Quem ainda não assinou a Disney Plus tem apenas até 27 de setembro para aproveitar a oferta de quatro meses por R$ 9,90 cada, sendo sua última chance este ano. Assinaturas pela Disney Plus garantem acesso a um dos catálogos de streaming mais completos do mercado, reunindo filmes, séries, documentários e esportes em um só lugar.
Entre os destaques, estão sucessos consagrados como Lilo & Stitch, o suspense de Alien: Earth e a reta final da Conmebol Libertadores, além de diversos campeonatos de futebol ao redor do mundo transmitidos pelos canais ESPN. Para os fãs de super-heróis e histórias de zumbis, a primeira temporada de Marvel Zombies oferece uma experiência única dentro do universo Marvel.
Imagem reprodução/Walt Disney Pictures
Além disso, a plataforma conta com documentários originais, séries educativas, lançamentos recentes da Disney e da Pixar, e conteúdos exclusivos que exploram bastidores e curiosidades. Recursos como perfis personalizados, recomendações inteligentes e streaming simultâneo em múltiplos dispositivos tornam a experiência ainda mais completa e adaptada ao gosto de cada usuário.
Se é fã das princesas mais carismáticas e famosas da indústria do cinema, aproveite para acompanhar agora mesmo. Fique ciente que esta oferta são para novos usuários e antigos que estejam legíveis para aderir ao Disney Day.
Ao assinar pela Disney+, é possível gerar uma pequena comissão que ajuda a manter nosso conteúdo atualizado e com análises detalhadas, sem custo adicional para quem utiliza o serviço.
A Epic Games Store está oferecendo um presente especial para os jogadores: o jogo Irmão do Jorel e o Jogo Mais Importante da Galáxia está disponível gratuitamente até o dia 2 de outubro, ao meio-dia (horário de Brasília). Além dele, o jogo de plataforma Eastern Exorcist, que traz ação em 2.5D adiciona ainda mais intensidade para resgatar os títulos gratuitos desta semana.
A aventura, que já chamou atenção pela sua narrativa divertida e mecânicas elaboradas, coloca o jogador em uma aventura intergaláctica cheia de humor, desafios e personagens cativantes. É a oportunidade interessante para quem ainda não conhecia o universo do Jorel ou para quem deseja revisitar o jogo sem custo algum. Visto que esta animação possui fãs apaixonados por esses personagens icônicos, que já viraram um marco na cultura popular.
(Divulgação)
Para resgatar a cópia gratuita, basta acessar a Epic Games Store e adicionar o jogo à sua biblioteca antes do prazo. Após o dia 2 de outubro, a oferta não estará mais disponível, então é importante garantir o download o quanto antes.
Essa é mais uma iniciativa da Epic Games de oferecer jogos de qualidade gratuitamente, permitindo que mais jogadores explorem diferentes experiências sem precisar gastar.
Se você gosta de aventuras cósmicas e não quer perder a chance de conhecer um dos títulos mais comentados da comunidade, agora é a hora. Fique ciente que o jogo está disponível por tempo limitado na versão de PC Windows.
*Atualização do nome correto do personagem, que havia sido escrito erroneamente.
Warborne: Above Ashes é um jogo MMO PvP ambientado em um universo de ficção científica pós-apocalíptico, focado em conflitos entre facções e em um mundo aberto em constante disputa. Mas será que o jogo consegue cumprir as promessas e entregar a experiência anunciada? O título pode ser encontrado através da plataforma Steam e gratuito.
O universo de Warborne apresenta pouca narrativa, deixando o jogador sem contexto ou motivação clara para suas ações. Assumimos o papel de um Driftmaster sem introdução ou história de fundo, o que pode agradar quem prefere gameplay direto, mas tende a frustrar jogadores que buscam imersão e construção de mundo. A falta de um enredo sólido transforma o campo de batalha em um cenário sem propósito definido.
Logo no início, o jogo apresenta uma grande quantidade de mecânicas: progressão de personagem, personalização, upgrades e estatísticas. O foco é claro: ação em larga escala, guerra entre facções e evolução do Driftmaster.
As seis facções disponíveis moldam o estilo de jogo, oferecendo bônus específicos que impactam combate e progressão. Além disso, os Warbands, grupos internos de cada facção, funcionam como guildas, adicionando uma camada estratégica e social à experiência.
O Driftmaster evolui por níveis, melhorias de equipamento e expansão do Driftmark, sua base pessoal. Nos primeiros níveis, a progressão é recompensadora e não exige grind excessivo. Porém, ao avançar, o jogo perde ritmo: os sistemas parecem superficiais, apesar de numerosos, e a sensação de crescimento se enfraquece, prejudicando a motivação a longo prazo.
Imagem: Qooland Games
Economia e Combate Warborne: Above Ashes
A economia de Warborne é funcional. Sistemas de coleta, crafting e comércio oferecem um ambiente justo para evolução. Facções como os Magnates tornam o início do jogo ainda mais recompensador, sem comprometer o equilíbrio geral.
O combate segue a lógica de RPGs clássicos, com habilidades vinculadas a atributos e tempos de recarga. A liberdade de criar builds variadas e experimentar diferentes estilos de luta é um ponto positivo, especialmente, considerando a diversidade de personagens disponíveis.
No entanto, o PvE sofre com falta de fluidez: a IA inimiga é limitada e pouco reativa, tornando os confrontos repetitivos e pouco desafiadores. A ausência de tutoriais claros também prejudica iniciantes, que dependem de tentativa e erro para compreender as mecânicas básicas.
PvP e Conflitos de Facção
O grande destaque prometido de Warborne era o PvP em larga escala. Mesmo na versão completa, a execução ainda não atinge seu potencial máximo. Há zonas de conflito e encontros ocasionais entre facções, mas a sensação de guerra permanente não se concretiza. Sem essa dinâmica, os sistemas de facção perdem relevância e o mundo parece mais um cenário esperando batalhas do que um campo vivo de guerra ativa.
O jogo conta com legendas em português do Brasil (PT-BR), facilitando a imersão. Algumas caixas de diálogo ainda permanecem sem tradução, mas a expectativa é que sejam corrigidas em futuros patches.
Imagem: Qooland Games
Gamerdito (Veredito): Vale a pena jogar Warborne: Above Ashes?
Warborne: Above Ashes apresenta bases sólidas e sistemas bem construídos. A progressão inicial é satisfatória, o combate é flexível e a economia funciona de forma equilibrada. Porém, a narrativa limitada, a IA fraca no PvE, o ritmo inconsistente da progressão e o PvP ainda subutilizado impedem que o jogo entregue tudo o que promete.
Em resumo, Warborne: Above Ashes é um MMO com potencial de se consolidar no gênero, mas que ainda precisa de ajustes para atingir seu impacto máximo. Jogadores que valorizam sistemas robustos e batalhas ocasionais já encontrarão diversão, enquanto aqueles que buscam guerra em tempo integral precisarão esperar por futuras atualizações.
O design de som em Warborne segue a mesma linha minimalista adotada pela direção de arte. Em vez de uma trilha sonora épica e orquestrada, o jogador é envolvido por sons ambientes que reforçam a atmosfera do mundo pós-apocalíptico: o vento cortando o deserto, o zumbido de máquinas enferrujadas, o eco dos passos em cidades abandonadas. Nos combates, o cenário muda para o caos de explosões e gritos, transmitindo intensidade, mas sem deixar uma marca duradoura na experiência auditiva.
