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The Wolf Among Us 2 pronto para ser cancelado pela Telltale Games?

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The Wolf Among Us 2 é um dos títulos mais aguardados da Telltale Games, desejado por fãs desde o renascimento do estúdio. No entanto, após o lançamento de The Expanse: A Telltale Series em parceria com a Deck Nine, a empresa parece ter entrado em um período de silêncio absoluto. A última movimentação relevante aconteceu em julho deste ano, quando, em celebração ao aniversário do estúdio, duas novas imagens do jogo foram divulgadas.

Resumo do artigo:
Há um silêncio preocupante da Telltale Games sobre The Wolf Among Us 2. O jogo pode estar enfrentando dificuldades em seu desenvolvimento e há rumores de um possível cancelamento.

Agora, a pergunta que fica é: teremos The Wolf Among Us 2 ou esse projeto será arquivado, ficando no limbo por tempo indeterminado? A trama do jogo é instigante, com fábulas conhecidas como Bela, Fera, Branca de Neve e, claro, o icônico Bigby Wolf (Lobo Mau). Esses personagens trazem um fascínio especial, integrando o universo de “Era uma vez” em uma narrativa cheia de escolhas que impactam diretamente o desenvolvimento da história.

Recentemente, um rumor gerou alvoroço na comunidade. Em uma publicação no Reddit, um usuário alegou possuir informações internas, afirmando que o desenvolvimento do título estaria enfrentando dificuldades consideráveis. Normalmente, quando um rumor é infundado, ele rapidamente é refutado ou removido pelos moderadores, mas, até o momento de fechamento deste artigo, a publicação ainda permanecia ativa.

Nem o site oficial da Telltale Games nem suas redes sociais comentaram sobre o assunto, deixando os fãs sem respostas. Além disso, materiais promocionais, como teasers ou gameplays, são praticamente inexistentes. Ainda assim, muitos jogadores continuam esperançosos e aguardam ansiosamente por notícias.

O próximo evento relevante na indústria é o The Game Awards, em dezembro, conhecido como o “Oscar dos videogames”. Além das premiações, o evento é famoso por apresentar novidades e anúncios de novos projetos. A esperança é que, durante a cerimônia, algo relacionado a The Wolf Among Us 2 seja finalmente revelado.

Será que as fábulas sombrias e suas escolhas imersiva voltarão à tona? Ou esse título será mais um caso de hype frustrado, permanecendo como uma promessa nunca cumprida?

The Wolf Among Us 2 - OFFICIAL Full Trailer (2022)

Por fim, gamernéfilos, o que vocês acham? Acreditam que o jogo realmente será cancelado ou tudo não passa de uma estratégia para gerar burburinho? Deixem seus comentários! A opinião de vocês é essencial para alimentar essa discussão.

Batman: Arkham Shadow – Uma Aposta Arriscada ao Limitar o Título

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A Oculus Studios está apostando alto em Batman: Arkham Shadow, um exclusivo que chegará ao Meta Quest 3 e Quest 3S. A franquia Arkham é uma das sagas mais bem-sucedidas do Cavaleiro das Trevas, trazendo novos fãs para admirar o legado do morcego. Contudo, Shadow não é desenvolvido pela Rocksteady Studios, mas pela Camouflaj, com publicação da Oculus Studios.

Embora os jogos em realidade virtual estejam ganhando mais adeptos, limitar um título a uma única plataforma é um risco que a Meta parece disposta a correr. Até abril de 2025, o jogo estará disponível gratuitamente para aqueles que adquirirem os óculos de VR dos modelos mencionados. Em outras palavras, os proprietários do dispositivo terão acesso ao jogo dentro desse período promocional.

Resumo do artigo:
O lançamento de Batman: Arkham Shadow como um exclusivo de VR para Meta Quest 3 levanta discussões sobre os riscos e benefícios de limitar o jogo a essa plataforma.

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Batman: Arkham Shadow – Uma Aposta Arriscada ao Limitar o Título 9

Na trama, o Rei Rato (Rat King), líder de um culto, planeja destruir Gotham City em 4 de julho, e Bruce Wayne deve usar seu manto em locais sombrios para deter essa ameaça. O jogo acontece após os eventos de Arkham Origins, revelando mais sobre o surgimento de vilões icônicos como o Espantalho e Arlequina. Explore locais inóspitos e enfrente inimigos em uma nova perspectiva de imersão, ainda que diferente dos jogos em terceira pessoa da franquia Arkham.

Você também poderá reencontrar personagens conhecidos como Jim Gordon, Harvey Dent e Otis Flannegan (Ratcatcher). Vale lembrar que a Camouflaj é o mesmo estúdio responsável por Marvel’s Iron Man VR, o que deixa a porta aberta para possíveis lançamentos futuros em outras plataformas, como o PS VR. No entanto, até o momento, o suporte para outras plataformas, como o Steam, ainda não foi confirmado.

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Batman: Arkham Shadow – Uma Aposta Arriscada ao Limitar o Título 10

Se as vendas não forem afetadas pela exclusividade com a Meta, isso poderá ser considerado uma boa jogada. Caso contrário, a aposta pode se tornar um risco que a empresa parece disposta a assumir. Ficamos no aguardo de novidades sobre o lançamento em outras plataformas.

Há uma gameplay que exibe os 30 minutos iniciais de Batman: Arkham Shadow, publicada no canal do YouTube GamersPrey. Para conferir o jogo em ação e ter uma ideia da nova perspectiva em realidade virtual, você pode assistir no link abaixo:

Batman Arkham Shadows Gameplay Walkthrough Part 1

Essa gameplay oferece uma visão mais detalhada do que esperar do jogo, incluindo mecânicas e imersão na atmosfera sombria de Gotham.

Por fim, o lançamento oficial de Batman: Arkham Shadow está marcado para 22 de outubro de 2024, para Meta Quest 3 e Quest 3S. Prepare-se para explorar cenários icônicos e sombrios de Gotham, utilizando os famosos apetrechos do morcego. Com essa nova experiência em realidade virtual, você será o verdadeiro “olho” do Cavaleiro das Trevas.

Kong: Survivor Instinct Tenta Salvar a Franquia Manchada no Último Ano

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Kong: Survivor Instinct é uma versão da saga do gorila mais conhecido do planeta dentro do MonsterVerse de criaturas colossais. O título, desenvolvido e publicado pela 7Levels em parceria com a 4Divinity, terá uma dura missão de atrair os fãs do King Kong e limpar a imagem do personagem, já que as recentes adaptações, seja nos games ou no filme Godzilla e Kong: O Novo Império, foram duramente criticadas.

Resumo do artigo: Kong: Survivor Instinct busca redimir a imagem da franquia após fracassos recentes em jogos e filmes.

O primeiro, o jogo Skull Island: Rise of Kong, é considerado um dos piores, se não o pior jogo de 2023, com problemas gráficos, bugs, e enredo, além de um desempenho abaixo do esperado. Já o filme, com escolhas questionáveis no roteiro, trouxe um longa-metragem massante e sem nexo para esse universo.

Agora, cabe aos desenvolvedores de Kong: Survivor Instinct mostrar que se empenharam para entregar um jogo satisfatório. Lembrando que ultimamente muitos títulos têm fracassado em vendas por não inspirarem e instigarem os jogadores a se aprofundarem no roteiro. Com tramas genéricas, problemas de jogabilidade e personagens nada cativantes, muitos estúdios têm amargado um colapso financeiro por não conseguirem vender seus jogos.

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Kong: Survivor Instinct Tenta Salvar a Franquia Manchada no Último Ano 15

Trazendo uma imersão no estilo de títulos como This War of Mine e Barotrauma, Kong: Survivor Instinct nos leva a locais arrasados em plataforma 2D, mas com aprimoramento em 2.5D visando uma imersão maior. Nessa apuração, é possível compreender que o personagem passará por diversos obstáculos e terá que interagir com os elementos dos cenários, como prédios prestes a desabar, ruas precárias onde visivelmente algo terrível ocorreu, além de ajudar cidadãos feridos pelo caminho.

Enquanto o protagonista luta para chegar ao seu destino, ele se depara com diversos acontecimentos, ataques de monstros lutando entre si e destruindo a cidade. O cenário como pano de fundo oferece um visual agradável para quem gosta de detalhes. Em uma cidade em caos, sempre há aproveitadores. Além dos monstros, o jogador terá que sobreviver contra aqueles que se beneficiam do desespero. Se os desenvolvedores conseguirem trazer ao menos 80% da qualidade dos títulos de referência que mencionei, Survivor Instinct poderá ser um sucesso. Caso contrário, a franquia King Kong pode cair no esquecimento na indústria dos games.

Queremos acreditar que, se o título estiver de fato bem desenvolvido, ele venderá milhares ou até milhões de cópias nos primeiros dias do seu lançamento. Vale lembrar que o título estará disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC Windows via Steam.

A trama ocorre pouco depois dos eventos de Godzilla vs. Kong, com Alan Jonah liderando o grupo Hyenas como o principal antagonista. O protagonista, David, precisa se manter vivo para resgatar sua filha Stacy, perdida no meio dessa guerra de titãs. Será que ele conseguirá chegar ao local desejado? É o que os jogadores devem descobrir jogando Kong: Survivor Instinct. Uma versão jogável foi disponibilizada de 17 a 20 de outubro de 2024 para quem visitou a gamescom Asia.

Caso não conheça nada sobre o jogo, há uma gameplay de 15 minutos disponível online. Confira o vídeo: Assista ao vídeo.

Kong: Survivor Instinct Gameplay Demo | Gamescom Asia 2024

Finalmente, Kong: Survivor Instinct estará disponível a partir de 22 de outubro de 2024 para PS5, Xbox Series e PC Windows. Um ponto negativo, no entanto, é que o jogo não contará com localização em português do Brasil no lançamento. Se houver uma grande adesão ao game, o idioma poderá ser incluído em futuras atualizações. Estão animados para essa nova aventura desse grandão?!

Razer lança versão branca do Viper Mini Signature Edition: leveza e alto desempenho

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A Razer, está trazendo mais novidade ao mercado gamer, onde anunciou na última semana, a edição branca do mouse Viper Mini Signature Edition. Este modelo se destaca por combinar design sofisticado e excelente performance, trazendo uma nova opção para setups minimalistas. A seguir, confira o detalhe do item e a imagem exibindo um pouco mais do vislumbre desse periférico.


