Após uma breve pausa, Jujutsu Kaisen retorna esta semana com o episódio 8 da terceira temporada, prometendo aprofundar a trama envolvendo Hiromi Higuruma. As prévias oficiais do capítulo, intitulado “Colônia de Tóquio nº 1, Parte 2”, antecipam um confronto intenso dentro do Jogo do Abate.
No episódio anterior, Amai e Remi levantaram dúvidas sobre suas verdadeiras intenções ao interagir com Yuji e Megumi. Agora, tudo indica que o encontro com Higuruma pode ser inevitável, preparando o terreno para um possível embate.
Com o avanço do arco do Jogo do Abate, o novo capítulo promete intensificar os conflitos e aprofundar o desenvolvimento de Higuruma dentro da narrativa.
Imagem: MAPPA
Hiromi Higuruma, participante do Jogo do Abate e atual detentor de 100 pontos, já foi um advogado dedicado que exercia sua profissão com forte senso de justiça. No passado, ele assumiu a defesa de Oe, acusado de latrocínio, caso que marcou profundamente sua trajetória.
No presente, Yuji Itadori e Megumi Fushiguro entram na Colônia da Primeira Barreira de Tóquio, mas acabam separados. Yuji recebe a informação de que Higuruma está em Ikebukuro, enquanto Fushiguro ouve que ele está em Shinjuku. Conduzidos a locais diferentes, ambos precisarão enfrentar desafios inesperados.
Data e hora de estreia do episódio 8 de Jujutsu Kaisen
O episódio 55 do anime (episódio 8 da 3ª temporada) estreia na quinta-feira, 26 de fevereiro, às 13h30 (horário de Brasília).
Até o momento, não há previsão de adiamentos, e o lançamento segue o cronograma habitual. Como de costume, pode ocorrer um pequeno atraso na disponibilização nas plataformas de streaming.
Imagem: MAPPA
Episódios dublados estão sendo liberados?
Até o momento, não há indicativos de novas pausas na exibição. Os episódios seguem sendo lançados inicialmente com legendas em português, enquanto a versão dublada é disponibilizada posteriormente em lotes.
Aviso de transparência
Nosso site pode receber uma pequena comissão caso você assine a Crunchyroll pelos links recomendados. Ressaltamos que o objetivo desta publicação é informar sobre os canais oficiais de transmissão, assegurando acesso legal e seguro a Jujutsu Kaisen e a outros animes.
Mario Tennis Fever é o primeiro jogo de esportes lançado exclusivamente para o Nintendo Switch 2, com compatibilidade com o modelo anterior por meio do recurso de compartilhamento (Game Share). O título chegou em 12 de fevereiro de 2026 ao híbrido da gigante japonesa. Com preço inicial de R$ 439,90, ocupa 7,4 GB de armazenamento e conta com localização completa em português brasileiro — um ponto positivo. Nesta análise, explico os motivos pelos quais considero que o jogo merece espaço no seu console.
Nest artigo você encontra:
(Reprodução)
Iniciando nossa jornada esportiva em Maior Tennis Fever
O jogo apresenta diversas novidades em mecânicas, uma história bem estruturada, gráficos em 3D de alta qualidade, efeitos visuais bem trabalhados e um menu organizado, mesmo sendo bastante colorido. Há elementos de RPG, telas de carregamento com instruções de controle e outras adições complementando a experiência.
A história acompanha a Princesa Daisy, que adoece. Para ajudá-la, Wario e Waluigi se unem a Mario e seus amigos na busca pelo Fruto Dourado, capaz de curá-la. Durante a jornada, Mario e seus aliados caem em uma armadilha e são transformados em bebês. Ainda assim, conseguem obter o fruto. A partir disso, o jogador precisa ajudar Mario a reaprender suas habilidades com a raquete na Royal Tennis Academy, conquistando adesivos e subindo no ranking até voltar ao normal.
Ao longo da campanha, o jogador enfrenta inimigos como os Monstros da Ilha e Bowser. Wario e Waluigi também mudam de posicionamento durante a narrativa. A campanha principal dura entre 4 e 5 horas, com nível de dificuldade crescente conforme o progresso.
Na Royal Tennis Academy, há mini-games voltados à memorização de golpes, exercícios teóricos sobre ataques, diferentes tipos de raquetes com poderes, áreas específicas para treino e elementos de RPG nas conversas das cutscenes.
Novidades de Gameplay
A principal mudança está no sistema de comandos:
A – Top Spin
B – Slice
Y – Golpe Chapado
X – Golpe Eufórico (Especial da Raquete)
A+B – Bola Alta
B+A – Deixadinha
Os golpes podem ser carregados ao manter o botão pressionado.
As quadras também influenciam diretamente a jogabilidade. Cada tipo de superfície altera o comportamento da bola e pode incluir obstáculos no cenário, como plantas piranha.