Essa ausência de identidade estética não parece ser fruto de uma decisão artística, mas de uma limitação técnica. A principal promessa de Warborne: Above Ashes está em suas batalhas massivas e estáveis, sem quedas de desempenho, mesmo com centenas de jogadores simultâneos. Para que o motor gráfico suporte 200 personagens em tela, cada um com seus próprios efeitos de habilidade, foi necessário abrir mão de elementos mais sofisticados. Geometria complexa, texturas de alta definição e efeitos elaborados de partículas foram substituídos por soluções mais simples, priorizando fluidez.
O resultado é um visual funcional, mas genérico. A ambientação do apocalipse em Warborne não impressiona pela inspiração artística, e sim pela eficiência. A estética enferrujada que permeia o jogo é, no fim das contas, menos um reflexo de criatividade e mais o preço pago pela ambição técnica de entregar batalhas massivas sem comprometer o desempenho.
Imagem: Qooland Games
Com isso, finalizo minha experiência que, mesmo em acesso antecipado, posso dizer que minha satisfação com as mecânicas, trilha sonora, enredo e jogabilidade é de nota 7.0/10.
Fique ciente de que nossas análises no MeUGamer são técnicas e sem qualquer vínculo com as marcas, mesmo quando elas fornecem as chaves para uma review profissional.
Durante o State of Play desta quarta-feira (24), a Housemarque revelou o primeiro gameplay estendido de Saros, seu novo título de ação em terceira pessoa. A grande novidade é que o jogo será lançado em 20 de março de 2026, exclusivo para PlayStation 5 e com versão otimizada para PS5 Pro. Vale lembrar que o estúdio é o mesmo responsável por Returnal, título que recebeu críticas positivas da imprensa especializada, incluindo uma review publicada em nosso site nesta página.
O gameplay apresentado foi capturado diretamente no PS5 em 60fps utilizando a Unreal Engine 5, ainda em versão de desenvolvimento. Por isso, melhorias, ajustes e otimizações devem ser aplicados até o lançamento oficial.
A ambientação em Carcosa, o planeta mutante
A trama de Saros acontece em Carcosa, um planeta alienígena hostil e em constante transformação, que muda a cada morte do jogador. Esse cenário dinâmico oferece ambientes variados, inimigos desafiadores e segredos sombrios.
O protagonista é Arjun Devraj, interpretado por Rahul Kohli, que explora esse mundo misterioso enquanto um eclipse total se aproxima. Durante a jornada, ele encontra Nitya Chandran (interpretada por Shunori Ramanthan), peça-chave da narrativa e integrante do elenco de apoio.
Saros novo jogo da Housemarque chega em março de 2026 ao PS5 9Saros novo jogo da Housemarque chega em março de 2026 ao PS5 10
No gameplay revelado, vemos Arjun explorar uma civilização perdida, marcada por ruínas imponentes e um visual impactante alimentado pela energia do eclipse — apenas um dos muitos biomas que estarão presentes no jogo.
Evolução da ação em terceira pessoa
Seguindo a tradição de Returnal, Saros aposta em combates intensos em terceira pessoa, mas traz novos elementos para aprofundar a jogabilidade. O objetivo da equipe foi oferecer maior variedade de ferramentas, habilidades e escolhas estratégicas ao jogador.
O protagonista utiliza o traje de combate avançado Soltari, que permite realizar dash, saltos, ataques corpo a corpo e muito mais. Antes de cada partida, será possível escolher um loadout que mistura armas humanas Soltari e armas alienígenas de Carcosa.
No vídeo de gameplay, Arjun aparece empunhando a espingarda Soltari Phosphorous, enfrentando máquinas hostis dentro da cidade perdida. O destaque vai para os padrões de tiros dos inimigos e as armas brutais que reforçam a fantasia sci-fi proposta pelo jogo.
Narrativa e exploração
A narrativa de Saros será expandida com múltiplos recursos imersivos:
Cinemáticas de alto impacto;
Logs de áudio sombrios;
Diálogos com NPCs do elenco principal;
Hologramas Soltari, que revelam a história de Carcosa.
Além disso, haverá sequências mais enigmáticas e surreais, que devem aprofundar ainda mais o mistério da trama.
Um dos destaques do sistema de progressão é a habilidade chamada “Second Chance”, que permite ao protagonista reviver após a primeira morte, utilizando a energia de corrupção do eclipse. Essa mecânica se soma a um conjunto de elementos de progressão permanente, como melhorias no traje Soltari e nas habilidades do personagem.
Colaboração de peso no desenvolvimento
Saros é fruto de uma equipe multidisciplinar de talentos, contando com a colaboração de diversos estúdios da PlayStation. Entre eles estão a XDEV, responsável por apoiar a parte artística e de gameplay junto à Housemarque, e a PlayStation Studios Creative Arts, que retorna após o sucesso de Returnal, cuidando de som e música.
A trilha sonora também merece destaque: composta por Sam Slater, vencedor de dois prêmios Grammy, o compositor já trabalhou em produções renomadas como Chernobyl, Joker e o cultuado Mandy. Em Saros, ele entrega uma fusão ousada de dark-electronic com drone-metal, criando uma identidade musical única no mercado de games.
Lançamento e expectativas
Com lançamento marcado para 20 de março de 2026 no PS5, o título possui ambição de ser ainda mais grandioso que o último sucesso da desenvolvedora. Assim sendo, exibindo maior imersão aos jogos de ação em terceira pessoa, combinando combate intenso, narrativa instigantes e um universo alienígena repleto de mistérios.
Mais detalhes sobre a história, o elenco completo de NPCs e a colônia perdida em Carcosa serão revelados ao longo de 2025, em preparação para a estreia.
A década de 60 jamais será a mesma nessa nova fase da franquia em Silent Hill f, já disponível para PlayStation 5, Xbox Series e PC Windows (Steam). Seu lançamento oficial, em 25 de setembro de 2025, traz uma temática ainda mais sombria e sobrenatural, acompanhada de momentos com grandes sustos! Os usuários acostumados com esta proposta não vão estranhar. Contudo, os veteranos podem considerar um pouco fora do contexto da saga principal. Mas é sempre importante compreender essa dinâmica e como a Konami entregou este desenvolvimento para a NeoBards Entertainment, ficando apenas como publicadora. No início desta publicação assista ao trailer de lançamento!
Ele também foi desenvolvido na Unreal Engine 5, que vem recebendo algumas observações dos usuários em outros títulos. Aparentemente, se o PC for atual e com drivers instalados, deverá funcionar corretamente no seu setup. A reclusa cidade de Ebisugaoka, onde vive Hinako Shimizu, é consumida repentinamente por uma névoa misteriosa, transformando seu lar em um pesadelo aterrorizante. Agora que sabe dos detalhes, se ainda não começou sua jornada, esteja pronto agora mesmo!
(Divulgação)Imagem reproduçãoImagem reprodução
A seguir, confira alguns dados liberados pela desenvolvedora, além dos requisitos de sistema:
Requisitos de sistema
Mínimos:
Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1070 Ti ou AMD Radeon RX 5700
DirectX: Versão 12
Armazenamento: 50 GB de espaço disponível
Placa de som: Windows Compatible Audio Device
Outras observações: Playing on minimum requirements should enable to play on Performance quality settings in 30 FPS at 720p. SSD is recommended.
Recomendados:
Outras observações: Playing on recommended requirements should enable to play on Performance settings in 60 FPS or Quality settings in 30 FPS at FullHD (or 4K using DLSS or similar technology). SSD required.
Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
São Paulo, 24 de setembro de 2025 – A Tokyo Game Show 2025 começa hoje com a cerimônia de abertura transmitida ao vivo diretamente no nosso site. O evento, realizado no Makuhari Messe (Japão) de 25 a 28 de setembro, reúne mais de 600 expositores sob o tema “Unlimited, Neverending Playground”. Espere grandes anúncios de Capcom, Square Enix, SEGA, Konami, Bandai Namco e mais, com destaques para Resident Evil: Requiem, Monster Hunter Stories 3, e muito mais.
Assista à abertura da TGS 2025 ao vivo agora no nosso site no início deste artigo e fique por dentro das novidades em tempo real! Essa é uma parceria entre o nosso site o canal do “Cariocando no Japão” apresentado por Anderson Lima.
A Bandai Namco liberou a demo do título, permitindo aos jogadores um vislumbre do novo mundo presente em Little Nightmares III. Desta vez, o foco está na jornada de Low e Alone, que exploram um pequeno trecho desértico em Necrópolis, evidenciando ainda mais os segredos mortais que nos aguardam. A seguir, confira um pouco do nosso sentimento ao jogar pela primeira vez (prévia) esse terceiro título da franquia que agora a Supermassive Games está encarrega de entregar a mesma qualidade que sua antecessora.
O Início de uma Jornada Sombria
A grande novidade de Little Nightmares III é a possibilidade de jogar cooperativamente, escolhendo entre assumir o papel de Alone ou Low. Cada um possui habilidades específicas para a resolução de puzzles, alternando entre ações com um arco e uma chave inglesa. O consagrado título é amplamente reconhecido por seu estilo de plataforma com elementos de terror. A experiência de apelo sentimental profundo permanece intensa, inserida em um universo grotesco, cheio de sustos e com a constante sensação de vulnerabilidade.
Nada é entregue de forma óbvia, e muitas vezes, a explicação dá lugar à interpretação. Os puzzles seguem bem integrados ao cenário, exigindo observação cuidadosa e, por vezes, tentativas sucessivas. Apesar da linearidade entre os ambientes, os desafios únicos e sua mecânica evitam a repetição.
Imagem reprodução
O momento de “combate” presente na demo exige timing e reforça a fragilidade de Alone e Low diante das criaturas. Little Nightmares III não deve ser confundido com um jogo de ação contínua. Ele continua sendo uma jornada introspectiva, onde o terror funciona como linguagem para explorar temas delicados. A dinâmica entre os dois protagonistas é a alma da demo e será de todo o jogo. Jogando sozinho, a IA cumpre bem seu papel. As habilidades de cada personagem são usadas em momentos específicos, tornando o jogo mais estratégico. Destaque para a nova mecânica do guarda-chuva, que permite aos personagens planar suavemente pelo vento.
Necrópolis
Necrópolis é o grande destaque da demo, apresentando uma cidade abandonada no meio do deserto e um vilão peculiar chamado “Bebê Monstro”. Sua presença constante oprime os protagonistas e remete à curiosidade caótica de um bebê. É um apelo visual poderoso, que demonstra a evolução gráfica e a atmosfera cada vez mais opressiva da série. Esse salto visual será um dos pilares de Little Nightmares III, tornando-o não apenas belo e estilizado, mas profundamente perturbador.
A cidade carrega a marca do tempo, do abandono e do desconhecido. Diversos simbolismos provocam estranhamento. Cada parte do cenário foi construída com meticulosidade, evocando o medo, a solidão e a opressão, acentuados pela pequenez de Low e Alone. Esses ambientes desproporcionais reforçam que o mundo não é feito para criaturas tão pequenas.
(Reprodução)
A paleta de cores é belíssima: com tons escuros e claros, sempre apostando na melancolia e nos contrastes entre luz e sombra. Isso intensifica o medo do desconhecido em momentos de escuridão, ou a ansiedade quando a luz se torna um refúgio. O jogo entre luz e sombra continua a ser explorado com sucesso, influenciando tanto a jogabilidade quanto a narrativa. Os personagens e cenários seguem caricatos e inquietantes. Os protagonistas, silenciosos e diminutos, tornam o mistério ainda mais desconcertante. Low e Alone são contidos, mas expressivos, destacando-se pela perspectiva visual e profundidade de campo, principalmente quando a câmera se movimenta de forma fluida.
O Som do Medo
Um jogo de terror não seria nada sem sua trilha sonora e design de som, e esse continua sendo um dos maiores trunfos da franquia da Bandai Namco. O áudio é sutil, mas eficaz. Cada elemento sonoro entrega tensão e vulnerabilidade. O som é uma extensão da narrativa e da experiência, construindo o ambiente e guiando o jogador em momentos de antecipação. Os elementos sonoros de Necrópolis reforçam o desconforto, intensificando a função narrativa, o direcionamento frente às constantes ameaças e até mesmo a conexão emocional entre Alone e Low.
(Reprodução)
Um jogo promissor
A demo de Little Nightmares III oferece uma experiência intensa, mesmo em seu curto tempo de duração. Ela introduz com sucesso os novos protagonistas e deixa claro que sua jornada será complexa e difícil. O clima opressivo continua meticulosamente elaborado. A grande questão que fica é como será a imersão emocional na campanha solo — será que o impacto será o mesmo sem um jogador ao lado? De qualquer forma, a demo demonstra o alto nível de qualidade do novo título, provando que Little Nightmares III é um sucessor digno da franquia, com potencial para ser um dos destaques do ano entre os jogos lançados.
Little Nightmares III será lançado em 10 de outubro para PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series, Switch, Switch 2 e PC (Steam, Epic Games Store). Dependendo da época que estiver acessando a demonstração gratuita ainda estará disponível para jogar!
Após sucessivos adiamentos, a estreia estava inicialmente prevista para meados do ano passado, começou oficialmente a 1ª parte do Ghibli Fest. O evento leva 11 filmes clássicos do Studio Ghibli para exibição simultânea em cinemas de todo o Brasil, muitos deles pela primeira vez em circuito nacional. A iniciativa celebra os 40 anos do estúdio japonês e também da distribuidora Sato Company, responsável por trazer o projeto ao país.
A pré-venda dos ingressos já está disponível no site Ingresso.com, que criou uma página especial para o festival. Nela, é possível conferir as sessões de cada cidade, além de verificar se o filme escolhido será exibido dublado ou legendado. Algumas sessões, inclusive, já se encontram esgotadas.
Vale destacar que os longas não estarão em cartaz todos os dias da semana. As datas variam conforme cada sala de cinema, assim como a quantidade de exibições com áudio original ou dublado.
Imagem: Studio Ghibli
Novas dublagens no Ghibli Fest
Dos 11 títulos programados, apenas Nausicaä do Vale do Vento não terá versão em português. Segundo a Sato Company, as demais produções exibidas em versão dublada contarão com novas dublagens.
