Heartopia é um jogo de simulador de vida, inspirado em jogos como Animal Crossing e outros que existem no mercado. Ele não está para inventar a roda, mas para os usuários relaxarem e jogarem sem o compromisso de jogos mais dinâmicos. A ideia é explorar a vida, interagir com seu vilarejo e ir enfrentando desafios e missões.
São diversas tarefas para ir melhorando sua casa. Como ele é gratuito, a monetização, na minha investigação, é baseada nos itens que o jogador deseja possuir. Ou ele terá que jogar muito para ir evoluindo, e os usuários acabam optando por comprar pacotes. Contudo, ao acessar a versão do jogo na Google Play Store, verifiquei reclamações dos usuários sobre os servidores apresentarem carregamento infinito e não entrarem no jogo. O problema é que alguns não perceberam que o jogo só ficaria disponível em 8 de janeiro, gerando uma série de reviews negativas devido desatenção. Lembrando que a data oficial ao menos que inicialmente passada era em 7 de janeiro de 2026.
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Lembrando, como mencionei, é natural que um jogo gratuito em seu lançamento obtenha uma quantidade massiva de usuários simultâneos. O problema é que isso gera uma primeira impressão que pode afastar para sempre os jogadores do jogo.
Mas por qual motivo estou escrevendo este artigo? Como tenho criado conteúdos sobre os lançamentos do mês de janeiro, gosto de conferir jogos que estão despertando curiosidades dos jogadores. Ao entrar na plataforma Steam, os desenvolvedores da XD informaram que a versão para PC Windows ainda não está pronta e que estão trabalhando arduamente para um polimento satisfatório, limitando, neste momento, apenas aos dispositivos móveis, nos smartphones com sistema operacional Android e iOS (iPhone/iPad). Esse é um adiamento que na minha opinião usuários da plataforma não estavam prevendo.
Sobre os usuários do Brasil, o título possui idioma localizado para o português brasileiro nas legendas e interface, o que ajuda os jogadores a compreenderem a trama e os desafios propostos. Pesquisei nas páginas oficiais do jogo sobre possível data de lançamento no PC, mas não havia nenhuma informação da desenvolvedora.
Embora tenham acontecido esses problemas iniciais, o título é um passatempo para pessoas que querem um jogo casual. Principalmente para aposentados que adoram passar horas jogando com esse nível de temática; eles ainda dizem não serem gamers. Por fim, Heartopia está disponível oficialmente desde 8 de janeiro de 2026. Quando o jogo for lançado oficialmente na versão para PC Windows, atualizaremos em nosso site.
Dragon Quest VII Reimagined é uma versão aprimorada do clássico Dragon Quest VII: Fragments of the Forgotten Past, lançado no Ocidente em 2001. O título no original contou com o design dos personagens do saudoso Akira Toriyama, que nos deixou em março de 2024. Nesta nova versão o mangaká também recebe os créditos pela criação dos personagens. Naquele período, a Square Soft e a Enix ainda não haviam se fundido para se transformar no que conhecemos atualmente como Square Enix.
O primeiro título originário possui uma riqueza de detalhes únicos e acrescentava para o enredo. Seus personagens como Kiefer, Maribel, Ruff, Maeve e outros são sempre cativantes. Nosso protagonista, apesar de não ter um nome fixo, visto que podemos alterar para o nosso, ficou conhecido como Auster e Arus, dependendo da mídia que foi publicada.
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No dia 7 de janeiro de 2026, a Square Enix publicou oficialmente uma demonstração gratuita nas plataformas de PlayStation, Xbox, Nintendo Switch e PC Windows via Steam. Tudo para que os fãs e novos usuários pudessem conhecer essa nova reimaginação do jogo, que está previsto para o próximo dia 5 de fevereiro de 2026 nos respectivos consoles e PC anteriormente citados. Essa prévia é baseada na versão de PC Windows via plataforma Steam, ao qual analisei os gráficos, mecânicas, trilha sonora e comparação com clássico e o atual. Sobre os requisitos de sistema, publiquei em outro artigo nessa página.
Quem jogou o primeiro sabe o quanto a história era longa e havia diversos desafios e quebra-cabeças para os jogadores irem se aventurando. A história é simples.”O pai do protagonista encontra um mapa que supostamente mostra que os continentes, em algum momento, eram separados. Isso instiga ele e o príncipe Kiefer, ao lado de seus companheiros de jornada, a descobrir toda a verdade”.
Da nostalgia à atualidade gráfica em DRAGON QUEST VII Reimagined
Para ter um vislumbre de comparação, tive que adentrar no clássico para lembrar de memórias afetivas desse remake. Percebi que eles tentaram recriar cada frame, com algumas alterações interessantes. Só o que vou mencionar aqui pode causar estranheza. Tecnicamente, os cenários do jogo original, mesmo em art pixel, são mais chamativos que os atuais. Não significa que o novo jogo esteja menos glamouroso. Pelo contrário, os personagens, inimigos e os cenários estão estilizados com grande capricho e utilização de muito cel shading.
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Pelo tempo de um jogo para outro, que é de 25 anos, considerando que foi lançado no Japão em 2000, os vilarejos teriam mais elementos e detalhes, mas fizeram a simplicidade do original. Acredito que, nesse ponto, eles deveriam enriquecer mais o mundo do jogo. Embora perceba que a intenção é deixar como um jogo de role-playing game (RPG) raiz, como todos nós conhecemos. Se essa é a verdadeira intenção de fato, eles estão no caminho correto.
Graficamente, o jogo está estilizado de modo consistente. Durante meu teste no jogo, não presenciei problemas de queda de frame ou lags que causariam problemas na minha experiência. Desde os cenários e seus personagens, sejam os heróis ou as criaturas, o trabalho está à altura da franquia Dragon Quest. Bem como a interface, apesar de simples, ela está de acordo; sua tipografia traduz toda a temática dos elementos. Um quesito que eles poderiam ter melhorado é o ângulo da câmera, que algumas vezes me atrapalhou. Além disso, percebi que a sensibilidade padrão do controle no direcional estava muito veloz, já que, nos quebra-cabeças, o personagem passava direto e tinha que tocar devagar para posicionar corretamente. Mas isso é só um detalhe que eles devem corrigir com feedback dos usuários que testaram o jogo.
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A trilha sonora continua impecável, com o tema icônico e outros detalhes que lhe colocam em um período como se estivesse de fato no passado, visitando vilarejos onde a tecnologia é coisa do imaginável. As canções não enjoativas relaxam em diversos momentos; você até pode deixá-las correndo de fundo enquanto faz outras coisas e ainda assim não cansa de ouvir. Quando todas as faixas estiverem disponíveis, irei adicionar uma crítica sobre a trilha sonora oficial do jogo, já que elas devem receber diversos arranjos para o lançamento completo.
Enfim, a demo do jogo DRAGON QUEST 7 Reimagined é algo que todos deveriam testar enquanto ela estiver disponível, para conhecer o motivo desta franquia ser tão aclamada no Japão e em grande parte do mundo. Sendo uma saga ao lado de Chrono Trigger e Final Fantasy, que inspiram inúmeros desenvolvedores na indústria dos games ao lançar suas histórias.
Infelizmente, em território nacional, o jogo não é tão popular e uma versão localizada para o português brasileiro pode não acontecer, já que legendas e interface estavam em inglês, japonês e demais idiomas. Se as vendas forem boas, quem sabe, em uma atualização futura, eles repensem e adicionem. Os brasileiros, mesmo após décadas, ainda reconhecem esta franquia pelo famoso anime que foi exibido no SBT no fim dos anos 90, como Fly, derivado de Dragon Quest: Dai no Daibōken (Dragon Quest: The Adventure of Dai).
Estejam prontos para passar algumas horas jogando, e lembrando que seu progresso pode ser sincronizado com o jogo completo, caso opte por adquiri-lo. Os monstrengos slimes estarão na sua cola! Um traje “Vestido de Folga” para Maribel é uma recompensa para quem participar da demo.
Romance SaGa: Minstrel Song Remastered – International recebeu sua versão mais completa de um jogo que sempre dividiu opiniões. Trata-se de um remaster internacional de um remake, que por sua vez revisita o primeiro título da franquia SaGa, lançado originalmente no Super Famicom (SNES) e restrito ao Japão. Anos depois, o jogo ganhou uma releitura no PlayStation 2 e, agora, retorna aos consoles modernos — PS4, PS5, Nintendo Switch e PC —; finalmente acessível a um público global, ainda que com ressalvas importantes. Nossa análise é baseada na versão de PlayStation 5. Fique ciente que apesar do título ser uma franquia da Square Enix, esta versão foi disponibilizada ao nosso site pela Red Art Games.
Existe uma versão publicada de 2022 para os usuários de PC Windows via Steam, porém, não recebe adicional de “International” o que pode confundir alguns jogadores. Caso tenham curiosidade, publiquei um gameplay sem comentários da primeira hora do jogo, permitindo a avaliação dos gráficos, das mecânicas e da introdução da trama. Você pode assistir logo no início desta publicação.
Uma proposta diferente dos JRPGs tradicionais
Diferente de franquias mais populares da Square Enix, como Final Fantasy, Romance SaGa nunca se apoiou em narrativas lineares. Aqui, a liberdade é o pilar central da experiência. O jogador escolhe um entre oito personagens iniciais, cada um com seu próprio background, introdução e ponto de partida no mundo. Essa estrutura lembra bastante jogos modernos como Octopath Traveler, onde histórias se cruzam conforme a exploração avança.
Cada um possui habilidades únicas e linhagens próprias. São eles: Albert, Aisha, Gray, Claudia, Jamil, Sif, Hawke e Barbara, respectivamente, como mostrado na imagem. Ao escolher seu guerreiro, é possível modificar o nome pelo seu ou por outro de sua escolha.
Após a introdução, o jogo entra no chamado “cenário livre”. Não há uma ordem fixa de missões, nem caminhos obrigatórios. O progresso depende das cidades visitadas, das conversas com NPCs e dos personagens recrutados ao longo da jornada. A trama existe, mas funciona mais como pano de fundo do que como um fio condutor rígido.
Mecânicas profundas e um sistema de tempo implacável
Um dos sistemas mais marcantes de Romance SaGa é o gerenciamento de tempo. O jogo possui um relógio interno que avança conforme as batalhas são vencidas. Esse detalhe afeta diretamente o mundo: algumas quests só aparecem em momentos específicos, enquanto outras podem ser perdidas caso o tempo avance demais.