Desempenho avançado e design ultraleve

Pesando menos de 49g, o Viper Mini Signature Edition é uma peça que alia estética impecável e tecnologia de ponta. Ele é projetado com um exoesqueleto de liga de magnésio, garantindo resistência e leveza.

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Razer lança versão branca do Viper Mini Signature Edition: leveza e alto desempenho 22

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Tecnologia de ponta para jogadores exigentes

Equipado com o Sensor Óptico Razer Focus Pro 30K e os Switches Ópticos de 3ª geração, o mouse conta com a tecnologia Razer HyperPolling, que oferece uma taxa de atualização real de 8000 Hz, proporcionando desempenho contínuo em qualquer tipo de jogo.


Edição limitada e itens exclusivos

O Viper Mini Signature Edition branco acompanha acessórios premium, como o Dongle Wireless HyperPolling, patins de Corning Gorilla Glass 3, e fitas de aderência. Além disso, a edição é limitada a apenas 13.337 unidades, tornando-se um item desejado por colecionadores.

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Razer lança versão branca do Viper Mini Signature Edition: leveza e alto desempenho 25

Ainda não há previsão de quando o produto chegará nas lojas de varejo no Brasil. Contudo, você pode verificar os detalhes como valores, no site da versão em inglês da empresa.

D23 Brasil: Atrações, atividades e estandes revelados

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Faltando menos de um mês para o início da D23 Brasil – Uma Experiência Disney, foram divulgadas novas informações sobre o evento, incluindo o mapa conceitual e as atrações que prometem encantar os fãs. Pela primeira vez no Brasil, este grande encontro será realizado em São Paulo, no Transamerica Expo Center, entre os dias 8, 9 e 10 de novembro de 2024, oferecendo uma programação recheada de painéis, estandes interativos e conteúdos exclusivos.

Resumo do artigo: A D23 Brasil trará uma experiência imersiva para os fãs da Disney, com painéis, estandes interativos e participações especiais de grandes estúdios como Marvel, Star Wars e Pixar.

O que esperar da D23 Brasil – Uma Experiência Disney? A D23 Brasil promete ser uma das maiores celebrações do universo Disney já realizadas no país. O evento contará com uma série de atrações e surpresas, além de anúncios exclusivos relacionados a grandes estúdios como Pixar, Marvel, Lucasfilm e Walt Disney Animation. Haverá ainda apresentações de novos filmes e séries, incluindo prévias de lançamentos aguardados e atualizações sobre a expansão dos parques temáticos da Disney e da Disney Cruise Line. Disney+, National Geographic, ESPN, Star e Rádio Disney terão espaços e experiências imersivas no pavilhão de exposições.

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Destaques dos palcos e atrações interativas O evento terá dois palcos principais: a Arena D23 by Bradesco/Visa, onde acontecerão os principais painéis e apresentações com a presença de talentos nacionais e internacionais, e o Palco Disney Moments by Claro, que trará shows ao vivo, encontro com cosplayers e atividades para todas as idades. Além disso, a D23 Brasil Store Mercado Livre será um dos destaques, oferecendo produtos exclusivos e colecionáveis. Performances em pocket shows de Disney Princesa, Mickey & Amigos, Toy Story e mais.

Mapa Oficial D23 Brasil 2024
D23 Brasil: Atrações, atividades e estandes revelados 27

Pavilhão de Exposições No pavilhão, diversas marcas do grupo Disney estarão presentes com espaços interativos, como Disney+, Pixar, Marvel e Star Wars. Entre as experiências, os visitantes poderão entrar em cenários inspirados em filmes como Mufasa: O Rei Leão, Frozen, Toy Story e Capitão América: Admirável Mundo Novo. Haverá também a famosa Barbearia Marvel by Corleone, onde os visitantes poderão agendar cortes de cabelo temáticos.

Empresas participantes Grandes marcas estarão presentes no evento, com patrocínios de Bradesco, Visa, Claro e Mercado Livre. Outras empresas como Bauducco, Latam, Tang, Panini e Funko também marcarão presença, além de ativações especiais de marcas como Mattel, Hasbro e Baw, que trarão experiências exclusivas para os participantes.

Gastronomia temática O evento também contará com uma rica oferta gastronômica, incluindo comidas e bebidas inspiradas em personagens e temas da Disney, como criações da Bauducco e Bacio di Latte, além de parceiros como Baked Potato, Patties Burger e Nutty Bavarian, garantindo uma experiência completa para os fãs.

SERVIÇO

  • Data: 08, 09 e 10 de novembro de 2024;
  • Local: Transamérica Expo Center (Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo);
  • Site: d23brasil.com;
  • Idade recomendada: a partir de 10 anos;

Acessibilidade: A D23 contará com recursos de acessibilidade, consulte o FAQ para maiores informações.

Espaço de Descompressão – Área de regulação sensorial voltada para pessoas neurodivergentes e um número limitado de acompanhantes. O espaço foi projetado para auxiliar na estabilização e redução do estresse sensorial e contará com uma equipe de acolhimento. Os visitantes terão à disposição um kit para redução de estímulos que poderá ser retirado no espaço para utilização durante o evento (consultar regulamento no local).

Sobre os ingressos acesso o site oficial para adquirir o seu.

Pré-carregamento de Call of Duty: Black Ops 6 é liberado

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O pré-carregamento de Call of Duty: Black Ops 6 foi liberado nesta segunda-feira, 21 de outubro, a partir das 13h (Horário de Brasília), em todas as plataformas. Jogadores que fizeram a pré-compra ou possuem acesso por meio de certos planos do Game Pass já podem baixar os arquivos para garantir que estarão prontos para jogar assim que o título for lançado oficialmente.

Lançamento e possível tamanho de instalação

O lançamento de Black Ops 6 está previsto para 25 de outubro de 2024 e o jogo estará disponível para Xbox Series X|S, Xbox One, PC (via Game Pass, Microsoft Store, Battle.net, e Steam), além do PlayStation 4 e 5.

  • Tamanho aproximado do jogo: 139 GB (recomendação: SSD)
  • Instalação total (com Warzone e COD HQ): poderá aumentar esse tamanho. Observe que é sem contar possíveis DLCs.

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Com esse tamanho robusto de instalação, recomenda-se que os jogadores garantam espaço suficiente nos discos rígidos, principalmente ao utilizar consoles e PCs com armazenamento mais limitado. O uso de um SSD é indicado para melhorar a performance e diminuir o tempo de carregamento.

O jogo oferece os modos Campanha, Multijogador, e Zumbis, todos disponíveis para download antecipado, garantindo que tudo esteja pronto para a estreia oficial. Se estiver jogado a versão beta, onde o nosso site até desenvolveu uma prévia, sabe que o multiplayer está mais dinâmico e frenético. Caso seja um fã de longa data, recomendo se preparar para novas adaptações na jogabilidade. Falando em modo Zombies, há uma publicação completa no blog oficial do game [aqui]. Eles explicam todas as novidades adicionadas para esta nova imersão da franquia.

Está pronto, para adentrar nessa continuação de COD: Black Ops 6 e todo o seu legado de ação e adrenalina na linha de frente? Nos conte deixando seu comentário abaixo.

Os gamers são os responsáveis pelo fracasso da indústria dos games

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Nos últimos tempos, a indústria dos games tem enfrentado uma crise, com muitos estúdios e desenvolvedores acusando os jogadores de não aderirem aos novos jogos. A justificativa é que os gamers não estão entendendo as propostas dos títulos criados para uma audiência “moderna”. Mas será que essa é a verdadeira razão do fracasso de tantos jogos recentes?

Veja o que está acontecendo com jogos como Concord, Tales of Kenzera: Zau e o recém-lançado Unknown 9: Awakening, todos considerados flops gigantescos, mesmo com grandes investimentos e marketing pesado. Isso evidencia que a indústria dos games enfrenta problemas graves e defasados.

Poderia citar inúmeras apostas que havia esperança de lucros, entre eles o Star Wars Outlaws, onde obteve lucros pífios pelo valor da franquia. Até mesmo Assassin’s Creed Shadows, teve que ser adiado para uma revisão de precaução para lançarem algo satisfatório. E aí está o ponto: por que os jogadores continuam preferindo jogos remasterizados a novas propriedades intelectuais (IPs)? Será que a culpa é realmente dos gamers, por não “entenderem” os jogos, ou há algo errado com a indústria?

Resumo do artigo:
A indústria dos games está em crise, mas culpar os jogadores não resolve o problema. A desconexão entre o que os estúdios oferecem e o que o público busca é a principal causa do fracasso de muitos lançamentos.

Muitos estúdios insistem que os jogadores têm preconceito contra o conteúdo destinado à audiência moderna. Mas se há de fato uma nova geração de jogadores, por que ela não está comprando esses jogos? Se um jogo é feito para um novo público e não está vendendo, a falha pode ser de comunicação, ou então essa “audiência moderna” ainda não tem poder de compra suficiente para sustentar o mercado.

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A crise nas empresas de games

Vemos hoje grandes empresas, que antes dominavam o mercado, enfrentando sérios problemas financeiros. Elas deveriam estar nadando em rios de dinheiro, mas, em vez disso, estão demitindo funcionários, adiando projetos e até cancelando jogos. Recentemente, vimos a Microsoft demitir funcionários, assim como a EA, a Embracer Group, e outros grandes estúdios ocidentais. Interessante notar que essa crise parece afetar mais o mercado ocidental, enquanto o oriental continua a ouvir os gamers tradicionais, que preferem jogos para se divertir e relaxar, sem focar tanto em questões culturais ou temas polarizadores.

Então, por que a indústria insiste em culpar os jogadores? Isso é um equívoco. A verdade é que os gamers continuam ativos e consumindo títulos que realmente os interessam. Basta olhar para a Steam, que vem batendo recordes de usuários simultâneos em 2024. Isso prova que os jogadores estão sim jogando, mas o problema está nos enredos e nas apostas que a indústria está fazendo.

