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Flamengo estreia na Copa Intercontinental 2025 contra o Cruz Azul; onde assistir, escalações e mais

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O Flamengo inicia sua participação na Copa Intercontinental de 2025 nesta quarta-feira (10), às 14h (horário de Brasília), enfrentando o Cruz Azul no Estádio Ahmad bin Ali, em Al Rayyan, no Qatar. Quem avançar deste duelo, apelidado de “Derby das Américas”, enfrentará o Pyramids, do Egito, na terceira fase, conhecida como “Challenger Cup”. O Paris Saint-Germain, atual campeão da Champions League, aguarda diretamente na final.

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Essa será a terceira participação do Flamengo na competição. Nas duas primeiras, quando ainda se chamava Mundial de Clubes, o Rubro-Negro perdeu para o Liverpool, da Inglaterra, na final de 2019, e para o Al-Hilal, da Arábia Saudita, na semifinal de 2022. A equipe francesa chega à competição já na metade da temporada regular do seu país e terá dois jogos a menos nessa competição. O Malvadão, por sua vez, precisará avançar na estreia contra o Cruz Azul para seguir na Challenger Cup e enfrentar os próximos adversários. O desempenho da equipe brasileira nos próximos confrontos determinará seu progresso na Copa Intercontinental de 2025.

Onde assistir Flamengo x Cruz Azul na Copa Intercontinental 2025

A partida terá transmissão ao vivo pelo Disney+, via Cazé TV, sem custo adicional no YouTube. Para quem busca alternativas, é possível conferir a transmissão em outras plataformas esportivas licenciadas. Entre as empresas estão TV Globo, GE TV e SporTV.

Prováveis escalações

  • Flamengo: Rossi; Varela, Danilo (ou Léo Ortiz), Léo Pereira e Alex Sandro; Erick Pulgar, Jorginho, Arrascaeta, Carrascal e Samuel Lino (ou Everton Cebolinha); Bruno Henrique.

O perfil oficial do Mengão já entrou no clima:

https://twitter.com/Flamengo/status/1998484077834547489
  • Cruz Azul: Gudiño; Sánchez, Ditta, Lira, Piovi e Campos; Faravaelli e Márquez; Rivero, Sepúlveda e Fernández.

Os mexicanos também estão contando os minutos:

https://twitter.com/CruzAzul/status/1998458722780160109

Destaques: Pedro segue fora, e Léo Ortiz ainda é dúvida para o rubro-negro. No Cruz Azul, Jesús Orozco se lesionou e deve desfalcar a equipe.

Arbitragem

  • Árbitro: Glenn Nyberg (SUE)
  • Assistentes: Mahbod Beigi e Andreas Soderkvist (SUE)
  • VAR: Fedayi San (SUI)

Todos os anúncios da Editora Panini na CCXP25

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O Palco Blast! da CCXP25 se tornou cenário de alguns dos anúncios mais importantes da Panini, que apresentou uma seleção robusta de lançamentos para 2026. Com novidades que abrangem Marvel, DC e mangás, a editora reforça seu compromisso com colecionadores, leitores e fãs de cultura pop que aguardam novas edições especiais, clássicos repaginados e títulos inéditos.

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Marvel: edições comemorativas e clássicos indispensáveis

A Marvel ganhou destaque com uma série de lançamentos que equilibram nostalgia e inovação. Entre eles estão:

  • Edições de bolso, oferecendo praticidade sem abrir mão da qualidade editorial;
  • Wolverine: Arma X – Edição Noir, celebrando os 35 anos da obra com um visual completamente renovado;
  • Conflitos no Vietnã, republicação da clássica série militar lançada entre 1986 e 1993;
  • X-Men/Vingadores: Massacre, que completa 30 anos em 2026 e retorna em novo formato;
  • Heroes Reborn, revisitando origens de heróis icônicos como Capitão América, Thor, Homem de Ferro, Hulk e Quarteto Fantástico.

Esses lançamentos reforçam a estratégia da Panini de valorizar marcos históricos da Marvel, ao mesmo tempo em que amplia o acesso a obras essenciais para colecionadores novos e veteranos.

Mangás: terror, premiados e adaptações de games

O catálogo de mangás também chega forte em 2026, trazendo desde obras premiadas até títulos derivados de franquias globais:

  • Minecraft, inspirado no jogo mais popular do planeta;
  • Resident Evil: Ilha da Morte, com lançamento simultâneo ao novo jogo da série;
  • Shibatarian, um terror psicológico de atmosfera intensa;
  • Mujirushi: The Sign of Dreams, obra consagrada de Naoki Urasawa;
  • Mushoku Tensei – Volume 7, continuação de uma das light novels mais populares do momento;
  • Woniquinha, título da MSP que mistura humor ácido, caos escolar e elementos criminais.

A diversidade mostra que a Panini pretende atender tanto leitores de mainstream quanto fãs de obras mais experimentais.

DC: homenagens, fac-símiles e coleções históricas

O bloco dedicado à DC apresentou uma seleção que combina celebrações de aniversários importantes e resgates de obras raras:

  • Just Imagine, projeto de Stan Lee no qual o autor reimagina o universo da DC;
  • Fac-símiles de Action Comics e Flash, preservando edições que marcaram época;
  • Novas edições clássicas da Mulher-Maravilha, celebrando os 85 anos da heroína, incluindo um título inédito ilustrado por Mike Deodato;
  • Coleção completa de Crise nas Infinitas Terras, com 14 volumes, incluindo materiais nunca publicados no Brasil;
  • Edição comemorativa de Superman vs. Homem-Aranha, celebrando 59 anos de um dos maiores crossovers das HQs.

O conjunto reforça a posição da Panini como principal responsável pela curadoria histórica da DC no Brasil.

Além disso, você pode aproveitar os códigos ‘meugamer’ para obter 10% de desconto em Panini Revistas e ‘meugamer10’ para garantir 10% em Panini Assinaturas. As ofertas são válidas apenas no site oficial da editora e por tempo limitado.

Rock in Rio 2026: corrida pelo Card começa hoje às 19h

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A partir das 19h desta terça-feira (12), começa a venda do Rock in Rio Card, o ingresso antecipado que garante presença em um dos dias do festival de 2026 antes mesmo do line-up completo ser anunciado. A compra é feita exclusivamente pelo site da Ticketmaster Brasil. A organização recomenda que o público faça cadastro prévio para evitar travas na abertura das vendas.

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O histórico recente mostra que a disputa deve ser intensa. Em 2024, quando o festival completou 40 anos, os 180 mil Cards disponíveis acabaram em pouco mais de duas horas. A edição de 2026 volta ao Parque Olímpico, no Rio, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro.

Alguns nomes já confirmados ajudam a aumentar a procura: Elton John, Stray Kids, Maroon 5, Demi Lovato, Gilberto Gil, Jamiroquai, Mumford & Sons e João Gomes com a Orquestra Brasileira. A edição também traz novidades, como um Palco Mundo totalmente repaginado, revestido por 2.400 m² de painéis de LED, e o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público.

Card do Rock in Rio 2026 venda exclusiva
(Reprodução)

O Card também dá acesso ao programa “Viva o Rio com o Rock in Rio”, que reúne descontos e benefícios em atrações turísticas, hotéis e experiências pela cidade entre dezembro de 2025 e outubro de 2026. Entre os parceiros estão Bondinho Pão de Açúcar, Paineiras Corcovado, AquaRio, BioParque e diversos hotéis da rede HotéisRIO e ABIH-RJ. Cada atração tem regras próprias para resgatar os benefícios.

Durante a compra, o público pode fazer doações opcionais para três instituições brasileiras: Gerando Falcões, Ação Cidadania e Instituto Socioambiental. Os valores vão de R$15 a R$100, sem taxas adicionais.

Os preços do Card para o Rock in Rio 2026 são:

  • R$ 795 (inteira)
  • R$ 397,50 (meia-entrada)
  • R$ 675,75 (Ingresso Itaú, para compras com cartões do banco)

Não há taxa de serviço. O pagamento pode ser feito por cartão de crédito (até 6x sem juros, ou 8x para cartões Itaú) ou via PIX, que exige conclusão em até dez minutos após gerar o QR Code.


Cada CPF pode comprar até quatro Cards, sendo apenas uma meia-entrada — com exceção para pessoas com deficiência, que podem incluir o ingresso do acompanhante dentro do mesmo limite. A meia-entrada segue as regras previstas em lei para estudantes, jovens de baixa renda, maiores de 60 anos, menores de 21 no estado do Rio, profissionais da educação e outros grupos.

Como será o episódio 1153 do anime One Piece

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O arco de Egghead se aproxima de sua conclusão no anime de One Piece, marcando um dos momentos mais impactantes da fase final da obra.

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Após um episódio explosivo, centrado no ataque decisivo de Bonney e Luffy contra São Jaygarcia Saturn, a atenção dos fãs agora se volta totalmente para o episódio 1153, apontado como o capítulo que finalmente explorará o passado de Joy Boy, uma das figuras mais enigmáticas e influentes da narrativa de Eiichiro Oda.

A boa notícia é que não haverá pausa nesta semana. Segundo a programação oficial da Fuji TV, o anime seguirá normalmente, mantendo o ritmo acelerado que antecede os momentos finais de Egghead. Dessa forma, os fãs poderão assistir ao episódio sem interrupções e continuar acompanhando o desfecho desse arco histórico.

Prévia do episódio 1153 de One Piece, Buggy
(Reprodução)

O episódio 1153 de One Piece, intitulado “A Transformação de Uma Era! O Haki do Conquistador que Conduz Luffy!”, será exibido no domingo, 14 de dezembro. No Japão, a transmissão ocorre às 23h15, enquanto no Brasil o lançamento está previsto para 12h15 (BRT) na Crunchyroll, com legendas em português logo no início da disponibilização.

À medida que Egghead se encerra, a série se aproxima de um novo hiato antes da chegada do aguardado arco de Elbaph, aumentando a expectativa do público para cada novo episódio lançado.

Prévia do episódio 1153 de One Piece, cena de impacto
(Reprodução)

Onde assistir à prévia do episódio 1153 de One Piece

A prévia completa do episódio 1153 pode ser assistida no início deste artigo ou no canal oficial do anime no YouTube. Para assistir de forma oficial e legal todos os episódios, basta acessar a plataforma Crunchyroll, que detém os direitos de transmissão. Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 14 de dezembro de 2025.

  • Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo da Crunchyroll.
  • A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.

Além de One Piece, o catálogo inclui títulos consagrados como NarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do episódio 1153 de One Piece
Imagem: © Eiichiro Oda/Shueisha/Toei Animation

Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a One Piece e a outros animes.

Review Space Adventure Cobra – The Awakening: o personagem que influenciou gerações

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“Space Adventure Cobra – The Awakening” é um jogo publicado para consoles e PC em 26 de agosto de 2025, inspirado no mangá Cobra (Kobura), criado e ilustrado pelo falecido mangaká Buichi Terasawa. A obra foi serializada originalmente pela revista Weekly Shōnen Jump entre 1978 e 1984. Ela foi uma das principais referências para outras produções, tanto no Japão quanto no Ocidente. O personagem, conhecido pela galáxia como um dos principais aventureiros e temido por muitos devido à quantidade de pessoas que desejavam seu fim, acabou modificando sua face. Originalmente era um homem de cabelos azulados e longos, com pele clara, mas mudou para loiro e cabelo mais curto, tudo isso cirurgicamente. Além disso, suas memórias foram apagadas para que ninguém pudesse localizá-lo.

Essa introdução é importante para o jogador não ficar perdido ao jogar. Como o trabalho de Terasawa tinha uma classificação etária voltada mais para adultos, devido ao conteúdo em que alguns personagens apareciam, no Brasil seu alcance pode ter sido menor. Por isso, você deve estar se perguntando quem é Cobra — e não estou falando do vilão de Comandos em Ação ou G.I. Joe, como queira chamar.

Apesar da mistura de ficção científica psicodélica, estética pulp, erotismo, humor e um herói carismático, a obra moldou muito do que veio depois. Ele simplesmente influenciou outros autores de mangá, filmes, games e mais. Se você conhece Cowboy Bebop, Captain Harlock, Metal Gear Solid, Berserk, o próprio filme Guardiões da Galáxia, de James Gunn, possui influência e inspiração em Cobra — e eu poderia citar vários outros.

Gameplay do jogo

Isso mostra a importância da criação do mangaká, que infelizmente faleceu em 2023 vítima de um infarto do miocárdio. Havia muito tempo que eu não consumia conteúdo de Cobra e resolvi assistir ao longa-metragem de 1982, homônimo ao jogo (exceto por não levar Awakening). Posso afirmar que os traços de todos os personagens estavam acima do seu tempo. O autor gostava do “belo” e cada elemento não perde, no conceito artístico, para nenhum anime da atualidade ou animação.

Evidentemente, o conceito das sequências de ação é notoriamente diferente da atualidade, trazendo na época conversas mais reflexivas — visto que uma das personagens centrais já falava de conquistas femininas e como elas deveriam lutar. Além disso, há a crítica à opressão de governos corruptos que querem apenas dominar e não entregar o que foi prometido.

Os personagens icônicos estão no jogo

Apesar de Cobra ser um personagem que hoje muitos poderiam considerar “fanfarão”, ele consegue ser carismático. Sempre ao lado de sua inseparável e leal androide Lady Armaroid, que possui aparência de trato feminino, mas estética andrógena. Esse não é o primeiro título da franquia nos games; contudo, é o mais atual e tenta trazer momentos da saga do desmemoriado Johnson. A maioria dos outros jogos foi lançada para arcade (fliperama) e pachinko, muito popular na Ásia devido à sua temática e ao visual instigante das personagens.

Space Adventure Cobra – The Awakening traz toda a dinâmica dos personagens conhecidos da trama original, desde um dos vilões recorrentes, como Crystal Bowie, até Sandra e a destemida e apaixonante Jane Flowers, Dominique e outros. O título busca apresentar toda a primeira temporada do anime. Como mencionei no artigo, ele foi publicado até 1984 e depois outras editoras assumiram suas continuações, expandindo ainda mais o legado da obra.

Visualmente, o jogo é bem trabalhado — percebemos os detalhes de cada personagem e, principalmente, os diálogos estão literalmente fiéis ao original. Se tratando de um jogo considerado de baixo orçamento, foi interessante o empenho em desenvolver bem esses elementos. Embora nem tudo sejam flores, a Magic Pockets, desenvolvedora do jogo com apoio da Microids, conseguiu trazer nostalgia aos fãs no quesito visual. Dito isso, com uma longa introdução e exibição dos acertos no design de arte…

É o momento de adentrar na jornada de Cobra e sua peregrinação para derrotar todos aqueles que estão novamente lhe caçando pela galáxia. Essa aventura nos games possui 12 capítulos, que você pode levar de 10 a 13 horas para finalizar, dependendo da dificuldade e também da rejogabilidade, tentando expandir habilidades não disponíveis na primeira vez que jogou.

Recomendo conhecer um pouco do enredo e da temática dos poderes do personagem através dos animes e mangás. Com certeza, você ficará atraído por esta franquia. O título é simples: temos um 2.5D que fará o jogador andar pelos cenários e atirar em tudo que se mexe — bem ao estilo dos Run and gun (correr e atirar) jogos clássicos dos anos 90.

Psycho Gun e seu elemento surpresa

A mítica Psycho Gun — abusaremos de seus poderes. Se você não sabe, é a arma letal que transforma seu antebraço em um poderoso canhão de laser, que pode ser potencializado e também utilizado para atingir vários inimigos no mesmo cenário. Uma verdadeira “python” ou anaconda pelo alcance, com feixes controlados pelo próprio jogador. Essa função também ajuda nos quebra-cabeças, que possuem um determinado tempo para serem completados — caso contrário, são reiniciados, impedindo o avanço no cenário. O estilo de ataque corpo a corpo presente no jogo e o dash ao estilo Mega Man (apesar de muitos dizerem que o jogo da Capcom possui inspirações na criação de Buichi Terasawa, não apenas em Astro Boy).

Os fãs que conhecem o personagem e tudo o que ele faz vão se sentir representados, principalmente os que acompanharam sua jornada no anime. Um adendo: algumas cenas não representam totalmente o anime, com cortes consideráveis de personagens para se equalizar ao que o atual momento exige, sem forçar um ‘gooner‘. A recriação dos recursos originais de Cobra no combate foi feita com propriedade.

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Review Space Adventure Cobra - The Awakening: o personagem que influenciou gerações 16

Mas acredito que muita coisa para por aí. Ele nunca teve um jogo de grande orçamento no Ocidente que pudesse gerar uma grande comoção. Os cenários, que tentam exibir uma atmosfera fiel à franquia original, só são reconhecidos por quem está dentro desse universo.

No pano de fundo há uma paisagem intensa e coisas acontecendo — até usam esses locais para o personagem receber ataques, ficando apenas nisso. Talvez o orçamento investido não tenha proporcionado algo maior, comprometendo a imersão que a série possui. Um detalhe interessante é a opção de jogar com outra pessoa, controlando outras versões do Cobra e de seus aliados como Lady e Jane, possibilitando jogar no mesmo console (PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam), com opção de compartilhamento remote play.

No quesito diversão, é um jogo interessante e gostei de jogar. Mas, como desafio ou quebra-cabeças mais intensos e mecânicas de gameplay inovadoras, isso ele não possui. Exceto pelo que já comentei: a Psycho Gun permite controlar ataques em diversos oponentes, oferecendo mais opções de controle.

Caso o jogador consiga uma mira perfeita ao controlar o caminho que a python fará até os inimigos, uma animação é exibida mostrando seu êxito. O pulo duplo foi trocado pelo dash no alto e pela opção de utilizar um impulso para ir mais longe. Em algumas partes, tive um pouco de dificuldade, mesmo não sendo difícil — parecia que o controle não respondia como eu queria e acabava caindo. (Acho que o problema era eu, e não o jogo, vai saber.)

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Review Space Adventure Cobra - The Awakening: o personagem que influenciou gerações 17

Cada missão representa uma parte da trama original do anime, mudando os inimigos conforme o cenário, mas a mecânica é sempre a mesma: atirar, pular, dar dash e usar sua Psycho Gun. O modo como devemos passar os locais parece que só foi substituído por skins e pronto. Isso não é ruim quando há uma trama para seguir. O jogo tem isso. Compreendo que tiveram que picotar muito do enredo para encaixar no formato atual, entretanto acredito que, com maior ousadia, poderiam ter ido mais longe.

Tema nostálgico recebe novos arranjos

A trilha sonora do jogo, em geral, não é unânime, mas é agradável de ouvir, sem causar enjoo ou estranheza. A canção tema está presente no jogo, mas com uma repaginada: uma versão cover de “Cobra”, de Jon Garnier, com participação de Tricia Evy — cantora guadalupense nascida no arquipélago francês e que cresceu em Le Moule, na França. Ouvi a original e esta versão, e posso dizer que a harmonia caiu perfeitamente na voz de Tricia. Quem acessa o site sabe que gosto de elaborar diversas análises das trilhas sonoras de jogos e filmes. Se tiver curiosidade, no início deste artigo adicionei o vídeo oficial da abertura da trilha sonora do jogo para suas audições.

O compilado dos 12 primeiros episódios do anime, recriados no jogo Space Adventure Cobra – The Awakening, o personagem que influenciou gerações, é nostálgico para fãs. Porém, aos que desejavam um jogo mais dinâmico, verão um título mais cadenciado. Ficou claro que tentaram utilizar o orçamento para criar personagens similares ao original, mas as mecânicas inovadoras e o gameplay ficaram um pouco longe do esperado.

Ainda assim, é um jogo que considero uma boa oportunidade para quem deseja explorar opções e abusar dos speedruns. Sim, o jogo lhe dá essa chance — mesmo que alguns cenários tenham intervalos para quebra-cabeças, avançar rapidamente é possível. O jogo ainda observa o tempo gasto por missão e oferece um rank de aproveitamento (A, B, C, etc.). Isso estimula reduzir o tempo total de 10–12 horas para menos de 8 — ou, se descobrir um bug, terminar em poucos minutos. Já pensou nessa possibilidade?