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O problema é que o jogo não explica isso de forma clara. Jogar sem guias é possível, mas extremamente arriscado. Decisões equivocadas podem deixar o jogador fraco demais para determinados trechos, travando a progressão e forçando recomeços. Não à toa, o jogo permite salvar a qualquer momento — uma concessão necessária diante de sua estrutura punitiva.
Combate, progressão e dificuldade elevada
O sistema de batalhas é baseado em turnos, mas a progressão foge do tradicional “upar de nível”. Os atributos evoluem conforme as ações realizadas em combate, e o crescimento do grupo depende muito mais dos personagens recrutados e dos equipamentos adquiridos do que de níveis propriamente ditos.
Tudo isso contribui para uma curva de aprendizado íngreme. Romance SaGa é difícil, exigente e, em vários momentos, frustrante. Não é um RPG que perdoa erros, nem um jogo pensado para agradar todos os públicos. Trata-se claramente de uma experiência de nicho, voltada para jogadores que apreciam sistemas complexos e estão dispostos a lidar com tentativa e erro.
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Conteúdo extra e melhorias do remaster
A versão internacional adiciona quatro novos personagens jogáveis e novas quests, além de ajustes de qualidade de vida. É possível acelerar o jogo em até três vezes, o que ajuda bastante em um título carregado de diálogos e exploração. Sistemas de save, inventário e identificação de missões também receberam melhorias sutis, tornando a experiência menos opaca do que nas versões antigas.
Em relação aos diálogos, se não estiver habituado a jornadas de JRPG, fique ciente de que haverá conversas longas para compreender profundamente esta trama. Os jogos, principalmente os desenvolvidos por estúdios japoneses nos anos 90, eram conhecidos pelo foco no enredo de cada título. Esse foi um dos motivos para tornar essas franquias marcantes, que até os dias de hoje sobrevivem mesmo com o declínio de bons roteiros na indústria dos games.
Visualmente, o jogo mantém a identidade do PlayStation 2, com personagens estilizados que remetem à estética clássica da série. Não é um remaster que impressiona graficamente, mas preserva bem a essência do material original. A trilha sonora, por outro lado, continua sendo um dos pontos mais fortes, carregada de nostalgia e qualidade técnica.
Localização ainda é um obstáculo
Apesar de ser chamada de “versão internacional”, a ausência do idioma português pesa. O jogo oferece opções como inglês, francês e alemão, mas o inglês utilizado é mais arcaico e pode dificultar a compreensão para quem não tem domínio do idioma. Jogar em espanhol pode ser uma alternativa, mas ainda assim é uma barreira considerável.
Existe a possibilidade de uma futura atualização com legendas em português, considerando o histórico recente da Square Enix, mas até o momento isso não passa de especulação. Como esta franquia não é popular no Brasil em relação aos títulos como Final Fantasy e Kingdom Hearts. Somente se a gigante japonesa dos JRPG reformular esta saga para no futuro uma versão localizada seja lançada.
Gamerdito (Veredito final) do jogo Romancing SaGa -Minstrel Song- Remastered International
Capa oficial do jogo
Romance SaGa: Minstrel Song Remastered – International entrega exatamente o que promete. Um RPG profundamente livre, complexo e desafiador. Ao mesmo tempo, é um jogo pouco acessível, punitivo e que exige paciência, estudo e, muitas vezes, o auxílio de guias externos.
Para fãs da franquia SaGa ou jogadores em busca de um JRPG mais raiz, a experiência pode valer a pena. Para quem prefere narrativas guiadas e progressão mais clara, a frustração provavelmente falará mais alto.
Por fim, confirmo que o jogo é competente e fiel à sua identidade, mas que continua distante de ser uma experiência para todos. Dito isto, finalizo minha análise desta review com uma Nota final: 7,5/10.
A franquia de survival horror mais famosa do mundo está ganhando um novo capítulo em 2026 com Resident Evil Requiem. O título introduz uma nova protagonista e também coloca o veterano Leon S. Kennedy contra infectados tenebrosos. O jogo está previsto para 27 de fevereiro de 2026 nos consoles PlayStation 5, Xbox Series X/S, Switch 2 e PC.
A protagonista Grace Ashcroft é filha de Alyssa Ashcroft, jornalista de Resident Evil Outbreak. Ela é uma agente do FBI que investiga incidentes de bioterrorismo ligados ao passado de sua mãe. Como jornalista investigativa, Alyssa descobriu segredos únicos sobre a Umbrella Corporation, tornando-se um alvo da empresa. Contudo, foi assassinada enquanto investigava o desaparecimento da família Baker, eventos que agora impulsionam a história de Grace. Um arco interessante para trazer novas ameaças que ela enfrentará enquanto tenta permanecer viva.
Nos vídeos de gameplay publicados pela Capcom, percebemos que Leon está com uma idade avançada, e não sabemos até quando a empresa japonesa continuará trabalhando com esse personagem. Pois, mesmo que Jill Valentine tenha ganhado fama, é com o policial, e agora agente, que a franquia conquistou milhões de jogadores pelo globo.
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Sabendo disso, a Nvidia anunciou que Resident Evil Requiem, ou Resident Evil 9, estará prontamente no catálogo da nuvem do GeForce Now no dia do lançamento do jogo. Aqueles que adquirem o jogo e normalmente habilitam a sincronização pela plataforma Steam poderão jogar no GFN. Fique ciente de que, mesmo existindo uma versão gratuita, a empresa vem limitando o acesso a alguns jogos. Dependendo do tamanho do título, é necessário ter uma assinatura paga.
Como a franquia possui milhões de jogadores e pode exigir setups com placas mais recentes, os jogos na nuvem abrem possibilidades para que jogadores façam aquisições sem placa-mãe e placa de vídeo robustas. Pois o serviço faz emulação ou roda virtualmente o jogo para que o usuário acesse como se estivesse usando um PC pessoal. Lembrando que o suporte também se estende a dispositivos móveis e smart TVs.
Preço de Resident Evil Requiem para jogar no computador
Já que o artigo é referente aos usuários de PC, Requiem está custando na versão padrão cerca de R$ 299 na plataforma Steam. Enquanto isso, verifiquei que na Nuuvem sai por R$ 244,99, e em diversos momentos eles liberam cupons que podem reduzir esse valor. Lembrando que os últimos títulos da franquia estão no catálogo da plataforma do GeForce Now.
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Por fim, o próximo jogo da franquia dos infectados da Capcom chega oficialmente em 27 de fevereiro de 2026 nos consoles e PC.
A “Warner Bros. Discovery” tem adotado uma postura cada vez mais cautelosa diante da proposta hostil envolvendo a Paramount Skydance. O motivo principal não parece ser estratégico, mas financeiro. Existe um receio real de assumir prejuízo caso um acordo não seja cumprido como esperado.
Desde dezembro de 2025, a empresa vinha analisando os impactos dessa movimentação. No entanto, em 7 de janeiro de 2026, a Warner deixou claro que a situação é mais delicada do que parecia. Para romper o acordo atual com a Netflix e seguir por outro caminho, seria necessário pagar uma multa estimada em cerca de 4,7 bilhões de dólares, já considerando juros e encargos. Esse valor pesa e reduz bastante a margem de erro.
Um risco que a Warner não quer bancar
Internamente, a avaliação é detalhada. Cancelar o acordo com a Netflix sem garantias sólidas de retorno financeiro pode gerar um prejuízo difícil de justificar. É justamente nesse ponto que surge a desconfiança em relação à Paramount Skydance, já que não há certeza de que a empresa esteja disposta ou consiga absorver esse custo. Fique ciente que o valor proposto em dezembro pela PSKY é de US$ 108,4 bilhões.
Mesmo assim, o presidente do conselho da Warner Bros. Discovery, Samuel A. DiPiazza Jr., indicou que ainda existe espaço para negociação. Tudo depende de a Paramount aceitar cobrir a multa ou apresentar uma proposta que neutralize esse impacto financeiro desde o início. Na imagem você compreende um pouco mais da situação relatada por DiPiazza Jr.:
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Caso isso não aconteça, a permanência do acordo com a Netflix segue sendo vista como a opção mais segura.
Netflix aparece como o caminho mais estável
Do ponto de vista financeiro, a proposta da Netflix é direta e previsível. O pagamento é imediato, não envolve terceiros e elimina o risco de custos inesperados. Não há multa adicional nem necessidade de renegociação posterior.
Esse cenário reforça uma análise que já havia sido antecipada pelo MeUGamer, no artigo “Netflix poderia ter blefado?”. Na ocasião, foi levantada a hipótese de que a Netflix poderia lucrar mais de 2,8 bilhões de dólares mesmo sem adquirir a Warner Bros. Discovery.
A lógica era interessante. Caso a Paramount avançasse na negociação e aceitasse bancar a multa de rescisão, o valor seria pago diretamente à Netflix. Assim, a plataforma sairia com lucro garantido, sem assumir riscos operacionais ou a complexidade de uma aquisição.
Com as informações agora confirmadas pela própria Warner, essa leitura ganha ainda mais força.
Estratégia ou simples precaução
A dúvida que permanece é se a Warner realmente teme um prejuízo ou se está usando esse risco como ferramenta de pressão para extrair uma proposta melhor da Paramount Skydance.
Com a Paramount buscando espaço para se consolidar no mercado e a Netflix em posição confortável, o cenário se transforma em uma disputa financeira silenciosa. A Netflix, inclusive, passa a ter margem para uma contraproposta, agora que sabe que a Warner não pretende assumir sozinha o peso da multa.
Mesmo que a Netflix não fique com os royalties envolvidos, é difícil imaginar um desfecho em que ela saia no prejuízo caso a Paramount avance nesse processo.
Um jogo ainda aberto
Nada está definido até aqui. As negociações seguem em andamento, os valores continuam sendo reavaliados e cada novo movimento altera o equilíbrio entre as partes. O que já ficou claro é que a Warner Bros. Discovery não pretende assumir perdas e está aberta a ouvir novas propostas, desde que o risco financeiro seja mínimo.
Quem vai pagar essa conta e quem vai sair mais fortalecido desse acordo bilionário ainda é uma incógnita. As próximas semanas devem trazer respostas mais concretas.
Nos últimos dias, a equipe responsável por Football Dream: Be A Pro identificou a circulação de versões não oficiais do jogo em diferentes plataformas e mercados digitais. Essas cópias usam nomes, ícones e até elementos visuais parecidos com o original, o que pode confundir jogadores e gerar riscos reais à experiência.