O elenco conta com 38 personagens jogáveis, incluindo novidades como Goomba, o Ladrão e o Bebê Waluigi. Cada personagem possui atributos específicos de Velocidade, Potência, Precisão e Efeito. A ausência da Bebê Daisy é justificada pela própria narrativa.
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A música ambiente é divertida e transmite clima de competição, como se o jogador estivesse em um grande evento esportivo. O som da plateia no início das partidas reforça essa sensação. Alguns personagens possuem músicas próprias na entrada em quadra, como a Luma.
A narração do Flor Tagarela está totalmente em português, narrada e dublada, o que deixa a experiência ainda mais imersiva.
As quadras também impactam a jogabilidade dependendo do tipo de chão, alterando o comportamento da bola e trazendo desafios extras ao redor da arena.
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Raquetes Eufóricas
Um dos grandes destaques são as Raquetes Eufóricas, que possuem diferentes tipos de poderes e propriedades estratégicas.
Alguns exemplos:
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Raquete Barreira de Fogo – Forma uma barreira giratória de fogo; se o adversário encostar, perde o controle temporariamente.
Raquete Fantasma – Deixa o jogador invisível quando ativada, assim como seus golpes.
Raquete Relâmpago – Cria uma área no chão com raios que paralisam o adversário por um tempo.
Raquete Banana – Espalha cascas de banana pela quadra, podendo fazer o oponente escorregar.
Existe também o sistema Fever. Não é recomendado deixar a bola energizada quicar no seu lado da quadra, pois o poder será ativado no seu espaço. O jogador pode rebater normalmente ou usar seu próprio Fever caso a barra esteja cheia. São dois slots de Fever que vão sendo carregados durante a partida.
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Caso o personagem receba muito dano e a barra de vida acabe, ele pode ficar temporariamente imobilizado. No modo duplas, pode sair da quadra por alguns segundos. No modo solo, fica mais lento e com menos recursos por cerca de 10 segundos, o que gera vantagem ao adversário.
Modos de Jogo
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O jogo oferece diversos modos além da campanha:
Missão – Três torres (Iniciação, Determinação e Confusão), cada uma com desafios variados.
Free Play – Partidas solo ou em duplas, com escolha da duração, número de Raquetes Eufóricas (0 a 2) e quadra preferida.
Tournament – Copas com diferentes níveis de dificuldade: Copa Cogumelo (Fácil) Copa Flor (Intermediário) Copa Estrela (Difícil)
Swing Mode – O Joy-Con funciona como uma raquete, permitindo movimentos físicos para rebater a bola.
Modo Online – Funciona de forma estável, mas exige habilidade para enfrentar outros jogadores competitivos. Felizmente, o jogo oferece tutoriais que ajudam no aprendizado.
Gincana – Partidas especiais com regras únicas e desafios como Tiro ao Aro em equipe ou confrontos com Planta Piranha, que exigem bastante precisão.
Comparação com Mario Tennis Aces
Comparando com Mario Tennis Aces, ambos possuem modo história e a presença recorrente de Bowser como antagonista. No entanto, Mario Tennis Fever se destaca pelas novidades de gameplay e fator replay, especialmente as Raquetes Eufóricas e as variações estratégicas das quadras.
Gamerdito (veredito)
A pergunta é: vale a pena? A resposta é positiva. O título Fever apresenta uma campanha consistente, mecânicas renovadas, variedade de modos e boa adaptação ao público brasileiro com dublagem completa. As inovações na jogabilidade ampliam a estratégia e diferenciam o título de seu antecessor.
Instigando ainda mais a expectativa por futuros títulos da franquia Mario Tennis no próprio Switch 2 e por novos projetos da Big N, que sempre busca inovação, independentemente do console em que esteja trabalhando suas propriedades.
Diante disso, trata-se de uma opção imersiva para quem busca partidas competitivas e diversão tanto no modo solo quanto no multiplayer. Mario Tennis Fever atinge um alto nível de qualidade e, nesta review, recebe a nota 8/10.
Agradecemos à Nintendo e à sua assessoria no Brasil pela liberação da chave do jogo, proporcionando-nos a oportunidade de realizar uma análise de Mario Tennis Fever no Nintendo Switch 2. Esta review tem como objetivo orientar nossos leitores sobre se vale ou não a pena jogar. Por fim, este título pode ser adquirido através da Nintendo eShop e em parceiros como Nuuvem via gift card.
A Insomniac Games surpreendeu os fãs ao divulgar de forma discreta a data oficial de lançamento de Marvel’s Wolverine. Sem grande evento, trailer inédito ou anúncio em palco, o estúdio simplesmente publicou nas redes sociais a informação que muitos aguardavam há anos.
De acordo com a imagem compartilhada, o jogo chega exclusivamente ao PlayStation 5 no dia 15 de setembro de 2026. A publicação também convida os jogadores a adicionarem o título à lista de desejos, reforçando que o lançamento está oficialmente marcado.
O anúncio chama atenção justamente pelo tom silencioso. Considerando o tamanho da expectativa em torno do projeto, muitos imaginavam que a revelação da data viria acompanhada de um grande trailer ou apresentação especial. Em vez disso, a Insomniac optou por uma comunicação direta e simples.