Exemplos de jogos de sucesso

Diversos jogos que não entraram na guerra da polarização cultural estão indo muito bem. Um ótimo exemplo é DRAGON BALL: Sparking! ZERO, da Bandai, que vendeu milhões de cópias em apenas um dia. Outro exemplo é Warhammer 40k: Space Marine 2, que também teve um enorme sucesso. Helldivers 2, mesmo sendo de uma franquia já conhecida, alcançou grande popularidade em 2024, com quase meio milhão de jogadores simultâneos online. O mesmo vale para Black Myth: Wukong, que entrou no top 10 dos jogos mais jogados da Steam, com quase 2,5 milhões de usuários simultâneos.

O DLC de Elden Ring também atingiu números impressionantes, provando que o público está interessado em jogos que oferecem uma experiência imersiva e de qualidade, sem tentativas de forçar narrativas polarizadoras. Stellarblade é uma prova sendo atualmente exclusivo para o console da Sony no PS5. Esses jogos têm algo em comum: eles se concentram na diversão, e os jogadores querem apenas isso – se divertir, sem se preocupar com o que está acontecendo no mundo exterior.

A falácia da “audiência moderna”

Muito tem se falado sobre essa tal “audiência moderna”, mas os números mostram que ela talvez ainda não tenha força ou cacife suficiente para manter estúdios inteiros de pé. Isso fica claro quando analisamos o desempenho de jogos como Suicide Squad: Kill the Justice League, da Rocksteady Studios, que, apesar de ter tido sucesso com títulos anteriores da franquia Batman Arkam, esse título amargou um fracasso absurdo, quase passou despercebido, mesmo sendo uma nova IP. No entanto, títulos que mantêm a essência de diversão, como Like a Dragon, continuam fazendo sucesso, mesmo sendo criticados por supostas questões de estereótipos e sexualização. Bem como, Hogwarts Legacy, que conseguiu em 2023 vender mais de 22 milhões de cópias.

Outro caso interessante é o de Deadlock, o novo título da Valve, que, mesmo em fase de testes alfa e com acesso limitado por convite, já atraiu quase 172 mil jogadores simultâneos. Isso prova que a competitividade e a objetividade ainda são atrativos para os jogadores, mesmo antes de um jogo ser oficialmente lançado.

A indústria precisa abrir os olhos

A indústria precisa parar de culpar os jogadores pelo fracasso dos novos títulos. O que realmente está em jogo aqui é a falta de conexão entre o que os usuários querem e o que está sendo oferecido. Muitos desenvolvedores estão apostando em temas que simplesmente não interessam ao público, e os números falam por si. Não são os gamers que estão errados por não comprarem jogos, são os estúdios que estão falhando em oferecer algo que realmente os atraia.

Veja o exemplo de Silent Hill 2, que, apesar das críticas iniciais, conseguiu vender mais de um milhão cópia em seu remake. Mesmo com algumas mudanças nos personagens, o jogo manteve sua essência sombria e sólida, agradando tanto aos fãs antigos quanto aos novos jogadores. Isso mostra que, quando um remake é bem feito e respeita suas origens, ele tem tudo para ser um sucesso.

Conclusão: a culpa não é dos jogadores

O grande problema não está nos jogadores, mas sim na indústria que insiste em focar em uma “audiência moderna” que ainda não tem força para sustentar o mercado. Enquanto continuarem tentando forçar temas que não interessam ao público, os estúdios continuarão a falhar. Os gamers querem jogar, e os jogos que não tentam polarizar ou forçar narrativas desinteressantes continuam a vender bem. No final, a moral da história é simples: os jogadores não são os culpados pelo fracasso da indústria dos games. Eles querem se divertir, e quando um jogo oferece isso, ele se torna um sucesso. É hora de a indústria abrir os olhos e entender o que realmente atrai seu público.

Análise Warhammer 40.000 Space Marine 2: Uma aula do sucesso da velha escola

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Warhammer 40.000 Space Marine 2 demorou 13 anos para ser lançado, mas chegou com tudo, trazendo aquela velha escola dos jogos de ação, lembrando clássicos como Gears of War e Fallout. Ele continua extremamente imersivo, e desta vez, os desenvolvedores não se preocuparam em agradar a audiência moderna, que tem prejudicado a indústria nos últimos anos.

Titus, agora rebaixado de comandante para tenente, lidera uma equipe de Ultramarines contra os Tyranids. O grupo invade planetas inteiros, e a missão é dizimar qualquer ameaça. A ação é intensa, com uma imersão visual que impressiona. A direção de arte do jogo é um dos seus pontos altos, com personagens muito bem elaborados, planetas detalhados, biomas variados e uma fauna e flora que realmente chamam a atenção. As armaduras estão fantásticas, e cada cena em CGI tem uma qualidade cinematográfica.

Este jogo está entre os melhores que joguei este ano no quesito design, e isso inclui tudo: personagens, cenários e armaduras. A imersão é completa. E o mais interessante é que Titus não busca apenas ser um herói que ficou preso no Deathwatch por uma década; ele precisa provar para todos, inclusive para seus novos aliados, como Gadriel e Chairon, que ainda é um defensor leal do Imperador.

Titus e os desafios de um Ultramarine

Titus é agora um renegado, rebaixado a Tenente após os eventos do primeiro jogo. Seu desafio é reconquistar o respeito de seus irmãos de batalha e enfrentar a desconfiança de todos à sua volta. Seus companheiros, como Gadriel e Chairon, têm dúvidas sobre sua lealdade, e cabe a ele mostrar que merece fazer parte da equipe. Além disso, conhecemos Sevastus Acheran, que agora ocupa o posto de Capitão dos Ultramarines, uma posição que antes pertencia a Titus.

Um dos personagens que retorna é Marneus Calgar, o grande mentor de Titus e uma das figuras mais icônicas do universo de Warhammer. Sua presença reforça a ideia de que o universo do jogo é profundo e vasto, com uma história que transcende o próprio Titus.

Jogabilidade e ação sem complicação

A simplicidade da jogabilidade é uma das grandes forças do jogo. Diferente de outros títulos que exigem que o jogador decore inúmeras combinações de botões, Space Marine 2 mantém as coisas simples, mas eficientes. Você tem à disposição armas, munição e granadas, e ao longo da campanha, pode escolher a melhor forma de utilizá-las contra os inimigos. A falta de comandos complicados é um respiro em meio a tantos jogos que exigem ações exageradamente complexas.

Apesar de existirem algumas armas interessantes no jogo, sinceramente, o Melta Rifle e a pistola de plasma são, na maioria das vezes, as mais eficazes para dizimar os inimigos. Você até será obrigado a usar outras armas, mas na minha experiência, essas duas são mais que suficientes para vencer qualquer combate.

Space Marine 2 - Melta Rifle

No entanto, o jogo não é longo. Dependendo da dificuldade, você levará entre 12 e 13 horas para terminar a campanha, se seguir a história principal sem explorar demais. O mundo do jogo é linear, com algumas bifurcações, mas nada que altere drasticamente o caminho principal. Existem áreas secretas onde é possível encontrar audiopads que contam mais sobre a história, mas no geral, a narrativa é direta.

Agora, se você optar por jogar em uma dificuldade maior, o desafio aumenta em termos de escassez de munição e número de inimigos. No modo Ultramarine, por exemplo, o jogador é obrigado a ser mais estratégico, pois sair atirando para todos os lados não será eficaz. Ainda assim, o jogo não oferece um nível de dificuldade impossível de superar; com um pouco de paciência e habilidade, é possível avançar sem muitos problemas.

Você tem a opção de explorar um pouco mais da trama realizando missões secundárias, onde poderá descobrir mais sobre os personagens. Isso é interessante, especialmente se você não estiver familiarizado com este universo. Essas missões aumentam as horas de jogo, agregando mais conteúdo à experiência final. Como mencionei, a trama principal é relativamente curta para os padrões atuais dos jogos. Por outro lado, isso evita criar um clima maçante e cansativo, com missões repetitivas e diálogos que parecem se repetir várias vezes.

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Análise Warhammer 40.000 Space Marine 2: Uma aula do sucesso da velha escola 51

As missões de operações oferecem benefícios para melhorar armamentos, armaduras e suas customizações. O estúdio também lança periodicamente conteúdos adicionais, voltados para quem gosta de aprimorar trajes e cosméticos. Vale lembrar que, para obter alguns desses benefícios, é preciso ficar atento às exigências, como completar um certo número de missões para desbloqueá-los.

Atmosfera de desconfiança e intriga

Algo que Warhammer 40.000 Space Marine 2 faz muito bem é criar uma atmosfera de desconfiança. Durante todo o jogo, você nunca sabe quem realmente está ao seu lado. Os desenvolvedores conseguiram trazer uma tensão constante, dando ao jogador a sensação de que a qualquer momento pode ser traído. Isso fica ainda mais evidente com a reviravolta envolvendo o Capelão, que desempenha um papel crucial na trama, forçando o jogador a questionar suas verdadeiras intenções.

Essa sensação de intriga é rara em jogos de ação nos dias de hoje. A incerteza constante sobre quem é amigo ou inimigo mantém a narrativa interessante e engajada. É esse tipo de nuance que faltava na indústria há muito tempo.

Duração e exploração limitada

Infelizmente, o jogo peca na questão da linearidade. Com exceção de algumas poucas áreas secretas, não há muito incentivo para explorar. Seria interessante se houvesse mais liberdade de movimentação, principalmente quando se trata do uso do jetpack, que é limitado a certas áreas. Os Ultramarines são personagens poderosos, mas a limitação de exploração faz com que, em alguns momentos, pareça que eles não conseguem passar por obstáculos simples, como uma barreira de 30 cm.

Essa falta de exploração mais ampla torna o jogo um tanto frustrante para quem gosta de desvendar cada canto do mapa. Ainda assim, é importante lembrar que o foco de Space Marine 2 é a ação, e nesse sentido, ele entrega exatamente o que promete: combates intensos e momentos épicos.

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Análise Warhammer 40.000 Space Marine 2: Uma aula do sucesso da velha escola 54

Bugs e inteligência artificial

Em termos de bugs, minha experiência foi tranquila. Tive apenas dois problemas menores: um deles foi quando o elevador ficou preso após eu apertar o botão de pausa, e o outro foi com um inimigo que parecia ser invencível, mesmo sendo apenas um lacaio comum. Esses pequenos problemas não comprometeram a experiência de jogo, e nada que me fizesse perder o interesse em continuar jogando.