Segundo a eStar Play, desenvolvedora do título, essas versões falsas não têm qualquer vínculo com a equipe oficial. Além de trazerem informações incorretas, elas podem apresentar falhas de funcionamento, instabilidade nos servidores e até problemas de segurança para quem faz o download.
Por ser gratuito e não exigir dispositivos móveis de alto desempenho, o jogo rapidamente ganhou popularidade. Somado a isso, o futebol é o esporte mais praticado do mundo e de fácil acesso. Aproveitando esse alcance, golpistas passaram a publicar versões falsas do jogo em lojas alternativas, com o objetivo de coletar dados pessoais dos jogadores. Essas versões não têm qualquer vínculo com a desenvolvedora e representam riscos à segurança e à experiência do usuário.
O jogo continua ativo e com suporte global
O alerta vem junto com uma reafirmação importante: Football Dream: Be A Pro segue operando normalmente em escala global. O game continua recebendo atualizações regulares, manutenção de servidores e suporte ao jogador por meio dos canais oficiais.
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Na prática, isso significa que a versão legítima mantém os padrões técnicos definidos pela equipe, com equilíbrio de gameplay, estabilidade online e integração correta com os sistemas do jogo. Nada disso é garantido em versões de terceiros.
Onde baixar a versão oficial
A recomendação da desenvolvedora é objetiva: o download deve ser feito apenas pelas lojas oficiais, como Google Play Store e Apple App Store, ou por canais verificados da própria eStar Play.
A empresa reforça que nenhuma versão alternativa, mod ou aplicativo externo está autorizado a usar o nome Football Dream: Be A Pro ou variações que induzam o jogador ao erro.
Medidas legais e proteção da comunidade
A eStar Play também confirmou que já iniciou ações legais contra as cópias identificadas, com base na legislação vigente. Novas medidas devem ser adotadas sempre que surgirem infrações semelhantes.
O foco, segundo a equipe, não é apenas proteger a marca, como preservar a integridade da comunidade. Versões falsas podem afetar economia do jogo, progressão dos jogadores e até a competitividade online, criando um ambiente desigual.
Por isso, a desenvolvedora pede que os próprios jogadores ajudem nesse processo. Caso encontrem versões suspeitas ou comportamentos irregulares, a orientação é denunciar diretamente pelos canais oficiais do game.
O que vem por aí no Football Dream: Be A Pro
Apesar do problema com cópias não autorizadas, o desenvolvimento do jogo segue avançando. Estão previstos novos eventos in-game, atividades sazonais, atualizações de conteúdo e a expansão de iniciativas competitivas.
A eStar Play também confirmou planos mais estruturados para o cenário de eSports, exibindo o compromisso de longo prazo com o crescimento do título e com uma base competitiva mais sólida. A franquia possui parcerias e licenciamentos com instituições e jogadores profissionais do futebol mundial.
No fim das contas, Football Dream: Be A Pro continua vivo, em evolução e com suporte ativo. Mas, para aproveitar tudo isso, é essencial estar na versão oficial.
Ser herói costuma ser sinônimo de bravura e sacrifício, mas em Sentenced to Be a Hero essa ideia ganha contornos bem mais sombrios. Na trama, lutar contra o mal não é uma escolha nobre, e sim uma punição imposta a criminosos condenados a enfrentar batalhas intermináveis contra criaturas monstruosas. É nesse ciclo cruel que vive Xylo Forbartz, um guerreiro determinado a romper esse destino, especialmente após cruzar o caminho de Teoritta, que pode ser a chave para mudar tudo.
O anime estreou sábado na Crunchyroll como parte da Temporada de Janeiro de 2026 e chega ao catálogo com exibição simultânea das versões legendada e dublada em português brasileiro.
A seguir, confira o elenco nacional e a equipe técnica responsável pela dublagem.
Imagem: Studio KAI
Sentenced to Be a Hero – Dubladores brasileiros
Xylo Forbartz: Bruno Sangregório (Benimaru Shinmon em Fire Force);
Teoritta: Agatha Paulita (Hitori Gotoh em BOCCHI THE ROCK!);
Dotta Luzulas: Pedro Volpato (Yoichi Shigaraki em My Hero Academia);
Patausche Kivia: Bruna Nogueira (Asuna em Sword Art Online);
Rajeet: Ailton Rosa (Sangmin Ahn em Solo Leveling);
Tatsuya: Diego Bispo (Stream em Fire Force);
Kormadino: Carlos Seidl (Kaseki em Dr. STONE);
Fille: Luana Stteger (Irmã Iris em Fire Force);
Armée: Lucas Zamaia;
Mère: Thai Dias;
Vozes adicionais: Ailton Rosa, Carlos Seidl, Diego Bispo, Diego Luri, Frank Brabo, Gio Gorini, Idson Silva, João Vitor Andrade, Lucas Zamaia, Marquinhos Dbs, Matheus Silvano, Thai Dias e Victor Ambrozio.
Imagem: Studio KAI
Equipe técnica de dublagem
Estúdio: DuBrasil;
Direção: Bruno Sangregório e Ailton Rosa;
Adaptação: Juliana Martins;
Produção: Anderson Carvalho, Bárbaro Carrêa, Beto de Lucas, Bruno Sangregório, Dennis Himura, Gabriel Guedes, Gabriel Ruivo, Guilherme de Mello e Luana Stteger;
Mixagem: Rony Frauches;
Captação: Gabriel Góis, Ana Júlia Brito, Teco Cheganças, Anderson Carvalho, Daniel Marcelino e Gabriel Ruivo.
Imagem: Studio KAI
Produção do anime
A versão animada de Sentenced to Be a Hero é dirigida por Hiroyuki Takashima, conhecido por seu trabalho em Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation. A produção fica a cargo do Studio KAI, com coordenação de roteiro de Kenta Ihara (Saga of Tanya the Evil). O design de personagens é assinado por Takeru Noda, enquanto a trilha sonora é composta por Shunsuke Takizawa (Kemono Michi: Rise Up).
Com uma proposta ousada e um elenco de dublagem de peso, Sentenced to Be a Hero se destaca como uma das estreias mais aguardadas da temporada, prometendo ação intensa, crítica ao conceito tradicional de heroísmo e uma narrativa marcada por dilemas morais.
Sinopse:
“Em um mundo onde o heroísmo é uma punição, Xylo Forbartz, um assassino de deusas condenado, luta contra hordas intermináveis de abominações monstruosas como parte da Unidade Penal de Heróis 9004. A morte não tem escapatória, apenas um ciclo de ressurreição e combate sem trégua. Mas quando Xylo encontra uma nova e misteriosa deusa, sua improvável aliança desencadeia uma rebelião que pode quebrar as correntes da punição eterna.“
A Netflix acaba de revelar seu aguardado cronograma de lançamentos para 2026, trazendo diversas de novidades que vão desde retornos épicos de séries queridas até filmes originais, realities shows, animações e até transmissões ao vivo exclusivas.
O anúncio da Netrflix veio em grande estilo através de um vídeo promocional na plataforma do YouTube (assista no início desta publicação), publicado no canal oficial da Netflix Brasil em 7 de janeiro de 2026. Com tom de “previsão do tarot” ou horóscopo divertido, o clipe sugere que este ano será cheio de surpresas: “você vai sofrer um golpe – e até que vai gostar“, “verá antigas amizades com novos olhos” e “investir em um espartilho (respire fundo)”.
É uma chamada para “descobrir seu futuro” no streaming, convidando os assinantes a questionarem tudo e explorarem novas descobertas. O vídeo já acumula quase meio-milhão de visualizações em menos de 6 horas e quase 30 mil curtidas, destacando o hype em torno da programação. No vídeo, foi possível perceber produções pelas quais a protagonista passa, abrangendo títulos variados como Bridgerton, Avatar, One Piece, Lupin, Emily em Paris, Devil May Cry e até Muppets e outros. Ao longo do percurso, a protagonista transita por esses universos e interage com alguns personagens centrais dessas tramas. Confira algumas capturas de imagem do vídeo oficial.
(Reprodução)(Reprodução)Netflix revela a lista de filmes e séries confirmados para 2026 27Netflix revela a lista de filmes e séries confirmados para 2026 28
Como parte da estratégia da Netflix para 2026, o foco está em franquias consolidadas, produções internacionais (incluindo várias brasileiras), conteúdos ao vivo e apostas em gêneros variados como drama, comédia, terror e animação. Abaixo, compilei uma lista autoral e organizada de todos os destaques mencionados no cronograma oficial divulgado pela Netflix, agrupados por categorias. Ignorei a ordem por data de estreia para facilitar a leitura, priorizando títulos confirmados.
Fique ciente que a quantidade revelada engloba os 5 primeiros meses do ano e outros sem data. Isto significa que muitos outros filmes, séries e documentários devem ser anunciado ao longo do ano.
Séries, Reality Shows e Transmissões Ao Vivo na Netflix
A Netflix investe pesado em continuações de hits e novidades ousadas:
Bridgerton – Temporada 4: Dividida em duas partes (Parte 1 em 29/01 e Parte 2 em 26/02). Benedict Bridgerton (Luke Thompson) é o foco, explorando um romance em um baile de máscaras. Elenco inclui novos rostos como Yerin Ha como Sophie Baek.
One Piece: A Série – Temporada 2 (10/03): Luffy e os Chapéus de Palha entram na Grand Line, com novos inimigos e aventuras piratas.
Avatar: O Último Mestre do Ar – Temporada 2: Aang, Katara e Sokka buscam aliados contra a Nação do Fogo.
O Problema dos 3 Corpos – Temporada 2: A humanidade se prepara para a invasão alienígena.
The Witcher – Temporada 5 (Final): Geralt, Yennefer e Ciri enfrentam forças sombrias no Continente.
Stranger Things: Histórias de 85: Animação épica ambientada no inverno de 1985 em Hawkins.
Treta – Temporada 2 (16/04): Novo casal testemunha briga em clube de campo, levando a intrigas com bilionário coreano.
Doces Magnólias – Temporada 5 (11/06): As amigas Maddie, Helen e Dana Sue lidam com dramas em Serenity.
Virgin River – Temporada 7 (12/03): Melinda Monroe continua sua jornada em Virgin River.
O Agente Noturno – Temporada 3 (19/02): Peter Sutherland investiga rede de corrupção em Istambul.
Lupin – Temporada 4 (Primavera): Assane Diop em novos roubos.
Beastars – O Lobo Bom – Temporada Final (Parte 2) (Março): Legoshi e Melon se cruzam em trama secreta.
