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Prévia do episódio final de My Hero Academia

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O anime My Hero Academia (Boku no Hero) está oficialmente entrando em sua reta final após nove anos de exibição, e os fãs receberam o primeiro vislumbre do desfecho com um teaser dedicado ao último episódio da série.

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A produção, baseada na obra de Kohei Horikoshi, teve sua conclusão no mangá publicada na Weekly Shonen Jump no ano passado, deixando a comunidade ansiosa para descobrir como o estúdio adaptaria o encerramento na TV. Agora, com a temporada final, a história de Izuku Midoriya e dos jovens heróis chega ao seu capítulo final.

O episódio derradeiro será exibido após um capítulo que consolidou o clima emocional pós-guerra. Deku e seus colegas enfrentam as consequências do confronto contra os vilões, lidando com perdas, amadurecimento e reflexões que sintetizam um ano escolar extremamente traumático. À medida que buscam forças para seguir em frente, o público se prepara para testemunhar a conclusão definitiva desse marco do gênero shonen. O teaser liberado antecipa esse tom melancólico e simbólico.

Prévia do episódio final de My Hero Academia, cena impactante
(Reprodução)

Quando estreia o episódio final de My Hero Academia?

O episódio final de My Hero Academia estreia no dia 13 de dezembro, no Japão, com transmissão internacional simultânea pela Crunchyroll. Intitulado simplesmente “My Hero Academia”, o capítulo apresenta uma sinopse intencionalmente vaga, destacando apenas que:

“Minha história chega ao fim, junto com a chama de One For All. Sim, esta é a história de como nos tornamos os maiores heróis. Nossa jornada continuará a partir daqui.”

A descrição reforça que o desfecho deve ser mais emocional do que explosivo, focado no legado dos personagens em vez de grandes batalhas.

Prévia do episódio final de My Hero Academia
Imagem: Bones Film.

O que esperar da franquia após o final do anime?

Embora o anime principal esteja se despedindo, My Hero Academia ainda não encerrou sua trajetória. A série terá um painel especial no evento Jump Festa 2026, nos dias 20 e 21 de dezembro, no Japão. Além de celebrar a década da adaptação, foi confirmado que um anúncio “Plus Ultra” será feito após o episódio final, indicando que novos projetos estão em desenvolvimento.

A possibilidade mais comentada é que o anime não adaptará o epílogo estendido escrito por Horikoshi após o fim do mangá. Com isso, especula-se que o anúncio possa envolver um novo OVA, um filme, ou até um projeto complementar que finalize a narrativa de forma completa.

Paralelamente, o universo de My Hero Academia permanecerá ativo com a segunda temporada de My Hero Academia: Vigilantes, que estreia em janeiro de 2026. O spin-off funciona como prelúdio e deve atrair fãs que desejam ampliar o entendimento sobre a construção do mundo e dos heróis.

Prévia do episódio final de My Hero Academia
Imagem: Bones Film.

Data, horário de estreia e onde assistir

O episódio final de My Hero Academia estreia no próximo sábado, dia 13 de dezembro de 2025, na Crunchyroll. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá por volta das 11h15 da manhã (horário de Brasília). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.

Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 13 de dezembro de 2025, no Japão.

  • Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
  • A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.

Além de My Hero Academia, o catálogo inclui títulos consagrados como One PieceNarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do episódio final de My Hero Academia
Imagem: Bones Film.

Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro para esta produção e a outros animes.

Assista à prévia do episódio 1152 de One Piece

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O mais recente episódio de One Piece impactou profundamente os fãs ao entregar dois dos momentos mais surpreendentes de Egghead até agora. No episódio 1151, testemunhamos Bonney despertando o poder de Nika e, finalmente, a entrada em cena do Gigante de Ferro, figura misteriosa apresentada no início do arco e que agora assume papel decisivo na narrativa.

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Com esses acontecimentos explosivos, todas as expectativas se voltam para o episódio 1152, que promete avançar ainda mais rumo ao clímax de Egghead. A boa notícia é que a nova parte da história já tem data e horário confirmados: o episódio 1152 de One Piece estreia em 7 de dezembro, intitulado “Sentimento do Papai e da Mamãe! O Soco da Libertação da Bonney (Soco Nika)!”.

O capítulo será transmitido oficialmente pela Crunchyroll por volta das 12h15 (BRT). Embora a legenda possa sofrer pequenos atrasos, o lançamento está programado para ocorrer no horário habitual. Além disso, dezembro seguirá sem pausas ou episódios especiais, garantindo que a conclusão do arco de Egghead aconteça ainda neste mês.

One Piece: Essa é a prévia do episódio 22 do anime.
(Reprodução)

O que esperar do episódio 1152?

Segundo a prévia oficial, o episódio deve aprofundar a história de Bonney, destacando sua conexão emocional com Kuma e com sua mãe, Ginny. O título indica claramente que veremos Bonney utilizando o poder de Nika para desferir um golpe decisivo contra Saint Jaygarcia Saturn, em um dos momentos mais aguardados pelos fãs.

Paralelamente, a fuga de Luffy, os Chapéus de Palha e os gigantes ganhará destaque, já que Egghead se aproxima rapidamente de seu desfecho. O Gigante de Ferro, Emet, deve assumir papel crucial na evacuação da ilha, reforçando o caráter épico desta fase da história.

Prévia do episódio 1152 de One Piece
Imagem: © Eiichiro Oda/Shueisha/Toei Animation

Onde assistir à prévia do episódio 1152 de One Piece

A prévia completa do episódio 1152 pode ser assistida no início deste artigo ou no canal oficial do anime no YouTube. Para assistir de forma oficial e legal todos os episódios, basta acessar a plataforma Crunchyroll, que detém os direitos de transmissão. Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 07 de dezembro de 2025.

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Além de One Piece, o catálogo inclui títulos consagrados como NarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do episódio 1152 de One Piece
Imagem: © Eiichiro Oda/Shueisha/Toei Animation

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Prévia do episódio 22 do anime Gachiakuta

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O episódio 22 de Gachiakuta visa elevar as tensões entre os Zeladores e os Arruaceiros, especialmente após o retorno surpreendente de Noerde. Agora com uma aparência transformada e poderes renovados, a antagonista se posiciona como uma ameaça ainda maior ao grupo liderado por Rudo. A previsão é de que os acontecimentos deste capítulo sejam decisivos para o futuro da missão dos Zeladores, estabelecendo novos rumos para o conflito principal da temporada.

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O episódio 22 de Gachiakuta será exibido em 8 de dezembro de 2025, às 20h (JST) no canal TBS. Para o público internacional, os horários são: 3h (PST), 6h (EST), 11h (GMT), 12h (CET) e 16h30 (IST). Fora do Japão, a exibição oficial ficará a cargo da Crunchyroll, com lançamento imediato para assinantes Premium e disponibilidade aberta após sete dias para usuários gratuitos.

Gachiakuta: prévia do episódio 22 do anime", cena interessante
(Reprodução)

Recapitulando o episódio 21 de Gachiakuta

O episódio anterior destacou a intensa batalha contra Bundus, um Arruaceiro que utilizava múltiplas próteses como extensão do seu estilo de combate. Cada braço artificial representava uma fase distinta de sua trajetória, tornando o confronto contra os cinco Zeladores em uma demonstração de resistência, adaptação e estratégia.

Durante o combate, Rudo desbloqueou um novo potencial de seu Instrumento Vital. Utilizando a técnica 3R, ele fundiu todas as transformações diárias em um único objeto e transformou sua pistola de pregos em um canhão capaz de disparar projéteis de grande impacto. Enquanto isso, Riyo e Enjin protagonizaram momentos de humor sutis em meio ao caos, reforçando a dinâmica e o vínculo entre os dois personagens.

Outro ponto importante foi a atuação de Zodyl. Sem se envolver diretamente, ele conduziu seu experimento com a barreira usando os Zeladores como cobaias. Sua observação minuciosa indicou que o núcleo do experimento permanece em pleno funcionamento, sugerindo que os planos dos Arruaceiros estão longe de serem revelados por completo.

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© Kei Urana, Hideyoshi Andou and KODANSHA/ GACHIAKUTA Production Committee

O que esperar do episódio 22 de Gachiakuta

A prévia do episódio 22 revela o retorno explosivo de Noerde, agora determinada a eliminar Riyo. Sua nova forma, marcada por cabelos eletrificados e energia pulsante, indica que ela elevou drasticamente seu poder. Riyo parece pronta para enfrentá-la novamente, mas desta vez terá de lidar com uma adversária ainda mais intensa e imprevisível.

Outro ponto de destaque envolve Enjin. Há sinais de que ele pode estar escondendo parte de seu verdadeiro potencial, levantando suspeitas de que novos recursos ou habilidades serão revelados durante o confronto. Além disso, ainda não está claro se a “criatura do lixo” conseguiu atravessar a barreira, um fator que pode alterar completamente o rumo da batalha.

O episódio 22 será fundamental para os Zeladores, que agora enfrentam adversários mais fortes, conflitos internos e as consequências diretas das manipulações de Zodyl. A luta entre Riyo e Noerde pode redefinir o destino do grupo, enquanto novos poderes, revelações e reviravoltas se aproximam.

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© Kei Urana, Hideyoshi Andou and KODANSHA/ GACHIAKUTA Production Committee

Data e horário de estreia

O lançamento do episódio ocorre no próximo domingo, dia 07 de dezembro, na Crunchyroll. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá às 11h30 da manhã (horário de Brasília). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.

  • Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
  • A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.

Além dessa produção do anime, o catálogo inclui títulos consagrados como One PieceNarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

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© Kei Urana, Hideyoshi Andou and KODANSHA/ GACHIAKUTA Production Committee

Aviso de transparência

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CCXP25: Palco Thunder encerra evento com It, Supernatural, Tom & Jerry e Selton Mello

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O Palco Thunder by Claro tv+ encerra a CCXP25 neste domingo, 7 de dezembro, com uma seleção de painéis que mistura nostalgia, novidade e algumas surpresas que ainda estão guardadas. A programação reúne produções que marcaram gerações e estreias que chegam fortes no mercado internacional.

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A manhã começa com clima familiar. O público assiste uma pré-estreia de Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu, animação que deve agradar as crianças e fazer muito adulto sorrir de nostalgia. Logo depois, os fãs de Miraculous ganham uma celebração dos dez anos da franquia, com criador, dubladores e parceiros reunidos no palco. Nosso site citou em primeira mão, quando entrevistamos Angela Cortez, Vice-Presidente de Licenciamento, Varejo e Experiências Latam de Miraculous – As Aventuras de Ladybug (Miraculous Corp).