Lista completa dos filmes:
Nausicaä Do Vale Do Vento (1984; dir.: Hayao Miyazaki — inédito no cinema nacional | 12 ANOS);
O Serviço de Entregas da Kiki (1989; dir.: Hayao Miyazaki — inédito no cinema nacional | LIVRE);
Memórias de Ontem (1991; dir.: Isao Takahata — inédito no cinema nacional | 10 ANOS);
Porco Rosso (1992; dir.: Hayao Miyazaki — inédito no cinema nacional | 14 ANOS);
Eu Posso Ouvir o Oceano (1993; dir.: Tomomi Mochizuki — inédito no cinema nacional | 10 ANOS);
PomPoko: A Grande Batalha dos Guaxinins (1991; dir.: Isao Takahata — inédito no cinema nacional | 10 ANOS);
Sussurros do Coração (1995; dir.: Yoshifumi Kondo — inédito no cinema nacional | LIVRE);
Meus Vizinhos, Os Yamada (1999; dir.: Isao Takahata — inédito no cinema nacional | 10 ANOS);
A Viagem de Chihiro (2001; dir.: Hayao Miyazaki);
O Castelo Animado (2004; dir.: Hayao Miyazaki | LIVRE);
Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar (2008; dir.: Hayao Miyazaki | LIVRE);
Da Colina Kokuriko (2011; dir.: Goro Miyazaki — inédito no cinema nacional | LIVRE);
Vidas ao Vento (2013; dir.: Hayao Miyazaki | 12 ANOS).
Alguns filmes nunca haviam sido dublados no Brasil e terão sua estreia no festival, como:
Memórias de Ontem;
Eu Posso Ouvir o Oceano;
PomPoko;
Meus Vizinhos, os Yamada.
Imagem: Studio Ghibli
Outros já haviam recebido dublagens recentes para transmissões no canal Gloob ou exibições no Sato Cinema, em São Paulo, como Meu Amigo Totoro e Sussurros do Coração. Essas versões também devem ser utilizadas nas sessões do evento.
Chamam atenção ainda as novas versões de dublagem de títulos consagrados como O Serviço de Entregas da Kiki (que chega à sua 4ª versão), A Viagem de Chihiro (3ª versão) e O Castelo Animado (3ª versão). Aparentemente, a Sato Company não obteve os direitos das dublagens anteriores para exibição nos cinemas, o que resultou na criação de novas adaptações.
Já filmes como Porco Rosso, Vidas ao Vento e Da Colina Kokuriko receberão suas primeiras redublagens. No entanto, apesar de a distribuidora ter divulgado anteriormente a disponibilidade da versão dublada de Da Colina Kokuriko, até o momento o longa está sendo exibido apenas em cópias legendadas.
Imagem: Studio Ghibli
Cinemas participantes do Ghibli Fest
Segundo a última atualização oficial da Sato Company, o festival está sendo exibido em 183 salas de cinema no Brasil. A região Sudeste concentra a maioria das sessões, com 94 cinemas participantes. No restante do país, a distribuição ficou da seguinte forma:
Nordeste: 30 salas;
Sul: 29 salas;
Norte: 16 salas;
Centro-Oeste: 14 salas.
O Tocantins é o único estado sem nenhuma exibição confirmada. Um detalhe curioso é a ausência da rede Cinemark, maior da América Latina, no circuito oficial do Ghibli Fest.
Para verificar as atualizações em tempo real, conferir a disponibilidade em cada cidade e escolher entre sessões dubladas ou legendadas, o ideal é consultar diretamente o Ingresso.com.
Na manhã desta terça-feira (23) no Japão, ainda dia 22 no Brasil, foram revelados novos detalhes sobre o aguardado filme live-action de Sakamoto Days. As novidades incluem a confirmação do protagonista, a equipe criativa responsável pela produção e até uma pequena prévia em vídeo.
O longa havia sido anunciado no dia anterior apenas com uma imagem conceitual de Taro Sakamoto em sua versão gorda. Agora foi confirmado que o personagem será interpretado por Ren Meguro, ator reconhecido por sua participação em doramas como Thrillion Game (disponível na Netflix) e na adaptação em live-action de Meu Casamento Feliz. Uma nova arte promocional, já com Meguro caracterizado, foi divulgada junto ao vídeo que mostra o ator em ação.
Sakamoto Days | Filme live-action ganha suas primeiras informações 22Sakamoto Days | Filme live-action ganha suas primeiras informações 23Imagem: Divulgação
A direção e o roteiro do filme ficam por conta de Yuichi Fukuda, cineasta renomado por suas comédias e conhecido por adaptações de mangás para o cinema, como Gintama, Wotakoi e Jovens Sagrados. Já a coordenação das cenas de ação será de Keiya Tabuchi, profissional que atuou como coordenador de dublês em grandes produções, incluindo os filmes de Attack on Titan e, mais recentemente, Explosão no Trem-Bala.
O live-action de Sakamoto Days tem estreia confirmada para 2026 no Japão, durante a tradicional Golden Week, período de feriados nacionais que ocorre entre os dias 29 de abril e 6 de maio.
São Paulo, 23 de setembro de 2025 — A cerimônia do Japan Game Awards 2025, organizada pela Computer Entertainment Supplier’s Association (CESA), condecorou os melhores jogos do ano durante o Tokyo Game Show 2025. Com uma apresentação marcante da pianista Harami-chan e a participação do apoiador oficial do evento, Kanata Hongo, o RPG “Metaphor: ReFantazio” (SEGA/ATLUS) conquistou o Grande Prêmio na categoria Obras Anuais —; equivalente ao Game of The Year (GOTY). Enquanto isso, o Prêmio do Ministro da Economia, Comércio e Indústria foi entregue ao “Nintendo Switch 2” da Nintendo, enquanto o Jogo revelação foi para Clair Obscur: Expedition 33.
Além desses, ELDEN RING NIGHTREIGN, Monster Hunter Wilds, Like a Dragon: Pirates Yakuza in Hawaii estão entre os premiados. A seguir, confira todos os títulos que ganharam notoriedade no Japan Game Awards 2025 (JGA2025). Lembrando que este ano o nosso site conferiu o evento presencialmente.
Lista de Premiados por Categoria
Grande Prêmio
Metaphor: ReFantazio (ATLUS) – Plataformas: PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X/S, Project xCloud, Microsoft Windows
Japan Game Awards 2025: "Metaphor: ReFantazio" leva Grande Prêmio 26Japan Game Awards 2025: "Metaphor: ReFantazio" leva Grande Prêmio 27
Prêmio de Excelência
Metaphor: ReFantazio (ATLUS) – PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X/S, Project xCloud, Microsoft Windows
Urban Myth Dissolution Center (SHUEISHA) – Nintendo Switch, PlayStation 5, Microsoft Windows
Romancing SaGa 2: REVENGE OF THE SEVEN (SQUARE ENIX) – Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Microsoft Windows
DRAGON QUEST III: HD-2D Remake (SQUARE ENIX) – Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X|S, Steam, Microsoft Windows
DYNASTY WARRIORS: ORIGINS (KOEI TECMO GAMES) – PlayStation 5, Xbox Series X|S, Microsoft Windows
Tokyo Xtreme Racer (Genki) – Steam
Like a Dragon: Pirates Yakuza in Hawaii (SEGA CORPORATION) – PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox One, Microsoft Windows, Xbox Series X/S
Monster Hunter Wilds (CAPCOM) – PlayStation 5, Microsoft Windows, Xbox Series X|S, GeForce Now
The Hundred Line – Last Defense Academy (Aniplex) – Nintendo Switch, Microsoft Windows
Fantasy Life i: The Girl Who Steals Time (LEVEL5) – Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Steam
ELDEN RING NIGHTREIGN (FromSoftware) – PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Microsoft Windows
Prêmio Revelação
Clair Obscur: Expedition 33 (Kepler Interactive) – PlayStation 5, Xbox Series X|S, GeForce Now, Project xCloud, Microsoft Windows
Prêmio Movimento
Pokémon Trading Card Game Pocket (The Pokémon Company) – Android, iOS
Quem ainda não assinou a Disney Plus tem apenas até 27 de setembro para aproveitar a oferta de quatro meses por R$ 9,90 cada, sendo sua última chance este ano. Assinaturas pela Disney Plus garantem acesso a um dos catálogos de streaming mais completos do mercado, reunindo filmes, séries, documentários e esportes em um só lugar.
