha a jornada de Frieren após a derrota do Rei Demônio, explorando sua visão única sobre o tempo e a mortalidade, especialmente ao lidar com a perda de seus antigos companheiros.

Prévia do episódio 9 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além
Imagem: Madhouse

Data e horário de lançamento

O episódio 09, 37 na contagem total, de Frieren e a Jornada para o Além será transmitido oficialmente às 12h (horário de Brasília) em 20 de março de 2026, com áudio original e legendas em português na Crunchyroll. Vale lembrar que a segunda temporada está sendo exibida em simulcast, ou seja, os episódios chegam ao Brasil praticamente ao mesmo tempo em que são transmitidos no Japão.

Por esse motivo, inicialmente, os novos capítulos estão disponíveis apenas com legendas. A versão dublada será disponibilizada posteriormente, seguindo o cronograma habitual de lançamentos da plataforma.


Aviso de transparência

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AMD convida jogadores a atualizar Crimson Desert para aproveitar ao máximo o FSR

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A Pearl Abyss lançou Crimson Desert com suporte nativo às tecnologias AMD FSR, e a fabricante de hardware recomenda que os jogadores atualizem o AMD Software: Adrenalin Edition 26.3.1 para tirar o máximo proveito do título. O jogo superou 300 mil jogadores simultâneos no Steam para PC na primeira hora de lançamento.

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O jogo, desenvolvido com o motor BlackSpace, já chega com recursos visuais pesados como sombras com ray tracing, iluminação global e reflexos em tempo real. Para sustentar essa carga gráfica sem abrir mão de desempenho, a AMD disponibiliza três tecnologias dentro do pacote FSR.

O FSR 4.1 Upscaling melhora a nitidez da imagem e preserva detalhes finos como folhagem, partículas e reflexos mesmo em configurações voltadas para performance. Já o FSR Ray Regeneration aplica redução de ruído baseada em redes neurais para entregar iluminação, sombras e reflexos com ray tracing mais limpos. Por fim, o FSR Frame Generation gera quadros adicionais para aumentar a fluidez e a responsividade durante o jogo. As informações têm como base o comunicado oficial divulgado pela AMD para usuários de seus produtos e tecnologias.

A atualização do driver está disponível diretamente pelo AMD Software: Adrenalin Edition.

Crimson Desert explode no Steam com 230 mil jogadores na primeira hora

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O aguardado RPG de ação Crimson Desert, da desenvolvedora coreana Pearl Abyss, registrou um pico de 229.554 jogadores simultâneos logo na primeira hora após seu lançamento na plataforma Steam, segundo dados do SteamDB. O número também equivale, ao mesmo tempo, ao seu pico histórico na plataforma.

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Os dados tornam o desempenho ainda mais expressivo quando se considera que o levantamento cobre apenas o Steam. As versões para Epic Games Store, PlayStation 5 e Xbox Series não estão computadas na estatística — o que indica que o total real de jogadores na primeira hora pode ser consideravelmente maior. Como foi somente a primeira hora, os números devem subir à medida que os jogadores pelo mundo vão finalizando de baixar o jogo para iniciar sua jornada.

Gráfico do SteamDB mostrando pico de 229.554 jogadores simultâneos de Crimson Desert no Steam na primeira hora de lançamento
(Reprodução)

O jogo, que ficou anos em desenvolvimento desde seu primeiro anúncio em 2019, é ambientado em um mundo de fantasia sombria e promete combinar elementos de RPG de ação com um enredo cinematográfico. A estreia expressiva coloca Crimson Desert entre os grandes lançamentos recentes do gênero no PC para este ano.

Crimson Desert já está disponível e apresenta mundo aberto

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Crimson Desert, da Pearl Abyss, já está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Steam, Epic Games Store e Apple Mac. O jogo de ação e aventura de mundo aberto se passa no vasto continente de Pywel, oferecendo uma trama interessante, com conflitos, facções e segredos que os jogadores podem explorar enquanto avançam na história.

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A recepção da imprensa tem sido mista, críticos elogiam a escala do mundo, a diversidade de estilos de combate e os combates montados em dragões, mas apontam falhas em elementos de narrativa e progressão que podem impactar a experiência de alguns jogadores.

Mesmo assim, Crimson Desert tem potencial para atrair milhares de jogadores desde a estreia, especialmente aqueles interessados em exploração, combates estratégicos e mundos abertos detalhados.

O trailer de lançamento, que acompanha o lançamento, mostra algumas das batalhas e a variedade de jogabilidade que os jogadores encontrarão em Pywel. Levando Kliff MacDuff, em busca de justiça pelos seus companheiros.

O título foi lançado oficialmente em 19 de março, às 19h (Horário de Brasília), garantindo diversão imediata para todos que baixaram o jogo no pré-load.