O dia também marca a homenagem a Selton Mello, que conversa com Marcelo Forlani sobre sua entrada em Hollywood. Ele está no elenco da nova versão de Anaconda, filme da Sony previsto para chegar aos cinemas no Natal. Quem sabe algum ator do elenco, como Paul Rudd ou Jack Black, faça uma aparição surpresa. No telão pode haver uma mensagem ao público, mas aparecer pessoalmente é muito mais épico.

Com capacidade para mais de três mil pessoas, o espaço ainda abre espaço para dois marcos importantes. O Globoplay exibe sua trajetória de dez anos. O dia ainda tem Genndy Tartakovsky, diretor e animador conhecido por trabalhos marcantes como Samurai Jack e estará falando sobre a série Primal. Já os fãs de Supernatural continuam comemorando os vinte anos da série, desta vez com Kathryn Newton apresentando o projeto Road to Hell.

Entre os momentos mais esperados está a presença do elenco de “It: Bem-vindos a Derry“. O spin-off de It: A Coisa ganhou vida em outubro e os convidados Taylour Paige, Chris Chalk, Rudy Mancuso, Andy Muschietti e Barbara Muschietti prometem revelar histórias de bastidores e curiosidades que ainda não vieram à tona. Lembrando que há uma ativação bastante interessante no estande da HBO Max, que os participantes podem ganhar um pin temático com o rosto de PennyWise e o mítico balão vermelho. O ator Bill Skarsgård não está listado como um dos convidados, mas sua aparição seria uma surpresa.

Lista dos horários com os respectivos painéis:

07/12 – CCXP25 Palco Thunder

  • 10h45 – Pré-estreia Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu
  • 12h45Miraculous: Uma Década de Heróis e Novas Aventuras
  • 14h15Sony Pictures e Homenageado do Ano
  • 15h15A Jornada de Primal com Genndy Tartakovsky
  • 16h1510 anos de Globoplay: Toda emoção em um só lugar
  • 17h25CCXP Apresenta: Kathryn Newton
  • 18h00It: Bem-vindos a Derry

Serviço – CCXP25
Data: 04 a 07 de dezembro de 2025
Local: São Paulo Expo, Rod. dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo/SP

Horários
Spoiler Night (acesso restrito): 03/12, das 18h às 21h
Quinta, 04/12: 12h às 21h
Sexta, 05/12: 12h às 21h
Sábado, 06/12: 11h às 21h
Domingo, 07/12: 11h às 20h

Para participar do evento acesse o site oficial para obter seu ingresso.

Review de Call of Duty: Black Ops 7 — uma tentativa não compreendida

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Call of Duty: Black Ops 7, também chamado de Black Ops 7 foi lançado em 14 de novembro de 2025 e representa uma experiência psicodélica para série. Pela primeira vez, a franquia lançou um título apenas um ano após seu antecessor, Call of Duty: Black Ops 6, visando manter a fórmula de sucesso da série, mas incorporando inovações em jogabilidade e modos de jogo. O título está disponível no Xbox Game Pass, e chega a múltiplas plataformas: PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series e PC via Steam.

Apesar de homenagear os títulos anteriores da série, Black Ops 7 busca expandir a experiência com novas mecânicas e modos, mantendo veteranos e atraindo novos jogadores. Entre as novidades, destaca-se uma campanha cooperativa para até quatro jogadores, o retorno do clássico multiplayer e o modo Zombies, agora com mapas maiores e mais dinâmicos. Fique ciente que antes de adentrar em nossa incursão desta review, há outro artigo que aborda essa experiência que Activision coordenada pela Treyarch e demais estúdios buscaram entrega nessa nova aventura. Minha análise a seguir é inteira baseada na versão do console de PlayStation 5.

A campanha de Black Ops 7 se passa logo após os eventos de Black Ops 2 e concentra-se na história de David Mason, filho do protagonista da série original. Diferente de campanhas anteriores, este título explora um tom menos realista e mais futurista, incorporando elementos de passado e futuro através de alucinações provocadas por substâncias dentro da narrativa. Essa abordagem proporciona viagens temporais e experiências surreais, diferenciando a campanha do realismo que caracterizava os títulos anteriores.

RICOCHET Anti-Cheat de Call of Duty: Black Ops 7, com foco em segurança e requisitos de BIOS no PC.
Imagem reprodução/Activision

A narrativa revisita locais icônicos dos dois primeiros Black Ops, trazendo referências que agradam aos fãs veteranos, tanto na campanha quanto no multijogador. Além disso, a história mantém elementos clássicos da franquia, como conflitos pessoais e globais, organizações inimigas e tensão interna entre membros do esquadrão.

Jogabilidade tentando inovar na campanha

Black Ops 7 introduz inovações na movimentação, herdadas e aprimoradas do Black Ops 6. O personagem agora possui movimentação omnidirecional, incluindo corrida agachada, corrida lateral e salto na parede. Essa liberdade é mais explorada no multiplayer, mas está disponível em todos os modos de campanha e endgame.

Outro destaque é a possibilidade de jogar toda a campanha em terceira pessoa, um recurso inédito na série. A mudança de perspectiva é simples, podendo ser feita rapidamente pelo menu ou pelos controles do console. Essa funcionalidade amplia o acesso a jogadores que preferem terceira pessoa sem comprometer a experiência de quem gosta da perspectiva tradicional em primeira pessoa.

Apesar das inovações, a campanha possui limitações importantes. Por ser totalmente online, exige conexão constante, e não é possível jogar com bots. Caso um jogador não tenha amigos disponíveis ou algum membro saia da partida, a equipe fica desfalcada. Além disso, as missões não possuem checkpoints; qualquer queda de conexão ou falha técnica força o reinício da fase, tornando a experiência frustrante em momentos críticos. Mesmo que os diálogos apareçam, você fica se perguntando para onde foi o companheiro de equipe. Principalmente, quando estamos com outros jogadores controlando um desses protagonistas.

Uma coisa que você perceberá que todos são o Mason, mas quando há usuários reais, você observa eles controlando os personagens coadjuvantes, mesmo que não percebam isto.

A inteligência artificial dos inimigos evoluiu positivamente. Eles são mais agressivos, inteligentes e capazes de surpreender o jogador, aumentando a dificuldade de combate. No entanto, a IA dos aliados permanece limitada, e melhorias nesse aspecto teriam equilibrado melhor a experiência cooperativa. Os Npcs são ajudados pelos companheiros quando estão feridos e até carregados, também solicitam munição.

No geral, a campanha é indicada tanto para fãs de longa data quanto para novos jogadores que apreciam narrativas mais experimentais e mecânicas inovadoras.

Multiplayer: evolução e familiaridade

O modo multiplayer mantém a essência dos títulos anteriores, com mapas clássicos e novos, progressão compartilhada entre modos e diversas customizações. A principal novidade é a progressão de equipamentos e armas, agora dividida em níveis e “prospers” que desbloqueiam melhorias graduais, criando profundidade estratégica. Além disso, vantagens híbridas permitem combinações mais flexíveis, ampliando o leque tático durante as partidas.

Apesar de não incluir terceira pessoa no multiplayer, o jogo incentiva a exploração vertical e o uso de movimentos avançados, como o salto na parede, proporcionando maior dinamismo nas partidas. As armas mantêm peso e efeitos sonoros consistentes com os títulos anteriores, e a customização visual continua extensa, oferecendo cores e estilos variados.

A progressão unificada entre campanha, multiplayer e Zombies garante que os jogadores avancem no perfil global independentemente do modo preferido, incentivando a experimentação entre diferentes tipos de gameplay.

Zombies: evolução sem ruptura de Call of Duty: Black Ops 7

O modo Zombies segue a fórmula clássica, mas com mapas maiores e estruturas mais complexas. É possível jogar solo, cooperativo ou em uma perspectiva de visão superior, mais arcade, mantendo o charme e a tradição da série. A campanha de Zombies possui pequenas histórias próprias e elementos colecionáveis, incluindo gomas de matar e outros itens desbloqueáveis tanto nas partidas quanto via passe de batalha.

Também é possível jogar Zombies em terceira pessoa, o que abre espaço para novos jogadores explorarem o modo sem a limitação da perspectiva em primeira pessoa. Com certeza, é sempre um dos mais aguardados por trazer uma ação mais frenética e a que tática fica quase em segundo plano, todos buscando sobreviver.

Endgame: modo “Extração”

Black Ops 7 introduz o modo endgame chamado “Extração”, disponível após a conclusão da campanha. Este modo pode ser jogado solo ou em equipe, oferecendo mini-missões em mapas abertos. Jogadores podem coletar armas e equipamentos e, ao realizar extrações com sucesso, manter os itens para futuras incursões, criando continuidade e incentivo para explorar o conteúdo pós-campanha.

Semelhante à campanha, o modo exige conexão online e funciona como complemento da experiência principal, trazendo desafios adicionais e mecânicas estratégicas inovadoras.

Apesar de ser compatível com gerações anteriores de consoles, os gráficos de Black Ops 7 não representam um salto visual extraordinário. A versão para PlayStation 5, Xbox Series e PC apresenta refinamentos em texturas e iluminação, mas a prioridade continua sendo o desempenho, essencial em um título competitivo.

O áudio mantém alta qualidade, com sons de armas distintos e efeitos que auxiliam a imersão. A trilha sonora é competente, mas não apresenta momentos memoráveis, priorizando sons funcionais e ambientação.


Considerações finais para Call of Duty: Black Ops 7

Call of Duty: Black Ops 7 é uma experiência que para os novatos irá agradar, aos veteranos questionamentos ficam no ar. A campanha cooperativa e a perspectiva em terceira pessoa ampliam o alcance do jogo, enquanto a progressão unificada entre modos incentiva a exploração de todo o conteúdo. Os modos multiplayer e Zombies oferecem familiaridade e evolução, mantendo os fãs engajados.

Alguns pontos negativos incluem a necessidade constante de conexão online, a ausência de bots na campanha e a falta de checkpoints, que podem gerar frustração. A IA dos inimigos evoluiu, mas a dos aliados permanece limitada, e os gráficos não apresentam grande salto visual devido ao suporte para consoles mais antigos.

No conjunto, Black Ops 7 é recomendado para jogadores que buscam uma experiência cooperativa inovadora, fãs da série e novos jogadores dispostos a experimentar mecânicas de terceira pessoa e modos expandidos. Avaliação final: 7/10.


Agradecemos à Activision e à sua assessoria pela chave do jogo para nossa review de Call of Duty: Black Ops 7.