A Diplomata – Temporada 4: Drama político com Keri Russell.
Black Doves – Temporada 2: Helen (Keira Knightley) em linha perigosa de traições.
O Poder e a Lei – Temporada 4 (05/02): Mickey Haller prova inocência em assassinato.
Ninguém Quer – Temporada 3: Comédia sobre Joanne (Kristen Bell) e Noah (Adam Brody).
Minha Vida com a Família Walter – Temporada 3: Jackie se adapta aos oito irmãos.
Amor no Espectro – Temporada 4: Pessoas no espectro autista buscam amor.
Queer Eye – Temporada 10 (21/01): Última temporada com Fab Five em Washington.
Casamento às Cegas – Temporada 10 (11/02): Solteiros buscam amor sem ver.
O Namorado – Temporada 2 (Janeiro): Rapazes em Hokkaido confrontam sentimentos.
Meu Namorado Coreano – Parte 2 [Brasil] (08/01): Brasileiras testam romances à distância em Seul.
Produções Brasileiras Destaque:
Brasil 70 – A Saga do Tri: Minissérie sobre a campanha do tri no Mundial de 1970, em meio ao regime militar. Elenco: Bruno Mazzeo, Rodrigo Santoro.
Elize: Sombras de Uma Mulher: Thriller psicológico baseado no caso Elize Matsunaga.
Emergência Radioativa [Brasil]: Minissérie sobre o acidente com Césio-137 em Goiânia.
Habeas Corpus [Brasil]: Drama jurídico com Marjorie Estiano e Any Gabrielly, inspirado no Innocence Project.
Rauls [Brasil]: Série sobre golpes digitais.
Ronaldinho Gaúcho [Brasil]: Doc sobre a trajetória do craque.
Salve Geral: Irmandade [Brasil]: Filme de ação sobre sequestro e caos no crime.
Sintonia, O Filme [Brasil]: Spin-off com Nando (Christian Malheiros).
Sua Mãe Te Conhece? [Brasil]: Reality com mães prevendo escolhas dos filhos, apresentado por Cláudia Raia.
Outros: Outer Banks S5 (Final), Devil May Cry S2 (12/05), Família Upshaw S7 (15/01), e realities como Patinando no Amor (22/01), Isso é um Bolo? Especial Romântico (04/02).
Ao Vivo: RAW (toda segunda), WWE: Surreal S2 (20/01), Star Search (20/01, terças/quartas), Prêmio dos Atores SAG-AFTRA (01/03), Skyscraper Live (23/01 com Alex Honnold), Six Kings Slam (Outubro), NFL Christmas Gameday (25/12).
Filmes
De blockbusters a dramas intimistas:
De Férias com Você (09/01): Comédia romântica baseada em Emily Henry, com Poppy e Alex questionando amizade.
Bridgerton S4 Parte 1/2 (como acima, híbrido série/filme em partes).
War Machine (06/03): Ação sci-fi com Rangers vs. ameaça inimaginável.
Peaky Blinders: O Homem Imortal (20/03): Tommy Shelby (Cillian Murphy) em acerto de contas na WWII.
Remarkably Bright Creatures (08/05): Drama com Sally Field e polvo sábio.
Enola Holmes 3 (Inverno): Enola em Malta.
Narnia (Dezembro): Adaptação de Greta Gerwig.
Outros: Dinheiro Suspeito (16/01), Sequestro: Elizabeth Smart (21/01, doc), Kaguja: A Princesa Espacial (22/01, anime), Quasimodo (Primavera), The Whisper Man (Inverno), e inéditos como 11817, A Dog’s Perfect Christmas, Animals (Ben Affleck), Good Sex (Lena Dunham), Heartstopper Forever, e produções BR como Os 12 Signos de Valentina, Marcha das Onças.
Jogos e Outros
Já Disponíveis: Netflix Puzzled (quebra-cabeças temáticos), Paw Patrol Academy, Red Dead Redemption (com Undead Nightmare), WWE 2K25: Edição Netflix.
2026 será o ano de adentrar em mundos únicos da fantasia e realidade nas produções internacionais e brasileiras elaboradas pela Netflix.
Um dos títulos mais queridos do shoujo finalmente ganhou vida em animação. Hana-Kimi estreou oficialmente como anime na Temporada de Janeiro de 2026, marcando o retorno de um clássico das comédias românticas escolares para uma nova geração de fãs. A produção chega ao Brasil com um grande diferencial: dublagem em português brasileiro disponível desde o lançamento, ampliando o alcance da obra no país.
A trama acompanha Mizuki, uma jovem determinada que decide se disfarçar de garoto para se matricular em um colégio exclusivamente masculino. O motivo é nobre e pessoal: ficar mais próxima de Izumi Sano, seu grande ídolo no atletismo. A convivência forçada, os segredos e os conflitos de identidade dão origem a situações divertidas, emocionantes e cheias de reviravoltas, características que consagraram Hana-Kimi como um sucesso duradouro.
Misturando romance, comédia e temas ligados à identidade e aceitação, Hana-Kimi conversa diretamente com fãs de obras como Ouran High School Host Club e outros shoujos clássicos. A adaptação em anime preserva o espírito leve e carismático do mangá original, enquanto a dublagem brasileira acrescenta proximidade e naturalidade à experiência do público nacional.
Imagem: Signal.MD
Hana-Kimi — Dubladores brasileiros
O elenco de dublagem reúne nomes conhecidos do cenário de animes no Brasil, responsáveis por dar voz aos personagens principais e secundários da história:
Mizuki: Bianca Lua (My Hero Academia);
Izumi: Marcus Pejon (Tougen Anki);
Suichi: Erick Bougleux (Gachiakuta);
Umeda: Felipe Grinnan (Wind Breaker);
Sekime: Teco Cheganças (Tower of God);
Nanba: Vagner Fagundes (Reencarnado numa Máquina de Vendas, Agora Exploro a Masmorra);
Vozes adicionais: Bárbaro Carrêa, Eduardo Nogueira, Patrick Coelho e Ranieri Ferreira.
Imagem: Signal.MD
Hana-Kimi — Equipe técnica de dublagem
A dublagem brasileira foi realizada pelo estúdio DuBrasil, conhecido por seu trabalho consistente no mercado de animes:
Direção: Guilherme Marques;
Adaptação: Clara Campos;
Produção: Anderson Carvalho, Bárbaro Carrêa, Beto de Lucas, Bruno Sangregório, Dennis Himura, Gabriel Guedes, Gabriel Ruivo, Guilherme de Mello e Luana Stteger;
Mixagem: Rony Frauches;
Captação: Ana Júlia Brito, Luan Oliveira e Gabriel Ruivo.
Imagem: Signal.MD
Sobre Hana-Kimi
Criado por Hisaya Nakajo, Hana-Kimi foi publicado originalmente na revista Hana to Yume, da editora Hakusensha, entre 1996 e 2004, totalizando 23 volumes encadernados no Japão. A autora faleceu em outubro de 2023, aos 50 anos, deixando um legado marcante dentro do shoujo mangá.
Antes da adaptação em anime, a obra já havia conquistado o público com diversas versões em live-action, incluindo produções na Tailândia, no Japão e na Coreia do Sul. Com a estreia do anime em 2026 e a dublagem em português brasileiro, Hana-Kimi se firma como um dos principais destaques da temporada para fãs de romance e comédia escolar.
Sinopse:
“Para ficar perto de seu ídolo, Mizuki se disfarça de menino em um colégio só para meninos. Problema: agora eles são colegas de quarto.“
Parasite Mutant tenta atrair olhares de fãs que jogaram Parasite Eve, publicado no fim dos anos 90 no PlayStation 1. Apesar de você saber que é um jogo diferente do da Square Enix, quem jogou os dois primeiros títulos percebe claramente a inspiração. Como eles disponibilizaram a demonstração gratuita na plataforma Steam, resolvi testar para saber o quanto estava profundo esse primeiro vislumbre.
Utilizando o sistema que eles descrevem como Active Time Chains (ATC), diferente de Eve, que utilizava o sistema Active Time Battle (ATB), uma combinação de movimento em tempo real popularizada pela série Final Fantasy, controlamos a agente psíquica Nova, que enfrentará criaturas arrepiantes em cenários desoladores. O título, quando iniciamos, traz pequenas explicações das mecânicas e de como derrotar as criaturas. Contudo, pela minha experiência, acredito que a jogabilidade necessita de um pouco mais de fluidez e os cenários, mesmo que lineares em diversos momentos, possuem muitas paredes invisíveis, sendo quase impossível subir até mesmo em uma calçada.
(Reprodução)(Reprodução)
A demonstração do jogo permite explorar cerca de 5 a 7% do título, fazendo o usuário compreender como serão algumas mecânicas de combate, o uso de recursos do inventário e o funcionamento do mapa. Gravei cerca de quase 18 minutos de jogo, e vocês podem assistir, se desejarem, ao vídeo na íntegra no início desta publicação.
Como é uma jogatina casual, somente para exploração do primeiro contato com o jogo, adentrei na trama observando como recuperar vida, comandos de ataque e esquiva. Aconselho que todos os jogadores compartilhem seus feedbacks com os desenvolvedores. Assim, é possível orientar de modo positivo para que eles melhorem, caso necessário, algumas mecânicas, possíveis bugs, entre outros detalhes técnicos.
Tamanho da demonstração de Parasite Mutant e localização
Quando baixei o jogo, ele exigiu 4,6 GB de armazenamento em disco. Parasite Mutant não é um jogo pesado, e o interessante é que há localização em português. No jogo, percebi um português de Portugal, mas na página da Steam consta localização em português brasileiro. Espero que, em seu lançamento oficial, de fato esteja tudo localizado para o Brasil.
Sempre que puder, salve o jogo na sala segura para não ter que iniciar tudo novamente. Sobre os comandos, o jogo conta com uma barra dupla; cada vez que ela enche, você consegue escolher entre ataque corpo a corpo ou usar arma de fogo, como atirar. Tudo é punitivo, e eles querem deixar elementos de RPG; caso efetue uma ação, você fica elegível para outra ação seguinte. A personagem possui um especial que vai evoluindo à medida que coletamos recursos para ficarmos mais fortes. Quem é fã de títulos de ficção com elementos de survival horror provavelmente irá se agradar.
Enquanto a IceSitruuna não se pronuncia por uma data oficial de lançamento do jogo. Aproveite e jogue agora mesmo na versão de PC Windows este título.