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Review Space Adventure Cobra - The Awakening: o personagem que influenciou gerações 18

Enfim… Gamerdito (Veredito) de Space Adventure Cobra – The Awakening

No quesito vilão, cada um possui um estilo e sequência que podemos memorizar para vencer. Não são difíceis, mas é interessante ficar ligado aos detalhes para não ter que recomeçar todas as vezes. No início, até pode haver momentos em que perder vida será normal; depois, com a curva de aprendizado finalizada, torna-se mais comum avançar mais rapidamente.

Por fim, Space Adventure Cobra – The Awakening é um jogo em que seus desenvolvedores apostaram na memória de Cobra, uma franquia de grandes referências para a indústria do entretenimento. Mas, mesmo com todo o capricho dos cenários e personagens, faltou mais empenho em novas propostas. O loop de gameplay é um limitador, carecendo de profundidade mecânica. Alguns cortes estranhos de cenas acabam tirando um pouco da imersão. Fora isso, recomendo para quem pretende conhecer mais uma história dramática que estava à frente do seu tempo.

Aos fãs de longa data, mesmo sem a localização em português brasileiro, será fácil compreender todos os dilemas abordados pelos personagens. Devido à baixa popularidade da franquia no Brasil e ao orçamento limitado, o título não recebeu uma localização oficial em nosso idioma.

Finalizo esta review com uma nota 7,5/10 para o jogo Space Adventure Cobra – The Awakening.


Agradeço à Microids pela chave do jogo, que nos proporcionou desenvolver a review na versão de PC Windows via Steam. Essa análise foi escrita na primeira semana de setembro, entretanto, revisada apenas em novembro de 2025.

Netflix poderia ter blefado para levar US$ 2,8 bilhões?

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Nos últimos dias, o mercado de mídia ficou preso a um roteiro digno das tramas mirabolantes de Hollywood envolvendo estúdios consagrados. De um lado, a Netflix anunciou um acordo para comprar a Warner Bros. Discovery (WBD). Do outro, a Paramount/Skydance surgiu com uma oferta hostil maior e em dinheiro vivo. No meio disso, aparece uma hipótese que muita gente trataria como absurda, mas que começa a fazer sentido quando se olha para os números e para as regras do jogo.

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E se a Netflix não estiver tão preocupada em vencer?

A teoria é simples. A empresa pode ter entrado no acordo sabendo que existia um competidor pronto para cobrir a oferta. Se isso acontecer, a WBD rompe o contrato e paga à Netflix uma taxa de rescisão de US$ 2,8 bilhões. A gigante do streaming sai sem o risco regulatório, sem assumir dívidas enormes e ainda coloca quase três bilhões de dólares no caixa. Não compra a WBD, mas ganha fôlego para investir no que importa: produção, tecnologia e expansão global.

A seguir, explico por que isso não é impossível.

1. O acordo original já nasceu com uma taxa de rescisão gigante

O contrato entre Netflix e WBD tem duas proteções importantes:

  • Se a Netflix desistir por falha regulatória, paga US$ 5,8 bilhões.
  • Se a WBD desistir para aceitar uma oferta superior, paga US$ 2,8 bilhões à Netflix.
O que pode estar por trás do acordo Netflix–WBD
(Reprodução)

Apesar de não haver citação direta da multa no documento oficial que li, agências como Reuters e CNBC tratam esse valor como confirmado. E é essa segunda taxa que importa aqui. Outro documento esclarece melhor esses termos. Ela cria um paraquedas perfeito para a Netflix: se alguém aparecer com um cheque maior, sair do negócio vira lucro.

2. A Paramount/Skydance apareceu com um cheque maior e hostil

A proposta da Paramount/Skydance é direta: US$ 30 por ação, tudo em dinheiro, bem acima dos US$ 27,75 oferecidos pela Netflix. Em situações assim, o board da WBD até pode tentar resistir, mas a pressão dos acionistas costuma falar mais alto. Quando o valor sobe e o pagamento é imediato, a migração fica mais provável.

Se o board aceitar — ou for pressionado a aceitar — o acordo atual cai. E a multa de US$ 2,8 bilhões vai direto para a Netflix. A família Ellison sabe fazer propostas agressivas; foi assim na disputa pela Oracle e não deve ser diferente agora. Há ainda o detalhe curioso: David Ellison disse que David Zaslav estava relutante em fechar com a Paramount por conta de uma suposta pressão, sem muitos detalhes, vinda do próprio CEO da Netflix, Ted Sarandos. Lembrando que Sarandos se diz tranquilo quanto esta oferta da concorrente.

3. A lógica estratégica: por que a empresa teria algo a ganhar mesmo perdendo

A Netflix não é novata em fusões e aquisições. Ela sabia que a Paramount/Skydance rondava a WBD havia meses. Isso significa que a Netflix provavelmente tinha consciência de que poderia ser superada.

Nesse cenário, a estratégia poderia ter sido:

  • Assinar um acordo competitivo, mas fácil de superar.
  • Criar uma âncora de valor: quem quiser passar à frente precisa vir com muito mais.
  • Forçar o rival a fazer o movimento esperado.
  • Receber a taxa de rescisão e sair limpa.

Eles perdem a compra, mas ganha dinheiro e evita os riscos de integração e regulação — sempre os pontos mais perigosos de um negócio desse tamanho.

4. Por que isso não é fantasia

Em fusões e aquisições, esse tipo de manobra existe. Não é o mais comum, mas aparece quando:

  • a empresa tem capital para fazer uma oferta séria;
  • sabe que outro player depende mais da aquisição;
  • quer elevar o preço ou proteger sua posição;
  • usa a taxa de rescisão como colchão financeiro.

É raro ver isso nessa escala, mas o mecanismo é conhecido.

5. O resultado possível: a Netflix ganha mesmo perdendo

Se a Paramount vencer:

  • a WBD paga US$ 2,8 bilhões à Netflix;
  • Logo não paga nada;
  • Isto evita o risco regulatório que poderia custar US$ 5,8 bilhões;
  • o caixa aumenta com dinheiro limpo, sem dívida atrelada.

Isso não transforma a teoria em fato, mas mostra que ela é plausível dentro da lógica de M&A.

Enfim… o que acho disso tudo

À primeira vista, parece ousado imaginar que a TUDUM fez um movimento desse tamanho já esperando perder. Mas quando olhamos para o valor das multas, para o histórico das negociações e para o comportamento típico em ofertas hostis, a teoria ganha corpo.

Se a Paramount levar a WBD, a Netflix não sai derrotada. Sai reforçada, e sem o risco de absorver uma empresa enorme, cara e difícil de integrar. Às vezes, vencer é justamente não fechar o negócio.

Para uma empresa que precisa renovar suas grandes franquias — com Stranger Things chegando ao fim, Wandinha abaixo das expectativas na segunda temporada e Round 6 caminhando para algo repetitivo — esse dinheiro extra seria combustível suficiente para contar umas dez histórias grandes por um bom tempo.

Review SLEEP AWAKE: A Blumhouse instigando os sonhos

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Tivemos a oportunidade de jogar SLEEP AWAKE, que lançou recentemente no dia 2 de dezembro para PC, PS5 e Xbox Series X/S pela Blumhouse Games e Eyes Out — os mesmos que criaram Fear the Spotlight. A empresa, conhecida por trabalhar com sua divisão de cinemas em inúmeras produções de sucesso no gênero de suspense e terror, agora adentra na indústria dos games com tudo. A review deste jogo é nossa visão sobre a abordagem que essa nova IP (Propriedade Intelectual) pode acrescentar aos fãs deste gênero.

O enredo se passa no futuro distante, na última cidade conhecida da Terra, devastada por “The HUSH”, um fenômeno inexplicável que faz as pessoas desaparecerem ao dormir. A sociedade entrou em colapso, com facções dogmáticas e cultos que guerreiam por soluções para manter todos acordados, recorrendo a experimentos dolorosos e soros narcóticos que induzem visões psicodélicas. Você controla Katja, uma garota narcoléptica, vulnerável e determinada, dublada pela atriz de voz Persia Numan, uma jovem que luta para sobreviver.

Review SLEEP AWAKE, personagens do jogo
(Reprodução

O roteiro explora temas de luto, paranoia e a fragilidade da sanidade num mundo pós-apocalíptico. A forma de abordagem da história não torna o game clichê e até me lembrou, em certos momentos, um pouco do filme “Awake” (2021), que fala de uma sociedade que não consegue dormir e dos efeitos e causas da loucura coletiva.

O game é uma experiência de horror psicológico em primeira pessoa, que mergulha no limiar entre o sono e a morte. Tem duração de 3 a 5 horas. Ele consegue trazer uma ótima atmosfera sombria e um visual alucinante — mas falaremos mais adiante sobre essa parte —, porém peca pela simplicidade da jogabilidade, que se torna repetitiva durante todo o game.

Por um jogo que aborda a temática de horror psicológico, espera-se que a sensação de estar sob pressão a qualquer momento seja contínua. Contudo, ele é um walking simulator com toques de stealth e puzzles leves. O título foca na exploração de ambientes decadentes e na sobrevivência discreta.

Review SLEEP AWAKE, cenário com personagem enigmático
(Divulgação)

Você “brinca” de esconde-esconde com cultistas de forma fácil, resolve enigmas simples como empurrar carrinhos ou encontrar cartões-chave óbvios, e, em todos esses momentos, a sensação de apreensão é nula, quase inexistente. Não há combate direto; a furtividade é a “arma” principal. É tenso em momentos de alucinação, mas repetitivo e pouco desafiador. Comparar com Outlast é extremamente incorreto, pela sua estética e abordagem de uma simulação. O terror opressivo e sufocante de um Visage também não é o mesmo que observamos em Sleep Awake. Os desenvolvedores decidiram apostar em algo completamente diferente: como citei anteriormente, um estudo sobre o sono.

A busca incansável de Katja por respostas, tendo o fantasma do seu pai sempre aparecendo para lhe deixar dúvidas, instiga o jogador a querer saber o que haverá em seguida. É fato que o jumpscare é quase ausente, mas sempre há a sensação de que algo poderá surgir na frente ou na retaguarda. Recomendo, para quem se aventurar nesta trama, utilizar um fone de ouvido para sentir toda a mixagem de som, já que as pessoas mais sensíveis vão tomar susto facilmente.