Clique aqui para assistir ao trailer de lançamento de Crimson Desert ou no início desta publicação.

Resident Evil: o legado dos 30 anos em evidência

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Quando a Capcom lançou Resident Evil (Biohazard), em 22 de março de 1996, para PlayStation 1, foi uma mudança radical na forma como conhecemos jogos com temática sombria. Concebido pela primeira vez pelo produtor Tokuro Fujiwara como uma recriação de seu antigo jogo de terror Sweet Home (1989), o desenvolvimento de Resident Evil foi liderado por Shinji Mikami.

Leia também:

Dito isto, a ideia deste artigo não é sobre a história do jogo, mas mostrar o quanto ele ainda continua relevante mesmo após 3 décadas do lançamento oficial da franquia. O lançamento foi tão avassalador por trazer atores em momentos de live-action e gráficos tridimensionais que, para a época, podemos dizer que eram os mais realistas.

Os cenários e cenas que impactam, horripilando mentes mais sensíveis, elevaram o pavor de jogar o título de survival horror da Capcom. Por sinal, este era um gênero pouco difundido na indústria dos games ou com grande popularidade. Provavelmente, predominavam títulos em plataforma, sem essa intensidade de atrocidades em cena.

Não posso esquecer de Clock Tower e sua famosa tesoura, mas sua saga original ainda não era totalmente em 3D quando foi publicada, para não parecer leviano da minha parte. E, claro, Alone in the Dark, que abriu o gênero, mas não conseguiu emplacar uma consistência para atrair os mais diferentes públicos em 1992.

Os infectados, termo mais utilizado nos jogos da atualidade, davam lugar aos zumbis e outras criaturas horripilantes. Os principais personagens jogáveis em Resident Evil (1996) no PS1 são Jill Valentine e Chris Redfield, cada um com campanhas, dificuldades e parceiros distintos. Rebecca Chambers também é controlável brevemente durante a campanha de Chris.

Tela de seleção de personagens de Resident Evil com Jill Valentine e Chris Redfield no jogo original marcando os 30 anos da franquia
(Reprodução)

O que é interessante é que jogar com Chris é uma abordagem mais complicada, e muitos evitavam finalizar o jogo utilizando este personagem. Há também aqueles, na minha memória afetiva nos tempos de locadora, que acreditavam que Jill Valentine era a única protagonista jogável do primeiro jogo.

A verdade é que o gênero do survival horror ficou popular mundialmente depois de Resident Evil, trazendo com ele jogos como Silent Hill, Fatal Frame, Dino Crisis, Parasite Eve, Overblood, The Thing, Cold Fear e outros. Fora franquias mais atuais que existem hoje, Resident Evil foi responsável por sua existência na indústria.

Podemos dizer que outro título poderia ter tomado essa dianteira? Há possibilidade, mas sem esta imersão. A Umbrella Corporation e seu acidente biológico conseguiram trazer personagens icônicos como Albert Wesker, um dos grandes algozes da franquia, Tyrant (Mr. X), Nemesis, Licker e os cachorros infectados, algumas das criaturas inesquecíveis.

Sem mencionar os personagens criados ao longo dos mais de 30 jogos da linha principal e seus spin-offs. O que parecia ser impossível na indústria, com temáticas, gêneros e mecânicas saturadas, era que uma franquia tão longeva iria conseguir bater novos recordes de venda.

Pois a gigante japonesa conseguiu emplacar outro protagonista, Leon S. Kennedy, no segundo título, que ofuscou até mesmo Jill Valentine e Chris. Digo que ofuscou devido ao fato de que, nas versões em que Leon é o protagonista central, as vendas dos jogos alavancam e o hype aumenta à espera do lançamento.

Visto que ele retornou no último jogo intitulado Resident Evil Requiem, o jogo vendeu mais de 5 milhões de cópias gerais em apenas 5 dias, quebrando o recorde da franquia em vendas e em tempo de lançamento. Além de picos de jogadores que atingiram mais de 344.214 jogadores simultâneos somente na plataforma Steam para PC, sem mencionar PlayStation 5, Xbox Series X|S e Nintendo Switch 2.

A saga ficou tão popular que adentrou outras mídias, como em Hollywood, com filmes protagonizados por Milla Jovovich interpretando Alice, uma mulher misteriosa que passou por diversos procedimentos da Umbrella. Também conta com animações e séries dentro do universo, como a mais recente na Netflix.

Leon S. Kennedy, personagem central da franquia de Resident Evil 2 e outros títulos da saga.
(Imagem reprodução)

Fora os licenciamentos de produtos, com action figures, vestuário, moda, mochilas e muito mais. Seja qual for o vírus, como T-Virus, G-Virus ou qualquer outro, quando ouvimos sobre um novo jogo desta saga é motivo para aguardar o que eles vão surpreender.