A inteligência artificial dos companheiros também merece destaque. Diferente de muitos jogos em que os aliados parecem figurantes incapazes de derrotar qualquer inimigo, aqui eles realmente contribuem nas batalhas. Não há a sensação de que você está carregando o time nas costas, o que torna as missões mais dinâmicas.

Modo multiplayer e cooperativo

O modo multiplayer de Space Marine 2 é outro ponto alto. No modo cooperativo, você pode se unir a dois outros jogadores e formar uma equipe para enfrentar os desafios. Cada um controla um personagem, sendo possível jogar como Titus ou como um dos seus aliados Ultramarines.

Já no modo competitivo, há diversas modalidades, como mata-mata e captura de bandeira. Esse modo é uma adição bem-vinda para quem gosta de testar suas habilidades contra outros jogadores. É interessante como o multiplayer complementa bem o restante do jogo, oferecendo uma experiência mais completa.

Gamerdito (Veredito) considerações finais de Warhammer 40.000 Space Marine 2

Warhammer 40.000 Space Marine 2 é um excelente exemplo de como manter a essência dos jogos de ação da velha escola sem sacrificar a diversão e a imersão. A direção de arte é impecável, e a trilha sonora se encaixa perfeitamente no clima épico do jogo. Minha única crítica seria a linearidade do mapa e a falta de uma exploração mais aprofundada.

Minha análise finalizo com uma nota 8,5 ao jogo. Se tivesse mais liberdade de exploração e um uso mais extensivo de habilidades como o jetpack, a nota seria ainda maior. Apesar disso, é um jogo extremamente divertido, e recomendo para qualquer fã de ação e do universo de Warhammer. O jogo já vendeu milhões de cópias e bateu recordes de usuários simultâneos no Steam, provando que ainda há um público que valoriza esse tipo de experiência.

Duvido muito que o título ganhe o prêmio de Jogo do Ano (GOTY), por motivos que não vale a pena mencionar neste artigo. O que é lamentável, especialmente em um ano em que a indústria nos entregou diversos fracassos. Este jogo, por não se envolver em polêmicas, pode acabar ficando de fora do prêmio mais desejado.

A desenvolvedora fez um excelente trabalho, e é seguro dizer que Space Marine 2 tem um lugar garantido entre os grandes lançamentos deste ano.


Agradeço à Saber Interactive e a Focus Entertainment e sua assessoria pela chave de acesso ao jogo Warhammer 40k Space Marine 2, para PC Windows na plataforma Steam. Espero que nossa review auxilie os leitores a decidir se o jogo vale a pena.

O título foi originalmente lançado para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Windows) em 9 de setembro de 2024. Se uma versão remasterizada for lançada no futuro, este artigo poderá servir como uma comparação para os jogadores que experimentarem uma possível reimaginação.


Pontos positivos e negativos

Pontos positivos:

  • Arte e design de personagens: As armaduras, cenários e efeitos visuais são de excelente qualidade, com muitos detalhes.
  • Trilha sonora: A música complementa bem a atmosfera do jogo, reforçando a ambientação.
  • Jogabilidade: Controles simples que retomam o estilo clássico sem perder a profundidade.

Pontos negativos:

  • Linearidade: A falta de liberdade para explorar pode desagradar alguns jogadores.
  • Bugs ocasionais: Apesar de raros, pequenos problemas como travamentos no elevador e inimigos invulneráveis podem prejudicar a experiência.
  • Falta de ousadia: O jogo acerta ao focar no público que busca uma experiência mais descontraída. No entanto, poderia ter arriscado mais para não ficar apenas no básico.

Unknown 9: Awakening – O Assassin’s Creed da Bandai Namco fracassa no Steam

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Unknown 9: Awakening deveria ser uma espécie de Assassin’s Creed publicado pela Bandai Namco, mas o título não parece ter agradado os jogadores. Desde as primeiras impressões da mídia especializada, incluindo portais como o MeUGamer, o jogo recebeu notas baixas no Metacritic — site agregador que oferece um panorama sobre a opinião da crítica especializada.

Após o lançamento, a recepção negativa se refletiu na plataforma Steam, onde as primeiras avaliações aparecem como ligeiramente negativas. As principais críticas se concentram na trama genérica e nos personagens pouco cativantes. A narrativa leva a protagonista, Haroona, a locais como as areias da Mauritânia, as selvas da Índia e as paisagens góticas de Portugal no século XIX, onde ela enfrenta uma sociedade secreta que busca o misterioso Umbral. No entanto, não é apenas a história que decepciona, mas também a forma como os elementos do jogo são apresentados.


Resumo do contexto: Unknown 9: Awakening não conseguiu se destacar entre os jogadores e enfrenta uma recepção negativa por falhas narrativas, jogabilidade travada e baixa adesão no Steam.


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Os jogadores podem escalar com a protagonista, identificar inimigos de forma semelhante ao que ocorre em Assassin’s Creed e até mesmo tomar o controle dos adversários para usá-los a seu favor. Contudo, o combate, que deveria ser dinâmico, torna-se travado, forçando o uso excessivo do Bullet Time — efeito especial de câmera lenta para destacar ações em curtos períodos. Embora a mecânica possa ser interessante, seu uso repetitivo acaba se tornando cansativo.

Além disso, os cenários não se mostram memoráveis e os diálogos carecem de profundidade. Os gráficos, por sua vez, demonstram uma técnica um tanto ultrapassada, levantando dúvidas sobre a adequação do título para a geração atual de consoles. A dificuldade do jogo também se mostra inconsistente: em alguns momentos, parece que o jogador está lutando contra o vazio, já que os NPCs apresentam pouca ou nenhuma reação. Outro ponto criticado é a marcação exagerada de inimigos, uma mecânica inspirada nos jogos soulslike, que aqui prejudica a dinâmica e o realismo da experiência.

Ainda que alguns jogadores possam apreciar esses aspectos, a baixa adesão é evidente. De acordo com o SteamDB, poucas horas após o lançamento, menos de 300 jogadores estavam simultaneamente online, o que é alarmante para um título tão divulgado em eventos como o Summer Game Fest. Mesmo sendo oferecido no programa AMD Rewards — na compra de processadores e placas de vídeo —, o número de jogadores permaneceu reduzido.

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Unknown 9: Awakening – O Assassin’s Creed da Bandai Namco fracassa no Steam 65

Até o momento desta publicação, não é possível prever se o jogo conseguirá atrair mais público ao longo do tempo. Apesar do seu lançamento também tenha sido para PS5, PS4, Xbox One e Series X, o desempenho no Steam é um importante indicador da aceitação do público. Para efeito de comparação, Assassin’s Creed Mirage, lançado em 17 de outubro na plataforma Steam, com um ano de atraso, alcançou mais de 4 mil jogadores simultâneos. Mesmo sob críticas, a Ubisoft conseguiu um desempenho satisfatório em termos de público.

Se as vendas de Unknown 9: Awakening não aumentarem, a desenvolvedora Reflector Entertainment pode enfrentar dificuldades financeiras, possivelmente levando ao fechamento do estúdio — um cenário cada vez mais comum na indústria dos games. Além disso, apesar de a Bandai Namco ter registrado sucessos recentes, como Dragon Ball Sparkle! Zero, o fracasso deste título pode representar uma perda significativa, impactando meses de resultados positivos.

Desejamos sucesso ao jogo, mas, caso a situação não melhore, Unknown 9: Awakening pode seguir o mesmo caminho de outros títulos fracassados, como Concord, da Sony Interactive Entertainment, que permaneceu ativo por apenas duas semanas.

Por fim, o jogo está disponível desde 18 de outubro de 2024 para PlayStation, Xbox e PC (Windows).

Unknown 9: Awakening já está disponível para PS5, Xbox e PC via Steam

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Unknown 9: Awakening, desenvolvido pela Reflector Entertainment e publicado pela Bandai Namco, está disponível nas plataformas PC (via Steam), Xbox Series X|S e PlayStation 5. O jogo transporta os jogadores para uma aventura no início do século XX, explorando seres místicos e elementos sobrenaturais.

O enredo acompanha Haroona, uma jovem Quaestor com a habilidade de acessar uma dimensão paralela chamada Umbral, que coexiste com o mundo real. Os jogadores viajarão por cenários exóticos, como as areias da Mauritânia, as selvas perigosas da Índia e as paisagens góticas de Portugal no século XIX.

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Haroona é perseguida por uma sociedade secreta que deseja recuperar e controlar seus poderes. A história se desenrola em uma experiência imersiva de ação e aventura, proporcionando várias horas de gameplay. Para celebrar o lançamento, foi divulgado um trailer oficial, disponível abaixo.

Unknown 9: Awakening – Trailer Cinemático de Lançamento

Se pretende jogar no PC, confira os requisitos mínimos e recomendados. O jogo exige um armazenamento de 55 GB, preferencialmente em um SSD, para garantir um desempenho otimizado.

Requisitos de sistema

Mínimos:

  • Processador e sistema operacional de 64 bits
  • SO: Windows 10
  • Processador: 4 a 6 núcleos / 8 threads / 3,6 GHz (base)
  • Memória: 12 GB de RAM
  • Placa de vídeo: 8 GB VRAM / AMD RX 580
  • DirectX: Versão 12
  • Armazenamento: 55 GB livres (SSD recomendado)

Recomendados:

  • Processador e sistema operacional de 64 bits
  • SO: Windows 10
  • Processador: 6 núcleos / 12 threads / 3,4 GHz (base)
  • Memória: 16 GB de RAM
  • Placa de vídeo: 8 GB VRAM / AMD RX 5700 XT
  • DirectX: Versão 12
  • Armazenamento: 55 GB livres (SSD necessário)

Unknown 9: Awakening foi lançado oficialmente em 18 de outubro de 2024 e está disponível nas versões Standard e Deluxe para PS5, Xbox Series X|S, PlayStation 4, Xbox One e PC via Steam. Com um enredo que mistura ação e aventura, o jogo inclui mecânicas inspiradas na franquia Assassin’s Creed.


Resumo do artigo:
Unknown 9: Awakening é um jogo de ação e aventura disponível nos consoles e PC, com uma protagonista que explora uma dimensão paralela enquanto é perseguida por uma sociedade secreta.