Impacto da venda da Warner Bros para a Netflix para quem vive de afiliados

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Com o anúncio da compra oficial da Netflix pelo conglomerado da Warner Bros., surgiram comentários mistos que me surpreenderam pela negatividade, mais até do que quando a Disney anunciou a compra dos estúdios da 20th Century FOX. Contudo, não é isso que mais me preocupou, pois aquisições sempre existiram e esta não será a última.

Lembro quando era um usuário ativo do MySpace e também dava suporte para os usuários e, nessa época de 2002, até fui entrevistado pela Revista Época para comentar sobre o fenômeno das redes sociais. A própria News Corporation, conglomerado de mídia do qual o grupo Fox fazia parte, liderado por Rupert Murdoch, em julho de 2005 adquiriu esta plataforma por um valor de US$ 580 milhões.

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Pouco tempo depois, o site deixou de ser o que era em sua essência, com uma liberdade única de criar perfis utilizando códigos de CSS e focar em bandas novas que estavam surgindo. Poderia ser leviano ao dizer que a aquisição do MySpace naquele momento foi uma estratégia para segurar os avanços da plataforma, já que músicos que mais tarde seriam consagrados estavam surgindo sem a necessidade de uma gravadora.

Lembrando que, naquele momento, as gravadoras ainda tinham controle sobre o que tocava nas rádios e lucravam muito com esse material. Diferente do panorama atual em 2025, em que muitas fecharam ou tiveram que mudar estratégias e passaram a ganhar com direitos autorais em cima da obra dos artistas em plataformas de vídeos, reivindicando Adsense ao detectar uma música.

Caso parecido aconteceu com o PureVolume. Era um site para a descoberta e promoção de novas músicas e artistas emergentes. Sua missão era oferecer aos artistas uma nova ferramenta de visibilidade. Cada artista tinha um perfil que geralmente continha informações básicas, atualizações, fotos, shows e músicas para streaming. Cresceu tanto que despertou atenção da empresa SpinMedia (anteriormente BuzzMedia), que efetuou sua aquisição. Lembro como se fosse hoje das promessas de adicionar atualizações para os usuários terem uma imersão maior. Seria algo que o Spotify e o Deezer são hoje, algo que nunca implementaram, já que pouco tempo depois o site seria descontinuado com o seu formato original.

Logo, o site simplesmente encerrou suas atividades em 2016 e, pouco tempo depois, retornou com uma nova roupagem. Já não era mais um site de música, mas algo similar ao TMZ, com informações mais voltadas para celebridades e notas curtas, em vez do que era o seu legado. Nessa altura, os fundadores já não faziam mais parte há anos.

Mas o que isso tem a ver com a manchete desta publicação? Simples. A Netflix atualmente deseja ter um alcance maior em outras mídias. O sindicato dos cinemas sabe que a gigante dos streamings possui janelas curtas ou quase inexistentes nos cinemas, no máximo para conseguir concorrer ao Oscar. Ted Sarandos sabe que a pressão do sindicato será grande, mesmo que o dinheiro compre quase tudo no showbiz. Essa é uma discussão que envolve bilhões, mexendo não só com uma empresa, mas com centenas e até milhares.

Será o fim dos programas de afiliados da Warner Bros para o HBO Max?

A empresa conhece seu valor de mercado com suas franquias consagradas e material produzido pelo conjunto da obra. Atualmente, muitas empresas de streaming focam em publicidade por meio de afiliados, que consiste em pagar uma porcentagem para parceiros que consigam levar usuários para seus serviços. Seja por CPC (custo por clique), CPA (custo por aquisição) e outros formatos. Assim vira uma produção bilateral, beneficiando ambos os lados. Essas plataformas conseguiram novos clientes através de sites de notícias e criadores de conteúdo baseados neste tipo de trabalho. É uma parceria mútua extremamente interessante.

Ademais, a HBO Max possui afiliados com diversos canais. Se a Netflix tomar posse, essa opção poderá ser declinada e criar um efeito dominó. Compreendo que o mercado se adapta, mas fontes de renda podem acabar de uma vez por todas. Desde que a gigante do streaming se consolidou e percebeu que recebia propaganda gratuita, ela encerrou esse tipo de promoção em sua plataforma. O mesmo pode ocorrer se a concretização desta negociação for adiante.

Esse futuro monopólio somente alerta não é uma opinião contrária ao acordo, até porque negócios são negócios. Mas fica como alerta aos sites de notícias e criadores de conteúdo para já buscarem outros meios de divulgação para uma renda extra. Afinal, sabemos que a marca do N vermelho possui seu próprio time de divulgação sem aberturas. O que posso supor é que isso pode gerar entre milhões e até bilhões de prejuízo em dólares, se ocorrer um desligamento em escala global.

Isso pode ser um indício. Falando francamente, desejo que o relacionamento que existe atualmente na Warner Bros em relação ao HBO Max com seus parceiros não seja alterado.

Feito isso, haverá uma esperança de os parceiros afiliados terem um momento bilateral em vez de apenas unilateral, quando apenas um lado sai ganhando. Essa transição está somente começando e o governo americano está analisando se cairá na lei antitruste ou se as negociações irão prosseguir.

Artists’ Valley CCXP25: o mundo dos quadrinhos para visitar

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O Artists’ Valley, como estão chamando atualmente no evento, é um local que todos os visitantes devem passar, pois há um mundo dos quadrinhos na CCXP25. Este ano, mais de 400 artistas estão participando, dentre aspirantes buscando reconhecimento na indústria e veteranos convidados. Os colecionadores e aqueles que também adentram em enredos contados nas ilustrações podem viver um momento verdadeiro de emoção e nostalgia.

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Há estilos para todos os gostos e nomes consagrados que em algum momento você leu ou observou em alguma ilustração, seja em licenciamento de marcas, filmes ou séries. Artistas responsáveis por criações ou versões de personagens da DC Comics, Marvel Comics, entre outros, estão presentes. Seja um quadrinista nacional ou internacional, a vibração é sempre positiva para quem visita esta parte.

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Artists' Valley CCXP25: o mundo dos quadrinhos para visitar 20

Entre os nomes conhecidos globalmente estão Chris Bachalo, conhecido por seu traço marcante e por contribuições icônicas em títulos como Doctor Strange (Doutor Estranho), The Amazing Spider-Man, Uncanny X-Men, Generation X e Sandman. J. M. DeMatteis é o nome por trás de clássicos como “A Última Caçada de Kraven”, um dos arcos mais impactantes do Homem-Aranha, e a irreverente fase da Liga da Justiça Internacional, escrita ao lado de Keith Giffen.

Pedro Bandeira, um dos autores mais influentes da literatura infantojuvenil brasileira, ficou consagrado por obras como “A Droga da Obediência”, que inaugurou a série Os Karas, um fenômeno editorial que atravessou gerações. Mike Deodato é vencedor dos prêmios Eisner e Ringo. Ao longo de sua carreira, trabalhou em alguns dos títulos mais icônicos da Marvel Comics, como Os Vingadores, Elektra, O Incrível Hulk, Homem-Aranha e Thor. Este ano, é o homenageado do Artists’ Valley.

John Timms na CCXP25
John Timms artista costa-riquenho com uma carreira de destaque nos quadrinhos e na animação. Indicado ao prêmio GLAAD, Timms agora se une a Jeremy Adams na série regular de Aquaman. Créditos: Rodrigo Fernandes/CCXP25

Muitos outros nomes estão presentes para mostrar seus materiais e também para sessões de autógrafos e fotos. Essa parte é sob consulta, pois alguns podem cobrar. Mas acredito que muitos visitantes possuem interesse em marcar o quadrinho, o livro ou até o pôster ilustrativo para todo sempre.

O fim de semana será quente, sendo sábado o dia mais lotado do evento, que começou na Spoiler Night, na quarta-feira, 3 de dezembro de 2025. Se é fã de quadrinhos (HQs), visite cada box em que estão presentes esses mais de 400 artistas para prestigiar seus trabalhos. Muitos desses personagens avançaram para outras mídias e agora são reconhecidos no cinema, nas séries, filmes, jogos e animações.

Serviço – CCXP25

Datas: 04 a 07 de dezembro de 2025
Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo/SP

Horários de funcionamento:

  • Spoiler Night (exclusivo para Epic Pass, Unlock+CCXP, imprensa e convidados): 03/12, das 18h às 21h
  • Quinta (04/12): 12h às 21h
  • Sexta (05/12): 12h às 21h
  • Sábado (06/12): 11h às 21h
  • Domingo (07/12): 11h às 20h

Os ingressos podem ser adquiridos no site oficial do evento.

Prévia do 10º episódio da 3ª temporada de Spy x Family

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O episódio 10 da terceira temporada de Spy x Family chega como uma continuidade natural após a conclusão do arco do sequestro do ônibus, que combinou tensão, humor e crescimento emocional dos personagens. Com o tom mais leve restabelecido no capítulo anterior, a série volta a explorar as dinâmicas escolares e familiares, colocando Anya, Damian e o cotidiano dos Forger no centro da narrativa.

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A estreia de Spy x Family 10º episódio da 3ª temporada acontece em 6 de dezembro de 2025, às 23h no Japão. A transmissão internacional será simultânea: 6h da manhã (PST) na costa oeste dos EUA, 9h (EST) na costa leste, 14h no Reino Unido (GMT) e 19h30 na Índia (IST). No Brasil, o episódio deve chegar por volta das 12h (horário de Brasília), em plataformas como a Crunchyroll.

Prévia do 10º episódio da 3ª temporada de Spy x Family, momento inusitado
(Divulgação)

Recapitulando o episódio 9

O episódio 9, intitulado Anya, marcou oficialmente o fim do arco do sequestro, destacando a entrega das Estrelas Stella às crianças que se sobressaíram durante a crise. A cerimônia trouxe momentos de reconhecimento e humor, especialmente com a súbita “fama” de Anya entre os colegas.

O capítulo também aprofunda as reações emocionais ao trauma vivido. Anya e Damian compartilham um raro instante de respeito mútuo, enquanto Yor protagoniza uma cena de preocupação intensa ao correr até a escola, revelando o lado mais protetor da família. Outro destaque é o mal-entendido envolvendo Anya, que, ao ouvir os pensamentos da mãe de Damian, acredita que ela está criticando o próprio filho, reforçando tanto a ingenuidade da menina quanto as limitações de seus poderes telepáticos.

Com o retorno à Academia Eden, a atmosfera volta ao humor característico da série. Anya tenta manter sua recém-adquirida popularidade, Becky segue como seu suporte emocional e Damian permanece dividido entre orgulho e gratidão. Esse clima escolar forma a base emocional e narrativa para o episódio seguinte.