Entre os destaques, estão sucessos consagrados como Lilo & Stitch, o suspense de Alien: Earth e a reta final da Conmebol Libertadores, além de diversos campeonatos de futebol ao redor do mundo transmitidos pelos canais ESPN. Para os fãs de super-heróis e histórias de zumbis, a primeira temporada de Marvel Zombies oferece uma experiência única dentro do universo Marvel.
Imagem reprodução/Walt Disney Pictures
Além disso, a plataforma conta com documentários originais, séries educativas, lançamentos recentes da Disney e da Pixar, e conteúdos exclusivos que exploram bastidores e curiosidades. Recursos como perfis personalizados, recomendações inteligentes e streaming simultâneo em múltiplos dispositivos tornam a experiência ainda mais completa e adaptada ao gosto de cada usuário.
Se é fã das princesas mais carismáticas e famosas da indústria do cinema, aproveite para acompanhar agora mesmo. Fique ciente que esta oferta são para novos usuários e antigos que estejam legíveis para aderir ao Disney Day.
Ao assinar pela Disney+, é possível gerar uma pequena comissão que ajuda a manter nosso conteúdo atualizado e com análises detalhadas, sem custo adicional para quem utiliza o serviço.
A Epic Games Store está oferecendo um presente especial para os jogadores: o jogo Irmão do Jorel e o Jogo Mais Importante da Galáxia está disponível gratuitamente até o dia 2 de outubro, ao meio-dia (horário de Brasília). Além dele, o jogo de plataforma Eastern Exorcist, que traz ação em 2.5D adiciona ainda mais intensidade para resgatar os títulos gratuitos desta semana.
A aventura, que já chamou atenção pela sua narrativa divertida e mecânicas elaboradas, coloca o jogador em uma aventura intergaláctica cheia de humor, desafios e personagens cativantes. É a oportunidade interessante para quem ainda não conhecia o universo do Jorel ou para quem deseja revisitar o jogo sem custo algum. Visto que esta animação possui fãs apaixonados por esses personagens icônicos, que já viraram um marco na cultura popular.
(Divulgação)
Para resgatar a cópia gratuita, basta acessar a Epic Games Store e adicionar o jogo à sua biblioteca antes do prazo. Após o dia 2 de outubro, a oferta não estará mais disponível, então é importante garantir o download o quanto antes.
Essa é mais uma iniciativa da Epic Games de oferecer jogos de qualidade gratuitamente, permitindo que mais jogadores explorem diferentes experiências sem precisar gastar.
Se você gosta de aventuras cósmicas e não quer perder a chance de conhecer um dos títulos mais comentados da comunidade, agora é a hora. Fique ciente que o jogo está disponível por tempo limitado na versão de PC Windows.
*Atualização do nome correto do personagem, que havia sido escrito erroneamente.
Warborne: Above Ashes é um jogo MMO PvP ambientado em um universo de ficção científica pós-apocalíptico, focado em conflitos entre facções e em um mundo aberto em constante disputa. Mas será que o jogo consegue cumprir as promessas e entregar a experiência anunciada? O título pode ser encontrado através da plataforma Steam e gratuito.
O universo de Warborne apresenta pouca narrativa, deixando o jogador sem contexto ou motivação clara para suas ações. Assumimos o papel de um Driftmaster sem introdução ou história de fundo, o que pode agradar quem prefere gameplay direto, mas tende a frustrar jogadores que buscam imersão e construção de mundo. A falta de um enredo sólido transforma o campo de batalha em um cenário sem propósito definido.
Logo no início, o jogo apresenta uma grande quantidade de mecânicas: progressão de personagem, personalização, upgrades e estatísticas. O foco é claro: ação em larga escala, guerra entre facções e evolução do Driftmaster.
As seis facções disponíveis moldam o estilo de jogo, oferecendo bônus específicos que impactam combate e progressão. Além disso, os Warbands, grupos internos de cada facção, funcionam como guildas, adicionando uma camada estratégica e social à experiência.
O Driftmaster evolui por níveis, melhorias de equipamento e expansão do Driftmark, sua base pessoal. Nos primeiros níveis, a progressão é recompensadora e não exige grind excessivo. Porém, ao avançar, o jogo perde ritmo: os sistemas parecem superficiais, apesar de numerosos, e a sensação de crescimento se enfraquece, prejudicando a motivação a longo prazo.
Imagem: Qooland Games
Economia e Combate Warborne: Above Ashes
A economia de Warborne é funcional. Sistemas de coleta, crafting e comércio oferecem um ambiente justo para evolução. Facções como os Magnates tornam o início do jogo ainda mais recompensador, sem comprometer o equilíbrio geral.
O combate segue a lógica de RPGs clássicos, com habilidades vinculadas a atributos e tempos de recarga. A liberdade de criar builds variadas e experimentar diferentes estilos de luta é um ponto positivo, especialmente, considerando a diversidade de personagens disponíveis.
No entanto, o PvE sofre com falta de fluidez: a IA inimiga é limitada e pouco reativa, tornando os confrontos repetitivos e pouco desafiadores. A ausência de tutoriais claros também prejudica iniciantes, que dependem de tentativa e erro para compreender as mecânicas básicas.
PvP e Conflitos de Facção
O grande destaque prometido de Warborne era o PvP em larga escala. Mesmo na versão completa, a execução ainda não atinge seu potencial máximo. Há zonas de conflito e encontros ocasionais entre facções, mas a sensação de guerra permanente não se concretiza. Sem essa dinâmica, os sistemas de facção perdem relevância e o mundo parece mais um cenário esperando batalhas do que um campo vivo de guerra ativa.
O jogo conta com legendas em português do Brasil (PT-BR), facilitando a imersão. Algumas caixas de diálogo ainda permanecem sem tradução, mas a expectativa é que sejam corrigidas em futuros patches.
Imagem: Qooland Games
Gamerdito (Veredito): Vale a pena jogar Warborne: Above Ashes?
Warborne: Above Ashes apresenta bases sólidas e sistemas bem construídos. A progressão inicial é satisfatória, o combate é flexível e a economia funciona de forma equilibrada. Porém, a narrativa limitada, a IA fraca no PvE, o ritmo inconsistente da progressão e o PvP ainda subutilizado impedem que o jogo entregue tudo o que promete.
Em resumo, Warborne: Above Ashes é um MMO com potencial de se consolidar no gênero, mas que ainda precisa de ajustes para atingir seu impacto máximo. Jogadores que valorizam sistemas robustos e batalhas ocasionais já encontrarão diversão, enquanto aqueles que buscam guerra em tempo integral precisarão esperar por futuras atualizações.
O design de som em Warborne segue a mesma linha minimalista adotada pela direção de arte. Em vez de uma trilha sonora épica e orquestrada, o jogador é envolvido por sons ambientes que reforçam a atmosfera do mundo pós-apocalíptico: o vento cortando o deserto, o zumbido de máquinas enferrujadas, o eco dos passos em cidades abandonadas. Nos combates, o cenário muda para o caos de explosões e gritos, transmitindo intensidade, mas sem deixar uma marca duradoura na experiência auditiva.