The Wolf Among Us 2 pronto para ser cancelado pela Telltale Games?

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The Wolf Among Us 2 é um dos títulos mais aguardados da Telltale Games, desejado por fãs desde o renascimento do estúdio. No entanto, após o lançamento de The Expanse: A Telltale Series em parceria com a Deck Nine, a empresa parece ter entrado em um período de silêncio absoluto. A última movimentação relevante aconteceu em julho deste ano, quando, em celebração ao aniversário do estúdio, duas novas imagens do jogo foram divulgadas.

Resumo do artigo:
Há um silêncio preocupante da Telltale Games sobre The Wolf Among Us 2. O jogo pode estar enfrentando dificuldades em seu desenvolvimento e há rumores de um possível cancelamento.

Agora, a pergunta que fica é: teremos The Wolf Among Us 2 ou esse projeto será arquivado, ficando no limbo por tempo indeterminado? A trama do jogo é instigante, com fábulas conhecidas como Bela, Fera, Branca de Neve e, claro, o icônico Bigby Wolf (Lobo Mau). Esses personagens trazem um fascínio especial, integrando o universo de “Era uma vez” em uma narrativa cheia de escolhas que impactam diretamente o desenvolvimento da história.

Recentemente, um rumor gerou alvoroço na comunidade. Em uma publicação no Reddit, um usuário alegou possuir informações internas, afirmando que o desenvolvimento do título estaria enfrentando dificuldades consideráveis. Normalmente, quando um rumor é infundado, ele rapidamente é refutado ou removido pelos moderadores, mas, até o momento de fechamento deste artigo, a publicação ainda permanecia ativa.

Nem o site oficial da Telltale Games nem suas redes sociais comentaram sobre o assunto, deixando os fãs sem respostas. Além disso, materiais promocionais, como teasers ou gameplays, são praticamente inexistentes. Ainda assim, muitos jogadores continuam esperançosos e aguardam ansiosamente por notícias.

O próximo evento relevante na indústria é o The Game Awards, em dezembro, conhecido como o “Oscar dos videogames”. Além das premiações, o evento é famoso por apresentar novidades e anúncios de novos projetos. A esperança é que, durante a cerimônia, algo relacionado a The Wolf Among Us 2 seja finalmente revelado.

Será que as fábulas sombrias e suas escolhas imersiva voltarão à tona? Ou esse título será mais um caso de hype frustrado, permanecendo como uma promessa nunca cumprida?

The Wolf Among Us 2 - OFFICIAL Full Trailer (2022)

Por fim, gamernéfilos, o que vocês acham? Acreditam que o jogo realmente será cancelado ou tudo não passa de uma estratégia para gerar burburinho? Deixem seus comentários! A opinião de vocês é essencial para alimentar essa discussão.

Batman: Arkham Shadow – Uma Aposta Arriscada ao Limitar o Título

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A Oculus Studios está apostando alto em Batman: Arkham Shadow, um exclusivo que chegará ao Meta Quest 3 e Quest 3S. A franquia Arkham é uma das sagas mais bem-sucedidas do Cavaleiro das Trevas, trazendo novos fãs para admirar o legado do morcego. Contudo, Shadow não é desenvolvido pela Rocksteady Studios, mas pela Camouflaj, com publicação da Oculus Studios.

Embora os jogos em realidade virtual estejam ganhando mais adeptos, limitar um título a uma única plataforma é um risco que a Meta parece disposta a correr. Até abril de 2025, o jogo estará disponível gratuitamente para aqueles que adquirirem os óculos de VR dos modelos mencionados. Em outras palavras, os proprietários do dispositivo terão acesso ao jogo dentro desse período promocional.

Resumo do artigo:
O lançamento de Batman: Arkham Shadow como um exclusivo de VR para Meta Quest 3 levanta discussões sobre os riscos e benefícios de limitar o jogo a essa plataforma.

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Batman: Arkham Shadow – Uma Aposta Arriscada ao Limitar o Título 84

Na trama, o Rei Rato (Rat King), líder de um culto, planeja destruir Gotham City em 4 de julho, e Bruce Wayne deve usar seu manto em locais sombrios para deter essa ameaça. O jogo acontece após os eventos de Arkham Origins, revelando mais sobre o surgimento de vilões icônicos como o Espantalho e Arlequina. Explore locais inóspitos e enfrente inimigos em uma nova perspectiva de imersão, ainda que diferente dos jogos em terceira pessoa da franquia Arkham.

Você também poderá reencontrar personagens conhecidos como Jim Gordon, Harvey Dent e Otis Flannegan (Ratcatcher). Vale lembrar que a Camouflaj é o mesmo estúdio responsável por Marvel’s Iron Man VR, o que deixa a porta aberta para possíveis lançamentos futuros em outras plataformas, como o PS VR. No entanto, até o momento, o suporte para outras plataformas, como o Steam, ainda não foi confirmado.

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Batman: Arkham Shadow – Uma Aposta Arriscada ao Limitar o Título 85

Se as vendas não forem afetadas pela exclusividade com a Meta, isso poderá ser considerado uma boa jogada. Caso contrário, a aposta pode se tornar um risco que a empresa parece disposta a assumir. Ficamos no aguardo de novidades sobre o lançamento em outras plataformas.

Há uma gameplay que exibe os 30 minutos iniciais de Batman: Arkham Shadow, publicada no canal do YouTube GamersPrey. Para conferir o jogo em ação e ter uma ideia da nova perspectiva em realidade virtual, você pode assistir no link abaixo:

Batman Arkham Shadows Gameplay Walkthrough Part 1

Essa gameplay oferece uma visão mais detalhada do que esperar do jogo, incluindo mecânicas e imersão na atmosfera sombria de Gotham.

Por fim, o lançamento oficial de Batman: Arkham Shadow está marcado para 22 de outubro de 2024, para Meta Quest 3 e Quest 3S. Prepare-se para explorar cenários icônicos e sombrios de Gotham, utilizando os famosos apetrechos do morcego. Com essa nova experiência em realidade virtual, você será o verdadeiro “olho” do Cavaleiro das Trevas.

Kong: Survivor Instinct Tenta Salvar a Franquia Manchada no Último Ano

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Kong: Survivor Instinct é uma versão da saga do gorila mais conhecido do planeta dentro do MonsterVerse de criaturas colossais. O título, desenvolvido e publicado pela 7Levels em parceria com a 4Divinity, terá uma dura missão de atrair os fãs do King Kong e limpar a imagem do personagem, já que as recentes adaptações, seja nos games ou no filme Godzilla e Kong: O Novo Império, foram duramente criticadas.

Resumo do artigo: Kong: Survivor Instinct busca redimir a imagem da franquia após fracassos recentes em jogos e filmes.

O primeiro, o jogo Skull Island: Rise of Kong, é considerado um dos piores, se não o pior jogo de 2023, com problemas gráficos, bugs, e enredo, além de um desempenho abaixo do esperado. Já o filme, com escolhas questionáveis no roteiro, trouxe um longa-metragem massante e sem nexo para esse universo.

Agora, cabe aos desenvolvedores de Kong: Survivor Instinct mostrar que se empenharam para entregar um jogo satisfatório. Lembrando que ultimamente muitos títulos têm fracassado em vendas por não inspirarem e instigarem os jogadores a se aprofundarem no roteiro. Com tramas genéricas, problemas de jogabilidade e personagens nada cativantes, muitos estúdios têm amargado um colapso financeiro por não conseguirem vender seus jogos.

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Kong: Survivor Instinct Tenta Salvar a Franquia Manchada no Último Ano 90

Trazendo uma imersão no estilo de títulos como This War of Mine e Barotrauma, Kong: Survivor Instinct nos leva a locais arrasados em plataforma 2D, mas com aprimoramento em 2.5D visando uma imersão maior. Nessa apuração, é possível compreender que o personagem passará por diversos obstáculos e terá que interagir com os elementos dos cenários, como prédios prestes a desabar, ruas precárias onde visivelmente algo terrível ocorreu, além de ajudar cidadãos feridos pelo caminho.

Enquanto o protagonista luta para chegar ao seu destino, ele se depara com diversos acontecimentos, ataques de monstros lutando entre si e destruindo a cidade. O cenário como pano de fundo oferece um visual agradável para quem gosta de detalhes. Em uma cidade em caos, sempre há aproveitadores. Além dos monstros, o jogador terá que sobreviver contra aqueles que se beneficiam do desespero. Se os desenvolvedores conseguirem trazer ao menos 80% da qualidade dos títulos de referência que mencionei, Survivor Instinct poderá ser um sucesso. Caso contrário, a franquia King Kong pode cair no esquecimento na indústria dos games.

Queremos acreditar que, se o título estiver de fato bem desenvolvido, ele venderá milhares ou até milhões de cópias nos primeiros dias do seu lançamento. Vale lembrar que o título estará disponível para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC Windows via Steam.

A trama ocorre pouco depois dos eventos de Godzilla vs. Kong, com Alan Jonah liderando o grupo Hyenas como o principal antagonista. O protagonista, David, precisa se manter vivo para resgatar sua filha Stacy, perdida no meio dessa guerra de titãs. Será que ele conseguirá chegar ao local desejado? É o que os jogadores devem descobrir jogando Kong: Survivor Instinct. Uma versão jogável foi disponibilizada de 17 a 20 de outubro de 2024 para quem visitou a gamescom Asia.

Caso não conheça nada sobre o jogo, há uma gameplay de 15 minutos disponível online. Confira o vídeo: Assista ao vídeo.

Kong: Survivor Instinct Gameplay Demo | Gamescom Asia 2024

Finalmente, Kong: Survivor Instinct estará disponível a partir de 22 de outubro de 2024 para PS5, Xbox Series e PC Windows. Um ponto negativo, no entanto, é que o jogo não contará com localização em português do Brasil no lançamento. Se houver uma grande adesão ao game, o idioma poderá ser incluído em futuras atualizações. Estão animados para essa nova aventura desse grandão?!

Razer lança versão branca do Viper Mini Signature Edition: leveza e alto desempenho

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A Razer, está trazendo mais novidade ao mercado gamer, onde anunciou na última semana, a edição branca do mouse Viper Mini Signature Edition. Este modelo se destaca por combinar design sofisticado e excelente performance, trazendo uma nova opção para setups minimalistas. A seguir, confira o detalhe do item e a imagem exibindo um pouco mais do vislumbre desse periférico.