Prévia do 10º episódio da 3ª temporada de Spy x Family, comemoração
(Reprodução)

O que esperar do Episódio 10 da Temporada 3

Esse episódio deve aprofundar as relações escolares e as repercussões emocionais dos eventos recentes. A queda da popularidade de Anya promete render novos momentos cômicos, enquanto sua relação com Damian deve avançar com mais nuances de respeito, confusão e rivalidade.

Outro ponto importante é o contraste entre as formas de cuidado de Yor e Loid. Após o incidente, Yor tende a reforçar sua postura superprotetora, enquanto Loid deve retomar sua abordagem estratégica, criando momentos que misturam drama familiar, tensão emocional e espionagem.

Personagens como Becky e Damian também devem ganhar mais destaque. Becky deve manter seu papel de alívio cômico e apoio, enquanto Damian enfrenta seus próprios dilemas internos, equilibrando orgulho, insegurança e novas percepções sobre Anya.

O episódio 10 tem potencial para reforçar o equilíbrio característico de Spy x Family: humor, vínculos pessoais e a complexa missão dos Forger, preparando o terreno para os próximos desdobramentos da temporada.

Prévia do 10º episódio da 3ª temporada de Spy x Family
Imagem: WIT Studio/CloverWorks

Data e horário de estreia

O episódio 10 de Spy x Family estreia no próximo sábado, dia 06 de dezembro. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá às 12h30 (horário de Brasília — BRT). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.

  • Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
  • A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.

Além de Spy x Family, o catálogo inclui títulos consagrados como One PieceJujustsu KaisenNarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do 10º episódio da 3ª temporada de Spy x Family
Imagem: WIT Studio/CloverWorks

Aviso de transparência

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Netflix compra a Warner Bros.: O que isso significa e seus impactos no cinema e no streaming

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O mercado do entretenimento foi surpreendido nesta sexta-feira (5) com a notícia de que a Netflix está em negociações para adquirir a Warner Bros. Discovery, conglomerado que controla DC Studios, HBO, Cartoon Network, Game of Thrones, Harry Potter e diversas outras franquias históricas.

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Com Paramount/Skydance e Comcast fora da disputa, a plataforma de streaming assume a dianteira em uma possível aquisição que, segundo especialistas, pode representar um desastre para o cinema e para a televisão premium.

Netflix compra a Warner Bros, entenda
(Reprodução)

Por que a Netflix comprou a Warner Bros.?

A gigante do streaming, tradicionalmente focada em produções internas e raramente envolvida em grandes aquisições, enfrenta um problema estratégico: falta de franquias próprias realmente valiosas. Com o fim iminente de Stranger Things e o desgaste de Round 6, a empresa se vê diante de um catálogo forte em volume, mas frágil em propriedades intelectuais duradouras.

Mesmo sucessos como Wandinha e Guerreiras do K-Pop não pertencem totalmente à plataforma, projetos ligados a Amazon MGM Television e Sony Pictures Animation, respectivamente. Outras marcas importantes, como Bridgerton e Monstros, reforçam o portfólio, mas ainda estão longe de competir com o poder da Warner.

A Warner Bros., por outro lado, detém:

  • Universo DC (Batman, Superman, Liga da Justiça);
  • Game of Thrones;
  • Harry Potter;
  • Looney Tunes e Cartoon Network;
  • O catálogo da HBO, símbolo de excelência televisiva;
  • Franquias de cinema como O Senhor dos Anéis, It e Mortal Kombat.

Ou seja, trata-se de uma biblioteca de valor cultural incomparável, exatamente o tipo de arsenal que a Netflix deseja para enfrentar concorrentes que vão de Fortnite a TikTok.

Franquias da Warner Bros.
(Reprodução)

Por que a aquisição pode ser um “desastre” para o cinema

Relatórios iniciais indicam que, caso a compra seja aprovada, a Netflix manteria temporariamente os filmes da Warner nos cinemas, apenas como estratégia de apaziguamento. A tendência, segundo analistas, seria reduzir drasticamente a janela de exibição, até torná-la quase simbólica.

Diretores como James Cameron já classificaram o cenário como “desastroso”. A Netflix não vê o cinema como uma experiência artística, mas como um gasto “ineficiente”. A plataforma prioriza lançamentos diretos no streaming, gerando menor impacto cultural e reduzindo o ciclo de vida das produções.

Em 2025, a Warner teve um ano histórico, com:

  • “Uma Batalha Após a Outra” – destaque artístico;
  • “Minecraft – O Filme” – sucesso de bilheteria;
  • “Pecadores” e “A Hora do Mal” – fenômenos criados por Ryan Coogler e Zach Cregger.

Sob a Netflix, esses títulos dividiriam espaço com reality shows e documentários true crime, reduzidos a meros itens em um oceano algorítmico.

Netflix compra a Warner Bros.: O que isso significa e seus impactos no cinema e no streaming
Imagem: Netflix

O risco do desaparecimento do selo HBO

A possível integração da HBO ao catálogo da Netflix representa um dos cenários mais alarmantes para o futuro da televisão de prestígio. Se o impacto no cinema já preocupa especialistas, o desaparecimento do selo HBO seria um golpe ainda mais profundo na produção de séries de alta qualidade.

Enquanto a Netflix privilegia conteúdos voltados ao consumo rápido, maratonas e algoritmos que impulsionam volume, a HBO construiu sua reputação em cima de curadoria rigorosa, impacto cultural e narrativas semanais que respiram, permitindo que cada episódio conquiste espaço na conversa pública.

É esse cuidado que deu origem a obras como Succession, Euphoria, The Wire, The Sopranos, True Detective e Game of Thrones, todas marcadas por profundidade artística e relevância duradoura.

O selo HBO funciona, há décadas, como um símbolo de excelência, um parâmetro de confiança para o público que busca histórias inovadoras e bem elaboradas. Caso fosse absorvido pelo modelo da Netflix, esse padrão de prestígio correria sério risco de desaparecer, diluído em uma plataforma que prioriza quantidade sobre impacto. Mais do que a perda de uma marca, seria a perda de uma filosofia inteira de criação.

Netflix compra a Warner Bros.: O que isso significa e seus impactos no cinema e no streaming
Imagem: HBO Max

Uma ameaça ao ecossistema do entretenimento

Além disso, uma aquisição dessa magnitude ameaça o próprio ecossistema do entretenimento. A concentração de catálogos tão importantes em uma única empresa poderia enfraquecer o cinema como experiência coletiva, diluir o peso de franquias históricas e redirecionar a indústria para um caminho cada vez menos diverso.

A criatividade seria comprimida em fórmulas seguras, o espaço para experimentação diminuiria e produções de alto nível poderiam ser sufocadas pela avalanche de lançamentos que compõem o modelo atual de streaming. No fim, a indústria como um todo perderia força, enquanto o catálogo da Netflix apenas ganharia mais títulos, mas não necessariamente mais relevância, profundidade ou significado.

Omelete Company desiste da compra do Anime Friends: Entenda os motivos e o futuro do evento

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Uma reportagem publicada pela revista VEJA na última segunda-feira (1º) confirmou que o grupo Omelete Company desistiu oficialmente da aquisição de parte do Anime Friends. A negociação, anunciada em dezembro de 2024, previa a compra de mais da metade do evento, mas acabou não avançando para a fase final.

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Segundo Pierre Mantovani, CEO do Omelete Company, as tratativas foram interrompidas após as partes não chegarem a um acordo sobre a gestão e o direcionamento futuro do Anime Friends. A divergência estratégica inviabilizou a continuidade das negociações.

omelete desiste compra anime friends imagem 001
Imagem: CCXP

Como disse Pierre Mantovani na reportagem:

“Para gerir uma empresa você tem que todos os sócios estarem de acordo. E o que a gente queria fazer é diferente do que os sócios atuais do evento queriam. Optamos em desativar a aquisição.”

Quando a possível aquisição veio a público em 2024, ela fazia parte de um plano de expansão da Omelete Company visando atingir R$ 1 bilhão de faturamento até 2030. O grupo é responsável por grandes eventos como a Gamescom Latam e a CCXP, considerada a maior convenção de cultura pop da América Latina e que realizará sua 12ª edição em São Paulo nesse fim de semana.

A CCXP, inclusive, segue uma trajetória de internacionalização. Após edições na Alemanha (2019) e no México (desde 2024), o próximo passo é levar a experiência da marca para a Coreia do Sul, ampliando sua presença global antes de uma futura expansão para os Estados Unidos, o principal polo internacional da cultura pop.

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Imagem: Anime Friends

Em resposta à imprensa, o CEO da Maru Division, Juliano Aniteli, divulgou uma nota afirmando que a não integração com o Omelete ocorreu de forma amigável e reforçando que preservar a essência do Anime Friends sempre foi uma condição indispensável.

Na nota, Juliano Aniteli diz:

“Em respeito ao nosso público, parceiros comerciais e artísticos, informamos que a decisão de não seguir com a integração entre a Maru Division e o Grupo Omelete para a organização do Anime Friends foi tomada de forma amigável, após longas conversas entre os executivos de ambas companhias.

Para nós, da Maru Division, sempre foi um ponto inegociável preservar a essência do Anime Friends, com sua identidade construída ao longo de mais de 20 anos graças ao apoio de uma comunidade de fãs única.

Seguimos motivados para executar os planos para a próxima edição do evento, com o mesmo nível de organização e inovação que imprimimos em cada edição desde 2018, quando assumimos o Anime Friends.

Nas próximas semanas, vamos iniciar nosso cronograma de divulgações, com as atrações que fazem o coração de cada fã bater acelerado no espaço que já é a nossa casa. Estamos preparando uma experiência ainda mais extravagante, do jeitinho que o público do Anime Friends merece.”

O Anime Friends é hoje o maior evento voltado majoritariamente à cultura pop japonesa na América Latina. Realizado em São Paulo desde 2003, inicialmente sob organização da Yamato, o festival passou para a administração da Maru Division em 2018. A edição de 2025 atingiu um novo recorde de público, reunindo 150 mil visitantes ao longo de quatro dias. O próximo evento já tem data confirmada: 2 a 5 de julho de 2026.

Sabemos que administrar eventos culturais é um grande desafio. Estamos monitorando o futuro do evento, e atualizações serão publicadas em nosso site. A verdade é que, embora a decisão tenha pegado os participantes de surpresa, muitos visitantes preferem um formato mais focado na cultura asiática, em vez de expandir para outros gêneros.