É como se a personagem estivesse sempre descobrindo algo em uma perspectiva linear, sem grandes surpresas, mas os impactos dos personagens coadjuvantes são de arrepiar.

review sleep awake jogo personagens 2025
Review SLEEP AWAKE: A Blumhouse instigando os sonhos 23

A trilha sonora, composta por Robin Finck (Nine Inch Nails), é um dos pontos altos: hipnótica, com batidas marcantes que aumentam o delírio. Se estiver curioso, é possível ouvir as faixas musicais da trilha sonora na plataforma digital Spotify. As canções também podem ser adquiridas.
Nos efeitos visuais, o bizarro é o que define o jogo: é uma mistura insana de imagens realistas apresentadas nas cutscenes e ambientes 3D psicodélicos, com refrações caleidoscópicas e luzes distorcidas.

Gamerdito (Veredito) de Sleep Awake

Os gráficos estão dentro do padrão do gênero, com cenários bem detalhados que não prejudicam a experiência do jogador. Não há um salto gráfico que podemos dizer ser impressionante. Mas os personagens podem causar desconforto com seus visuais sombrios — sendo um ponto positivo ao jogo. Uma observação: em certo momento do jogo, a combinação do realismo cru com os efeitos psicodélicos deixa você um pouco tonto e remete a alucinações quase esquizofrênicas.

No fim, SLEEP AWAKE é uma experiência boa para fãs de horror atmosférico como Alien: Isolation, mas pode decepcionar quem busca profundidade mecânica ou narrativa. O jogo varia de R$ 88,00 a R$ 169,90, dependendo da plataforma, seja no console ou no PC Windows via Steam.

Finalizo minha análise com a nota desta review de Sleep Awake: 7.0/10. Se vale a pena jogar, lhe digo ser uma experiência interessante para ser aprofundada como algo experimental.


Agradecemos à Blumhouse Games pela chave do jogo para nossa análise na versão de PC Windows.

Ator Kang Tae Oh confirma visita ao Brasil em 2026

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O ator sul-coreano Kang Tae Oh, que ficou popular no Brasil por seu papel no drama “Uma Advogada Extraordinária”, desembarcará no Brasil para um Fan meeting. O evento ocorrerá no dia 21 de fevereiro no espaço Vibra em São Paulo, que contará com uma programação diversificada, incluindo sessões de autógrafos, entrevistas e apresentações especiais destinadas ao público brasileiro. A iniciativa será organizada pela SAM Entretenimento, empresa especializada na produção de espetáculos e eventos culturais.

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O ator é conhecido por seus papéis marcantes como: Desgraça ao seu Dispor (Netflix e Viki), Rio sob o Luar (Viki), Na Direção do Amor (Netflix), O conto de Nok Du (Viki) e muito mais.

A visita ao país faz parte de uma turnê internacional denominada “O’Hour”, que passará pelos países: Coreia do Sul, China, Japão e adentrando aos países da América Latina, começando pelo Brasil. Como jornalista, e com experiências no país sul-coreano, pude perceber o quanto os atores de lá são referência. Este é um evento que instiga a cobertura presencial, permitindo mostrar aos brasileiros que ainda não conhecem essa paixão pelos doramas como eles realmente possuem um público engajado.

Acompanhe eventos e fan meetings de atores de séries e produções favoritas no Brasil e no mundo, com informações sobre datas e locais.
Banner oficial da Tunê “O’Hour”.

Ao acessar o site, encontrei os seguintes valores:

Assentos sem benefícios

  • Assento Plateia Lateral
    R$ 195 (meia) | R$ 390 (inteira)
    Assento marcado
  • Assento Plateia Central
    R$ 245 (meia) | R$ 490 (inteira)
    Assento marcado
  • Assento Camarote
    R$ 390 (meia) | R$ 780 (inteira)
    Assento marcado

Pacotes com benefícios

  • Pacote Base
    R$ 880 (meia) | R$ 1.370 (inteira)
    Benefícios: Hi Touch / Assento marcado
  • Pacote Plus
    R$ 1.080 (meia) | R$ 1.570 (inteira)
    Benefícios: Hi Touch / Ensaio do artista (Soundcheck) / Credencial / Entrada após Premium / Assento marcado
  • Pacote Premium
    R$ 1.370 (meia) | R$ 1.940 (inteira)
    Benefícios: Foto 2:1 / Ensaio do artista (Soundcheck) / Kit Photocard / Credencial / Entrada após VIP / Assento marcado
  • Pacote VIP
    R$ 1.600 (meia) | R$ 2.250 (inteira)
    Benefícios: Foto 1:1 / Ensaio do artista (Soundcheck) / Sorteio de pôster pré-autografado / Credencial / Entrada antecipada / Assento marcado

Os ingressos já estão disponíveis, exclusivamente pelo site kticket, tendo pacotes e ingressos variados, dependendo da atividade ou setor que for selecionado. Para mais informações acessem o site oficial do SAM Entretenimento.


Fique ciente de que não possuímos vínculo com nenhuma das empresas ou marcas citadas nesta publicação. Nosso compromisso é, porém, alertar os leitores sobre eventos e locais interessantes, onde atores de suas séries ou produções favoritas estão participando no Brasil e no mundo.

David Ellison alerta: O cinema pode morrer se a Netflix dominar a Warner Bros

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David Ellison, CEO da Paramount Skydance, provocou o mercado ao afirmar que a compra da Warner Bros., pela Netflix representa um risco real para o cinema tradicional. Para ele, a concentração de poder em um único gigante do streaming ameaça estúdios, criadores e salas de exibição, podendo marcar o início da “morte do cinema”.

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Em entrevista à CNBC, Ellison destacou que a união da Netflix com a Warner criaria um conglomerado com mais de 400 milhões de assinantes globais, mais que o dobro do próximo concorrente, a Disney. “Isso é ruim para Hollywood. É ruim para o cinema. É ruim para os criadores. E, honestamente, é ruim para o público”, disse o executivo.

Ele mencionou que, caso a Paramount não intervenha, a concentração de poder poderia acelerar o fim da experiência tradicional de ir ao cinema, com consequências diretas para a diversidade de produções e a liberdade criativa.

A menção à oferta de US$ 108,4 bilhões da Paramount aparece apenas para contextualizar que a empresa está disposta a disputar o controle da Warner, mas o foco da discussão, segundo Ellison, é justamente proteger o futuro do cinema. Mesmo com jogos de interesse, quando a gigante do streaming anunciou que havia fechado os termos para a aquisição da Warner Bros., tanto o mercado quanto a mídia receberam a notícia de forma mista.

Paramount eleva pressão com oferta agressiva para tirar a Warner das mãos da Netflix

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A manhã começou agitada em Wall Street após a Paramount Skydance anunciar uma oferta agressiva — e totalmente em dinheiro — para adquirir a Warner Bros. Discovery. No programa Squawk on the Street, da CNBC, o CEO David Ellison endossou que a companhia está disposta a “terminar o que começou”, deixando claro que a disputa com a Netflix entrou em um novo patamar.

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Segundo Ellison, a Paramount vem tentando comprar a Warner há um tempo — seis propostas anteriores não foram suficientes para conquistar o interesse do conselho da empresa. Mas, desta vez, a estratégia mudou: a Skydance lançou uma oferta pública de US$ 30 por ação, inteiramente em caixa, que totaliza US$ 41 bilhões em equity. O pacote também inclui US$ 54 bilhões em dívidas, com compromissos firmados por Citi, Bank of America e Apollo. A Paramount Skydance lançou uma oferta de US$ 108,4 bilhões para adquirir a Warner Bros. Discovery, valor que representa cerca de R$ 589 bilhões na cotação atual do dólar.

O executivo destacou que a proposta não apenas supera a atual oferta da Netflix, mas responde ponto a ponto às preocupações levantadas pela própria Warner em dezembro, quando as negociações ainda aconteciam de forma privada. De acordo com Ellison, o conselho deixou claro que buscava um acordo “all cash” e totalmente garantido pelos investidores. A Paramount, então, retornou dias depois com tudo o que a empresa havia solicitado — do financiamento integral às garantias do grupo Ellison e da RedBird.

Ellison argumenta que, no contexto atual do mercado, “cash is king”. A proposta da Paramount entregaria, segundo ele, US$ 17,6 bilhões a mais em dinheiro aos acionistas, quando comparada à estrutura apresentada pela Netflix. Outro ponto levantado pelo CEO é a avaliação dos ativos de Global Networks, que fazem parte da equação no pacote da Netflix, mas que, na visão da Paramount, estariam sendo superestimados. Ellison cita cálculos que, segundo ele, colocam o valor real em algo mais próximo de US$ 1 por ação — bem abaixo do cenário projetado pela concorrente.

O CEO também reforçou que a discussão não é apenas financeira: envolve o futuro do mercado de entretenimento. A fusão entre Netflix e Warner criaria uma gigante com mais de 400 milhões de assinantes globais — combinando o streamer número 1 com o número 3 do setor. Nas palavras de Ellison, esse movimento traria um poder de mercado “sem precedentes”, deixando a Disney, segunda colocada, distante com menos de 200 milhões de assinantes.

Para ele, uma consolidação desse porte seria extremamente prejudicial para Hollywood, para os talentos criativos e para os consumidores. Ellison citou reações recentes dentro da própria indústria, com produtores e artistas comentando que um acordo entre Netflix e Warner representaria “a morte dos cinemas” e um risco grave à diversidade criativa.

Ao encerrar a entrevista, o CEO deixou claro que a Paramount não pretende recuar. A oferta pública lançada hoje é, segundo ele, a escolha racional em um momento em que a empresa acredita ter apresentado o que o mercado — e o próprio conselho da Warner — pediu desde o início das conversas.

A disputa agora está oficialmente aberta, e o setor inteiro observa os próximos passos de um embate que pode redefinir o futuro do entretenimento global. O trecho da entrevista você pode assistir no início desta publicação ou no perfil oficial da CNBC no YouTube.