Por isso, este é um dos jogos mais valiosos da indústria dos games, e posso adicioná-lo ao top 10 das franquias de jogos mais importantes. Logo, parabenizo os envolvidos que tiveram grande influência em seu desenvolvimento e a Capcom por acreditar nesse projeto.

Nas suas redes oficiais, o produtor executivo da série Resident Evil, Jun Takeuchi, deixou uma mensagem em agradecimento aos fãs.

Mensagem do produtor executivo da série Resident Evil, Jun Takeuchi.
Reprodução/X

São 30 anos completados em 22 de março de 2026, continuando a trazer nostalgia para os usuários veteranos e os novos que estão conhecendo agora. Que venham muitos outros jogos para agregar e expandir seu alcance, e que daqui a pouco sejam cinquenta anos.

Mesmo com problemas, Crimson Desert supera seu recorde

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O jogo Crimson Desert, da Pearl Abyss, tinha potencial para figurar entre os jogos do ano caso tivesse sido lançado sem os problemas relatados por seus usuários. No entanto, o foco aqui não é detalhar as falhas deste “Deserto Carmesim”, mas sim entender como, mesmo diante de críticas, o título conseguiu atrair ainda mais jogadores.

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No dia 19 de março de 2026, o jogo foi lançado alcançando mais de 239 mil usuários simultâneos nas primeiras horas. Porém, esse número não havia sido superado até então — até que, no fim de semana, o título atingiu a marca de 243 mil jogadores simultâneos. Vale destacar que esses dados se referem exclusivamente à versão de PC Windows, sem incluir métricas de consoles como PlayStation 5 e Xbox Series X and Series S.

Steam Charts do jogo Crimson Desert
Imagem do SteamDB

Inicialmente, parecia improvável que esses números crescessem, considerando o estado atual do jogo e os relatos da comunidade. A própria desenvolvedora segue trabalhando em atualizações, incluindo um patch Day One de 22 GB no PS5, o que indica ajustes relevantes já no lançamento.

Um ponto curioso é que, mesmo com uma proposta de gameplay interessante, o jogo mantém menos de 70% de aprovação entre mais de 48 mil análises na Steam. Ainda assim, consegue manter os jogadores engajados em seu mundo. A experiência pode ultrapassar facilmente as 100 horas para quem busca explorar e compreender toda a narrativa.

Tratando-se da Pearl Abyss, criadora de Black Desert Online, não é incomum ver lançamentos acompanhados de ajustes e atualizações iniciais. A empresa tem histórico de ouvir a comunidade para corrigir problemas e evoluir a experiência ao longo do tempo. Os números iniciais reforçam que o novo universo conseguiu, ao menos neste começo, prender a atenção dos jogadores.

Agora, resta observar por quanto tempo esse engajamento será mantido.

Mesmo sendo um jogo focado na experiência solo, Crimson Desert consegue aprofundar seu universo e instigar o jogador a conhecer mais sobre sua trama. Para quem deseja experimentar o título, ele está disponível para PC Windows, PS5, Xbox Series e também no Mac.

Congress Brazil Mobile 2026: a procura por inovação nos dispositivos com auxílio das IAs

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Com o avanço das inteligências artificiais nos dispositivos móveis, a Congress Brazil Mobile 2026 intensificou o debate sobre como as novas tecnologias estão ajudando fabricantes, lojistas e consumidores. Ao longo dos três dias, o palco do auditório da CBM trouxe inúmeros palestrantes para comentar como a tecnologia é uma aliada, e não uma vilã, no cenário atual.

Logo da Congress Brazil Mobile em destaque na entrada do evento no Distrito Anhembi
Imagem Reprodução — Créditos: Rodrigo Fernandes

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Especialistas apontam IA como aliada no crescimento do setor

Cada convidado trouxe o melhor de sua expertise para orientar os visitantes, atentos ao conteúdo apresentado em seus momentos de palco. Entre os nomes, estiveram Thiago Nigro (Primo Rico), Alfredo Soares, Eduardo Feldberg (Primo Pobre), Monique Evelle (Shark Tank Brasil), Bruno Lopes (TikTok), entre outros. Todos com bagagem para explicar o que seus negócios têm de melhor.

Convidados e especialistas confirmados para o Congress Brazil Mobile & Expo 2026 que discutem mobilidade digital, tecnologia e negócios
(Divulgação)

Como Bruno Lopes, responsável pela área do TikTok Shop no Brasil, que explicou o crescimento massivo de conversões desde a liberação da função no território nacional. Isso aumentou oportunidades para empreendedores emergentes, ao mesmo tempo em que fortaleceu a conexão com lojas tradicionais brasileiras. O mais interessante é que a Inteligência Artificial tem ajudado bastante na criatividade dos usuários, permitindo uma identificação mais precisa com o público da plataforma de vídeo.