Essa ausência de identidade estética não parece ser fruto de uma decisão artística, mas de uma limitação técnica. A principal promessa de Warborne: Above Ashes está em suas batalhas massivas e estáveis, sem quedas de desempenho, mesmo com centenas de jogadores simultâneos. Para que o motor gráfico suporte 200 personagens em tela, cada um com seus próprios efeitos de habilidade, foi necessário abrir mão de elementos mais sofisticados. Geometria complexa, texturas de alta definição e efeitos elaborados de partículas foram substituídos por soluções mais simples, priorizando fluidez.
O resultado é um visual funcional, mas genérico. A ambientação do apocalipse em Warborne não impressiona pela inspiração artística, e sim pela eficiência. A estética enferrujada que permeia o jogo é, no fim das contas, menos um reflexo de criatividade e mais o preço pago pela ambição técnica de entregar batalhas massivas sem comprometer o desempenho.
Imagem: Qooland Games
Com isso, finalizo minha experiência que, mesmo em acesso antecipado, posso dizer que minha satisfação com as mecânicas, trilha sonora, enredo e jogabilidade é de nota 7.0/10.
Fique ciente de que nossas análises no MeUGamer são técnicas e sem qualquer vínculo com as marcas, mesmo quando elas fornecem as chaves para uma review profissional.
Durante o State of Play desta quarta-feira (24), a Housemarque revelou o primeiro gameplay estendido de Saros, seu novo título de ação em terceira pessoa. A grande novidade é que o jogo será lançado em 20 de março de 2026, exclusivo para PlayStation 5 e com versão otimizada para PS5 Pro. Vale lembrar que o estúdio é o mesmo responsável por Returnal, título que recebeu críticas positivas da imprensa especializada, incluindo uma review publicada em nosso site nesta página.
O gameplay apresentado foi capturado diretamente no PS5 em 60fps utilizando a Unreal Engine 5, ainda em versão de desenvolvimento. Por isso, melhorias, ajustes e otimizações devem ser aplicados até o lançamento oficial.
A ambientação em Carcosa, o planeta mutante
A trama de Saros acontece em Carcosa, um planeta alienígena hostil e em constante transformação, que muda a cada morte do jogador. Esse cenário dinâmico oferece ambientes variados, inimigos desafiadores e segredos sombrios.
O protagonista é Arjun Devraj, interpretado por Rahul Kohli, que explora esse mundo misterioso enquanto um eclipse total se aproxima. Durante a jornada, ele encontra Nitya Chandran (interpretada por Shunori Ramanthan), peça-chave da narrativa e integrante do elenco de apoio.
Saros novo jogo da Housemarque chega em março de 2026 ao PS5 36Saros novo jogo da Housemarque chega em março de 2026 ao PS5 37
No gameplay revelado, vemos Arjun explorar uma civilização perdida, marcada por ruínas imponentes e um visual impactante alimentado pela energia do eclipse — apenas um dos muitos biomas que estarão presentes no jogo.
Evolução da ação em terceira pessoa
Seguindo a tradição de Returnal, Saros aposta em combates intensos em terceira pessoa, mas traz novos elementos para aprofundar a jogabilidade. O objetivo da equipe foi oferecer maior variedade de ferramentas, habilidades e escolhas estratégicas ao jogador.
O protagonista utiliza o traje de combate avançado Soltari, que permite realizar dash, saltos, ataques corpo a corpo e muito mais. Antes de cada partida, será possível escolher um loadout que mistura armas humanas Soltari e armas alienígenas de Carcosa.
No vídeo de gameplay, Arjun aparece empunhando a espingarda Soltari Phosphorous, enfrentando máquinas hostis dentro da cidade perdida. O destaque vai para os padrões de tiros dos inimigos e as armas brutais que reforçam a fantasia sci-fi proposta pelo jogo.
Narrativa e exploração
A narrativa de Saros será expandida com múltiplos recursos imersivos:
Cinemáticas de alto impacto;
Logs de áudio sombrios;
Diálogos com NPCs do elenco principal;
Hologramas Soltari, que revelam a história de Carcosa.
Além disso, haverá sequências mais enigmáticas e surreais, que devem aprofundar ainda mais o mistério da trama.
Um dos destaques do sistema de progressão é a habilidade chamada “Second Chance”, que permite ao protagonista reviver após a primeira morte, utilizando a energia de corrupção do eclipse. Essa mecânica se soma a um conjunto de elementos de progressão permanente, como melhorias no traje Soltari e nas habilidades do personagem.
Colaboração de peso no desenvolvimento
Saros é fruto de uma equipe multidisciplinar de talentos, contando com a colaboração de diversos estúdios da PlayStation. Entre eles estão a XDEV, responsável por apoiar a parte artística e de gameplay junto à Housemarque, e a PlayStation Studios Creative Arts, que retorna após o sucesso de Returnal, cuidando de som e música.
A trilha sonora também merece destaque: composta por Sam Slater, vencedor de dois prêmios Grammy, o compositor já trabalhou em produções renomadas como Chernobyl, Joker e o cultuado Mandy. Em Saros, ele entrega uma fusão ousada de dark-electronic com drone-metal, criando uma identidade musical única no mercado de games.
Lançamento e expectativas
Com lançamento marcado para 20 de março de 2026 no PS5, o título possui ambição de ser ainda mais grandioso que o último sucesso da desenvolvedora. Assim sendo, exibindo maior imersão aos jogos de ação em terceira pessoa, combinando combate intenso, narrativa instigantes e um universo alienígena repleto de mistérios.
Mais detalhes sobre a história, o elenco completo de NPCs e a colônia perdida em Carcosa serão revelados ao longo de 2025, em preparação para a estreia.
A década de 60 jamais será a mesma nessa nova fase da franquia em Silent Hill f, já disponível para PlayStation 5, Xbox Series e PC Windows (Steam). Seu lançamento oficial, em 25 de setembro de 2025, traz uma temática ainda mais sombria e sobrenatural, acompanhada de momentos com grandes sustos! Os usuários acostumados com esta proposta não vão estranhar. Contudo, os veteranos podem considerar um pouco fora do contexto da saga principal. Mas é sempre importante compreender essa dinâmica e como a Konami entregou este desenvolvimento para a NeoBards Entertainment, ficando apenas como publicadora. No início desta publicação assista ao trailer de lançamento!
Ele também foi desenvolvido na Unreal Engine 5, que vem recebendo algumas observações dos usuários em outros títulos. Aparentemente, se o PC for atual e com drivers instalados, deverá funcionar corretamente no seu setup. A reclusa cidade de Ebisugaoka, onde vive Hinako Shimizu, é consumida repentinamente por uma névoa misteriosa, transformando seu lar em um pesadelo aterrorizante. Agora que sabe dos detalhes, se ainda não começou sua jornada, esteja pronto agora mesmo!
(Divulgação)Imagem reproduçãoImagem reprodução
A seguir, confira alguns dados liberados pela desenvolvedora, além dos requisitos de sistema:
Requisitos de sistema
Mínimos:
Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1070 Ti ou AMD Radeon RX 5700
DirectX: Versão 12
Armazenamento: 50 GB de espaço disponível
Placa de som: Windows Compatible Audio Device
Outras observações: Playing on minimum requirements should enable to play on Performance quality settings in 30 FPS at 720p. SSD is recommended.
Recomendados:
Outras observações: Playing on recommended requirements should enable to play on Performance settings in 60 FPS or Quality settings in 30 FPS at FullHD (or 4K using DLSS or similar technology). SSD required.