Heartopia é um jogo de simulador de vida, inspirado em jogos como Animal Crossing e outros que existem no mercado. Ele não está para inventar a roda, mas para os usuários relaxarem e jogarem sem o compromisso de jogos mais dinâmicos. A ideia é explorar a vida, interagir com seu vilarejo e ir enfrentando desafios e missões.
São diversas tarefas para ir melhorando sua casa. Como ele é gratuito, a monetização, na minha investigação, é baseada nos itens que o jogador deseja possuir. Ou ele terá que jogar muito para ir evoluindo, e os usuários acabam optando por comprar pacotes. Contudo, ao acessar a versão do jogo na Google Play Store, verifiquei reclamações dos usuários sobre os servidores apresentarem carregamento infinito e não entrarem no jogo. O problema é que alguns não perceberam que o jogo só ficaria disponível em 8 de janeiro, gerando uma série de reviews negativas devido desatenção. Lembrando que a data oficial ao menos que inicialmente passada era em 7 de janeiro de 2026.
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Lembrando, como mencionei, é natural que um jogo gratuito em seu lançamento obtenha uma quantidade massiva de usuários simultâneos. O problema é que isso gera uma primeira impressão que pode afastar para sempre os jogadores do jogo.
Mas por qual motivo estou escrevendo este artigo? Como tenho criado conteúdos sobre os lançamentos do mês de janeiro, gosto de conferir jogos que estão despertando curiosidades dos jogadores. Ao entrar na plataforma Steam, os desenvolvedores da XD informaram que a versão para PC Windows ainda não está pronta e que estão trabalhando arduamente para um polimento satisfatório, limitando, neste momento, apenas aos dispositivos móveis, nos smartphones com sistema operacional Android e iOS (iPhone/iPad). Esse é um adiamento que na minha opinião usuários da plataforma não estavam prevendo.
Sobre os usuários do Brasil, o título possui idioma localizado para o português brasileiro nas legendas e interface, o que ajuda os jogadores a compreenderem a trama e os desafios propostos. Pesquisei nas páginas oficiais do jogo sobre possível data de lançamento no PC, mas não havia nenhuma informação da desenvolvedora.
Embora tenham acontecido esses problemas iniciais, o título é um passatempo para pessoas que querem um jogo casual. Principalmente para aposentados que adoram passar horas jogando com esse nível de temática; eles ainda dizem não serem gamers. Por fim, Heartopia está disponível oficialmente desde 8 de janeiro de 2026. Quando o jogo for lançado oficialmente na versão para PC Windows, atualizaremos em nosso site.
Dragon Quest VII Reimagined é uma versão aprimorada do clássico Dragon Quest VII: Fragments of the Forgotten Past, lançado no Ocidente em 2001. O título no original contou com o design dos personagens do saudoso Akira Toriyama, que nos deixou em março de 2024. Nesta nova versão o mangaká também recebe os créditos pela criação dos personagens. Naquele período, a Square Soft e a Enix ainda não haviam se fundido para se transformar no que conhecemos atualmente como Square Enix.
O primeiro título originário possui uma riqueza de detalhes únicos e acrescentava para o enredo. Seus personagens como Kiefer, Maribel, Ruff, Maeve e outros são sempre cativantes. Nosso protagonista, apesar de não ter um nome fixo, visto que podemos alterar para o nosso, ficou conhecido como Auster e Arus, dependendo da mídia que foi publicada.
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No dia 7 de janeiro de 2026, a Square Enix publicou oficialmente uma demonstração gratuita nas plataformas de PlayStation, Xbox, Nintendo Switch e PC Windows via Steam. Tudo para que os fãs e novos usuários pudessem conhecer essa nova reimaginação do jogo, que está previsto para o próximo dia 5 de fevereiro de 2026 nos respectivos consoles e PC anteriormente citados. Essa prévia é baseada na versão de PC Windows via plataforma Steam, ao qual analisei os gráficos, mecânicas, trilha sonora e comparação com clássico e o atual. Sobre os requisitos de sistema, publiquei em outro artigo nessa página.
Quem jogou o primeiro sabe o quanto a história era longa e havia diversos desafios e quebra-cabeças para os jogadores irem se aventurando. A história é simples.”O pai do protagonista encontra um mapa que supostamente mostra que os continentes, em algum momento, eram separados. Isso instiga ele e o príncipe Kiefer, ao lado de seus companheiros de jornada, a descobrir toda a verdade”.
Da nostalgia à atualidade gráfica em DRAGON QUEST VII Reimagined
Para ter um vislumbre de comparação, tive que adentrar no clássico para lembrar de memórias afetivas desse remake. Percebi que eles tentaram recriar cada frame, com algumas alterações interessantes. Só o que vou mencionar aqui pode causar estranheza. Tecnicamente, os cenários do jogo original, mesmo em art pixel, são mais chamativos que os atuais. Não significa que o novo jogo esteja menos glamouroso. Pelo contrário, os personagens, inimigos e os cenários estão estilizados com grande capricho e utilização de muito cel shading.
(Divulgação) (Reprodução)Imagem reprodução
Pelo tempo de um jogo para outro, que é de 25 anos, considerando que foi lançado no Japão em 2000, os vilarejos teriam mais elementos e detalhes, mas fizeram a simplicidade do original. Acredito que, nesse ponto, eles deveriam enriquecer mais o mundo do jogo. Embora perceba que a intenção é deixar como um jogo de role-playing game (RPG) raiz, como todos nós conhecemos. Se essa é a verdadeira intenção de fato, eles estão no caminho correto.
Graficamente, o jogo está estilizado de modo consistente. Durante meu teste no jogo, não presenciei problemas de queda de frame ou lags que causariam problemas na minha experiência. Desde os cenários e seus personagens, sejam os heróis ou as criaturas, o trabalho está à altura da franquia Dragon Quest. Bem como a interface, apesar de simples, ela está de acordo; sua tipografia traduz toda a temática dos elementos. Um quesito que eles poderiam ter melhorado é o ângulo da câmera, que algumas vezes me atrapalhou. Além disso, percebi que a sensibilidade padrão do controle no direcional estava muito veloz, já que, nos quebra-cabeças, o personagem passava direto e tinha que tocar devagar para posicionar corretamente. Mas isso é só um detalhe que eles devem corrigir com feedback dos usuários que testaram o jogo.
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A trilha sonora continua impecável, com o tema icônico e outros detalhes que lhe colocam em um período como se estivesse de fato no passado, visitando vilarejos onde a tecnologia é coisa do imaginável. As canções não enjoativas relaxam em diversos momentos; você até pode deixá-las correndo de fundo enquanto faz outras coisas e ainda assim não cansa de ouvir. Quando todas as faixas estiverem disponíveis, irei adicionar uma crítica sobre a trilha sonora oficial do jogo, já que elas devem receber diversos arranjos para o lançamento completo.
Enfim, a demo do jogo DRAGON QUEST 7 Reimagined é algo que todos deveriam testar enquanto ela estiver disponível, para conhecer o motivo desta franquia ser tão aclamada no Japão e em grande parte do mundo. Sendo uma saga ao lado de Chrono Trigger e Final Fantasy, que inspiram inúmeros desenvolvedores na indústria dos games ao lançar suas histórias.
Infelizmente, em território nacional, o jogo não é tão popular e uma versão localizada para o português brasileiro pode não acontecer, já que legendas e interface estavam em inglês, japonês e demais idiomas. Se as vendas forem boas, quem sabe, em uma atualização futura, eles repensem e adicionem. Os brasileiros, mesmo após décadas, ainda reconhecem esta franquia pelo famoso anime que foi exibido no SBT no fim dos anos 90, como Fly, derivado de Dragon Quest: Dai no Daibōken (Dragon Quest: The Adventure of Dai).
Estejam prontos para passar algumas horas jogando, e lembrando que seu progresso pode ser sincronizado com o jogo completo, caso opte por adquiri-lo. Os monstrengos slimes estarão na sua cola! Um traje “Vestido de Folga” para Maribel é uma recompensa para quem participar da demo.
Romance SaGa: Minstrel Song Remastered – International recebeu sua versão mais completa de um jogo que sempre dividiu opiniões. Trata-se de um remaster internacional de um remake, que por sua vez revisita o primeiro título da franquia SaGa, lançado originalmente no Super Famicom (SNES) e restrito ao Japão. Anos depois, o jogo ganhou uma releitura no PlayStation 2 e, agora, retorna aos consoles modernos — PS4, PS5, Nintendo Switch e PC —; finalmente acessível a um público global, ainda que com ressalvas importantes. Nossa análise é baseada na versão de PlayStation 5. Fique ciente que apesar do título ser uma franquia da Square Enix, esta versão foi disponibilizada ao nosso site pela Red Art Games.
Existe uma versão publicada de 2022 para os usuários de PC Windows via Steam, porém, não recebe adicional de “International” o que pode confundir alguns jogadores. Caso tenham curiosidade, publiquei um gameplay sem comentários da primeira hora do jogo, permitindo a avaliação dos gráficos, das mecânicas e da introdução da trama. Você pode assistir logo no início desta publicação.
Uma proposta diferente dos JRPGs tradicionais
Diferente de franquias mais populares da Square Enix, como Final Fantasy, Romance SaGa nunca se apoiou em narrativas lineares. Aqui, a liberdade é o pilar central da experiência. O jogador escolhe um entre oito personagens iniciais, cada um com seu próprio background, introdução e ponto de partida no mundo. Essa estrutura lembra bastante jogos modernos como Octopath Traveler, onde histórias se cruzam conforme a exploração avança.
Cada um possui habilidades únicas e linhagens próprias. São eles: Albert, Aisha, Gray, Claudia, Jamil, Sif, Hawke e Barbara, respectivamente, como mostrado na imagem. Ao escolher seu guerreiro, é possível modificar o nome pelo seu ou por outro de sua escolha.
Após a introdução, o jogo entra no chamado “cenário livre”. Não há uma ordem fixa de missões, nem caminhos obrigatórios. O progresso depende das cidades visitadas, das conversas com NPCs e dos personagens recrutados ao longo da jornada. A trama existe, mas funciona mais como pano de fundo do que como um fio condutor rígido.
Mecânicas profundas e um sistema de tempo implacável
Um dos sistemas mais marcantes de Romance SaGa é o gerenciamento de tempo. O jogo possui um relógio interno que avança conforme as batalhas são vencidas. Esse detalhe afeta diretamente o mundo: algumas quests só aparecem em momentos específicos, enquanto outras podem ser perdidas caso o tempo avance demais.