Empresas como Samsung, Xiaomi, Oppo e Motorola vêm investindo pesado em IAs para continuarem no topo, seja no auxílio ao consumidor final, seja no ambiente corporativo. A visão de que dispositivos servem apenas para uso casual já ficou para trás. Com a velocidade da informação e o imediatismo, quanto mais rápido circulam os dados, melhores são os resultados, inclusive em lucratividade. Mesmo com a ideia de restringir o uso de smartphones no trabalho, hoje é praticamente impossível não depender deles, dependendo do ramo de atuação.

Evidentemente, não se deve confundir trabalho com vida pessoal, especialmente no horário da jornada, para não comprometer decisões dentro da empresa. Um ponto interessante foi a palestra da Canva, com Luan Alves, que destacou a preocupação da empresa com quem não domina edição. O trabalho contínuo para ajudar empreendedores a alcançar seus objetivos é notório na ferramenta, principalmente quando clientes utilizam dispositivos móveis. Tudo para agregar valor e criar uma simbiose entre qualidade e entrega, atraindo o nicho com impacto nas informações.

Thiago Nigro durante sua palestra no Congress Brazil Mobile 2026
Thiago Nigro durante sua palestra no Congress Brazil Mobile 2026 — Créditos; Rodrigo Fernandes

Mercado competitivo exige inovação funcional e adaptação constante

Um fator que considero relevante, e bastante abordado nas palestras, é a concorrência. O mercado possui inúmeros players, e a inovação é o que dita tendências entre os consumidores. Não adianta lançar tecnologias que não sejam funcionais na prática para a maioria. Seja com auxílio das inteligências artificiais ou com ideias bem executadas, o que importa é a aplicação real.

Assim como os celulares evoluíram, a informação também passou a ser distribuída de forma descentralizada. O mesmo ocorre com as IAs: ao longo dos próximos anos, será quase impossível viver sem elas. Alguns ainda têm receio do futuro, mas o que vi na Congress Brazil Mobile 2026 é que quem resistir demais pode acabar ficando para trás.

O mundo já mostrou que tudo pode ser adaptado, mesmo que leve tempo. Aqueles que conseguiram acompanhar essa evolução hoje têm negócios mais estáveis, mesmo em um cenário como o do Brasil, marcado por instabilidade econômica.

Como sempre reforço aos leitores, é essencial não ser imediatista e analisar o mercado com cautela. É semelhante ao universo dos jogos, onde existem múltiplos caminhos: finais bons, ruins e o chamado “correto”. Avaliar cada cenário é fundamental para tomar decisões mais estratégicas.

Pelos corredores, conversando com expositores, distribuidores e lojistas, um consenso ficou claro: a procura por periféricos e manutenção de aparelhos cresceu bastante. Com a flutuação da moeda e a carga de impostos, os custos aumentam e são repassados ao consumidor. No universo de tecnologia e games, desempenho alto custa caro. Smartphones premium estão acima do ticket médio do brasileiro, o que força o consumidor a investir em manutenção preventiva —; capas mais resistentes, proteção de tela (“blindagem”) e até baterias premium — para prolongar a vida útil do aparelho e evitar gastos desnecessários.

Corredor movimentado com visitantes e estandes de tecnologia durante evento do setor mobile
(Reprodução)

Nesse sentido, o mercado de prevenção, na minha visão e com base nos relatos dos empreendedores, ganhou força e não deve desacelerar tão cedo, especialmente considerando o cenário econômico atual do país.

Por fim, a Congress Brazil Mobile (CBM 2026) revelou um verdadeiro ponto de encontro para lojistas de todo o Brasil, que buscam trocar experiências e conhecer novidades do setor e fechar negócios. Ao observar que a venda de smartphones supera a de televisores, a tendência segue positiva, mesmo que as margens sejam menores em alguns segmentos.

Portanto, se você não esteve presente nesta edição, realizada entre os dias 20 e 22 de março de 2026, no Distrito Anhembi, vale reservar espaço no calendário para a próxima, em 2027.

Skaiky leva sua nova marca Diamaz para a CBM 2026

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Skaiky, marca conhecida por sua atuação em baterias homologadas para celular com longa durabilidade, levou para o Congress Brazil Mobile (CBM 2026) a Diamaz, sua nova marca que expande seus negócios. A empresa, que retorna ao evento desde o ano anterior e trabalha com baterias de alto desempenho, exibiu sua novidade aos visitantes que circulavam pelos estandes dos expositores do congresso.