Desde que foi revelado, Marvel’s Wolverine é um dos jogos mais aguardados do catálogo da nova geração. O estúdio já provou sua capacidade com títulos anteriores ambientados no universo da Marvel, o que aumentou ainda mais a confiança dos fãs no projeto.
Agora, com a data confirmada, o título entra em uma nova fase. Resta aguardar por mais detalhes sobre gameplay, história e possíveis edições especiais nos próximos meses. Pois, vazamentos do jogo em momentos anteriores acabaram causando grande estresse no estúdio da Sony.
Se nada mudar, os jogadores poderão finalmente assumir o controle de Logan em 15 de setembro de 2026, exclusivamente no PlayStation 5.
Como já adiantamos em outro artigo, Death Stranding 2: On the Beach está confirmado para PC com lançamento marcado para 19 de março. Agora, as equipes da Nixxes Software e da Kojima Productions divulgaram oficialmente os requisitos de sistema da versão para computadores, detalhando o que será necessário para rodar o jogo em diferentes níveis de qualidade. Sua pré-venda está disponível nas lojas da Steam e na Epic Games Store.
Depois de se destacar no PlayStation 5 como um dos títulos tecnicamente mais impressionantes da geração, o olhar dedicado nesta edição para PC gira justamente em torno da performance e da escalabilidade. A boa notícia é que haverá opções do mais básico até configurações voltadas para 4K, além de um modo específico para dispositivos portáteis.
Confira os requisitos oficiais para a versão de pc do jogo Death Stranding 2: On the Beach:
(Reprodução)
Mínimo – 1080p a 30 quadros por segundo Placa de vídeo: GTX 1660 ou RX 5500 XT 8GB Processador: i3-10100 ou Ryzen 3 3100 Memória: 16GB de RAM Sistema: Windows 10 ou 11 (versão 1909 ou superior) Armazenamento: 150GB em SSD
Médio – 1080p a 60 quadros por segundo
Placa de vídeo: RTX 3060 12GB ou RX 6600
Processador: i5-11400 ou Ryzen 5 5600
Memória: 16GB de RAM
Armazenamento: 150GB em SSD
Alto (recomendado) – 1440p a 60 quadros por segundo
Placa de vídeo: RTX 3070 ou RX 6800
Processador: i7-11700 ou Ryzen 7 5700X
Memória: 16GB de RAM
Armazenamento: 150GB em SSD
Muito alto – 4K a 60 quadros por segundo
Placa de vídeo: RTX 4080 ou RX 9070 XT
Processador: i7-11700 ou Ryzen 7 5700X
Memória: 16GB de RAM
Armazenamento: 150GB em SSD
A versão para PC terá suporte às principais tecnologias atuais de reconstrução de imagem e geração de quadros, incluindo DLSS 4, FSR 4 e XeSS 2. Também contará com o Pico, tecnologia utilizada na Decima Engine para aprimorar o upscaling.
Além disso, o jogo oferecerá suporte a monitores ultrawide, com proporção 21:9 nas cenas e possibilidade de expansão até 32:9 durante o gameplay. Itens cosméticos inspirados no PlayStation também serão disponibilizados por meio de atualização no PS5 e como bônus para quem conectar a conta PlayStation na versão de PC.
Estamos na semana de lançamento de Resident Evil Requiem e, mesmo antes de colocar as mãos no jogo, a ansiedade já está nas alturas. Entre trailers, trechos de gameplay, demos fechadas para a imprensa e até vídeos em live action, a Capcom conseguiu criar um clima que mistura empolgação e tensão na medida certa.
Mas também é impossível ignorar o outro lado da moeda. O jogo vazou antes do lançamento oficial. A Capcom já se pronunciou, lamentou o ocorrido e tenta remover conteúdos indevidos da internet. Ainda assim, quando algo cai na rede, o controle se torna quase impossível. Para quem quer viver a experiência completa, digo-lhes: cuidado com spoilers. E, se você já viu algo, não estrague a surpresa de quem está esperando.
Dito isso, vamos ao que realmente importa. O que podemos esperar de Resident Evil Requiem com base no material oficialmente divulgado.
O retorno de Leon e a conexão com o passado
A Capcom confirmou que Leon Kennedy está de volta, e não apenas como fan service. Segundo os próprios desenvolvedores, os acontecimentos de Resident Evil 6 fazem parte do histórico do personagem e serão considerados neste novo capítulo.
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Leon é um dos rostos mais icônicos da franquia, especialmente por seu papel em Resident Evil 2 e Resident Evil 4. Foi justamente o quarto título que expandiu a série para um público ainda maior, exibindo o equilíbrio entre terror e ação que marcou uma geração.
Agora, ele retorna mais velho, mais experiente e carregando o peso de tudo o que enfrentou. Isso abre espaço para uma abordagem mais madura e, possivelmente, mais dramática.