Desempenho avançado e design ultraleve

Pesando menos de 49g, o Viper Mini Signature Edition é uma peça que alia estética impecável e tecnologia de ponta. Ele é projetado com um exoesqueleto de liga de magnésio, garantindo resistência e leveza.

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Razer lança versão branca do Viper Mini Signature Edition: leveza e alto desempenho 97

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Tecnologia de ponta para jogadores exigentes

Equipado com o Sensor Óptico Razer Focus Pro 30K e os Switches Ópticos de 3ª geração, o mouse conta com a tecnologia Razer HyperPolling, que oferece uma taxa de atualização real de 8000 Hz, proporcionando desempenho contínuo em qualquer tipo de jogo.


Edição limitada e itens exclusivos

O Viper Mini Signature Edition branco acompanha acessórios premium, como o Dongle Wireless HyperPolling, patins de Corning Gorilla Glass 3, e fitas de aderência. Além disso, a edição é limitada a apenas 13.337 unidades, tornando-se um item desejado por colecionadores.

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Razer lança versão branca do Viper Mini Signature Edition: leveza e alto desempenho 100

Ainda não há previsão de quando o produto chegará nas lojas de varejo no Brasil. Contudo, você pode verificar os detalhes como valores, no site da versão em inglês da empresa.

D23 Brasil: Atrações, atividades e estandes revelados

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Faltando menos de um mês para o início da D23 Brasil – Uma Experiência Disney, foram divulgadas novas informações sobre o evento, incluindo o mapa conceitual e as atrações que prometem encantar os fãs. Pela primeira vez no Brasil, este grande encontro será realizado em São Paulo, no Transamerica Expo Center, entre os dias 8, 9 e 10 de novembro de 2024, oferecendo uma programação recheada de painéis, estandes interativos e conteúdos exclusivos.

Resumo do artigo: A D23 Brasil trará uma experiência imersiva para os fãs da Disney, com painéis, estandes interativos e participações especiais de grandes estúdios como Marvel, Star Wars e Pixar.

O que esperar da D23 Brasil – Uma Experiência Disney? A D23 Brasil promete ser uma das maiores celebrações do universo Disney já realizadas no país. O evento contará com uma série de atrações e surpresas, além de anúncios exclusivos relacionados a grandes estúdios como Pixar, Marvel, Lucasfilm e Walt Disney Animation. Haverá ainda apresentações de novos filmes e séries, incluindo prévias de lançamentos aguardados e atualizações sobre a expansão dos parques temáticos da Disney e da Disney Cruise Line. Disney+, National Geographic, ESPN, Star e Rádio Disney terão espaços e experiências imersivas no pavilhão de exposições.

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Destaques dos palcos e atrações interativas O evento terá dois palcos principais: a Arena D23 by Bradesco/Visa, onde acontecerão os principais painéis e apresentações com a presença de talentos nacionais e internacionais, e o Palco Disney Moments by Claro, que trará shows ao vivo, encontro com cosplayers e atividades para todas as idades. Além disso, a D23 Brasil Store Mercado Livre será um dos destaques, oferecendo produtos exclusivos e colecionáveis. Performances em pocket shows de Disney Princesa, Mickey & Amigos, Toy Story e mais.

Mapa Oficial D23 Brasil 2024
D23 Brasil: Atrações, atividades e estandes revelados 102

Pavilhão de Exposições No pavilhão, diversas marcas do grupo Disney estarão presentes com espaços interativos, como Disney+, Pixar, Marvel e Star Wars. Entre as experiências, os visitantes poderão entrar em cenários inspirados em filmes como Mufasa: O Rei Leão, Frozen, Toy Story e Capitão América: Admirável Mundo Novo. Haverá também a famosa Barbearia Marvel by Corleone, onde os visitantes poderão agendar cortes de cabelo temáticos.

Empresas participantes Grandes marcas estarão presentes no evento, com patrocínios de Bradesco, Visa, Claro e Mercado Livre. Outras empresas como Bauducco, Latam, Tang, Panini e Funko também marcarão presença, além de ativações especiais de marcas como Mattel, Hasbro e Baw, que trarão experiências exclusivas para os participantes.

Gastronomia temática O evento também contará com uma rica oferta gastronômica, incluindo comidas e bebidas inspiradas em personagens e temas da Disney, como criações da Bauducco e Bacio di Latte, além de parceiros como Baked Potato, Patties Burger e Nutty Bavarian, garantindo uma experiência completa para os fãs.

SERVIÇO

  • Data: 08, 09 e 10 de novembro de 2024;
  • Local: Transamérica Expo Center (Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo);
  • Site: d23brasil.com;
  • Idade recomendada: a partir de 10 anos;

Acessibilidade: A D23 contará com recursos de acessibilidade, consulte o FAQ para maiores informações.

Espaço de Descompressão – Área de regulação sensorial voltada para pessoas neurodivergentes e um número limitado de acompanhantes. O espaço foi projetado para auxiliar na estabilização e redução do estresse sensorial e contará com uma equipe de acolhimento. Os visitantes terão à disposição um kit para redução de estímulos que poderá ser retirado no espaço para utilização durante o evento (consultar regulamento no local).

Sobre os ingressos acesso o site oficial para adquirir o seu.

Pré-carregamento de Call of Duty: Black Ops 6 é liberado

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O pré-carregamento de Call of Duty: Black Ops 6 foi liberado nesta segunda-feira, 21 de outubro, a partir das 13h (Horário de Brasília), em todas as plataformas. Jogadores que fizeram a pré-compra ou possuem acesso por meio de certos planos do Game Pass já podem baixar os arquivos para garantir que estarão prontos para jogar assim que o título for lançado oficialmente.

Lançamento e possível tamanho de instalação

O lançamento de Black Ops 6 está previsto para 25 de outubro de 2024 e o jogo estará disponível para Xbox Series X|S, Xbox One, PC (via Game Pass, Microsoft Store, Battle.net, e Steam), além do PlayStation 4 e 5.

  • Tamanho aproximado do jogo: 139 GB (recomendação: SSD)
  • Instalação total (com Warzone e COD HQ): poderá aumentar esse tamanho. Observe que é sem contar possíveis DLCs.

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Com esse tamanho robusto de instalação, recomenda-se que os jogadores garantam espaço suficiente nos discos rígidos, principalmente ao utilizar consoles e PCs com armazenamento mais limitado. O uso de um SSD é indicado para melhorar a performance e diminuir o tempo de carregamento.

O jogo oferece os modos Campanha, Multijogador, e Zumbis, todos disponíveis para download antecipado, garantindo que tudo esteja pronto para a estreia oficial. Se estiver jogado a versão beta, onde o nosso site até desenvolveu uma prévia, sabe que o multiplayer está mais dinâmico e frenético. Caso seja um fã de longa data, recomendo se preparar para novas adaptações na jogabilidade. Falando em modo Zombies, há uma publicação completa no blog oficial do game [aqui]. Eles explicam todas as novidades adicionadas para esta nova imersão da franquia.

Está pronto, para adentrar nessa continuação de COD: Black Ops 6 e todo o seu legado de ação e adrenalina na linha de frente? Nos conte deixando seu comentário abaixo.

Os gamers são os responsáveis pelo fracasso da indústria dos games

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Nos últimos tempos, a indústria dos games tem enfrentado uma crise, com muitos estúdios e desenvolvedores acusando os jogadores de não aderirem aos novos jogos. A justificativa é que os gamers não estão entendendo as propostas dos títulos criados para uma audiência “moderna”. Mas será que essa é a verdadeira razão do fracasso de tantos jogos recentes?

Veja o que está acontecendo com jogos como Concord, Tales of Kenzera: Zau e o recém-lançado Unknown 9: Awakening, todos considerados flops gigantescos, mesmo com grandes investimentos e marketing pesado. Isso evidencia que a indústria dos games enfrenta problemas graves e defasados.

Poderia citar inúmeras apostas que havia esperança de lucros, entre eles o Star Wars Outlaws, onde obteve lucros pífios pelo valor da franquia. Até mesmo Assassin’s Creed Shadows, teve que ser adiado para uma revisão de precaução para lançarem algo satisfatório. E aí está o ponto: por que os jogadores continuam preferindo jogos remasterizados a novas propriedades intelectuais (IPs)? Será que a culpa é realmente dos gamers, por não “entenderem” os jogos, ou há algo errado com a indústria?

Resumo do artigo:
A indústria dos games está em crise, mas culpar os jogadores não resolve o problema. A desconexão entre o que os estúdios oferecem e o que o público busca é a principal causa do fracasso de muitos lançamentos.

Muitos estúdios insistem que os jogadores têm preconceito contra o conteúdo destinado à audiência moderna. Mas se há de fato uma nova geração de jogadores, por que ela não está comprando esses jogos? Se um jogo é feito para um novo público e não está vendendo, a falha pode ser de comunicação, ou então essa “audiência moderna” ainda não tem poder de compra suficiente para sustentar o mercado.

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A crise nas empresas de games

Vemos hoje grandes empresas, que antes dominavam o mercado, enfrentando sérios problemas financeiros. Elas deveriam estar nadando em rios de dinheiro, mas, em vez disso, estão demitindo funcionários, adiando projetos e até cancelando jogos. Recentemente, vimos a Microsoft demitir funcionários, assim como a EA, a Embracer Group, e outros grandes estúdios ocidentais. Interessante notar que essa crise parece afetar mais o mercado ocidental, enquanto o oriental continua a ouvir os gamers tradicionais, que preferem jogos para se divertir e relaxar, sem focar tanto em questões culturais ou temas polarizadores.

Então, por que a indústria insiste em culpar os jogadores? Isso é um equívoco. A verdade é que os gamers continuam ativos e consumindo títulos que realmente os interessam. Basta olhar para a Steam, que vem batendo recordes de usuários simultâneos em 2024. Isso prova que os jogadores estão sim jogando, mas o problema está nos enredos e nas apostas que a indústria está fazendo.