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Além de palestras com convidados ilustres, o evento possui um setor voltado para marcas exporem seus produtos em estandes e gerarem negócios durante todo o evento. Nesse contexto, a empresa ampliou seu alcance com fones de ouvido bluetooth com custo-benefício e qualidade — conforme testamos durante a feira e já conhecido por usuários —, bem como smartwatches, carregadores, entre outros. Principalmente ao público gamer, que muitas das vezes joga títulos de alto desempenho e as baterias acabam descarregando rapidamente, demorando uma eternidade para carregar novamente. A Skaiky é conhecida por trazer produtos de alta performance e com carregamento superior aos padrões das baterias que já vêm com os smartphones.

Um produto pensado para todos os públicos

Contudo, para minha surpresa ao adentrar no estande que, desta vez, estava maior em relação ao ano anterior, encontrei novos itens que fogem do seu conceito base. A empresa trouxe a Diamaz com foco em garrafas e copos térmicos, item que retornou com força nos últimos anos. Com a grande crescente do movimento fitness, esses acessórios representam grande utilidade para diversos momentos: para quem deseja manter sua proteína aquecida, como sopas, caldos e até mesmo chás e águas (natural, morna ou gelada).

A abordagem é que não se limitaram ao básico, que agradaria apenas adultos e pessoas que, com a correria do cotidiano, ficariam nesse padrão alternando nas cores do produto. Foram além para começar a despertar a atenção dos mais jovens e das crianças, com garrafas temáticas de personagens. Seja na preferência pelas cores azul ou rosa, há um charme nas personalizações disponíveis, que vão desde a capa de uma coelhinha até um cromo estampado no formato da personagem.

Esses adereços fazem diferença na escolha do produto quando o cliente busca algo que tenha qualidade e também um design que não seja apenas minimalista. A marca adentra em um mercado sabendo que inovação e durabilidade são necessárias para agradar o público exigente, considerando que a concorrência é vasta. Porém, não é só o preço que sustenta a aquisição, mas também o “boca a boca” de dizer que um produto é instigante para a escolha final.

Térmicas que chamam atenção nas gôndolas

Durante minha visita, pude manusear esses produtos e, ao tocá-los, surge o vislumbre de querer levá-los para casa. Em outras palavras, as térmicas foram pensadas para o cliente que está buscando um produto que satisfaça suas necessidades naquele momento. O fato de trazer um produto mais acessível e pensar em diversos públicos é um ponto positivo para um efeito de alcance ampliado. O lojista atual enfrenta precificações inconstantes e conseguir entregar ao consumidor um item com acesso facilitado é algo que amplia possibilidades.

A Diamaz, submarca da Skaiky — que já possui nome reconhecido no mercado de baterias para dispositivos móveis premium, seja Android ou iOS —, se vê em uma competição cujos próximos passos permitirão mensurar esta entrada no segmento de garrafas e copos térmicos. O primeiro passo foi dado: os visitantes, em sua maioria lojistas e distribuidores, conseguiram o primeiro contato que, de outra forma, só seria possível por catálogos ou amostras enviadas pela empresa.

Por ora, o Congress Brazil Mobile 2026 novamente aproximou fabricantes e importadores de lojistas e distribuidores, abrindo novas opções de consumo no Brasil, que necessita de novidades para seus comércios. O congresso — ou feira, se assim preferir chamar — é um grande polo para a cidade de São Paulo, que este ano retornou ao Distrito Anhembi, e para o território nacional como um todo. A CBM 2026 ocorreu entre os dias 20 a 22 de março no Distrito Anhembi.

A visibilidade dos jogos indies na gamescom latam

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Os jogos indie, ou independentes, são desenvolvidos por pequenos estúdios ou até mesmo por criadores solo, geralmente com orçamentos reduzidos e maior liberdade criativa. Diferente das grandes produções AAA, esses jogos não dependem necessariamente de grandes editoras, o que permite explorar ideias originais, narrativas ousadas e mecânicas inovadoras.

Um dos grandes eventos de jogos independentes acontece no Brasil e, neste ano, reforça ainda mais a liberdade criativa dos estúdios: a gamescom Latam. O evento ocorre entre os dias 30 de abril e 3 de maio, marcando o início da temporada de exibições quando pensamos na indústria brasileira de games.

É por isso que estamos dedicando este artigo para comentar sobre a importância e a qualidade das produções de jogos indie.

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Essa autonomia criativa é justamente o que tem impulsionado a visibilidade dos jogos indie. Ao apostar em experiências únicas, esses títulos conseguem se destacar em um mercado saturado por fórmulas repetidas.

NdO crescimento dos jogos indie está diretamente ligado à evolução das plataformas digitais, especialmente a Steam. Com a democratização da distribuição, desenvolvedores independentes passaram a alcançar públicos globais sem a necessidade de grandes intermediários.