Ao lado dele surge Grace Ashcroft, filha de Alyssa Ashcroft (de Resident Evil Outbreak). A presença de Grace mostra essa ideia de ciclos, heranças e continuidade. A série olha para frente, mas sem abandonar o que construiu ao longo dos anos.
Novo vilão, novo vírus, novas peças no tabuleiro
O antagonista da vez é Victor Gibel, figura ainda cercada de mistério. Sabe-se que a trama gira em torno de uma nova ameaça biológica chamada Elpis. Há menções ao nome de Gibel em arquivos anteriores da franquia, especialmente nos títulos mais recentes, o que indica que a Capcom já vinha plantando sementes há algum tempo.
Imagem reprodução
Esse é um traço clássico da série, deixar pistas espalhadas para que os fãs montem teorias e conectem os pontos. E, como sempre, as especulações já estão a todo vapor.
Outro detalhe que chamou atenção nos trailers finais é que Leon aparenta estar infectado. Se isso se confirmar dentro da narrativa, o conflito deixa de ser apenas externo e passa a ser também interno. Correr contra o próprio tempo é um elemento que pode elevar bastante a tensão dramática.
Requiem: fim de um ciclo?
O próprio nome “Requiem” carrega simbolismo. Um réquiem é uma cerimônia solene dedicada aos mortos. A campanha de marketing insiste em metáforas ligadas a encerramentos e começos, sinfonias que terminam e outras que estão apenas começando.
Tudo indica que este nono capítulo numerado pode marcar uma virada importante para a franquia. Não necessariamente um fim definitivo, mas talvez o fechamento de um arco maior iniciado anos atrás.
Dois estilos em um único jogo
Um dos pontos mais interessantes revelados até agora é a possibilidade de alternar entre primeira e terceira pessoa a qualquer momento durante o gameplay.
Grace parece ter sido pensada para funcionar melhor na perspectiva em primeira pessoa, reforçando o terror mais íntimo e claustrofóbico, na linha de Resident Evil 7 e Village. Já Leon remete diretamente à experiência em terceira pessoa, com movimentação mais dinâmica e foco maior na ação, como em Resident Evil 4.
Na prática, a Capcom está tentando unir duas fases distintas da franquia em um único produto: o terror mais puro e a ação estratégica. Se funcionar, pode ser uma das experiências mais completas da série.
E há ainda o fator replay, tradicional em Resident Evil. Finalizar o jogo, destravar extras, buscar rankings melhores e encarar speedruns faz parte do DNA da franquia. Com perspectivas diferentes para testar, esse elemento tende a ganhar ainda mais força.
Antes dos anúncios oficiais, circulou o rumor de que o novo jogo teria estrutura de mundo aberto. O que foi mostrado até agora não confirma isso de forma direta, mas há indícios de áreas mais amplas e possibilidade de deslocamento entre diferentes locais.
O destaque dado a veículos nos materiais promocionais levantou suspeitas de que poderemos ter seções mais abertas, talvez não um mundo aberto tradicional, mas áreas exploráveis maiores do que o padrão clássico da série.
Se for esse o caminho, será interessante ver como a Capcom equilibra liberdade de exploração com o controle de tensão, algo essencial para o terror funcionar.
O terror está de volta?
Os trailers mostram o retorno de figuras imponentes no estilo “perseguidores”, inimigos que pressionam o jogador constantemente. Essa mecânica foi refinada ao longo dos anos e aqui parece ganhar ainda mais força.
Além disso, há uma tentativa clara de recolocar os zumbis no centro da experiência. Depois de uma fase mais focada em armas biológicas complexas e criaturas cada vez mais elaboradas, o horror mais clássico parece recuperar espaço.
Ainda assim, a ação não foi deixada de lado. A dualidade entre Grace e Leon deve representar exatamente isso: medo e confronto, vulnerabilidade e preparo.
Imagem reprodução
O que esperar de Resident Evil Requiem?
Com lançamento marcado para fevereiro, Resident Evil Requiem surge como um dos primeiros grandes títulos do ano dentro das franquias de peso. O impacto da jogabilidade, trama e sobrevivência é um dos melhores elementos desta franquia.
Estamos falando do nono capítulo numerado de uma das séries mais importantes da história dos games. Naturalmente, os fãs querem entender qual direção a Capcom pretende seguir rumo a um provável décimo título.
A promessa é de uma experiência que mistura passado e futuro, tradição e renovação. Se a execução acompanhar a ambição, podemos estar diante de um dos capítulos mais marcantes da franquia.
Agora resta esperar o lançamento oficial, evitar spoilers e preparar o controle. Porque, ao que tudo indica, esse réquiem pode ser apenas o começo de uma nova sinfonia. O título será lançado oficialmente em 27 de fevereiro de 2026 nos consoles de PlayStation 5, Xbox Series X|S, Nintendo Switch 2 e PC Windows via Steam.