Flamengo estreia na Copa Intercontinental 2025 contra o Cruz Azul; onde assistir, escalações e mais

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O Flamengo inicia sua participação na Copa Intercontinental de 2025 nesta quarta-feira (10), às 14h (horário de Brasília), enfrentando o Cruz Azul no Estádio Ahmad bin Ali, em Al Rayyan, no Qatar. Quem avançar deste duelo, apelidado de “Derby das Américas”, enfrentará o Pyramids, do Egito, na terceira fase, conhecida como “Challenger Cup”. O Paris Saint-Germain, atual campeão da Champions League, aguarda diretamente na final.

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Essa será a terceira participação do Flamengo na competição. Nas duas primeiras, quando ainda se chamava Mundial de Clubes, o Rubro-Negro perdeu para o Liverpool, da Inglaterra, na final de 2019, e para o Al-Hilal, da Arábia Saudita, na semifinal de 2022. A equipe francesa chega à competição já na metade da temporada regular do seu país e terá dois jogos a menos nessa competição. O Malvadão, por sua vez, precisará avançar na estreia contra o Cruz Azul para seguir na Challenger Cup e enfrentar os próximos adversários. O desempenho da equipe brasileira nos próximos confrontos determinará seu progresso na Copa Intercontinental de 2025.

Onde assistir Flamengo x Cruz Azul na Copa Intercontinental 2025

A partida terá transmissão ao vivo pelo Disney+, via Cazé TV, sem custo adicional no YouTube. Para quem busca alternativas, é possível conferir a transmissão em outras plataformas esportivas licenciadas. Entre as empresas estão TV Globo, GE TV e SporTV.

Prováveis escalações

  • Flamengo: Rossi; Varela, Danilo (ou Léo Ortiz), Léo Pereira e Alex Sandro; Erick Pulgar, Jorginho, Arrascaeta, Carrascal e Samuel Lino (ou Everton Cebolinha); Bruno Henrique.

O perfil oficial do Mengão já entrou no clima:

https://twitter.com/Flamengo/status/1998484077834547489
  • Cruz Azul: Gudiño; Sánchez, Ditta, Lira, Piovi e Campos; Faravaelli e Márquez; Rivero, Sepúlveda e Fernández.

Os mexicanos também estão contando os minutos:

https://twitter.com/CruzAzul/status/1998458722780160109

Destaques: Pedro segue fora, e Léo Ortiz ainda é dúvida para o rubro-negro. No Cruz Azul, Jesús Orozco se lesionou e deve desfalcar a equipe.

Arbitragem

  • Árbitro: Glenn Nyberg (SUE)
  • Assistentes: Mahbod Beigi e Andreas Soderkvist (SUE)
  • VAR: Fedayi San (SUI)

Todos os anúncios da Editora Panini na CCXP25

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O Palco Blast! da CCXP25 se tornou cenário de alguns dos anúncios mais importantes da Panini, que apresentou uma seleção robusta de lançamentos para 2026. Com novidades que abrangem Marvel, DC e mangás, a editora reforça seu compromisso com colecionadores, leitores e fãs de cultura pop que aguardam novas edições especiais, clássicos repaginados e títulos inéditos.

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Marvel: edições comemorativas e clássicos indispensáveis

A Marvel ganhou destaque com uma série de lançamentos que equilibram nostalgia e inovação. Entre eles estão:

  • Edições de bolso, oferecendo praticidade sem abrir mão da qualidade editorial;
  • Wolverine: Arma X – Edição Noir, celebrando os 35 anos da obra com um visual completamente renovado;
  • Conflitos no Vietnã, republicação da clássica série militar lançada entre 1986 e 1993;
  • X-Men/Vingadores: Massacre, que completa 30 anos em 2026 e retorna em novo formato;
  • Heroes Reborn, revisitando origens de heróis icônicos como Capitão América, Thor, Homem de Ferro, Hulk e Quarteto Fantástico.

Esses lançamentos reforçam a estratégia da Panini de valorizar marcos históricos da Marvel, ao mesmo tempo em que amplia o acesso a obras essenciais para colecionadores novos e veteranos.

Mangás: terror, premiados e adaptações de games

O catálogo de mangás também chega forte em 2026, trazendo desde obras premiadas até títulos derivados de franquias globais:

  • Minecraft, inspirado no jogo mais popular do planeta;
  • Resident Evil: Ilha da Morte, com lançamento simultâneo ao novo jogo da série;
  • Shibatarian, um terror psicológico de atmosfera intensa;
  • Mujirushi: The Sign of Dreams, obra consagrada de Naoki Urasawa;
  • Mushoku Tensei – Volume 7, continuação de uma das light novels mais populares do momento;
  • Woniquinha, título da MSP que mistura humor ácido, caos escolar e elementos criminais.

A diversidade mostra que a Panini pretende atender tanto leitores de mainstream quanto fãs de obras mais experimentais.

DC: homenagens, fac-símiles e coleções históricas

O bloco dedicado à DC apresentou uma seleção que combina celebrações de aniversários importantes e resgates de obras raras:

  • Just Imagine, projeto de Stan Lee no qual o autor reimagina o universo da DC;
  • Fac-símiles de Action Comics e Flash, preservando edições que marcaram época;
  • Novas edições clássicas da Mulher-Maravilha, celebrando os 85 anos da heroína, incluindo um título inédito ilustrado por Mike Deodato;
  • Coleção completa de Crise nas Infinitas Terras, com 14 volumes, incluindo materiais nunca publicados no Brasil;
  • Edição comemorativa de Superman vs. Homem-Aranha, celebrando 59 anos de um dos maiores crossovers das HQs.

O conjunto reforça a posição da Panini como principal responsável pela curadoria histórica da DC no Brasil.

Além disso, você pode aproveitar os códigos ‘meugamer’ para obter 10% de desconto em Panini Revistas e ‘meugamer10’ para garantir 10% em Panini Assinaturas. As ofertas são válidas apenas no site oficial da editora e por tempo limitado.

Rock in Rio 2026: corrida pelo Card começa hoje às 19h

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A partir das 19h desta terça-feira (12), começa a venda do Rock in Rio Card, o ingresso antecipado que garante presença em um dos dias do festival de 2026 antes mesmo do line-up completo ser anunciado. A compra é feita exclusivamente pelo site da Ticketmaster Brasil. A organização recomenda que o público faça cadastro prévio para evitar travas na abertura das vendas.

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O histórico recente mostra que a disputa deve ser intensa. Em 2024, quando o festival completou 40 anos, os 180 mil Cards disponíveis acabaram em pouco mais de duas horas. A edição de 2026 volta ao Parque Olímpico, no Rio, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro.

Alguns nomes já confirmados ajudam a aumentar a procura: Elton John, Stray Kids, Maroon 5, Demi Lovato, Gilberto Gil, Jamiroquai, Mumford & Sons e João Gomes com a Orquestra Brasileira. A edição também traz novidades, como um Palco Mundo totalmente repaginado, revestido por 2.400 m² de painéis de LED, e o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público.

Card do Rock in Rio 2026 venda exclusiva
(Reprodução)

O Card também dá acesso ao programa “Viva o Rio com o Rock in Rio”, que reúne descontos e benefícios em atrações turísticas, hotéis e experiências pela cidade entre dezembro de 2025 e outubro de 2026. Entre os parceiros estão Bondinho Pão de Açúcar, Paineiras Corcovado, AquaRio, BioParque e diversos hotéis da rede HotéisRIO e ABIH-RJ. Cada atração tem regras próprias para resgatar os benefícios.

Durante a compra, o público pode fazer doações opcionais para três instituições brasileiras: Gerando Falcões, Ação Cidadania e Instituto Socioambiental. Os valores vão de R$15 a R$100, sem taxas adicionais.

Os preços do Card para o Rock in Rio 2026 são:

  • R$ 795 (inteira)
  • R$ 397,50 (meia-entrada)
  • R$ 675,75 (Ingresso Itaú, para compras com cartões do banco)

Não há taxa de serviço. O pagamento pode ser feito por cartão de crédito (até 6x sem juros, ou 8x para cartões Itaú) ou via PIX, que exige conclusão em até dez minutos após gerar o QR Code.


Cada CPF pode comprar até quatro Cards, sendo apenas uma meia-entrada — com exceção para pessoas com deficiência, que podem incluir o ingresso do acompanhante dentro do mesmo limite. A meia-entrada segue as regras previstas em lei para estudantes, jovens de baixa renda, maiores de 60 anos, menores de 21 no estado do Rio, profissionais da educação e outros grupos.

Como será o episódio 1153 do anime One Piece

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O arco de Egghead se aproxima de sua conclusão no anime de One Piece, marcando um dos momentos mais impactantes da fase final da obra.

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Após um episódio explosivo, centrado no ataque decisivo de Bonney e Luffy contra São Jaygarcia Saturn, a atenção dos fãs agora se volta totalmente para o episódio 1153, apontado como o capítulo que finalmente explorará o passado de Joy Boy, uma das figuras mais enigmáticas e influentes da narrativa de Eiichiro Oda.

A boa notícia é que não haverá pausa nesta semana. Segundo a programação oficial da Fuji TV, o anime seguirá normalmente, mantendo o ritmo acelerado que antecede os momentos finais de Egghead. Dessa forma, os fãs poderão assistir ao episódio sem interrupções e continuar acompanhando o desfecho desse arco histórico.

Prévia do episódio 1153 de One Piece, Buggy
(Reprodução)

O episódio 1153 de One Piece, intitulado “A Transformação de Uma Era! O Haki do Conquistador que Conduz Luffy!”, será exibido no domingo, 14 de dezembro. No Japão, a transmissão ocorre às 23h15, enquanto no Brasil o lançamento está previsto para 12h15 (BRT) na Crunchyroll, com legendas em português logo no início da disponibilização.

À medida que Egghead se encerra, a série se aproxima de um novo hiato antes da chegada do aguardado arco de Elbaph, aumentando a expectativa do público para cada novo episódio lançado.

Prévia do episódio 1153 de One Piece, cena de impacto
(Reprodução)

Onde assistir à prévia do episódio 1153 de One Piece

A prévia completa do episódio 1153 pode ser assistida no início deste artigo ou no canal oficial do anime no YouTube. Para assistir de forma oficial e legal todos os episódios, basta acessar a plataforma Crunchyroll, que detém os direitos de transmissão. Anote em sua agenda: a exibição do episódio inédito irá ao ar em 14 de dezembro de 2025.