Prévia do episódio final de My Hero Academia

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O anime My Hero Academia (Boku no Hero) está oficialmente entrando em sua reta final após nove anos de exibição, e os fãs receberam o primeiro vislumbre do desfecho com um teaser dedicado ao último episódio da série.

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A produção, baseada na obra de Kohei Horikoshi, teve sua conclusão no mangá publicada na Weekly Shonen Jump no ano passado, deixando a comunidade ansiosa para descobrir como o estúdio adaptaria o encerramento na TV. Agora, com a temporada final, a história de Izuku Midoriya e dos jovens heróis chega ao seu capítulo final.

O episódio derradeiro será exibido após um capítulo que consolidou o clima emocional pós-guerra. Deku e seus colegas enfrentam as consequências do confronto contra os vilões, lidando com perdas, amadurecimento e reflexões que sintetizam um ano escolar extremamente traumático. À medida que buscam forças para seguir em frente, o público se prepara para testemunhar a conclusão definitiva desse marco do gênero shonen. O teaser liberado antecipa esse tom melancólico e simbólico.

Prévia do episódio final de My Hero Academia, cena impactante
(Reprodução)

Quando estreia o episódio final de My Hero Academia?

O episódio final de My Hero Academia estreia no dia 13 de dezembro, no Japão, com transmissão internacional simultânea pela Crunchyroll. Intitulado simplesmente “My Hero Academia”, o capítulo apresenta uma sinopse intencionalmente vaga, destacando apenas que:

“Minha história chega ao fim, junto com a chama de One For All. Sim, esta é a história de como nos tornamos os maiores heróis. Nossa jornada continuará a partir daqui.”

A descrição reforça que o desfecho deve ser mais emocional do que explosivo, focado no legado dos personagens em vez de grandes batalhas.

Prévia do episódio final de My Hero Academia
Imagem: Bones Film.

O que esperar da franquia após o final do anime?

Embora o anime principal esteja se despedindo, My Hero Academia ainda não encerrou sua trajetória. A série terá um painel especial no evento Jump Festa 2026, nos dias 20 e 21 de dezembro, no Japão. Além de celebrar a década da adaptação, foi confirmado que um anúncio “Plus Ultra” será feito após o episódio final, indicando que novos projetos estão em desenvolvimento.

A possibilidade mais comentada é que o anime não adaptará o epílogo estendido escrito por Horikoshi após o fim do mangá. Com isso, especula-se que o anúncio possa envolver um novo OVA, um filme, ou até um projeto complementar que finalize a narrativa de forma completa.

Paralelamente, o universo de My Hero Academia permanecerá ativo com a segunda temporada de My Hero Academia: Vigilantes, que estreia em janeiro de 2026. O spin-off funciona como prelúdio e deve atrair fãs que desejam ampliar o entendimento sobre a construção do mundo e dos heróis.

Prévia do episódio final de My Hero Academia
Imagem: Bones Film.

Data, horário de estreia e onde assistir

O episódio final de My Hero Academia estreia no próximo sábado, dia 13 de dezembro de 2025, na Crunchyroll. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá por volta das 11h15 da manhã (horário de Brasília). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.

Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 13 de dezembro de 2025, no Japão.

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Além de My Hero Academia, o catálogo inclui títulos consagrados como One PieceNarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do episódio final de My Hero Academia
Imagem: Bones Film.

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Assista à prévia do episódio 1152 de One Piece

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O mais recente episódio de One Piece impactou profundamente os fãs ao entregar dois dos momentos mais surpreendentes de Egghead até agora. No episódio 1151, testemunhamos Bonney despertando o poder de Nika e, finalmente, a entrada em cena do Gigante de Ferro, figura misteriosa apresentada no início do arco e que agora assume papel decisivo na narrativa.

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Com esses acontecimentos explosivos, todas as expectativas se voltam para o episódio 1152, que promete avançar ainda mais rumo ao clímax de Egghead. A boa notícia é que a nova parte da história já tem data e horário confirmados: o episódio 1152 de One Piece estreia em 7 de dezembro, intitulado “Sentimento do Papai e da Mamãe! O Soco da Libertação da Bonney (Soco Nika)!”.

O capítulo será transmitido oficialmente pela Crunchyroll por volta das 12h15 (BRT). Embora a legenda possa sofrer pequenos atrasos, o lançamento está programado para ocorrer no horário habitual. Além disso, dezembro seguirá sem pausas ou episódios especiais, garantindo que a conclusão do arco de Egghead aconteça ainda neste mês.

One Piece: Essa é a prévia do episódio 22 do anime.
(Reprodução)

O que esperar do episódio 1152?

Segundo a prévia oficial, o episódio deve aprofundar a história de Bonney, destacando sua conexão emocional com Kuma e com sua mãe, Ginny. O título indica claramente que veremos Bonney utilizando o poder de Nika para desferir um golpe decisivo contra Saint Jaygarcia Saturn, em um dos momentos mais aguardados pelos fãs.

Paralelamente, a fuga de Luffy, os Chapéus de Palha e os gigantes ganhará destaque, já que Egghead se aproxima rapidamente de seu desfecho. O Gigante de Ferro, Emet, deve assumir papel crucial na evacuação da ilha, reforçando o caráter épico desta fase da história.

Prévia do episódio 1152 de One Piece
Imagem: © Eiichiro Oda/Shueisha/Toei Animation

Onde assistir à prévia do episódio 1152 de One Piece

A prévia completa do episódio 1152 pode ser assistida no início deste artigo ou no canal oficial do anime no YouTube. Para assistir de forma oficial e legal todos os episódios, basta acessar a plataforma Crunchyroll, que detém os direitos de transmissão. Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 07 de dezembro de 2025.

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Além de One Piece, o catálogo inclui títulos consagrados como NarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do episódio 1152 de One Piece
Imagem: © Eiichiro Oda/Shueisha/Toei Animation

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Prévia do episódio 22 do anime Gachiakuta

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O episódio 22 de Gachiakuta visa elevar as tensões entre os Zeladores e os Arruaceiros, especialmente após o retorno surpreendente de Noerde. Agora com uma aparência transformada e poderes renovados, a antagonista se posiciona como uma ameaça ainda maior ao grupo liderado por Rudo. A previsão é de que os acontecimentos deste capítulo sejam decisivos para o futuro da missão dos Zeladores, estabelecendo novos rumos para o conflito principal da temporada.

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O episódio 22 de Gachiakuta será exibido em 8 de dezembro de 2025, às 20h (JST) no canal TBS. Para o público internacional, os horários são: 3h (PST), 6h (EST), 11h (GMT), 12h (CET) e 16h30 (IST). Fora do Japão, a exibição oficial ficará a cargo da Crunchyroll, com lançamento imediato para assinantes Premium e disponibilidade aberta após sete dias para usuários gratuitos.

Gachiakuta: prévia do episódio 22 do anime", cena interessante
(Reprodução)

Recapitulando o episódio 21 de Gachiakuta

O episódio anterior destacou a intensa batalha contra Bundus, um Arruaceiro que utilizava múltiplas próteses como extensão do seu estilo de combate. Cada braço artificial representava uma fase distinta de sua trajetória, tornando o confronto contra os cinco Zeladores em uma demonstração de resistência, adaptação e estratégia.

Durante o combate, Rudo desbloqueou um novo potencial de seu Instrumento Vital. Utilizando a técnica 3R, ele fundiu todas as transformações diárias em um único objeto e transformou sua pistola de pregos em um canhão capaz de disparar projéteis de grande impacto. Enquanto isso, Riyo e Enjin protagonizaram momentos de humor sutis em meio ao caos, reforçando a dinâmica e o vínculo entre os dois personagens.

Outro ponto importante foi a atuação de Zodyl. Sem se envolver diretamente, ele conduziu seu experimento com a barreira usando os Zeladores como cobaias. Sua observação minuciosa indicou que o núcleo do experimento permanece em pleno funcionamento, sugerindo que os planos dos Arruaceiros estão longe de serem revelados por completo.

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© Kei Urana, Hideyoshi Andou and KODANSHA/ GACHIAKUTA Production Committee

O que esperar do episódio 22 de Gachiakuta

A prévia do episódio 22 revela o retorno explosivo de Noerde, agora determinada a eliminar Riyo. Sua nova forma, marcada por cabelos eletrificados e energia pulsante, indica que ela elevou drasticamente seu poder. Riyo parece pronta para enfrentá-la novamente, mas desta vez terá de lidar com uma adversária ainda mais intensa e imprevisível.

Outro ponto de destaque envolve Enjin. Há sinais de que ele pode estar escondendo parte de seu verdadeiro potencial, levantando suspeitas de que novos recursos ou habilidades serão revelados durante o confronto. Além disso, ainda não está claro se a “criatura do lixo” conseguiu atravessar a barreira, um fator que pode alterar completamente o rumo da batalha.

O episódio 22 será fundamental para os Zeladores, que agora enfrentam adversários mais fortes, conflitos internos e as consequências diretas das manipulações de Zodyl. A luta entre Riyo e Noerde pode redefinir o destino do grupo, enquanto novos poderes, revelações e reviravoltas se aproximam.

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© Kei Urana, Hideyoshi Andou and KODANSHA/ GACHIAKUTA Production Committee

Data e horário de estreia

O lançamento do episódio ocorre no próximo domingo, dia 07 de dezembro, na Crunchyroll. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá às 11h30 da manhã (horário de Brasília). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.

  • Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
  • A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.

Além dessa produção do anime, o catálogo inclui títulos consagrados como One PieceNarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

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© Kei Urana, Hideyoshi Andou and KODANSHA/ GACHIAKUTA Production Committee

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CCXP25: Palco Thunder encerra evento com It, Supernatural, Tom & Jerry e Selton Mello

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O Palco Thunder by Claro tv+ encerra a CCXP25 neste domingo, 7 de dezembro, com uma seleção de painéis que mistura nostalgia, novidade e algumas surpresas que ainda estão guardadas. A programação reúne produções que marcaram gerações e estreias que chegam fortes no mercado internacional.

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A manhã começa com clima familiar. O público assiste uma pré-estreia de Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu, animação que deve agradar as crianças e fazer muito adulto sorrir de nostalgia. Logo depois, os fãs de Miraculous ganham uma celebração dos dez anos da franquia, com criador, dubladores e parceiros reunidos no palco. Nosso site citou em primeira mão, quando entrevistamos Angela Cortez, Vice-Presidente de Licenciamento, Varejo e Experiências Latam de Miraculous – As Aventuras de Ladybug (Miraculous Corp).