Requer um processador e sistema operacional de 64 bits
São Paulo, 24 de setembro de 2025 – A Tokyo Game Show 2025 começa hoje com a cerimônia de abertura transmitida ao vivo diretamente no nosso site. O evento, realizado no Makuhari Messe (Japão) de 25 a 28 de setembro, reúne mais de 600 expositores sob o tema “Unlimited, Neverending Playground”. Espere grandes anúncios de Capcom, Square Enix, SEGA, Konami, Bandai Namco e mais, com destaques para Resident Evil: Requiem, Monster Hunter Stories 3, e muito mais.
Assista à abertura da TGS 2025 ao vivo agora no nosso site no início deste artigo e fique por dentro das novidades em tempo real! Essa é uma parceria entre o nosso site o canal do “Cariocando no Japão” apresentado por Anderson Lima.
A Bandai Namco liberou a demo do título, permitindo aos jogadores um vislumbre do novo mundo presente em Little Nightmares III. Desta vez, o foco está na jornada de Low e Alone, que exploram um pequeno trecho desértico em Necrópolis, evidenciando ainda mais os segredos mortais que nos aguardam. A seguir, confira um pouco do nosso sentimento ao jogar pela primeira vez (prévia) esse terceiro título da franquia que agora a Supermassive Games está encarrega de entregar a mesma qualidade que sua antecessora.
O Início de uma Jornada Sombria
A grande novidade de Little Nightmares III é a possibilidade de jogar cooperativamente, escolhendo entre assumir o papel de Alone ou Low. Cada um possui habilidades específicas para a resolução de puzzles, alternando entre ações com um arco e uma chave inglesa. O consagrado título é amplamente reconhecido por seu estilo de plataforma com elementos de terror. A experiência de apelo sentimental profundo permanece intensa, inserida em um universo grotesco, cheio de sustos e com a constante sensação de vulnerabilidade.
Nada é entregue de forma óbvia, e muitas vezes, a explicação dá lugar à interpretação. Os puzzles seguem bem integrados ao cenário, exigindo observação cuidadosa e, por vezes, tentativas sucessivas. Apesar da linearidade entre os ambientes, os desafios únicos e sua mecânica evitam a repetição.
Imagem reprodução
O momento de “combate” presente na demo exige timing e reforça a fragilidade de Alone e Low diante das criaturas. Little Nightmares III não deve ser confundido com um jogo de ação contínua. Ele continua sendo uma jornada introspectiva, onde o terror funciona como linguagem para explorar temas delicados. A dinâmica entre os dois protagonistas é a alma da demo e será de todo o jogo. Jogando sozinho, a IA cumpre bem seu papel. As habilidades de cada personagem são usadas em momentos específicos, tornando o jogo mais estratégico. Destaque para a nova mecânica do guarda-chuva, que permite aos personagens planar suavemente pelo vento.
Necrópolis
Necrópolis é o grande destaque da demo, apresentando uma cidade abandonada no meio do deserto e um vilão peculiar chamado “Bebê Monstro”. Sua presença constante oprime os protagonistas e remete à curiosidade caótica de um bebê. É um apelo visual poderoso, que demonstra a evolução gráfica e a atmosfera cada vez mais opressiva da série. Esse salto visual será um dos pilares de Little Nightmares III, tornando-o não apenas belo e estilizado, mas profundamente perturbador.
A cidade carrega a marca do tempo, do abandono e do desconhecido. Diversos simbolismos provocam estranhamento. Cada parte do cenário foi construída com meticulosidade, evocando o medo, a solidão e a opressão, acentuados pela pequenez de Low e Alone. Esses ambientes desproporcionais reforçam que o mundo não é feito para criaturas tão pequenas.
(Reprodução)
A paleta de cores é belíssima: com tons escuros e claros, sempre apostando na melancolia e nos contrastes entre luz e sombra. Isso intensifica o medo do desconhecido em momentos de escuridão, ou a ansiedade quando a luz se torna um refúgio. O jogo entre luz e sombra continua a ser explorado com sucesso, influenciando tanto a jogabilidade quanto a narrativa. Os personagens e cenários seguem caricatos e inquietantes. Os protagonistas, silenciosos e diminutos, tornam o mistério ainda mais desconcertante. Low e Alone são contidos, mas expressivos, destacando-se pela perspectiva visual e profundidade de campo, principalmente quando a câmera se movimenta de forma fluida.
O Som do Medo
Um jogo de terror não seria nada sem sua trilha sonora e design de som, e esse continua sendo um dos maiores trunfos da franquia da Bandai Namco. O áudio é sutil, mas eficaz. Cada elemento sonoro entrega tensão e vulnerabilidade. O som é uma extensão da narrativa e da experiência, construindo o ambiente e guiando o jogador em momentos de antecipação. Os elementos sonoros de Necrópolis reforçam o desconforto, intensificando a função narrativa, o direcionamento frente às constantes ameaças e até mesmo a conexão emocional entre Alone e Low.
(Reprodução)
Um jogo promissor
A demo de Little Nightmares III oferece uma experiência intensa, mesmo em seu curto tempo de duração. Ela introduz com sucesso os novos protagonistas e deixa claro que sua jornada será complexa e difícil. O clima opressivo continua meticulosamente elaborado. A grande questão que fica é como será a imersão emocional na campanha solo — será que o impacto será o mesmo sem um jogador ao lado? De qualquer forma, a demo demonstra o alto nível de qualidade do novo título, provando que Little Nightmares III é um sucessor digno da franquia, com potencial para ser um dos destaques do ano entre os jogos lançados.
Little Nightmares III será lançado em 10 de outubro para PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series, Switch, Switch 2 e PC (Steam, Epic Games Store). Dependendo da época que estiver acessando a demonstração gratuita ainda estará disponível para jogar!
Após sucessivos adiamentos, a estreia estava inicialmente prevista para meados do ano passado, começou oficialmente a 1ª parte do Ghibli Fest. O evento leva 11 filmes clássicos do Studio Ghibli para exibição simultânea em cinemas de todo o Brasil, muitos deles pela primeira vez em circuito nacional. A iniciativa celebra os 40 anos do estúdio japonês e também da distribuidora Sato Company, responsável por trazer o projeto ao país.
A pré-venda dos ingressos já está disponível no site Ingresso.com, que criou uma página especial para o festival. Nela, é possível conferir as sessões de cada cidade, além de verificar se o filme escolhido será exibido dublado ou legendado. Algumas sessões, inclusive, já se encontram esgotadas.
Vale destacar que os longas não estarão em cartaz todos os dias da semana. As datas variam conforme cada sala de cinema, assim como a quantidade de exibições com áudio original ou dublado.
Imagem: Studio Ghibli
Novas dublagens no Ghibli Fest
Dos 11 títulos programados, apenas Nausicaä do Vale do Vento não terá versão em português. Segundo a Sato Company, as demais produções exibidas em versão dublada contarão com novas dublagens.
Lista completa dos filmes:
Nausicaä Do Vale Do Vento (1984; dir.: Hayao Miyazaki — inédito no cinema nacional | 12 ANOS);
O Serviço de Entregas da Kiki (1989; dir.: Hayao Miyazaki — inédito no cinema nacional | LIVRE);
Memórias de Ontem (1991; dir.: Isao Takahata — inédito no cinema nacional | 10 ANOS);
Porco Rosso (1992; dir.: Hayao Miyazaki — inédito no cinema nacional | 14 ANOS);
Eu Posso Ouvir o Oceano (1993; dir.: Tomomi Mochizuki — inédito no cinema nacional | 10 ANOS);
PomPoko: A Grande Batalha dos Guaxinins (1991; dir.: Isao Takahata — inédito no cinema nacional | 10 ANOS);
Sussurros do Coração (1995; dir.: Yoshifumi Kondo — inédito no cinema nacional | LIVRE);
Meus Vizinhos, Os Yamada (1999; dir.: Isao Takahata — inédito no cinema nacional | 10 ANOS);
A Viagem de Chihiro (2001; dir.: Hayao Miyazaki);
O Castelo Animado (2004; dir.: Hayao Miyazaki | LIVRE);
Ponyo: Uma Amizade que Veio do Mar (2008; dir.: Hayao Miyazaki | LIVRE);
Da Colina Kokuriko (2011; dir.: Goro Miyazaki — inédito no cinema nacional | LIVRE);
Vidas ao Vento (2013; dir.: Hayao Miyazaki | 12 ANOS).