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O problema é que o jogo não explica isso de forma clara. Jogar sem guias é possível, mas extremamente arriscado. Decisões equivocadas podem deixar o jogador fraco demais para determinados trechos, travando a progressão e forçando recomeços. Não à toa, o jogo permite salvar a qualquer momento — uma concessão necessária diante de sua estrutura punitiva.
Combate, progressão e dificuldade elevada
O sistema de batalhas é baseado em turnos, mas a progressão foge do tradicional “upar de nível”. Os atributos evoluem conforme as ações realizadas em combate, e o crescimento do grupo depende muito mais dos personagens recrutados e dos equipamentos adquiridos do que de níveis propriamente ditos.
Tudo isso contribui para uma curva de aprendizado íngreme. Romance SaGa é difícil, exigente e, em vários momentos, frustrante. Não é um RPG que perdoa erros, nem um jogo pensado para agradar todos os públicos. Trata-se claramente de uma experiência de nicho, voltada para jogadores que apreciam sistemas complexos e estão dispostos a lidar com tentativa e erro.
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Conteúdo extra e melhorias do remaster
A versão internacional adiciona quatro novos personagens jogáveis e novas quests, além de ajustes de qualidade de vida. É possível acelerar o jogo em até três vezes, o que ajuda bastante em um título carregado de diálogos e exploração. Sistemas de save, inventário e identificação de missões também receberam melhorias sutis, tornando a experiência menos opaca do que nas versões antigas.
Em relação aos diálogos, se não estiver habituado a jornadas de JRPG, fique ciente de que haverá conversas longas para compreender profundamente esta trama. Os jogos, principalmente os desenvolvidos por estúdios japoneses nos anos 90, eram conhecidos pelo foco no enredo de cada título. Esse foi um dos motivos para tornar essas franquias marcantes, que até os dias de hoje sobrevivem mesmo com o declínio de bons roteiros na indústria dos games.
Visualmente, o jogo mantém a identidade do PlayStation 2, com personagens estilizados que remetem à estética clássica da série. Não é um remaster que impressiona graficamente, mas preserva bem a essência do material original. A trilha sonora, por outro lado, continua sendo um dos pontos mais fortes, carregada de nostalgia e qualidade técnica.
Localização ainda é um obstáculo
Apesar de ser chamada de “versão internacional”, a ausência do idioma português pesa. O jogo oferece opções como inglês, francês e alemão, mas o inglês utilizado é mais arcaico e pode dificultar a compreensão para quem não tem domínio do idioma. Jogar em espanhol pode ser uma alternativa, mas ainda assim é uma barreira considerável.
Existe a possibilidade de uma futura atualização com legendas em português, considerando o histórico recente da Square Enix, mas até o momento isso não passa de especulação. Como esta franquia não é popular no Brasil em relação aos títulos como Final Fantasy e Kingdom Hearts. Somente se a gigante japonesa dos JRPG reformular esta saga para no futuro uma versão localizada seja lançada.
Gamerdito (Veredito final) do jogo Romancing SaGa -Minstrel Song- Remastered International
Capa oficial do jogo
Romance SaGa: Minstrel Song Remastered – International entrega exatamente o que promete. Um RPG profundamente livre, complexo e desafiador. Ao mesmo tempo, é um jogo pouco acessível, punitivo e que exige paciência, estudo e, muitas vezes, o auxílio de guias externos.
Para fãs da franquia SaGa ou jogadores em busca de um JRPG mais raiz, a experiência pode valer a pena. Para quem prefere narrativas guiadas e progressão mais clara, a frustração provavelmente falará mais alto.
Por fim, confirmo que o jogo é competente e fiel à sua identidade, mas que continua distante de ser uma experiência para todos. Dito isto, finalizo minha análise desta review com uma Nota final: 7,5/10.
A franquia de survival horror mais famosa do mundo está ganhando um novo capítulo em 2026 com Resident Evil Requiem. O título introduz uma nova protagonista e também coloca o veterano Leon S. Kennedy contra infectados tenebrosos. O jogo está previsto para 27 de fevereiro de 2026 nos consoles PlayStation 5, Xbox Series X/S, Switch 2 e PC.
A protagonista Grace Ashcroft é filha de Alyssa Ashcroft, jornalista de Resident Evil Outbreak. Ela é uma agente do FBI que investiga incidentes de bioterrorismo ligados ao passado de sua mãe. Como jornalista investigativa, Alyssa descobriu segredos únicos sobre a Umbrella Corporation, tornando-se um alvo da empresa. Contudo, foi assassinada enquanto investigava o desaparecimento da família Baker, eventos que agora impulsionam a história de Grace. Um arco interessante para trazer novas ameaças que ela enfrentará enquanto tenta permanecer viva.
Nos vídeos de gameplay publicados pela Capcom, percebemos que Leon está com uma idade avançada, e não sabemos até quando a empresa japonesa continuará trabalhando com esse personagem. Pois, mesmo que Jill Valentine tenha ganhado fama, é com o policial, e agora agente, que a franquia conquistou milhões de jogadores pelo globo.
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Sabendo disso, a Nvidia anunciou que Resident Evil Requiem, ou Resident Evil 9, estará prontamente no catálogo da nuvem do GeForce Now no dia do lançamento do jogo. Aqueles que adquirem o jogo e normalmente habilitam a sincronização pela plataforma Steam poderão jogar no GFN. Fique ciente de que, mesmo existindo uma versão gratuita, a empresa vem limitando o acesso a alguns jogos. Dependendo do tamanho do título, é necessário ter uma assinatura paga.
Como a franquia possui milhões de jogadores e pode exigir setups com placas mais recentes, os jogos na nuvem abrem possibilidades para que jogadores façam aquisições sem placa-mãe e placa de vídeo robustas. Pois o serviço faz emulação ou roda virtualmente o jogo para que o usuário acesse como se estivesse usando um PC pessoal. Lembrando que o suporte também se estende a dispositivos móveis e smart TVs.
Preço de Resident Evil Requiem para jogar no computador
Já que o artigo é referente aos usuários de PC, Requiem está custando na versão padrão cerca de R$ 299 na plataforma Steam. Enquanto isso, verifiquei que na Nuuvem sai por R$ 244,99, e em diversos momentos eles liberam cupons que podem reduzir esse valor. Lembrando que os últimos títulos da franquia estão no catálogo da plataforma do GeForce Now.
(Divulgação)
Por fim, o próximo jogo da franquia dos infectados da Capcom chega oficialmente em 27 de fevereiro de 2026 nos consoles e PC.
A “Warner Bros. Discovery” tem adotado uma postura cada vez mais cautelosa diante da proposta hostil envolvendo a Paramount Skydance. O motivo principal não parece ser estratégico, mas financeiro. Existe um receio real de assumir prejuízo caso um acordo não seja cumprido como esperado.
Desde dezembro de 2025, a empresa vinha analisando os impactos dessa movimentação. No entanto, em 7 de janeiro de 2026, a Warner deixou claro que a situação é mais delicada do que parecia. Para romper o acordo atual com a Netflix e seguir por outro caminho, seria necessário pagar uma multa estimada em cerca de 4,7 bilhões de dólares, já considerando juros e encargos. Esse valor pesa e reduz bastante a margem de erro.
Um risco que a Warner não quer bancar
Internamente, a avaliação é detalhada. Cancelar o acordo com a Netflix sem garantias sólidas de retorno financeiro pode gerar um prejuízo difícil de justificar. É justamente nesse ponto que surge a desconfiança em relação à Paramount Skydance, já que não há certeza de que a empresa esteja disposta ou consiga absorver esse custo. Fique ciente que o valor proposto em dezembro pela PSKY é de US$ 108,4 bilhões.
Mesmo assim, o presidente do conselho da Warner Bros. Discovery, Samuel A. DiPiazza Jr., indicou que ainda existe espaço para negociação. Tudo depende de a Paramount aceitar cobrir a multa ou apresentar uma proposta que neutralize esse impacto financeiro desde o início. Na imagem você compreende um pouco mais da situação relatada por DiPiazza Jr.:
(Reprodução)
Caso isso não aconteça, a permanência do acordo com a Netflix segue sendo vista como a opção mais segura.
Netflix aparece como o caminho mais estável
Do ponto de vista financeiro, a proposta da Netflix é direta e previsível. O pagamento é imediato, não envolve terceiros e elimina o risco de custos inesperados. Não há multa adicional nem necessidade de renegociação posterior.
Esse cenário reforça uma análise que já havia sido antecipada pelo MeUGamer, no artigo “Netflix poderia ter blefado?”. Na ocasião, foi levantada a hipótese de que a Netflix poderia lucrar mais de 2,8 bilhões de dólares mesmo sem adquirir a Warner Bros. Discovery.
A lógica era interessante. Caso a Paramount avançasse na negociação e aceitasse bancar a multa de rescisão, o valor seria pago diretamente à Netflix. Assim, a plataforma sairia com lucro garantido, sem assumir riscos operacionais ou a complexidade de uma aquisição.
Com as informações agora confirmadas pela própria Warner, essa leitura ganha ainda mais força.
Estratégia ou simples precaução
A dúvida que permanece é se a Warner realmente teme um prejuízo ou se está usando esse risco como ferramenta de pressão para extrair uma proposta melhor da Paramount Skydance.
Com a Paramount buscando espaço para se consolidar no mercado e a Netflix em posição confortável, o cenário se transforma em uma disputa financeira silenciosa. A Netflix, inclusive, passa a ter margem para uma contraproposta, agora que sabe que a Warner não pretende assumir sozinha o peso da multa.
Mesmo que a Netflix não fique com os royalties envolvidos, é difícil imaginar um desfecho em que ela saia no prejuízo caso a Paramount avance nesse processo.
Um jogo ainda aberto
Nada está definido até aqui. As negociações seguem em andamento, os valores continuam sendo reavaliados e cada novo movimento altera o equilíbrio entre as partes. O que já ficou claro é que a Warner Bros. Discovery não pretende assumir perdas e está aberta a ouvir novas propostas, desde que o risco financeiro seja mínimo.
Quem vai pagar essa conta e quem vai sair mais fortalecido desse acordo bilionário ainda é uma incógnita. As próximas semanas devem trazer respostas mais concretas.
Nos últimos dias, a equipe responsável por Football Dream: Be A Pro identificou a circulação de versões não oficiais do jogo em diferentes plataformas e mercados digitais. Essas cópias usam nomes, ícones e até elementos visuais parecidos com o original, o que pode confundir jogadores e gerar riscos reais à experiência.