O dia também marca a homenagem a Selton Mello, que conversa com Marcelo Forlani sobre sua entrada em Hollywood. Ele está no elenco da nova versão de Anaconda, filme da Sony previsto para chegar aos cinemas no Natal. Quem sabe algum ator do elenco, como Paul Rudd ou Jack Black, faça uma aparição surpresa. No telão pode haver uma mensagem ao público, mas aparecer pessoalmente é muito mais épico.

Com capacidade para mais de três mil pessoas, o espaço ainda abre espaço para dois marcos importantes. O Globoplay exibe sua trajetória de dez anos. O dia ainda tem Genndy Tartakovsky, diretor e animador conhecido por trabalhos marcantes como Samurai Jack e estará falando sobre a série Primal. Já os fãs de Supernatural continuam comemorando os vinte anos da série, desta vez com Kathryn Newton apresentando o projeto Road to Hell.

Entre os momentos mais esperados está a presença do elenco de “It: Bem-vindos a Derry“. O spin-off de It: A Coisa ganhou vida em outubro e os convidados Taylour Paige, Chris Chalk, Rudy Mancuso, Andy Muschietti e Barbara Muschietti prometem revelar histórias de bastidores e curiosidades que ainda não vieram à tona. Lembrando que há uma ativação bastante interessante no estande da HBO Max, que os participantes podem ganhar um pin temático com o rosto de PennyWise e o mítico balão vermelho. O ator Bill Skarsgård não está listado como um dos convidados, mas sua aparição seria uma surpresa.

Lista dos horários com os respectivos painéis:

07/12 – CCXP25 Palco Thunder

  • 10h45 – Pré-estreia Tom & Jerry: Uma Aventura no Museu
  • 12h45Miraculous: Uma Década de Heróis e Novas Aventuras
  • 14h15Sony Pictures e Homenageado do Ano
  • 15h15A Jornada de Primal com Genndy Tartakovsky
  • 16h1510 anos de Globoplay: Toda emoção em um só lugar
  • 17h25CCXP Apresenta: Kathryn Newton
  • 18h00It: Bem-vindos a Derry

Serviço – CCXP25
Data: 04 a 07 de dezembro de 2025
Local: São Paulo Expo, Rod. dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo/SP

Horários
Spoiler Night (acesso restrito): 03/12, das 18h às 21h
Quinta, 04/12: 12h às 21h
Sexta, 05/12: 12h às 21h
Sábado, 06/12: 11h às 21h
Domingo, 07/12: 11h às 20h

Para participar do evento acesse o site oficial para obter seu ingresso.

Review de Call of Duty: Black Ops 7 — uma tentativa não compreendida

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Call of Duty: Black Ops 7, também chamado de Black Ops 7 foi lançado em 14 de novembro de 2025 e representa uma experiência psicodélica para série. Pela primeira vez, a franquia lançou um título apenas um ano após seu antecessor, Call of Duty: Black Ops 6, visando manter a fórmula de sucesso da série, mas incorporando inovações em jogabilidade e modos de jogo. O título está disponível no Xbox Game Pass, e chega a múltiplas plataformas: PlayStation 4, PlayStation 5, Xbox One, Xbox Series e PC via Steam.

Apesar de homenagear os títulos anteriores da série, Black Ops 7 busca expandir a experiência com novas mecânicas e modos, mantendo veteranos e atraindo novos jogadores. Entre as novidades, destaca-se uma campanha cooperativa para até quatro jogadores, o retorno do clássico multiplayer e o modo Zombies, agora com mapas maiores e mais dinâmicos. Fique ciente que antes de adentrar em nossa incursão desta review, há outro artigo que aborda essa experiência que Activision coordenada pela Treyarch e demais estúdios buscaram entrega nessa nova aventura. Minha análise a seguir é inteira baseada na versão do console de PlayStation 5.

A campanha de Black Ops 7 se passa logo após os eventos de Black Ops 2 e concentra-se na história de David Mason, filho do protagonista da série original. Diferente de campanhas anteriores, este título explora um tom menos realista e mais futurista, incorporando elementos de passado e futuro através de alucinações provocadas por substâncias dentro da narrativa. Essa abordagem proporciona viagens temporais e experiências surreais, diferenciando a campanha do realismo que caracterizava os títulos anteriores.

RICOCHET Anti-Cheat de Call of Duty: Black Ops 7, com foco em segurança e requisitos de BIOS no PC.
Imagem reprodução/Activision

A narrativa revisita locais icônicos dos dois primeiros Black Ops, trazendo referências que agradam aos fãs veteranos, tanto na campanha quanto no multijogador. Além disso, a história mantém elementos clássicos da franquia, como conflitos pessoais e globais, organizações inimigas e tensão interna entre membros do esquadrão.

Jogabilidade tentando inovar na campanha

Black Ops 7 introduz inovações na movimentação, herdadas e aprimoradas do Black Ops 6. O personagem agora possui movimentação omnidirecional, incluindo corrida agachada, corrida lateral e salto na parede. Essa liberdade é mais explorada no multiplayer, mas está disponível em todos os modos de campanha e endgame.

Outro destaque é a possibilidade de jogar toda a campanha em terceira pessoa, um recurso inédito na série. A mudança de perspectiva é simples, podendo ser feita rapidamente pelo menu ou pelos controles do console. Essa funcionalidade amplia o acesso a jogadores que preferem terceira pessoa sem comprometer a experiência de quem gosta da perspectiva tradicional em primeira pessoa.

Apesar das inovações, a campanha possui limitações importantes. Por ser totalmente online, exige conexão constante, e não é possível jogar com bots. Caso um jogador não tenha amigos disponíveis ou algum membro saia da partida, a equipe fica desfalcada. Além disso, as missões não possuem checkpoints; qualquer queda de conexão ou falha técnica força o reinício da fase, tornando a experiência frustrante em momentos críticos. Mesmo que os diálogos apareçam, você fica se perguntando para onde foi o companheiro de equipe. Principalmente, quando estamos com outros jogadores controlando um desses protagonistas.

Uma coisa que você perceberá que todos são o Mason, mas quando há usuários reais, você observa eles controlando os personagens coadjuvantes, mesmo que não percebam isto.

A inteligência artificial dos inimigos evoluiu positivamente. Eles são mais agressivos, inteligentes e capazes de surpreender o jogador, aumentando a dificuldade de combate. No entanto, a IA dos aliados permanece limitada, e melhorias nesse aspecto teriam equilibrado melhor a experiência cooperativa. Os Npcs são ajudados pelos companheiros quando estão feridos e até carregados, também solicitam munição.

No geral, a campanha é indicada tanto para fãs de longa data quanto para novos jogadores que apreciam narrativas mais experimentais e mecânicas inovadoras.

Multiplayer: evolução e familiaridade

O modo multiplayer mantém a essência dos títulos anteriores, com mapas clássicos e novos, progressão compartilhada entre modos e diversas customizações. A principal novidade é a progressão de equipamentos e armas, agora dividida em níveis e “prospers” que desbloqueiam melhorias graduais, criando profundidade estratégica. Além disso, vantagens híbridas permitem combinações mais flexíveis, ampliando o leque tático durante as partidas.

Apesar de não incluir terceira pessoa no multiplayer, o jogo incentiva a exploração vertical e o uso de movimentos avançados, como o salto na parede, proporcionando maior dinamismo nas partidas. As armas mantêm peso e efeitos sonoros consistentes com os títulos anteriores, e a customização visual continua extensa, oferecendo cores e estilos variados.

A progressão unificada entre campanha, multiplayer e Zombies garante que os jogadores avancem no perfil global independentemente do modo preferido, incentivando a experimentação entre diferentes tipos de gameplay.

Zombies: evolução sem ruptura de Call of Duty: Black Ops 7

O modo Zombies segue a fórmula clássica, mas com mapas maiores e estruturas mais complexas. É possível jogar solo, cooperativo ou em uma perspectiva de visão superior, mais arcade, mantendo o charme e a tradição da série. A campanha de Zombies possui pequenas histórias próprias e elementos colecionáveis, incluindo gomas de matar e outros itens desbloqueáveis tanto nas partidas quanto via passe de batalha.

Também é possível jogar Zombies em terceira pessoa, o que abre espaço para novos jogadores explorarem o modo sem a limitação da perspectiva em primeira pessoa. Com certeza, é sempre um dos mais aguardados por trazer uma ação mais frenética e a que tática fica quase em segundo plano, todos buscando sobreviver.

Endgame: modo “Extração”

Black Ops 7 introduz o modo endgame chamado “Extração”, disponível após a conclusão da campanha. Este modo pode ser jogado solo ou em equipe, oferecendo mini-missões em mapas abertos. Jogadores podem coletar armas e equipamentos e, ao realizar extrações com sucesso, manter os itens para futuras incursões, criando continuidade e incentivo para explorar o conteúdo pós-campanha.

Semelhante à campanha, o modo exige conexão online e funciona como complemento da experiência principal, trazendo desafios adicionais e mecânicas estratégicas inovadoras.

Apesar de ser compatível com gerações anteriores de consoles, os gráficos de Black Ops 7 não representam um salto visual extraordinário. A versão para PlayStation 5, Xbox Series e PC apresenta refinamentos em texturas e iluminação, mas a prioridade continua sendo o desempenho, essencial em um título competitivo.

O áudio mantém alta qualidade, com sons de armas distintos e efeitos que auxiliam a imersão. A trilha sonora é competente, mas não apresenta momentos memoráveis, priorizando sons funcionais e ambientação.


Considerações finais para Call of Duty: Black Ops 7

Call of Duty: Black Ops 7 é uma experiência que para os novatos irá agradar, aos veteranos questionamentos ficam no ar. A campanha cooperativa e a perspectiva em terceira pessoa ampliam o alcance do jogo, enquanto a progressão unificada entre modos incentiva a exploração de todo o conteúdo. Os modos multiplayer e Zombies oferecem familiaridade e evolução, mantendo os fãs engajados.

Alguns pontos negativos incluem a necessidade constante de conexão online, a ausência de bots na campanha e a falta de checkpoints, que podem gerar frustração. A IA dos inimigos evoluiu, mas a dos aliados permanece limitada, e os gráficos não apresentam grande salto visual devido ao suporte para consoles mais antigos.

No conjunto, Black Ops 7 é recomendado para jogadores que buscam uma experiência cooperativa inovadora, fãs da série e novos jogadores dispostos a experimentar mecânicas de terceira pessoa e modos expandidos. Avaliação final: 7/10.


Agradecemos à Activision e à sua assessoria pela chave do jogo para nossa review de Call of Duty: Black Ops 7.