Prepare a pipoca para o novo filme da Sony Pictures, em parceria com MGM e Amazon, “Caminhos do Crime”, que estreou nos cinemas brasileiros em 12 de fevereiro. A proposta vai além de um simples filme de assalto. O longa prova que o gênero policial ainda tem muito a oferecer quando o foco sai apenas do crime e passa a explorar cicatrizes e consequências. A direção ficou por conta de Bart Layton, que também assina o roteiro do longa ao lado de Don Winslow.
A trama apresenta Mike Davis (Chris Hemsworth). Desta vez, ele está longe de ser um Deus poderoso. Interpreta um ladrão de joias metódico e frio, mas assombrado pelo passado. Ele atua sozinho na Pacific Coast Highway, a icônica Rota 101. Sobreviveu anos sem ser pego. Segue regras rígidas e mantém um princípio claro: nunca deixar rastros.
Fica a pergunta: existe crime perfeito? A história se desenvolve quando o cansaço e a ambição batem à porta. Mike decide realizar o “último grande golpe”. Surge então Ormon (Barry Keoghan). Instável e imprevisível, ele representa as escolhas de quem cresceu sem estrutura. É uma versão diferente de criminoso.
Já o detetive Lou (Mark Ruffalo) é um investigador veterano e melancólico. Ninguém o leva muito a sério. Sua obsessão é o que o mantém de pé. Sharon (Halle Berry), uma corretora de seguros desiludida, entra como peça-chave. Ela pode ser fundamental para um crime perfeito… ou quase.
O elenco sustenta a dramaturgia com atuações consistentes. Cada personagem carrega um fardo invisível. Uma infância difícil e promessas quebradas moldam caráter. Quando sistema e família falham, escolhas erradas passam a parecer inevitáveis. O filme acerta ao mostrar que nem todo crime nasce da ganância. Muitas vezes, nasce da dor. E deixa a reflexão: até onde você iria se nunca tivesse recebido o que lhe prometeram?
“Caminhos do Crime” entrega ação e suspense na medida. Garante a dose de tensão que o fã do gênero procura. Nem tudo funciona o tempo todo. Há momentos em que a trama desacelera demais. A espera pelo clímax ideal pode soar arrastada. Isso testa a paciência de quem prefere ritmo constante.
Ainda assim, a trilha sonora sustenta a experiência. Ela dita o ritmo com precisão. Mantém a atmosfera de urgência e tensão. Quando a imagem desacelera, o som mantém o espectador envolvido.
No fim, entre escolhas difíceis e o peso do passado, fica a mensagem: o destino cobra seu preço. Respire fundo. Você está no caminho certo. Está onde deveria estar.
Por todos esses aspectos, nossa avaliação para a crítica do longa-metragem Caminhos do Crime é 3,5/5. Vale destacar que a distribuição em território nacional está sob responsabilidade da Sony Pictures do Brasil.
Em 8 de fevereiro de 2026, o último episódio de No.1 Sentai Gozyuger marcou, ao menos por enquanto, o encerramento de uma das franquias de super-heróis mais longevas e influentes do mundo: Super Sentai.
A trajetória iniciou em 5 de abril de 1975, a partir de um conceito que originalmente não se concretizou: um esquadrão derivado do universo Kamen Rider. Desde então, 49 produções foram lançadas, consolidando os heróis coloridos como parte da cultura popular japonesa e inspirando adaptações globais, como Power Rangers.
Durante anos, rumores sobre o fim da franquia surgiam antes do anúncio de cada nova série. No entanto, no segundo semestre de 2025, a especulação se tornou realidade: No.1 Sentai Gozyuger, inicialmente planejada como uma celebração dos 50 anos da marca, foi confirmada como a última produção do ciclo.
A decisão não estava relacionada a adaptações internacionais, mas sim a uma reestruturação interna liderada pela Toei Company, responsável histórica pelo desenvolvimento da franquia.
Imagem: Toei Company/TV Asahi
A Toei possui um histórico irregular quando o assunto são produções comemorativas. Exemplos marcantes incluem Kamen Rider Decade, que dividiu opiniões, e Kaizoku Sentai Gokaiger, frequentemente apontada como referência positiva. Outras produções, como Kamen Rider Zi-O e Kikai Sentai Zenkaiger, geraram recepção mais controversa entre fãs e crítica.
Historicamente, as comemorações da franquia sempre estiveram ligadas ao número de séries, e não aos anos de existência, padrão adotado desde Hyakuju Sentai Gaoranger, seguindo com títulos como Gogo Sentai Boukenger e Doubutsu Sentai Zyuohger.
Gozyuger não seria originalmente a produção comemorativa da franquia. Pela lógica histórica, esse papel caberia à série seguinte. Contudo, a Toei adotou uma estratégia específica: passou a considerar Kaitou Sentai Lupinranger e Keisatsu Sentai Patranger como equipes separadas dentro do mesmo projeto, elevando simbolicamente No.1 Sentai Gozyuger ao posto de 50º esquadrão.