Exemplos de jogos de sucesso

Diversos jogos que não entraram na guerra da polarização cultural estão indo muito bem. Um ótimo exemplo é DRAGON BALL: Sparking! ZERO, da Bandai, que vendeu milhões de cópias em apenas um dia. Outro exemplo é Warhammer 40k: Space Marine 2, que também teve um enorme sucesso. Helldivers 2, mesmo sendo de uma franquia já conhecida, alcançou grande popularidade em 2024, com quase meio milhão de jogadores simultâneos online. O mesmo vale para Black Myth: Wukong, que entrou no top 10 dos jogos mais jogados da Steam, com quase 2,5 milhões de usuários simultâneos.

O DLC de Elden Ring também atingiu números impressionantes, provando que o público está interessado em jogos que oferecem uma experiência imersiva e de qualidade, sem tentativas de forçar narrativas polarizadoras. Stellarblade é uma prova sendo atualmente exclusivo para o console da Sony no PS5. Esses jogos têm algo em comum: eles se concentram na diversão, e os jogadores querem apenas isso – se divertir, sem se preocupar com o que está acontecendo no mundo exterior.

A falácia da “audiência moderna”

Muito tem se falado sobre essa tal “audiência moderna”, mas os números mostram que ela talvez ainda não tenha força ou cacife suficiente para manter estúdios inteiros de pé. Isso fica claro quando analisamos o desempenho de jogos como Suicide Squad: Kill the Justice League, da Rocksteady Studios, que, apesar de ter tido sucesso com títulos anteriores da franquia Batman Arkam, esse título amargou um fracasso absurdo, quase passou despercebido, mesmo sendo uma nova IP. No entanto, títulos que mantêm a essência de diversão, como Like a Dragon, continuam fazendo sucesso, mesmo sendo criticados por supostas questões de estereótipos e sexualização. Bem como, Hogwarts Legacy, que conseguiu em 2023 vender mais de 22 milhões de cópias.

Outro caso interessante é o de Deadlock, o novo título da Valve, que, mesmo em fase de testes alfa e com acesso limitado por convite, já atraiu quase 172 mil jogadores simultâneos. Isso prova que a competitividade e a objetividade ainda são atrativos para os jogadores, mesmo antes de um jogo ser oficialmente lançado.

A indústria precisa abrir os olhos

A indústria precisa parar de culpar os jogadores pelo fracasso dos novos títulos. O que realmente está em jogo aqui é a falta de conexão entre o que os usuários querem e o que está sendo oferecido. Muitos desenvolvedores estão apostando em temas que simplesmente não interessam ao público, e os números falam por si. Não são os gamers que estão errados por não comprarem jogos, são os estúdios que estão falhando em oferecer algo que realmente os atraia.

Veja o exemplo de Silent Hill 2, que, apesar das críticas iniciais, conseguiu vender mais de um milhão cópia em seu remake. Mesmo com algumas mudanças nos personagens, o jogo manteve sua essência sombria e sólida, agradando tanto aos fãs antigos quanto aos novos jogadores. Isso mostra que, quando um remake é bem feito e respeita suas origens, ele tem tudo para ser um sucesso.

Conclusão: a culpa não é dos jogadores

O grande problema não está nos jogadores, mas sim na indústria que insiste em focar em uma “audiência moderna” que ainda não tem força para sustentar o mercado. Enquanto continuarem tentando forçar temas que não interessam ao público, os estúdios continuarão a falhar. Os gamers querem jogar, e os jogos que não tentam polarizar ou forçar narrativas desinteressantes continuam a vender bem. No final, a moral da história é simples: os jogadores não são os culpados pelo fracasso da indústria dos games. Eles querem se divertir, e quando um jogo oferece isso, ele se torna um sucesso. É hora de a indústria abrir os olhos e entender o que realmente atrai seu público.

Análise Warhammer 40.000 Space Marine 2: Uma aula do sucesso da velha escola

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Warhammer 40.000 Space Marine 2 demorou 13 anos para ser lançado, mas chegou com tudo, trazendo aquela velha escola dos jogos de ação, lembrando clássicos como Gears of War e Fallout. Ele continua extremamente imersivo, e desta vez, os desenvolvedores não se preocuparam em agradar a audiência moderna, que tem prejudicado a indústria nos últimos anos.

Titus, agora rebaixado de comandante para tenente, lidera uma equipe de Ultramarines contra os Tyranids. O grupo invade planetas inteiros, e a missão é dizimar qualquer ameaça. A ação é intensa, com uma imersão visual que impressiona. A direção de arte do jogo é um dos seus pontos altos, com personagens muito bem elaborados, planetas detalhados, biomas variados e uma fauna e flora que realmente chamam a atenção. As armaduras estão fantásticas, e cada cena em CGI tem uma qualidade cinematográfica.

Este jogo está entre os melhores que joguei este ano no quesito design, e isso inclui tudo: personagens, cenários e armaduras. A imersão é completa. E o mais interessante é que Titus não busca apenas ser um herói que ficou preso no Deathwatch por uma década; ele precisa provar para todos, inclusive para seus novos aliados, como Gadriel e Chairon, que ainda é um defensor leal do Imperador.

Titus e os desafios de um Ultramarine

Titus é agora um renegado, rebaixado a Tenente após os eventos do primeiro jogo. Seu desafio é reconquistar o respeito de seus irmãos de batalha e enfrentar a desconfiança de todos à sua volta. Seus companheiros, como Gadriel e Chairon, têm dúvidas sobre sua lealdade, e cabe a ele mostrar que merece fazer parte da equipe. Além disso, conhecemos Sevastus Acheran, que agora ocupa o posto de Capitão dos Ultramarines, uma posição que antes pertencia a Titus.

Um dos personagens que retorna é Marneus Calgar, o grande mentor de Titus e uma das figuras mais icônicas do universo de Warhammer. Sua presença reforça a ideia de que o universo do jogo é profundo e vasto, com uma história que transcende o próprio Titus.

Jogabilidade e ação sem complicação

A simplicidade da jogabilidade é uma das grandes forças do jogo. Diferente de outros títulos que exigem que o jogador decore inúmeras combinações de botões, Space Marine 2 mantém as coisas simples, mas eficientes. Você tem à disposição armas, munição e granadas, e ao longo da campanha, pode escolher a melhor forma de utilizá-las contra os inimigos. A falta de comandos complicados é um respiro em meio a tantos jogos que exigem ações exageradamente complexas.

Apesar de existirem algumas armas interessantes no jogo, sinceramente, o Melta Rifle e a pistola de plasma são, na maioria das vezes, as mais eficazes para dizimar os inimigos. Você até será obrigado a usar outras armas, mas na minha experiência, essas duas são mais que suficientes para vencer qualquer combate.

Space Marine 2 - Melta Rifle

No entanto, o jogo não é longo. Dependendo da dificuldade, você levará entre 12 e 13 horas para terminar a campanha, se seguir a história principal sem explorar demais. O mundo do jogo é linear, com algumas bifurcações, mas nada que altere drasticamente o caminho principal. Existem áreas secretas onde é possível encontrar audiopads que contam mais sobre a história, mas no geral, a narrativa é direta.

Agora, se você optar por jogar em uma dificuldade maior, o desafio aumenta em termos de escassez de munição e número de inimigos. No modo Ultramarine, por exemplo, o jogador é obrigado a ser mais estratégico, pois sair atirando para todos os lados não será eficaz. Ainda assim, o jogo não oferece um nível de dificuldade impossível de superar; com um pouco de paciência e habilidade, é possível avançar sem muitos problemas.

Você tem a opção de explorar um pouco mais da trama realizando missões secundárias, onde poderá descobrir mais sobre os personagens. Isso é interessante, especialmente se você não estiver familiarizado com este universo. Essas missões aumentam as horas de jogo, agregando mais conteúdo à experiência final. Como mencionei, a trama principal é relativamente curta para os padrões atuais dos jogos. Por outro lado, isso evita criar um clima maçante e cansativo, com missões repetitivas e diálogos que parecem se repetir várias vezes.

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Análise Warhammer 40.000 Space Marine 2: Uma aula do sucesso da velha escola 126

As missões de operações oferecem benefícios para melhorar armamentos, armaduras e suas customizações. O estúdio também lança periodicamente conteúdos adicionais, voltados para quem gosta de aprimorar trajes e cosméticos. Vale lembrar que, para obter alguns desses benefícios, é preciso ficar atento às exigências, como completar um certo número de missões para desbloqueá-los.

Atmosfera de desconfiança e intriga

Algo que Warhammer 40.000 Space Marine 2 faz muito bem é criar uma atmosfera de desconfiança. Durante todo o jogo, você nunca sabe quem realmente está ao seu lado. Os desenvolvedores conseguiram trazer uma tensão constante, dando ao jogador a sensação de que a qualquer momento pode ser traído. Isso fica ainda mais evidente com a reviravolta envolvendo o Capelão, que desempenha um papel crucial na trama, forçando o jogador a questionar suas verdadeiras intenções.

Essa sensação de intriga é rara em jogos de ação nos dias de hoje. A incerteza constante sobre quem é amigo ou inimigo mantém a narrativa interessante e engajada. É esse tipo de nuance que faltava na indústria há muito tempo.

Duração e exploração limitada

Infelizmente, o jogo peca na questão da linearidade. Com exceção de algumas poucas áreas secretas, não há muito incentivo para explorar. Seria interessante se houvesse mais liberdade de movimentação, principalmente quando se trata do uso do jetpack, que é limitado a certas áreas. Os Ultramarines são personagens poderosos, mas a limitação de exploração faz com que, em alguns momentos, pareça que eles não conseguem passar por obstáculos simples, como uma barreira de 30 cm.

Essa falta de exploração mais ampla torna o jogo um tanto frustrante para quem gosta de desvendar cada canto do mapa. Ainda assim, é importante lembrar que o foco de Space Marine 2 é a ação, e nesse sentido, ele entrega exatamente o que promete: combates intensos e momentos épicos.

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Análise Warhammer 40.000 Space Marine 2: Uma aula do sucesso da velha escola 129

Bugs e inteligência artificial

Em termos de bugs, minha experiência foi tranquila. Tive apenas dois problemas menores: um deles foi quando o elevador ficou preso após eu apertar o botão de pausa, e o outro foi com um inimigo que parecia ser invencível, mesmo sendo apenas um lacaio comum. Esses pequenos problemas não comprometeram a experiência de jogo, e nada que me fizesse perder o interesse em continuar jogando.