Segundo a eStar Play, desenvolvedora do título, essas versões falsas não têm qualquer vínculo com a equipe oficial. Além de trazerem informações incorretas, elas podem apresentar falhas de funcionamento, instabilidade nos servidores e até problemas de segurança para quem faz o download.
Por ser gratuito e não exigir dispositivos móveis de alto desempenho, o jogo rapidamente ganhou popularidade. Somado a isso, o futebol é o esporte mais praticado do mundo e de fácil acesso. Aproveitando esse alcance, golpistas passaram a publicar versões falsas do jogo em lojas alternativas, com o objetivo de coletar dados pessoais dos jogadores. Essas versões não têm qualquer vínculo com a desenvolvedora e representam riscos à segurança e à experiência do usuário.
O jogo continua ativo e com suporte global
O alerta vem junto com uma reafirmação importante: Football Dream: Be A Pro segue operando normalmente em escala global. O game continua recebendo atualizações regulares, manutenção de servidores e suporte ao jogador por meio dos canais oficiais.
(Reprodução)(Reprodução)
Na prática, isso significa que a versão legítima mantém os padrões técnicos definidos pela equipe, com equilíbrio de gameplay, estabilidade online e integração correta com os sistemas do jogo. Nada disso é garantido em versões de terceiros.
Onde baixar a versão oficial
A recomendação da desenvolvedora é objetiva: o download deve ser feito apenas pelas lojas oficiais, como Google Play Store e Apple App Store, ou por canais verificados da própria eStar Play.
A empresa reforça que nenhuma versão alternativa, mod ou aplicativo externo está autorizado a usar o nome Football Dream: Be A Pro ou variações que induzam o jogador ao erro.
Medidas legais e proteção da comunidade
A eStar Play também confirmou que já iniciou ações legais contra as cópias identificadas, com base na legislação vigente. Novas medidas devem ser adotadas sempre que surgirem infrações semelhantes.
O foco, segundo a equipe, não é apenas proteger a marca, como preservar a integridade da comunidade. Versões falsas podem afetar economia do jogo, progressão dos jogadores e até a competitividade online, criando um ambiente desigual.
Por isso, a desenvolvedora pede que os próprios jogadores ajudem nesse processo. Caso encontrem versões suspeitas ou comportamentos irregulares, a orientação é denunciar diretamente pelos canais oficiais do game.
O que vem por aí no Football Dream: Be A Pro
Apesar do problema com cópias não autorizadas, o desenvolvimento do jogo segue avançando. Estão previstos novos eventos in-game, atividades sazonais, atualizações de conteúdo e a expansão de iniciativas competitivas.
A eStar Play também confirmou planos mais estruturados para o cenário de eSports, exibindo o compromisso de longo prazo com o crescimento do título e com uma base competitiva mais sólida. A franquia possui parcerias e licenciamentos com instituições e jogadores profissionais do futebol mundial.
No fim das contas, Football Dream: Be A Pro continua vivo, em evolução e com suporte ativo. Mas, para aproveitar tudo isso, é essencial estar na versão oficial.
Ser herói costuma ser sinônimo de bravura e sacrifício, mas em Sentenced to Be a Hero essa ideia ganha contornos bem mais sombrios. Na trama, lutar contra o mal não é uma escolha nobre, e sim uma punição imposta a criminosos condenados a enfrentar batalhas intermináveis contra criaturas monstruosas. É nesse ciclo cruel que vive Xylo Forbartz, um guerreiro determinado a romper esse destino, especialmente após cruzar o caminho de Teoritta, que pode ser a chave para mudar tudo.
O anime estreou sábado na Crunchyroll como parte da Temporada de Janeiro de 2026 e chega ao catálogo com exibição simultânea das versões legendada e dublada em português brasileiro.
A seguir, confira o elenco nacional e a equipe técnica responsável pela dublagem.
Imagem: Studio KAI
Sentenced to Be a Hero – Dubladores brasileiros
Xylo Forbartz: Bruno Sangregório (Benimaru Shinmon em Fire Force);
Teoritta: Agatha Paulita (Hitori Gotoh em BOCCHI THE ROCK!);
Dotta Luzulas: Pedro Volpato (Yoichi Shigaraki em My Hero Academia);
Patausche Kivia: Bruna Nogueira (Asuna em Sword Art Online);
Rajeet: Ailton Rosa (Sangmin Ahn em Solo Leveling);
Tatsuya: Diego Bispo (Stream em Fire Force);
Kormadino: Carlos Seidl (Kaseki em Dr. STONE);
Fille: Luana Stteger (Irmã Iris em Fire Force);
Armée: Lucas Zamaia;
Mère: Thai Dias;
Vozes adicionais: Ailton Rosa, Carlos Seidl, Diego Bispo, Diego Luri, Frank Brabo, Gio Gorini, Idson Silva, João Vitor Andrade, Lucas Zamaia, Marquinhos Dbs, Matheus Silvano, Thai Dias e Victor Ambrozio.
Imagem: Studio KAI
Equipe técnica de dublagem
Estúdio: DuBrasil;
Direção: Bruno Sangregório e Ailton Rosa;
Adaptação: Juliana Martins;
Produção: Anderson Carvalho, Bárbaro Carrêa, Beto de Lucas, Bruno Sangregório, Dennis Himura, Gabriel Guedes, Gabriel Ruivo, Guilherme de Mello e Luana Stteger;
Mixagem: Rony Frauches;
Captação: Gabriel Góis, Ana Júlia Brito, Teco Cheganças, Anderson Carvalho, Daniel Marcelino e Gabriel Ruivo.
Imagem: Studio KAI
Produção do anime
A versão animada de Sentenced to Be a Hero é dirigida por Hiroyuki Takashima, conhecido por seu trabalho em Mushoku Tensei: Jobless Reincarnation. A produção fica a cargo do Studio KAI, com coordenação de roteiro de Kenta Ihara (Saga of Tanya the Evil). O design de personagens é assinado por Takeru Noda, enquanto a trilha sonora é composta por Shunsuke Takizawa (Kemono Michi: Rise Up).
Com uma proposta ousada e um elenco de dublagem de peso, Sentenced to Be a Hero se destaca como uma das estreias mais aguardadas da temporada, prometendo ação intensa, crítica ao conceito tradicional de heroísmo e uma narrativa marcada por dilemas morais.
Sinopse:
“Em um mundo onde o heroísmo é uma punição, Xylo Forbartz, um assassino de deusas condenado, luta contra hordas intermináveis de abominações monstruosas como parte da Unidade Penal de Heróis 9004. A morte não tem escapatória, apenas um ciclo de ressurreição e combate sem trégua. Mas quando Xylo encontra uma nova e misteriosa deusa, sua improvável aliança desencadeia uma rebelião que pode quebrar as correntes da punição eterna.“
A Netflix acaba de revelar seu aguardado cronograma de lançamentos para 2026, trazendo diversas de novidades que vão desde retornos épicos de séries queridas até filmes originais, realities shows, animações e até transmissões ao vivo exclusivas.
O anúncio da Netrflix veio em grande estilo através de um vídeo promocional na plataforma do YouTube (assista no início desta publicação), publicado no canal oficial da Netflix Brasil em 7 de janeiro de 2026. Com tom de “previsão do tarot” ou horóscopo divertido, o clipe sugere que este ano será cheio de surpresas: “você vai sofrer um golpe – e até que vai gostar“, “verá antigas amizades com novos olhos” e “investir em um espartilho (respire fundo)”.
É uma chamada para “descobrir seu futuro” no streaming, convidando os assinantes a questionarem tudo e explorarem novas descobertas. O vídeo já acumula quase meio-milhão de visualizações em menos de 6 horas e quase 30 mil curtidas, destacando o hype em torno da programação. No vídeo, foi possível perceber produções pelas quais a protagonista passa, abrangendo títulos variados como Bridgerton, Avatar, One Piece, Lupin, Emily em Paris, Devil May Cry e até Muppets e outros. Ao longo do percurso, a protagonista transita por esses universos e interage com alguns personagens centrais dessas tramas. Confira algumas capturas de imagem do vídeo oficial.
(Reprodução)(Reprodução)Netflix revela a lista de filmes e séries confirmados para 2026 60Netflix revela a lista de filmes e séries confirmados para 2026 61
Como parte da estratégia da Netflix para 2026, o foco está em franquias consolidadas, produções internacionais (incluindo várias brasileiras), conteúdos ao vivo e apostas em gêneros variados como drama, comédia, terror e animação. Abaixo, compilei uma lista autoral e organizada de todos os destaques mencionados no cronograma oficial divulgado pela Netflix, agrupados por categorias. Ignorei a ordem por data de estreia para facilitar a leitura, priorizando títulos confirmados.
Fique ciente que a quantidade revelada engloba os 5 primeiros meses do ano e outros sem data. Isto significa que muitos outros filmes, séries e documentários devem ser anunciado ao longo do ano.
Séries, Reality Shows e Transmissões Ao Vivo na Netflix
A Netflix investe pesado em continuações de hits e novidades ousadas:
Bridgerton – Temporada 4: Dividida em duas partes (Parte 1 em 29/01 e Parte 2 em 26/02). Benedict Bridgerton (Luke Thompson) é o foco, explorando um romance em um baile de máscaras. Elenco inclui novos rostos como Yerin Ha como Sophie Baek.
One Piece: A Série – Temporada 2 (10/03): Luffy e os Chapéus de Palha entram na Grand Line, com novos inimigos e aventuras piratas.
Avatar: O Último Mestre do Ar – Temporada 2: Aang, Katara e Sokka buscam aliados contra a Nação do Fogo.
O Problema dos 3 Corpos – Temporada 2: A humanidade se prepara para a invasão alienígena.
The Witcher – Temporada 5 (Final): Geralt, Yennefer e Ciri enfrentam forças sombrias no Continente.
Stranger Things: Histórias de 85: Animação épica ambientada no inverno de 1985 em Hawkins.
Treta – Temporada 2 (16/04): Novo casal testemunha briga em clube de campo, levando a intrigas com bilionário coreano.
Doces Magnólias – Temporada 5 (11/06): As amigas Maddie, Helen e Dana Sue lidam com dramas em Serenity.
Virgin River – Temporada 7 (12/03): Melinda Monroe continua sua jornada em Virgin River.
O Agente Noturno – Temporada 3 (19/02): Peter Sutherland investiga rede de corrupção em Istambul.
Lupin – Temporada 4 (Primavera): Assane Diop em novos roubos.