Com isso, a série foi exibida no ano em que Himitsu Sentai Gorenger completava 50 anos, criando o cenário ideal para encerrar a franquia com uma produção de caráter comemorativo.
Imagem: Toei Company/TV Asahi
Ao longo de 2025, a série apresentou conceitos interessantes, reviravoltas narrativas e tentativas de inovação dentro da fórmula do Super Sentai. Entretanto, muitos desses elementos não foram plenamente desenvolvidos.
Arcos narrativos eram iniciados e encerrados no mesmo episódio, antagonistas perdiam relevância rapidamente e homenagens às produções anteriores se tornaram pontuais. A própria trama central, incluindo conflitos e ameaças principais, passou longos períodos em segundo plano. O grande vilão construído para o final também teve uma resolução apressada, sendo derrotado logo após sua introdução.
Outro ponto recorrente foi a inconsistência no desenvolvimento do elenco. Alguns protagonistas tiveram pouco aprofundamento, enquanto outros receberam arcos mais elaborados e evoluções narrativas coerentes.
Curiosamente, diversos antagonistas se mostraram mais carismáticos e impactantes do que os próprios heróis, algo reconhecido inclusive em declarações internas da produção.
Imagem: Daigo Matsuura e Akiko Inoue
Uma entrevista concedida pela roteirista-chefe Akiko Inoue revelou um dos principais problemas estruturais da série: a ausência de um planejamento claro para o final. Segundo ela, a definição do encerramento começou apenas após o episódio 34, envolvendo o ator Ryoma Baba.
Essa abordagem contrasta com o método tradicional do gênero tokusatsu, em que roteiristas iniciam geralmente a produção já com o desfecho definido. A falta de uma rota narrativa sólida contribuiu para a sensação de ideias promissoras executadas de forma apressada ou desconexa.
O desenvolvimento da série também foi afetado por acontecimentos fora da tela. A saída da atriz Maya Imamori comprometeu a construção dos episódios finais. De acordo com declarações do produtor Daigo Matsuura, a equipe precisou adaptar rapidamente o roteiro e reduzir a presença da personagem na reta final, o que resultou em soluções narrativas pouco orgânicas e perceptíveis ao público.
Apesar do simbolismo, inclusive no nome, já que “Gozyu” significa 50, a série terminou com 49 episódios e sem uma homenagem final proporcional ao legado de cinco décadas da franquia. Mesmo com melhora de audiência e bons resultados em vendas de produtos licenciados, o desfecho deixou uma sensação agridoce. No.1 Sentai Gozyuger não falhou por falta de ideias ou potencial, mas por problemas de planejamento, escrita e execução.
Todos os elementos para uma produção memorável estavam presentes. Ainda assim, a última série do Super Sentai acabou marcada mais pelas oportunidades desperdiçadas do que pela celebração de sua própria história.
Imagem: Toei Company/TV Asahi
Gamerdito: No.1 Sentai Gozyuger é bom?
O encerramento de No.1 Sentai Gozyuger representa mais do que o término de uma série: marca o fim de um ciclo histórico iniciado há cinco décadas com Super Sentai. Trata-se de uma despedida carregada de simbolismo, mas que não conseguiu traduzir em tela toda a grandiosidade da trajetória construída ao longo dos anos.
A produção reuniu ideias promissoras, personagens com potencial e um contexto comemorativo forte. No entanto, falhas de planejamento, mudanças narrativas e dificuldades externas impediram que esses elementos se consolidassem em uma obra coesa e memorável. O resultado foi uma série que oscilou entre momentos interessantes e decisões apressadas, deixando a sensação de que poderia ter sido muito mais.
Ainda assim, o legado da franquia permanece intacto. Mesmo com um final considerado aquém do esperado, a importância cultural, comercial e histórica do Super Sentai segue evidente, influenciando gerações e consolidando seu espaço no entretenimento mundial.
Se No.1 Sentai Gozyugernão conseguiu ser a despedida definitiva que muitos imaginavam, ao menos funciona como um marco de transição. Um capítulo final imperfeito, mas significativo, que encerra uma era e abre caminho para o que seguirá.
Após um combate sangrento e brutal que chocou até os mais experientes cavaleiros dos Sete Reinos, chegou enfim o momento final do aguardado spin-off de Game of Thrones. O torneio que prometia glória, honra e novas lendas terminou em luto, sangue e revelações que vão reverberar por toda Westeros.
O povo de Ashford está em profundo luto. Uma perda importante abalou a cidade após o fim do torneio, deixando viúvas, órfãos e guerreiros questionando o preço da fama e da espada. O ar ainda está carregado com o cheiro de metal quente, terra revirada e o silêncio pesado que só uma tragédia consegue trazer.
Enquanto o reino chora, Sor Duncan, o Alto — o lendário Dunk, o Cavaleiro Errante — vive seu momento mais introspectivo. Sozinho em meio às tendas desmontadas e às tochas que se apagam, ele reflete profundamente sobre seu futuro incerto. O cavaleiro alto e forte, que sempre viveu pela estrada e pela honra, agora avalia com seriedade suas responsabilidades em relação ao jovem Egg, o garoto que o acompanha desde o início dessa jornada.