Impacto da venda da Warner Bros para a Netflix para quem vive de afiliados

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Com o anúncio da compra oficial da Netflix pelo conglomerado da Warner Bros., surgiram comentários mistos que me surpreenderam pela negatividade, mais até do que quando a Disney anunciou a compra dos estúdios da 20th Century FOX. Contudo, não é isso que mais me preocupou, pois aquisições sempre existiram e esta não será a última.

Lembro quando era um usuário ativo do MySpace e também dava suporte para os usuários e, nessa época de 2002, até fui entrevistado pela Revista Época para comentar sobre o fenômeno das redes sociais. A própria News Corporation, conglomerado de mídia do qual o grupo Fox fazia parte, liderado por Rupert Murdoch, em julho de 2005 adquiriu esta plataforma por um valor de US$ 580 milhões.

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Pouco tempo depois, o site deixou de ser o que era em sua essência, com uma liberdade única de criar perfis utilizando códigos de CSS e focar em bandas novas que estavam surgindo. Poderia ser leviano ao dizer que a aquisição do MySpace naquele momento foi uma estratégia para segurar os avanços da plataforma, já que músicos que mais tarde seriam consagrados estavam surgindo sem a necessidade de uma gravadora.

Lembrando que, naquele momento, as gravadoras ainda tinham controle sobre o que tocava nas rádios e lucravam muito com esse material. Diferente do panorama atual em 2025, em que muitas fecharam ou tiveram que mudar estratégias e passaram a ganhar com direitos autorais em cima da obra dos artistas em plataformas de vídeos, reivindicando Adsense ao detectar uma música.

Caso parecido aconteceu com o PureVolume. Era um site para a descoberta e promoção de novas músicas e artistas emergentes. Sua missão era oferecer aos artistas uma nova ferramenta de visibilidade. Cada artista tinha um perfil que geralmente continha informações básicas, atualizações, fotos, shows e músicas para streaming. Cresceu tanto que despertou atenção da empresa SpinMedia (anteriormente BuzzMedia), que efetuou sua aquisição. Lembro como se fosse hoje das promessas de adicionar atualizações para os usuários terem uma imersão maior. Seria algo que o Spotify e o Deezer são hoje, algo que nunca implementaram, já que pouco tempo depois o site seria descontinuado com o seu formato original.

Logo, o site simplesmente encerrou suas atividades em 2016 e, pouco tempo depois, retornou com uma nova roupagem. Já não era mais um site de música, mas algo similar ao TMZ, com informações mais voltadas para celebridades e notas curtas, em vez do que era o seu legado. Nessa altura, os fundadores já não faziam mais parte há anos.

Mas o que isso tem a ver com a manchete desta publicação? Simples. A Netflix atualmente deseja ter um alcance maior em outras mídias. O sindicato dos cinemas sabe que a gigante dos streamings possui janelas curtas ou quase inexistentes nos cinemas, no máximo para conseguir concorrer ao Oscar. Ted Sarandos sabe que a pressão do sindicato será grande, mesmo que o dinheiro compre quase tudo no showbiz. Essa é uma discussão que envolve bilhões, mexendo não só com uma empresa, mas com centenas e até milhares.

Será o fim dos programas de afiliados da Warner Bros para o HBO Max?

A empresa conhece seu valor de mercado com suas franquias consagradas e material produzido pelo conjunto da obra. Atualmente, muitas empresas de streaming focam em publicidade por meio de afiliados, que consiste em pagar uma porcentagem para parceiros que consigam levar usuários para seus serviços. Seja por CPC (custo por clique), CPA (custo por aquisição) e outros formatos. Assim vira uma produção bilateral, beneficiando ambos os lados. Essas plataformas conseguiram novos clientes através de sites de notícias e criadores de conteúdo baseados neste tipo de trabalho. É uma parceria mútua extremamente interessante.

Ademais, a HBO Max possui afiliados com diversos canais. Se a Netflix tomar posse, essa opção poderá ser declinada e criar um efeito dominó. Compreendo que o mercado se adapta, mas fontes de renda podem acabar de uma vez por todas. Desde que a gigante do streaming se consolidou e percebeu que recebia propaganda gratuita, ela encerrou esse tipo de promoção em sua plataforma. O mesmo pode ocorrer se a concretização desta negociação for adiante.

Esse futuro monopólio somente alerta não é uma opinião contrária ao acordo, até porque negócios são negócios. Mas fica como alerta aos sites de notícias e criadores de conteúdo para já buscarem outros meios de divulgação para uma renda extra. Afinal, sabemos que a marca do N vermelho possui seu próprio time de divulgação sem aberturas. O que posso supor é que isso pode gerar entre milhões e até bilhões de prejuízo em dólares, se ocorrer um desligamento em escala global.

Isso pode ser um indício. Falando francamente, desejo que o relacionamento que existe atualmente na Warner Bros em relação ao HBO Max com seus parceiros não seja alterado.

Feito isso, haverá uma esperança de os parceiros afiliados terem um momento bilateral em vez de apenas unilateral, quando apenas um lado sai ganhando. Essa transição está somente começando e o governo americano está analisando se cairá na lei antitruste ou se as negociações irão prosseguir.

Artists’ Valley CCXP25: o mundo dos quadrinhos para visitar

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O Artists’ Valley, como estão chamando atualmente no evento, é um local que todos os visitantes devem passar, pois há um mundo dos quadrinhos na CCXP25. Este ano, mais de 400 artistas estão participando, dentre aspirantes buscando reconhecimento na indústria e veteranos convidados. Os colecionadores e aqueles que também adentram em enredos contados nas ilustrações podem viver um momento verdadeiro de emoção e nostalgia.

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Há estilos para todos os gostos e nomes consagrados que em algum momento você leu ou observou em alguma ilustração, seja em licenciamento de marcas, filmes ou séries. Artistas responsáveis por criações ou versões de personagens da DC Comics, Marvel Comics, entre outros, estão presentes. Seja um quadrinista nacional ou internacional, a vibração é sempre positiva para quem visita esta parte.

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Artists' Valley CCXP25: o mundo dos quadrinhos para visitar 50

Entre os nomes conhecidos globalmente estão Chris Bachalo, conhecido por seu traço marcante e por contribuições icônicas em títulos como Doctor Strange (Doutor Estranho), The Amazing Spider-Man, Uncanny X-Men, Generation X e Sandman. J. M. DeMatteis é o nome por trás de clássicos como “A Última Caçada de Kraven”, um dos arcos mais impactantes do Homem-Aranha, e a irreverente fase da Liga da Justiça Internacional, escrita ao lado de Keith Giffen.

Pedro Bandeira, um dos autores mais influentes da literatura infantojuvenil brasileira, ficou consagrado por obras como “A Droga da Obediência”, que inaugurou a série Os Karas, um fenômeno editorial que atravessou gerações. Mike Deodato é vencedor dos prêmios Eisner e Ringo. Ao longo de sua carreira, trabalhou em alguns dos títulos mais icônicos da Marvel Comics, como Os Vingadores, Elektra, O Incrível Hulk, Homem-Aranha e Thor. Este ano, é o homenageado do Artists’ Valley.

John Timms na CCXP25
John Timms artista costa-riquenho com uma carreira de destaque nos quadrinhos e na animação. Indicado ao prêmio GLAAD, Timms agora se une a Jeremy Adams na série regular de Aquaman. Créditos: Rodrigo Fernandes/CCXP25

Muitos outros nomes estão presentes para mostrar seus materiais e também para sessões de autógrafos e fotos. Essa parte é sob consulta, pois alguns podem cobrar. Mas acredito que muitos visitantes possuem interesse em marcar o quadrinho, o livro ou até o pôster ilustrativo para todo sempre.

O fim de semana será quente, sendo sábado o dia mais lotado do evento, que começou na Spoiler Night, na quarta-feira, 3 de dezembro de 2025. Se é fã de quadrinhos (HQs), visite cada box em que estão presentes esses mais de 400 artistas para prestigiar seus trabalhos. Muitos desses personagens avançaram para outras mídias e agora são reconhecidos no cinema, nas séries, filmes, jogos e animações.

Serviço – CCXP25

Datas: 04 a 07 de dezembro de 2025
Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes, KM 1,5 – São Paulo/SP

Horários de funcionamento:

  • Spoiler Night (exclusivo para Epic Pass, Unlock+CCXP, imprensa e convidados): 03/12, das 18h às 21h
  • Quinta (04/12): 12h às 21h
  • Sexta (05/12): 12h às 21h
  • Sábado (06/12): 11h às 21h
  • Domingo (07/12): 11h às 20h

Os ingressos podem ser adquiridos no site oficial do evento.

Prévia do 10º episódio da 3ª temporada de Spy x Family

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O episódio 10 da terceira temporada de Spy x Family chega como uma continuidade natural após a conclusão do arco do sequestro do ônibus, que combinou tensão, humor e crescimento emocional dos personagens. Com o tom mais leve restabelecido no capítulo anterior, a série volta a explorar as dinâmicas escolares e familiares, colocando Anya, Damian e o cotidiano dos Forger no centro da narrativa.

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A estreia de Spy x Family 10º episódio da 3ª temporada acontece em 6 de dezembro de 2025, às 23h no Japão. A transmissão internacional será simultânea: 6h da manhã (PST) na costa oeste dos EUA, 9h (EST) na costa leste, 14h no Reino Unido (GMT) e 19h30 na Índia (IST). No Brasil, o episódio deve chegar por volta das 12h (horário de Brasília), em plataformas como a Crunchyroll.

Prévia do 10º episódio da 3ª temporada de Spy x Family, momento inusitado
(Divulgação)

Recapitulando o episódio 9

O episódio 9, intitulado Anya, marcou oficialmente o fim do arco do sequestro, destacando a entrega das Estrelas Stella às crianças que se sobressaíram durante a crise. A cerimônia trouxe momentos de reconhecimento e humor, especialmente com a súbita “fama” de Anya entre os colegas.

O capítulo também aprofunda as reações emocionais ao trauma vivido. Anya e Damian compartilham um raro instante de respeito mútuo, enquanto Yor protagoniza uma cena de preocupação intensa ao correr até a escola, revelando o lado mais protetor da família. Outro destaque é o mal-entendido envolvendo Anya, que, ao ouvir os pensamentos da mãe de Damian, acredita que ela está criticando o próprio filho, reforçando tanto a ingenuidade da menina quanto as limitações de seus poderes telepáticos.

Com o retorno à Academia Eden, a atmosfera volta ao humor característico da série. Anya tenta manter sua recém-adquirida popularidade, Becky segue como seu suporte emocional e Damian permanece dividido entre orgulho e gratidão. Esse clima escolar forma a base emocional e narrativa para o episódio seguinte.