Beastars – O Lobo Bom – Temporada Final (Parte 2) (Março): Legoshi e Melon se cruzam em trama secreta.
A Diplomata – Temporada 4: Drama político com Keri Russell.
Black Doves – Temporada 2: Helen (Keira Knightley) em linha perigosa de traições.
O Poder e a Lei – Temporada 4 (05/02): Mickey Haller prova inocência em assassinato.
Ninguém Quer – Temporada 3: Comédia sobre Joanne (Kristen Bell) e Noah (Adam Brody).
Minha Vida com a Família Walter – Temporada 3: Jackie se adapta aos oito irmãos.
Amor no Espectro – Temporada 4: Pessoas no espectro autista buscam amor.
Queer Eye – Temporada 10 (21/01): Última temporada com Fab Five em Washington.
Casamento às Cegas – Temporada 10 (11/02): Solteiros buscam amor sem ver.
O Namorado – Temporada 2 (Janeiro): Rapazes em Hokkaido confrontam sentimentos.
Meu Namorado Coreano – Parte 2 [Brasil] (08/01): Brasileiras testam romances à distância em Seul.
Produções Brasileiras Destaque:
Brasil 70 – A Saga do Tri: Minissérie sobre a campanha do tri no Mundial de 1970, em meio ao regime militar. Elenco: Bruno Mazzeo, Rodrigo Santoro.
Elize: Sombras de Uma Mulher: Thriller psicológico baseado no caso Elize Matsunaga.
Emergência Radioativa [Brasil]: Minissérie sobre o acidente com Césio-137 em Goiânia.
Habeas Corpus [Brasil]: Drama jurídico com Marjorie Estiano e Any Gabrielly, inspirado no Innocence Project.
Rauls [Brasil]: Série sobre golpes digitais.
Ronaldinho Gaúcho [Brasil]: Doc sobre a trajetória do craque.
Salve Geral: Irmandade [Brasil]: Filme de ação sobre sequestro e caos no crime.
Sintonia, O Filme [Brasil]: Spin-off com Nando (Christian Malheiros).
Sua Mãe Te Conhece? [Brasil]: Reality com mães prevendo escolhas dos filhos, apresentado por Cláudia Raia.
Outros: Outer Banks S5 (Final), Devil May Cry S2 (12/05), Família Upshaw S7 (15/01), e realities como Patinando no Amor (22/01), Isso é um Bolo? Especial Romântico (04/02).
Ao Vivo: RAW (toda segunda), WWE: Surreal S2 (20/01), Star Search (20/01, terças/quartas), Prêmio dos Atores SAG-AFTRA (01/03), Skyscraper Live (23/01 com Alex Honnold), Six Kings Slam (Outubro), NFL Christmas Gameday (25/12).
Filmes
De blockbusters a dramas intimistas:
De Férias com Você (09/01): Comédia romântica baseada em Emily Henry, com Poppy e Alex questionando amizade.
Bridgerton S4 Parte 1/2 (como acima, híbrido série/filme em partes).
War Machine (06/03): Ação sci-fi com Rangers vs. ameaça inimaginável.
Peaky Blinders: O Homem Imortal (20/03): Tommy Shelby (Cillian Murphy) em acerto de contas na WWII.
Remarkably Bright Creatures (08/05): Drama com Sally Field e polvo sábio.
Enola Holmes 3 (Inverno): Enola em Malta.
Narnia (Dezembro): Adaptação de Greta Gerwig.
Outros: Dinheiro Suspeito (16/01), Sequestro: Elizabeth Smart (21/01, doc), Kaguja: A Princesa Espacial (22/01, anime), Quasimodo (Primavera), The Whisper Man (Inverno), e inéditos como 11817, A Dog’s Perfect Christmas, Animals (Ben Affleck), Good Sex (Lena Dunham), Heartstopper Forever, e produções BR como Os 12 Signos de Valentina, Marcha das Onças.
Jogos e Outros
Já Disponíveis: Netflix Puzzled (quebra-cabeças temáticos), Paw Patrol Academy, Red Dead Redemption (com Undead Nightmare), WWE 2K25: Edição Netflix.
2026 será o ano de adentrar em mundos únicos da fantasia e realidade nas produções internacionais e brasileiras elaboradas pela Netflix.
Um dos títulos mais queridos do shoujo finalmente ganhou vida em animação. Hana-Kimi estreou oficialmente como anime na Temporada de Janeiro de 2026, marcando o retorno de um clássico das comédias românticas escolares para uma nova geração de fãs. A produção chega ao Brasil com um grande diferencial: dublagem em português brasileiro disponível desde o lançamento, ampliando o alcance da obra no país.
A trama acompanha Mizuki, uma jovem determinada que decide se disfarçar de garoto para se matricular em um colégio exclusivamente masculino. O motivo é nobre e pessoal: ficar mais próxima de Izumi Sano, seu grande ídolo no atletismo. A convivência forçada, os segredos e os conflitos de identidade dão origem a situações divertidas, emocionantes e cheias de reviravoltas, características que consagraram Hana-Kimi como um sucesso duradouro.
Misturando romance, comédia e temas ligados à identidade e aceitação, Hana-Kimi conversa diretamente com fãs de obras como Ouran High School Host Club e outros shoujos clássicos. A adaptação em anime preserva o espírito leve e carismático do mangá original, enquanto a dublagem brasileira acrescenta proximidade e naturalidade à experiência do público nacional.
Imagem: Signal.MD
Hana-Kimi — Dubladores brasileiros
O elenco de dublagem reúne nomes conhecidos do cenário de animes no Brasil, responsáveis por dar voz aos personagens principais e secundários da história:
Mizuki: Bianca Lua (My Hero Academia);
Izumi: Marcus Pejon (Tougen Anki);
Suichi: Erick Bougleux (Gachiakuta);
Umeda: Felipe Grinnan (Wind Breaker);
Sekime: Teco Cheganças (Tower of God);
Nanba: Vagner Fagundes (Reencarnado numa Máquina de Vendas, Agora Exploro a Masmorra);
Vozes adicionais: Bárbaro Carrêa, Eduardo Nogueira, Patrick Coelho e Ranieri Ferreira.
Imagem: Signal.MD
Hana-Kimi — Equipe técnica de dublagem
A dublagem brasileira foi realizada pelo estúdio DuBrasil, conhecido por seu trabalho consistente no mercado de animes:
Direção: Guilherme Marques;
Adaptação: Clara Campos;
Produção: Anderson Carvalho, Bárbaro Carrêa, Beto de Lucas, Bruno Sangregório, Dennis Himura, Gabriel Guedes, Gabriel Ruivo, Guilherme de Mello e Luana Stteger;
Mixagem: Rony Frauches;
Captação: Ana Júlia Brito, Luan Oliveira e Gabriel Ruivo.
Imagem: Signal.MD
Sobre Hana-Kimi
Criado por Hisaya Nakajo, Hana-Kimi foi publicado originalmente na revista Hana to Yume, da editora Hakusensha, entre 1996 e 2004, totalizando 23 volumes encadernados no Japão. A autora faleceu em outubro de 2023, aos 50 anos, deixando um legado marcante dentro do shoujo mangá.
Antes da adaptação em anime, a obra já havia conquistado o público com diversas versões em live-action, incluindo produções na Tailândia, no Japão e na Coreia do Sul. Com a estreia do anime em 2026 e a dublagem em português brasileiro, Hana-Kimi se firma como um dos principais destaques da temporada para fãs de romance e comédia escolar.
Sinopse:
“Para ficar perto de seu ídolo, Mizuki se disfarça de menino em um colégio só para meninos. Problema: agora eles são colegas de quarto.“
Parasite Mutant tenta atrair olhares de fãs que jogaram Parasite Eve, publicado no fim dos anos 90 no PlayStation 1. Apesar de você saber que é um jogo diferente do da Square Enix, quem jogou os dois primeiros títulos percebe claramente a inspiração. Como eles disponibilizaram a demonstração gratuita na plataforma Steam, resolvi testar para saber o quanto estava profundo esse primeiro vislumbre.
Utilizando o sistema que eles descrevem como Active Time Chains (ATC), diferente de Eve, que utilizava o sistema Active Time Battle (ATB), uma combinação de movimento em tempo real popularizada pela série Final Fantasy, controlamos a agente psíquica Nova, que enfrentará criaturas arrepiantes em cenários desoladores. O título, quando iniciamos, traz pequenas explicações das mecânicas e de como derrotar as criaturas. Contudo, pela minha experiência, acredito que a jogabilidade necessita de um pouco mais de fluidez e os cenários, mesmo que lineares em diversos momentos, possuem muitas paredes invisíveis, sendo quase impossível subir até mesmo em uma calçada.
(Reprodução)(Reprodução)
A demonstração do jogo permite explorar cerca de 5 a 7% do título, fazendo o usuário compreender como serão algumas mecânicas de combate, o uso de recursos do inventário e o funcionamento do mapa. Gravei cerca de quase 18 minutos de jogo, e vocês podem assistir, se desejarem, ao vídeo na íntegra no início desta publicação.
Como é uma jogatina casual, somente para exploração do primeiro contato com o jogo, adentrei na trama observando como recuperar vida, comandos de ataque e esquiva. Aconselho que todos os jogadores compartilhem seus feedbacks com os desenvolvedores. Assim, é possível orientar de modo positivo para que eles melhorem, caso necessário, algumas mecânicas, possíveis bugs, entre outros detalhes técnicos.
Tamanho da demonstração de Parasite Mutant e localização
Quando baixei o jogo, ele exigiu 4,6 GB de armazenamento em disco. Parasite Mutant não é um jogo pesado, e o interessante é que há localização em português. No jogo, percebi um português de Portugal, mas na página da Steam consta localização em português brasileiro. Espero que, em seu lançamento oficial, de fato esteja tudo localizado para o Brasil.
Sempre que puder, salve o jogo na sala segura para não ter que iniciar tudo novamente. Sobre os comandos, o jogo conta com uma barra dupla; cada vez que ela enche, você consegue escolher entre ataque corpo a corpo ou usar arma de fogo, como atirar. Tudo é punitivo, e eles querem deixar elementos de RPG; caso efetue uma ação, você fica elegível para outra ação seguinte. A personagem possui um especial que vai evoluindo à medida que coletamos recursos para ficarmos mais fortes. Quem é fã de títulos de ficção com elementos de survival horror provavelmente irá se agradar.
Enquanto a IceSitruuna não se pronuncia por uma data oficial de lançamento do jogo. Aproveite e jogue agora mesmo na versão de PC Windows este título.