Dunk precisa decidir, aqui e agora, se manterá Egg como seu escudeiro ou se o destino dos dois tomará caminhos separados. Uma escolha que pode mudar não apenas a vida deles, mas o rumo de grandes eventos que ainda estão por vir no universo criado por George R.R. Martin.
A 1ª temporada de “O Cavaleiro dos Sete Reinos” chega ao fim hoje, 23 de fevereiro de 2025. Aproveite para assistir ao episódio 6, já disponível no HBO Max e no canal HBO, e mergulhe nesse desfecho épico.
O BAFTA 2026 anunciou neste domingo (22) os vencedores da principal premiação do cinema britânico, considerada um dos principais termômetros da temporada. O filme O Agente Secreto disputava as categorias de Melhor Filme em Língua Não-Inglesa e Melhor Roteiro Original, mas não conquistou estatuetas.
O grande vencedor da noite foi Uma Batalha Após a Outra, que levou o prêmio de Melhor Filme, além de Melhor Direção para Paul Thomas Anderson, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Fotografia e Melhor Edição.
Já Hamnet: A Vida Antes de Hamlet também teve presença relevante na cerimônia, vencendo categorias como Melhor Filme Britânico e garantindo o prêmio de Melhor Atriz para Jessie Buckley.
Mesmo apontado como forte na temporada, Marty Supreme acabou esnobado nas principais disputas. Por outro lado, Pecadores saiu fortalecido ao conquistar Melhor Roteiro Original, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Trilha Sonora Original.
A seguir, os principais vencedores do BAFTA 2026, equivalente ao Oscar britânico:
Melhor Filme
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet — Vencedor
Uma Batalha Após a Outra
Valor Sentimental
Pecadores
Marty Supreme
Melhor Filme em Língua Não-Inglesa
Foi Apenas um Acidente
O Agente Secreto
Valor Sentimental — Vencedor
Sirat
A Voz de Hind Rajab
Melhor Roteiro Original
I Swear
Marty Supreme
O Agente Secreto
Valor Sentimental
Pecadores — Vencedor
Melhor Roteiro Adaptado
The Ballad of Wallis Island
Bugonia
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Pillion
Melhor Direção
Paul Thomas Anderson — Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Ryan Coogler — Pecadores
Chloé Zhao — Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Josh Safdie — Marty Supreme
Joachim Trier — Valor Sentimental
Yorgos Lanthimos — Bugonia
Melhor Ator
Leonardo DiCaprio — Uma Batalha Após a Outra
Timothée Chalamet — Marty Supreme
Jessie Plemons — Bugonia
Ethan Hawke — Blue Moon
Michael B. Jordan — Pecadores
Robert Aramayo — I Swear — Vencedor
Melhor Atriz
Rose Byrne — Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Jessie Buckley — Hamnet: A Vida Antes de Hamlet — Vencedora
Kate Hudson — Song Sung Blue: Um Sonho a Dois
Emma Stone — Bugonia
Chase Infiniti — Uma Batalha Após a Outra
Renate Reinsve — Valor Sentimental
Melhor Ator Coadjuvante
Benicio del Toro — Uma Batalha Após a Outra
Sean Penn — Uma Batalha Após a Outra — Vencedor
Jacob Elordi — Frankenstein
Paul Mescal — Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Peter Mullan — I Swear
Stellan Skarsgård — Valor Sentimental
Melhor Atriz Coadjuvante
Odessa A’Zion — Marty Supreme
Inga Ibsdotter Lilleaas — Valor Sentimental
Wunmi Mosaku — Pecadores — Vencedora
Teyana Taylor — Uma Batalha Após a Outra
Emily Watson — Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
Carey Mulligan — The Ballad of Wallis Island
Melhor Filme Britânico
Extermínio: A Evolução
Pillion
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet — Vencedor
I Swear
The Ballad of Wallis Island
Morra, Amor
Bridget Jones: Louca Pelo Garoto
H is For Hawk
Mr. Burton
Steve
Melhor Estreia de Roteirista, Diretor ou Produtor Britânico
The Ceremony — Jack King, Hollie Bryan e Lucy Meer
MAVRIX by Matt Jones surge como uma proposta ambiciosa dentro do gênero de esportes radicais ao tentar oferecer uma experiência de mountain bike que combina mundo aberto, simulação e liberdade de exploração. Desenvolvido pela Third Kind Games e publicado pela Cascade Interactive, o título conta com a colaboração direta do atleta Matt Jones e aposta em um modelo de acesso antecipado para evoluir junto à comunidade. Lançado no acesso antecipado em julho de 2025, o título também recebeu versões nos consoles de PlayStation 5 e Xbox Series X|S em 22 de janeiro de 2026. Esta análise foi elaborada através da versão de PC Windows.