Nos últimos anos, esse movimento deixou de ser nichado e passou a ocupar um espaço relevante no mercado. Dados recentes mostram que os jogos indie representam uma parcela significativa da receita total de plataformas digitais, competindo diretamente com grandes lançamentos.

Além disso, redes sociais, streamers e comunidades online ampliaram ainda mais essa visibilidade, permitindo que jogos menores viralizem rapidamente e alcancem milhões de jogadores.

Jogos Indies de sucesso global
Imagem: Jogos Indies

Inovação como principal diferencial

Um dos principais fatores por trás do sucesso dos jogos indie é a capacidade de inovar. Sem as pressões comerciais típicas de grandes estúdios, desenvolvedores independentes exploram:

  • Narrativas profundas e emocionais;
  • Estilos artísticos únicos;
  • Mecânicas experimentais;
  • Temas sociais e psicológicos;
  • Interação mais próxima com a comunidade.

Jogos como Hollow Knight, Celeste, Stardew Valley, Undertale e Hades exemplificam como a criatividade pode superar limitações técnicas e orçamentárias, conquistando público e crítica.

A crescente visibilidade dos jogos indie tem provocado mudanças importantes na indústria de games. Grandes estúdios passaram a observar mais atentamente essas produções, seja para se inspirar em novas ideias ou até adquirir pequenos estúdios promissores.

Esse movimento cria um ciclo positivo: enquanto os indies inovam, os AAA se adaptam. Como resultado, toda a indústria evolui, oferecendo experiências mais diversas e criativas para os jogadores.

Além disso, os jogos indie também têm ganhado espaço em cenários competitivos e eventos, reforçando sua relevância cultural e econômica.

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Imagem: Jogos Indies

Os desafios por trás da visibilidade

Apesar do crescimento, a visibilidade ainda é um dos maiores desafios para desenvolvedores indie. A grande quantidade de jogos lançados diariamente torna difícil se destacar.

Estatísticas mostram que:

  • A maioria dos jogos indie gera receitas modestas;
  • Apenas uma pequena parcela alcança grande sucesso financeiro;
  • Menos de 5% dos títulos atingem lucros expressivos.

Isso evidencia que, embora existam casos de sucesso, eles representam uma minoria. A competição é intensa, e fatores como marketing, timing e engajamento da comunidade são decisivos.

A visibilidade dos jogos indie também depende fortemente do apoio da comunidade. Jogadores, criadores de conteúdo e plataformas digitais desempenham um papel essencial na divulgação desses títulos.

Feedback direto, financiamento coletivo e acesso antecipado são estratégias comuns que aproximam desenvolvedores e público, criando uma relação mais colaborativa e engajada.

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Imagem: Jogos Indies

O futuro da visibilidade dos jogos indie

O cenário aponta para um crescimento contínuo. Com tecnologias mais acessíveis e ferramentas de desenvolvimento cada vez mais avançadas, a tendência é que novos criadores entrem no mercado.

Ao mesmo tempo, o público demonstra interesse crescente por experiências autênticas e inovadoras, exatamente o que os jogos indie oferecem.

A visibilidade dos jogos indie deixou de ser limitada e hoje representa uma força significativa na indústria de games. Mesmo enfrentando desafios, esses títulos continuam a redefinir padrões, impulsionar inovação e provar que criatividade e autenticidade são tão importantes quanto grandes orçamentos.

Mais do que uma tendência, os jogos indie se consolidam como um pilar essencial do futuro dos videogames. Por fim, para ganhar visibilidade, é essencial ficar de olho em eventos que abrem espaço para projetos, como a gamescom Latam e outros.

Prévia do episódio 23 da 3ª temporada do anime Fire Force

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A terceira temporada de Fire Force entra em sua reta decisiva com o aguardado episódio 23, que será lançado no dia 20 de março de 2026. Com a narrativa caminhando para o clímax, o anime intensifica os conflitos e prepara o terreno para o confronto final contra o grande antagonista da obra.

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O novo episódio estará disponível simultaneamente nas plataformas Netflix e Crunchyroll, que exibem a temporada final. Após os eventos recentes, a expectativa do público aumentou consideravelmente, já que a história elevou suas apostas a um nível crítico.

O episódio anterior foi marcado por sequências intensas de ação e revelações impactantes que mudaram o rumo da trama. Um dos destaques foi o embate entre Shinmon Benimaru e seu doppelgänger. Apesar da alta expectativa em torno da luta, o confronto teve um desfecho rápido, resolvido com um único golpe decisivo, o que reforça o poder absoluto do personagem.

Prévia do episódio 23 da 3ª temporada do anime Fire Force
Imagem: David Production Inc.