Prévia do 10º episódio da 3ª temporada de Spy x Family, comemoração
(Reprodução)

O que esperar do Episódio 10 da Temporada 3

Esse episódio deve aprofundar as relações escolares e as repercussões emocionais dos eventos recentes. A queda da popularidade de Anya promete render novos momentos cômicos, enquanto sua relação com Damian deve avançar com mais nuances de respeito, confusão e rivalidade.

Outro ponto importante é o contraste entre as formas de cuidado de Yor e Loid. Após o incidente, Yor tende a reforçar sua postura superprotetora, enquanto Loid deve retomar sua abordagem estratégica, criando momentos que misturam drama familiar, tensão emocional e espionagem.

Personagens como Becky e Damian também devem ganhar mais destaque. Becky deve manter seu papel de alívio cômico e apoio, enquanto Damian enfrenta seus próprios dilemas internos, equilibrando orgulho, insegurança e novas percepções sobre Anya.

O episódio 10 tem potencial para reforçar o equilíbrio característico de Spy x Family: humor, vínculos pessoais e a complexa missão dos Forger, preparando o terreno para os próximos desdobramentos da temporada.

Prévia do 10º episódio da 3ª temporada de Spy x Family
Imagem: WIT Studio/CloverWorks

Data e horário de estreia

O episódio 10 de Spy x Family estreia no próximo sábado, dia 06 de dezembro. Assim como os anteriores, o lançamento acontecerá às 12h30 (horário de Brasília — BRT). Vale lembrar que a plataforma libera os episódios de forma simultânea em todo o mundo, garantindo que fãs de diferentes países possam acompanhar a história ao mesmo tempo.

  • Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo.
  • A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.

Além de Spy x Family, o catálogo inclui títulos consagrados como One PieceJujustsu KaisenNarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do 10º episódio da 3ª temporada de Spy x Family
Imagem: WIT Studio/CloverWorks

Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro para esta produção e a outros animes.

Netflix compra a Warner Bros.: O que isso significa e seus impactos no cinema e no streaming

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O mercado do entretenimento foi surpreendido nesta sexta-feira (5) com a notícia de que a Netflix está em negociações para adquirir a Warner Bros. Discovery, conglomerado que controla DC Studios, HBO, Cartoon Network, Game of Thrones, Harry Potter e diversas outras franquias históricas.

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Com Paramount/Skydance e Comcast fora da disputa, a plataforma de streaming assume a dianteira em uma possível aquisição que, segundo especialistas, pode representar um desastre para o cinema e para a televisão premium.

Netflix compra a Warner Bros, entenda
(Reprodução)

Por que a Netflix comprou a Warner Bros.?

A gigante do streaming, tradicionalmente focada em produções internas e raramente envolvida em grandes aquisições, enfrenta um problema estratégico: falta de franquias próprias realmente valiosas. Com o fim iminente de Stranger Things e o desgaste de Round 6, a empresa se vê diante de um catálogo forte em volume, mas frágil em propriedades intelectuais duradouras.

Mesmo sucessos como Wandinha e Guerreiras do K-Pop não pertencem totalmente à plataforma, projetos ligados a Amazon MGM Television e Sony Pictures Animation, respectivamente. Outras marcas importantes, como Bridgerton e Monstros, reforçam o portfólio, mas ainda estão longe de competir com o poder da Warner.

A Warner Bros., por outro lado, detém:

  • Universo DC (Batman, Superman, Liga da Justiça);
  • Game of Thrones;
  • Harry Potter;
  • Looney Tunes e Cartoon Network;
  • O catálogo da HBO, símbolo de excelência televisiva;
  • Franquias de cinema como O Senhor dos Anéis, It e Mortal Kombat.

Ou seja, trata-se de uma biblioteca de valor cultural incomparável, exatamente o tipo de arsenal que a Netflix deseja para enfrentar concorrentes que vão de Fortnite a TikTok.

Franquias da Warner Bros.
(Reprodução)

Por que a aquisição pode ser um “desastre” para o cinema

Relatórios iniciais indicam que, caso a compra seja aprovada, a Netflix manteria temporariamente os filmes da Warner nos cinemas, apenas como estratégia de apaziguamento. A tendência, segundo analistas, seria reduzir drasticamente a janela de exibição, até torná-la quase simbólica.

Diretores como James Cameron já classificaram o cenário como “desastroso”. A Netflix não vê o cinema como uma experiência artística, mas como um gasto “ineficiente”. A plataforma prioriza lançamentos diretos no streaming, gerando menor impacto cultural e reduzindo o ciclo de vida das produções.

Em 2025, a Warner teve um ano histórico, com:

  • “Uma Batalha Após a Outra” – destaque artístico;
  • “Minecraft – O Filme” – sucesso de bilheteria;
  • “Pecadores” e “A Hora do Mal” – fenômenos criados por Ryan Coogler e Zach Cregger.

Sob a Netflix, esses títulos dividiriam espaço com reality shows e documentários true crime, reduzidos a meros itens em um oceano algorítmico.

Netflix compra a Warner Bros.: O que isso significa e seus impactos no cinema e no streaming
Imagem: Netflix

O risco do desaparecimento do selo HBO

A possível integração da HBO ao catálogo da Netflix representa um dos cenários mais alarmantes para o futuro da televisão de prestígio. Se o impacto no cinema já preocupa especialistas, o desaparecimento do selo HBO seria um golpe ainda mais profundo na produção de séries de alta qualidade.

Enquanto a Netflix privilegia conteúdos voltados ao consumo rápido, maratonas e algoritmos que impulsionam volume, a HBO construiu sua reputação em cima de curadoria rigorosa, impacto cultural e narrativas semanais que respiram, permitindo que cada episódio conquiste espaço na conversa pública.

É esse cuidado que deu origem a obras como Succession, Euphoria, The Wire, The Sopranos, True Detective e Game of Thrones, todas marcadas por profundidade artística e relevância duradoura.

O selo HBO funciona, há décadas, como um símbolo de excelência, um parâmetro de confiança para o público que busca histórias inovadoras e bem elaboradas. Caso fosse absorvido pelo modelo da Netflix, esse padrão de prestígio correria sério risco de desaparecer, diluído em uma plataforma que prioriza quantidade sobre impacto. Mais do que a perda de uma marca, seria a perda de uma filosofia inteira de criação.

Netflix compra a Warner Bros.: O que isso significa e seus impactos no cinema e no streaming
Imagem: HBO Max

Uma ameaça ao ecossistema do entretenimento

Além disso, uma aquisição dessa magnitude ameaça o próprio ecossistema do entretenimento. A concentração de catálogos tão importantes em uma única empresa poderia enfraquecer o cinema como experiência coletiva, diluir o peso de franquias históricas e redirecionar a indústria para um caminho cada vez menos diverso.

A criatividade seria comprimida em fórmulas seguras, o espaço para experimentação diminuiria e produções de alto nível poderiam ser sufocadas pela avalanche de lançamentos que compõem o modelo atual de streaming. No fim, a indústria como um todo perderia força, enquanto o catálogo da Netflix apenas ganharia mais títulos, mas não necessariamente mais relevância, profundidade ou significado.

Omelete Company desiste da compra do Anime Friends: Entenda os motivos e o futuro do evento

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Uma reportagem publicada pela revista VEJA na última segunda-feira (1º) confirmou que o grupo Omelete Company desistiu oficialmente da aquisição de parte do Anime Friends. A negociação, anunciada em dezembro de 2024, previa a compra de mais da metade do evento, mas acabou não avançando para a fase final.

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Segundo Pierre Mantovani, CEO do Omelete Company, as tratativas foram interrompidas após as partes não chegarem a um acordo sobre a gestão e o direcionamento futuro do Anime Friends. A divergência estratégica inviabilizou a continuidade das negociações.

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Imagem: CCXP

Como disse Pierre Mantovani na reportagem:

“Para gerir uma empresa você tem que todos os sócios estarem de acordo. E o que a gente queria fazer é diferente do que os sócios atuais do evento queriam. Optamos em desativar a aquisição.”

Quando a possível aquisição veio a público em 2024, ela fazia parte de um plano de expansão da Omelete Company visando atingir R$ 1 bilhão de faturamento até 2030. O grupo é responsável por grandes eventos como a Gamescom Latam e a CCXP, considerada a maior convenção de cultura pop da América Latina e que realizará sua 12ª edição em São Paulo nesse fim de semana.

A CCXP, inclusive, segue uma trajetória de internacionalização. Após edições na Alemanha (2019) e no México (desde 2024), o próximo passo é levar a experiência da marca para a Coreia do Sul, ampliando sua presença global antes de uma futura expansão para os Estados Unidos, o principal polo internacional da cultura pop.

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Imagem: Anime Friends

Em resposta à imprensa, o CEO da Maru Division, Juliano Aniteli, divulgou uma nota afirmando que a não integração com o Omelete ocorreu de forma amigável e reforçando que preservar a essência do Anime Friends sempre foi uma condição indispensável.

Na nota, Juliano Aniteli diz:

“Em respeito ao nosso público, parceiros comerciais e artísticos, informamos que a decisão de não seguir com a integração entre a Maru Division e o Grupo Omelete para a organização do Anime Friends foi tomada de forma amigável, após longas conversas entre os executivos de ambas companhias.

Para nós, da Maru Division, sempre foi um ponto inegociável preservar a essência do Anime Friends, com sua identidade construída ao longo de mais de 20 anos graças ao apoio de uma comunidade de fãs única.

Seguimos motivados para executar os planos para a próxima edição do evento, com o mesmo nível de organização e inovação que imprimimos em cada edição desde 2018, quando assumimos o Anime Friends.

Nas próximas semanas, vamos iniciar nosso cronograma de divulgações, com as atrações que fazem o coração de cada fã bater acelerado no espaço que já é a nossa casa. Estamos preparando uma experiência ainda mais extravagante, do jeitinho que o público do Anime Friends merece.”

O Anime Friends é hoje o maior evento voltado majoritariamente à cultura pop japonesa na América Latina. Realizado em São Paulo desde 2003, inicialmente sob organização da Yamato, o festival passou para a administração da Maru Division em 2018. A edição de 2025 atingiu um novo recorde de público, reunindo 150 mil visitantes ao longo de quatro dias. O próximo evento já tem data confirmada: 2 a 5 de julho de 2026.

Sabemos que administrar eventos culturais é um grande desafio. Estamos monitorando o futuro do evento, e atualizações serão publicadas em nosso site. A verdade é que, embora a decisão tenha pegado os participantes de surpresa, muitos visitantes preferem um formato mais focado na cultura asiática, em vez de expandir para outros gêneros.