  • Novos usuários podem aproveitar 7 dias grátis para explorar o catálogo completo da Crunchyroll.
  • A versão Premium permite assistir sem comerciais, garantindo maior imersão.

Além de One Piece, o catálogo inclui títulos consagrados como NarutoDemon SlayerDragon Ball e várias produções asiáticas de sucesso.

Prévia do episódio 1153 de One Piece
Imagem: © Eiichiro Oda/Shueisha/Toei Animation

Aviso de transparência

Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a One Piece e a outros animes.

Review Space Adventure Cobra – The Awakening: o personagem que influenciou gerações

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“Space Adventure Cobra – The Awakening” é um jogo publicado para consoles e PC em 26 de agosto de 2025, inspirado no mangá Cobra (Kobura), criado e ilustrado pelo falecido mangaká Buichi Terasawa. A obra foi serializada originalmente pela revista Weekly Shōnen Jump entre 1978 e 1984. Ela foi uma das principais referências para outras produções, tanto no Japão quanto no Ocidente. O personagem, conhecido pela galáxia como um dos principais aventureiros e temido por muitos devido à quantidade de pessoas que desejavam seu fim, acabou modificando sua face. Originalmente era um homem de cabelos azulados e longos, com pele clara, mas mudou para loiro e cabelo mais curto, tudo isso cirurgicamente. Além disso, suas memórias foram apagadas para que ninguém pudesse localizá-lo.

Essa introdução é importante para o jogador não ficar perdido ao jogar. Como o trabalho de Terasawa tinha uma classificação etária voltada mais para adultos, devido ao conteúdo em que alguns personagens apareciam, no Brasil seu alcance pode ter sido menor. Por isso, você deve estar se perguntando quem é Cobra — e não estou falando do vilão de Comandos em Ação ou G.I. Joe, como queira chamar.

Apesar da mistura de ficção científica psicodélica, estética pulp, erotismo, humor e um herói carismático, a obra moldou muito do que veio depois. Ele simplesmente influenciou outros autores de mangá, filmes, games e mais. Se você conhece Cowboy Bebop, Captain Harlock, Metal Gear Solid, Berserk, o próprio filme Guardiões da Galáxia, de James Gunn, possui influência e inspiração em Cobra — e eu poderia citar vários outros.

Gameplay do jogo

Isso mostra a importância da criação do mangaká, que infelizmente faleceu em 2023 vítima de um infarto do miocárdio. Havia muito tempo que eu não consumia conteúdo de Cobra e resolvi assistir ao longa-metragem de 1982, homônimo ao jogo (exceto por não levar Awakening). Posso afirmar que os traços de todos os personagens estavam acima do seu tempo. O autor gostava do “belo” e cada elemento não perde, no conceito artístico, para nenhum anime da atualidade ou animação.

Evidentemente, o conceito das sequências de ação é notoriamente diferente da atualidade, trazendo na época conversas mais reflexivas — visto que uma das personagens centrais já falava de conquistas femininas e como elas deveriam lutar. Além disso, há a crítica à opressão de governos corruptos que querem apenas dominar e não entregar o que foi prometido.

Os personagens icônicos estão no jogo

Apesar de Cobra ser um personagem que hoje muitos poderiam considerar “fanfarão”, ele consegue ser carismático. Sempre ao lado de sua inseparável e leal androide Lady Armaroid, que possui aparência de trato feminino, mas estética andrógena. Esse não é o primeiro título da franquia nos games; contudo, é o mais atual e tenta trazer momentos da saga do desmemoriado Johnson. A maioria dos outros jogos foi lançada para arcade (fliperama) e pachinko, muito popular na Ásia devido à sua temática e ao visual instigante das personagens.

Space Adventure Cobra – The Awakening traz toda a dinâmica dos personagens conhecidos da trama original, desde um dos vilões recorrentes, como Crystal Bowie, até Sandra e a destemida e apaixonante Jane Flowers, Dominique e outros. O título busca apresentar toda a primeira temporada do anime. Como mencionei no artigo, ele foi publicado até 1984 e depois outras editoras assumiram suas continuações, expandindo ainda mais o legado da obra.

Visualmente, o jogo é bem trabalhado — percebemos os detalhes de cada personagem e, principalmente, os diálogos estão literalmente fiéis ao original. Se tratando de um jogo considerado de baixo orçamento, foi interessante o empenho em desenvolver bem esses elementos. Embora nem tudo sejam flores, a Magic Pockets, desenvolvedora do jogo com apoio da Microids, conseguiu trazer nostalgia aos fãs no quesito visual. Dito isso, com uma longa introdução e exibição dos acertos no design de arte…

É o momento de adentrar na jornada de Cobra e sua peregrinação para derrotar todos aqueles que estão novamente lhe caçando pela galáxia. Essa aventura nos games possui 12 capítulos, que você pode levar de 10 a 13 horas para finalizar, dependendo da dificuldade e também da rejogabilidade, tentando expandir habilidades não disponíveis na primeira vez que jogou.

Recomendo conhecer um pouco do enredo e da temática dos poderes do personagem através dos animes e mangás. Com certeza, você ficará atraído por esta franquia. O título é simples: temos um 2.5D que fará o jogador andar pelos cenários e atirar em tudo que se mexe — bem ao estilo dos Run and gun (correr e atirar) jogos clássicos dos anos 90.

Psycho Gun e seu elemento surpresa

A mítica Psycho Gun — abusaremos de seus poderes. Se você não sabe, é a arma letal que transforma seu antebraço em um poderoso canhão de laser, que pode ser potencializado e também utilizado para atingir vários inimigos no mesmo cenário. Uma verdadeira “python” ou anaconda pelo alcance, com feixes controlados pelo próprio jogador. Essa função também ajuda nos quebra-cabeças, que possuem um determinado tempo para serem completados — caso contrário, são reiniciados, impedindo o avanço no cenário. O estilo de ataque corpo a corpo presente no jogo e o dash ao estilo Mega Man (apesar de muitos dizerem que o jogo da Capcom possui inspirações na criação de Buichi Terasawa, não apenas em Astro Boy).

Os fãs que conhecem o personagem e tudo o que ele faz vão se sentir representados, principalmente os que acompanharam sua jornada no anime. Um adendo: algumas cenas não representam totalmente o anime, com cortes consideráveis de personagens para se equalizar ao que o atual momento exige, sem forçar um ‘gooner‘. A recriação dos recursos originais de Cobra no combate foi feita com propriedade.

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Review Space Adventure Cobra - The Awakening: o personagem que influenciou gerações 40

Mas acredito que muita coisa para por aí. Ele nunca teve um jogo de grande orçamento no Ocidente que pudesse gerar uma grande comoção. Os cenários, que tentam exibir uma atmosfera fiel à franquia original, só são reconhecidos por quem está dentro desse universo.

No pano de fundo há uma paisagem intensa e coisas acontecendo — até usam esses locais para o personagem receber ataques, ficando apenas nisso. Talvez o orçamento investido não tenha proporcionado algo maior, comprometendo a imersão que a série possui. Um detalhe interessante é a opção de jogar com outra pessoa, controlando outras versões do Cobra e de seus aliados como Lady e Jane, possibilitando jogar no mesmo console (PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC via Steam), com opção de compartilhamento remote play.

No quesito diversão, é um jogo interessante e gostei de jogar. Mas, como desafio ou quebra-cabeças mais intensos e mecânicas de gameplay inovadoras, isso ele não possui. Exceto pelo que já comentei: a Psycho Gun permite controlar ataques em diversos oponentes, oferecendo mais opções de controle.

Caso o jogador consiga uma mira perfeita ao controlar o caminho que a python fará até os inimigos, uma animação é exibida mostrando seu êxito. O pulo duplo foi trocado pelo dash no alto e pela opção de utilizar um impulso para ir mais longe. Em algumas partes, tive um pouco de dificuldade, mesmo não sendo difícil — parecia que o controle não respondia como eu queria e acabava caindo. (Acho que o problema era eu, e não o jogo, vai saber.)

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Review Space Adventure Cobra - The Awakening: o personagem que influenciou gerações 41

Cada missão representa uma parte da trama original do anime, mudando os inimigos conforme o cenário, mas a mecânica é sempre a mesma: atirar, pular, dar dash e usar sua Psycho Gun. O modo como devemos passar os locais parece que só foi substituído por skins e pronto. Isso não é ruim quando há uma trama para seguir. O jogo tem isso. Compreendo que tiveram que picotar muito do enredo para encaixar no formato atual, entretanto acredito que, com maior ousadia, poderiam ter ido mais longe.

Tema nostálgico recebe novos arranjos

A trilha sonora do jogo, em geral, não é unânime, mas é agradável de ouvir, sem causar enjoo ou estranheza. A canção tema está presente no jogo, mas com uma repaginada: uma versão cover de “Cobra”, de Jon Garnier, com participação de Tricia Evy — cantora guadalupense nascida no arquipélago francês e que cresceu em Le Moule, na França. Ouvi a original e esta versão, e posso dizer que a harmonia caiu perfeitamente na voz de Tricia. Quem acessa o site sabe que gosto de elaborar diversas análises das trilhas sonoras de jogos e filmes. Se tiver curiosidade, no início deste artigo adicionei o vídeo oficial da abertura da trilha sonora do jogo para suas audições.

O compilado dos 12 primeiros episódios do anime, recriados no jogo Space Adventure Cobra – The Awakening, o personagem que influenciou gerações, é nostálgico para fãs. Porém, aos que desejavam um jogo mais dinâmico, verão um título mais cadenciado. Ficou claro que tentaram utilizar o orçamento para criar personagens similares ao original, mas as mecânicas inovadoras e o gameplay ficaram um pouco longe do esperado.

Ainda assim, é um jogo que considero uma boa oportunidade para quem deseja explorar opções e abusar dos speedruns. Sim, o jogo lhe dá essa chance — mesmo que alguns cenários tenham intervalos para quebra-cabeças, avançar rapidamente é possível. O jogo ainda observa o tempo gasto por missão e oferece um rank de aproveitamento (A, B, C, etc.). Isso estimula reduzir o tempo total de 10–12 horas para menos de 8 — ou, se descobrir um bug, terminar em poucos minutos. Já pensou nessa possibilidade?