Outro ponto crucial foi a reviravolta envolvendo Sister Iris. Foi revelado que a personagem que acompanhava os protagonistas não era a verdadeira Iris, mas sim uma cópia. A versão original encontra-se aprisionada dentro do reator Amaterasu, adicionando uma nova camada de tensão à narrativa.

Além disso, o episódio avançou significativamente o conflito central quando Faerie tenta provocar uma catástrofe ao lançar a lua contra a Terra. Em um momento decisivo, Shinra surge de Adolla e impede a destruição do planeta ao desviar a lua de volta para o espaço, estabelecendo o cenário para os confrontos finais.

Com poucos episódios restantes, o capítulo 23 deve aprofundar ainda mais os desdobramentos dessas revelações e intensificar o confronto entre as forças envolvidas.

Prévia do episódio 23 da 3ª temporada do anime Fire Force
Imagem: David Production Inc.

A tendência é que a narrativa avance diretamente para o embate final, explorando não apenas o poder dos personagens, mas também os mistérios que cercam Adolla, os doppelgängers e o verdadeiro plano por trás do caos instaurado.

Além das batalhas, o episódio também deve focar nas consequências emocionais e estratégicas dos acontecimentos recentes, consolidando o caminho para o encerramento da história.

O episódio 23 de Fire Force promete ser um dos momentos mais importantes da temporada, funcionando como ponte direta para o desfecho da obra. Com revelações impactantes, combates decisivos e uma narrativa cada vez mais intensa, o anime se encaminha para um final que deve marcar os fãs da franquia.

Prévia do episódio 23 da 3ª temporada do anime Fire Force
Imagem: David Production Inc.

Data e horário de estreia do 23º episódio da 3ª temporada de Fire Force

A estreia do episódio 23 já está confirmada e não há previsão de atrasos.

  • Data de lançamento: 21 de março de 2026;
  • Horário: 14h30 (horário de Brasília).

A segunda parte da 3ª temporada de Fire Force está sendo exibida oficialmente no Brasil pela Crunchyroll, em formato simulcast, com os episódios disponibilizados logo após a exibição no Japão.


Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a Fire Force e a outros animes.

Prévia do episódio 9 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além

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A segunda temporada de Frieren e a Jornada para o Além segue conquistando o público com sua narrativa sensível e reflexiva. Com a chegada do episódio 9, a expectativa é de mais uma jornada repleta de magia, descobertas e momentos emocionantes envolvendo a elfa Frieren e seus companheiros.

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O novo capítulo deve expandir ainda mais o universo da obra, explorando diferentes cenários e aprofundando temas como memória, propósito e a passagem do tempo. A história do episódio 9 se divide em dois momentos distintos, ambos carregados de significado.

Inicialmente, Frieren e seu grupo chegam a uma vila habitada por moradores que se recusam a abandonar suas terras, mesmo diante da constante ameaça de dragões. A situação evidencia a coragem e o apego dos habitantes ao seu lar, levantando reflexões sobre identidade, pertencimento e sacrifício.

Na sequência, a jornada leva os personagens até uma cidade portuária localizada às margens do Lago Korridor. No entanto, surge um novo obstáculo: a falta de dinheiro para pagar a travessia de balsa.

Prévia do episódio 9 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além, personagem
(Reprodução)

Para resolver a situação, um barqueiro propõe um acordo inusitado: em troca da travessia, o grupo deve recuperar a misteriosa “Autobiografia de Himmel”, escondida em um mosteiro localizado em uma ilha próxima.

O pedido não apenas impulsiona a narrativa, como também abre espaço para explorar o legado de Himmel, um dos heróis mais importantes do passado de Frieren.

A missão promete envolver:

  • Exploração de ambientes desconhecidos;
  • Enigmas e desafios;
  • Revelações sobre o passado do herói.

Esses elementos aumentam a expectativa para um episódio que deve equilibrar ação, emoção e desenvolvimento de personagens. A adaptação em anime continua sendo produzida pelo estúdio MADHOUSE, conhecido por sua excelência técnica.

Prévia do episódio 9 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além
Imagem: Madhouse

A direção fica por conta de Tomoya Kitagawa, enquanto a composição da série é assinada por Tomohiro Suzuki. O design de personagens segue nas mãos de Yuri Fujinaka, Keisuke Kojima e Maru Takase, mantendo fidelidade ao material original.

Já a trilha sonora, composta por Evan Call, continua sendo um dos pontos altos da série, reforçando a atmosfera melancólica e contemplativa da narrativa. O anime é baseado no mangá escrito por Kanehito Yamada e ilustrado por Tsukasa Abe, publicado na revista Weekly Shonen Sunday desde 2020.

A obra acompanha a jornada de Frieren após a derrota do Rei Demônio, explorando sua visão única sobre o tempo e a mortalidade, especialmente ao lidar com a perda de seus antigos companheiros.