Desde o primeiro contato, fica evidente que o jogo não pretende seguir o caminho arcade tradicional. A proposta gira em torno da sensação de pilotagem, da construção de reputação e da exploração de um vasto mapa repleto de trilhas, descidas, rampas e terrenos naturais. Mais do que vencer corridas, o jogador é incentivado a encontrar suas próprias rotas, dominar os controles e experimentar diferentes estilos de condução, em uma experiência que valoriza autenticidade e expressão individual.
A jogabilidade é um dos pilares mais marcantes. O sistema de controle aposta em física detalhada, exigindo gerenciamento de equilíbrio, frenagem, postura e transferência de peso durante curvas, saltos e descidas. Esse nível de profundidade cria momentos extremamente satisfatórios quando tudo funciona bem, mas também impõe uma curva de aprendizado considerável, especialmente para quem espera uma experiência mais imediata e acessível. Ainda assim, o jogo tenta equilibrar simulação e arcade em certos momentos, permitindo maior tolerância a erros sem comprometer totalmente a proposta realista.
O mundo aberto reforça essa liberdade. Em vez de trilhas fixas e lineares, o cenário funciona como um grande playground para ciclistas virtuais, com eventos, desafios contra o tempo e atividades espalhadas pelo mapa. A progressão ocorre por meio de rankings, recompensas em moeda virtual e aquisição de novos equipamentos e bicicletas, além da presença de elementos como patrocínios e interação online com outros jogadores.
Imagem: Third Kind Games/Cascade Interactive
No aspecto técnico, o jogo entrega visuais impactantes em diversos momentos, principalmente durante descidas em alta velocidade por florestas densas ou saltos em áreas montanhosas. A ambientação sonora complementa bem essa imersão, com ruídos do terreno, vento e impactos contribuindo para a sensação de presença. Porém, o estado de acesso antecipado ainda se faz notar em inconsistências de desempenho, áreas menos detalhadas e instabilidades pontuais, além de limitações como a ausência de determinados idiomas e eventuais dificuldades de conexão inicial.
Outro ponto perceptível é que, apesar da proposta ampla, o conteúdo ainda está ampliando devido ao seu acesso antecipado (early acess). O desenvolvedores da Third Kind Games estão ouvindo ao máximo os feedbacks da comunidade. Em alguns momentos, o mundo pode parecer vazio entre eventos e trilhas principais, e a progressão ainda carece de maior variedade de atividades para sustentar o interesse a longo prazo. Ainda assim, a base construída é sólida e demonstra uma direção clara de desenvolvimento.
No geral, MAVRIX by Matt Jones se posiciona como uma experiência promissora que busca representar o mountain bike de forma mais fiel do que a maioria dos jogos do gênero. Entre acertos e limitações típicas de um projeto em evolução, o título já consegue oferecer momentos envolventes e autênticos. Com refinamentos técnicos, expansão de conteúdo e melhorias de estabilidade, tem potencial para se tornar uma das referências quando o assunto é ciclismo nos videogames.
Imagem: Third Kind Games/Cascade Interactive
Gamerdito: Vale a pena jogar MAVRIX by Matt Jones?
No conjunto, MAVRIX by Matt Jones se consolida como uma proposta ousada dentro do gênero de esportes radicais, priorizando autenticidade, liberdade e construção gradual de habilidades em vez de uma experiência puramente arcade. A participação direta de Matt Jones e o desenvolvimento conduzido pela Third Kind Games, com publicação da Cascade Interactive, ajudam a reforçar essa identidade mais técnica e conectada ao universo real do mountain bike.
Mesmo ainda em acesso antecipado, o jogo apresenta uma base sólida: controles profundos, mundo aberto convidativo, variedade de desafios e um sistema de progressão que estimula a evolução constante do jogador. Ao mesmo tempo, limitações como instabilidades pontuais, ausência de localização em português, desempenho irregular e sensação de vazio em certas áreas mostram que a experiência continua em construção e depende de refinamentos futuros para atingir todo o seu potencial.
Ainda assim, o que se vê é um projeto com direção clara e ambição evidente. Quando funciona bem, MAVRIX oferece momentos genuinamente imersivos e satisfatórios, especialmente para quem aprecia simulação e liberdade de exploração. Se continuar recebendo melhorias, conteúdo adicional e ajustes técnicos, o título tem tudo para se tornar uma das referências em jogos de mountain bike, não apenas pela proposta, mas pela forma como transforma o ato de pedalar em uma experiência envolvente e autoral.
Imagem: Third Kind Games/Cascade Interactive
Com isso, finalizo minha experiência que, mesmo em acesso antecipado e jogado até o final antes e depois das atualizações, posso dizer que minha satisfação com as mecânicas, enredo e jogabilidade é de nota 8.5/10.
Agradecemos à Third Kind Games e Cascade Interactive pela liberação da chave do jogo, proporcionando-nos a oportunidade de realizar uma análise de MAVRIX by Matt Jones no PC Windows via Steam. Esta review pretende orientar nossos leitores sobre se vale a pena ou não jogar.