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Review Space Adventure Cobra - The Awakening: o personagem que influenciou gerações 42

Enfim… Gamerdito (Veredito) de Space Adventure Cobra – The Awakening

No quesito vilão, cada um possui um estilo e sequência que podemos memorizar para vencer. Não são difíceis, mas é interessante ficar ligado aos detalhes para não ter que recomeçar todas as vezes. No início, até pode haver momentos em que perder vida será normal; depois, com a curva de aprendizado finalizada, torna-se mais comum avançar mais rapidamente.

Por fim, Space Adventure Cobra – The Awakening é um jogo em que seus desenvolvedores apostaram na memória de Cobra, uma franquia de grandes referências para a indústria do entretenimento. Mas, mesmo com todo o capricho dos cenários e personagens, faltou mais empenho em novas propostas. O loop de gameplay é um limitador, carecendo de profundidade mecânica. Alguns cortes estranhos de cenas acabam tirando um pouco da imersão. Fora isso, recomendo para quem pretende conhecer mais uma história dramática que estava à frente do seu tempo.

Aos fãs de longa data, mesmo sem a localização em português brasileiro, será fácil compreender todos os dilemas abordados pelos personagens. Devido à baixa popularidade da franquia no Brasil e ao orçamento limitado, o título não recebeu uma localização oficial em nosso idioma.

Finalizo esta review com uma nota 7,5/10 para o jogo Space Adventure Cobra – The Awakening.


Agradeço à Microids pela chave do jogo, que nos proporcionou desenvolver a review na versão de PC Windows via Steam. Essa análise foi escrita na primeira semana de setembro, entretanto, revisada apenas em novembro de 2025.

Netflix poderia ter blefado para levar US$ 2,8 bilhões?

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Nos últimos dias, o mercado de mídia ficou preso a um roteiro digno das tramas mirabolantes de Hollywood envolvendo estúdios consagrados. De um lado, a Netflix anunciou um acordo para comprar a Warner Bros. Discovery (WBD). Do outro, a Paramount/Skydance surgiu com uma oferta hostil maior e em dinheiro vivo. No meio disso, aparece uma hipótese que muita gente trataria como absurda, mas que começa a fazer sentido quando se olha para os números e para as regras do jogo.

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E se a Netflix não estiver tão preocupada em vencer?

A teoria é simples. A empresa pode ter entrado no acordo sabendo que existia um competidor pronto para cobrir a oferta. Se isso acontecer, a WBD rompe o contrato e paga à Netflix uma taxa de rescisão de US$ 2,8 bilhões. A gigante do streaming sai sem o risco regulatório, sem assumir dívidas enormes e ainda coloca quase três bilhões de dólares no caixa. Não compra a WBD, mas ganha fôlego para investir no que importa: produção, tecnologia e expansão global.

A seguir, explico por que isso não é impossível.

1. O acordo original já nasceu com uma taxa de rescisão gigante

O contrato entre Netflix e WBD tem duas proteções importantes:

  • Se a Netflix desistir por falha regulatória, paga US$ 5,8 bilhões.
  • Se a WBD desistir para aceitar uma oferta superior, paga US$ 2,8 bilhões à Netflix.
O que pode estar por trás do acordo Netflix–WBD
(Reprodução)

Apesar de não haver citação direta da multa no documento oficial que li, agências como Reuters e CNBC tratam esse valor como confirmado. E é essa segunda taxa que importa aqui. Outro documento esclarece melhor esses termos. Ela cria um paraquedas perfeito para a Netflix: se alguém aparecer com um cheque maior, sair do negócio vira lucro.

2. A Paramount/Skydance apareceu com um cheque maior e hostil

A proposta da Paramount/Skydance é direta: US$ 30 por ação, tudo em dinheiro, bem acima dos US$ 27,75 oferecidos pela Netflix. Em situações assim, o board da WBD até pode tentar resistir, mas a pressão dos acionistas costuma falar mais alto. Quando o valor sobe e o pagamento é imediato, a migração fica mais provável.

Se o board aceitar — ou for pressionado a aceitar — o acordo atual cai. E a multa de US$ 2,8 bilhões vai direto para a Netflix. A família Ellison sabe fazer propostas agressivas; foi assim na disputa pela Oracle e não deve ser diferente agora. Há ainda o detalhe curioso: David Ellison disse que David Zaslav estava relutante em fechar com a Paramount por conta de uma suposta pressão, sem muitos detalhes, vinda do próprio CEO da Netflix, Ted Sarandos. Lembrando que Sarandos se diz tranquilo quanto esta oferta da concorrente.

3. A lógica estratégica: por que a empresa teria algo a ganhar mesmo perdendo

A Netflix não é novata em fusões e aquisições. Ela sabia que a Paramount/Skydance rondava a WBD havia meses. Isso significa que a Netflix provavelmente tinha consciência de que poderia ser superada.

Nesse cenário, a estratégia poderia ter sido:

  • Assinar um acordo competitivo, mas fácil de superar.
  • Criar uma âncora de valor: quem quiser passar à frente precisa vir com muito mais.
  • Forçar o rival a fazer o movimento esperado.
  • Receber a taxa de rescisão e sair limpa.

Eles perdem a compra, mas ganha dinheiro e evita os riscos de integração e regulação — sempre os pontos mais perigosos de um negócio desse tamanho.

4. Por que isso não é fantasia

Em fusões e aquisições, esse tipo de manobra existe. Não é o mais comum, mas aparece quando:

  • a empresa tem capital para fazer uma oferta séria;
  • sabe que outro player depende mais da aquisição;
  • quer elevar o preço ou proteger sua posição;
  • usa a taxa de rescisão como colchão financeiro.

É raro ver isso nessa escala, mas o mecanismo é conhecido.

5. O resultado possível: a Netflix ganha mesmo perdendo

Se a Paramount vencer:

  • a WBD paga US$ 2,8 bilhões à Netflix;
  • Logo não paga nada;
  • Isto evita o risco regulatório que poderia custar US$ 5,8 bilhões;
  • o caixa aumenta com dinheiro limpo, sem dívida atrelada.

Isso não transforma a teoria em fato, mas mostra que ela é plausível dentro da lógica de M&A.

Enfim… o que acho disso tudo

À primeira vista, parece ousado imaginar que a TUDUM fez um movimento desse tamanho já esperando perder. Mas quando olhamos para o valor das multas, para o histórico das negociações e para o comportamento típico em ofertas hostis, a teoria ganha corpo.

Se a Paramount levar a WBD, a Netflix não sai derrotada. Sai reforçada, e sem o risco de absorver uma empresa enorme, cara e difícil de integrar. Às vezes, vencer é justamente não fechar o negócio.

Para uma empresa que precisa renovar suas grandes franquias — com Stranger Things chegando ao fim, Wandinha abaixo das expectativas na segunda temporada e Round 6 caminhando para algo repetitivo — esse dinheiro extra seria combustível suficiente para contar umas dez histórias grandes por um bom tempo.

Review SLEEP AWAKE: A Blumhouse instigando os sonhos

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Tivemos a oportunidade de jogar SLEEP AWAKE, que lançou recentemente no dia 2 de dezembro para PC, PS5 e Xbox Series X/S pela Blumhouse Games e Eyes Out — os mesmos que criaram Fear the Spotlight. A empresa, conhecida por trabalhar com sua divisão de cinemas em inúmeras produções de sucesso no gênero de suspense e terror, agora adentra na indústria dos games com tudo. A review deste jogo é nossa visão sobre a abordagem que essa nova IP (Propriedade Intelectual) pode acrescentar aos fãs deste gênero.

O enredo se passa no futuro distante, na última cidade conhecida da Terra, devastada por “The HUSH”, um fenômeno inexplicável que faz as pessoas desaparecerem ao dormir. A sociedade entrou em colapso, com facções dogmáticas e cultos que guerreiam por soluções para manter todos acordados, recorrendo a experimentos dolorosos e soros narcóticos que induzem visões psicodélicas. Você controla Katja, uma garota narcoléptica, vulnerável e determinada, dublada pela atriz de voz Persia Numan, uma jovem que luta para sobreviver.

Review SLEEP AWAKE, personagens do jogo
(Reprodução

O roteiro explora temas de luto, paranoia e a fragilidade da sanidade num mundo pós-apocalíptico. A forma de abordagem da história não torna o game clichê e até me lembrou, em certos momentos, um pouco do filme “Awake” (2021), que fala de uma sociedade que não consegue dormir e dos efeitos e causas da loucura coletiva.

O game é uma experiência de horror psicológico em primeira pessoa, que mergulha no limiar entre o sono e a morte. Tem duração de 3 a 5 horas. Ele consegue trazer uma ótima atmosfera sombria e um visual alucinante — mas falaremos mais adiante sobre essa parte —, porém peca pela simplicidade da jogabilidade, que se torna repetitiva durante todo o game.

Por um jogo que aborda a temática de horror psicológico, espera-se que a sensação de estar sob pressão a qualquer momento seja contínua. Contudo, ele é um walking simulator com toques de stealth e puzzles leves. O título foca na exploração de ambientes decadentes e na sobrevivência discreta.

Review SLEEP AWAKE, cenário com personagem enigmático
(Divulgação)

Você “brinca” de esconde-esconde com cultistas de forma fácil, resolve enigmas simples como empurrar carrinhos ou encontrar cartões-chave óbvios, e, em todos esses momentos, a sensação de apreensão é nula, quase inexistente. Não há combate direto; a furtividade é a “arma” principal. É tenso em momentos de alucinação, mas repetitivo e pouco desafiador. Comparar com Outlast é extremamente incorreto, pela sua estética e abordagem de uma simulação. O terror opressivo e sufocante de um Visage também não é o mesmo que observamos em Sleep Awake. Os desenvolvedores decidiram apostar em algo completamente diferente: como citei anteriormente, um estudo sobre o sono.