Alguns filmes nunca haviam sido dublados no Brasil e terão sua estreia no festival, como:
Memórias de Ontem;
Eu Posso Ouvir o Oceano;
PomPoko;
Meus Vizinhos, os Yamada.
Imagem: Studio Ghibli
Outros já haviam recebido dublagens recentes para transmissões no canal Gloob ou exibições no Sato Cinema, em São Paulo, como Meu Amigo Totoro e Sussurros do Coração. Essas versões também devem ser utilizadas nas sessões do evento.
Chamam atenção ainda as novas versões de dublagem de títulos consagrados como O Serviço de Entregas da Kiki (que chega à sua 4ª versão), A Viagem de Chihiro (3ª versão) e O Castelo Animado (3ª versão). Aparentemente, a Sato Company não obteve os direitos das dublagens anteriores para exibição nos cinemas, o que resultou na criação de novas adaptações.
Já filmes como Porco Rosso, Vidas ao Vento e Da Colina Kokuriko receberão suas primeiras redublagens. No entanto, apesar de a distribuidora ter divulgado anteriormente a disponibilidade da versão dublada de Da Colina Kokuriko, até o momento o longa está sendo exibido apenas em cópias legendadas.
Imagem: Studio Ghibli
Cinemas participantes do Ghibli Fest
Segundo a última atualização oficial da Sato Company, o festival está sendo exibido em 183 salas de cinema no Brasil. A região Sudeste concentra a maioria das sessões, com 94 cinemas participantes. No restante do país, a distribuição ficou da seguinte forma:
Nordeste: 30 salas;
Sul: 29 salas;
Norte: 16 salas;
Centro-Oeste: 14 salas.
O Tocantins é o único estado sem nenhuma exibição confirmada. Um detalhe curioso é a ausência da rede Cinemark, maior da América Latina, no circuito oficial do Ghibli Fest.
Para verificar as atualizações em tempo real, conferir a disponibilidade em cada cidade e escolher entre sessões dubladas ou legendadas, o ideal é consultar diretamente o Ingresso.com.
Na manhã desta terça-feira (23) no Japão, ainda dia 22 no Brasil, foram revelados novos detalhes sobre o aguardado filme live-action de Sakamoto Days. As novidades incluem a confirmação do protagonista, a equipe criativa responsável pela produção e até uma pequena prévia em vídeo.
O longa havia sido anunciado no dia anterior apenas com uma imagem conceitual de Taro Sakamoto em sua versão gorda. Agora foi confirmado que o personagem será interpretado por Ren Meguro, ator reconhecido por sua participação em doramas como Thrillion Game (disponível na Netflix) e na adaptação em live-action de Meu Casamento Feliz. Uma nova arte promocional, já com Meguro caracterizado, foi divulgada junto ao vídeo que mostra o ator em ação.
Sakamoto Days | Filme live-action ganha suas primeiras informações 49Sakamoto Days | Filme live-action ganha suas primeiras informações 50Imagem: Divulgação
A direção e o roteiro do filme ficam por conta de Yuichi Fukuda, cineasta renomado por suas comédias e conhecido por adaptações de mangás para o cinema, como Gintama, Wotakoi e Jovens Sagrados. Já a coordenação das cenas de ação será de Keiya Tabuchi, profissional que atuou como coordenador de dublês em grandes produções, incluindo os filmes de Attack on Titan e, mais recentemente, Explosão no Trem-Bala.
O live-action de Sakamoto Days tem estreia confirmada para 2026 no Japão, durante a tradicional Golden Week, período de feriados nacionais que ocorre entre os dias 29 de abril e 6 de maio.
São Paulo, 23 de setembro de 2025 — A cerimônia do Japan Game Awards 2025, organizada pela Computer Entertainment Supplier’s Association (CESA), condecorou os melhores jogos do ano durante o Tokyo Game Show 2025. Com uma apresentação marcante da pianista Harami-chan e a participação do apoiador oficial do evento, Kanata Hongo, o RPG “Metaphor: ReFantazio” (SEGA/ATLUS) conquistou o Grande Prêmio na categoria Obras Anuais —; equivalente ao Game of The Year (GOTY). Enquanto isso, o Prêmio do Ministro da Economia, Comércio e Indústria foi entregue ao “Nintendo Switch 2” da Nintendo, enquanto o Jogo revelação foi para Clair Obscur: Expedition 33.
Além desses, ELDEN RING NIGHTREIGN, Monster Hunter Wilds, Like a Dragon: Pirates Yakuza in Hawaii estão entre os premiados. A seguir, confira todos os títulos que ganharam notoriedade no Japan Game Awards 2025 (JGA2025). Lembrando que este ano o nosso site conferiu o evento presencialmente.
Lista de Premiados por Categoria
Grande Prêmio
Metaphor: ReFantazio (ATLUS) – Plataformas: PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X/S, Project xCloud, Microsoft Windows
Japan Game Awards 2025: "Metaphor: ReFantazio" leva Grande Prêmio 53Japan Game Awards 2025: "Metaphor: ReFantazio" leva Grande Prêmio 54
Prêmio de Excelência
Metaphor: ReFantazio (ATLUS) – PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X/S, Project xCloud, Microsoft Windows
Urban Myth Dissolution Center (SHUEISHA) – Nintendo Switch, PlayStation 5, Microsoft Windows
Romancing SaGa 2: REVENGE OF THE SEVEN (SQUARE ENIX) – Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Microsoft Windows
DRAGON QUEST III: HD-2D Remake (SQUARE ENIX) – Nintendo Switch, PlayStation 5, Xbox Series X|S, Steam, Microsoft Windows
DYNASTY WARRIORS: ORIGINS (KOEI TECMO GAMES) – PlayStation 5, Xbox Series X|S, Microsoft Windows
Tokyo Xtreme Racer (Genki) – Steam
Like a Dragon: Pirates Yakuza in Hawaii (SEGA CORPORATION) – PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox One, Microsoft Windows, Xbox Series X/S
Monster Hunter Wilds (CAPCOM) – PlayStation 5, Microsoft Windows, Xbox Series X|S, GeForce Now
The Hundred Line – Last Defense Academy (Aniplex) – Nintendo Switch, Microsoft Windows
Fantasy Life i: The Girl Who Steals Time (LEVEL5) – Nintendo Switch, PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Steam
ELDEN RING NIGHTREIGN (FromSoftware) – PlayStation 5, PlayStation 4, Xbox Series X|S, Microsoft Windows
Prêmio Revelação
Clair Obscur: Expedition 33 (Kepler Interactive) – PlayStation 5, Xbox Series X|S, GeForce Now, Project xCloud, Microsoft Windows
Prêmio Movimento
Pokémon Trading Card Game Pocket (The Pokémon Company) – Android, iOS