Prévia do episódio 9 da 2ª temporada de Frieren e a Jornada para o Além
Imagem: Madhouse

Data e horário de lançamento

O episódio 09, 37 na contagem total, de Frieren e a Jornada para o Além será transmitido oficialmente às 12h (horário de Brasília) em 20 de março de 2026, com áudio original e legendas em português na Crunchyroll. Vale lembrar que a segunda temporada está sendo exibida em simulcast, ou seja, os episódios chegam ao Brasil praticamente ao mesmo tempo em que são transmitidos no Japão.

Por esse motivo, inicialmente, os novos capítulos estão disponíveis apenas com legendas. A versão dublada será disponibilizada posteriormente, seguindo o cronograma habitual de lançamentos da plataforma.


Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a Frieren e a Jornada para o Além e a outros animes.

AMD convida jogadores a atualizar Crimson Desert para aproveitar ao máximo o FSR

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A Pearl Abyss lançou Crimson Desert com suporte nativo às tecnologias AMD FSR, e a fabricante de hardware recomenda que os jogadores atualizem o AMD Software: Adrenalin Edition 26.3.1 para tirar o máximo proveito do título. O jogo superou 300 mil jogadores simultâneos no Steam para PC na primeira hora de lançamento.

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O jogo, desenvolvido com o motor BlackSpace, já chega com recursos visuais pesados como sombras com ray tracing, iluminação global e reflexos em tempo real. Para sustentar essa carga gráfica sem abrir mão de desempenho, a AMD disponibiliza três tecnologias dentro do pacote FSR.

O FSR 4.1 Upscaling melhora a nitidez da imagem e preserva detalhes finos como folhagem, partículas e reflexos mesmo em configurações voltadas para performance. Já o FSR Ray Regeneration aplica redução de ruído baseada em redes neurais para entregar iluminação, sombras e reflexos com ray tracing mais limpos. Por fim, o FSR Frame Generation gera quadros adicionais para aumentar a fluidez e a responsividade durante o jogo. As informações têm como base o comunicado oficial divulgado pela AMD para usuários de seus produtos e tecnologias.

A atualização do driver está disponível diretamente pelo AMD Software: Adrenalin Edition.

Crimson Desert explode no Steam com 230 mil jogadores na primeira hora

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O aguardado RPG de ação Crimson Desert, da desenvolvedora coreana Pearl Abyss, registrou um pico de 229.554 jogadores simultâneos logo na primeira hora após seu lançamento na plataforma Steam, segundo dados do SteamDB. O número também equivale, ao mesmo tempo, ao seu pico histórico na plataforma.

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Os dados tornam o desempenho ainda mais expressivo quando se considera que o levantamento cobre apenas o Steam. As versões para Epic Games Store, PlayStation 5 e Xbox Series não estão computadas na estatística — o que indica que o total real de jogadores na primeira hora pode ser consideravelmente maior. Como foi somente a primeira hora, os números devem subir à medida que os jogadores pelo mundo vão finalizando de baixar o jogo para iniciar sua jornada.

Gráfico do SteamDB mostrando pico de 229.554 jogadores simultâneos de Crimson Desert no Steam na primeira hora de lançamento
(Reprodução)

O jogo, que ficou anos em desenvolvimento desde seu primeiro anúncio em 2019, é ambientado em um mundo de fantasia sombria e promete combinar elementos de RPG de ação com um enredo cinematográfico. A estreia expressiva coloca Crimson Desert entre os grandes lançamentos recentes do gênero no PC para este ano.

Crimson Desert já está disponível e apresenta mundo aberto

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Crimson Desert, da Pearl Abyss, já está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S, Steam, Epic Games Store e Apple Mac. O jogo de ação e aventura de mundo aberto se passa no vasto continente de Pywel, oferecendo uma trama interessante, com conflitos, facções e segredos que os jogadores podem explorar enquanto avançam na história.

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A recepção da imprensa tem sido mista, críticos elogiam a escala do mundo, a diversidade de estilos de combate e os combates montados em dragões, mas apontam falhas em elementos de narrativa e progressão que podem impactar a experiência de alguns jogadores.

Mesmo assim, Crimson Desert tem potencial para atrair milhares de jogadores desde a estreia, especialmente aqueles interessados em exploração, combates estratégicos e mundos abertos detalhados.

O trailer de lançamento, que acompanha o lançamento, mostra algumas das batalhas e a variedade de jogabilidade que os jogadores encontrarão em Pywel. Levando Kliff MacDuff, em busca de justiça pelos seus companheiros.

O título foi lançado oficialmente em 19 de março, às 19h (Horário de Brasília), garantindo diversão imediata para todos que baixaram o jogo no pré-load.

Clique aqui para assistir ao trailer de lançamento de Crimson Desert ou no início desta publicação.