A inteligência artificial dos companheiros também merece destaque. Diferente de muitos jogos em que os aliados parecem figurantes incapazes de derrotar qualquer inimigo, aqui eles realmente contribuem nas batalhas. Não há a sensação de que você está carregando o time nas costas, o que torna as missões mais dinâmicas.

Modo multiplayer e cooperativo

O modo multiplayer de Space Marine 2 é outro ponto alto. No modo cooperativo, você pode se unir a dois outros jogadores e formar uma equipe para enfrentar os desafios. Cada um controla um personagem, sendo possível jogar como Titus ou como um dos seus aliados Ultramarines.

Já no modo competitivo, há diversas modalidades, como mata-mata e captura de bandeira. Esse modo é uma adição bem-vinda para quem gosta de testar suas habilidades contra outros jogadores. É interessante como o multiplayer complementa bem o restante do jogo, oferecendo uma experiência mais completa.

Gamerdito (Veredito) considerações finais de Warhammer 40.000 Space Marine 2

Warhammer 40.000 Space Marine 2 é um excelente exemplo de como manter a essência dos jogos de ação da velha escola sem sacrificar a diversão e a imersão. A direção de arte é impecável, e a trilha sonora se encaixa perfeitamente no clima épico do jogo. Minha única crítica seria a linearidade do mapa e a falta de uma exploração mais aprofundada.

Minha análise finalizo com uma nota 8,5 ao jogo. Se tivesse mais liberdade de exploração e um uso mais extensivo de habilidades como o jetpack, a nota seria ainda maior. Apesar disso, é um jogo extremamente divertido, e recomendo para qualquer fã de ação e do universo de Warhammer. O jogo já vendeu milhões de cópias e bateu recordes de usuários simultâneos no Steam, provando que ainda há um público que valoriza esse tipo de experiência.

Duvido muito que o título ganhe o prêmio de Jogo do Ano (GOTY), por motivos que não vale a pena mencionar neste artigo. O que é lamentável, especialmente em um ano em que a indústria nos entregou diversos fracassos. Este jogo, por não se envolver em polêmicas, pode acabar ficando de fora do prêmio mais desejado.

A desenvolvedora fez um excelente trabalho, e é seguro dizer que Space Marine 2 tem um lugar garantido entre os grandes lançamentos deste ano.


Agradeço à Saber Interactive e a Focus Entertainment e sua assessoria pela chave de acesso ao jogo Warhammer 40k Space Marine 2, para PC Windows na plataforma Steam. Espero que nossa review auxilie os leitores a decidir se o jogo vale a pena.

O título foi originalmente lançado para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC (Windows) em 9 de setembro de 2024. Se uma versão remasterizada for lançada no futuro, este artigo poderá servir como uma comparação para os jogadores que experimentarem uma possível reimaginação.


Pontos positivos e negativos

Pontos positivos:

  • Arte e design de personagens: As armaduras, cenários e efeitos visuais são de excelente qualidade, com muitos detalhes.
  • Trilha sonora: A música complementa bem a atmosfera do jogo, reforçando a ambientação.
  • Jogabilidade: Controles simples que retomam o estilo clássico sem perder a profundidade.

Pontos negativos:

  • Linearidade: A falta de liberdade para explorar pode desagradar alguns jogadores.
  • Bugs ocasionais: Apesar de raros, pequenos problemas como travamentos no elevador e inimigos invulneráveis podem prejudicar a experiência.
  • Falta de ousadia: O jogo acerta ao focar no público que busca uma experiência mais descontraída. No entanto, poderia ter arriscado mais para não ficar apenas no básico.

Unknown 9: Awakening – O Assassin’s Creed da Bandai Namco fracassa no Steam

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Unknown 9: Awakening deveria ser uma espécie de Assassin’s Creed publicado pela Bandai Namco, mas o título não parece ter agradado os jogadores. Desde as primeiras impressões da mídia especializada, incluindo portais como o MeUGamer, o jogo recebeu notas baixas no Metacritic — site agregador que oferece um panorama sobre a opinião da crítica especializada.

Após o lançamento, a recepção negativa se refletiu na plataforma Steam, onde as primeiras avaliações aparecem como ligeiramente negativas. As principais críticas se concentram na trama genérica e nos personagens pouco cativantes. A narrativa leva a protagonista, Haroona, a locais como as areias da Mauritânia, as selvas da Índia e as paisagens góticas de Portugal no século XIX, onde ela enfrenta uma sociedade secreta que busca o misterioso Umbral. No entanto, não é apenas a história que decepciona, mas também a forma como os elementos do jogo são apresentados.


Resumo do contexto: Unknown 9: Awakening não conseguiu se destacar entre os jogadores e enfrenta uma recepção negativa por falhas narrativas, jogabilidade travada e baixa adesão no Steam.


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Os jogadores podem escalar com a protagonista, identificar inimigos de forma semelhante ao que ocorre em Assassin’s Creed e até mesmo tomar o controle dos adversários para usá-los a seu favor. Contudo, o combate, que deveria ser dinâmico, torna-se travado, forçando o uso excessivo do Bullet Time — efeito especial de câmera lenta para destacar ações em curtos períodos. Embora a mecânica possa ser interessante, seu uso repetitivo acaba se tornando cansativo.

Além disso, os cenários não se mostram memoráveis e os diálogos carecem de profundidade. Os gráficos, por sua vez, demonstram uma técnica um tanto ultrapassada, levantando dúvidas sobre a adequação do título para a geração atual de consoles. A dificuldade do jogo também se mostra inconsistente: em alguns momentos, parece que o jogador está lutando contra o vazio, já que os NPCs apresentam pouca ou nenhuma reação. Outro ponto criticado é a marcação exagerada de inimigos, uma mecânica inspirada nos jogos soulslike, que aqui prejudica a dinâmica e o realismo da experiência.

Ainda que alguns jogadores possam apreciar esses aspectos, a baixa adesão é evidente. De acordo com o SteamDB, poucas horas após o lançamento, menos de 300 jogadores estavam simultaneamente online, o que é alarmante para um título tão divulgado em eventos como o Summer Game Fest. Mesmo sendo oferecido no programa AMD Rewards — na compra de processadores e placas de vídeo —, o número de jogadores permaneceu reduzido.

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Unknown 9: Awakening – O Assassin’s Creed da Bandai Namco fracassa no Steam 140

Até o momento desta publicação, não é possível prever se o jogo conseguirá atrair mais público ao longo do tempo. Apesar do seu lançamento também tenha sido para PS5, PS4, Xbox One e Series X, o desempenho no Steam é um importante indicador da aceitação do público. Para efeito de comparação, Assassin’s Creed Mirage, lançado em 17 de outubro na plataforma Steam, com um ano de atraso, alcançou mais de 4 mil jogadores simultâneos. Mesmo sob críticas, a Ubisoft conseguiu um desempenho satisfatório em termos de público.

Se as vendas de Unknown 9: Awakening não aumentarem, a desenvolvedora Reflector Entertainment pode enfrentar dificuldades financeiras, possivelmente levando ao fechamento do estúdio — um cenário cada vez mais comum na indústria dos games. Além disso, apesar de a Bandai Namco ter registrado sucessos recentes, como Dragon Ball Sparkle! Zero, o fracasso deste título pode representar uma perda significativa, impactando meses de resultados positivos.

Desejamos sucesso ao jogo, mas, caso a situação não melhore, Unknown 9: Awakening pode seguir o mesmo caminho de outros títulos fracassados, como Concord, da Sony Interactive Entertainment, que permaneceu ativo por apenas duas semanas.

Por fim, o jogo está disponível desde 18 de outubro de 2024 para PlayStation, Xbox e PC (Windows).

Unknown 9: Awakening já está disponível para PS5, Xbox e PC via Steam

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Unknown 9: Awakening, desenvolvido pela Reflector Entertainment e publicado pela Bandai Namco, está disponível nas plataformas PC (via Steam), Xbox Series X|S e PlayStation 5. O jogo transporta os jogadores para uma aventura no início do século XX, explorando seres místicos e elementos sobrenaturais.

O enredo acompanha Haroona, uma jovem Quaestor com a habilidade de acessar uma dimensão paralela chamada Umbral, que coexiste com o mundo real. Os jogadores viajarão por cenários exóticos, como as areias da Mauritânia, as selvas perigosas da Índia e as paisagens góticas de Portugal no século XIX.

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Haroona é perseguida por uma sociedade secreta que deseja recuperar e controlar seus poderes. A história se desenrola em uma experiência imersiva de ação e aventura, proporcionando várias horas de gameplay. Para celebrar o lançamento, foi divulgado um trailer oficial, disponível abaixo.

Unknown 9: Awakening – Trailer Cinemático de Lançamento

Se pretende jogar no PC, confira os requisitos mínimos e recomendados. O jogo exige um armazenamento de 55 GB, preferencialmente em um SSD, para garantir um desempenho otimizado.

Requisitos de sistema

Mínimos:

  • Processador e sistema operacional de 64 bits
  • SO: Windows 10
  • Processador: 4 a 6 núcleos / 8 threads / 3,6 GHz (base)
  • Memória: 12 GB de RAM
  • Placa de vídeo: 8 GB VRAM / AMD RX 580
  • DirectX: Versão 12
  • Armazenamento: 55 GB livres (SSD recomendado)

Recomendados:

  • Processador e sistema operacional de 64 bits
  • SO: Windows 10
  • Processador: 6 núcleos / 12 threads / 3,4 GHz (base)
  • Memória: 16 GB de RAM
  • Placa de vídeo: 8 GB VRAM / AMD RX 5700 XT
  • DirectX: Versão 12
  • Armazenamento: 55 GB livres (SSD necessário)

Unknown 9: Awakening foi lançado oficialmente em 18 de outubro de 2024 e está disponível nas versões Standard e Deluxe para PS5, Xbox Series X|S, PlayStation 4, Xbox One e PC via Steam. Com um enredo que mistura ação e aventura, o jogo inclui mecânicas inspiradas na franquia Assassin’s Creed.


Resumo do artigo:
Unknown 9: Awakening é um jogo de ação e aventura disponível nos consoles e PC, com uma protagonista que explora uma dimensão paralela enquanto é perseguida por uma sociedade secreta.