A busca incansável de Katja por respostas, tendo o fantasma do seu pai sempre aparecendo para lhe deixar dúvidas, instiga o jogador a querer saber o que haverá em seguida. É fato que o jumpscare é quase ausente, mas sempre há a sensação de que algo poderá surgir na frente ou na retaguarda. Recomendo, para quem se aventurar nesta trama, utilizar um fone de ouvido para sentir toda a mixagem de som, já que as pessoas mais sensíveis vão tomar susto facilmente.

É como se a personagem estivesse sempre descobrindo algo em uma perspectiva linear, sem grandes surpresas, mas os impactos dos personagens coadjuvantes são de arrepiar.

review sleep awake jogo personagens 2025
Review SLEEP AWAKE: A Blumhouse instigando os sonhos 47

A trilha sonora, composta por Robin Finck (Nine Inch Nails), é um dos pontos altos: hipnótica, com batidas marcantes que aumentam o delírio. Se estiver curioso, é possível ouvir as faixas musicais da trilha sonora na plataforma digital Spotify. As canções também podem ser adquiridas.
Nos efeitos visuais, o bizarro é o que define o jogo: é uma mistura insana de imagens realistas apresentadas nas cutscenes e ambientes 3D psicodélicos, com refrações caleidoscópicas e luzes distorcidas.

Gamerdito (Veredito) de Sleep Awake

Os gráficos estão dentro do padrão do gênero, com cenários bem detalhados que não prejudicam a experiência do jogador. Não há um salto gráfico que podemos dizer ser impressionante. Mas os personagens podem causar desconforto com seus visuais sombrios — sendo um ponto positivo ao jogo. Uma observação: em certo momento do jogo, a combinação do realismo cru com os efeitos psicodélicos deixa você um pouco tonto e remete a alucinações quase esquizofrênicas.

No fim, SLEEP AWAKE é uma experiência boa para fãs de horror atmosférico como Alien: Isolation, mas pode decepcionar quem busca profundidade mecânica ou narrativa. O jogo varia de R$ 88,00 a R$ 169,90, dependendo da plataforma, seja no console ou no PC Windows via Steam.

Finalizo minha análise com a nota desta review de Sleep Awake: 7.0/10. Se vale a pena jogar, lhe digo ser uma experiência interessante para ser aprofundada como algo experimental.


Agradecemos à Blumhouse Games pela chave do jogo para nossa análise na versão de PC Windows.

Ator Kang Tae Oh confirma visita ao Brasil em 2026

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O ator sul-coreano Kang Tae Oh, que ficou popular no Brasil por seu papel no drama “Uma Advogada Extraordinária”, desembarcará no Brasil para um Fan meeting. O evento ocorrerá no dia 21 de fevereiro no espaço Vibra em São Paulo, que contará com uma programação diversificada, incluindo sessões de autógrafos, entrevistas e apresentações especiais destinadas ao público brasileiro. A iniciativa será organizada pela SAM Entretenimento, empresa especializada na produção de espetáculos e eventos culturais.

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O ator é conhecido por seus papéis marcantes como: Desgraça ao seu Dispor (Netflix e Viki), Rio sob o Luar (Viki), Na Direção do Amor (Netflix), O conto de Nok Du (Viki) e muito mais.

A visita ao país faz parte de uma turnê internacional denominada “O’Hour”, que passará pelos países: Coreia do Sul, China, Japão e adentrando aos países da América Latina, começando pelo Brasil. Como jornalista, e com experiências no país sul-coreano, pude perceber o quanto os atores de lá são referência. Este é um evento que instiga a cobertura presencial, permitindo mostrar aos brasileiros que ainda não conhecem essa paixão pelos doramas como eles realmente possuem um público engajado.

Acompanhe eventos e fan meetings de atores de séries e produções favoritas no Brasil e no mundo, com informações sobre datas e locais.
Banner oficial da Tunê “O’Hour”.

Ao acessar o site, encontrei os seguintes valores:

Assentos sem benefícios

  • Assento Plateia Lateral
    R$ 195 (meia) | R$ 390 (inteira)
    Assento marcado
  • Assento Plateia Central
    R$ 245 (meia) | R$ 490 (inteira)
    Assento marcado
  • Assento Camarote
    R$ 390 (meia) | R$ 780 (inteira)
    Assento marcado

Pacotes com benefícios

  • Pacote Base
    R$ 880 (meia) | R$ 1.370 (inteira)
    Benefícios: Hi Touch / Assento marcado
  • Pacote Plus
    R$ 1.080 (meia) | R$ 1.570 (inteira)
    Benefícios: Hi Touch / Ensaio do artista (Soundcheck) / Credencial / Entrada após Premium / Assento marcado
  • Pacote Premium
    R$ 1.370 (meia) | R$ 1.940 (inteira)
    Benefícios: Foto 2:1 / Ensaio do artista (Soundcheck) / Kit Photocard / Credencial / Entrada após VIP / Assento marcado
  • Pacote VIP
    R$ 1.600 (meia) | R$ 2.250 (inteira)
    Benefícios: Foto 1:1 / Ensaio do artista (Soundcheck) / Sorteio de pôster pré-autografado / Credencial / Entrada antecipada / Assento marcado

Os ingressos já estão disponíveis, exclusivamente pelo site kticket, tendo pacotes e ingressos variados, dependendo da atividade ou setor que for selecionado. Para mais informações acessem o site oficial do SAM Entretenimento.


Fique ciente de que não possuímos vínculo com nenhuma das empresas ou marcas citadas nesta publicação. Nosso compromisso é, porém, alertar os leitores sobre eventos e locais interessantes, onde atores de suas séries ou produções favoritas estão participando no Brasil e no mundo.

David Ellison alerta: O cinema pode morrer se a Netflix dominar a Warner Bros

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David Ellison, CEO da Paramount Skydance, provocou o mercado ao afirmar que a compra da Warner Bros., pela Netflix representa um risco real para o cinema tradicional. Para ele, a concentração de poder em um único gigante do streaming ameaça estúdios, criadores e salas de exibição, podendo marcar o início da “morte do cinema”.

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Em entrevista à CNBC, Ellison destacou que a união da Netflix com a Warner criaria um conglomerado com mais de 400 milhões de assinantes globais, mais que o dobro do próximo concorrente, a Disney. “Isso é ruim para Hollywood. É ruim para o cinema. É ruim para os criadores. E, honestamente, é ruim para o público”, disse o executivo.

Ele mencionou que, caso a Paramount não intervenha, a concentração de poder poderia acelerar o fim da experiência tradicional de ir ao cinema, com consequências diretas para a diversidade de produções e a liberdade criativa.

A menção à oferta de US$ 108,4 bilhões da Paramount aparece apenas para contextualizar que a empresa está disposta a disputar o controle da Warner, mas o foco da discussão, segundo Ellison, é justamente proteger o futuro do cinema. Mesmo com jogos de interesse, quando a gigante do streaming anunciou que havia fechado os termos para a aquisição da Warner Bros., tanto o mercado quanto a mídia receberam a notícia de forma mista.

Paramount eleva pressão com oferta agressiva para tirar a Warner das mãos da Netflix

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A manhã começou agitada em Wall Street após a Paramount Skydance anunciar uma oferta agressiva — e totalmente em dinheiro — para adquirir a Warner Bros. Discovery. No programa Squawk on the Street, da CNBC, o CEO David Ellison endossou que a companhia está disposta a “terminar o que começou”, deixando claro que a disputa com a Netflix entrou em um novo patamar.

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Segundo Ellison, a Paramount vem tentando comprar a Warner há um tempo — seis propostas anteriores não foram suficientes para conquistar o interesse do conselho da empresa. Mas, desta vez, a estratégia mudou: a Skydance lançou uma oferta pública de US$ 30 por ação, inteiramente em caixa, que totaliza US$ 41 bilhões em equity. O pacote também inclui US$ 54 bilhões em dívidas, com compromissos firmados por Citi, Bank of America e Apollo. A Paramount Skydance lançou uma oferta de US$ 108,4 bilhões para adquirir a Warner Bros. Discovery, valor que representa cerca de R$ 589 bilhões na cotação atual do dólar.

O executivo destacou que a proposta não apenas supera a atual oferta da Netflix, mas responde ponto a ponto às preocupações levantadas pela própria Warner em dezembro, quando as negociações ainda aconteciam de forma privada. De acordo com Ellison, o conselho deixou claro que buscava um acordo “all cash” e totalmente garantido pelos investidores. A Paramount, então, retornou dias depois com tudo o que a empresa havia solicitado — do financiamento integral às garantias do grupo Ellison e da RedBird.

Ellison argumenta que, no contexto atual do mercado, “cash is king”. A proposta da Paramount entregaria, segundo ele, US$ 17,6 bilhões a mais em dinheiro aos acionistas, quando comparada à estrutura apresentada pela Netflix. Outro ponto levantado pelo CEO é a avaliação dos ativos de Global Networks, que fazem parte da equação no pacote da Netflix, mas que, na visão da Paramount, estariam sendo superestimados. Ellison cita cálculos que, segundo ele, colocam o valor real em algo mais próximo de US$ 1 por ação — bem abaixo do cenário projetado pela concorrente.

O CEO também reforçou que a discussão não é apenas financeira: envolve o futuro do mercado de entretenimento. A fusão entre Netflix e Warner criaria uma gigante com mais de 400 milhões de assinantes globais — combinando o streamer número 1 com o número 3 do setor. Nas palavras de Ellison, esse movimento traria um poder de mercado “sem precedentes”, deixando a Disney, segunda colocada, distante com menos de 200 milhões de assinantes.

Para ele, uma consolidação desse porte seria extremamente prejudicial para Hollywood, para os talentos criativos e para os consumidores. Ellison citou reações recentes dentro da própria indústria, com produtores e artistas comentando que um acordo entre Netflix e Warner representaria “a morte dos cinemas” e um risco grave à diversidade criativa.

Ao encerrar a entrevista, o CEO deixou claro que a Paramount não pretende recuar. A oferta pública lançada hoje é, segundo ele, a escolha racional em um momento em que a empresa acredita ter apresentado o que o mercado — e o próprio conselho da Warner — pediu desde o início das conversas.

A disputa agora está oficialmente aberta, e o setor inteiro observa os próximos passos de um embate que pode redefinir o futuro do entretenimento global. O trecho da entrevista você pode assistir no início desta publicação ou no perfil oficial da CNBC no YouTube.